domingo, 8 de setembro de 2024

 JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

Aprendemos na infância a usar a doença como desculpa ou justificativa; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a nos responsabilizar pelos efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho...
Quem nunca usou a doença dessa forma?

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável - nós costumamos usar: cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas...; como recurso de fuga.

Cuidado:
Emoções mal resolvidas comprometem a saúde.

Exemplo:
Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...
Mas:
Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer.

Estudar nossas emoções é um ótimo curédio...

Esse comportamento de fuga é em parte fruto da educação: ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

O que nos impede de começar a cultura da Saúde ao invés da Doença?

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.

Como começar?

O que fazer?


USAR A DOENÇA COMO FUGA PODE SER CONSIDERADO QUESTÃO DE ESCOLHA?

sábado, 7 de setembro de 2024

 DOENÇA TAMBÉM É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA?

DE QUE FORMA ESCOLHEMOS A INSANIDADE?

Sempre que criamos desarmonia pessoal ou no ambiente nos tornamos um agente patológico em todos os níveis da existência: física e extrafísica.
Na criação da desarmonia está a origem das nossas doenças.
A criatividade humana se origina do pensar e do sentir.
Na casa mental criamos nossas formas-pensamento que serão capazes de materializar nossa criatividade a qualquer momento.
Analisar nossa atual capacidade criativa em todos os segmentos da vida deve ser uma tarefa constante para alcançar a cura definitiva.
Estudar o foco central, nosso pensar/sentir/agir é diagnosticar; mas será que apenas o diagnóstico cura?

Momento de reflexão para atualizar conceitos
Analisa:
Acreditar ou deixar de acreditar em alguma lei natural muda alguma coisa?
E o que muda?
Já percebeste que muitas leis humanas já estão bem próximas das leis naturais?
E apenas a aplicação é que ainda é insuficiente.

NOSSAS ESCOLHAS É QUE NOS TORNA DEUSES?

Podemos criar, descriar e recriar?

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

 SEU CONCEITO DE SAÚDE E DOENÇA MENTAL NA INFÂNCIA ESTÁ ATUALIZADO?


Como abordamos no livro “Saúde ou Doença: questão de escolha” inúmeras são as formas de conceituar o estado de saúde ou o estado de doença do ser humano e, cada uma delas, traz nossa forma de perceber a vida que espelha a forma de perceber a vida e sistema de crenças, por isso a doença é conceituada segundo uma visão médica, psicológica, energética, espiritual e até popular.

A SAÚDE MENTAL já entrou na pauta de muitos:

Por exemplo para alguns a Depressão é considerada uma doença grave e que limita a vida, incapacita, porém para outro lutando pela sobrevivência com dificuldades, Depressão é “frescura” de quem não tem o que fazer, muitos como ele não tiveram ainda tempo para ficar Depressivos. A verdade é que cada um de nós trafega pela vida numa determinada faixa de experiências na evolução, de percepção dos fatos e acontecimentos, e de valores.

O conceito de saúde e doença é relativo como tudo no tempo e no espaço por essa razão deve ser sempre atualizado.

O que para uns já pode ser considerado doença para outros pode ainda representar saúde. O que para uns é o fim, a morte, para outros pode representar o início de uma nova vida, de um novo momento.
Para muitos a doença é vista e sentida como algo penoso, um verdadeiro castigo, por outro lado, muitas outras pessoas já entendem a doença como um aviso, um alerta e até um auxílio, uma forma de transformação.

COMO IDENTIFICAR A SAÚDE MENTAL NA INFÂNCIA OU A FALTA DELA?

Ainda há uma grande dificuldade conceituar a criança sadia e a criança doente, em especial quando os distúrbios ainda estão na sua fase silenciosa aguardando momento propício ou um fator que vai detonar o processo para se manifestar, podemos dizer que estão incubadas.
Ou quando ainda não houver somatização repetida (problemas no lidar com as emoções ou com os sentimentos que são distúrbios energéticos que vão causar doenças no corpo físico) na forma de febres, diarreias, vômitos, queixas de dores, prostração etc. Ou o alerta para doenças mentais que se expressam na forma de DISTÚRBIOS DE COMPORTAMENTO.
E só nesse momento, quando a forma de reagir e agir da criança passa a tirar o sossego dos adultos é que é diagnosticada.
Por exemplo, é comum que a criança já depressiva “de nascença” seja rotulada pela família ou pelos adultos que com ela convivem como uma criança “tristonha”, ou até, que o fato seja levado na gozação: fulano ou fulana está “deprê” por causa disso ou daquilo, como se aquela condição de se expressar triste da criança fosse sempre uma reação a uma frustração, por exemplo.

Os conceitos de saúde ou doença na criança sempre irão refletir a visão de mundo dos adultos que compõem o meio social em que a criança vive, desde sua família até o resto da sociedade com seus valores, com sua bagagem cultural, e com suas formas de expressar seus valores, suas metas, seus anseios.

QUAL SUA VISÃO DE SAÚDE MENTAL DA CRIANÇA?

A DOENÇA MENTAL NA INFÃNCIA É QUESTÃO DE ESCOLHA?

QUEM ESCOLHEU?

Abordamos o assunto no livro a ser lançado hoje pela editora VISEU. 

Se gostar ajude a divulgar.

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