quarta-feira, 1 de julho de 2026

 



CUIDADO COM OS LARÁPIOS DE ENERGIA VITAL DOS OUTROS.

O ESTADO DE FELICIDADE É AUTOSUSTENTÁVEL- NADA NEM NINGUÉM TE FARÁ FELIZ SENÃO POR BREVES MOMENTOS.

As fontes de energia natural manancial da felicidade se encontram à disposição de todas as pessoas, no entanto aquelas desequilibradas na sua forma de pensar, sentir e agir alteram a estrutura natural de seus centros de força e perdem contato consigo mesmas com sua energia vital, alegria, felicidade e com a capacidade de absorver e processar a energia da vida e passam a SUGAR A ENERGIA DOS OUTROS...

Para sobreviver em estado de felicidade recorrem ao expediente de roubar a das outras pessoas.

Um dos motivos que nos leva a prestar mais atenção a esse fato, é que na sociedade de consumo atual predominam as pessoas neuróticas (altamente competitivas) que precisam para satisfazer suas necessidades egocêntricas de uma quantidade muito maior de energia vital do que são capazes de absorver e de reciclar; daí, criam um processo de dependência da alheia, e quando não conseguem “cobaias” com facilidade; se tornam tristes, infelizes, neurastênicas sem ânimo para nada.  

Os larápios de energia podem ser ou não conscientes de sua condição; pois a maioria das pessoas quase não tem consciência de quem são e dos fatos e leis que regem sua vida, é lógico que a maior parte (até certo ponto) desconheça ou negue isso; pois a responsabilidade aumenta na proporção do grau de conhecimento e de consciência que a pessoa tem, exatamente como em qualquer atividade humana.

ALGUMAS ORIGENS DA NECESSIDADE DE GATUNAR A ENERGIA VITAL DOS OUTROS PARA SE SENTIR FELIZ...

- Falta de maturidade afetiva:

A maturidade para que seja alcançada exige a superação do egoísmo e o desenvolvimento da capacidade de se doar para manter a alegria e a felicidade real. As pessoas muito dependentes ou inseguras que ancoraram em fases infantis da maturidade afetiva tendem a sugar mais a vitalidade dos parceiros reeditando sua fase infantil de dependência materna na qual suas necessidades afetivas não foram supridas.

- Egocentrismo:

O egoísta não consegue entender que dar não é se privar de alguma coisa; é expandir-se, irradiar a própria energia mantenedora da alegria e felicidade, compartilhar.

- Neurose de competição:

A vida do neurótico se torna duplamente complicada em termos de energia; primeiro a necessidade de sobrepujar os outros pede mais energia do que o sujeito consegue captar e quanto mais aumenta a neura de vencer ou sucesso a qualquer preço e a qualquer custo mais se perde contato com a realidade e com as fontes de energia. Depois, o subconsciente detecta que é mais prático retirar energia do outro do que das fontes naturais.

Tipos de relação do vampiro com suas vítimas.

- Simbiose:

Há um tipo de alternância de roubo energético ou troca/troca. Um retira do outro, que retira dos outros etc. É um tipo de relação dependente, embora inconsciente.

Parasitismo:

A relação parasita implica sempre em dependência mútua, na qual o vampiro retira sua sobrevivência energética dos recursos do outro, mas ao viver às custas dele se torna dependente de sua vítima. Nesse tipo de relação fica difícil dizer quem é o parasita.

Vampirismo:

A atitude do vampiro que não pede nem de forma implícita nem explícita permissão à sua vítima para lhe retirar a vitalidade é de maior responsabilidade bioética.

FICA TRISTE NÃO!

A SOLUÇÃO É FÁCIL BASTA APRENDER A DOAR, COMPARTILHAR, TROCAR...

 

 

 

 

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