sexta-feira, 8 de abril de 2011

FISIOLOGIA DO AMOR HUMANO




Discursar sobre amor com palavras bonitas e singelas não basta; é preciso compreendê-lo para colocar em prática; com eficiência.
Quando lemos em algum lugar ou ouvimos de alguém que o amor cura, nós ficamos desconfiados de que estejamos sendo enganados; coisa para ludibriar pessoas ingênuas. Porém esse fato é real, e ficaria mais fácil entender se já estivéssemos habituados a nos percebermos como um ser integral. Esses conhecimentos podem revolucionar nosso estado de sentir-se; se há uma anatomia física e outra extra/física, com certeza haverá para as duas uma fisiologia correspondente.

Seres luminares que estiveram entre nós e que colocaram em prática a atitude amorosa na sua quase plenitude; fizeram bem antes esse dever de casa, que nos compete executar na atualidade. São espíritos antigos que já compreendiam o amor e apenas vieram nos mostrar como praticá-lo. Evidente que o livre arbítrio faculta a cada alma aprender do seu jeito; mas, na sua essência a atitude amorosa é uma só.

O que colocamos em discussão neste bate papo, é que se nos colocamos num estado de amor todo o nosso ser é afetado.

O que seria estar num estado de amor?
Estar receptivo ao amor. Sintonizar amorosamente.
Quando estamos prontos para dar e receber amor, entramos num estado amoroso que atinge átomos, elétrons e células do corpo físico. E isso, é capaz de curar. Vale a contrapartida: um estado de desamor é capaz de adoecer. Podemos concluir que basta apenas trocar desamor por amor e quase tudo se resolve, descoberta simples e genial; todas as doenças serão curadas simplesmente substituindo um estado por outro.
Como fazer isso?
Simplesmente amando. Mas, para amar é preciso compreender o que seja amor na sua plenitude. Conforme já dissemos é preciso aprender a amar.

Fisiologia do corpo.
Partimos do princípio que já se conheça algo sobre como funciona o corpo físico. Se ainda desconhecemos o básico, cuidado; pois estamos longe do estado amoroso como veremos adiante.
A fisiologia do corpo físico baseia-se em atividades químicas e elétricas. E, observada com os recursos que dispomos para tentar estudá-la a fisiologia do corpo extra/físico parece ser um mecanismo apenas de fenômenos elétricos dentre eles a energia vital.

Fisiologia integrada.
Somos uma unidade que irradia como se fosse uma estação de rádio, na qual cada tipo de pensamento/sentimento tem freqüência, amplitude e até cor diferente.
Como se fosse um bumerangue tudo que vai volta, tudo que irradiamos a nós retorna dia menos dia. E por sintonia pode voltar conectado às irradiações semelhantes de outros que nos são afins. Cada um de nós tem um padrão quando irradia amor ou desamor; que de retorno atinge o corpo, primeiramente na fisiologia causando disfunções e depois até na anatomia gerando lesões, tumores.

De que forma?

Campo da Energia Humana.
Cada um cria ao seu redor um campo eletromagnético que pode ser dividido para estudo em várias partes (de forma resumida):
Centros de Força.
Primeiro as irradiações que fazemos retornam a nós através dos centros de força ou chakras; eles são como vórtices de energia, e os principais têm uma relação direta com o sistema glandular.
Eles têm formas e particularidades próprias. Acidentes físicos e o nosso pensar/sentir/agir é capaz de alterar-lhes a forma e as funções, gerando disfunções e lesões.
Meridianos de acupuntura:
O conhecimento dos “caminhos” por onde circula a energia vital é muito antigo. Há milhares de anos os chineses já sabiam que quando a energia vital falta ou se acumula em determinados pontos, isso é capaz de produzir doenças; e aprenderam a manipular esses pontos restabelecendo o fluxo e ensinando às pessoas como fazer para evitar as recaídas (tradicional medicina chinesa). Na fisiologia integrada, a energia que chega aos centros de força é distribuída via meridianos de acupuntura até o sistema nervoso, integrando-se ao corpo físico através dele e daí ao sistema glandular cujos hormônios passam a ditar aos órgãos e células o que e como fazer.
Campo da aura:
O campo energético da pessoa gerado pela forma de pensar, sentir, agir; mais as irradiações da energia vital produzida nas mitocôndrias das células, formam o campo da energia humana ou aura que possui a sua própria anatomia. O campo energético formado pela aura humana funciona como um escudo de defesa capaz de regular as conexões entre as pessoas e tudo que nos cerca. Devido a esse mecanismo é que pensamentos/sentimentos de amor dirigidos a outras pessoas são capazes de ajudar a curar. A eficiência depende da sintonia entre as partes. Encontramos no evangelho a ocorrência de cura através do campo da aura no estudo do caso daquela senhora que sofria de hemorragias havia muitos anos e curou-se ao se aproximar de Jesus, apenas pelo contato entre as suas auras mesmo fisicamente distantes.

Diferenças entre a fisiologia animal e a humana.

Tudo que existe na dimensão física; desde pedras, vegetais, vírus, bactérias, animais e o homem têm sua correspondência no extra/físico. No animal o comando da memória celular que a criatura traz ao nascer é quase total para regular a fisiologia, somando-se as suas experiências de vida, e as interferências a que está submetido pelo meio e os semelhantes. Já o ser humano traz uma programação celular que perde a sua importância na proporção em que a pessoa desenvolva a capacidade de pensar e de escolher; ou reprograme a fisiologia do corpo físico, através da sua psicobiodinâmica forma de ser.

Fisiologia do amor.
Cada pensamento amoroso tem sua freqüência, comprimento de onda e amplitude particulares; potencializado pelo sentimento/emoção que age como um amplificador tem um destino e retorna ao emissor; fortalece o campo da aura que funciona também como um escudo protetor da vida de conexão e de relação; entra nos centros de força correspondentes e, se distribui pelos meridianos de acupuntura; daí integra-se ao corpo físico através do sistema nervoso, depois ao sistema glandular, e por último aos órgãos e células re/programando toda a fisiologia do ser.

Pode-se dizer que nosso corpo funciona em concordância com a forma de pensar/sentir/agir em estado de amor ou harmonia ou em desarmonia, tanto consigo mesmo quanto com os outros.

No próximo bate papo, colocaremos em discussão as Patologias do Amor – que conduzem com freqüência á doença orgânica; á loucura.

Namastê.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ANATOMIA DO AMOR

Continuando:

Sendo inerente ao ser humano o amor como nós encontra-se e manifesta-se em várias dimensões, simultaneamente.
Resumidamente nosso corpo físico é constituído por: células, tecidos, órgãos, sistemas. Podemos deduzir que nos corpos extra/físicos mais próximos desta dimensão, haja uma certa correspondência, apenas algumas funções podem não ser as mesmas. Vistos e observados desta dimensão, os corpos mais sutis nos parecem apenas um tipo de energia, no entanto, para que sejam individualidades nas outras dimensões eles são tão concretos e palpáveis quanto o nosso corpo físico é nesta dimensão.

Anatomia física

Nesta dimensão da vida temos um corpo físico, portanto o aprendizado do amor tem que passar necessariamente por ele. É através dele que o amor se torna concreto e se exterioriza. Pois como qualquer outra coisa, também ele para se desenvolver precisa ser exteriorizado, expressado, exercitado, permutado.

Todos os sentidos estão envolvidos no processo

Aprendemos a cada dia a conhecer a importância de um afago, um beijo, um abraço, um olhar, traduzindo o amor de alguém pela nossa pessoa.

No caminho da evolução, é importante que aprendamos a amar usando todos os sentidos.

A visão: em se tratando de amor, apenas um olhar é capaz de expressar o que mil palavras não conseguiriam traduzir.
A fala: o amor deve ser verbalizado sempre, pois a palavra tem um expressivo poder criativo.
A audição: ouvir que se é amado, anima, consola e desperta também o desejo de expressar o amor.
O tato: sentir na pele o amor, revigora os sentimentos mais íntimos pelas outras pessoas, quem recebe um afago sente logo o desejo de retribuir.
O olfato: o amor tem um odor peculiar e pessoal, que se espalha pela intimidade do ser estimulando o amor.
O paladar: quem ama sabe que o amor tem um gosto todo especial.

Para vivermos com equilíbrio e para aprendermos a amar em toda sua plenitude necessitamos de amor físico: olhares de amor, palavras de amor, carinho, afago, beijos, abraços, relações sexuais, enfim, necessitamos de contato físico.

Anatomia extra/física

Para a maioria de nós; nossos sentidos ainda não estão aparelhados para estudar a ação do amor na dimensão extra/física; mas o corpo físico devolve na forma de sensações o que ali ocorre.

Se pensamos e sentimos amor, o toque (sentido na mudança de padrão energético no campo da aura), o carinho, o afago, no corpo astral, se nos apresentam como sensações boas e prazerosas – ligeiramente parecidas com as sensações físicas; apenas mais sutis.
Ao contrário, se no momento em que alguém nos toca (na esfera astral) pensamos ou sentimos desamor ou vice versa, a sensação que nos envolve é desagradável, incômoda e até pode fazer sofrer.

Nas saídas do corpo físico (mais comuns ao dormir) praticamos amor e desamor; ao acordar a maioria de nós não se lembra; mas, as sensações agradáveis ou desagradáveis permanecem; ás vezes durante todo dia.

É possível sentir o amor ou o desamor de uma pessoa desencarnada?

Como você tem manifestado amor?
Usa todos os sentidos?

Terá o amor uma fisiologia?

Uma patologia? – Pode haver amor doentio? – Então não é amor?

Quem diria: o amor pode ser medido, estudado, avaliado.

Continua.

Namastê.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A QUALIDADE DO AMOR CONTEMPORÂNEO

Nunca se conjugou tanto o verbo amar quanto na atualidade; com pouca ou nenhuma compreensão do que represente.
Sem medo de errar podemos dizer que há poucas pessoas no mundo que amam realmente algo ou alguém. Primeiramente, porque não amam ainda nem a si próprias; até porque quem ama respeita, cuida. Depois, porque a maior parte cresce e é educada num sistema de vida onde confunde-se, até propositadamente, significado de amar.

Breve histórico do conceito amor na vida humana

Amor necessidade biológica:
O que entendemos e sentimos como amor ainda está muito ligado ao instinto de sobrevivência e de perpetuação da espécie. Têm sua origem do conceito de amor ligado ao sexo oposto. Muitos ainda usam o termo: fazer amor, para designar uma relação sexual. Para a espécie humana, o amor necessidade biológica continua sendo uma questão de continuar existindo.
Amor sobrevivência:
O amor de mãe tão cantado em verso e prosa como o protótipo do verdadeiro amor humano ainda é uma projeção do instinto de sobrevivência. Porque a espécie tem o estado de infância mais desprotegido e prolongado, os cuidados maternos são necessariamente mais intensos e demorados do que os das outras espécies; porém, o amor materno contemporâneo ainda é uma expressão de amor com forte componente biológico.
Amor posse:
À medida que o tempo passa e as experiências se sucedem desenvolvemos o conteúdo de maturidade emocional e afetiva. Devido ao natural predomínio do ser pouco evoluído e ainda muito centrado apenas em si mesmo. O ego tomou para si o conceito de amor e o tornou possessivo. Egoístas e orgulhosos somos ciumentos, lógico, pois, nos imaginamos donos do objeto do amor até na forma de nos expressarmos: amo meu pai, minha mãe, meus filhos, minha mulher, meu marido, etc. Descuidados permitimos que outras pessoas tomem posse de nós; ao imaginarmos que alguém vai nos tornar felizes, nós damos poder para que nos façam infelizes, sofredores.
Amor romance:
A partir da revolução industrial o conceito amor recebeu um conteúdo muito forte de romance; que foi acrescido ao de propriedade: amo porque é meu, se amo então me pertence. Na era moderna a velocidade com que as informações se processam e são veiculadas mais a exploração da mídia, tornaram o amor romance um dos produtos que mais ajudam a vender qualquer coisa.

O conceito amor foi banalizado.

Desconhecemos a simplicidade do amor, o tornamos complicado e sofisticado devido à pouca maturidade psicológica; ao fato de sentirmos e agirmos sem pensar; e de não termos desenvolvido a soberania emocional necessária capaz de torná-lo simples e puro como foi na infância.
Aceitamos sem questionar e copiamos o que nos dizem e desejam, a respeito de quase tudo; por isso, o conceito amor foi tão descaracterizado pela educação e cultura..

Tornou-se uma forma de expressão e de tratamento das mais corriqueiras:
Pois não amor? Já pediu meu amor? É usada no diminutivo, no aumentativo, no superlativo, depende dos interesses de cada um no momento: amorzinho, amoreco, amorzão, etc.

No jogo das relações sociais o termo é usado da forma mais hipócrita possível; por pessoas que se odeiam, se invejam. E se a pessoa não banaliza o conceito amor é assaltada com cobranças do tipo: Você nunca diz que me ama! Portanto, você não me ama!

É usado também para designar algo do qual pode-se gostar:
Esse cão é um amorzinho! Fulano, é um amor de pessoa!

Tornou-se quase sinônimo de relação sexual:
Aqueles dois estão fazendo amor! Assumiu também derivativos como a expressão: “amor livre” para designar relações sexuais sem responsabilidade ou até promíscuas.

Será que até o amor é produto de aprendizado e evolução?

A EVOLUÇÃO DO AMOR.

O amor é tão antigo e tão eterno quanto tudo.
Disso, não duvidamos.
Será que é capaz de mudar com o passar dos tempos?
Será que evolui e progride?
Podemos dizer que o amor não! Apenas a forma de compreendê-lo e de exteriorizá-lo.
Somos os únicos do planeta capazes evoluir ativamente segundo a nossa vontade, de gerenciar o próprio destino, de nos educarmos, de amar e de manter o estado de amor.

A capacidade de amar também é desenvolvida, aprendida.
O conceito ou o estado de amor, é relativo.
Cada pessoa o percebe e aplica segundo sua maturidade e evolução pessoal. Portanto, é verdade que os brutos também amam; segundo a sua ainda pobre capacidade de expressar o amor.

Nunca parou para questionar seu conceito de amor?
Interessa-se pelo assunto ou prefere continuar obsediando?

O conceito amor, como outros vitais e básicos que andamos discutindo, também necessita ser reavaliado com urgência.
Já adoeceu por amor?
Já fez alguém adoecer sob a ação do seu amor?
Não? – Pense bem.
De um a dez; qual a qualidade do seu amor?

Namastê.

domingo, 3 de abril de 2011

REFORMA ÍNTIMA E EGO

Analisando alguns conceitos da psicologia fica mais fácil entender a nossa necessidade da psiquiatria e do Dr. Jesus; sem pirar de vez.
Quando nosso espírito chegou aqui ganhou um kit psicológico que contém dentre outras coisas, estes brinquedinhos: Ego – Id – Superego.
Esqueçamos outros e vamos aprender a brincar de viver com estes. Para que servem?
O Ego, tão mal compreendido e interpretado, ou Eu é (ou deveria ser) o manda-chuva na formação da consciência; o armazenador das idéias, pensamentos, sentimentos, lembranças, experiências sensoriais. É nossa casca psicológica, a parte mais superficial, que deve ser tornada consciente (Reforma íntima) – para que comprove a realidade (verdade) e aceite; mediante controle e seleção dos desejos e impulsos. Ela deve obedecer á realidade, á necessidade de encontrar objetos e experiências que possam satisfazer o Id sem transgredir as exigências do Superego.
Quando o Ego apenas satisfaz as exigências do Id torna-se imoral, destrutivo – Por outro lado ao se submeter apenas ao Superego; enlouquece, desespera, pois viverá numa insatisfação insuportável se não atender ás demandas do mundo externo.
Segundo o que diz Jung a respeito do Ego: “É um dado complexo formado primeiramente por uma percepção geral de nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registros de nossa memória. Todos nós temos idéia de já termos existido, quer dizer, de nossa vida em épocas passadas; todos nós acumulamos uma longa série de recordações. Esses dois fatores são os principais componentes do Ego, que nos possibilitam considerá-lo como um complexo de fatos psíquicos.” Para Ele o Ego em sua função básica á natureza humana é a consciência da sobrevivência. É o limite da consciência entre o instinto de doar-se a uma causa ou uma verdade rígida do Superego e o da própria sobrevivência como indivíduo. O Ego é acima de tudo a composição mental do indivíduo, desprovida de valores da ética.
Quando dizemos que alguém é egoísta estamos na verdade dizendo que aquela pessoa busca seus próprios interesses – a confusão é que apomos conceitos de moral, nem sempre bem aplicada. Quando interessa ao nosso Superego rotulamos as atitudes dos outros segundo a medida de nossos valores; nós nos achamos altruístas (o que está sempre voltado para os interesses dos outros – não importa se bons se ruins – aí é que entra a moral adequada) quando nos interessa (o que nos torna egoístas).
A Moral Cristã é o remédio que o Dr. Jesus nos deixou para a cura das nossas loucuras e distúrbios psiquiátricos. Ela é equilibrada, pois nos ensina a controlar os desejos absurdos e a combater a ditadura do Superego.
Segundo Freud, o Id e o inconsciente são complementares embora diferenciados.
O Id é o reservatório da energia psíquica onde se localizam “pulsões” (nossos impulsos e TOCs). Ele é formado pelo conjunto dos impulsos orgânicos, instintos, desejos inconscientes; e é comandado pelo princípio do prazer; que exige satisfação imediata – É a libido. Na atualidade os impulsos e os desejos do Id estão sendo violentamente exacerbados pela Mídia, em especial a de ação rápida.
O Id responde ás necessidades básicas do individuo ao nascer; de certa forma nessa fase estamos apenas voltados para elas. Ancorar nelas é sinônimo de distúrbios psiquiátricos graves á vista.
A educação da atualidade é uma máquina de fabricar malucos; exemplo, a necessidade de alimentos e a saída da fase oral – os adultos dão uma importância tão grande á comida que impedem as crianças de ultrapassarem essa fase através do fortalecimento do Ego e da ajuda do Superego – daí essa loucura atual de uso do alimento como fonte de prazer (supremacia do Id) levando ao sobrepeso, diabetes e uma série de outras doenças, tanto psíquicas quanto orgânicas.

A Reforma Íntima mal executada e sob a ação da ditadura do Superego pessoal (visão de mundo) ou coletivo (sistema de crenças) gera loucura, violência. A ferramenta essencial ao fortalecimento do Ego, o pacificador e coordenador da nossa cura, é o raciocínio crítico.

O caminho da cura embora passe por Jesus; depende absolutamente da vontade e do esforço de cada um dos doentes. O momento primário da cura é o diagnóstico.
O auto-diagnóstico; a descoberta do EU SOU desvinculado do eu gostaria de ser; ou do sou o que me mandaram ser; ou sou o que disseram que sou – é condição vital para alcançar alta ou evitar a transferência de hospício.

Este universo além de lindo é surpreendente – neste manicômio chamado Terra, esta fase traz situações que parecem instigantes; mas apenas para quem pensa pouco.
Dentre elas:
È mais fácil que alguns autistas e outros rotulados de malucos graves saiam-se bem na empreitada da própria cura do que muitos “maluco beleza”. Talvez pelo fato de no fundo do poço ter uma mola que impulsiona a pensar. O perigo é quando os interesses do Id estão funcionando a toda sem precisar parar para pensar o que acontece de fato na nossa intimidade.

Na estrutura da minha alma quem é o chefe?

O que vou dizer ao Dr. Jesus na sua volta?

sábado, 2 de abril de 2011

O MÉDICO JESUS – QUAL É SUA ESPECIALIDADE?




Cá entre nós, os cristãos; durante nossa vida cansamos de ouvir que Jesus salva – Jesus cura.
Salva do quê?
Cura do quê?
Salva ou cura de quem?

Ao que tudo indica a principal especialidade do médico Jesus é a psiquiatria. Na sua primeira vinda Ele chegou com a missão de dar alta aos espíritos já em condições de levar uma vida cósmica normal; libertar aqueles já com possibilidades de se integrarem á comunidade da galáxia para atender aos desígnios do Pai.

A Terra é um manicômio multidimensional e ao mesmo tempo, uma Casa de Custódia que abriga perigosos facínoras que atentaram contra as Leis Divinas.
Vivemos num planeta situado na periferia da galáxia e que abriga em suas várias alas físicas e extra-físicas; desde “malucos beleza” que representam perigo apenas a si mesmos e gozam de relativa liberdade para desperdiçar tempo e recursos tanto pessoais quanto tecnológicos; quanto aqueles que precisam de mais isolamento em pavilhões mais guardados; outros precisam da solitária de segurança máxima encarcerados na própria mente.

Periodicamente os internos recebem permissão para gozar de certa liberdade e são liberados para a ala extra-física (desencarne); dependendo de cada caso, alguns, por bom comportamento, conseguem permanecer nessa região mais tempo aprendendo e preparando-se para uma atividade de labor programada e voluntária diminuindo a pena ao retornar ao cárcere do corpo físico (reencarnação); até alcançar a liberdade definitiva (alta ou ascenção).

Nem todos apresentam bom comportamento e boa vontade permanecendo “amotinados” em regiões da ala chamada umbral e são enfiados numa camisa de força (corpo físico) ás vezes com sérias e sindrômicas restrições de comunicação com os outros detentos.

A cura e a liberdade sempre vêm por mérito, através do bom comportamento e do trabalho em favor de si mesmo e da Instituição Estelar.
Essa Instituição é modelar como todas as outras do universo: igualdade de oportunidades e de deveres para todos; tolerância para quem demonstra boa vontade em melhorar.
Só tem alta quem quer e trabalha por ela.

Na sua primeira vinda á Instituição Gaia seu diretor clínico o Dr. Jesus; deixou de forma clara a prescrição para se atingir a cura e ter alta: O tratamento foi denominado Evangelhoterapia.
Um conjunto de medicamentos a serem tomados regularmente; juntamente com as outras prescrições de sanidade; e ás vezes pequenas cirurgias morais – dentre elas: cada detento é responsável pela limpeza e cuidados com sua cela (corpo físico) e com os arredores (meio ambiente).

Ele deixou bem claro que voltará para reavaliar caso a caso. Muitos terão alta; outros serão transferidos para outros presídios estelares; pois Gaia passará por profundas reformas e o número de detentos será reduzido; pois permanecerão apenas os que estiverem capacitados a colaborar na reforma programada; outros detentos de outros presídios estelares mais modernizados serão trazidos para cá para colaborar.

Segundo reportagens da TV Cósmica a situação entre os detentos aqui; não é das melhores, de acordo com os especialistas galácticos.
Quase todos apresentam o estigma da Neurose (competição) e da Psicose (alergia a responsabilidade – busca incessante de mudar o outro para justificar); a maioria apresenta atitudes de Personalidade Psicopata (disfarçadas no conceito de normalidade); atitudes esquizofrênicas predominam nos sistemas de crenças e no comportamento. O transtorno bipolar aumenta de forma acelerada; a capacidade de controle mental é mínima – A ansiedade e o medo grassam entre a população carcerária do planeta prisional como uma epidemia.

Os coordenadores do Presídio Estelar Gaia estão preocupados; pois a previsão anterior de que 2/3 seriam distribuídos para outros presídios ficou deveras comprometida.
Como medida preventiva, mais naves prisionais estão sendo requeridas para transportar os detentos – Há indícios de rebelião em outros presídios que não querem extrapolar a cota de recebimento de terráqueos, antes acordada.
O que fazer com os excedentes?
A esperança é que as mudanças que eles rotulam de catástrofes possa ajudar na cura.
A terapia do choque emocional frente a uma situação limite pode fazer com que muitos adquiram condições mínimas de continuar o tratamento na própria Gaia – como a que noticiamos em andamento na Ala Prisional que eles chamam de Japão.

Notícia de última hora:
As quadrilhas que vendem genéricos falsificados do medicamento “Evangelhoterapia” estão sendo desbaratadas pela PFC – aos que foram enganados, e desejarem, está sendo distribuída a vacina “Raciocínio Crítico” desenvolvida de forma emergencial pela Defesa Civil Cósmica estabelecida em Gaia.

A qualquer momento, notícias a respeito da volta do Dr. Jesus para finalizar essa fase do Planetinha Azul.

Os Mestres e Engenheiros Siderais responsáveis pela galáxia e por este Universo solicitam a todos que se mantenham em oração e vibrem pelo sucesso da volta do Dr. Jesus ao Presídio Estelar Gaia; pois o problema maior reside entre seus próprios servidores; como foi da primeira vez: O problema do egoísmo e do orgulho leva á deturpação dos objetivos. Lembram daquela mãe que pediu a Jesus para que seus filhos Apóstolos ficassem no comando e lucrassem com sua participação? Esse distúrbio chamado de “lobby” hoje é mais forte e perigoso do que da primeira vez: falsos profetas; adeptos das purezas doutrinárias...

Para finalizar o programa: Gaia em foco - da TV Cósmica.

Façamos a prece de encerramento:

Pedimos á Fonte Criadora.
Que os “desastres” íntimos e coletivos dos detentos em Gaia que estão por vir, possam sensibilizá-los e facilitar o trabalho da volta do Dr. Jesus; para a felicidade e a paz de toda a comunidade galáctica.

Qual é seu número de prisioneiro?
O meu é 05/11/51.

NAMASTÊ.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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