sexta-feira, 26 de novembro de 2010

INSALUBRIDADE AFETIVA


Desamor adoece.
Relacionamentos insalubres matam...
O atual estilo de vida onde predomina a competição, inevitavelmente seguida de desamor em infinitos graus deve levar boa parte de nós a mudar de CEP cósmico em breve tempo sem precisar da ajuda de cataclismas planetários proféticos ou midiáticos; pois, o desamor é a superbactéria da mediocridade evolutiva – claro que vários outros fatores: alterações no campo magnético do planeta com conseqüente aceleração do eixo tempo/espaço, envenenamento do ambiente e do corpo físico pela química a desserviço da vida, a ação da atual medicina, aplicação da justiça..., finalizarão o bolo do final destes tempos de “fúria seletiva”.
Você vai me matar!
Vocês vão acabar comigo!
Essas profecias feitas em casa e de fundo de quintal estribadas no vitimismo cultural têm um fundo de razão que as pessoas comuns (futuros exilados cósmicos) nem atinam. Mas, é vero. Sem que o saibam nós estamos assinando a própria sentença de morte e levando junto os em torno quando praticamos relações sem o mínimo de ética cósmica.
Entender o processo é fácil:
Durante um relacionamento agressivo, geralmente a mente/cérebro (eixo hipotálamo-hipofisário) envia um sinal às glândulas supra-renais um aviso fisiológico determinando a liberação de adrenalina na corrente sangüínea. Tal como acontece na Reação de Alarme da Síndrome Geral de Adaptação (nosso popular e mortal estresse). Durante a relação conturbada, há, rapidamente, um aumento da excitação fisiológica e do nível de vigilância do organismo. Simultaneamente, também procedente das supra-renais, os níveis sangüíneos de cortisol livre aumentam, numa clara demonstração da interação entre os estímulos externos e a fisiologia interna.
Recomendamos a leitura dos artigos nos bloogs onde abordamos o assunto ESTRESSE CRÔNICO.
Relacionamentos estressados matam e criminalizam; pois, atingem terceiros, quartos; enfim até a humanidade inteira.
Material para reflexão:
Seus filhos adoecem com freqüência?
A saúde da família anda capenga?
Como anda a sanidade da relação familiar?
Colesterol e outras bobageiras midiáticas é coisa pequena; frente aos elevados índices de Cortisol – o mediador químico da ganância, orgulho, egoísmo.
Cuidado; pois, o ambiente afetivo e energético do grupo pode estar atingindo patamares perigosos de insalubridade.
VACINE-SE.
Na dúvida sobre o que fazer:
AME.
Mas, como?

Arrisque tudo.

Viver o jogo da vida exige enorme coragem.
Somente os corajosos podem viver; pois a vida consiste em explorar, entrar no desconhecido.
Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança, nada disso tem o valor da sensação de felicitar para ser feliz e sem elevados índices de ACTH e Cortisol.

No GAME LOVE
Apertar essa tecla que deveria ser uma das primeiras, no presente momento é uma decisão complicada, que fazemos apenas quando nós estamos no limite do GAME OVER.

Resete (pare e pense).

Reinicie (desejo e vontade):
Apertando a tecla do amor a si mesmo; mas, antes, deixe de ser cobaia TDAH e leia o manual de instruções para continuar vivendo em 3D no planeta Terra...

Caso cumpramos os requisitos mínimos de convivência; a vida nos premiará com o adicional de insalubridade por carregar malas cósmicas (ajuda espiritual).
Mas, quem é a mala?
Quem é o carregador?
Quem é o ACTH?
Quem é o cortisol?

O momento exige que arejemos nossa vida afetiva...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

PARA QUE SERVE A CONSCIÊNCIA?



Uma das maiores dificuldades da ciência tem sido definir e caracterizar o que seja consciência; talvez pela nossa realidade de seres em transição da animalidade para a humanidade; em nós ela ainda é incipiente.
Postulados científicos á parte podemos dizer para consumo interno que estamos conscientes quando em vigilância ou atentos e agimos de forma deliberada.
A maioria entende as funções e qualidades da consciência como:
- Um tipo de habilidade para discriminar, categorizar e reagir aos estímulos do ambiente.
- Capacidade de Integrar a informação num sistema cognitivo.
- Habilidade de comunicação entre os estados da mente.
- Habilidade para acessar seus próprios estados internos.
- Capacidade de atribuir um foco de atenção ao que está em jogo num determinado momento.
- Controle deliberado do comportamento.
- Diferença entre o estado de vigília e o de sono
Sempre que pensamos alguma coisa e/ou percebemos algo, existe um processamento mental das informações e, paralelamente a esse processamento neuronal, existe também uma representação subjetiva.
No ser humano em desenvolvimento do estado mais consciente a representação subjetiva pode ser entendida como a experiência.
Podemos então dizer que a consciência é o atributo mental capaz, entre outras coisas, de unificar e organizar todas nossas sensações com todas as nossas experiências.
Ter contato com a realidade de nosso estado de consciência pode trazer sensações boas e alegres ou tristes e prazerosas; mas, só consegue fazer isso a pessoa que já está focada no desejo de alterar e de ampliar seu estado de consciência.

Para exemplificar vou relatar uma ocorrência/experiência que vivi no trânsito semana passada.
Moro em SP e trabalho em SBC.
Conhecedor do meu potencial de impulsividade, intolerância e agressividade contida, eu procuro sair com antecedência, até para não ouvir uma das verdades que repugna os motoristas orgulhosos: Tá com pressa? – Acorda mais cedo!
Estava eu dirigindo tranqüilo e de forma “defensiva” quando levei o maior susto: um motoqueiro de forma deliberada pelo que mostrou a seguir; ele arrebentou com meu retrovisor, e saiu costurando todo mundo no trânsito.
No momento tive o ímpeto de ter uma arma na mão e descarregá-la nele. Respirando fundo isso, esse impulso me assustou. Eu já me “achava” um cara mais zen, capaz de relevar muitas afrontas e agressões – mas, o impulso (ele é a nossa verdade de evolução espiritual) de retaliação extremada me assustou e entristeceu; pior ainda foi a dificuldade em afastar a transferência do sentimento do momento a todos os motoqueiros que vieram a seguir (quanto mais eu rezo mais assombração me aparece).
Um motivo de alegria é que tive a relativa capacidade de ativar a consciência sem sair á caça dele para tirar satisfação; mas, ainda me falta dominar a impulsividade, a raiva e a agressividade; pois, levei um bom tempo para digerir as idéias e os impulsos que brotavam na minha cabeça.

Minha intenção ao relatar essa experiência pessoal, é alertar para um redobrado estado de atenção; de modo a não deixar passar em branco, experiências que podem servir de treinamento para dificuldades maiores que estão por chegar – Não apenas com relação aos meus defeitos de caráter expostos na situação; mas, muitas outras lições mais ligth passam em branco.
Na experiência que vivi:
Imagine se tivesse uma arma – Um retrovisor quebrado vale a perda de uma ou várias vidas e a perda da qualidade da minha? – E se eu tivesse conseguido alcançá-lo?
Não sabemos o que nos reserva o futuro – melhor que nos preparemos, ampliando nossa consciência – refletir é o primeiro passo; já comecei da dar os primeiros; todas as dicas são bem vindas.

Para que serve a consciência ampliada?
Para nos levar a universos nunca dantes navegados por nós...

domingo, 21 de novembro de 2010

NÃO LEVE O “TRABALHO” PARA CASA – NINGUÉM MERECE




Enterre seus “ossinhos profissionais” da semana na sexta e cavuque para devorá-los na segunda.

Somos “educados” quase que exclusivamente para a vida profissional com a qual, por sinal, mantemos uma relação bastante esquizofrênica. Boa parte de nós, em muitas ocasiões, ao longo da vida sente-se na profissão errada e no lugar errado; insatisfeitos, desmotivados – isso, quando temos trabalho, emprego.
A concorrência é tremenda; e se no planeta ainda não há justiça equitativa e igualdade de oportunidades; na vida profissional, a concorrência beira a delinqüência sob a chancela do marketing pessoal e empresarial. Conciliar valores próprios com o de muitas corporações leva muita gente ao médico e ao analista; outros ao cemitério; e a família ao hospício.
Todo mundo, queixa-se da chefia; quando não está na posição de.

Incontáveis são os motivos que nos obrigam a permanecer numa profissão ou no trabalho em que hora nos encontramos – nosso assunto de hoje são os efeitos colaterais do trabalho que afetam os em torno, especialmente os amores e a família.

Dentre elas:
A mais moderna das sensações afetivas é a de solidão.
Caso estejamos nos sentindo mal amados, incompreendidos, é hora de revisar, dentre outras coisas, o que o trabalho está afetando nossa vida afetiva e familiar.

Não há como negar, o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, ninguém tem tempo para ninguém, portanto, é natural que, a sensação de isolamento e de estar só, torne-se cada vez mais forte, e perigosa para a sanidade em todos os seus aspectos, também.
Estudos comprovam que as pessoas que tem muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade se comparadas com os que vivem de forma mais isolada e de mal com a vida. Outros estudos mostram que, pessoas separadas (muitas vezes é pior a separação estando junto) ou divorciadas (divórcio de objetivos comuns, de cumplicidade) têm maiores índices de doenças em comparação com os que comungam uma vida a dois na sua possível plenitude.
Esse tipo de pesquisa é como chover no molhado; pois já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue; quem só pensa em si mesmo, acaba isolando-se do resto e, detém o fluxo de energia que representa a própria vida, a troca o amor. No caso em questão: o solitário torna-se um sujeito problemático, um tipo de doente psicológico que se afasta dos outros sem trocar energias e, que impede que as pessoas se aproximem dele; e quando é impossível o isolamento, até adoeçam.

O estilo de vida acelerado que adotamos, nos leva a ampliarmos e a fixarmos a atenção apenas em nós mesmos, nas nossas necessidades ou nas dos nossos; ou ignorando-as por completo. Na vida laboral, poucos dispõem de tempo para as pessoas em torno; muitos até deixaram de ter tempo para si; e dedicam-se a cultuar e a viver apenas para coisas impessoais, como instituições ou empresas. A educação que preconiza e cultua a neurose de competir para sobrepujar o outro a qualquer preço e a qualquer custo, colabora para acelerar a solidão compulsória que gera kharma. Sua empresa é campeã de queixas nos organismos de defesa do consumidor; saiba que perante a Justiça Natural, você é comparsa - Atenuantes? – Claro! – Mas, o que fazemos para melhorar? – Manter o emprego? – Usemos as desculpas e justificativas que melhor nos servir no momento – Mas, e como sustentá-las no tribunal da consciência? – Será que não estou fazendo com meus familiares, o que faço com meus clientes, chefes, subordinados?
A cultura das coisas descartáveis passa a ser aplicada também nas pessoas em torno (antigos amores) que se tornam descartáveis quando deixam de atender aos nossos interesses mais imediatos: vida profissional. Uma das conseqüências desse estilo de vida é o clima de insegurança e de medo que leva uns a desconfiarem dos outros em todos os segmentos da vida.

Se nós descarregamos nas pessoas que nos cercam tudo que envolve nosso ambiente de trabalho: cobranças indevidas, violência subliminar e verbal, descaso, desrespeito á nossa dignidade, falta de ética, suborno, chantagem, propina, maledicência – jamais, sob pena de severas punições no tribunal futuro da consciência devemos dizer que as amamos.

Amor é um conceito sagrado.

Pois, o mínimo que se espera de um ser humano na atualidade que evoca o querer bem, até o amar:
O AMOR EXIGE RESPEITO.

Quando dizemos que amamos algo ou alguém, e, se esse dito; não é da boca/para/fora, está implícito que respeitamos esse algo ou alguém. Respeitar a natureza não é apenas não destruí-la, à vista dos outros ou não. Respeitar o outro, não é apenas um comportamento de boa educação ou de civilidade – tal e qual na bazófia: O cliente tem sempre razão (desde que não mexa no meu bolso – não afete meus interesses).
É muito mais do que isso.

O respeito manifesta-se de muitas formas

• Compreensão. É preciso que se compreenda aquilo que pretendemos respeitar, caso contrário, ao invés de respeito é medo. Respeito não é temor. É por isso que, o ignorante não é capaz de respeitar nada nem ninguém – como as pessoas psicopatas que são maravilhosas no trabalho e carrascos em seus lares. A pessoa temente a Deus, ainda não o respeita, nem o ama porque ainda não o compreende.
• Estudo. É preciso que se conheça aquilo a que devemos nosso respeito. Respeitar é uma atitude consciente. Não se pode respeitar aquilo que não conhecemos bem. Quem são os que compartilham comigo a vida? O que pretendem? Quem são eles? Quais suas necessidades? Seus valores?...
• Aceitação. O respeito exige aceitar o outro como ele é, sem perder tempo em tentar modificá-lo. Aceitação não é algo passivo, inerte. Aceitar significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de modificar os outros quando eles nos solicitarem e permitirem.
• Humildade. Conhecer seu próprio valor é a marca registrada do humilde. Somente quem se conhece e respeita não teme. A aceitação do outro também depende do desenvolver de uma série de qualidades humanas como: a paciência, a tolerância etc.

Não transfira seus problemas de vida profissional para a vida dos em torno; pois, isso vai te custar muito caro. Muito mais do que possas imaginar...
Mais grave ainda é o que fazemos com os outros no trabalho de matar dez leões por dia, e que afetará a vida de alguns, dezenas, centenas, milhares, milhões...
O amigo é um simples assalariado? – Compromisso com alguns, apenas.
Funcionário Público? – Compromisso com milhares ou milhões.
Pequeno empresário? – Afeta a vida de algumas dezenas.
Grande empresário? – Responsabilidade proporcional.
Diretor de grandes multinacionais – Progressão geométrica.
Governante? – sem comentário.

Responsabilidades existenciais á parte – nosso assunto de hoje: os em torno – A NOSSA família e demais derivações contemporâneas e extemporâneas. O que fazemos com a família dos outros é, outro grave problema a ser debatido.

NÃO LEVE O SEU TRABALHO PARA CASA: NINGUÉM MERECE SEUS OSSINHOS DO DIA A DIA DA SUA VIDA PROFISSIONAL – APRENDA A ROÊ-LOS NO SILÊNCIO DE SUA CONSCIÊNCIA...

sábado, 20 de novembro de 2010

REMÉDIO PARA A MEMÓRIA – O QUE MESMO DESEJA? - MANO




Alzheimer é a Vó!

Essa é uma das queixas contemporâneas mais comuns:
Que medo; eu estou perdendo a memória, muito rápido!
Uma das preocupações é com a idade; mas, na realidade a perda da memória é um dos efeitos colaterais do estresse crônico; que não escolhe mais idade; apenas jeito de viver.

ATENÇÃO E OBJETIVOS DE VIDA É UMA ATITUDE PSICOLÓGICA:

Um dos problemas da atualidade, talvez em virtude do excesso de informações e de solicitações, é a falta de Foco Voluntário; o que nos impede de estarmos atentos de forma consciente; isso é desastroso; pois a Atenção nos coloca na realidade e a falta dela no mundo da ilusão.
Preguiça de pensar?
Pois, atenção exige esforço e concentração de interesse.
Claro que as dificuldades aumentam em progressão geométrica; pois, como manter a concentração de interesse, se nós permitimos que outras mentes, digam o que é ou não importante para nossas razões de viver. Conforme mostra a ilustração, nós estamos aqui on - line – mas, quem comanda nossas vidas pode estar bem lá atrás, em se tratando de evolução ética, moral segundo as leis cósmicas.

A quem reclamar?
Á Deus?
Á ciência?
A nós mesmos?

Isso é ponto pacífico: Se não temos atitude não temos memória.

Numa vida tipo “roda mundo roda pião” quem se entrega ao domínio de mentes alheias sofre constantemente de depressões mesmo que passageiras; além de sutis processos de bipolaridade, TOC, angústia, pânicos leves, surtos psicóticos imperceptíveis pelas pessoas normais – Esses estados alteram de forma significativa o estado de Atenção; “destruindo a memória”.

Os hábitos e os pequenos vícios de alimentação também podem influenciar de forma significativa o estado de vigilância da Atenção Consciente; isso, sem falar dos remédios de uso contínuo.

Sem concentração da Atenção não há memória; que em último caso é a somatória de todas as experiências que retorna quando solicitada de forma consciente ou às vezes, não.

A ciência dá o veredicto sobre nossa rápida perda de memória:
Ela também exige raciocínio – é preciso que haja compreensão do objeto ou do fato; além de sanidade nos processos afetivos.

Não quer perder a memória?
Fuja da mídia tipo TV.
Leia mais.
Pense mais, medite.
Leve uma vida útil e objetivada.
Tenha mais amigos.
Ande, passeie.
Eduque as emoções.
Se já se aposentou como ser vivente e pensante; ao menos faça palavras cruzadas.

Não busque soluções em consultórios médicos tradicionais nem na enxurrada das terapias alternativas – não há mágica a fazer.

Experimente buscar: é capaz do profissional ao final da curta e precária entrevista, não se lembrar do seu nome; muito menos o que a pessoa (você) foi buscar.

Melhor comprar remédios para a memória em lojas de perfumaria ou ir simplesmente á drogaria ou farmácia...

Nessa maluquice que será a vida daqui em diante; ao menos na perda de memória vamos sair no lucro: nós vamos voltar a ser crianças: as baboseiras das solicitações normóticas vão entrar por um ouvido e sair pelo outro; a gente só vai se lembrar do que realmente temos interesse.

ACHO QUE TE CONHEÇO DE ALGUM LUGAR!
VOCÊ NÃO É O FULANO IRMÃ DE BELTRANA?
VOCÊ TRABALHA NUM LUGAR ASSIM, ASSIM?

Fique frio, na realidade você não tem para essa pessoa a importância necessária para ativar a memória; já a sua irmã; ou o que você faz; isso, sim...

Identificou-se na figura que usamos para ilustrar?
Em que ponto ancorou?
Está num mix?
Defina-se.
Pense.
Recomece.

VAI UMA BANANA AÍ MANO?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O MUNDO SEM DIFERENÇAS – MEU MUNDO IDEAL

O mundo seria um paraíso se todos percebessem a vida da mesma forma.
Se enxergassem os acontecimentos com os mesmos olhos.
Se todos os ouvidos escutassem a voz do meu coração.
Certamente não haveria caras feias e emburradas; discussões; brigas; depressão; angústia.
Apenas: alegria; paz; para sempre (sob o meu comando; claro).

É difícil aceitar que pessoas a quem amamos tenham o dom de nos irritar; contrariando-nos em muitas oportunidades.
Parece até de propósito.
Será que sentem prazer nisso?

Tentam sabotar nossa ajuda de muitas formas:
Se nós pedimos não fazem.
Se nós mostramos o que está na cara que é o melhor para elas; somos ditadores.
Transformam nossas colocações mais simples em coisas complicadas; isso, quando não distorcem o que dizemos; para atender seus interesses do momento.
É incrível; que assim ajam. Pois, tudo que queremos é o bem delas; mas não colaboram; não nos ajudam a criar seu próprio bem.
Fingem não entender nossas determinações tão lúcidas e claras; não as executam. Nossos mais puros e legítimos desejos são ignorados.
Dá vontade de desistir; entregar na mão de Deus.
Ás vezes nós nos questionamos:
- Será assim para todo mundo ou é só comigo?

Todos nós temos um numero sem fim de motivos que imaginamos os mais legítimos; até amorosos; para tentar mudar as pessoas com as quais convivemos mais de perto. Claro que na vida em família, essa atitude é mais forte e constante; dominante.

Pensando com nossos interesseiros botões; é difícil compreender as razões; dos que teimosamente; não querem; a nossa tão bem intencionada; ajuda.

O mundo perfeito sem desigualdades nem diferenças é aquele, onde todos tenham a mesma visão a respeito de tudo: A nossa.

O MUNDO PERFEITO É AQUELE QUE TEM A NOSSA CARA.

Somos deuses cara de pau.

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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