Tudo na evolução humana é fruto de um longo aprendizado – daí, parte de nossas tenências para reagir com agressividade e violência é fruto da incorporação de atitudes dos adultos que compõem o meio em que nos desenvolvemos.
A INFLUÊNCIA DO MEIO.
Agressividade e violência aprendida.
A infância dependente e prolongada serve para receber a influência do meio em que estamos inseridos. Tudo que nós somos e como nos apresentamos foi fruto de aprendizado; além disso, hoje, é a soma do inconsciente, subconsciente e do que já temos consciência. Parte, nós já trazemos ao nascer. e, de certa forma ainda pertence ao inato desconhecido; a outra, é a somatória das experiências vividas com os adultos que compõe o meio em que fomos criados.
A agressividade e a violência de certa forma também podem ser aprendidas pela má educação pela repetição; ou reforçando as tendências inatas (a educação de qualidade; busca reforçar as atitudes e tendências positivas e anular ou diminuir as negativas).
MATERIAL DIDÁTICO COTIDIANO
Onde aprendemos agressividade e violência?
Com os pais e adultos com os quais se convive.
Nas constantes brigas em família.
No conflito de interesses familiares.
Na vida em sociedade.
Na tentativa de padronização.
Na escola.
No trabalho.
Na mídia.
Nos entretenimentos.
Nas ocorrências do nosso dia a dia.
Nos meios de comunicação.
Na aplicação da justiça.
Nas competições esportivas.
Como se aprende a ser agressivo e violento?
Analisemos algumas situações comuns, nas quais a criança aprende a ser agressiva e violenta; e, onde ela pode copiar e praticar a violência.
Com os pais e adultos com os quais convive.
Desnecessário falar sobre os efeitos causados na construção da personalidade, do padrão de atitudes, de alguém criado num ambiente familiar onde a violência é explícita; com espancamentos, agressões psicológicas e morais - isso, todo mundo está cansado de saber; interessa-nos trazer á discussão a agressividade e violência subliminar, aquela que não percebemos ou fingimos que não.
Progredimos de forma passiva quando usamos os defeitos de caráter dos outros para nos burilar. Os atritos entre as pessoas são constantes e contínuos. Sobra até para a criança: muitos não foram filhos desejados. Sofreram tentativas de aborto. Receberam vibrações de maldições e desejaram que tivessem recusado a nascer. Alguns escaparam de ser abortados numa espécie de milagre. E, depois de nascidos quantas noites ao sofrerem cólicas e não deixarem seus pais dormir quase foram espancados (vibrações de vontade não faltaram). Muitas crianças vivem em ambientes nos quais predomina a relação “entre tapas e beijos”, o carinho e afeto verdadeiro são escassos (apenas na hora da satisfação das necessidades e desejos sexuais).
Predomina entre os adultos da atualidade; as pessoas que ainda nem percebem quando agridem; apenas sentem quando são agredidas e buscam sempre uma forma de retaliar ou até de se vingar de uma maneira que supere a agressão sofrida.
Brigas em família.
Filhos de casais que se desentendem com freqüência são vítimas de estresse de agressividade e rebeldia.
A perda de autoridade dos pais brigões é imediata e notória.
Se os adultos são incapazes de entender quando é o momento certo para resolver suas divergências; como esperar que uma criança não arrume confusão na escola, bata, arranhe, chute ou denigra seu coleguinha a boca pequena ou na net.
Elas expressam naturalmente o medo e a preocupação como estão sendo educadas; através da mudança de comportamento para agressividade e violência; ou apenas, imitam os adultos.
Os agressivos e brigões despertam sentimentos de menos valia e culpa. Até sentem-se responsáveis pelas brigas dos pais ou adultos com quem convivem ou são obrigadas a conviver: amantes do pai ou da mãe, novos pais, ou novas mães etc. Somos o que estamos sendo feitos – inevitável que essa criança quando adulta tenda a repetir o que foi feito com ela.
No conflito de interesses familiares.
A maioria das famílias não formam um time coeso; são como aqueles times de futebol dos sonhos que não ganham nada; pois, são apenas um aglomerado de interesses individuais – nessas famílias, os interesses de um se sobrepõe aos do grupo. Além disso, quase sempre há uma guerra não declarada entre a parentela. A relação entre a família do pai e da mãe quase sempre é tumultuada pelo ciúmes, inveja e interesses os mais variados. Na relação criança versus família, é como se ela nascesse em pleno campo de batalha onde todos tentam atraí-la para seu lado, usando os mais humanos ardis: suborno, chantagem, tentativa de controle, mentira. Principalmente, no desmanche da família mal estruturada, após ou durante, as separações ou divórcios.
Na vida em sociedade.
As desigualdades, os preconceitos e todos os tipo de exclusão do indivíduo da sociedade são indutores de agressividade e violência. O treino para competir e ser mais e melhor do que o outro, fazem com que a criança se desenvolva pensando estar num palco de guerra no qual quase todos são inimigos, até os irmãos. A fome e a necessidade de sobreviver ou o desejo de usufruir da ostentação da sociedade, tornam os violentos e agressivos natos em verdadeiras máquinas de matar ambulantes. Pisotear as leis que criam; matar o outro de fome, de raiva, de medo, de angústia, de inveja; e até matar de verdade com tiros e facadas por conta própria ou sob contrato de mando.
Refletir faz bem á saúde, física, mental, emocional, afetiva, social, política...
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
PROJETO EDUCACIONAL ANTI-PALMADAS
O FILHO É MEU; EDUCO COMO QUISER!
Ainda bem que com o passar do tempo esse bordão está indo para o beleléu – ao menos, frente á lei, a truculência está com os dias contados – será?
A dúvida é pertinente; pois, temos o péssimo hábito de não cumprir de forma justa e igualitária boas leis na letra; e cumprir ao pé da letra outras defasadas da realidade.
Para começo de conversa; não usar de castigos físicos nada tem a ver com boa ou má educação; representa apenas um mínimo de civilidade e dignidade humana.
Vamos á notícia; e, esperamos que na sua esteira o assunto educação seja mais abordado pela mídia e que mais pessoas se engajem no tema.
14/07/2010 - 09h00
Projeto deve proibir que pais usem "palmadas" para castigar filhos
Publicidade
LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA
Palmadas, beliscões e outros castigos físicos aplicados a crianças e adolescentes poderão ficar proibidos, caso seja aprovado um projeto de lei a ser encaminhado nesta quarta-feira ao Congresso Nacional.
Você concorda com a proibição de palmadas contra crianças?
Lula defende projeto contra palmadas e diz que "beliscão dói"
A proposta inclui "castigo corporal" e "tratamento cruel e degradante" como violações dos direitos na infância e adolescência. Hoje, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) fala em "maus tratos", mas não especifica os tipos de castigo que não podem ser usados por pais, mães e responsáveis.
O governo diz que, com isso, quer acabar com a banalização da violência dentro de casa, de onde sai boa parte das denúncias.
"Nossa preocupação não é com a palmada. Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas, e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte", disse subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, da Secretaria de Direitos Humanos.
Para Carmen Oliveira, o Brasil deve cumprir a recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que orientou a "adoção de medidas legislativas que proíbam de forma explícita o castigo corporal contra crianças e adolescentes".
A proposta traz as mesmas penas já previstas no ECA para pais, mães e cuidadores de crianças e adolescentes. No caso das palmadas, as medidas vão desde encaminhamento a programas de proteção à família e tratamento psicológico a advertência e até perda da guarda.
O castigo corporal poderá ser denunciado por pessoas que convivem com a família, como vizinhos e parentes, ao conselho tutelar.
O projeto propõe campanhas permanentes de conscientização dos pais e o ensino dos direitos humanos no currículo escolar.
A proposta foi levada ao governo pela rede "Não bata, eduque", que reúne ONGs e entidades que defendem os direitos de crianças e jovens. Para Angélica Goulart, uma das articuladoras do movimento, é preciso acabar com a "cultura das palmadas".
"É importante que pais e mães não banalizem mais esse comportamento, que prejudica o desenvolvimento das crianças. Há outras formas de educar", afirmou.
+ Notícias sobre agressão
· Promotoria recorre para aumentar pena de procuradora condenada por tortura
· Mãe de criança agredida recebe voz de prisão em hospital do Rio
· Procuradora diz não saber como menina sob sua guarda se feriu
· STJ nega liberdade a procuradora acusada de torturar criança no Rio
Nada contra a absurda proposta. Antes que alguém se ofenda; sou claro; absurda pelo seguinte viés: hoje, quem precisa agredir para se fazer ouvir; é uma pessoa agressiva e pouco competente para lidar com as dificuldades do dia a dia.
Começamos a discussão e convidamos quem dela quiser participar.
Pouca gente se interessa pela educação real e não mera instrução – mas, já temos uma ajuda de peso moral neste divertido game educacional: Ana Evechenguá – advogada ambientalista; daí uma educadora de mão cheia – bater na natureza; destruir a própria casa que nos abriga é crime tão ou mais grave do que dar umas chineladas nos filhos.
Quero ver como a maioria dos pais vai sair dessa saia justa; sem jamais partir para a ignorância. As crianças de hoje não são nem um pouco parecidas com as de ontem – e poucas pessoas se prepararam para receber estas novas safras de seres humanos; sendo criados em regime de confinamento e engorda pelo mau uso do espaço público – elas mal nasceram e já são prisioneiros do estresse crônico gerado pela neurose de competição – e, inevitavelmente, o resultado começa a aparecer:
Atualmente repetem-se diariamente as notícias sobre evasão escolar causada pelo cansaço, pelo estresse e pela doença; aumenta a cada dia a violência nas escolas e a delinqüência juvenil; nunca houve tanto consumo de drogas, bebidas alcóolicas, fumo, gravidez e aborto na adolescência; também tornou-se corriqueira a luta entre gangues rivais; e já é comum a depressão, o pânico e o suicídio de crianças e adolescentes. E, em todos os lugares e, a todo momento, pais e professores reclamam que perderam o controle. “Que não podem mais com a vida deles”...
Em todas as camadas da população; pais e filhos se entendem cada vez menos e ninguém tem tempo para ninguém.
Discutir palmadas, beliscões e outras agressões perpetradas pelas famílias é saudável; mas, não resolve as questões principais:
O que é ser um bom pai? O que é ser uma boa mãe? Quais as qualidades de um bom pai? E de uma boa mãe? E, o que é ser um bom filho?
Quantos de nós que hoje nos achamos bons pais e mães e até bons educadores constataremos, dia menos dia, nossa pouca capacidade e falta de qualidade para essa tarefa. Quando pensamos estar ajudando, atrapalhamos; quando imaginamos evitar sofrimento; criamos o sofrer futuro.
Quanto mais facilidades oferecemos neste momento, mais dificuldades criamos para eles no futuro próximo ou distante.
Será que viver é estar permanentemente se educando?
A vida em si, não será um fato educativo?
A principal tarefa dos pais com relação aos filhos é com certeza ajudar ativa e efetivamente a educá-los para a vida. O problema maior é que a maioria dos pais ainda são analfabetos no aprender com a vida. Pouco maduros desistem de aprender e de ensinar. Daí terceirizaram os filhos, atiraram todas as responsabilidades formativas no ombro dos professores das escolas, cuja função principal é a de informar.
Esperamos que esse assunto renda boas discussões e dê pano para muitas mangas.
Mas, que vai ser engraçado; vai – assistir a um catatauzinho apontando para o pai e a mãe: vou acionar a ECA – se você me bater ou colocar de castigo vai para a cadeia – Não mexa comigo sou di menor! – Ou um vizinho que não vai com sua cara usando o disk denúncia só prá te atormentar.
Leis para que sejam realmente boas devem vir acompanhadas de dispositivos auxiliares e complementares para que possam ser devidamente aplicados.
Castigos físicos nunca educaram ninguém, ao contrário – Mas, quem garante que criminalizá-los vai melhorar a qualidade da educação?
Ainda bem que com o passar do tempo esse bordão está indo para o beleléu – ao menos, frente á lei, a truculência está com os dias contados – será?
A dúvida é pertinente; pois, temos o péssimo hábito de não cumprir de forma justa e igualitária boas leis na letra; e cumprir ao pé da letra outras defasadas da realidade.
Para começo de conversa; não usar de castigos físicos nada tem a ver com boa ou má educação; representa apenas um mínimo de civilidade e dignidade humana.
Vamos á notícia; e, esperamos que na sua esteira o assunto educação seja mais abordado pela mídia e que mais pessoas se engajem no tema.
14/07/2010 - 09h00
Projeto deve proibir que pais usem "palmadas" para castigar filhos
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LARISSA GUIMARÃES
DE BRASÍLIA
Palmadas, beliscões e outros castigos físicos aplicados a crianças e adolescentes poderão ficar proibidos, caso seja aprovado um projeto de lei a ser encaminhado nesta quarta-feira ao Congresso Nacional.
Você concorda com a proibição de palmadas contra crianças?
Lula defende projeto contra palmadas e diz que "beliscão dói"
A proposta inclui "castigo corporal" e "tratamento cruel e degradante" como violações dos direitos na infância e adolescência. Hoje, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) fala em "maus tratos", mas não especifica os tipos de castigo que não podem ser usados por pais, mães e responsáveis.
O governo diz que, com isso, quer acabar com a banalização da violência dentro de casa, de onde sai boa parte das denúncias.
"Nossa preocupação não é com a palmada. Nossa preocupação é com as palmadas reiteradas, e a tendência de que a palmada evolua para surras, queimaduras, fraturas, ameaças de morte", disse subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, da Secretaria de Direitos Humanos.
Para Carmen Oliveira, o Brasil deve cumprir a recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que orientou a "adoção de medidas legislativas que proíbam de forma explícita o castigo corporal contra crianças e adolescentes".
A proposta traz as mesmas penas já previstas no ECA para pais, mães e cuidadores de crianças e adolescentes. No caso das palmadas, as medidas vão desde encaminhamento a programas de proteção à família e tratamento psicológico a advertência e até perda da guarda.
O castigo corporal poderá ser denunciado por pessoas que convivem com a família, como vizinhos e parentes, ao conselho tutelar.
O projeto propõe campanhas permanentes de conscientização dos pais e o ensino dos direitos humanos no currículo escolar.
A proposta foi levada ao governo pela rede "Não bata, eduque", que reúne ONGs e entidades que defendem os direitos de crianças e jovens. Para Angélica Goulart, uma das articuladoras do movimento, é preciso acabar com a "cultura das palmadas".
"É importante que pais e mães não banalizem mais esse comportamento, que prejudica o desenvolvimento das crianças. Há outras formas de educar", afirmou.
+ Notícias sobre agressão
· Promotoria recorre para aumentar pena de procuradora condenada por tortura
· Mãe de criança agredida recebe voz de prisão em hospital do Rio
· Procuradora diz não saber como menina sob sua guarda se feriu
· STJ nega liberdade a procuradora acusada de torturar criança no Rio
Nada contra a absurda proposta. Antes que alguém se ofenda; sou claro; absurda pelo seguinte viés: hoje, quem precisa agredir para se fazer ouvir; é uma pessoa agressiva e pouco competente para lidar com as dificuldades do dia a dia.
Começamos a discussão e convidamos quem dela quiser participar.
Pouca gente se interessa pela educação real e não mera instrução – mas, já temos uma ajuda de peso moral neste divertido game educacional: Ana Evechenguá – advogada ambientalista; daí uma educadora de mão cheia – bater na natureza; destruir a própria casa que nos abriga é crime tão ou mais grave do que dar umas chineladas nos filhos.
Quero ver como a maioria dos pais vai sair dessa saia justa; sem jamais partir para a ignorância. As crianças de hoje não são nem um pouco parecidas com as de ontem – e poucas pessoas se prepararam para receber estas novas safras de seres humanos; sendo criados em regime de confinamento e engorda pelo mau uso do espaço público – elas mal nasceram e já são prisioneiros do estresse crônico gerado pela neurose de competição – e, inevitavelmente, o resultado começa a aparecer:
Atualmente repetem-se diariamente as notícias sobre evasão escolar causada pelo cansaço, pelo estresse e pela doença; aumenta a cada dia a violência nas escolas e a delinqüência juvenil; nunca houve tanto consumo de drogas, bebidas alcóolicas, fumo, gravidez e aborto na adolescência; também tornou-se corriqueira a luta entre gangues rivais; e já é comum a depressão, o pânico e o suicídio de crianças e adolescentes. E, em todos os lugares e, a todo momento, pais e professores reclamam que perderam o controle. “Que não podem mais com a vida deles”...
Em todas as camadas da população; pais e filhos se entendem cada vez menos e ninguém tem tempo para ninguém.
Discutir palmadas, beliscões e outras agressões perpetradas pelas famílias é saudável; mas, não resolve as questões principais:
O que é ser um bom pai? O que é ser uma boa mãe? Quais as qualidades de um bom pai? E de uma boa mãe? E, o que é ser um bom filho?
Quantos de nós que hoje nos achamos bons pais e mães e até bons educadores constataremos, dia menos dia, nossa pouca capacidade e falta de qualidade para essa tarefa. Quando pensamos estar ajudando, atrapalhamos; quando imaginamos evitar sofrimento; criamos o sofrer futuro.
Quanto mais facilidades oferecemos neste momento, mais dificuldades criamos para eles no futuro próximo ou distante.
Será que viver é estar permanentemente se educando?
A vida em si, não será um fato educativo?
A principal tarefa dos pais com relação aos filhos é com certeza ajudar ativa e efetivamente a educá-los para a vida. O problema maior é que a maioria dos pais ainda são analfabetos no aprender com a vida. Pouco maduros desistem de aprender e de ensinar. Daí terceirizaram os filhos, atiraram todas as responsabilidades formativas no ombro dos professores das escolas, cuja função principal é a de informar.
Esperamos que esse assunto renda boas discussões e dê pano para muitas mangas.
Mas, que vai ser engraçado; vai – assistir a um catatauzinho apontando para o pai e a mãe: vou acionar a ECA – se você me bater ou colocar de castigo vai para a cadeia – Não mexa comigo sou di menor! – Ou um vizinho que não vai com sua cara usando o disk denúncia só prá te atormentar.
Leis para que sejam realmente boas devem vir acompanhadas de dispositivos auxiliares e complementares para que possam ser devidamente aplicados.
Castigos físicos nunca educaram ninguém, ao contrário – Mas, quem garante que criminalizá-los vai melhorar a qualidade da educação?
sábado, 17 de julho de 2010
A FAMÍLIA E OS ALICERCES SOCIAIS DO PASSADO
À primeira vista, a estrutura familiar parece estar desmoronando; mas, se observarmos o momento presente com cuidado; veremos que a família passa por rápidas transformações; como tudo nesta era planetária; desde a nossa intimidade a tudo que se encontra nesta banda do universo.
Nada mais será como antes; nem como está; neste momento.
Para entender as transformações para melhor que os grupos familiares estão vivendo, é preciso revisitar o passado com outro olhar para evitar o pessimismo neste momento de faxina.
Analisemos um dos pontos em jogo:
Os alicerces sociais do passado.
Houve tempo em que as condições do ambiente social não desencadeavam influência tão forte nos indivíduos, na família e na sociedade quanto nos incríveis dias de hoje. Antes de um julgamento apressado de mais ou menos evolução de uns ou de outros como se faz com freqüência, é preciso que se dê o devido desconto às gerações anteriores: nos últimos 50 anos a velocidade com que as transformações se processaram foi inimaginável; se comparadas a períodos anteriores da nossa evolução.
Vejamos alguns parâmetros colocados em discussão pelas pessoas:
A disciplina:
Antes; até pouco tempo; as famílias davam a impressão de fortes, coesas e disciplinadas, a ponto de coibir com sucesso as idéias capazes de criar mudanças aos princípios sociais pré/ estabelecidos. É que a maioria das pessoas questionava menos; e, é natural que os “velhos de hoje” rotulem os “jovens de hoje” como: rebeldes que contestam demais; desobedientes; “sem valores morais”; “uma geração de perdidos”.
Diríamos que hoje, forçosamente, é que o ser humano começa a se encontrar consigo mesmo e com os outros de forma clara.
Quando os “jovens de hoje” rotulam os “velhos de ontem” de antiguidades; eles não estão sendo cruéis; rebeldes; irreverentes; irresponsáveis ou maldosos; eles estão sendo até “verdadeiros”; sem que o saibam; pois basta procurar no dicionário o conceito do que seja uma antiguidade. * (vá ao dicionário)...
Valores morais:
Mumificados que estávamos na hipocrisia cultural; hoje, estamos mais ou menos perplexos com essa movimentação planetária como a globalização, que provoca uma necessidade de reestruturação do nosso comportamento - o que gera nas pessoas menos maduras: insegurança, estresse, medo, intranqüilidade.
Num turbilhão, nossas múltiplas personalidades estão desabando; e estamos sendo jogados de encontro a nós mesmos e de encontro aos outros. Estamos, subitamente, nos libertando de nossos medos e ao mesmo tempo nos libertando uns dos outros; pois, o medo sempre foi e continua sendo uma arma de domínio. Porém, a aceleração da interatividade faz com que caiam rapidamente as máscaras da hipocrisia nos deixando nus, pelados, os lobos “metidos a cordeiros”. Uma leitura mais correta desse processo: o que de errado antes se fazia escondido; hoje, se faz na cara dura.
Liberdade:
Quanto mais se pensa mais se exercita o livre-arbítrio e mais livre nos tornamos. E, como nada ainda é perfeito: a liberdade para nós quase seres humanos é um paradoxo como tantos outros. Pois, ansiamos por ela, mas não sabemos ainda o que fazer com ela, como usá-la. Tal e qual uma criança.
Um exemplo: a libertação dos dogmas e das superstições religiosas; quando nós nos libertamos do dogma de que sexo é pecado; ficamos um tanto quanto perdidos; e sem referências. Quando nos libertamos dessa camisa de força; como coletividade, nós tendemos à permissividade; o que é lógico já que retidos ao nos libertarmos tendemos a ir de um pólo ao outro até que atingir o ponto de equilíbrio.
O consumismo:
Como ela não existe, é uma ilusão de conceito e dos sentidos, nada mais paradoxal para um ser humano do que assistir à própria morte. E, nada mais cruel para um materialista do que assistir e participar do fim da era materialista (leia e estude Einstein, seus postulados, seus conflitos íntimos, sua vida). O consumismo pregando a liberação dos instintos sem o crivo da razão em nome da liberdade sem responsabilidade; introduz nos arquivos mentais e emocionais do homem a anarquia emotiva; e o conduz à doença e à loucura - porque o esvazia de conteúdo ético; o que mantém o indivíduo na condição de troglodita; retira-lhe a perspectiva da inteligência e a busca da espiritualidade que faz parte de sua estrutura psicológica, daí criam-se conflitos e explodem paixões. Essa bagunça íntima gera perturbações e ansiedade doentia como: Estresse, Depressão, Angústia Existencial, Medo Mórbido e Pânico.
A teoria do consumo a qualquer preço ditada pelas gerações anteriores; fez com que as crianças e os jovens de hoje penetrassem no penoso labirinto da insatisfação negativa. As gerações mais antigas se especializaram em encher a cabeça das crianças de expectativas e não as vacinaram contra as frustrações.
Com a ajuda da mídia de ação rápida o conflito entre o ser e o ter fez com que boa parte das pessoas não atingisse a necessária cota de responsabilidade e dignidade.
Estabilidade:
Algum tempo atrás, os vetores de estímulo capazes de gerar instabilidade no seio das famílias eram infinitamente menos intensos e em menor número. Hoje as pessoas são estimuladas intensamente pela mídia, na qual indivíduos sem preparo; formulam teorias sobre comportamento humano. Os meios de comunicação veiculam procedimentos de pessoas extravagantes que cultuam vícios, e vendem seus produtos pela propaganda enganosa que estimula paixões. Esses indivíduos acham que só existe um lado da moeda na lei de causa/efeito. Agem levianamente, ajudando a “massa” a desgastar as energias, dilapidando a existência e o tempo. E quando a vida reage, as respostas são contundentes, daí uns e outros, condutores e conduzidos levantam as mãos para os céus como pedintes.
Qualquer um que observe a aceleração de tudo, sem ser adivinho; pode afirmar que as respostas serão rápidas, duras e sofridas; enquanto as atitudes das pessoas permanecerem no “troglodita” campo das paixões. A quantidade de apelos e informações para o consumo gera no mínimo confusão na cabeça das pessoas; daí a repercussão na família, criando instabilidade. O resgate da estabilidade do ser humano e da família virá pela reflexão que ordena a submissão dos reflexos, dos instintos e das emoções à razão e á ética cósmica. O bem pensar, embora nos primeiros estágios possa nos enganar e ludibriar; é a única forma capaz de ordenar todas as conquistas evolutivas do ser humano; alinhando as atitudes às Leis da Evolução. Mudam-se as causas reformam-se os efeitos – simples assim.
Honra:
Antes as pessoas podiam dedicar-se a ter honra, alguns até o faziam; pois, acumular valores materiais para eles não era possível; dadas as circunstâncias de vida. Naquele ritmo de vida mais lento onde as ambições não eram tão aguçadas; havia tempo para sentir orgulho da palavra empenhada, de adquirir a confiança e a estima dos outros. Porém muitas pessoas que se achavam honradas; até hoje tem uma compreensão distorcida do que seja honra; ou o seu oposto complementar a desonra.
Na vida modernosa a honra foi pro beleleú; pois as pessoas não têm tempo de ter honra; já que conquistar a dignidade moral exige tempo e esforço. E para isso, para ter honra não dá tempo de aproveitar os objetos do desejo, ostentar a qualquer preço e a qualquer custo. Hoje a honra das pessoas estampa-se no vestuário, no carro, no iate, nas colunas sociais, no número de conquistas amorosas. Os pais não podem querer ser honrados pelos filhos já que dão o exemplo de não honrar nem a si mesmos. Esse estado de coisas para os mais saudosistas pode parecer um retrocesso; mas não é, principalmente, porque o código de honra do passado era assentado quase que só na hipocrisia camuflada; ao menos hoje, esse defeito já está sendo estampado na cara das pessoas, já está na pele e daí para fora é mais um passo; quando ainda nas entranhas é mais difícil ser expelido.
Outro ponto positivo é que hoje poucos hipócritas têm tempo de lavar a honra com o sangue dos outros. Nos dias de hoje quantos pais hipócritas vociferam que, se a filha engravidar sem casar, vai acontecer isso, vai acontecer aquilo, e nascido o neto, tornam-se vovôs/coruja e ainda sustentam, às vezes, o “bastardo” que lhes desonrou o lar. É progresso afetivo ou não?
Respeito:
É comum que se diga da falta de respeito dos mais jovens pelos mais velhos nos dias de hoje. É que o respeito à antiga nada mais era do que a expressão do medo – da submissão à vontade dos outros pela força; e, estava mais pelo lado da elegância social. Além disso, o antigo sentimento de respeito era pura hipocrisia da boca para fora; pior ainda na presença da pessoa truculenta e autoritária; mas pelas costas era bem diferente.
Nada contra a elegância social; ao contrário; pois, tudo que é belo deve ser cultivado. E ser respeitoso com tudo e com todos é sinônimo de boa/educação pessoal e social; mas, deixar de questionar tudo do que se discorda é burrice, e aceitar truculência nas respostas é covardia.
A cada dia fica mais claro e definido que, respeito não se pede nem se impõe. Respeito se conquista...
Ouço muito no dia a dia os mais velhos se queixando dos mais novos. Coisas do tipo: não concordo como meus filhos estão educando meus netos.
Fica a pergunta: Quem educou os pais dos seus netos?
Qual a origem da epidemia de diabetes e de obesidade em nossas crianças da atualidade?
Quem se interessar pelo tema pode buscar mais reflexões no artigo: “A GERAÇÃO CRIADA NO REGIME DE CONFINAMENTO E ENGORDA” – no bloog: http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
Alegria e bola prá frente pessoal!
Fiquemos zen e felizes; pois, tudo vai dar certo e acabar bem.
No contexto dessa aparente bagunça de valores sociais da atualidade; é preciso que fiquemos bem tranqüilos; pois, todos os VERDADEIROS VALORES do passado vão retornar pouco a pouco porque nunca desapareceram; eles são leis naturais de evolução, matemáticas e eternas. É só aguardar um pouco e desenvolver a paciência de esperar a “poeira baixar”; pois, tudo sempre a cada dia fica melhor do que antes...
Mas, que tal deixar uma marca para a posteridade arquivada no nosso DNA? - Fulano de tal passou pela vida e deixou uma marca pessoal positiva – engaje-se em projetos de melhoria da educação.
NÃO TEM FILHOS? NEM NETOS? - NÃO IMPORTA NO MEIO DA ETERNIDADE - UM DIA OS TERÁ!
Eduque-se que já estará fazendo um favor ao mundo e ao universo.
Nada mais será como antes; nem como está; neste momento.
Para entender as transformações para melhor que os grupos familiares estão vivendo, é preciso revisitar o passado com outro olhar para evitar o pessimismo neste momento de faxina.
Analisemos um dos pontos em jogo:
Os alicerces sociais do passado.
Houve tempo em que as condições do ambiente social não desencadeavam influência tão forte nos indivíduos, na família e na sociedade quanto nos incríveis dias de hoje. Antes de um julgamento apressado de mais ou menos evolução de uns ou de outros como se faz com freqüência, é preciso que se dê o devido desconto às gerações anteriores: nos últimos 50 anos a velocidade com que as transformações se processaram foi inimaginável; se comparadas a períodos anteriores da nossa evolução.
Vejamos alguns parâmetros colocados em discussão pelas pessoas:
A disciplina:
Antes; até pouco tempo; as famílias davam a impressão de fortes, coesas e disciplinadas, a ponto de coibir com sucesso as idéias capazes de criar mudanças aos princípios sociais pré/ estabelecidos. É que a maioria das pessoas questionava menos; e, é natural que os “velhos de hoje” rotulem os “jovens de hoje” como: rebeldes que contestam demais; desobedientes; “sem valores morais”; “uma geração de perdidos”.
Diríamos que hoje, forçosamente, é que o ser humano começa a se encontrar consigo mesmo e com os outros de forma clara.
Quando os “jovens de hoje” rotulam os “velhos de ontem” de antiguidades; eles não estão sendo cruéis; rebeldes; irreverentes; irresponsáveis ou maldosos; eles estão sendo até “verdadeiros”; sem que o saibam; pois basta procurar no dicionário o conceito do que seja uma antiguidade. * (vá ao dicionário)...
Valores morais:
Mumificados que estávamos na hipocrisia cultural; hoje, estamos mais ou menos perplexos com essa movimentação planetária como a globalização, que provoca uma necessidade de reestruturação do nosso comportamento - o que gera nas pessoas menos maduras: insegurança, estresse, medo, intranqüilidade.
Num turbilhão, nossas múltiplas personalidades estão desabando; e estamos sendo jogados de encontro a nós mesmos e de encontro aos outros. Estamos, subitamente, nos libertando de nossos medos e ao mesmo tempo nos libertando uns dos outros; pois, o medo sempre foi e continua sendo uma arma de domínio. Porém, a aceleração da interatividade faz com que caiam rapidamente as máscaras da hipocrisia nos deixando nus, pelados, os lobos “metidos a cordeiros”. Uma leitura mais correta desse processo: o que de errado antes se fazia escondido; hoje, se faz na cara dura.
Liberdade:
Quanto mais se pensa mais se exercita o livre-arbítrio e mais livre nos tornamos. E, como nada ainda é perfeito: a liberdade para nós quase seres humanos é um paradoxo como tantos outros. Pois, ansiamos por ela, mas não sabemos ainda o que fazer com ela, como usá-la. Tal e qual uma criança.
Um exemplo: a libertação dos dogmas e das superstições religiosas; quando nós nos libertamos do dogma de que sexo é pecado; ficamos um tanto quanto perdidos; e sem referências. Quando nos libertamos dessa camisa de força; como coletividade, nós tendemos à permissividade; o que é lógico já que retidos ao nos libertarmos tendemos a ir de um pólo ao outro até que atingir o ponto de equilíbrio.
O consumismo:
Como ela não existe, é uma ilusão de conceito e dos sentidos, nada mais paradoxal para um ser humano do que assistir à própria morte. E, nada mais cruel para um materialista do que assistir e participar do fim da era materialista (leia e estude Einstein, seus postulados, seus conflitos íntimos, sua vida). O consumismo pregando a liberação dos instintos sem o crivo da razão em nome da liberdade sem responsabilidade; introduz nos arquivos mentais e emocionais do homem a anarquia emotiva; e o conduz à doença e à loucura - porque o esvazia de conteúdo ético; o que mantém o indivíduo na condição de troglodita; retira-lhe a perspectiva da inteligência e a busca da espiritualidade que faz parte de sua estrutura psicológica, daí criam-se conflitos e explodem paixões. Essa bagunça íntima gera perturbações e ansiedade doentia como: Estresse, Depressão, Angústia Existencial, Medo Mórbido e Pânico.
A teoria do consumo a qualquer preço ditada pelas gerações anteriores; fez com que as crianças e os jovens de hoje penetrassem no penoso labirinto da insatisfação negativa. As gerações mais antigas se especializaram em encher a cabeça das crianças de expectativas e não as vacinaram contra as frustrações.
Com a ajuda da mídia de ação rápida o conflito entre o ser e o ter fez com que boa parte das pessoas não atingisse a necessária cota de responsabilidade e dignidade.
Estabilidade:
Algum tempo atrás, os vetores de estímulo capazes de gerar instabilidade no seio das famílias eram infinitamente menos intensos e em menor número. Hoje as pessoas são estimuladas intensamente pela mídia, na qual indivíduos sem preparo; formulam teorias sobre comportamento humano. Os meios de comunicação veiculam procedimentos de pessoas extravagantes que cultuam vícios, e vendem seus produtos pela propaganda enganosa que estimula paixões. Esses indivíduos acham que só existe um lado da moeda na lei de causa/efeito. Agem levianamente, ajudando a “massa” a desgastar as energias, dilapidando a existência e o tempo. E quando a vida reage, as respostas são contundentes, daí uns e outros, condutores e conduzidos levantam as mãos para os céus como pedintes.
Qualquer um que observe a aceleração de tudo, sem ser adivinho; pode afirmar que as respostas serão rápidas, duras e sofridas; enquanto as atitudes das pessoas permanecerem no “troglodita” campo das paixões. A quantidade de apelos e informações para o consumo gera no mínimo confusão na cabeça das pessoas; daí a repercussão na família, criando instabilidade. O resgate da estabilidade do ser humano e da família virá pela reflexão que ordena a submissão dos reflexos, dos instintos e das emoções à razão e á ética cósmica. O bem pensar, embora nos primeiros estágios possa nos enganar e ludibriar; é a única forma capaz de ordenar todas as conquistas evolutivas do ser humano; alinhando as atitudes às Leis da Evolução. Mudam-se as causas reformam-se os efeitos – simples assim.
Honra:
Antes as pessoas podiam dedicar-se a ter honra, alguns até o faziam; pois, acumular valores materiais para eles não era possível; dadas as circunstâncias de vida. Naquele ritmo de vida mais lento onde as ambições não eram tão aguçadas; havia tempo para sentir orgulho da palavra empenhada, de adquirir a confiança e a estima dos outros. Porém muitas pessoas que se achavam honradas; até hoje tem uma compreensão distorcida do que seja honra; ou o seu oposto complementar a desonra.
Na vida modernosa a honra foi pro beleleú; pois as pessoas não têm tempo de ter honra; já que conquistar a dignidade moral exige tempo e esforço. E para isso, para ter honra não dá tempo de aproveitar os objetos do desejo, ostentar a qualquer preço e a qualquer custo. Hoje a honra das pessoas estampa-se no vestuário, no carro, no iate, nas colunas sociais, no número de conquistas amorosas. Os pais não podem querer ser honrados pelos filhos já que dão o exemplo de não honrar nem a si mesmos. Esse estado de coisas para os mais saudosistas pode parecer um retrocesso; mas não é, principalmente, porque o código de honra do passado era assentado quase que só na hipocrisia camuflada; ao menos hoje, esse defeito já está sendo estampado na cara das pessoas, já está na pele e daí para fora é mais um passo; quando ainda nas entranhas é mais difícil ser expelido.
Outro ponto positivo é que hoje poucos hipócritas têm tempo de lavar a honra com o sangue dos outros. Nos dias de hoje quantos pais hipócritas vociferam que, se a filha engravidar sem casar, vai acontecer isso, vai acontecer aquilo, e nascido o neto, tornam-se vovôs/coruja e ainda sustentam, às vezes, o “bastardo” que lhes desonrou o lar. É progresso afetivo ou não?
Respeito:
É comum que se diga da falta de respeito dos mais jovens pelos mais velhos nos dias de hoje. É que o respeito à antiga nada mais era do que a expressão do medo – da submissão à vontade dos outros pela força; e, estava mais pelo lado da elegância social. Além disso, o antigo sentimento de respeito era pura hipocrisia da boca para fora; pior ainda na presença da pessoa truculenta e autoritária; mas pelas costas era bem diferente.
Nada contra a elegância social; ao contrário; pois, tudo que é belo deve ser cultivado. E ser respeitoso com tudo e com todos é sinônimo de boa/educação pessoal e social; mas, deixar de questionar tudo do que se discorda é burrice, e aceitar truculência nas respostas é covardia.
A cada dia fica mais claro e definido que, respeito não se pede nem se impõe. Respeito se conquista...
Ouço muito no dia a dia os mais velhos se queixando dos mais novos. Coisas do tipo: não concordo como meus filhos estão educando meus netos.
Fica a pergunta: Quem educou os pais dos seus netos?
Qual a origem da epidemia de diabetes e de obesidade em nossas crianças da atualidade?
Quem se interessar pelo tema pode buscar mais reflexões no artigo: “A GERAÇÃO CRIADA NO REGIME DE CONFINAMENTO E ENGORDA” – no bloog: http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
Alegria e bola prá frente pessoal!
Fiquemos zen e felizes; pois, tudo vai dar certo e acabar bem.
No contexto dessa aparente bagunça de valores sociais da atualidade; é preciso que fiquemos bem tranqüilos; pois, todos os VERDADEIROS VALORES do passado vão retornar pouco a pouco porque nunca desapareceram; eles são leis naturais de evolução, matemáticas e eternas. É só aguardar um pouco e desenvolver a paciência de esperar a “poeira baixar”; pois, tudo sempre a cada dia fica melhor do que antes...
Mas, que tal deixar uma marca para a posteridade arquivada no nosso DNA? - Fulano de tal passou pela vida e deixou uma marca pessoal positiva – engaje-se em projetos de melhoria da educação.
NÃO TEM FILHOS? NEM NETOS? - NÃO IMPORTA NO MEIO DA ETERNIDADE - UM DIA OS TERÁ!
Eduque-se que já estará fazendo um favor ao mundo e ao universo.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O BANHO DO ANÚ – Amar é sintonizar com o outro em harmonia
Quando estou em SJRP vou para o trabalho e volto a pé; sempre coleciono lições. Ontem vivi um momento maravilhoso – uma experiência urbana de amor; bem xamâmica.
Cortando caminho por uma pequena rua mais isolada deparei-me com uma cena singular: um bando de anús (aquele pássaro preto que parece recém saído da pré-história; desengonçado como ele só, e que de tão mal acabado torna-se até engraçado) fazendo a maior farra; tomando banho numa poça de água no meio fio – eles não estavam nem aí com minha presença; pareciam estar se exibindo fazendo malabarismos - não sei quanto tempo fiquei ali observando; extasiado - não sei explicar; mas, meio que me senti um deles (talvez minha alma tenha voltado á infância; fiz muito disso) – claro que algumas pessoas se me vissem daquela forma iriam me achar um bobalhão; mas, de repente senti que havia outra energia no pedaço; e de repente eu vi; perto de mim uma garota aí dos seus quinze anos, também extasiada com a cena – nossos olhares se cruzaram e compartilhamos a mesma energia e sentimento – não dissemos nada; apenas sorrimos francamente; nem precisava – era como se duas almas se tornassem gêmeas através do mesmo prazer – um carro passou tão perto que espantou os anús – seguimos nosso caminho – provavelmente, ela de alma tão lavada e energizada como ficou a minha. Fiquei mais feliz por compartilhar esse momento com alguém que sintoniza com essas emoções; normalmente não tenho com quem dividi-las; tal e qual boa parte das pessoas que se integram á natureza sem fazer força para isso.
Mas, outras situações como esta virão até mim – basta que dê permissão.
Usei a experiência para refletir e compartilhar a resposta a um e-mail de uma amiga através deste.
Dentre outras coisas: amar é interagir.
Basta um olhar ou nem mesmo isso é preciso – basta apenas deixar a energia fluir: sentir – não é preciso pensar a todo instante; apenas sentir. Estamos sem energia; nós andamos pela vida, desalentados; apenas por não nos permitirmos sentir cada momento.
Mesmo via teclado; estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, numa rede cósmica; interdependemos.
Nós estamos ligados mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro – como eu e minha colega pequena xamã urbana assistindo ao banho dos anús - Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança, tua tristeza também; queiras ou não; queira eu ou não.
Isso é um fato, uma realidade.
É verdade que somos seres diversos; porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não, interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre; é meio que, ajustar o mecanismo de sintonia fina; pois estamos plugados, conectados - essa sintonia pode ser apurada pela semelhança no pensar; nos ideais; nos desejos, nas atitudes...
Somos feitos da mesma energia.
Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente, pois estamos nos descobrindo e criando um vínculo; um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos conectados pelo que aqui está impresso.
Mesmo que feche a página da Net e foque sua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez não tenha compreendido. Raciocinou, mas possivelmente não sentiu, não incorporou esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, ainda não importa no momento.
Apenas lembre-se:
Compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.
Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais; através de um sentimento comum; vamos focalizar o seu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observe como você e sua mãe possuem uma ligação muito forte, se está triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tenta esconder uma tristeza e, é bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso. Será instinto materno? Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência, sintonia e conexão. – daí, ocorre também com todos os outros tipos de conexão afetiva.
Além disso; mais do de serem interativas e estarem sempre em conexão, nossas relações são eternas.
Eternas?
Que maravilha!
Para sempre?
Que horror!
Há pessoas cujo santo não bate; segundo os mais variados motivos; mas, apenas temporariamente; pois, somos candidatos a formatura na escola cósmica do amor; que é um longo aprendizado.
A eternidade não será uma ilusão?
Ou será uma convenção para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também é um relativo paradoxo.
Pois: que maravilha, em certos momentos imaginar estar eternamente com aqueles que consideramos nossa cara metade em todos os sentidos e ângulos, possíveis; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes; que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer.
Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é.
Ufa! Que alívio!
Amar é sintonizar com o outro em harmonia.
Cuidado para não sintonizar ódio.
Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.
Sintonia e atração.
Tal e qual a garota de ontem; pessoa alguma se aproxima de nós á toa.
Atraímos e somos atraídos por pessoas; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente – ou não; ás vezes o que nos atrai é o sentir.
A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva; amorosa ou odienta. Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.
De onde terá vindo esse conhecimento intuitivo?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações.
Vou alimentar minha pequena desconhecida colega xamã com as energias de gratidão pelo momento compartilhado – claro que ela se sentirá sem saber por que; mais feliz nesse momento – de retorno, também eu me fortaleço – evidente que daqui a alguns dias esse momento será arquivado; mas, espero que outros surjam; e outros e outros; para que a vida se torne cada vez mais encantadora.
PERMITA-SE SENTIR.
Cortando caminho por uma pequena rua mais isolada deparei-me com uma cena singular: um bando de anús (aquele pássaro preto que parece recém saído da pré-história; desengonçado como ele só, e que de tão mal acabado torna-se até engraçado) fazendo a maior farra; tomando banho numa poça de água no meio fio – eles não estavam nem aí com minha presença; pareciam estar se exibindo fazendo malabarismos - não sei quanto tempo fiquei ali observando; extasiado - não sei explicar; mas, meio que me senti um deles (talvez minha alma tenha voltado á infância; fiz muito disso) – claro que algumas pessoas se me vissem daquela forma iriam me achar um bobalhão; mas, de repente senti que havia outra energia no pedaço; e de repente eu vi; perto de mim uma garota aí dos seus quinze anos, também extasiada com a cena – nossos olhares se cruzaram e compartilhamos a mesma energia e sentimento – não dissemos nada; apenas sorrimos francamente; nem precisava – era como se duas almas se tornassem gêmeas através do mesmo prazer – um carro passou tão perto que espantou os anús – seguimos nosso caminho – provavelmente, ela de alma tão lavada e energizada como ficou a minha. Fiquei mais feliz por compartilhar esse momento com alguém que sintoniza com essas emoções; normalmente não tenho com quem dividi-las; tal e qual boa parte das pessoas que se integram á natureza sem fazer força para isso.
Mas, outras situações como esta virão até mim – basta que dê permissão.
Usei a experiência para refletir e compartilhar a resposta a um e-mail de uma amiga através deste.
Dentre outras coisas: amar é interagir.
Basta um olhar ou nem mesmo isso é preciso – basta apenas deixar a energia fluir: sentir – não é preciso pensar a todo instante; apenas sentir. Estamos sem energia; nós andamos pela vida, desalentados; apenas por não nos permitirmos sentir cada momento.
Mesmo via teclado; estamos aqui interagindo. Você é você e eu sou eu. Aparentemente nada temos a ver um com o outro, provavelmente nem nos conheçamos; mas: estamos conectados eu e você, numa rede cósmica; interdependemos.
Nós estamos ligados mesmo não nos conhecendo, mesmo um não sabendo da existência do outro – como eu e minha colega pequena xamã urbana assistindo ao banho dos anús - Eu te afeto e você me afeta. Se tu estás alegre tua alegria me alcança, tua tristeza também; queiras ou não; queira eu ou não.
Isso é um fato, uma realidade.
É verdade que somos seres diversos; porém fazemos parte de uma unidade: a humanidade, por isso, não faz diferença, o nosso querer ou não, interferir um com o outro, isso é lei; o que podemos fazer é analisar e escolher a forma como nos afetamos uns aos outros; de forma leve ou intensa, triste ou alegre; é meio que, ajustar o mecanismo de sintonia fina; pois estamos plugados, conectados - essa sintonia pode ser apurada pela semelhança no pensar; nos ideais; nos desejos, nas atitudes...
Somos feitos da mesma energia.
Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar. E, daqui em diante nós dois nos afetamos ainda mais fortemente, pois estamos nos descobrindo e criando um vínculo; um laço mais apertado, mesmo que nosso diálogo seja virtual. Neste momento estamos unidos, ligados por idéias e sentimentos e, quer concordemos ou não continuamos conectados pelo que aqui está impresso.
Mesmo que feche a página da Net e foque sua atenção em outras coisas, em outros fatos, a ligação persiste. É como se estivéssemos frente a frente.
Entendeu?
Provavelmente sim. Mas talvez não tenha compreendido. Raciocinou, mas possivelmente não sentiu, não incorporou esse conhecimento aos sentimentos e às atitudes diárias. Isso, ainda não importa no momento.
Apenas lembre-se:
Compreender é pensar, sentir e agir ao mesmo tempo.
Para que esse conceito de conexão/interatividade fique mais claro, vamos nos aproximar mais; através de um sentimento comum; vamos focalizar o seu mais estreito laço humano, o de família, em especial a relação mãe/filho. Observe como você e sua mãe possuem uma ligação muito forte, se está triste mesmo que ela não saiba, não importa a distância que os separe no momento, ela sente; não sabe, mas sente. Quantas vezes não tenta esconder uma tristeza e, é bombardeado com insistentes questionamentos: O que aconteceu? Porque está triste meu filho? Não adianta negar, ela ainda não sabe, mas sente. Como pode ser explicado isso. Será instinto materno? Parece mágica, mas não é; pode ser mensurável, questão de ondas, vibrações, freqüência, sintonia e conexão. – daí, ocorre também com todos os outros tipos de conexão afetiva.
Além disso; mais do de serem interativas e estarem sempre em conexão, nossas relações são eternas.
Eternas?
Que maravilha!
Para sempre?
Que horror!
Há pessoas cujo santo não bate; segundo os mais variados motivos; mas, apenas temporariamente; pois, somos candidatos a formatura na escola cósmica do amor; que é um longo aprendizado.
A eternidade não será uma ilusão?
Ou será uma convenção para um tempo que ainda não pode nem precisa ser medido?
A eternidade também é um relativo paradoxo.
Pois: que maravilha, em certos momentos imaginar estar eternamente com aqueles que consideramos nossa cara metade em todos os sentidos e ângulos, possíveis; mas por outro lado, que horror só em pensar ficar ao lado, por um tempo que não tem fim, de certas criaturas que consideramos nossos algozes; que imaginamos sejam a causa única e maior de nosso sofrer.
Tranqüilizemo-nos, pois como tudo é relativo, o conceito de eternidade também é.
Ufa! Que alívio!
Amar é sintonizar com o outro em harmonia.
Cuidado para não sintonizar ódio.
Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.
Sintonia e atração.
Tal e qual a garota de ontem; pessoa alguma se aproxima de nós á toa.
Atraímos e somos atraídos por pessoas; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente – ou não; ás vezes o que nos atrai é o sentir.
A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva; amorosa ou odienta. Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.
De onde terá vindo esse conhecimento intuitivo?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações.
Vou alimentar minha pequena desconhecida colega xamã com as energias de gratidão pelo momento compartilhado – claro que ela se sentirá sem saber por que; mais feliz nesse momento – de retorno, também eu me fortaleço – evidente que daqui a alguns dias esse momento será arquivado; mas, espero que outros surjam; e outros e outros; para que a vida se torne cada vez mais encantadora.
PERMITA-SE SENTIR.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
SATURNO: QUIETO! – PLUTÃO: NÃO EMPURRA NÃO!
Fomos criados numa filosofia de vida modernosa de viver em cima do muro: não me comprometa! – Não é problema meu!
Fizemos questão de confundir a “quase” sábia teoria do caminho do meio com a trilha da mediocridade. Antes que alguns “espiritualistas” se sintam ofendidos; explico: quase; pois, ela não é para nosso “bico”; pois, ninguém pode viver o caminho do meio sem conhecer os extremos, e dominá-los.
Cá mais em baixo; para os do mundo: muitos políticos esquerdistas de ponta são exímios defensores do regime cubano, por exemplo, sem nunca ter vivido num país de onde a maioria quer fugir de lá; e são impedidos – como diz o povão: se fosse bão tudo mundo ia querer ir prá lá; se os caras fazem greve de fome e se arriscam a cair for de lá é porque não presta! Outro belo exemplo: os top da mídia do cimo do muro da vida criaram o bordão: só um pouquinho não faz mal! Coisas: diet; light; baixos teores; beba com moderação – e o povão (nóis) credita e pratica. Remédios para moderar o apetite; etc.
Mas, se o mundo vai mal; se Gaia agoniza; se estamos infelizes; insatisfeitos; doentes; se as instituições faliram – a culpa é nossa.
Nossas escolhas somadas ditaram uma parte dos acontecimentos do presente e os que estão por vir. Plutão; Saturno e seus colegas alinhados não estão a fim de ouvir desculpas e justificativas; nem: dá um tempinho prá que eu possa usufruir do que amealhei!
Agimos feito crianças ao interpretar verdades cósmicas sob o manto de interesses pouco confessáveis:
Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. Como costumamos fazer durante e após as eleições – antes: é escolher o “menos pior”, ou o menos medíocre – depois: colocar a culpa no coitado pelas besteiras coletivas.
Nosso assunto é discutir a questão do final de ciclo planetário dentro do contexto da interatividade; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente – e os astros que se alinham e a energia que eles carregam; não estão nem aí para nossos imaginários sofrimentos.
Desculpas esfarrapadas do tipo: Não fui eu que destruí; não fui eu que era governante; não fui eu – até votei em branco...
É hora de optar por dentro e por fora, fortemente, por um lado. – definir-se
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.
Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.
Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.
Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
De uns tempos para cá; o amigo tem sentido impulsos estranhos ou alguns que pensava ter superado retornando com a corda toda?
Sente-se doente, sem estar? – A medicina não encontra explicações para seus males estar?
O clima está esquisito; não está? Mais ou tão doido quanto nós!
As ressacas do mar e das pessoas estão mais fortes; não estão?
Doenças esquisitas? – Vacinas, mais esquisitas ainda!
Furacões e tornados prá tudo quanto é lado.
Cansou de tantos noticiários envolvendo maldade, corrupção, prevaricação, etc.
No pessoal: ansiedade a mil; sono conturbado; memória curta; dor prá tudo quanto é lado; medo, e outros probleminhas básicos do dia a dia.
Calma Plutão! – Sossega Saturno!
Não empurra não!
O alinhamento das energias (especialmente as de 07/08) vão fazer conosco o que umas pessoas fazem com as outras nos momentos de pico de baldeação na estação Sé do metrô – chega num ponto que você não escolhe mais para onde vai: você é levado – sem tocar no chão. Bem vindos gringos na copa de 2014 – ocês vão conhecer o povo sardinha na própria lata (pele).
Caro leitor, é disso que trataremos aqui e nos outros blogs nos próximos dias:
ME ENGANA QUE EU GOSTO
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De liberdade e de escolhas sob a batuta de Saturno, Plutão e cia ltda.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.
Fizemos questão de confundir a “quase” sábia teoria do caminho do meio com a trilha da mediocridade. Antes que alguns “espiritualistas” se sintam ofendidos; explico: quase; pois, ela não é para nosso “bico”; pois, ninguém pode viver o caminho do meio sem conhecer os extremos, e dominá-los.
Cá mais em baixo; para os do mundo: muitos políticos esquerdistas de ponta são exímios defensores do regime cubano, por exemplo, sem nunca ter vivido num país de onde a maioria quer fugir de lá; e são impedidos – como diz o povão: se fosse bão tudo mundo ia querer ir prá lá; se os caras fazem greve de fome e se arriscam a cair for de lá é porque não presta! Outro belo exemplo: os top da mídia do cimo do muro da vida criaram o bordão: só um pouquinho não faz mal! Coisas: diet; light; baixos teores; beba com moderação – e o povão (nóis) credita e pratica. Remédios para moderar o apetite; etc.
Mas, se o mundo vai mal; se Gaia agoniza; se estamos infelizes; insatisfeitos; doentes; se as instituições faliram – a culpa é nossa.
Nossas escolhas somadas ditaram uma parte dos acontecimentos do presente e os que estão por vir. Plutão; Saturno e seus colegas alinhados não estão a fim de ouvir desculpas e justificativas; nem: dá um tempinho prá que eu possa usufruir do que amealhei!
Agimos feito crianças ao interpretar verdades cósmicas sob o manto de interesses pouco confessáveis:
Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. Como costumamos fazer durante e após as eleições – antes: é escolher o “menos pior”, ou o menos medíocre – depois: colocar a culpa no coitado pelas besteiras coletivas.
Nosso assunto é discutir a questão do final de ciclo planetário dentro do contexto da interatividade; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente – e os astros que se alinham e a energia que eles carregam; não estão nem aí para nossos imaginários sofrimentos.
Desculpas esfarrapadas do tipo: Não fui eu que destruí; não fui eu que era governante; não fui eu – até votei em branco...
É hora de optar por dentro e por fora, fortemente, por um lado. – definir-se
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.
Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.
Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.
Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.
Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.
De uns tempos para cá; o amigo tem sentido impulsos estranhos ou alguns que pensava ter superado retornando com a corda toda?
Sente-se doente, sem estar? – A medicina não encontra explicações para seus males estar?
O clima está esquisito; não está? Mais ou tão doido quanto nós!
As ressacas do mar e das pessoas estão mais fortes; não estão?
Doenças esquisitas? – Vacinas, mais esquisitas ainda!
Furacões e tornados prá tudo quanto é lado.
Cansou de tantos noticiários envolvendo maldade, corrupção, prevaricação, etc.
No pessoal: ansiedade a mil; sono conturbado; memória curta; dor prá tudo quanto é lado; medo, e outros probleminhas básicos do dia a dia.
Calma Plutão! – Sossega Saturno!
Não empurra não!
O alinhamento das energias (especialmente as de 07/08) vão fazer conosco o que umas pessoas fazem com as outras nos momentos de pico de baldeação na estação Sé do metrô – chega num ponto que você não escolhe mais para onde vai: você é levado – sem tocar no chão. Bem vindos gringos na copa de 2014 – ocês vão conhecer o povo sardinha na própria lata (pele).
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QUEM AMA CUIDA
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A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
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De liberdade e de escolhas sob a batuta de Saturno, Plutão e cia ltda.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.
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