sábado, 8 de fevereiro de 2014

REVIVA O GUERREIRO QUE HABITA EM VOCÊ. Conheça o TIMO – a glândula do EU SOU – EU POSSO...



Os antigos guerreiros não batiam com força no peito antes das batalhas só por bater ou para intimidar os adversários; eles sentiam que isso lhes dava poder; força; determinação... Eles estavam talvez sem que soubessem estimulando o TIMO.

Parte das nossas limitações da atualidade; em todos os aspectos da nossa vida; do físico ao psicológico e até espiritual; está relacionada á EDUCAÇÃO CASTRADORA baseada na força da negação e do medo. Não pode! É pecado! Só você não é capaz! Desse jeito nunca será alguém na vida! – o uso não consciente da palavra mágica: NÃO! - é agente destruidor de muitas existências.

Mas a vida sempre nos oferece meios de corrigir o que foi danificado. Assim como é possível equilibrar a Ansiedade através da respiração correta; também é possível recuperar: O EU SOU! – EU POSSO! – EU SOU CAPAZ! – EU SOU FELIZ! – através de exercícios que estimulem a glândula TIMO. 

Alguns exercícios de estimulação podem ser poderosos agentes facilitadores para auto/conhecimento e transformação do psicológico ao comportamento; se assim o desejarmos.

Este assunto tem muito a ver com a coleção A SAÚDE NA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA cujo marco inicial foi o livro: Estresse crônico – Perigo á vista publicado pela Ed. EBM.

Um dos fatores que detona com nossa imunidade, por exemplo, tem relação não apenas com o excesso de CORTISOL produzido pelas glândulas Suprarrenal no estresse crônico; mas também com o estado do TIMO.

Excelente material para consulta e prática.

Recomendo.

Espero que tenha gostado da indicação.

Através da recuperação da sua glândula TIMO sua vida pode melhorar muito em todos os tipos de qualidade.

RECUPERE NÃO APENAS O GUERREIRO; MAS TAMBÉM O DEUS CRIATIVO QUE HABITA EM VOCÊ – QUE TUDO PODE E TUDO É...
Bata no peito e diga: “Vem ni mim” problemas e sofrimentos! Vou acabar com vocês. Eu sou! Eu posso!


FORTE, PODEROSO E FELIZ DIA.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

TUDO JUNTO – TUDO MISTURADO... A QUE GERAÇÃO MINHA ALMA PERTENCE?




Vamos começar uma brincadeira para que façamos um auto/diagnóstico da nossa situação cósmica.

Nesta fase de TRANSIÇÃO PLANETÁRIA temos vários tipos de gerações separáveis pelo conceito de maturidade psicológica; faixa etária; e principalmente de EVOLUÇÃO ESPIRITUAL.

Hoje temos velhas almas em idade infantil cuidando de crianças em fase de senilidade; crianças birrentas em corpo de adulto sendo orientadas por velhos mestres em corpo infantil...

Apenas para compor o quadro dos diferentes tipos de crianças da atualidade ou fase de transição planetária, com a finalidade de facilitar a visão das pessoas no dia a dia, dividiremos as crianças em grupos distintos; embora no presente momento, separar gerações seja tão complicado quanto separar nossos distúrbios psicológicos uns dos outros (neurose, psicose, personalidade psicopata, transtorno bipolar, etc.).

As gerações têm idéias e pontos de vistas diferentes, ás vezes opostos, e como o momento é de transição, se confundem e misturam os elementos de ambas as milenares gerações; a mudança estava sendo feita de forma gradativa, mas atualmente está em fase final, onde atingirá um clímax escolhido por nós mesmos: o ESTRESSE CRÔNICO, que levará ao desencarne cada vez mais rapidamente milhões de pessoas; hoje ainda em anos, mas passo a passo em meses, dias, horas; e sem necessidade de desastres físicos, climáticos e geográficos cinematográficos. Apenas para exemplificar, as crianças de hoje estão pulando doenças de adulto e indo diretamente para as de idoso: diabetes, enfarte, acidente vascular cerebral, câncer de todos os tipos, depressão, angústia, pânico...

Respeitosamente:

Vamos começar nossa brincadeira com os mais velhos.

Geração Antiga

Nós que aqui estamos a curtir as delícias da vida física, vos esperamos – em algum lugar do infinito universo...

Podemos enquadrar na Geração Antiga a quase totalidade dos que hoje, nos rotulamos de pessoas normais: 
São enquadráveis em padrões, manipuláveis pela mídia.
Os normais da atualidade ainda são espíritos ainda mais propensos nem tanto ao mal; uma turma MORNA e meio pocotó: amanhã eu faço; depois de amanhã eu começo... São muito crentes e cheios de fé em qualquer coisa sem nexo como: curar-se sem mudança; vivem á espera de um milagre...

Mas principalmente tem uma queda pela ausência do bem; e são influenciáveis demais aos vícios cada vez mais degradantes quando acoplados ao conhecimento disponível. Do tipo: comer sem ter fome; degradar instintos; desaprender coisas banais como dormir, respirar, e até evacuar. O grande problema da geração antiga é sua extrema dependência das coisas externas: educação, moda, etc.

De muitos fatores em jogo; podemos afirmar que todas as pessoas que estão centradas em si e nos seus interesses pessoais e familiares ou grupais; são da geração antiga.

Além dos nem bons nem maus.

Predomina neles: ansiedade, medo, orgulho, inveja, egoísmo, narcisismo, intolerância, impaciência e todas as outras características do homem velho.

Provavelmente; desses é que a Terra tem que ser expurgada, pois obstinam em não emendar-se; gente que faz questão de acreditar em sorte, azar, destino, sobrenatural – coisas diet, light, só um pouquinho não faz mal, beba com moderação, fume com moderação, use camisinha em relações suspeitas (até entre marido e mulher).

Os da geração antiga gostam tanto de algumas fases que na velhice voltam a ser crianças e submetem-se ao que fizeram aos seus filhos: voltam a usar fraldas; tem que receber comidinha na boca; serem sustentados ao andar...

Sempre é tempo de progredir; de adquirir MATURIDADE ESPIRITUAL...

domingo, 26 de janeiro de 2014

NOS BASTIDORES DA CURA (1)





A interação com o plano astral é contínua em nosso dia a dia.

No processo de saúde, doença e cura há várias equipes espirituais trabalhando junto aos interessados; quer eles saibam; peçam ou não. Muitos sistemas de crenças chamam todas essas equipes e parafernália de tecnologia astral de a Mão de Deus.

Nada de milagre nem ações mágicas; na busca da cura é importante o trabalho em equipe:

Paciente.
Cada um de nos tem uma equipe de cuidadores sob o comando de um mentor ou avalista da existência. Ele solicita ajuda ás outras equipes; e eventualmente pode comandar e regular processo cármico. Sim cada doente fica com seu prontuário á disposição da equipe – algumas pessoas chamam as possibilidades de ação e de interferência de merecimento; como se fosse algo meramente filosófico ou religioso.

Médico.
Cada profissional tem sua equipe particular e a de trabalho (que pode até ser a mesma) que atua da seguinte forma: intuindo no diagnóstico e na terapêutica; agindo de forma direta nos procedimentos e nos fármacos. Cada profissional dependendo da sua condição cerca-se de profissionais do astral; mais ou menos competentes.

Recursos diagnósticos.
Em cada local há equipes diferenciadas para ajudar a acelerar diagnósticos de muitas formas.

Terapêutica.
As equipes mais especializadas são as dos centros cirúrgicos dos hospitais. Em cada local há equipes multifuncionais mais completas; do que as dos encarnados atuando em todos os setores.

Equipes de Prevenção.
A manutenção da cura é feita por equipes especializadas preparadas para intuir médicos e pacientes.

Equipes de apoio.
Muitos doentes são apoiados por familiares e suas equipes capacitadas a interferir quando há solicitação que seja compatível com o prontuário cármico do paciente.

Equipes de segurança.
Muitas vezes a doença está sendo mantida e exacerbada com a ajuda de desencarnados num processo de vingança ou de sintonia por vícios. Essas equipes de desobsessão do astral; intervém mantendo na medida do possível os intrusos fora dos consultórios ou dos hospitais.

Evidente que os resultados finais sempre dependem da vontade e das condições do doente. Mas em certos casos uma junta cármica pode definir a permanência de alguém no corpo físico quando ela está fazendo tudo para desencarnar; desde que exista um interesse coletivo – como um arrimo de família tanto no sentido financeiro ás vezes; quanto principalmente como sustentáculo moral e psicológico.

Todo processo é absolutamente perfeito: cada doente tem o profissional e as equipes que escolheu por SINTONIA.

A tal da Mão de Deus é uma parafernália custosa que envolve um grande número de trabalhadores do astral e uma logística complicada. Se as pessoas tivessem noção de quanta gente é envolvida e quantos recursos são consumidos pela sua incúria em viver: as doenças desapareceriam.

Continua em próximos artigos.


Paz e luz.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

2014 SERÁ UM ANO ESTILO COMETA




Vai passar voandinho, voandinho, zás trás.

Época de eventos midiáticos simultâneos e seqüenciais.
Feriadões e feriadinhos em profusão.
E a maioria das pessoas, as comuns, está controlada em todos os sentidos pela mídia.

A percepção da passagem do tempo depende sempre da localização do observador no espaço/tempo.
Além disso; depende do seu estado emocional; pois se estamos alegres o tempo voa; se tristes o tempo não passa.
Das atividades de labor: muita coisa para fazer o tempo voa; pouca atividade o tempo não passa.
Essa constatação não é ilusão – ela tem a chancela de um Avatar moderno: Einstein.
“Einstein percebeu que o tempo era relativo, mas não percebeu também, que o tempo em si, a forma como mediamos o tempo, era falho, pois esta medida não tinha um embasamento universal baseado na natureza, mas sim, local, baseado em uma criação artificial e regional de medida de tempo, invalidando dessa forma, a criação de uma matemática realmente coerente, universal e funcional.
E pesquisando mais sobre aquilo que percebemos como tempo, concluímos que nada mais é, do que o efeito ilusório de nossas percepções, que nos propicia a sensação de localização e movimento num espaço tridimensional.
A nossa medida de tempo:
A medida de tempo que nós usamos, foi-nos herdada dos Sumérios, desde longínquos 8.000 anos atrás, que, por motivos religiosos, sentiram a necessidade de marcar o tempo de forma que ela pudesse ser mais divisível e dessa forma, se localizarem em um mundo em constante movimento, tornando assim a vida, algo mais “controlável e localizável”.
Antes dos sumérios, no início de nossa evolução, o tempo era dividido de forma muito mais simples, primeiramente dividíamos o tempo entre: dia e noite, mais tarde, passamos há dividir o dia em: manhã e tarde, e a noite em: anoitecer e madrugada, e esta divisão foi mais ou menos satisfatória por milhares de anos, até a chegada dos sumérios.
Os Sumérios acreditavam na existência de alguns números mágicos e, portanto, sagrados. Destes, destacava-se o número 60 que era usado para designar o deus pai de todos os outros deuses, o deus: AN (ANU), o outro número sagrado para os sumérios, era o número 12 e representava a família de Anu, o panteão principal da religião suméria, formado por Anu, pela sua esposa, pelos seus filhos, esposas dos seus filhos e netos, e que estavam acima e comandavam os demais deuses do panteão geral sumério.
Para homenagear estes deuses principais, os sumérios então, dividiram o dia e a noite em doze ciclos cada, cada ciclo representava um dos doze deuses principais, sendo que cada ciclo era dividido em sessenta subciclos e cada subciclo, era subdividido em sessenta miniciclos, indicando assim, que cada membro do panteão de doze era fruto e possuía em si mesmo, a semente de ANU.
Uma vez que esta divisão de tempo era muito satisfatória e resolvia a questão da divisão do tempo de forma criativa, ela passou a ser usada também pelos povos que faziam fronteira com os sumérios, e com o passar dos anos, se disseminou por todo o mundo antigo, mas, sem o caráter religioso em que estava embasado, e chegou até nós, sem modificações, aos dias de hoje.
Mas, a questão que se coloca, é que a divisão do tempo em si, só existe como fator psicológico. Sentimos a necessidade de criar uma medida artificial, ao qual damos o nome de “Tempo”, para podermos nos localizar num ambiente tridimensional dotado de movimento.
E esta medida de tempo, é ainda muito mais relativa do que Einstein supunha, pois ela nasce de um fator biológico, que traduzimos como algo de origem natural, mas na verdade, sendo algo de origem psicológica e acreditamos ilusoriamente ser ela, algo de fato, real!
Podemos dizer poeticamente que: “O universo “não utiliza escalas de tempo para funcionar”, o universo “funciona” utilizando outros mecanismos matemáticos muito mais precisos”.
Mas esses mecanismos precisam ser traduzidos em uma linguagem não matemática para que possamos entender o seu funcionamento, a essa linguagem, damos o nome de “tempo”.
Fonte.

Mas nem tudo é oba-oba; daí que para algumas pessoas 2014 será um lento e agonizante ano – tudo que estava pendente virá á tona. Em especial as pessoas devem se preparar para lidar com o câncer; são muitos os avisos da espiritualidade; mas nem seria preciso; pois a realidade está aí para quem tiver olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Para a turma do oba-oba será um ano desesperador o próximo 2015...

DICA:

VOCÊ FAZ O TEMPO.

VOCÊ É O SENHOR DO TEMPO; SE QUISER...

sábado, 23 de novembro de 2013

PREPARA-TE PARA O CÂNCER




Nem seria preciso.
Bastaria raciocinar para compreender e antever o que vem pela frente.
A incidência de câncer crescia em progressão aritmética; a partir de um determinado momento passará a crescer em progressão geométrica; isso implica também em crescimento exponencial; pois quanto maior a quantidade existente, mais rápido crescerá.

Mas:

A espiritualidade alerta de forma veemente para que nos preparemos para tal fato. Porém os espíritos comunicantes ressaltam que é preciso compreender a doença fora dos padrões da ciência oficial; para que ela cumpra com eficiência seu papel de alerta e transmutação nesta fase de transição planetária.

A cada um caberá a responsabilidade pessoal e de esclarecimento ao coletivo proporcionalmente ao seu conhecimento.

Para ilustrar usaremos a comparação entre a visão da ciência oficial e a espiritual a respeito do que seja doença e cura.

ORIGEM PRIMÁRIA DAS DOENÇAS

    Segundo a ciência:
    Está no fator hereditário e na influência do meio ambiente sobre o indivíduo.
    Segundo a Espiritualidade:
        A pouca maturidade do ser é o alicerce de todas as moléstias e do sofrer. Como crianças sempre que possível gostamos de nos colocar nas mãos dos outros; e na sistemática tentativa de fugir dos deveres nos recusamos a entender o simbolismo da cruz: escolha, decisão entre uma opção e outra; acomodados aos mecanismos infantis de exigir e ter evitamos o esforço dirigido para a construção de uma personalidade equilibrada capaz de enfrentar as “provas da vida” que nos chegam por sintonia, segundo a lei. Daí nós acreditamos credores de todos os direitos Divinos e, nos esquecemos de dar nossa contribuição ao próximo e à sociedade. Criamos mecanismos inconscientes de fuga dos deveres reagindo contra eles pelas mais variadas formas de atitude mediante as quais demonstramos nossa infantilidade. Criaturas ainda insensatas nós reagimos quando deveríamos agir. Assumimos posturas extravagantes quando contrariados ao abandonarmos as diretrizes da razão. Ao não superarmos as crises da infância espiritual nós nos tornamos seres suscetíveis, medrosos, instáveis e ciumentos. Desenvolvemos comportamentos parasitas e buscamos amparo nas criaturas que consideramos fortes ou coroadas no êxito. Instáveis, amamos como fuga e ao querermos sempre receber e não dar amor nós transferimos nossas responsabilidades para o ser de eleição, sufocando-o e tornando a relação afetiva insuportável. Facilmente descambamos para a agressividade e a violência quando não conseguimos nossos intentos ou não temos as necessidades satisfeitas. Demonstramos insensibilidade com os problemas do próximo e supervalorizamos os nossos.
Esse comportamento do espírito é base da maior parte das doenças; lógico que ainda vai algum tempo até que a ciência aceite tal verdade.

A INTERPRETAÇÃO DA DOENÇA

Duas pessoas acidentam-se, são hospitalizadas e submetidas a várias cirurgias; uma delas ficou agradecida por continuar viva, reformou seus objetivos de vida, melhorou os cuidados com o corpo, mudou os hábitos buscando vida longa; apresentou mudanças favoráveis após o acidente; a outra, sentiu-se vítima dos acontecimentos, achou que não merecia passar por aquilo e, não aceitou, tornando-se depressiva, deteriorou a qualidade de vida vivendo mais internada do que em casa.
Para a ciência: A diferença na qualidade de vida após o acidente foi questão acidental, questão de sorte, azar ou ligada á educação.
Para a Espiritualidade: A aceitação seguida de gratidão; e a mudança de postura frente aos fatos ocorridos determinou o resultado final para cada uma; a situação foi parecida, a interpretação diferente conduziu a conseqüências distintas.

COMO CONSTRUÍMOS AS MOLÉSTIAS

A ciência: trabalha com a hipótese de mecanismos hereditários, ação ambiental e riscos de acidentes causados por agentes externos; timidamente começa a admitir mecanismos psicológicos.
A Espiritualidade: afirma que o conjunto da evolução do espírito é que determina a realidade de suas provas e expiações. O corpo físico atual espelha nossa forma de viver anterior. Parte das moléstias do presente; se originaram de escolhas passadas que violaram as Leis; e quanto mais repetidas foram mais se fixaram dando origem às tendências e impulsos para adoecer que trouxemos ao nascer, e que durante esta vida fornecem terreno para que novas tendências se formem ou as antigas se materializem, caso os impulsos e tendências deixem de ser controlados. Eis aí, a explicação simples a respeito do porque não alcançamos determinadas curas no espaço de uma existência; é preciso encarar a verdade: algumas das dificuldades atuais ficarão para a próxima ou até mesmo para outras vidas mais à frente. Além disso; fica fácil entender a razão de tantas crianças vivendo a experiência do câncer – assunto para posterior análise.
Exemplos de escolhas e suas conseqüências:
Alguém vai a uma festa e come e bebe demasiado; amanhã, acorda com dor de cabeça, dor de estômago, boca amarga, irritado, sentindo-se culpado ou culpando o estômago, o fígado ou determinado alimento, isso depende da maturidade. Foi um exercício pleno de sua vontade, ou não? Mas, foi uma boa escolha?

O SIMBOLISMO DA DOENÇA

Para a ciência:
Simboliza apenas sofrimento que deve ser combatido a qualquer preço.
Para a Espiritualidade:
Cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes em andamento, como: auto-sabotagem, carência afetiva, preocupação, ansiedade, medos, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga etc. Alguns simbolismos costumam repetir-se em muitas pessoas. Porém, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular, dessa forma cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente.
A doença é transformadora. Ao mesmo tempo em que mostra; ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra o orgulho daquele; outras mais, mostram impaciência; irritabilidade; inveja; ira; suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Ainda necessitamos desse tipo de ajuda para nos mantermos vivos, pois a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a Natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo etc.
 Muitas outras são as finalidades: Recicla objetivos da vida. Atualiza o cronograma existencial. Propicia oportunidades de observar a vida pelo ângulo das conquistas internas. Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença. Como o desemprego serve para se dar valor ao emprego. E a solidão à solidariedade, pois o homem solidário jamais se encontra solitário etc.

         Pela sua importância no contexto dos próximos meses iremos abordar o assunto de forma mais detalhada; embora muito já tenhamos colocado em vários artigos tanto neste quanto nos bloogs contidos no link: eu recomendo.

         A tarefa que o plano espiritual está colocando a muitas pessoas é a de esclarecer a maioria para que o padrão vibratório não caia muito em virtude do medo e do pânico. Para que se tenha ideia da dimensão: hoje a maior parte das famílias (somando-se as agregadas) já convive com um ou dois casos de câncer; breve nos estaremos lidando com sete ou oito.

         Dica:
         Comece rápido a tentar aprender com as doenças mais simples como gastrite, diabetes, cefaleias recorrentes, rinites, etc.

         Mãos á obra.       

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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