APROVEITAR A INTUIÇÃO É DEVER.
Mesmo parecendo chato e inoportuno:
NÃO HÁ TEMPO A PERDER...
Peço desculpas aos minguados leitores pelo atropelo, um artigo atropelando o outro, nestes nossos bate papos – mas, sou avisado pela intuição que, rapidamente mudaremos de foco: escândalos – e - mortes de “figuraças da religião, mídia e política” vão tirar o foco do que realmente interessa aprender nesta lição da hora: desastre anunciado há centenas de anos no Haiti e que se transferirá para o berço da civilização. Pois, candidatos a cargos importantes podem morrer de morte morrida durante o processo eleitoral.
Claro que uma das leis de progresso continua em vigor – e uma delas expressa na linguagem popular: Ema; ema; ema..., cada um com seus probremas...; continua em vigor.
Mas, nada acontece por acaso – Tal e qual os desastres familiares do câncer, doença de Alzhemeir...; onde cada um aprende o que bem entende com o recurso pedagógico que é a própria situação - O desastre natural no Haiti que põe em evidência o desastre da vida humana representada no coletivo; e que, cá entre nós, pode nos oferecer muitas oportunidades de reflexão; dentre eles o conceito de dever – Quem quiser aproveitar e aprender que o faça – quem não se interessar continue como sempre foi – e aguarde o cada vez mais rápido despertar da lei de causa e efeito.
Como povo; candidato a tornar-se uma nação; nós podemos para efeito de aprendizado/educação, traçar um paralelo entre dois grupos de nossas vítimas a serem pranteadas nesta lição globalizada; muito; mas muito mesmos; distintos: Dona Zilda Arns e os militares que morreram no cumprimento do dever e outros que ali estavam na hora certa motivados por deveres nada confessáveis.
O que é o cumprimento do dever? – Sofrer coerção; pressão de grupo: cultural, religioso ou institucional? – Auferir vantagens pessoais? - Qual a diferença? – Há um diferencial? – Quem estava lá no Haiti fazendo o quê? – Quais os interesses pessoais, corporativos ou a falta deles?
Nossa visão de mundo é cheia de armadilhas conceituais e que se tornam paradoxos a atrapalhar nossas vidas – uma dessas é a conotação de dever.
Exemplo, morrer no cumprimento do dever imposto e arbitrado é uma estupidez pessoal e coletiva; e não glória – é degradante assistir a homenagens a soldados e afins que foram mandados a lugares que não tinham nada a ver com sua visão de mundo e convicções pessoais, para defender interesses de grupos e de pessoas em nome de um conceito denominado “pátria” – dessas pessoas com a sua anuência ou não: os chamados carreiristas que buscam mordomias e direitos a mais do que a maioria do povo; escudados no seu “poder de fogo”; desses foi retirada a liberdade do cumprimento do dever plena ou não; depende do grau de lucidez do papel que representam.
Mas, mesmo entre os humanistas ou socorristas humanitários; também há para alguns o conceito de dever relacionado com a “carreira” bem remunerada ou com o desejo de aventura...
Dever de certa forma implica em débito – vejamos o que diz a conceituação da linguagem falada:
DEVER s.m (do latim debitor) 1. Aquilo a que se está obrigado pela lei, pela moral, pelos costumes, etc. – obrigação...
DEVER v.t (do lat. Debere) (Conj. {5}- 1. Ter por obrigação; ter de – 2. Ter dívidas – Dever os olhos da cara, ter muitas dívidas...
Dever legal.
Significa que você teve autorização para praticar um ato; mesmo que seja considerado crime em algum lugar. Matar ás vezes, trata-se de um dever legal (art.23,in. III, primeira parte) – excluídas as obrigações meramente morais. Mas, a lei não obriga á imprudência, negligência, imperícia.
Não há crime na injúria ou difamação proferida por testemunha em resposta a perguntas, já que a lei obriga a dizer a verdade.
O dever também pode ser um exercício regular de direito.
Tudo é questionável...
Dever ético – moral.
Qual é sua ética? – Mesmo entre bandidos convencionais e segundo as leis humanas existe um código de ética.
Que razões nos levam a sermos bonzinhos ou mauzinhos? – Segundo que conceitos?
Esse é um assunto embora considerado decadente nas esferas da ciência, política e principalmente da justiça – cada dia mais atual; e a merecer atenção dos despertos para as razões do viver – os outros já estão com o passaporte carimbado.
Claro que as próximas mortes coletivas pelo dever já estão sendo seletivas e organizadas. A justiça vai jogar fora a venda; não mais será cega e vai aprumar-se: levantar as calças, espantando os poderosos.
Voltando ao assunto: o senso de dever.
O da Dona Zilda era e continua sendo: Faço, por que me sinto bem! - Filo porque quilo! Ela desencarnou no estrito cumprimento do dever autoposto em regime de paz de consciência, automático, razão de viver natural: amar simplesmente – ela não sonhava com glórias nem benefícios a mais; aposentadoria nem pensar; pois espelha a morte em vida - tanto que morreu bem morrida; trabalhando sem almejar benefícios espúrios pelo simples cumprimento do dever de viver dignamente sem usufruir de benefícios de FP ou Onguista; pois teve um berço educacional diferenciado.
Essa lição sobre o cumprimento do dever que o desastre do Haiti nos proporcionou deve ser bem aprendida.
Vamos nos recolher intimamente e decidir de uma vez por todas:
- Quais são meus deveres?
- Uso meus direitos de forma compatível com meus deveres?
- São impostos?
- Sou carreirista?
- Quem os impõe?
- Quem ganha com eles?
Atenção:
Lauréis indevidos e principalmente:
MEDALHAS NO PEITO PODEM TORNAR-SE FERIDAS CANCEROSAS NUMA PRÓXIMA ETAPA DO JOGO DA VIDA.
Dona Zilda e seus familiares não querem vazios lauréis; mais gordas aposentadorias; epitáfios pífios ou medalhas espetadas no peito ou no braço de descendentes.
Cada um de nós pode tirar lições para aprender o senso do dever.
Senso do dever: assunto muito interessante quando a educação realmente fizer parte da nossa vida.
AMÉM.
Opa! – “pera aí”!
Alguém me diz para retrucar; mas eu me sinto no dever de usar meu próprio senso de dever e afirmar: Eu me sinto no dever próprio, sem questões de religiosidade, cultura...; de dizer que Dona Zilda nunca usou o “amém” como a maioria faz – o seu amém era bem diferente do amém dos religiosos de plantão (especialmente os da mídia religiosa atual) – muito menos usou o nome de Jesus; pois, ele sempre foi o maior crítico do Amém e o maior lutador do AMEM sem acento, sem condicional nem preguiça.
Então; vamos amar sem obrigação nem desejos de trocas, chantagens, prazeres indevidos.
Na condição de ser complicado e muito atrasado no que se refere o assunto – peço ajuda aos amigos: COMO REFORMR E APLICAR NOSSO SENSO DE DEVER.
Que tal começar pelo que seja SENSO?
AMEM – nada a ver com amém...
Minha lista de blogs
sábado, 16 de janeiro de 2010
FESTANÇA NO CÉU - CHORORÔ AQUI
FESTANÇA NO CÉU: QUEM QUISER PARTICIPAR - ESTEJA Á VONTADE.
Se nesse mundão de Deus, houver um lugar chamado céu; lá a festança vai durar vários dias para comemorar a chegada de uma alma especial – com certeza quem puder acessar; vai se deliciar com o letreiro em dourado, azul e rosa: BEM VINDA ZILDA ARNS – esperamos acrescentar a ele a energia de nossas “sodades”.
Morreu aqui, nasceu lá – Mas, para nós que aqui ficamos; sobra o sentimento de perda irreparável – Dona Zilda pela sua grandeza ela torna-se uma pessoa insubstituível a curto e médio prazo. É bom chorar; pois, ela vai fazer muita falta nos turbulentos dias que virão. Se nós somos todos filhos de Deus e participantes da Humanidade – O que nos diferencia? - Há almas tão pequenas que se mudam para o plano espiritual, e que de tão apequenadas pelo próprio ego ninguém percebe sua partida; pois deixam um vazio ínfimo; viviam apenas para si mesmas – o que fez com que passem pela vida sem vivê-la de fato; mas quando as almas agigantadas se vão; fica um enorme vazio na consciência da humanidade proporcional á estatura espiritual de quem mudou de CEP.
Certamente ela não era um “anjo que Deus colocou aqui” como gostamos de usar na forma de desculpa e justificativa para nossa conduta de viver normal; ela apenas viveu a vida como é possível a todos vivermos; de forma plena. Claro que o “berço” deve ter influenciado; pois parece que é “mal” da família Arns viver para servir de forma cristã. Ela não nasceu diferente nem marcada pela santidade; apenas tornou-se uma pessoa diferente da maioria. Pode-se dizer que seu jeito de viver foi anormal, pois não precisava se esforçar para amar, compreender, sorrir, acolher – mas, para nós, os normais, o viver se resume á preocupação com nossos interesses de cada momento e dos que denominamos: nossos amores.
Ela teve uma boa e até invejável morte – sim que morte mais satisfatória do que a de quem se encontra em pleno trabalho, fazendo aquilo que gosta com muita força e prazer.
Nada de pêsames - nossas congratulações á sua família; especialmente á sua mãe – talvez o segredo da sua forma de viver tenha advindo não do DNA; mas do vício de sentir a energia do prazer de servir, amar, sorrir, viver de forma disciplinada e coerente – Ah! – Se todos os pais mostrassem ás crianças o prazer de ajudar, de um sorriso, de um abraço, de compreender o outro; de colocar os interesses coletivos acima dos seus – garanto que nunca precisaríamos nos preocupar com maconha, crack, cigarro, álcool, prevaricações e desmandos.
Apenas quem vive e convive com o ser humano aprendendo a compreender para servir; pode aquilatar o valor dessa alma que elegi há muito tempo como uma das maiores médicas de todos os tempos a atuar em nosso país. Milhares de brasileiros devem a continuidade de sua vida á sua dedicação simples, amorosa, efetiva. Sim efetiva; até por que sua obra vai continuar a todo vapor; sua presença mesmo que não vista por olhos de quem não quer ver, continuará sendo sentida por todos os voluntários da Pastoral e de outras.
Sou um admirador da sua forma de espiritualidade prática e eficiente – meio que um São Paulo de saias – não viveu á sombra de sua obra nem se aproveitou dela para amealhar nada – e não viajava na maionese da teoria do amor ao planeta e ao próximo; ia lá e fazia: realizava, amava - e - pronto. Como cristã que sempre foi seguia Jesus ao pé da letra: “Pelos frutos se conhece a árvore”.
Li que alguém disse no seu velório que ela já estaria naquele momento no céu; constrangido; peço desculpas para discordar – Ela sempre esteve no céu a cada minuto de sua vida – pois, como diz Wagner Borges, um amigo meu: “céu e inferno são portáteis” – estão onde estivermos.
Em nome de muitos brasileiros rogamos á Dona Zilda, que certamente será convidada pelos maiores da espiritualidade a habitar mundos mais evoluídos e menos egoístas:
Volte logo! – Vai fazer muita falta!
Enquanto isso; nós que aqui ficamos vamos também tentar seguir seu exemplo de viver de forma anormal: simples e disciplinada e amorosa e objetiva.
VALEU DONA ZILDA!
Se nesse mundão de Deus, houver um lugar chamado céu; lá a festança vai durar vários dias para comemorar a chegada de uma alma especial – com certeza quem puder acessar; vai se deliciar com o letreiro em dourado, azul e rosa: BEM VINDA ZILDA ARNS – esperamos acrescentar a ele a energia de nossas “sodades”.
Morreu aqui, nasceu lá – Mas, para nós que aqui ficamos; sobra o sentimento de perda irreparável – Dona Zilda pela sua grandeza ela torna-se uma pessoa insubstituível a curto e médio prazo. É bom chorar; pois, ela vai fazer muita falta nos turbulentos dias que virão. Se nós somos todos filhos de Deus e participantes da Humanidade – O que nos diferencia? - Há almas tão pequenas que se mudam para o plano espiritual, e que de tão apequenadas pelo próprio ego ninguém percebe sua partida; pois deixam um vazio ínfimo; viviam apenas para si mesmas – o que fez com que passem pela vida sem vivê-la de fato; mas quando as almas agigantadas se vão; fica um enorme vazio na consciência da humanidade proporcional á estatura espiritual de quem mudou de CEP.
Certamente ela não era um “anjo que Deus colocou aqui” como gostamos de usar na forma de desculpa e justificativa para nossa conduta de viver normal; ela apenas viveu a vida como é possível a todos vivermos; de forma plena. Claro que o “berço” deve ter influenciado; pois parece que é “mal” da família Arns viver para servir de forma cristã. Ela não nasceu diferente nem marcada pela santidade; apenas tornou-se uma pessoa diferente da maioria. Pode-se dizer que seu jeito de viver foi anormal, pois não precisava se esforçar para amar, compreender, sorrir, acolher – mas, para nós, os normais, o viver se resume á preocupação com nossos interesses de cada momento e dos que denominamos: nossos amores.
Ela teve uma boa e até invejável morte – sim que morte mais satisfatória do que a de quem se encontra em pleno trabalho, fazendo aquilo que gosta com muita força e prazer.
Nada de pêsames - nossas congratulações á sua família; especialmente á sua mãe – talvez o segredo da sua forma de viver tenha advindo não do DNA; mas do vício de sentir a energia do prazer de servir, amar, sorrir, viver de forma disciplinada e coerente – Ah! – Se todos os pais mostrassem ás crianças o prazer de ajudar, de um sorriso, de um abraço, de compreender o outro; de colocar os interesses coletivos acima dos seus – garanto que nunca precisaríamos nos preocupar com maconha, crack, cigarro, álcool, prevaricações e desmandos.
Apenas quem vive e convive com o ser humano aprendendo a compreender para servir; pode aquilatar o valor dessa alma que elegi há muito tempo como uma das maiores médicas de todos os tempos a atuar em nosso país. Milhares de brasileiros devem a continuidade de sua vida á sua dedicação simples, amorosa, efetiva. Sim efetiva; até por que sua obra vai continuar a todo vapor; sua presença mesmo que não vista por olhos de quem não quer ver, continuará sendo sentida por todos os voluntários da Pastoral e de outras.
Sou um admirador da sua forma de espiritualidade prática e eficiente – meio que um São Paulo de saias – não viveu á sombra de sua obra nem se aproveitou dela para amealhar nada – e não viajava na maionese da teoria do amor ao planeta e ao próximo; ia lá e fazia: realizava, amava - e - pronto. Como cristã que sempre foi seguia Jesus ao pé da letra: “Pelos frutos se conhece a árvore”.
Li que alguém disse no seu velório que ela já estaria naquele momento no céu; constrangido; peço desculpas para discordar – Ela sempre esteve no céu a cada minuto de sua vida – pois, como diz Wagner Borges, um amigo meu: “céu e inferno são portáteis” – estão onde estivermos.
Em nome de muitos brasileiros rogamos á Dona Zilda, que certamente será convidada pelos maiores da espiritualidade a habitar mundos mais evoluídos e menos egoístas:
Volte logo! – Vai fazer muita falta!
Enquanto isso; nós que aqui ficamos vamos também tentar seguir seu exemplo de viver de forma anormal: simples e disciplinada e amorosa e objetiva.
VALEU DONA ZILDA!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
A APOLÍTICA POLÍTICA DO CÂNCER
Experimentamos uma epidemia de câncer tanto em nós mesmos; quanto nos em torno; nos ícones que freqüentam a mídia; e até nos que vivem isolados nas catacumbas da existência – pois, poucos ou ninguém sabe ou toma conhecimento de sua existência.
Vivemos na Era do Câncer.
Que a sociedade atual é cancerosa não há como negar – aliás; como todas as doenças precursoras da boa morte; o câncer é democrático; ele não escolhe: cor, crença, idade, religião; bonzinhos ou mauzinhos; crendices; e valores humanos; ele é simples, direto e obediente – atende o mais rapidamente possível a quem o chama; claro que, ás vezes, pode demorar; e quando resolvemos dizer que não precisa mais; nem sempre é possível cancelar o pedido; ele já passou pela expedição – já foi gravado no programa natural do correio DNA - e nos encontra, nesta dimensão, noutra; enfim ele sempre acha o CEP cósmico. Quem já não disse ou ouviu: Que judiação; tão novinho e com câncer! – que coisa mais injusta! – O entregador DNA não tem culpa – claro que seguidos os tramites normais a entrega pode ser devolvida; desde que as taxas sejam quitadas...
Na sociedade pós-moderna, a educação e a cultura são altamente cancerígenas; pois preconizam o egoísmo de ser vencedor a qualquer preço e a qualquer custo.
Neste hospício criamos nossos filhos para serem os cancerosos da hora.
Como analogia, nós podemos dizer que a cancerosa é uma célula metida a besta - que se acha a maioral; daí passa a idolatrar-se e a reproduzir-se sem respeitar as outras nem a lei de mitose (sociologia celular); quer tomar conta do pedaço.
Como construir doença é como fazer bolo; não construímos um só com farinha – vários outros itens fazem parte da receita.
Dentre eles: entupimos nossas crianças de expectativas e não as vacinamos contra frustrações; daí nós vitaminamos a tendência ao câncer com o sentimento da mágoa – entre humanos é raro o câncer sem a mágoa.
Nós alimentamos nossos filhos e a nós mesmos com todo tipo de venenos, tanto no uso de agrotóxicos, quanto nos venenos usados na produção de alimentos; nos remédios que usamos para matar suas doençinhas que nós mesmos causamos com a forma de viver cada vez mais cancerígena que transmitimos no DNA cultural aos nossos (a) rebentos.
Câncer: Esse é um assunto cada vez comentado na mídia e assunto para muitos bate papos – as possibilidades de focos são incontáveis.
Exemplo:
Ele serve como lição e referência para pessoas, os em torno, e grupos na hora certa e no momento adequado?
Será que ele tem cura?
Será que um dia descobriremos a vacina contra o câncer?
Terá o câncer alguma função?
Para que serve?
Deve ser extirpado ou pode ser tratado?
É prova ou expiação segundo a linguagem espiritualista?
Para que a discussão do assunto do bate papo atual não se torne um câncer escrivinhatório:
Será que os dos ícones da mídia: política, religião, entretenimento, vão voltar?
A condição de canceroso é álibi, desculpa; drenagem da consciência; atestado de culpa; prêmio no bom sentido?
Numa brincadeira light de parar para pensar vamos parodiar a Wikipédia (a enciclopédia livre):
“Cancro (português europeu) ou câncer (português brasileiro), nomes comuns da neoplasia maligna, (egoísmo) é uma doença caracterizada por uma população de células (comunidade) que cresce e se dividem (crenças e atitudes) sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes, e podem se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástase (mídia). Estas propriedades malignas do câncer o diferenciam dos tumores benignos (cultura natural das populações), que são auto-limitados em seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benignos sejam capazes de se tornarem malignos – quando expostos á ação da mídia). O câncer pode afetar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de câncer aumenta com o acréscimo da idade.[1] O câncer causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo os cânceres de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam (essas estatísticas estão prá lá de defasadas).[2]
Quase todos os cânceres são causados por anomalias no material genético de células transformadas (pedidos entregues com atraso). Estas anomalias podem ser resultado dos efeitos de carcinógenos, como o tabagismo, radiação, substâncias químicas ou agentes infecciosos (faltou o principal: educação e cultura). Outros tipos de anormalidades genéticas podem ser adquiridas através de erros na replicação do DNA, ou são herdadas, e conseqüentemente presente em todas as células ao nascimento. As interações complexas entre carcinógenos e o genoma hospedeiro podem explicar porque somente alguns desenvolvem câncer após a exposição a um carcinógeno conhecido. Novos aspectos da genética da patogênese do câncer, como a metilação do DNA e os microRNAs estão cada vez mais sendo reconhecidos como importantes para o processo (estamos quase chegando lá; falta apenas desmaterializar o raciocínio).
As anomalias genéticas encontradas no câncer afetam tipicamente duas classes gerais de genes. Os genes promotores de câncer, oncogenes, estão geralmente ativados nas células cancerígenas, fornecendo a estas células novas propriedades, como o crescimento e divisão hiperativa, proteção contra morte celular programada (má educação), perda do respeito aos limites teciduais normais e a habilidade de se tornarem estáveis em diversos ambientes teciduais. Os genes supressores de tumor (boa educação) estão geralmente inativados nas células cancerígenas, resultando na perda das funções normais destas células, como uma replicação de DNA acurada, controle sobre o ciclo celular, orientação e aderência nos tecidos e interação com as células protetoras do sistema imune (entendimento de quem somos e o que fazemos aqui).
O câncer é geralmente classificado de acordo com o tecido de qual as células cancerígenas se originaram, assim como o tipo normal de célula com que mais se parecem. Um diagnóstico definitivo geralmente requer examinação histológica da biópsia (exame de consciência) do tecido por um patologista (auto-conhecimento), embora as indicações iniciais da malignidade podem ser os sintomas (atitudes e comportamento) ou anormalidades nas imagens radiográficas (como somos vistos pelas outras pessoas). A maioria pode ser tratada e alguns curados, dependendo do tipo específico, localização e estadiamento (quase sempre o câncer é a própria cura). Uma vez diagnosticado, o câncer geralmente é tratado com uma combinação de cirurgia (ética e moral), quimioterapia (ajuda psicológica e conscientização) e radioterapia (ação da justiça). Com o desenvolvimento das pesquisas, os tratamentos estão se tornando cada vez mais específicos para as diferentes variedades do câncer. Ultimamente tem havido um progresso significativo no desenvolvimento de medicamentos de terapia específica que agem especificamente em anomalias moleculares detectáveis em certos tumores, minimizando o dano às células normais. O prognóstico para os pacientes com câncer é muito influenciado pelo tipo de câncer, assim como o estadiamento, a extensão da doença. Além disso, a graduação histológica e a presença de marcadores moleculares específicos podem também ser úteis em estabelecer o prognóstico, assim como em determinar tratamentos personalizados.
Será?
Qual a razão do aumento incrível da incidência – basta verificar as causas de hospedagem de doentes nos chamados Hospitais: o câncer está se tornando imbatível.
De volta ao assunto: o que acontece e acontecerá com os cancerosos top line expostos na mídia?
Darão lições de volta por cima?
Terão recaídas?
Mestástases?
Qual a diferença entre um top line que se cura e outros que não tem acesso aos mesmos aparentes recursos?
Dica da hora: Câncer – você já tem o seu de vários tipos em andamento e em potencial.
O que vai fazer com ele?
Fica em aberto a questão:
Câncer - um bem ou um mal?
ESTAMOS? - OU SOMOS CANCEROSOS?
Vivemos na Era do Câncer.
Que a sociedade atual é cancerosa não há como negar – aliás; como todas as doenças precursoras da boa morte; o câncer é democrático; ele não escolhe: cor, crença, idade, religião; bonzinhos ou mauzinhos; crendices; e valores humanos; ele é simples, direto e obediente – atende o mais rapidamente possível a quem o chama; claro que, ás vezes, pode demorar; e quando resolvemos dizer que não precisa mais; nem sempre é possível cancelar o pedido; ele já passou pela expedição – já foi gravado no programa natural do correio DNA - e nos encontra, nesta dimensão, noutra; enfim ele sempre acha o CEP cósmico. Quem já não disse ou ouviu: Que judiação; tão novinho e com câncer! – que coisa mais injusta! – O entregador DNA não tem culpa – claro que seguidos os tramites normais a entrega pode ser devolvida; desde que as taxas sejam quitadas...
Na sociedade pós-moderna, a educação e a cultura são altamente cancerígenas; pois preconizam o egoísmo de ser vencedor a qualquer preço e a qualquer custo.
Neste hospício criamos nossos filhos para serem os cancerosos da hora.
Como analogia, nós podemos dizer que a cancerosa é uma célula metida a besta - que se acha a maioral; daí passa a idolatrar-se e a reproduzir-se sem respeitar as outras nem a lei de mitose (sociologia celular); quer tomar conta do pedaço.
Como construir doença é como fazer bolo; não construímos um só com farinha – vários outros itens fazem parte da receita.
Dentre eles: entupimos nossas crianças de expectativas e não as vacinamos contra frustrações; daí nós vitaminamos a tendência ao câncer com o sentimento da mágoa – entre humanos é raro o câncer sem a mágoa.
Nós alimentamos nossos filhos e a nós mesmos com todo tipo de venenos, tanto no uso de agrotóxicos, quanto nos venenos usados na produção de alimentos; nos remédios que usamos para matar suas doençinhas que nós mesmos causamos com a forma de viver cada vez mais cancerígena que transmitimos no DNA cultural aos nossos (a) rebentos.
Câncer: Esse é um assunto cada vez comentado na mídia e assunto para muitos bate papos – as possibilidades de focos são incontáveis.
Exemplo:
Ele serve como lição e referência para pessoas, os em torno, e grupos na hora certa e no momento adequado?
Será que ele tem cura?
Será que um dia descobriremos a vacina contra o câncer?
Terá o câncer alguma função?
Para que serve?
Deve ser extirpado ou pode ser tratado?
É prova ou expiação segundo a linguagem espiritualista?
Para que a discussão do assunto do bate papo atual não se torne um câncer escrivinhatório:
Será que os dos ícones da mídia: política, religião, entretenimento, vão voltar?
A condição de canceroso é álibi, desculpa; drenagem da consciência; atestado de culpa; prêmio no bom sentido?
Numa brincadeira light de parar para pensar vamos parodiar a Wikipédia (a enciclopédia livre):
“Cancro (português europeu) ou câncer (português brasileiro), nomes comuns da neoplasia maligna, (egoísmo) é uma doença caracterizada por uma população de células (comunidade) que cresce e se dividem (crenças e atitudes) sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes, e podem se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástase (mídia). Estas propriedades malignas do câncer o diferenciam dos tumores benignos (cultura natural das populações), que são auto-limitados em seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benignos sejam capazes de se tornarem malignos – quando expostos á ação da mídia). O câncer pode afetar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de câncer aumenta com o acréscimo da idade.[1] O câncer causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo os cânceres de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam (essas estatísticas estão prá lá de defasadas).[2]
Quase todos os cânceres são causados por anomalias no material genético de células transformadas (pedidos entregues com atraso). Estas anomalias podem ser resultado dos efeitos de carcinógenos, como o tabagismo, radiação, substâncias químicas ou agentes infecciosos (faltou o principal: educação e cultura). Outros tipos de anormalidades genéticas podem ser adquiridas através de erros na replicação do DNA, ou são herdadas, e conseqüentemente presente em todas as células ao nascimento. As interações complexas entre carcinógenos e o genoma hospedeiro podem explicar porque somente alguns desenvolvem câncer após a exposição a um carcinógeno conhecido. Novos aspectos da genética da patogênese do câncer, como a metilação do DNA e os microRNAs estão cada vez mais sendo reconhecidos como importantes para o processo (estamos quase chegando lá; falta apenas desmaterializar o raciocínio).
As anomalias genéticas encontradas no câncer afetam tipicamente duas classes gerais de genes. Os genes promotores de câncer, oncogenes, estão geralmente ativados nas células cancerígenas, fornecendo a estas células novas propriedades, como o crescimento e divisão hiperativa, proteção contra morte celular programada (má educação), perda do respeito aos limites teciduais normais e a habilidade de se tornarem estáveis em diversos ambientes teciduais. Os genes supressores de tumor (boa educação) estão geralmente inativados nas células cancerígenas, resultando na perda das funções normais destas células, como uma replicação de DNA acurada, controle sobre o ciclo celular, orientação e aderência nos tecidos e interação com as células protetoras do sistema imune (entendimento de quem somos e o que fazemos aqui).
O câncer é geralmente classificado de acordo com o tecido de qual as células cancerígenas se originaram, assim como o tipo normal de célula com que mais se parecem. Um diagnóstico definitivo geralmente requer examinação histológica da biópsia (exame de consciência) do tecido por um patologista (auto-conhecimento), embora as indicações iniciais da malignidade podem ser os sintomas (atitudes e comportamento) ou anormalidades nas imagens radiográficas (como somos vistos pelas outras pessoas). A maioria pode ser tratada e alguns curados, dependendo do tipo específico, localização e estadiamento (quase sempre o câncer é a própria cura). Uma vez diagnosticado, o câncer geralmente é tratado com uma combinação de cirurgia (ética e moral), quimioterapia (ajuda psicológica e conscientização) e radioterapia (ação da justiça). Com o desenvolvimento das pesquisas, os tratamentos estão se tornando cada vez mais específicos para as diferentes variedades do câncer. Ultimamente tem havido um progresso significativo no desenvolvimento de medicamentos de terapia específica que agem especificamente em anomalias moleculares detectáveis em certos tumores, minimizando o dano às células normais. O prognóstico para os pacientes com câncer é muito influenciado pelo tipo de câncer, assim como o estadiamento, a extensão da doença. Além disso, a graduação histológica e a presença de marcadores moleculares específicos podem também ser úteis em estabelecer o prognóstico, assim como em determinar tratamentos personalizados.
Será?
Qual a razão do aumento incrível da incidência – basta verificar as causas de hospedagem de doentes nos chamados Hospitais: o câncer está se tornando imbatível.
De volta ao assunto: o que acontece e acontecerá com os cancerosos top line expostos na mídia?
Darão lições de volta por cima?
Terão recaídas?
Mestástases?
Qual a diferença entre um top line que se cura e outros que não tem acesso aos mesmos aparentes recursos?
Dica da hora: Câncer – você já tem o seu de vários tipos em andamento e em potencial.
O que vai fazer com ele?
Fica em aberto a questão:
Câncer - um bem ou um mal?
ESTAMOS? - OU SOMOS CANCEROSOS?
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
PLANO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS – MAIS UM BAILE DAS MÁSCARAS
Estaremos breve nos postes da vida:
Trazemos sua dignidade de volta em 3 (d,s,m, eóns) - desmanchamos qualquer mandiga - se der tempo...
Como previsor diaraque de eventos como tantos outros por aí: 2010 vai ser o Evento Cósmico deste final de ciclo planetário: “O ano do baile em que as máscaras vão cair” uma atrás da outra; basta apenas sobreviver para assistir.
Na vida moderna com a ajuda da educação tradicional e da cultura - a força e a violência foram em parte substituídas pela astúcia – todos procuram mostrar ao publico o que não são na realidade – em especial os vendedores de si mesmos, da sua imagem - e principalmente a atual classe política que detém o poder por esse mundão afora.
Mas, surge uma primeira questão: Quem dá o poder a quem; tanto aqui quanto acolá? - O que preocupa é que essa tragicomédia da alternância de poder das oligarquias não é apenas tupiniquim; pois, seria mais fácil de ser resolvida; bastaria manter a máscara dos direitos adquiridos; ou melhor; aqui entre nós; dos privilégios adquiridos – ela é mundial; e daí; o planeta passa a correr risco de vida; pois basta que alguns “retardados na ética e na inteligência”, mas astuciosos representantes de seu povo apertem algum botão ou o simples virar das “chaves da astúcia” para detonar atomicamente com seus concorrentes ao poder mundial ou regional.
Quando as picuinhas são internas, o processo “rola” com seus “rolos”, como briga de macaco; disfarçada de queda de braço para a mídia ver: ora está por cima, ora está por baixo – na forma de perseguições pessoais e familiares, pequenas mortes pessoais ou em grupo, são facilmente resolvidas financeiramente – na revisão da história, quanto valeu a morte de seu pai? O mesmo que alguns; “pé de ouvido” só prá inglês ver? E fica tudo por isso mesmo; algo em torno de R$ 350.000? – Alguns dos contemplados já reclamaram ou devolveram o dinheiro? – Nem mesmo aqueles herdeiros da prevaricação dos antepassados? – O fato é o seguinte: para quem está momentaneamente por baixo, fardados ou não; nada pode ser revisado se for prá mexer no bolso; pois algum gaiato pode acabar com as mordomias e os privilégios adquiridos de alguns próprios ou seus herdeiros – Enfim; para cair uma das máscaras da hipocrisia do PNDH; mesmo sob o disfarce da ideologia; o problema continua sendo grana que vai continuar sendo bancada pelas cobaias que colocam seus representantes no poder ao invés de apenas servir de juízes – cada um puxa a brasa para a sardinha dos seus interesses de $.
O jogo da queda de braço para as cobaias assistirem resume-se a slogans do tipo: “violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política” e do outro lado a vitamina do slogan da “reconciliação nacional” patrocinada na piada da “comissão da verdade” (essa é imbatível) – Para as cobaias na verdade tanto faz tirar slogan ou colocar slogan – a pergunta é: “Pára; menos; quanto vai custar em termos de impostos”? – Quanto vou ter que pagar prá assistir essa encenação - mano?
Quanto vale cada um desses slogans no war-game dos interesses da politicagem?
Mas, bailar e fazer sucesso no baile das máscaras não é para qualquer um não – especialmente nesta época a Pós-Moderna, todas as máscaras vão cair – inclusive as das cobaias comuns ou eleitores – basta analisar nosso dia a dia: o meu, o teu e o deles...
Como não poderia deixar de ser:
Os articuladores do PNDH caíram do cavalo: entregaram o ouro na mão dos concorrentes – Inexperientes: primeiro acharam-se o máximo ao soltar as regras na calada da noite do raciocínio crítico das cobaias: ás vésperas das festanças cristãs do Natal; um dos bailes de máscaras que só perde para o carnaval – depois, jogaram a bomba do tema “máscara de ferro” para o Presidente que vai ter que tirar uma por uma das mais grotescas; isso, vai custar muito caro; e não apenas para não ser expulso da “festa mor das máscaras” um evento quaternário que se aproxima: as próximas eleições.
Os treinadores dos atletas do poder dançaram e forneceram material aos seus adversários; que provavelmente não saberão o que fazer com ele; pois é o que tinham em mente como fantasia para o baile – alguém roubou suas idéias.
Mas, algumas questões são urgentes para que o estrago seja menor para os atuais detentores do poder (não que sejamos favoráveis a um ou outro grupo) – para as cobaias: quanto mais máscaras caiam; melhor para acertar no voto (aposta) e escolher a troupe da hora.
Mas, dois “golpes” precisam ser explicados para que as cobaias mantenham as apostas:
- Numa simples canetada descuidada e sem ler o texto; o chefe mor do espetáculo vai conseguir sustentar que no cenário pode constar que abortar não é mais crime contra a vida?
- Quando for do interesse dos donos da festa das máscaras; acabou o conceito de propriedade?
Esses são apenas dois dos dilemas, que, claro, pois tudo sempre está á venda, podem ser comprados num recontrato com a mídia – ou o circo vai pegar fogo – o que não deixa de ser um espetáculo para quem souber se aproveitar dele.
Opiniões pessoais á parte – sempre somos defrontados com visões das técnicas de poder no jogo do “uor gaime” dos interesses da vida; e que nos assombram como cobaias, hoje, eletrônicas.
Por exemplo, não vou mudar de idéia quanto ao aborto: é um ato covarde disfarçado; tal e qual o desenvolvimento sustentável sob a ótica da ecologia de butique; um crime inafiançável perante a justiça natural sob a máscara da ignorância e de interesses.
Mas, vejam como é a vida; conversando com um amigo que é favorável ao aborto; e suas razões práticas são difíceis de confrontar num simples bate papo tete a tete – confesso; que me embananei na hora da troca de impressões sobre o shou da vida política – Vejamos suas razões: O planeta não comporta mais tantos fãs de mediocridade ou cupins humanos – ou morre gente em massa ou o controle de natalidade deve ser rígido: ele deu uma idéia para o tema alegórico do baile de 2010: O “bolsa-esterilidade planejada e consciente” – Depois, o gran finale das suas idéias: se a maior parte dos políticos e detentores do poder, tivessem sido abortados; será que todos nós, como raça humana estaríamos em melhores condições? – Fico constrangido de passar suas opiniões a respeito de sustentabilidade.
Mas:
Parando prá pensar – sentado na ala dos que acreditam na continuidade da raça humana - continuo com a convicção de que nossas doenças, tumores e outros bichos continuam sendo uma brincadeira divina a nos levar a pensar e progredir – pois como afirmou o fabuloso Chico Buarque: “Deus é um cara brincalhão que adora brincadeiras” – Então todos nós somos importantes: Mas, quanto vai custar essa brincadeira?
Aleluia:
Trazemos sua dignidade de volta em 3 (d,s,m, eóns) - desmanchamos qualquer mandiga - se der tempo...
Como previsor diaraque de eventos como tantos outros por aí: 2010 vai ser o Evento Cósmico deste final de ciclo planetário: “O ano do baile em que as máscaras vão cair” uma atrás da outra; basta apenas sobreviver para assistir.
Na vida moderna com a ajuda da educação tradicional e da cultura - a força e a violência foram em parte substituídas pela astúcia – todos procuram mostrar ao publico o que não são na realidade – em especial os vendedores de si mesmos, da sua imagem - e principalmente a atual classe política que detém o poder por esse mundão afora.
Mas, surge uma primeira questão: Quem dá o poder a quem; tanto aqui quanto acolá? - O que preocupa é que essa tragicomédia da alternância de poder das oligarquias não é apenas tupiniquim; pois, seria mais fácil de ser resolvida; bastaria manter a máscara dos direitos adquiridos; ou melhor; aqui entre nós; dos privilégios adquiridos – ela é mundial; e daí; o planeta passa a correr risco de vida; pois basta que alguns “retardados na ética e na inteligência”, mas astuciosos representantes de seu povo apertem algum botão ou o simples virar das “chaves da astúcia” para detonar atomicamente com seus concorrentes ao poder mundial ou regional.
Quando as picuinhas são internas, o processo “rola” com seus “rolos”, como briga de macaco; disfarçada de queda de braço para a mídia ver: ora está por cima, ora está por baixo – na forma de perseguições pessoais e familiares, pequenas mortes pessoais ou em grupo, são facilmente resolvidas financeiramente – na revisão da história, quanto valeu a morte de seu pai? O mesmo que alguns; “pé de ouvido” só prá inglês ver? E fica tudo por isso mesmo; algo em torno de R$ 350.000? – Alguns dos contemplados já reclamaram ou devolveram o dinheiro? – Nem mesmo aqueles herdeiros da prevaricação dos antepassados? – O fato é o seguinte: para quem está momentaneamente por baixo, fardados ou não; nada pode ser revisado se for prá mexer no bolso; pois algum gaiato pode acabar com as mordomias e os privilégios adquiridos de alguns próprios ou seus herdeiros – Enfim; para cair uma das máscaras da hipocrisia do PNDH; mesmo sob o disfarce da ideologia; o problema continua sendo grana que vai continuar sendo bancada pelas cobaias que colocam seus representantes no poder ao invés de apenas servir de juízes – cada um puxa a brasa para a sardinha dos seus interesses de $.
O jogo da queda de braço para as cobaias assistirem resume-se a slogans do tipo: “violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política” e do outro lado a vitamina do slogan da “reconciliação nacional” patrocinada na piada da “comissão da verdade” (essa é imbatível) – Para as cobaias na verdade tanto faz tirar slogan ou colocar slogan – a pergunta é: “Pára; menos; quanto vai custar em termos de impostos”? – Quanto vou ter que pagar prá assistir essa encenação - mano?
Quanto vale cada um desses slogans no war-game dos interesses da politicagem?
Mas, bailar e fazer sucesso no baile das máscaras não é para qualquer um não – especialmente nesta época a Pós-Moderna, todas as máscaras vão cair – inclusive as das cobaias comuns ou eleitores – basta analisar nosso dia a dia: o meu, o teu e o deles...
Como não poderia deixar de ser:
Os articuladores do PNDH caíram do cavalo: entregaram o ouro na mão dos concorrentes – Inexperientes: primeiro acharam-se o máximo ao soltar as regras na calada da noite do raciocínio crítico das cobaias: ás vésperas das festanças cristãs do Natal; um dos bailes de máscaras que só perde para o carnaval – depois, jogaram a bomba do tema “máscara de ferro” para o Presidente que vai ter que tirar uma por uma das mais grotescas; isso, vai custar muito caro; e não apenas para não ser expulso da “festa mor das máscaras” um evento quaternário que se aproxima: as próximas eleições.
Os treinadores dos atletas do poder dançaram e forneceram material aos seus adversários; que provavelmente não saberão o que fazer com ele; pois é o que tinham em mente como fantasia para o baile – alguém roubou suas idéias.
Mas, algumas questões são urgentes para que o estrago seja menor para os atuais detentores do poder (não que sejamos favoráveis a um ou outro grupo) – para as cobaias: quanto mais máscaras caiam; melhor para acertar no voto (aposta) e escolher a troupe da hora.
Mas, dois “golpes” precisam ser explicados para que as cobaias mantenham as apostas:
- Numa simples canetada descuidada e sem ler o texto; o chefe mor do espetáculo vai conseguir sustentar que no cenário pode constar que abortar não é mais crime contra a vida?
- Quando for do interesse dos donos da festa das máscaras; acabou o conceito de propriedade?
Esses são apenas dois dos dilemas, que, claro, pois tudo sempre está á venda, podem ser comprados num recontrato com a mídia – ou o circo vai pegar fogo – o que não deixa de ser um espetáculo para quem souber se aproveitar dele.
Opiniões pessoais á parte – sempre somos defrontados com visões das técnicas de poder no jogo do “uor gaime” dos interesses da vida; e que nos assombram como cobaias, hoje, eletrônicas.
Por exemplo, não vou mudar de idéia quanto ao aborto: é um ato covarde disfarçado; tal e qual o desenvolvimento sustentável sob a ótica da ecologia de butique; um crime inafiançável perante a justiça natural sob a máscara da ignorância e de interesses.
Mas, vejam como é a vida; conversando com um amigo que é favorável ao aborto; e suas razões práticas são difíceis de confrontar num simples bate papo tete a tete – confesso; que me embananei na hora da troca de impressões sobre o shou da vida política – Vejamos suas razões: O planeta não comporta mais tantos fãs de mediocridade ou cupins humanos – ou morre gente em massa ou o controle de natalidade deve ser rígido: ele deu uma idéia para o tema alegórico do baile de 2010: O “bolsa-esterilidade planejada e consciente” – Depois, o gran finale das suas idéias: se a maior parte dos políticos e detentores do poder, tivessem sido abortados; será que todos nós, como raça humana estaríamos em melhores condições? – Fico constrangido de passar suas opiniões a respeito de sustentabilidade.
Mas:
Parando prá pensar – sentado na ala dos que acreditam na continuidade da raça humana - continuo com a convicção de que nossas doenças, tumores e outros bichos continuam sendo uma brincadeira divina a nos levar a pensar e progredir – pois como afirmou o fabuloso Chico Buarque: “Deus é um cara brincalhão que adora brincadeiras” – Então todos nós somos importantes: Mas, quanto vai custar essa brincadeira?
Aleluia:
domingo, 10 de janeiro de 2010
BIOTERÁPICOS HOMEOPÁTICOS USADOS EM CUBA PARA COMBATER A H1N1
Antes tarde do que nunca.
Essa notícia nos deixa na expectativa de que em Cuba, possam colher bons resultados contra a H1N1 da mesma forma que os já alcançados em algumas cidades brasileiras, em especial em Macaé (RJ) e Belém (PA) onde a Homeopatia já está sendo usada no tratamento e prevenção da Dengue.
Agrupamos a notícia sobre o trabalho com Homeopatia em Cuba com um artigo que escrevemos em 25/09/09 – sugerindo exatamente isso – apenas desconhecemos a formulação do composto cubano.
Vejamos a notícia:
Cubanos recebem complexo homeopático para aumentar defesas contra gripe
da Efe, em Havana
O ministério da Saúde de Cuba está aplicando em todos os cidadãos um complexo homeopático produzido na ilha contra a gripe suína (A H1N1 e doenças respiratórias em geral, para estimular a "resposta" imunológica da população.
O produto, cujo nome comercial é NoDegrip, é elaborado nos laboratórios do Instituto Finlay de Cuba e indicado como tratamento preventivo contra a dengue, a gripe epidêmica e outras doenças virais, segundo o prospecto ao qual a agência de notícias Efe teve acesso.
O texto acrescenta que o uso de NoDegrip pode ser "altamente efetivo em condições de alto risco epidêmico".
Em sua elaboração são misturadas substâncias homeopáticas e componentes da vacina contra a gripe sazonal.
As autoridades cubanas ordenaram a administração do produto a toda a população, mediante os consultórios médicos de atendimento básico que ficam em cada bairro e povoado do país.
Durante três dias seguidos os cubanos vão ao consultório, cada um com sua própria colher, para receber uma dose de cinco gotas, que voltam a ser administradas após uma semana para completar o efeito preventivo.
Embora a dose só tenha qualidades homeopáticas, popularmente muitas pessoas a recebem como se fosse uma "vacina" contra a gripe suína e divulgam a notícia para que ninguém fique sem ser "vacinado".
Esta medida se soma à vacinação contra a gripe sazonal, que começou em 2009 entre os grupos de alto risco, como idosos, grávidas, diabéticos, asmáticos e pessoas com o vírus HIV ou insuficiência renal crônica. Até dezembro passado a gripe suína havia causado 41 mortes e 1.000 infecções na ilha, segundo dados oficiais.
No UOL Notícias, 09/01/2010 - 17h49
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u676962.shtml
Nosso artigo:
SÁBADO, 25 DE JULHO DE 2009
VACINA? - BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO - UMA SAÍDA SIMPLES E BARATA PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DA GRIPE H1N1
As soluções mais eficazes e geniais são sempre as simples – Contraditoriamente, no mundo atual apenas não podem ser gratuitas e de baixo custo; devem ser patenteadas para que alguns ganhem muito dinheiro.
A atual epidemia da virose H1N1 poderia ser atenuada com medidas quase gratuitas, simples e eficientes: BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO e de quebra, o País poderia tornar-se um inovador em lidar com as futuras epidemias e pandemias que virão uma atrás da outra. Duvida? – Aguarde ou espere uma cara e defasada vacina.
Mas, vamos ao assunto:
O que são Bioterápicos e Nosódios Homeopáticos?
Melhor usar a NET para explicar – E este artigo é ótimo:
“Começamos dizendo que o termo NOSÓDIO foi substituído por BIOTERÁPICO, que é a denominação francesa. Enquanto NOSÓDIO se definia por "medicamentos preparados com produtos patológicos, vegetais ou animais", BIOTERÁPICOS se define por "produtos quimicamente não definidos (secreções, excreções patológicas ou não, certos produtos de origem microbiana e alérgenos) que servem de matéria prima para as preparações homeopáticas bioterápicas" (Farmacopéia Francesa décima edição, 1985).
Os bioterápicos franceses são feitos em baixas potências porque são lisados ou detoxicados, enquanto os do Dr. Roberto Costa, médico e pesquisador brasileiro, são organismos vivos e por isso são feitos a partir da D 24.
Classificação :
1. Bioterápicos
a. bioterápico de estoque:
a1. códex - soros, vacinas, toxinas e anatoxinas, inscritos na Farmacopéia Francesa, preparados por laboratórios especializados (Instituto Pasteur francês ou Mérieux).Ex. BCG, Staphylotoxinum, Tuberculinum.
a2. simples - Obtidas a partir de "vacinas estoques" constituídas por culturas microbianas puras, lisadas e atenuadas em determinadas condições. Ex.Colibacillinum, Influenzinum, Streptococcinum.
a3. complexos - definidos pelo seu modo de obtenção (secreções ou excreções patológicas) ou seu modo de preparação.Ex. Luesinum, Psorinum, nosódios intestinais Bach-Paterson.
a4.ingleses ( Nosódios Intestinais de Bach-Paterson)
a.5. Bioterápicos Dr. Roberto Costa - (nosódios vivos Roberto Costa)- São preparados com microrganismos vivos, na escala decimal, usando como diluente cloreto de sódio 0,9%. A solução de partida é uma suspensão contendo 3 bilhões de microorganismos por ml, em solução. Até a D 11 as diluições são feitas em solução fisiológica 0,9%. Da D12 em diante, as diluições são feitas em solução hidroalcoólicas 50%. Para cada diluição são dadas 50 sucussões.
b. isoterápicos:
b1. isoterápicos - ou hetero-isoterápicos, são preparados a partir de substâncias exógenas (alérgenos, toxinas ou medicamentos), tudo que de alguma forma "sensibilizam" o paciente. Estão nessa categoria todos os alérgenos, pólens, poeiras, pêlos, solventes, medicamentos alopáticos, alimentos, etc.
b2. auto isoterápicos - ou endógenos (auto-nosódios) - são preparados a partir de excreções ou secreções obtidas do próprio doente (sangue, urina, escamas, fezes, pus, etc). Antigamente chamados de auto nosódios.
Prescrição
Poderá ser solicitado por médicos, veterinários e dentistas. No receituário deve constar material que deve ser ou foi coletado, dinamização desejada e forma farmacêutica desejada).
Como as farmácias não estão preparadas para a realização de coletas de materiais veterinários, seria interessante conversar com a(o) farmacêutica(o) responsável de uma farmácia homeopática e se informar sobre o modo de coleta e conservação.Nunca esquecer de avisar se o material for de doença infecto-contagiosa, com mais ênfase ainda se for uma zoonose.Segundo os farmacêuticos, FORMOL não é ideal, devendo ser evitado, melhor são água/álcool/glicerina, soro fisiológico ou álcool 96°.
O material tem prazo de validade, é interessante consultar a farmácia.
Exemplos:
- Bioterápicos ditos "Códex"
Aviare- (sinonímia: Tuberculinum aviare) - produto otido a partir de culturas de mycobacterium tuberculosis variedade aviare, sem adição de antissépticos.
Diphtericum: soro anti-diftérico proveniente de animais imunizados com toxina ou com anatoxina diftérica.
D.T.T.A.B.- toxina diftérica diluída, obtida diluindo-se o líquido da cultura do bacilo diftérico recentemente preparado e filtrado em filtro de porcelana, com solução isotônica de cloreto de sódio.
Gonotoxinum- vacina anti gonogócica constituída por uma suspensão de bactérias provenientes de culturas de "gonococos" mortos por aquecimento, em solução isotônica de cloreto de sódio.
Influenzinum - bioterápico obtido a partir de vacina antigripal do Instituto Pasteur.
Soro Anticolibacilar - Soro antibacilar de origem caprina.
Soro de Yersin- Soro anti-peste proveniente de animais imunizados com bacilos pestes (Yersinia pestis) mortos ou vivos.
Staphylotoxinum- preparado a partir de anatoxina estafilocócica descrita no "Códex".
Tuberculinum- tuberculina bruta obtida a partir de culturas de espécies de Mycobacterium tuberculosis de origem humana e bovina. Antiga denominação : T.K.
Tuberculinum residuum- solução glicerinada contendo as frações insolúveis em água, do bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Antiga denominação : T.R.
V.A.B.- vacina constitutída por uma suspensão de bactéria vivas provenientes de subculturas de espécie artificialmente etenuada, descrita por Calmette et Gueri sob o nome de "B.C.G.".
Vaccinotoxinum- vacina antivariólica preparada a partir de fragmentos epidérmicos recolhidos por raspagem de uma erupção cutânea de varíola em uma novilha inoculada após cinco dias com o vírus da varíola.
- Bioterápicos simples.
Colibacilinum - lisado obtido a partir de culturas de Escherichia coli, sem adição de antissépticos.
Eberthinum- lisado a partir de culturas de Salmonella typhy, sem adição de antisséptico.
Enterococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus fecalis, sem adição de antisséptico.
Paratyphoidinum B- lisado obtido a partir de culturas de Salmonella paratyphi B sem adição de antisséptico.
Staphylococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Staphylococcus aureus, sem adição de antisséptico.
Streptococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus detoxicados, sem adição de antisséptico.
Bioterápicos Complexos
Anthracinum- preparado a partir de um lisado de fígado de coelho infectado por carbúnculo (Bacilus anthracis)
Luesinum- lisado de serosidades treponêmicas de cancros duros, preparados sem adição de antissépticos. Antiga denominação: Syphilinum.
Medorrhinum- lisado de secreções uretrais blenorrágicas colhidas antes de tratamento por antibióticos ou sulfamidas.
Morbillinum- lisado de exsudatos bucofaríngeos de doentes com sarampo, colhidos antes de qualquer tratamento.
Pertussinum- lisado de expectoração de doentes com coqueluche, colhidas antes de qualquer tratamento.
Psorinum- lisado de serosidade de lesões de sarna, colhida de doentes sem tratamento prévio.
Pyrogenium- lisado de produtos de decomposição provenientes da autólise de carde de boi, porco e placenta humana.
Oscillococcinum- auto lisado filtrado de fígado e coração de pato (Anas barbarie). Oscillococcinum 200 K é uma especialidade (tem patente) dos Laboratórios Boiron, da França. Lá é preparado somente nessa dinamização.
Bioterápicos ingleses
Bacilo de Morgan(Proteus morgani) Bacilo Gram-negativo, móvel, anaeróbio facultativo, isolado de fezes de crianças com diarréia estival; ele seria responsável pela diarréia.
Dysentery-Co ou B. dysenterial(Shigella dysenteriae) - Bacilo Gram negativo imóvel, anaeráobico facultativo, agente da disenteria bacilar à qual só o homem e o macaco são sensíveis.
B.Gaertner(Samonella enterididis) - S. enteritidis é um sorotipo de Salmonella, frequente nos animais, que provoca intoxicações alimentares no homem.
B.Mutabilis( B. faecalis- coccal-Co (B. Coli mutabile)- tido como uma Escherichia coli lactose positiva, daí seu nome.
Bacillus nº 7 (B. asiaticus; B. cloacae; B. freundi) - não tem nomenclatura correspondente na bacteriologia. O B. cloacae é o Enterobacter cloacae, cujos caracteres se assemelham ao Aerobacter aerogenes, isolado do solo, água e de matérias fecais do homem e de animais.
Sycotic-Co ou Sycoccus-Paterson (Streptococcus faecalis)- estreptococo ovóide, alongado, não hemolítico, isolado de matérias fecais do homem e dos animais.
Bacillus nº 10- não há correspondente na nomenclatura bacteriógica. Preparado pela Farmácia Nélson, de Londres, sem mais informações.
B. Morgan-Gaertner (Nosódio de Paterson) - idem anterior.
B.coli(Escherichia coli) .
baseado nas apostilas:
1. Dra. Stella Maris Benes, do curso de Homeopatia para veterinários, da Associação Paulista de Homeopatia, 1996.
2. Professora Mafalda Biagini, do Congresso Brasileiro de Homeopatia, Belo Horizonte, setembro de 1992”.
NOSSO COMENTÁRIO.
Sim.
Nós temos condições de preparar um Bioterápico Homeopático do H1N1 em tempo recorde; algumas horas para produzir em larga escala e menos de uma semana para distribuir á população. E, além disso; baseado no trabalho do genial e quase desconhecido Dr. Roberto Costa – o resultado seria sensacional, posso garantir.
O que seria preciso?
Apenas uma cultura do vírus H1N1 preparada segundo as especificações da metodologia do Dr. Roberto Costa. Não é preciso ser nenhuma sumidade para desenvolver o medicamento (vide colocação no artigo) – qualquer prático ou técnico em homeopatia pode fazê-lo com eficácia.
Por que não o fazemos?
Os entraves são os problemas do caráter humano: ganância e orgulho. Todo mundo quer ser o pai da criança e alguns querem ganhar muito ou o tradicional 30% na compra e na distribuição.
A Homeopatia favorece a criatividade e ninguém descobre nada de novo – exceto se um novo medicamento for desenvolvido; por exemplo: os venenos usados hoje na fabricação de alimentos industrializados dariam medicamentos homeopáticos muito eficazes. Vai aí uma dica: Coca Cola e as concorrentes dariam excelentes medicamentos homeopáticos para contrabalançar uma série de problemas da atualidade, coisas banais, tipo: Insônia, osteoporose, DDA...
Por que não se pesquisa? – Dá pouco dinheiro de retorno.
Para ilustrar o emaranhado de interesses draconianos em jogo:
Aqui em SJRP tivemos um caso que bem ilustra o problema da atual humanidade; e principalmente da comunidade tupiniquim, científica ou não.
Vivíamos uma situação de epidemia de Dengue, ainda não solucionada por motivos vários – e neste andar da carruagem, nem será tão cedo.
Muita gente não sabe que a Homeopatia é uma especialidade reconhecida, faz parte do currículo regular das universidades, assim como a acupuntura; daí que seu uso para os ignorantes no assunto pareça uma coisa de idiotas sonhadores.
Resumindo: Um Dr. amigo meu, funcionário da PM instituiu um programa que oferecia á população uma fórmula homeopática bem conhecida e antiga (de eficácia comprovada por qualquer homeopata – Meu amigo não inventou nada – que fique claro) que serviria tanto para atenuar o quadro clínico, desde que usada como preventivo, (nada a ver com vacina); quanto para tratamento curativo na vigência da doença. Eu mesmo sou cobaia assumida: já contraí dengue 3x e nunca levei mais do que 2 dias para sair completamente do quadro, sem deixar de trabalhar ou fazer exames (para quê? – engrossar estatísticas?) – Nosso País precisa de gente na ativa e gerando algo produtivo.
Continuando o relato: O trabalho dele virou uma zona com recursos na Justiça até em segunda instância impetrados pela Secretaria da Saúde do Estado proibindo o uso do remédio não aprovado pelas “otoridades científicas” – avanços e recuos (procure no
www.diarioweb.com.br)
Resumindo: a aplicação da medicação Homeopática gratuita e barata foi substituída por um medicamento usando a fórmula e patenteada por um laboratório homeopático – a PM comprou um lote dos remédios antes de graça por um preço x – e – ele não mais é distribuído á população em larga escala.
Que todos façam bom uso dos recursos $ oriundos do processo.
Finalizando:
Esperamos que alguém que tenha acesso ás culturas do H1N1, num gesto de cidadania e de qualidade humana possa oferecer a alguma descompromissada pessoa capacitada a preparar tão simples “vacina” – mesmo que de forma “marginal” um simples tubo de ensaio para que o Bioterápico possa circular, mesmo que em off, até que algum aventureiro patenteie como sua cria; com a ajuda das várias instâncias da justiça; daí seu poder de ação ficará limitado aos interesses $.
Enquanto isso, nós continuamos recomendando a velha fórmula feita de culturas estrangeiras de vírus da Influenza tipo A; ultrapassados (90% das IVAS atuais já são do novo e moderno vírus.
1 – Influenzinum CH200 – 5 gotas 1x por semana (para gente de qualquer idade, cor e classe social – a dosagem é convenção - democrática).
2) Oscilococcinum CH200 (Sob patente do laboratório BOIRON da França que está tentando entrar com tudo no mercado nacional – mas não há nada mais democrático e genérico do que a Homeopatia – muitos medicamentos qualquer um é capaz de produzir em casa). Tome 5 gotas 1x por semana – Até que perdure a epidemia.
Alerta:
Cuidado com as fantasias da ignorância até de gente pós-graduada e que está em postos de comando em determinar o que é científico ou não – Principalmente em se tratando de Homeopatia – A comunidade dita científica é mais ortodoxa até do que a religiosa.
1) Homeopatia é lenta! – Não, ela é de ação ultra-rápida em doenças agudas – Nas doenças crônicas nem Deus dá jeito milagroso. Pois, os ignorantes de como funciona, que a procuram; são doentes crônicos, pessoas contumazes em violar as leis naturais; e apressadas pelo estilo de viver – e se acham merecedores de uma cura rápida.
2) Homeopatia e Alopatia são incompatíveis! – Nem sempre. E no caso que propusemos – Não é preciso abrir mão do sistema oficial – basta apenas administrar o Isoterápico – não importa o sistema de tratamento em andamento.
Ninguém vai correr risco de vida – além do que já se corre ao nos hospitalizarmos e ao nos medicarmos com anti-isso ou aquilo.
A ÚNICA CONTRAINDICAÇÃO É FERIR OS INTERESSES $ DE UNS E O ORGULHO DE OUTROS.
QUEM SE HABILITA A FORNECER UM SIMPLES TUBO DE ENSAIO?
AMÉM.
AGUARDEMOS...
Esperamos voltar com boas notícias...
Postado por Américo Canhoto às 08:56 3 comentários
Comentário atualizado.
H1N1 – O RETORNO.
Em virtude das condições de isolamento dos interesses corporativos e da grande mídia; e de decisões políticas verticalizadas – uns mandam e quem tem juízo obedece - Em Cuba fica mais fácil desenvolver experiências que envolvam baixo custo ou até custo quase zero. Provavelmente eles não desenvolveram nenhum novo medicamento homeopático; apenas montaram um complexo, colocaram um nome fantasia e o patentearam.
Aproveitando a carona de retorno da H1N1 ao noticiário – vamos relembrar as pessoas que a Dengue pode tornar-se uma epidemia de forte ação nesta temporada das chuvas.
O medicamento homeopático que mais se assemelha ao quadro da dengue é Eupatorium Perf.CH6 – Na vigência da doença tome 5 gotas de 1/1h e como “preventivo” (nada a ver com vacina) tome 5 gotas 1x por semana.
Juízo – já peguei 2 vezes – e a dor e o mal estar são federais!
Essa notícia nos deixa na expectativa de que em Cuba, possam colher bons resultados contra a H1N1 da mesma forma que os já alcançados em algumas cidades brasileiras, em especial em Macaé (RJ) e Belém (PA) onde a Homeopatia já está sendo usada no tratamento e prevenção da Dengue.
Agrupamos a notícia sobre o trabalho com Homeopatia em Cuba com um artigo que escrevemos em 25/09/09 – sugerindo exatamente isso – apenas desconhecemos a formulação do composto cubano.
Vejamos a notícia:
Cubanos recebem complexo homeopático para aumentar defesas contra gripe
da Efe, em Havana
O ministério da Saúde de Cuba está aplicando em todos os cidadãos um complexo homeopático produzido na ilha contra a gripe suína (A H1N1 e doenças respiratórias em geral, para estimular a "resposta" imunológica da população.
O produto, cujo nome comercial é NoDegrip, é elaborado nos laboratórios do Instituto Finlay de Cuba e indicado como tratamento preventivo contra a dengue, a gripe epidêmica e outras doenças virais, segundo o prospecto ao qual a agência de notícias Efe teve acesso.
O texto acrescenta que o uso de NoDegrip pode ser "altamente efetivo em condições de alto risco epidêmico".
Em sua elaboração são misturadas substâncias homeopáticas e componentes da vacina contra a gripe sazonal.
As autoridades cubanas ordenaram a administração do produto a toda a população, mediante os consultórios médicos de atendimento básico que ficam em cada bairro e povoado do país.
Durante três dias seguidos os cubanos vão ao consultório, cada um com sua própria colher, para receber uma dose de cinco gotas, que voltam a ser administradas após uma semana para completar o efeito preventivo.
Embora a dose só tenha qualidades homeopáticas, popularmente muitas pessoas a recebem como se fosse uma "vacina" contra a gripe suína e divulgam a notícia para que ninguém fique sem ser "vacinado".
Esta medida se soma à vacinação contra a gripe sazonal, que começou em 2009 entre os grupos de alto risco, como idosos, grávidas, diabéticos, asmáticos e pessoas com o vírus HIV ou insuficiência renal crônica. Até dezembro passado a gripe suína havia causado 41 mortes e 1.000 infecções na ilha, segundo dados oficiais.
No UOL Notícias, 09/01/2010 - 17h49
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u676962.shtml
Nosso artigo:
SÁBADO, 25 DE JULHO DE 2009
VACINA? - BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO - UMA SAÍDA SIMPLES E BARATA PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DA GRIPE H1N1
As soluções mais eficazes e geniais são sempre as simples – Contraditoriamente, no mundo atual apenas não podem ser gratuitas e de baixo custo; devem ser patenteadas para que alguns ganhem muito dinheiro.
A atual epidemia da virose H1N1 poderia ser atenuada com medidas quase gratuitas, simples e eficientes: BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO e de quebra, o País poderia tornar-se um inovador em lidar com as futuras epidemias e pandemias que virão uma atrás da outra. Duvida? – Aguarde ou espere uma cara e defasada vacina.
Mas, vamos ao assunto:
O que são Bioterápicos e Nosódios Homeopáticos?
Melhor usar a NET para explicar – E este artigo é ótimo:
“Começamos dizendo que o termo NOSÓDIO foi substituído por BIOTERÁPICO, que é a denominação francesa. Enquanto NOSÓDIO se definia por "medicamentos preparados com produtos patológicos, vegetais ou animais", BIOTERÁPICOS se define por "produtos quimicamente não definidos (secreções, excreções patológicas ou não, certos produtos de origem microbiana e alérgenos) que servem de matéria prima para as preparações homeopáticas bioterápicas" (Farmacopéia Francesa décima edição, 1985).
Os bioterápicos franceses são feitos em baixas potências porque são lisados ou detoxicados, enquanto os do Dr. Roberto Costa, médico e pesquisador brasileiro, são organismos vivos e por isso são feitos a partir da D 24.
Classificação :
1. Bioterápicos
a. bioterápico de estoque:
a1. códex - soros, vacinas, toxinas e anatoxinas, inscritos na Farmacopéia Francesa, preparados por laboratórios especializados (Instituto Pasteur francês ou Mérieux).Ex. BCG, Staphylotoxinum, Tuberculinum.
a2. simples - Obtidas a partir de "vacinas estoques" constituídas por culturas microbianas puras, lisadas e atenuadas em determinadas condições. Ex.Colibacillinum, Influenzinum, Streptococcinum.
a3. complexos - definidos pelo seu modo de obtenção (secreções ou excreções patológicas) ou seu modo de preparação.Ex. Luesinum, Psorinum, nosódios intestinais Bach-Paterson.
a4.ingleses ( Nosódios Intestinais de Bach-Paterson)
a.5. Bioterápicos Dr. Roberto Costa - (nosódios vivos Roberto Costa)- São preparados com microrganismos vivos, na escala decimal, usando como diluente cloreto de sódio 0,9%. A solução de partida é uma suspensão contendo 3 bilhões de microorganismos por ml, em solução. Até a D 11 as diluições são feitas em solução fisiológica 0,9%. Da D12 em diante, as diluições são feitas em solução hidroalcoólicas 50%. Para cada diluição são dadas 50 sucussões.
b. isoterápicos:
b1. isoterápicos - ou hetero-isoterápicos, são preparados a partir de substâncias exógenas (alérgenos, toxinas ou medicamentos), tudo que de alguma forma "sensibilizam" o paciente. Estão nessa categoria todos os alérgenos, pólens, poeiras, pêlos, solventes, medicamentos alopáticos, alimentos, etc.
b2. auto isoterápicos - ou endógenos (auto-nosódios) - são preparados a partir de excreções ou secreções obtidas do próprio doente (sangue, urina, escamas, fezes, pus, etc). Antigamente chamados de auto nosódios.
Prescrição
Poderá ser solicitado por médicos, veterinários e dentistas. No receituário deve constar material que deve ser ou foi coletado, dinamização desejada e forma farmacêutica desejada).
Como as farmácias não estão preparadas para a realização de coletas de materiais veterinários, seria interessante conversar com a(o) farmacêutica(o) responsável de uma farmácia homeopática e se informar sobre o modo de coleta e conservação.Nunca esquecer de avisar se o material for de doença infecto-contagiosa, com mais ênfase ainda se for uma zoonose.Segundo os farmacêuticos, FORMOL não é ideal, devendo ser evitado, melhor são água/álcool/glicerina, soro fisiológico ou álcool 96°.
O material tem prazo de validade, é interessante consultar a farmácia.
Exemplos:
- Bioterápicos ditos "Códex"
Aviare- (sinonímia: Tuberculinum aviare) - produto otido a partir de culturas de mycobacterium tuberculosis variedade aviare, sem adição de antissépticos.
Diphtericum: soro anti-diftérico proveniente de animais imunizados com toxina ou com anatoxina diftérica.
D.T.T.A.B.- toxina diftérica diluída, obtida diluindo-se o líquido da cultura do bacilo diftérico recentemente preparado e filtrado em filtro de porcelana, com solução isotônica de cloreto de sódio.
Gonotoxinum- vacina anti gonogócica constituída por uma suspensão de bactérias provenientes de culturas de "gonococos" mortos por aquecimento, em solução isotônica de cloreto de sódio.
Influenzinum - bioterápico obtido a partir de vacina antigripal do Instituto Pasteur.
Soro Anticolibacilar - Soro antibacilar de origem caprina.
Soro de Yersin- Soro anti-peste proveniente de animais imunizados com bacilos pestes (Yersinia pestis) mortos ou vivos.
Staphylotoxinum- preparado a partir de anatoxina estafilocócica descrita no "Códex".
Tuberculinum- tuberculina bruta obtida a partir de culturas de espécies de Mycobacterium tuberculosis de origem humana e bovina. Antiga denominação : T.K.
Tuberculinum residuum- solução glicerinada contendo as frações insolúveis em água, do bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Antiga denominação : T.R.
V.A.B.- vacina constitutída por uma suspensão de bactéria vivas provenientes de subculturas de espécie artificialmente etenuada, descrita por Calmette et Gueri sob o nome de "B.C.G.".
Vaccinotoxinum- vacina antivariólica preparada a partir de fragmentos epidérmicos recolhidos por raspagem de uma erupção cutânea de varíola em uma novilha inoculada após cinco dias com o vírus da varíola.
- Bioterápicos simples.
Colibacilinum - lisado obtido a partir de culturas de Escherichia coli, sem adição de antissépticos.
Eberthinum- lisado a partir de culturas de Salmonella typhy, sem adição de antisséptico.
Enterococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus fecalis, sem adição de antisséptico.
Paratyphoidinum B- lisado obtido a partir de culturas de Salmonella paratyphi B sem adição de antisséptico.
Staphylococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Staphylococcus aureus, sem adição de antisséptico.
Streptococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus detoxicados, sem adição de antisséptico.
Bioterápicos Complexos
Anthracinum- preparado a partir de um lisado de fígado de coelho infectado por carbúnculo (Bacilus anthracis)
Luesinum- lisado de serosidades treponêmicas de cancros duros, preparados sem adição de antissépticos. Antiga denominação: Syphilinum.
Medorrhinum- lisado de secreções uretrais blenorrágicas colhidas antes de tratamento por antibióticos ou sulfamidas.
Morbillinum- lisado de exsudatos bucofaríngeos de doentes com sarampo, colhidos antes de qualquer tratamento.
Pertussinum- lisado de expectoração de doentes com coqueluche, colhidas antes de qualquer tratamento.
Psorinum- lisado de serosidade de lesões de sarna, colhida de doentes sem tratamento prévio.
Pyrogenium- lisado de produtos de decomposição provenientes da autólise de carde de boi, porco e placenta humana.
Oscillococcinum- auto lisado filtrado de fígado e coração de pato (Anas barbarie). Oscillococcinum 200 K é uma especialidade (tem patente) dos Laboratórios Boiron, da França. Lá é preparado somente nessa dinamização.
Bioterápicos ingleses
Bacilo de Morgan(Proteus morgani) Bacilo Gram-negativo, móvel, anaeróbio facultativo, isolado de fezes de crianças com diarréia estival; ele seria responsável pela diarréia.
Dysentery-Co ou B. dysenterial(Shigella dysenteriae) - Bacilo Gram negativo imóvel, anaeráobico facultativo, agente da disenteria bacilar à qual só o homem e o macaco são sensíveis.
B.Gaertner(Samonella enterididis) - S. enteritidis é um sorotipo de Salmonella, frequente nos animais, que provoca intoxicações alimentares no homem.
B.Mutabilis( B. faecalis- coccal-Co (B. Coli mutabile)- tido como uma Escherichia coli lactose positiva, daí seu nome.
Bacillus nº 7 (B. asiaticus; B. cloacae; B. freundi) - não tem nomenclatura correspondente na bacteriologia. O B. cloacae é o Enterobacter cloacae, cujos caracteres se assemelham ao Aerobacter aerogenes, isolado do solo, água e de matérias fecais do homem e de animais.
Sycotic-Co ou Sycoccus-Paterson (Streptococcus faecalis)- estreptococo ovóide, alongado, não hemolítico, isolado de matérias fecais do homem e dos animais.
Bacillus nº 10- não há correspondente na nomenclatura bacteriógica. Preparado pela Farmácia Nélson, de Londres, sem mais informações.
B. Morgan-Gaertner (Nosódio de Paterson) - idem anterior.
B.coli(Escherichia coli) .
baseado nas apostilas:
1. Dra. Stella Maris Benes, do curso de Homeopatia para veterinários, da Associação Paulista de Homeopatia, 1996.
2. Professora Mafalda Biagini, do Congresso Brasileiro de Homeopatia, Belo Horizonte, setembro de 1992”.
NOSSO COMENTÁRIO.
Sim.
Nós temos condições de preparar um Bioterápico Homeopático do H1N1 em tempo recorde; algumas horas para produzir em larga escala e menos de uma semana para distribuir á população. E, além disso; baseado no trabalho do genial e quase desconhecido Dr. Roberto Costa – o resultado seria sensacional, posso garantir.
O que seria preciso?
Apenas uma cultura do vírus H1N1 preparada segundo as especificações da metodologia do Dr. Roberto Costa. Não é preciso ser nenhuma sumidade para desenvolver o medicamento (vide colocação no artigo) – qualquer prático ou técnico em homeopatia pode fazê-lo com eficácia.
Por que não o fazemos?
Os entraves são os problemas do caráter humano: ganância e orgulho. Todo mundo quer ser o pai da criança e alguns querem ganhar muito ou o tradicional 30% na compra e na distribuição.
A Homeopatia favorece a criatividade e ninguém descobre nada de novo – exceto se um novo medicamento for desenvolvido; por exemplo: os venenos usados hoje na fabricação de alimentos industrializados dariam medicamentos homeopáticos muito eficazes. Vai aí uma dica: Coca Cola e as concorrentes dariam excelentes medicamentos homeopáticos para contrabalançar uma série de problemas da atualidade, coisas banais, tipo: Insônia, osteoporose, DDA...
Por que não se pesquisa? – Dá pouco dinheiro de retorno.
Para ilustrar o emaranhado de interesses draconianos em jogo:
Aqui em SJRP tivemos um caso que bem ilustra o problema da atual humanidade; e principalmente da comunidade tupiniquim, científica ou não.
Vivíamos uma situação de epidemia de Dengue, ainda não solucionada por motivos vários – e neste andar da carruagem, nem será tão cedo.
Muita gente não sabe que a Homeopatia é uma especialidade reconhecida, faz parte do currículo regular das universidades, assim como a acupuntura; daí que seu uso para os ignorantes no assunto pareça uma coisa de idiotas sonhadores.
Resumindo: Um Dr. amigo meu, funcionário da PM instituiu um programa que oferecia á população uma fórmula homeopática bem conhecida e antiga (de eficácia comprovada por qualquer homeopata – Meu amigo não inventou nada – que fique claro) que serviria tanto para atenuar o quadro clínico, desde que usada como preventivo, (nada a ver com vacina); quanto para tratamento curativo na vigência da doença. Eu mesmo sou cobaia assumida: já contraí dengue 3x e nunca levei mais do que 2 dias para sair completamente do quadro, sem deixar de trabalhar ou fazer exames (para quê? – engrossar estatísticas?) – Nosso País precisa de gente na ativa e gerando algo produtivo.
Continuando o relato: O trabalho dele virou uma zona com recursos na Justiça até em segunda instância impetrados pela Secretaria da Saúde do Estado proibindo o uso do remédio não aprovado pelas “otoridades científicas” – avanços e recuos (procure no
www.diarioweb.com.br)
Resumindo: a aplicação da medicação Homeopática gratuita e barata foi substituída por um medicamento usando a fórmula e patenteada por um laboratório homeopático – a PM comprou um lote dos remédios antes de graça por um preço x – e – ele não mais é distribuído á população em larga escala.
Que todos façam bom uso dos recursos $ oriundos do processo.
Finalizando:
Esperamos que alguém que tenha acesso ás culturas do H1N1, num gesto de cidadania e de qualidade humana possa oferecer a alguma descompromissada pessoa capacitada a preparar tão simples “vacina” – mesmo que de forma “marginal” um simples tubo de ensaio para que o Bioterápico possa circular, mesmo que em off, até que algum aventureiro patenteie como sua cria; com a ajuda das várias instâncias da justiça; daí seu poder de ação ficará limitado aos interesses $.
Enquanto isso, nós continuamos recomendando a velha fórmula feita de culturas estrangeiras de vírus da Influenza tipo A; ultrapassados (90% das IVAS atuais já são do novo e moderno vírus.
1 – Influenzinum CH200 – 5 gotas 1x por semana (para gente de qualquer idade, cor e classe social – a dosagem é convenção - democrática).
2) Oscilococcinum CH200 (Sob patente do laboratório BOIRON da França que está tentando entrar com tudo no mercado nacional – mas não há nada mais democrático e genérico do que a Homeopatia – muitos medicamentos qualquer um é capaz de produzir em casa). Tome 5 gotas 1x por semana – Até que perdure a epidemia.
Alerta:
Cuidado com as fantasias da ignorância até de gente pós-graduada e que está em postos de comando em determinar o que é científico ou não – Principalmente em se tratando de Homeopatia – A comunidade dita científica é mais ortodoxa até do que a religiosa.
1) Homeopatia é lenta! – Não, ela é de ação ultra-rápida em doenças agudas – Nas doenças crônicas nem Deus dá jeito milagroso. Pois, os ignorantes de como funciona, que a procuram; são doentes crônicos, pessoas contumazes em violar as leis naturais; e apressadas pelo estilo de viver – e se acham merecedores de uma cura rápida.
2) Homeopatia e Alopatia são incompatíveis! – Nem sempre. E no caso que propusemos – Não é preciso abrir mão do sistema oficial – basta apenas administrar o Isoterápico – não importa o sistema de tratamento em andamento.
Ninguém vai correr risco de vida – além do que já se corre ao nos hospitalizarmos e ao nos medicarmos com anti-isso ou aquilo.
A ÚNICA CONTRAINDICAÇÃO É FERIR OS INTERESSES $ DE UNS E O ORGULHO DE OUTROS.
QUEM SE HABILITA A FORNECER UM SIMPLES TUBO DE ENSAIO?
AMÉM.
AGUARDEMOS...
Esperamos voltar com boas notícias...
Postado por Américo Canhoto às 08:56 3 comentários
Comentário atualizado.
H1N1 – O RETORNO.
Em virtude das condições de isolamento dos interesses corporativos e da grande mídia; e de decisões políticas verticalizadas – uns mandam e quem tem juízo obedece - Em Cuba fica mais fácil desenvolver experiências que envolvam baixo custo ou até custo quase zero. Provavelmente eles não desenvolveram nenhum novo medicamento homeopático; apenas montaram um complexo, colocaram um nome fantasia e o patentearam.
Aproveitando a carona de retorno da H1N1 ao noticiário – vamos relembrar as pessoas que a Dengue pode tornar-se uma epidemia de forte ação nesta temporada das chuvas.
O medicamento homeopático que mais se assemelha ao quadro da dengue é Eupatorium Perf.CH6 – Na vigência da doença tome 5 gotas de 1/1h e como “preventivo” (nada a ver com vacina) tome 5 gotas 1x por semana.
Juízo – já peguei 2 vezes – e a dor e o mal estar são federais!
Assinar:
Postagens (Atom)
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo