Ás vezes eu questiono os motivos que me levam a levantar bandeiras que não me pertencem; que não afetam meus mais imediatos interesses diretamente. Mas, como ignorar a ação do meio ambiente sobre nossa saúde? - A harmonia com o meio ambiente e a sua preservação fazem parte do esquema de saúde social dentro do qual se insere a individual. Exemplo: os terapeutas devem colaborar na mudança dos conceitos da agricultura industrial voltada para a superprodução, com conseqüentes danos ecológicos que, decorrem do desmatamento, da diminuição das matas ciliares, do envenenamento da água, do aterro das nascentes, das aplicações químicas que geram intoxicações e estimulam o surgimento de pragas; e acima disso mostrar também o desperdício na produção, no armazenamento e na distribuição de alimentos, como causa de fome e do surgimento de mais e mais doenças.
Nosso assunto de hoje é a tentativa por parte de alguns parlamentares da bancada ruralista de mudança da lei de proteção ambiental, enfraquecendo o código florestal brasileiro.
Antes de adentrar no tema gostaria de recordar um fato:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado; porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta. O assunto era a monocultura, no caso em discussão, a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo (malditos carvõezinhos que empesteiam nossa cidade, emporcalhando tudo e agravando as doenças respiratórias através da troglodita queima antes da colheita).
Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos, destruição ambiental não recuperável, alterações climáticas regionais, criação de novos empregos, geração de energia elétrica, uso de subprodutos para a produção de polímeros, exportação de tecnologia sucroalcoeira, etc. A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador através de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: - Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que eu bem entender; se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. – Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra! – Como é melhor rir do que chorar, na hora eu lembrei de uma célebre frase do R. Simpsom (desenho da TV): “A culpa é minha; ponho ela em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente? E o que começa a desalentar: em pleno século XXI o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir. Jesus cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais. Salta aos olhos que não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente. No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente dono da sua terra; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto ou é possível que pouco tempo depois resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra. Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas pela nossa teimosia em manter posturas como a dele nós ainda estamos fortemente sujeitos á ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (amigo leitor, não vá pensando que não tem nada com isso). As pessoas que se acham donas da terra; ou de qualquer outra coisa de 3D, como ele; se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente – O pior é que, alguns de nós herdaremos a Terra; e de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia desta vez; esperamos que não mais junto com ele e alguns vândalos que hoje se acham proprietários. Nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Não temos competência nem para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos; pois a vida apenas a Deus pertence.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer; até nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte.
A situação é grave; pois mesmo os que se acham espiritualistas; quando se encontram na condição de proprietários da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana. Aproveitam a estiagem para atear fogo á reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada na cara dura a aproveitam para plantio. Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração. Depois, em 4D, desencarnados damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de apegados obsessores; tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros; pois, quando nos apegamos ás posses não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinados animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição da criação, todos os males acabam tornando-se um bem. Quem comete desatinos e torna-se um sofredor ou até obsessor e; nessa pisada de bola, torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir quando já mais conscientes e esclarecidos – Mas, até quando será dessa forma? – Entregar tudo na tal mão de Deus é covardia? Preguiça? Falta de responsabilidade?
O planeta suportará tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta como as populações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador? Nossa querida Gaia dá sinais de estar agonizando – Será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele? – O que estará atrasando o final dos tempos? - Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber? – Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil dessa raça; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns Avatares afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares – Será? – Se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos não será um novo desastre? – Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo...
Mas, vamos ao que interessa.
Recebi o seguinte comunicado:
“Caros amigos,
Um grupo de deputados estão tentando enfraquecer as proteções ambientais no Brasil, matando nosso Código Florestal. Vamos deixar claro que os brasileiros não permitirão um retrocesso na proteção das nossas florestas. Clique abaixo:
Envie uma mensagem agora!
É chocante, mas o congresso brasileiro poderá abrir oficialmente uma "temporada de desmatamento", nas 5 regiões do Brasil, significando um retrocesso de décadas em proteção ambiental!
Mais de 70 deputados da bancada ruralista, representando os interesses do agronegócio, estão tentando enfraquecer o Código Florestal brasileiro. Se eles conseguirem, milhões de hectares deixarão de ser protegidos por lei!
O Congresso está dividido - há uma forte oposição dos parlamentares ambientalistas; mas os dois maiores partidos, o PT e o PMDB, ainda não assumiram uma posição. Porém, a não ser que haja uma grande pressão popular, é provável que eles se alinhem com os ruralistas para ganhar apoio político nas eleições de outubro. Chegou a hora de mostrar o que o Brasil quer! Vamos enviar milhares de mensagens direto para os emails dos líderes partidários, eles estão negociando o posicionamento dos seus partidos agora mesmo! Clique abaixo e envie a sua:
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
As propostas mais perigosas são: a anistia irrestrita ao desmatamento ilegal ocorrido até 2008, a eleminação da Reserva Legal para propriedades de até 4 módulos rurais inclusive na Amazônia e a transferência da regulamentaçõa para o nível estatal, flexibilizando a lei. As propostas são uma grave ameaça à preservação ambiental, reduzindo dramaticamente as áreas atualmente protegidas.
Grupos ambientais estão fazendo tudo o que podem para impedirem os ruralista, mas eles precisam de nossa ajuda. Mais de 90.000 brasileiros assinaram a petição para salvar o Código Florestal em menos de duas semanas. Mas agora nós precisamos aumentar a pressão e enviar milhares de mensagens ao líderes partidários. Os líderes estão negociando o posicionamento dos partidos agora mesmo - envie uma mensagem para eles, deixando claro que não queremos alterações no Código Florestal!
http://www.avaaz.org/po/mensagem_codigo_florestal/?vl
Nós precisamos acabar com o mito de que a preservação ambiental é uma ameaça ao desenvolvimento. Um estudo recente mostra que o Brasil possui mais de 100 milhões de hectares disponíveis para agricultura, ou seja, há terra suficiente para produzir. O Brasil tem o privilégio de ser um país rico em recursos naturais e temos a rara oportunidade de crescer de forma sustentável. É nossa responsabilidade desenvolver e preservar ao mesmo tempo. Envie uma mensagem agora, não deixe que eles acabem com o Código Florestal!
Com esperança,
Graziela, Alice, Ricken, Ben, Iain, Milena, Mia e toda a equipe Avaaz
Leia mais sobre o assunto:
País tem 100 milhões de hectares sem proteção - Estadão:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.php
Apagão Ambiental: seria cômico, não fosse trágico - IPAM:
http://www.ipam.org.br/blogs/Apagao-Ambiental-seria-comico-nao-fosse-tragico/67
Marina: mudança no Código Florestal é retrocesso:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/10/marina-mudanca-no-codigo-florestal-retrocesso-298695.asp
Ambientalistas criticam o texto apresentado pelo relator sobre o novo Código Florestal Brasileiro:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/09/politica,i=196793/AMBIENTALISTAS+CRITICAM+O+TEXTO+APRESENTADO+PELO+RELATOR+SOBRE+O+NOVO+CODIGO+FLORESTAL+BRASILEIRO.shtml
Amigos, não é falta de qualidade humana rogar aos céus que envie, em último caso, um probleminha básico de saúde ou de outro tipo; para que os exterminadores do futuro possam ter a oportunidade de parar para pensar e reavaliar o quanto a postura de seus interesses está sendo desastrosa para a saúde ambiental e até para a continuidade da vida.
Ps.
No meu caso, se eu usasse a mesma forma de proteger meus interesses: quanto mais doença melhor; quanto mais agravos ambientais melhor; pois, haveria cada vez mais doentes e minha conta bancária ficaria mais obesa – Por que não fico de bico calado?
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
LUTO AFETIVO – GAME OVER NOS JOGOS DE AMOR
No meu trabalho como médico recebo tantos pacientes que sofrem da dor do luto afetivo que passei a estudá-lo com mais carinho e leveza.
Estamos destinados a amar.
Um dos jogos mais fascinantes do universo é o game love.
A maior parte de nós é constituída de principiantes que não gostam de estudar o manual de instruções e saímos jogando por aí; aprendendo apenas com a atitude de “fuçar” sem método e compromisso; desse modo, levamos incontáveis game over na cara; a ponto de muita gente ficar com medo de voltar a jogar.
O luto afetivo resultante da perda do objeto do afeto é um dos mais perigosos para nossa sanidade física, mental e emocional – nem importa muito quem descartou quem - defrontar-se com o game over é complicado.
Dicas para evitar o:
Game over.
Sempre que pisamos na bola; ou seja: não seguimos as regras do jogo – ou não fomos capazes de seguir adiante na fase em que jogamos aparecerá na tela do consciente a mensagem avisando que o jogo acabou e que devemos nos preparar para recomeçar, quando quisermos ou quando for nossa vez; pois nem sempre querer é poder; acima de tudo é preciso saber querer. É bem a cara do jogador do mundo da MITOLÂNDIA achar que é o centro do universo; o todo poderoso amante.
Quando o desastre é eminente, é possível deletar tudo? Apagar o jogo?
Delet.
Impossível usar essa tecla. A máquina não responde. Neste jogo as opções erradas apenas podem ser substituídas por outras mais corretas, sem limite.
Claro que sempre sobram opções:
Lixeira.
Descartar todas as opções inadequadas é possível e necessário.
Efeito espelho.
Essa tecla é um recurso de grande valia.
Quando quiser visualizar seu EGÃO com mais clareza aperte o PAUSE seguido desta tecla. Se deixar de fazê-lo corre o risco de toda a trama do GAME desenvolver-se no mundo da MITOLÂNDIA ou no planeta MUHLA – a vida na sua atmosfera é muito estranha; o ser que lá habita pensa uma coisa, diz outra e age de forma estranha ao que imagina; enfim é um planeta onde todos querem ser felizes, mas fazem tudo para não o ser.
O game over mais complicado e doentio é aquele onde o jogador ou os jogadores fingem que o jogo ainda pode ir adiante; aliás, alguns jogos de amor já começam na condição de game over; não têm nenhuma possibilidade de vingar; é o amor natimorto.
Arquivo - biografia.
Embora todos os lances e as jogadas sejam gravados numa placa chamada DNA, documentar tudo em 3D torna o processo mais fácil e acessível a este momento, pois ainda não temos tecnologia para assistir ao filme em 4 D. As jogadas de hoje sempre estão atreladas ás de ontem; o game Love é um jogo seqüencial.
Sugestão.
Jogadores de bom desempenho costumam criar um diário, ARQUIVO onde todas as jogadas e seus efeitos são anotados para posterior estudo. A maioria recomenda um caderno onde se anote tudo, no PC (pequeno cérebro) boa parte das informações se perdem.
Escudo de proteção.
Cada tipo de pensamento potencializado pelo sentir e fixado pela atitude, cria um campo de força negativo ou positivo. O bem pensar e o bem sentir (em consenso com a lei de amor ou equilíbrio) cria um inexpugnável campo de força capaz de nos proteger dos inimigos de nossa paz e felicidade. Um grande Mestre nos legou uma dica a respeito: “Vigia e ora”.
Quando estamos curtindo uma dor no coração ou no cotovelo (amar sem ser amado), tendemos á depressão, nosso organismo fica vulnerável a doenças. Para superar o luto afetivo do game over é preciso, ás vezes buscar ajuda antes de começar outro jogo.
QUER JOGAR DE NOVO?
Passou pela experiência do GAME OVER?
Quer jogar novamente?
Habilite-se; pois, neste jogo não há o fator sorte – tudo funciona pela lei da sintonia na atração dos parceiros.
Não basta apertar a tecla ENTER seguida do PLAY, é preciso saber jogar para não criar problemas complicados que levaremos para as próximas fases. Não é possível desprezar os resultados das jogadas anteriores; é impossível recomeçar do zero – guarde bem isso.
No tabuleiro da vida desculpas e justificativas não serão mais aceitas; pois, neste game não há iniciantes; somos todos “macacos velhos”; antigos jogadores e, todas as nossas jogadas estão arquivadas no computador universal e no nosso arquivo pessoal chamado DNA. Recomeçar sem preparo é condenar-se a sofrer na fila de espera – demorar demais para recomeçar é a mesma coisa. Melhor aproveitar os intervalos para junto a mais velhos e sábios colegas prepararmos melhor as estratégias e refaçamos alianças. Pois num game onde: se houver vencidos e derrotados não há vencedores; nada como trocar experiências; para que todos superem as fases em que estão capacitados.
Prestar atenção a tudo é de grande valia. Avaliar as dicas pode evitar que caiamos em pegadinhas bobas e, além disso, ficamos espertos para conseguir bônus onde os mais distraídos marcam bobeira. A promessa e a perspectiva de ser feliz; pode ser evasiva e escorregadia.
Neste game quem se aventura, apenas para se aventurar, sem preparo; normalmente não encontra sua cara metade; tromba com ela; daí todos podem sair mais ou menos feridos...
Quer voltar a jogar?
DICAS PARA AVANÇAR DE FASE
De novo:
Estamos jogando esse game há incontáveis séculos.
Mesmo assim – poucos são os que atingiram o limite do possível para esta Fase: Terceiro Milênio ou Nova Era.
Motivos?
Não lemos o manual de instrução. Entretidos com os prazeres de cada época. Submissos aos paradigmas e padrões ditados por interesses e vontades alheias: ignoramos coisas para lá de básicas neste RPG; algo tão simples como:
Aprender as diferenças entre homens e mulheres.
É absurdo; mas, a maior parte de nós ignora as diferenças básicas da psicologia e do padrão de atitudes de mulheres e homens. Homens tratam as mulheres da sua vida como se fossem homens e vice-versa.
Avaliar os desejos.
Antes de dar o pontapé inicial – Mesmo antes de escolher o parceiro para depois apertar os botões: ENTER E PLAY é urgente questionar:
O que quero sentir? O que a outra pessoa sentirá com o meu sentir? Quem é meu parceiro neste game? Quais seus desejos? Quais suas pretensões?
Quem deseja aprofundar relações deve ter plena consciência do que deseja para si e para o outro; apenas sair jogando, cria tantos embaraços e nós cegos nas relações que, faz até com que alguns desistam do jogo, desiludidos.
Pode parecer uma colocação banal; mas não é; disfarçamos as verdadeiras intenções até de nós mesmos, e de tanto fazer isso, costumamos não distinguir mais as primeiras, das segundas, terceiras.
Para evitar essa bobeira: fazer cara de paisagem com relação a um assunto tão sério - Uma dica é observar nossa postura corporal e a dos outros quando interagimos, pois o corpo costuma “dedar” quando estamos tentando enganar tanto a nós mesmos quanto aos outros. Principalmente na variante jogada em MUHLA ou na MITOLÂNDIA, nossas palavras não costumam condizer com nossas vibrações mentais; boa parte das “cantadas” não dá certo por isso, o sujeito está falando uma coisa e enviando outra em vibrações ao campo da aura da pessoa; ou quando alguém está pregando bem bolada mentira, mas apenas ele está acreditando naquilo, os que estão ouvindo ainda não sabem, mas já sentem que é pura cascata; papo de vendedor de alguma coisa.
Os que hoje se sentem mal amados devem tentar rever seus desejos originais no início da relação, com isenção e honestidade. Na dúvida é melhor apertar o PAUSE, rever o manual de instruções e se for o caso pedir ajuda.
Buscar a transparência.
O impulso em busca do prazer próprio disfarçado de amor ao outro, cria uma série de experiências frustrantes; que enquanto não admitidas, nos mantém em sofrimento.
Porém a outra face da busca do prazer não pode ser esquecida...
Quando a intenção na busca do parceiro ideal, é aprofundar a relação, numa troca de experiências contínua, a transparência deve ser buscada sem descanso, para que ninguém espere do outro o que ele é incapaz ainda de oferecer. Isso, sempre foi básico e primário; mas, hoje é essencial para quem quiser sair do estágio de consciência primitiva para média ou mais evoluída; pois o desejo também é a, base da compaixão e do amor; além de condição absoluta para estar em paz; o próprio desejo de agradar carrega uma inteligência que, quando liberta da preocupação com nosso ego, repercute na experiência afetiva e emocional dos outros.
Não é hora de marcar bobeira, pois:
Pisaram no acelerador do mundo!
Em dias tão turbulentos e acelerados como os da atualidade; nossas máscaras vão cair aos montes; ficaremos cada dia mais “pelados nas emoções, nas intenções” e espantados, tanto conosco quanto uns com os outros; se, não buscarmos adequar o ser ao parecer por vontade própria não conseguiremos pessoas para compartilhar nossas vidas, nem por horas; quanto mais pela vida inteira. Tal e qual a maquiagem e o silicone no logo após e no dia seguinte: a Era do blá-blá-blá no love game típico do planeta MUHLA está agonizando: nada mais de benzinho para cá; amorzão para lá – afetividade da boca para fora não cola mais; quem quiser companhia de verdade e vida afetiva saudável, terá que provar no dia a dia; lavando a roupa suja na intimidade e ralando na reciclagem íntima para afastar os monstrinhos: orgulho, a vaidade, a intolerância, a prepotência...
Como nos veremos no espelho da consciência?
De que forma, nós seremos vistos?
Aperte o botão: EFEITO ESPELHO.
Já passou da hora de questionarmos a percepção de nós mesmos – é hora de brincar de colecionar opiniões alheias a respeito de nós mesmos, de forma divertida e flexível; porém honesta: Como somos vistos no dia seguinte? Como segurar a onda?
Dica.
Se eu tive uma noitada fantástica; mas, a outra parte não retorna as ligações ou some do mapa – o melhor a fazer é fechar temporariamente para balanço e analisar, refletir, criticar a mim mesmo; sem cair na armadilha da culpa e do remorso; pois essa pegadinha é mortal para nossas aspirações de ser feliz.
Em tudo na vida só se aprende fazendo.
Então, juízo - mas:
Arrisque tudo.
Viver o jogo da vida exige enorme coragem. Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido. Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz. Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento, é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando estamos no limite do GAME OVER.
Atalhos.
Jogadores apressados costumam usar muito essa tecla e costumam sair do GAME LOVE para o WAR com muita freqüência. E no jogo da guerra amorosa sempre saem derrotados e com pendências para resolver no tribunal da consciência – o incorruptível juiz do game.
Reflexão e tempo são remédios santos para curar as dores do game over. Errar é humano, recair no erro é desculpável, a persistência nele é burrice.
Estamos destinados a amar.
Um dos jogos mais fascinantes do universo é o game love.
A maior parte de nós é constituída de principiantes que não gostam de estudar o manual de instruções e saímos jogando por aí; aprendendo apenas com a atitude de “fuçar” sem método e compromisso; desse modo, levamos incontáveis game over na cara; a ponto de muita gente ficar com medo de voltar a jogar.
O luto afetivo resultante da perda do objeto do afeto é um dos mais perigosos para nossa sanidade física, mental e emocional – nem importa muito quem descartou quem - defrontar-se com o game over é complicado.
Dicas para evitar o:
Game over.
Sempre que pisamos na bola; ou seja: não seguimos as regras do jogo – ou não fomos capazes de seguir adiante na fase em que jogamos aparecerá na tela do consciente a mensagem avisando que o jogo acabou e que devemos nos preparar para recomeçar, quando quisermos ou quando for nossa vez; pois nem sempre querer é poder; acima de tudo é preciso saber querer. É bem a cara do jogador do mundo da MITOLÂNDIA achar que é o centro do universo; o todo poderoso amante.
Quando o desastre é eminente, é possível deletar tudo? Apagar o jogo?
Delet.
Impossível usar essa tecla. A máquina não responde. Neste jogo as opções erradas apenas podem ser substituídas por outras mais corretas, sem limite.
Claro que sempre sobram opções:
Lixeira.
Descartar todas as opções inadequadas é possível e necessário.
Efeito espelho.
Essa tecla é um recurso de grande valia.
Quando quiser visualizar seu EGÃO com mais clareza aperte o PAUSE seguido desta tecla. Se deixar de fazê-lo corre o risco de toda a trama do GAME desenvolver-se no mundo da MITOLÂNDIA ou no planeta MUHLA – a vida na sua atmosfera é muito estranha; o ser que lá habita pensa uma coisa, diz outra e age de forma estranha ao que imagina; enfim é um planeta onde todos querem ser felizes, mas fazem tudo para não o ser.
O game over mais complicado e doentio é aquele onde o jogador ou os jogadores fingem que o jogo ainda pode ir adiante; aliás, alguns jogos de amor já começam na condição de game over; não têm nenhuma possibilidade de vingar; é o amor natimorto.
Arquivo - biografia.
Embora todos os lances e as jogadas sejam gravados numa placa chamada DNA, documentar tudo em 3D torna o processo mais fácil e acessível a este momento, pois ainda não temos tecnologia para assistir ao filme em 4 D. As jogadas de hoje sempre estão atreladas ás de ontem; o game Love é um jogo seqüencial.
Sugestão.
Jogadores de bom desempenho costumam criar um diário, ARQUIVO onde todas as jogadas e seus efeitos são anotados para posterior estudo. A maioria recomenda um caderno onde se anote tudo, no PC (pequeno cérebro) boa parte das informações se perdem.
Escudo de proteção.
Cada tipo de pensamento potencializado pelo sentir e fixado pela atitude, cria um campo de força negativo ou positivo. O bem pensar e o bem sentir (em consenso com a lei de amor ou equilíbrio) cria um inexpugnável campo de força capaz de nos proteger dos inimigos de nossa paz e felicidade. Um grande Mestre nos legou uma dica a respeito: “Vigia e ora”.
Quando estamos curtindo uma dor no coração ou no cotovelo (amar sem ser amado), tendemos á depressão, nosso organismo fica vulnerável a doenças. Para superar o luto afetivo do game over é preciso, ás vezes buscar ajuda antes de começar outro jogo.
QUER JOGAR DE NOVO?
Passou pela experiência do GAME OVER?
Quer jogar novamente?
Habilite-se; pois, neste jogo não há o fator sorte – tudo funciona pela lei da sintonia na atração dos parceiros.
Não basta apertar a tecla ENTER seguida do PLAY, é preciso saber jogar para não criar problemas complicados que levaremos para as próximas fases. Não é possível desprezar os resultados das jogadas anteriores; é impossível recomeçar do zero – guarde bem isso.
No tabuleiro da vida desculpas e justificativas não serão mais aceitas; pois, neste game não há iniciantes; somos todos “macacos velhos”; antigos jogadores e, todas as nossas jogadas estão arquivadas no computador universal e no nosso arquivo pessoal chamado DNA. Recomeçar sem preparo é condenar-se a sofrer na fila de espera – demorar demais para recomeçar é a mesma coisa. Melhor aproveitar os intervalos para junto a mais velhos e sábios colegas prepararmos melhor as estratégias e refaçamos alianças. Pois num game onde: se houver vencidos e derrotados não há vencedores; nada como trocar experiências; para que todos superem as fases em que estão capacitados.
Prestar atenção a tudo é de grande valia. Avaliar as dicas pode evitar que caiamos em pegadinhas bobas e, além disso, ficamos espertos para conseguir bônus onde os mais distraídos marcam bobeira. A promessa e a perspectiva de ser feliz; pode ser evasiva e escorregadia.
Neste game quem se aventura, apenas para se aventurar, sem preparo; normalmente não encontra sua cara metade; tromba com ela; daí todos podem sair mais ou menos feridos...
Quer voltar a jogar?
DICAS PARA AVANÇAR DE FASE
De novo:
Estamos jogando esse game há incontáveis séculos.
Mesmo assim – poucos são os que atingiram o limite do possível para esta Fase: Terceiro Milênio ou Nova Era.
Motivos?
Não lemos o manual de instrução. Entretidos com os prazeres de cada época. Submissos aos paradigmas e padrões ditados por interesses e vontades alheias: ignoramos coisas para lá de básicas neste RPG; algo tão simples como:
Aprender as diferenças entre homens e mulheres.
É absurdo; mas, a maior parte de nós ignora as diferenças básicas da psicologia e do padrão de atitudes de mulheres e homens. Homens tratam as mulheres da sua vida como se fossem homens e vice-versa.
Avaliar os desejos.
Antes de dar o pontapé inicial – Mesmo antes de escolher o parceiro para depois apertar os botões: ENTER E PLAY é urgente questionar:
O que quero sentir? O que a outra pessoa sentirá com o meu sentir? Quem é meu parceiro neste game? Quais seus desejos? Quais suas pretensões?
Quem deseja aprofundar relações deve ter plena consciência do que deseja para si e para o outro; apenas sair jogando, cria tantos embaraços e nós cegos nas relações que, faz até com que alguns desistam do jogo, desiludidos.
Pode parecer uma colocação banal; mas não é; disfarçamos as verdadeiras intenções até de nós mesmos, e de tanto fazer isso, costumamos não distinguir mais as primeiras, das segundas, terceiras.
Para evitar essa bobeira: fazer cara de paisagem com relação a um assunto tão sério - Uma dica é observar nossa postura corporal e a dos outros quando interagimos, pois o corpo costuma “dedar” quando estamos tentando enganar tanto a nós mesmos quanto aos outros. Principalmente na variante jogada em MUHLA ou na MITOLÂNDIA, nossas palavras não costumam condizer com nossas vibrações mentais; boa parte das “cantadas” não dá certo por isso, o sujeito está falando uma coisa e enviando outra em vibrações ao campo da aura da pessoa; ou quando alguém está pregando bem bolada mentira, mas apenas ele está acreditando naquilo, os que estão ouvindo ainda não sabem, mas já sentem que é pura cascata; papo de vendedor de alguma coisa.
Os que hoje se sentem mal amados devem tentar rever seus desejos originais no início da relação, com isenção e honestidade. Na dúvida é melhor apertar o PAUSE, rever o manual de instruções e se for o caso pedir ajuda.
Buscar a transparência.
O impulso em busca do prazer próprio disfarçado de amor ao outro, cria uma série de experiências frustrantes; que enquanto não admitidas, nos mantém em sofrimento.
Porém a outra face da busca do prazer não pode ser esquecida...
Quando a intenção na busca do parceiro ideal, é aprofundar a relação, numa troca de experiências contínua, a transparência deve ser buscada sem descanso, para que ninguém espere do outro o que ele é incapaz ainda de oferecer. Isso, sempre foi básico e primário; mas, hoje é essencial para quem quiser sair do estágio de consciência primitiva para média ou mais evoluída; pois o desejo também é a, base da compaixão e do amor; além de condição absoluta para estar em paz; o próprio desejo de agradar carrega uma inteligência que, quando liberta da preocupação com nosso ego, repercute na experiência afetiva e emocional dos outros.
Não é hora de marcar bobeira, pois:
Pisaram no acelerador do mundo!
Em dias tão turbulentos e acelerados como os da atualidade; nossas máscaras vão cair aos montes; ficaremos cada dia mais “pelados nas emoções, nas intenções” e espantados, tanto conosco quanto uns com os outros; se, não buscarmos adequar o ser ao parecer por vontade própria não conseguiremos pessoas para compartilhar nossas vidas, nem por horas; quanto mais pela vida inteira. Tal e qual a maquiagem e o silicone no logo após e no dia seguinte: a Era do blá-blá-blá no love game típico do planeta MUHLA está agonizando: nada mais de benzinho para cá; amorzão para lá – afetividade da boca para fora não cola mais; quem quiser companhia de verdade e vida afetiva saudável, terá que provar no dia a dia; lavando a roupa suja na intimidade e ralando na reciclagem íntima para afastar os monstrinhos: orgulho, a vaidade, a intolerância, a prepotência...
Como nos veremos no espelho da consciência?
De que forma, nós seremos vistos?
Aperte o botão: EFEITO ESPELHO.
Já passou da hora de questionarmos a percepção de nós mesmos – é hora de brincar de colecionar opiniões alheias a respeito de nós mesmos, de forma divertida e flexível; porém honesta: Como somos vistos no dia seguinte? Como segurar a onda?
Dica.
Se eu tive uma noitada fantástica; mas, a outra parte não retorna as ligações ou some do mapa – o melhor a fazer é fechar temporariamente para balanço e analisar, refletir, criticar a mim mesmo; sem cair na armadilha da culpa e do remorso; pois essa pegadinha é mortal para nossas aspirações de ser feliz.
Em tudo na vida só se aprende fazendo.
Então, juízo - mas:
Arrisque tudo.
Viver o jogo da vida exige enorme coragem. Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido. Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz. Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento, é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando estamos no limite do GAME OVER.
Atalhos.
Jogadores apressados costumam usar muito essa tecla e costumam sair do GAME LOVE para o WAR com muita freqüência. E no jogo da guerra amorosa sempre saem derrotados e com pendências para resolver no tribunal da consciência – o incorruptível juiz do game.
Reflexão e tempo são remédios santos para curar as dores do game over. Errar é humano, recair no erro é desculpável, a persistência nele é burrice.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
APLICAÇÕES PRÁTICAS DO SIMBOLISMO DA DOENÇA
Para a maior parte das pessoas doença é sinônimo de sofrimento. Alguns de nós já conseguem encontrar explicações mais lógicas para esse estado de sentir-se; pois, aprofundando o raciocínio, e com um pouco de boa vontade é possível encontrar até bom uso para ela; nesse caso, dos males, o menor.
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes na forma de pensar, sentir e agir da pessoa, como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, raiva, medos, ódio, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga, etc.
Alguns processos costumam repetir-se de forma semelhante em muitas pessoas; porém, é preciso cautela com as analogias; pois, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular relacionado com a lei de causa e efeito, e a visão de mundo pessoal; dessa forma, podemos e devemos nos ajudar uns aos outros tanto na percepção quanto da forma de tentar resolver as dificuldades; mas, cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente. Apontar, discursar apenas; não é um bom caminho; aliás é péssimo; pois a pessoa vai ofender-se ou sentir-se julgada e até cobrada – uma boa pedida é ajudar a pessoa a perceber. O exemplo pode ser de grande valia – No entanto, para evitar frustrações, vale sempre lembrar que, quando queremos ajudar alguém somos apenas semeadores e cultivadores (através do exemplo); porém, o resultado definitivo depende do momento de potencial o desenvolvimento da consciência de cada um.
Salta aos olhos que a doença é transformadora; só não vê essa verdade quem não quer.
Ao mesmo tempo que os mostra; ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra, assinala o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Será a doença um recurso pedagógico da vida?
De certa forma, sim; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda até para nos mantermos vivos; pois, a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo, etc.
Muitas outras são as finalidades além dessa:
Recicla objetivos da existência.
Atualiza o cronograma do projeto de vida.
Propicia oportunidades de observar o fluir da evolução pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença - como o desemprego serve para se dar valor ao emprego – e, a solidão à solidariedade; pois, o homem solidário jamais se encontra solitário, etc.
Muitos de nossos amigos leitores do bloog que interagem conosco já tem essa visão de mundo com relação á doença, saúde e cura; vários até pela leitura do nosso livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - nossa intenção com a conversa de hoje, é aprofundar uma vertente: o bom ou mau uso da doença nas relações; especialmente as da vida em família; pela sua importância, constância e intensidade.
Somos seres interativos e interdependentes; daí que compartilhamos tudo o que nos diz respeito; dessa forma, podemos até usar as doenças das da nossa convivência para acelerar o nosso aperfeiçoamento e até colaborar no delas.
Usarei como exemplo, um distúrbio cada vez mais freqüente em pessoas de todas as idades: artrite e artrose.
Com as devidas ressalvas; pois, construir doenças é como fazer bolo; é preciso juntar vários ingredientes na medida certa – a maior parte dos portadores desse distúrbio apresenta características comuns: impaciência, intolerância, tendência a formar preconceitos, desejo de controlar, sentem um forte impulso para manipular o ambiente e as pessoas; resumindo são rígidas e inflexíveis com o próximo e até consigo mesmas.
Como lidar com essas pessoas sem adoecer e sem agravar nossos desajustes?
Descuidados, deixamos fluir a forma passiva de evoluir, amplificamos os problemas, desarmonizamos o ambiente; e a vida passa a andar para trás em todos os sentidos. Até nossos companheiros de evolução sofrem: as plantas não vingam, os animais adoecem; pois, a poluição energética é a mais grave de todas.
Alguns cuidados básicos a serem tomados:
Ao interagir com essas pessoas, não as provoquemos; manifestemos nossa opinião com leveza (essas serão as sementes da paz e da concórdia que um dia poderão frutificar) - ao menor sinal de contradição, mudemos de assunto, se possível – se ela insistir (e quase sempre o faz) concordemos com ela de forma vaga e damos o assunto por encerrado. Mas, nada é tão simples assim; pois, mesmo de forma não consciente essa pessoa (não importa qual o grau de parentesco) vai nos enviar energias de baixa freqüência (raiva, mágoa, ódio, e similares); e quando percebemos ou sem que tenhamos idéia, o estrago já foi feito; pois, essa interação vai afetar nosso campo energético, saúde, e a qualidade de vida pode ficar comprometida.
Para a maior parte de nós esse distúrbio é quase inevitável; pois, temos muitos problemas de personalidade que funcionam como brechas para essa invasão energética – que quase sempre é recíproca.
Um dos requisitos para resolver esse problema, é aprender a limpar o campo da aura quando o estrago já foi feito ou está em andamento; outra forma mais inteligente, é a prevenção – não é difícil se proteger até que estejamos fora dessa sintonia; através da reciclagem da nossa personalidade – essa sim, a defesa definitiva.
Muitos outros focos e abordagens podem ser feitas a respeito de tão palpitante assunto – mas, nosso interesse de hoje era o de vislumbrar a possibilidade de usar os problemas dos outros para resolver passo a passo os nossos; e, ainda ajudar os que fazem parte de nosso universo de interações a perceberem que, de forma consciente e intencional, nossa vida pode ficar mais leve, solta, alegre e colorida.
Essa prática eu recomendo; ao menos para minha pessoa tem dado bons frutos.
Para finalizar:
Regras básicas devem ser cumpridas.
Não julgue.
Não se compare.
Não interfira.
Identifique os focos básicos de discórdia – evite-os.
Mantenha um bom e renovado estoque de piadas construtivas – dê muita risada.
Dica:
Para viver melhor e com mais saúde aprenda a curar seus relacionamentos.
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes na forma de pensar, sentir e agir da pessoa, como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, raiva, medos, ódio, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga, etc.
Alguns processos costumam repetir-se de forma semelhante em muitas pessoas; porém, é preciso cautela com as analogias; pois, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular relacionado com a lei de causa e efeito, e a visão de mundo pessoal; dessa forma, podemos e devemos nos ajudar uns aos outros tanto na percepção quanto da forma de tentar resolver as dificuldades; mas, cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente. Apontar, discursar apenas; não é um bom caminho; aliás é péssimo; pois a pessoa vai ofender-se ou sentir-se julgada e até cobrada – uma boa pedida é ajudar a pessoa a perceber. O exemplo pode ser de grande valia – No entanto, para evitar frustrações, vale sempre lembrar que, quando queremos ajudar alguém somos apenas semeadores e cultivadores (através do exemplo); porém, o resultado definitivo depende do momento de potencial o desenvolvimento da consciência de cada um.
Salta aos olhos que a doença é transformadora; só não vê essa verdade quem não quer.
Ao mesmo tempo que os mostra; ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra, assinala o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Será a doença um recurso pedagógico da vida?
De certa forma, sim; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda até para nos mantermos vivos; pois, a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo, etc.
Muitas outras são as finalidades além dessa:
Recicla objetivos da existência.
Atualiza o cronograma do projeto de vida.
Propicia oportunidades de observar o fluir da evolução pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença - como o desemprego serve para se dar valor ao emprego – e, a solidão à solidariedade; pois, o homem solidário jamais se encontra solitário, etc.
Muitos de nossos amigos leitores do bloog que interagem conosco já tem essa visão de mundo com relação á doença, saúde e cura; vários até pela leitura do nosso livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - nossa intenção com a conversa de hoje, é aprofundar uma vertente: o bom ou mau uso da doença nas relações; especialmente as da vida em família; pela sua importância, constância e intensidade.
Somos seres interativos e interdependentes; daí que compartilhamos tudo o que nos diz respeito; dessa forma, podemos até usar as doenças das da nossa convivência para acelerar o nosso aperfeiçoamento e até colaborar no delas.
Usarei como exemplo, um distúrbio cada vez mais freqüente em pessoas de todas as idades: artrite e artrose.
Com as devidas ressalvas; pois, construir doenças é como fazer bolo; é preciso juntar vários ingredientes na medida certa – a maior parte dos portadores desse distúrbio apresenta características comuns: impaciência, intolerância, tendência a formar preconceitos, desejo de controlar, sentem um forte impulso para manipular o ambiente e as pessoas; resumindo são rígidas e inflexíveis com o próximo e até consigo mesmas.
Como lidar com essas pessoas sem adoecer e sem agravar nossos desajustes?
Descuidados, deixamos fluir a forma passiva de evoluir, amplificamos os problemas, desarmonizamos o ambiente; e a vida passa a andar para trás em todos os sentidos. Até nossos companheiros de evolução sofrem: as plantas não vingam, os animais adoecem; pois, a poluição energética é a mais grave de todas.
Alguns cuidados básicos a serem tomados:
Ao interagir com essas pessoas, não as provoquemos; manifestemos nossa opinião com leveza (essas serão as sementes da paz e da concórdia que um dia poderão frutificar) - ao menor sinal de contradição, mudemos de assunto, se possível – se ela insistir (e quase sempre o faz) concordemos com ela de forma vaga e damos o assunto por encerrado. Mas, nada é tão simples assim; pois, mesmo de forma não consciente essa pessoa (não importa qual o grau de parentesco) vai nos enviar energias de baixa freqüência (raiva, mágoa, ódio, e similares); e quando percebemos ou sem que tenhamos idéia, o estrago já foi feito; pois, essa interação vai afetar nosso campo energético, saúde, e a qualidade de vida pode ficar comprometida.
Para a maior parte de nós esse distúrbio é quase inevitável; pois, temos muitos problemas de personalidade que funcionam como brechas para essa invasão energética – que quase sempre é recíproca.
Um dos requisitos para resolver esse problema, é aprender a limpar o campo da aura quando o estrago já foi feito ou está em andamento; outra forma mais inteligente, é a prevenção – não é difícil se proteger até que estejamos fora dessa sintonia; através da reciclagem da nossa personalidade – essa sim, a defesa definitiva.
Muitos outros focos e abordagens podem ser feitas a respeito de tão palpitante assunto – mas, nosso interesse de hoje era o de vislumbrar a possibilidade de usar os problemas dos outros para resolver passo a passo os nossos; e, ainda ajudar os que fazem parte de nosso universo de interações a perceberem que, de forma consciente e intencional, nossa vida pode ficar mais leve, solta, alegre e colorida.
Essa prática eu recomendo; ao menos para minha pessoa tem dado bons frutos.
Para finalizar:
Regras básicas devem ser cumpridas.
Não julgue.
Não se compare.
Não interfira.
Identifique os focos básicos de discórdia – evite-os.
Mantenha um bom e renovado estoque de piadas construtivas – dê muita risada.
Dica:
Para viver melhor e com mais saúde aprenda a curar seus relacionamentos.
domingo, 13 de junho de 2010
MEU CÃO VIDENTE
Quem tem o saudável hábito de conviver com animais termina por descobrir que, os bichos têm mais facilidade do que nós para enxergar em 4D – claro que a individualidade neles também é inquestionável, tanto na personalidade quanto nas habilidades; daí que alguns ficam com a visão só por aqui mesmo.
Alguns animais são mal compreendidos nas suas habilidades extrafísicas:
– Pára de latir para o nada seu cachorro idiota! – Esse gato está apaixonado; fica com esse olhar perdido no vazio! – Tá com medo do que totó? Não tem nada aí seu bobo!
Convivo com animais desde que me conheço por ser vivente; especialmente cachorros. A habilidade da vidência que eles possuem; sempre me intrigou – e confesso que no passado algumas vezes até me amedrontou – coisas do tipo: na infância, estar só em casa á noite e o bicho começar a latir para o nada; ás vezes bastava esse gatilho para começar a enxergar vultos; e depois, adivinha onde ia passar a noite? – na cama do pai e da mãe.
Minha queda pela bicharada nunca foi muito bem vista pela vizinhança; pois adotei vários cães da raça “tomba lata” – um deles, o que mais me ensinou com relação a esse assunto, era muito esquisito; prá começar era tão feio que até se tornava engraçado; preto, de olhos intrigantes, mancava; pois tinha sido muito maltratado; não gostava de ficar dentro de casa; praticamente morava na calçada em frente; puseram nele o nome de cigano – era o vigia da rua.
Um fato curioso, quando avançava em direção a alguém (nunca atacou fisicamente) mordia o vazio e passava pelas pessoas, mas continuava latindo. De início eu achava aquilo uma comédia; mas, com o tempo percebi que ele enxergava em 4D e praticamente vivia mais nessa dimensão do que na nossa. Apesar da sua feiúra, era um animal muito doce, aprendi muito com ele; mas, o fato é que perturbava sei lá quem; e, o envenenaram.
As pessoas não costumam ser o que parecem.
Ele me ajudou a catalogar as que vinham á nossa casa ou que batiam á porta. Quando um cão não vai com a nossa cara; quase nunca tem a ver com a parte física; ou é pelo lado da energia ou é vidência.
Quando ele passava a olhar torto pro meu lado ou a latir para alguma coisa á minha volta; isso me induzia á reflexão. Era como se ele me dissesse: amigo trata de reciclar tua personalidade; pois, teus colegas atuais não são boa coisa.
Nos três anos que ficou conosco o ambiente doméstico ficou mais tranqüilo. Quando imaginamos adotar um animal pensamos num amigo, num companheiro e até num protetor – mas, focamos apenas o lado físico; parte das pessoas ignora que o bicho pode ser além de um drenador de energias negativas, um guardião contra entidades invisíveis para nós.
Nossos amigos leais, além de espantarem os indesejáveis de carne e osso, ainda costumam botar prá correr alguns desencarnados que desconhecem sua situação dimensional.
Cabe uma ressalva, não se trata de desobsessão felina ou canina; nós é que atraímos os desencarnados que podem ser obsessores com programa de trabalho ou não; desse modo, se não modificarmos nosso padrão de pensar, sentir e agir, nem uma matilha vai nos livrar a cara; na maior parte das vezes, eles apenas fazem o diagnóstico.
Sua ligação conosco é digna de nota:
Pelo amor que temos a eles alguns ficam ao nosso lado durante algum tempo depois de desencarnarem – mesmo quem não tem vidência pode percebê-los com certa facilidade e até sentir sua presença.
Ás vezes, eles nos acompanham em nossas saídas do corpo; pois, quando dormem também vivem e se movimentam no astral; como nós; claro que com as devidas diferenças e interesses.
Com um pouco de observação e estudo, é possível mensurar, avaliar e selecionar o tipo de reação deles, nessas ocasiões.
Quando há um encarnado presente, seja estranho, amigo ou familiar; quase sempre ele se altera ou late para as companhias da pessoa – caso contrário; se não há ninguém, a indicação é de algum intruso ocasional ou com propósito específico de fazer mal ao dono ou á família.
A reação do animal é proporcional ao perigo – quando eles demonstram medo a coisa é braba – pode sinalizar a presença de magos negros, chefes de falange ou mesmo executores que sabem muito bem o que estão fazendo e qual sua condição atual.
Nem tudo é ruim em nossas vidas; quando eles ficam com jeito e cara de apaixonados olhando pro vazio, estão convivendo com gente boa, nossos mentores de rotina ou visitantes. Tenho um cão que se deita de barriga prá cima e fica recebendo cafuné não sei de quem; as pessoas que desconhecem esse lado da vida acham que o Luke é um cachorro babaca quando faz isso.
O melhor cão desobsessor que tivemos em casa foi uma “pinscher zero” que achamos atropelada na rua e que ficou um mês em coma (reviveu com água de arnica e homeopatia) – ficou com séria lesão neurológica – botaram o nome dela de Prexeca.
Quando a Prexeca tinha os cinco minutos mediúnicos e começava a latir para o nada; era uma triste comédia; toda torta ela caia para trás, não parava de latir e se levantava e caia de novo – dizem as fofocas espirituais que ele matou muito obsessor de tanto rir. Qualquer dia, eu conto a história da prexeca, uma lutadora que já desencarnou de velhice. Ela tomou gardenal uns tempos; mas, pelo problema neurológico.
Nossos amigos animais podem fazer diagnóstico de problemas energéticos e espirituais – mas, se sua casa é uma zona com muita gritaria e desentendimentos; onde o pessoal roda a baiana com a maior facilidade; seu cão pode não ser vidente; mas sim, neurótico. Quando na vida as coisas andam meio atrapalhadas, nem sempre é problema espiritual; muitas vezes o caso é para o super Gardenal.
Não deixe de levar isso em conta.
A coisa anda braba; se não tem um bichinho adote um – caso já os tenha cuide bem deles; pois, eles te amam incondicionalmente e cuidam muito bem de você; muito mais do que possa imaginar.
Alguns animais são mal compreendidos nas suas habilidades extrafísicas:
– Pára de latir para o nada seu cachorro idiota! – Esse gato está apaixonado; fica com esse olhar perdido no vazio! – Tá com medo do que totó? Não tem nada aí seu bobo!
Convivo com animais desde que me conheço por ser vivente; especialmente cachorros. A habilidade da vidência que eles possuem; sempre me intrigou – e confesso que no passado algumas vezes até me amedrontou – coisas do tipo: na infância, estar só em casa á noite e o bicho começar a latir para o nada; ás vezes bastava esse gatilho para começar a enxergar vultos; e depois, adivinha onde ia passar a noite? – na cama do pai e da mãe.
Minha queda pela bicharada nunca foi muito bem vista pela vizinhança; pois adotei vários cães da raça “tomba lata” – um deles, o que mais me ensinou com relação a esse assunto, era muito esquisito; prá começar era tão feio que até se tornava engraçado; preto, de olhos intrigantes, mancava; pois tinha sido muito maltratado; não gostava de ficar dentro de casa; praticamente morava na calçada em frente; puseram nele o nome de cigano – era o vigia da rua.
Um fato curioso, quando avançava em direção a alguém (nunca atacou fisicamente) mordia o vazio e passava pelas pessoas, mas continuava latindo. De início eu achava aquilo uma comédia; mas, com o tempo percebi que ele enxergava em 4D e praticamente vivia mais nessa dimensão do que na nossa. Apesar da sua feiúra, era um animal muito doce, aprendi muito com ele; mas, o fato é que perturbava sei lá quem; e, o envenenaram.
As pessoas não costumam ser o que parecem.
Ele me ajudou a catalogar as que vinham á nossa casa ou que batiam á porta. Quando um cão não vai com a nossa cara; quase nunca tem a ver com a parte física; ou é pelo lado da energia ou é vidência.
Quando ele passava a olhar torto pro meu lado ou a latir para alguma coisa á minha volta; isso me induzia á reflexão. Era como se ele me dissesse: amigo trata de reciclar tua personalidade; pois, teus colegas atuais não são boa coisa.
Nos três anos que ficou conosco o ambiente doméstico ficou mais tranqüilo. Quando imaginamos adotar um animal pensamos num amigo, num companheiro e até num protetor – mas, focamos apenas o lado físico; parte das pessoas ignora que o bicho pode ser além de um drenador de energias negativas, um guardião contra entidades invisíveis para nós.
Nossos amigos leais, além de espantarem os indesejáveis de carne e osso, ainda costumam botar prá correr alguns desencarnados que desconhecem sua situação dimensional.
Cabe uma ressalva, não se trata de desobsessão felina ou canina; nós é que atraímos os desencarnados que podem ser obsessores com programa de trabalho ou não; desse modo, se não modificarmos nosso padrão de pensar, sentir e agir, nem uma matilha vai nos livrar a cara; na maior parte das vezes, eles apenas fazem o diagnóstico.
Sua ligação conosco é digna de nota:
Pelo amor que temos a eles alguns ficam ao nosso lado durante algum tempo depois de desencarnarem – mesmo quem não tem vidência pode percebê-los com certa facilidade e até sentir sua presença.
Ás vezes, eles nos acompanham em nossas saídas do corpo; pois, quando dormem também vivem e se movimentam no astral; como nós; claro que com as devidas diferenças e interesses.
Com um pouco de observação e estudo, é possível mensurar, avaliar e selecionar o tipo de reação deles, nessas ocasiões.
Quando há um encarnado presente, seja estranho, amigo ou familiar; quase sempre ele se altera ou late para as companhias da pessoa – caso contrário; se não há ninguém, a indicação é de algum intruso ocasional ou com propósito específico de fazer mal ao dono ou á família.
A reação do animal é proporcional ao perigo – quando eles demonstram medo a coisa é braba – pode sinalizar a presença de magos negros, chefes de falange ou mesmo executores que sabem muito bem o que estão fazendo e qual sua condição atual.
Nem tudo é ruim em nossas vidas; quando eles ficam com jeito e cara de apaixonados olhando pro vazio, estão convivendo com gente boa, nossos mentores de rotina ou visitantes. Tenho um cão que se deita de barriga prá cima e fica recebendo cafuné não sei de quem; as pessoas que desconhecem esse lado da vida acham que o Luke é um cachorro babaca quando faz isso.
O melhor cão desobsessor que tivemos em casa foi uma “pinscher zero” que achamos atropelada na rua e que ficou um mês em coma (reviveu com água de arnica e homeopatia) – ficou com séria lesão neurológica – botaram o nome dela de Prexeca.
Quando a Prexeca tinha os cinco minutos mediúnicos e começava a latir para o nada; era uma triste comédia; toda torta ela caia para trás, não parava de latir e se levantava e caia de novo – dizem as fofocas espirituais que ele matou muito obsessor de tanto rir. Qualquer dia, eu conto a história da prexeca, uma lutadora que já desencarnou de velhice. Ela tomou gardenal uns tempos; mas, pelo problema neurológico.
Nossos amigos animais podem fazer diagnóstico de problemas energéticos e espirituais – mas, se sua casa é uma zona com muita gritaria e desentendimentos; onde o pessoal roda a baiana com a maior facilidade; seu cão pode não ser vidente; mas sim, neurótico. Quando na vida as coisas andam meio atrapalhadas, nem sempre é problema espiritual; muitas vezes o caso é para o super Gardenal.
Não deixe de levar isso em conta.
A coisa anda braba; se não tem um bichinho adote um – caso já os tenha cuide bem deles; pois, eles te amam incondicionalmente e cuidam muito bem de você; muito mais do que possa imaginar.
sábado, 12 de junho de 2010
TREINAMENTO PARA DESENVOLVER A CAPACIDADE DE PERDOAR
Fui intimado a parar de falar sobre perdão – um amigo meu, mandou um e-mail dizendo que não me perdoaria se continuasse com o assunto. Ele tornou-se adepto da teoria da molecada: “ema, ema, ema..” – seu sonho é iluminar-se – mas, para ter um monte de mariposas volitando em torno dele...
Em homenagem a ele, encerro o assunto com este – o próximo será sobre meu cachorro vidente.
Para início de conversa, uma dica: Nunca peça a Deus virtudes; pois, ganhará apenas ferramentas para conquistá-las.
Características de personalidade que dão bons frutos na qualidade de vida; não as ganhamos de presente ou dote – são conquistas de dia a dia ao longo do processo evolutivo.
Há exercícios para tudo, até para desenvolver: paciência, tolerância, humildade, mansuetude, abnegação, etc.
Nossas capacidades podem ser desenvolvidas de forma consciente e metódica, e, nessa tarefa todos os sentidos devem ser empregados.
Conforme já dissemos nos últimos artigos:
Perdoar e ser perdoado é uma atitude tão intrínseca à vida humana como o pensar de forma contínua; quanto mais se desenvolve a capacidade de pensar, mais evidente fica que, perdoar é uma das atitudes mais inteligentes que podemos tomar.
Na vida toda escolha traz consigo uma relação custo/benefício, devido a esse fato; investir apenas alguns minutos do dia no treinamento para aumentar a capacidade de perdoar só traz lucros.
Nessa tarefa, um dos primeiros passos é:
Identificar a ofensa.
Muitas vezes, por falta de atenção e de treino, nós nos sentimos ofendidos; sem mesmo conseguirmos identificar quem foi o responsável e de que forma nos ofendeu. Apenas, pegou, bateu, doeu – estilo mal estar que não sabemos explicar.
Como nem sempre é possível analisar a ofensa no exato momento em que ocorreu; é bom anotar logo após sua percepção; para que mais tarde ela possa ser estudada.
Estudo da ofensa.
O ideal é reservar um momento diário para isso.
Num local calmo devemos nos preparar, pois é uma tarefa das mais importantes.
Bom começar com uma reflexão inicial tipo leitura rápida ou oração. Refletir sempre nos eleva o padrão vibratório o que facilita a compreensão dos fatos e ajuda a discernir melhor.
Identificada a ofensa:
• Estudar como se deu o fato e quais as condições que o precederam.
• O que ocorreu.
• E o que aconteceu depois.
Qual foi o agente da ofensa:
• É importante definir se é íntimo ou externo. Nossos defeitos de caráter sempre são os agentes diretos ou indiretos da sensação ou da interpretação dela.
Análise da ofensa:
• Deve-se identificar o tipo. Direta ou indireta. Intencional ou sem intenção. Qual foi o agente que a patrocinou, a situação criada, uma palavra, a atitude, etc.
• Quais as emoções envolvidas ou que afloraram no momento: inveja, despeito, medo, orgulho, egoísmo, vaidade, impotência, impaciência.
• Quais as que persistiram após o fato: mágoa, ressentimento, ira, cólera, ódio, desejo de vingança, desejo de matar ou de que a pessoa desapareça.
• Qual foi minha participação na situação. Que papel desempenhei no desencadear da situação. Durante o ocorrido, participei de forma ativa, reagi à ofensa, sintonizei com ela, permaneci numa atitude passiva ou me posicionei como vítima.
Estudo da personalidade de quem nos ofendeu
Sempre que nos sentimos ofendidos; houve a participação de alguém; e, mesmo de forma superficial é possível conhecer alguma coisa sobre essa pessoa. Isso, pode ser de grande valia na descoberta de nós mesmos.
• Anotemos os defeitos do desafeto que mais chamaram a atenção – é possível que tenhamos nos projetado nele; ele nos espelha.
• Também as qualidades de quem nos ofendeu devem ser avaliadas; pois, elas podem ter contribuído para a percepção da ofensa; é comum que qualidades que sobram nos outros; e que ainda não detemos nos ofendam através da inveja.
Estudo da nossa personalidade.
Conhece-te a ti mesmo, é base para desenvolver o hábito de perdoar. Somos ao mesmo tempo causa e efeito; e do estudo das ofensas podemos identificar nossos defeitos de caráter que imantaram o processo; e que podem ser chamados de agentes indiretos da ofensa.
Cada característica possui sua ofensa complementar. Exemplo, se a ofensa causou-me humilhação, o imã que a atraiu foi meu orgulho. Depreciado, foi a vaidade. Ignorado, a impaciência, etc.
Algumas ofensas tem a capacidade de expor e de burilar vários defeitos de caráter ao mesmo tempo.
Definir responsabilidades.
Após o estudo da situação, é preciso cuidado para não julgar o mérito da questão; pois somos juizes parciais - quase sempre daremos ganho de causa a nós ou aos nossos.
Lembra da teoria do ema, ema, ema?
É bom definir apenas a nossa responsabilidade no ocorrido; analisar a do outro não nos cabe; e não é nossa tarefa.
É nosso dever treinar a empatia; se estudarmos a personalidade do outro e sua forma de agir e reagir; basta inverter as posições: Como reagiria eu à situação se fosse ele?
Uma boa política para melhorar a produtividade é a democracia para com os defeitos do próximo e a ditadura para com os nossos.
Escolher a metodologia.
Podemos usar vários métodos separados ou associados.
• Natural.
A natureza atua no sistema do simples e fácil, copiá-la é interessante para não deixar acumular.
Os resultados são progressivos; pois não é de um momento para o outro que, agredidos numa face; somos capazes de oferecer a outra; isso, exige treino e tempo para compreendermos que esta atitude é corajosa e sábia.
• Antecipar-se.
Toda sintonia de desequilíbrio é bilateral. O que definimos como ofensa gratuita que o outro nos fez, visto e analisado pelo lado dele pode ser uma forma de reagir à que lhe causamos; até sem perceber, pois, nem sempre ela é explícita e se materializa num tipo de agressão objetiva.
Quando começamos a pensar em perdoar, nós iniciamos o processo de desmontar a sintonia de vibrações inadequadas; definindo nossas responsabilidades, antecipando-nos.
• Forma gradual.
Como a energia do pensamento irradia-se; vale a pena iniciar o trabalho de perdoar por e-mail mental; sem aguardar resposta pronta e imediata; pois, nem sempre o outro vai captar ou decifrar a mensagem.
Nossos conflitos entre razão e emoção influenciam na eficiência; pois, irradiamos estados contraditórios de querer, que impedem a mensagem de chegar ao destinatário.
Essa, é a fase de perdão condicional: penso, mas não sinto; a seguir é possível pensar e sentir: perdão incondicional.
Costumamos desistir antes de começar, por isso, é preciso cuidado em descartar a possibilidade de chegar à fase do perdão incondicional, todos nós somos capazes de atingi-lo dia menos dia. Como exemplo, vale lembrar que para os filhos é mais fácil perdoar incondicionalmente as ofensas da mãe; do que as provocadas pelo pai, mas com esforço um belo dia seremos capazes perdoar as atitudes paternas tal e qual fazemos com as das mães.
Colocar em prática.
Definida a ofensa. Estudados os seus mecanismos. Conhecidas as características de quem nos ofendeu. E, analisados os defeitos do nosso caráter que participaram de alguma forma do processo. É hora de movimentar a capacidade de perdoar; pois, pensar e sentir não basta, é preciso criar atitudes.
Reflexão: Chega de falar sobre seriedades banais e vamos falar sobre banalidades sérias. Na próxima: meu cão vidente.
Em homenagem a ele, encerro o assunto com este – o próximo será sobre meu cachorro vidente.
Para início de conversa, uma dica: Nunca peça a Deus virtudes; pois, ganhará apenas ferramentas para conquistá-las.
Características de personalidade que dão bons frutos na qualidade de vida; não as ganhamos de presente ou dote – são conquistas de dia a dia ao longo do processo evolutivo.
Há exercícios para tudo, até para desenvolver: paciência, tolerância, humildade, mansuetude, abnegação, etc.
Nossas capacidades podem ser desenvolvidas de forma consciente e metódica, e, nessa tarefa todos os sentidos devem ser empregados.
Conforme já dissemos nos últimos artigos:
Perdoar e ser perdoado é uma atitude tão intrínseca à vida humana como o pensar de forma contínua; quanto mais se desenvolve a capacidade de pensar, mais evidente fica que, perdoar é uma das atitudes mais inteligentes que podemos tomar.
Na vida toda escolha traz consigo uma relação custo/benefício, devido a esse fato; investir apenas alguns minutos do dia no treinamento para aumentar a capacidade de perdoar só traz lucros.
Nessa tarefa, um dos primeiros passos é:
Identificar a ofensa.
Muitas vezes, por falta de atenção e de treino, nós nos sentimos ofendidos; sem mesmo conseguirmos identificar quem foi o responsável e de que forma nos ofendeu. Apenas, pegou, bateu, doeu – estilo mal estar que não sabemos explicar.
Como nem sempre é possível analisar a ofensa no exato momento em que ocorreu; é bom anotar logo após sua percepção; para que mais tarde ela possa ser estudada.
Estudo da ofensa.
O ideal é reservar um momento diário para isso.
Num local calmo devemos nos preparar, pois é uma tarefa das mais importantes.
Bom começar com uma reflexão inicial tipo leitura rápida ou oração. Refletir sempre nos eleva o padrão vibratório o que facilita a compreensão dos fatos e ajuda a discernir melhor.
Identificada a ofensa:
• Estudar como se deu o fato e quais as condições que o precederam.
• O que ocorreu.
• E o que aconteceu depois.
Qual foi o agente da ofensa:
• É importante definir se é íntimo ou externo. Nossos defeitos de caráter sempre são os agentes diretos ou indiretos da sensação ou da interpretação dela.
Análise da ofensa:
• Deve-se identificar o tipo. Direta ou indireta. Intencional ou sem intenção. Qual foi o agente que a patrocinou, a situação criada, uma palavra, a atitude, etc.
• Quais as emoções envolvidas ou que afloraram no momento: inveja, despeito, medo, orgulho, egoísmo, vaidade, impotência, impaciência.
• Quais as que persistiram após o fato: mágoa, ressentimento, ira, cólera, ódio, desejo de vingança, desejo de matar ou de que a pessoa desapareça.
• Qual foi minha participação na situação. Que papel desempenhei no desencadear da situação. Durante o ocorrido, participei de forma ativa, reagi à ofensa, sintonizei com ela, permaneci numa atitude passiva ou me posicionei como vítima.
Estudo da personalidade de quem nos ofendeu
Sempre que nos sentimos ofendidos; houve a participação de alguém; e, mesmo de forma superficial é possível conhecer alguma coisa sobre essa pessoa. Isso, pode ser de grande valia na descoberta de nós mesmos.
• Anotemos os defeitos do desafeto que mais chamaram a atenção – é possível que tenhamos nos projetado nele; ele nos espelha.
• Também as qualidades de quem nos ofendeu devem ser avaliadas; pois, elas podem ter contribuído para a percepção da ofensa; é comum que qualidades que sobram nos outros; e que ainda não detemos nos ofendam através da inveja.
Estudo da nossa personalidade.
Conhece-te a ti mesmo, é base para desenvolver o hábito de perdoar. Somos ao mesmo tempo causa e efeito; e do estudo das ofensas podemos identificar nossos defeitos de caráter que imantaram o processo; e que podem ser chamados de agentes indiretos da ofensa.
Cada característica possui sua ofensa complementar. Exemplo, se a ofensa causou-me humilhação, o imã que a atraiu foi meu orgulho. Depreciado, foi a vaidade. Ignorado, a impaciência, etc.
Algumas ofensas tem a capacidade de expor e de burilar vários defeitos de caráter ao mesmo tempo.
Definir responsabilidades.
Após o estudo da situação, é preciso cuidado para não julgar o mérito da questão; pois somos juizes parciais - quase sempre daremos ganho de causa a nós ou aos nossos.
Lembra da teoria do ema, ema, ema?
É bom definir apenas a nossa responsabilidade no ocorrido; analisar a do outro não nos cabe; e não é nossa tarefa.
É nosso dever treinar a empatia; se estudarmos a personalidade do outro e sua forma de agir e reagir; basta inverter as posições: Como reagiria eu à situação se fosse ele?
Uma boa política para melhorar a produtividade é a democracia para com os defeitos do próximo e a ditadura para com os nossos.
Escolher a metodologia.
Podemos usar vários métodos separados ou associados.
• Natural.
A natureza atua no sistema do simples e fácil, copiá-la é interessante para não deixar acumular.
Os resultados são progressivos; pois não é de um momento para o outro que, agredidos numa face; somos capazes de oferecer a outra; isso, exige treino e tempo para compreendermos que esta atitude é corajosa e sábia.
• Antecipar-se.
Toda sintonia de desequilíbrio é bilateral. O que definimos como ofensa gratuita que o outro nos fez, visto e analisado pelo lado dele pode ser uma forma de reagir à que lhe causamos; até sem perceber, pois, nem sempre ela é explícita e se materializa num tipo de agressão objetiva.
Quando começamos a pensar em perdoar, nós iniciamos o processo de desmontar a sintonia de vibrações inadequadas; definindo nossas responsabilidades, antecipando-nos.
• Forma gradual.
Como a energia do pensamento irradia-se; vale a pena iniciar o trabalho de perdoar por e-mail mental; sem aguardar resposta pronta e imediata; pois, nem sempre o outro vai captar ou decifrar a mensagem.
Nossos conflitos entre razão e emoção influenciam na eficiência; pois, irradiamos estados contraditórios de querer, que impedem a mensagem de chegar ao destinatário.
Essa, é a fase de perdão condicional: penso, mas não sinto; a seguir é possível pensar e sentir: perdão incondicional.
Costumamos desistir antes de começar, por isso, é preciso cuidado em descartar a possibilidade de chegar à fase do perdão incondicional, todos nós somos capazes de atingi-lo dia menos dia. Como exemplo, vale lembrar que para os filhos é mais fácil perdoar incondicionalmente as ofensas da mãe; do que as provocadas pelo pai, mas com esforço um belo dia seremos capazes perdoar as atitudes paternas tal e qual fazemos com as das mães.
Colocar em prática.
Definida a ofensa. Estudados os seus mecanismos. Conhecidas as características de quem nos ofendeu. E, analisados os defeitos do nosso caráter que participaram de alguma forma do processo. É hora de movimentar a capacidade de perdoar; pois, pensar e sentir não basta, é preciso criar atitudes.
Reflexão: Chega de falar sobre seriedades banais e vamos falar sobre banalidades sérias. Na próxima: meu cão vidente.
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