terça-feira, 2 de novembro de 2010

AMIGDALITE GERA FALTA DE AMOR?


Continua...
Se, até pouco tempo, alguém me dissesse que, minha pobreza em amar; e minha carência em comportamento altruísta era causada por amigdalite crônica; confesso que ficaria espantado, intrigado.
Mas, é verdade:
E quem diz é a ciência: Há motivos para acreditar que a base do comportamento altruísta se encontra no Sistema Límbico. O amor, assim como o comportamento altruísta, parecem ser aquisições do Sistema Límbico humano (nada a ver com libido).
E, uma parte importantíssima dessa região límbica é a chamada Amígdala, que tem um papel transcendente na agressividade. Em pesquisas, a destruição experimental das Amígdalas (são duas, uma para cada um dos hemisférios cerebrais) faz com que o animal se torne dócil, sexualmente indistinto, afetivamente descaracterizado e indiferente ás situações de risco (lembra algo na atualidade?).
O estímulo elétrico (qual o papel do estresse crônico nesse processo, é algo a se estudar) agindo nas Amígdalas provoca crises de violenta agressividade.
Em humanos, a lesão da Amígdala faz, dentre outras coisas, com que o indivíduo perca o sentido afetivo da percepção de uma informação vinda de fora, como a visão de uma pessoa conhecida ou querida. Ele sabe quem está vendo, mas não sabe se gosta ou desgosta da pessoa que vê. Difícil saber como; mas, ao que parece a maioria das pessoas da atualidade parece ter sido amigdalectomizada – quem sabe pela TV e outros meios de esterilização da criatividade e da amorosidade; em massa.
Em tempo; amígdalas cerebrais têm pouco ou nada a ver com as antigas amígdalas ou tonsilas palatinas, as da dor de garganta que os médicos necessitados de honorários e a família necessitada de raciocínio tendiam a extirpar nas crianças...
Localizada na profundidade de cada lobo temporal anterior, as Amígdalas funcionam de modo íntimo com o Hipotálamo.
É o centro identificador de perigo, gerando medo e ansiedade e colocando o animal em situação de alerta, preparando-o para fugir ou lutar, estariam assim, envolvidas na produção de uma resposta ao medo e outras emoções negativas.
Dá prá entender que o “vírus” do estresse crônico é um dos agentes geradores da amigdalite cerebral crônica; um dos fatores de uma doença evolutiva grave chamada cretinização mental/emocional; que acomete parcela significativa da população; a mente neurótica com a ajuda da Assembléia Neuronal envia uma quantidade excessiva de informações de medo e ansiedade; o que trava o sistema de defesa mental, emocional e orgânico.
As áreas cerebrais mais primitivas relacionadas à agressão, mais precisamente, à agressão depredadora, são estruturas filogenéticas muito antigas, onde se inclui o hipotálamo, o tálamo, o mesencéfalo, o hipocampo e, como já vimos; as Amígdalas e o Hipotálamo trabalham (ou deveriam fazê-lo) em estreita harmonia, de tal forma que um comportamento de ataque pode ser acelerado ou retardado, estimulado ou inibido, dependendo da interação entre estas estruturas.
Porém, a verdadeira agressão humana; aquela planejada pela alma doente; talvez elaborada segundo algum objetivo. Ou talvez seja os subprodutos da agressão, perversidade e destrutividade acumulados ao longo da trajetória evolutiva; e inscrita no DNA à espera de fatores desencadeadores; para isso, precisa de redes neuronais complexas e abrangentes como as Assembléias Neuronais; e envolve principalmente o Sistema Límbico para se manifestar em atitudes.
Não deixe que extirpem suas amígdalas nem as cerebrais nem as palatinas. Elas devem atrofiar-se por si só; talvez fruto da evolução – num mecanismo semelhante á atrofia das amígdalas palatinas após o período de infância, as cerebrais atenuam sua função à medida que a alma amadurece em consciência.

Cuidado com a amigdalite caseosa tanto nas palatinas quando nas cerebrais. O cheiro dos maus pensamentos e desejos é nauseabundo; tal e qual o exalado pelas palatinas.
A halitose mental, emocional de quem sofre de amigdalite cerebral crônica é de lascar...

Mas;
Cuidado com o bisturi da TV e do sistema de entretenimento.Titica de pombo na cabeça também faz mal...

Continua... (São?).

Vivendo e aprendendo...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

CERTOS COMPORTAMENTOS...


CERTOS COMPORTAMENTOS...
Prosseguindo; na seqüência do bate papo sobre nosso pensar, sentir, agir; com a finalidade de tentarmos a urgente cura da Normose.
Para tal, é urgente rever posicionamentos a respeito de quem ainda somos e nossas posturas diárias.
Usando conceitos básicos de nossa anatomia e fisiologia filogenética, vamos tentar entender “certos comportamentos” esquisitos para um ser humano da atualidade.
Onde ficamos ancorados no passado – em que estágio?
Por que não atualizamos nosso DNA?
Quais as origens de nossas doenças psicológicas e comportamentais?
Qual de nossos cérebros é o chefe eleito pela alma para comandar?
É chocante a idéia de que boa parte de nós ainda não pode ser considerado um ser humano de fato; em alguma Época, em algum lugar do passado sofremos um curto circuito evolutivo.
Esquecemos de salvar no nosso código genético as experiências?
Será que elas foram apagadas?
Estão nos registros akásicos ou na lixeira cósmica?
Na anatomia tudo bem; alguns de nós somos até belos espécimes - mas, na fisiologia da alma ou da consciência; ancoramos em Eras bem arcaicas.
Hoje é aceita a idéia com relação á personalidade; segundo a qual na fisiologia da consciência, os processos cerebrais acontecem tanto através de uma função hierárquica entre os três cérebros e uma Assembléia neuronal. (assunto interessante para entendermos o funcionamento esquizóide das Assembléias de todos os tipos; bem como as Câmaras e os Senados mundo a fora.
Esses cérebros são herança de nossos antepassados: répteis, mamíferos e primeiros primatas. De volta para o futuro?
Possuem diferentes características de performances comportamentais. Que é a carteira de identidade mostrada nas atitudes de muitas pessoas da atualidade. Uns apresentam-se mais como anfíbios, outros como reptilianos, alguns como primatas.
Esse nosso aparato fisiológico da manifestação da personalidade e do comportamento, se constitui de um conjunto de estruturas nervosas denominadas: Gânglios de Base e o Complexo Estriado.
Essa é a parte mais primitiva do cérebro humano, juntamente com a medula espinhal, o bulbo e a protuberância formando a parte do cérebro posterior e do cérebro médio ou mesencéfalo. Predominante?
Nessas áreas temos os mecanismos básicos de autoconservação e reprodução; incluindo o ritmo cardíaco, respiração e circulação sanguínea.
Como explicar peripakes, taquicardias, arritmias, dança da pressão, respiração ansiosa e curta? Onde deu zebra? Na fase de anfíbio, réptil, primata ou na de candidato a humano estressado?
Nos peixes e anfíbios essas estruturas respondem pelo cérebro quase todo. Em certas pessoas também.
Essas colocações, embora não pareçam, á primeira vista; são importantes para que nos posicionemos com relação á nossa evolução espiritual individual e até como agrupamento humano; porque mostram alguns elementos comuns ao ser humano da atualidade e aos répteis, provenientes de algumas estruturas cerebrais arcaicas; cujo predomínio nas atitudes é inexplicável segundo a evolução biológica pura e simples.
As atitudes favorecidas por essas estruturas antigas; seriam, por exemplo:
A seleção do lugar, a territorialidade.
O envolvimento na caça e busca da comida.
O acasalamento.
Mecanismos que intervêm na formação da hierarquia social, como a seleção de líderes.
Participação nos comportamentos ritualistas.
São condutas que existem naturalmente nos animais inferiores e, deveriam estar devidamente domesticadas, no candidato a ser humano; da atualidade.
Convido o amigo, a uma reflexão profunda a respeito de sua postura diária; envolvendo apenas esses quesitos.
Foi triste; mas, hoje não me importo mais quando sou chamado de réptil, anta, burro e outras qualificações de minhas posturas diárias – apenas vou tentar pegar carona nessa ajuda para “desancorar”; sair de onde fiquei preso no tempo.
Continua...
Na seqüência; não muito ordenada – próximo assunto:
“Falta de amor ou amigdalite?”.
As áreas cerebrais mais primitivas relacionadas à agressão, mais precisamente à agressão depredadora, são estruturas filogenéticas muito antigas; mas que continuam com a corda toda...
Dentre elas; as Amígdalas.

domingo, 31 de outubro de 2010

PSICÓTICO É A MÃE!



Na seqüência do nosso bate papo para estimular a percepção da nossa personalidade; e de reformá-la para seguir em frente, aqui; se, esse for nosso desejo: o assunto de hoje é o nosso comportamento de viver fora da realidade; mesmo sem que sejamos políticos em campanha para eleição. Algo muito difícil para a maioria dos normais; em razão da influência da mídia de ação ultra - rápida.

Parece que o tal de fim do mundo dos esquizóides, segundo a visão de mundo dos normóticos, vai ser uma loucura cósmica.
Nossa sociedade normo/neurótica está caminhando rapidamente para uma sociedade psicótica, meio esquizóide/frênica (talvez essa doidice atinja seu auge em 2011); embora os limites das doenças mentais sejam sempre tênues.

Até mesmo os espiritualizados.
Médiuns são esquizofrênicos, psicóticos ou surtados?
Serão eles os normais de volta para o futuro?

Estar psicótico é diferente de ser (o típico que precisa de remédios para dormir, acordar, transar, e até, de camisa de força), representa a fuga á realidade e pensamentos fora de controle.
Boa parte das pessoas está “levemente” psicótica (normose).
Antigamente; a psicose era vista como um estado anormal de funcionamento psíquico. Hoje nem tanto assim.
Em que confiar num diagnóstico sem drogar-se?
Para nós cobaias do sistema; mesmo não sabendo exatamente como são as patologias psiquiátricas, podemos imaginar algo semelhante ao compará-las com determinadas experiências pessoais.
A tristeza e a alegria assemelham-se à depressão e a mania, a dificuldade de recordar ou de aprender estão relacionada à demência e ao retardo, o medo e a ansiedade perante situações corriqueiras têm relações com os transtornos fóbicos e de ansiedade.
Da mesma forma outros transtornos psiquiátricos podem ser imaginados a partir de experiências pessoais.
Para que os educados de forma normótica se tranqüilizem:
Os psicóticos quando não estão em crise, zelam pelo seu bem estar, alimentam-se, evitam machucar-se, têm interesse sexual sem precisar de aditivos, estabelecem contato com pessoas reais (não são viciados em NET). Isto tudo é indício da existência de um relacionamento com o mundo mais ou menos real.
A psicose propriamente dita começa a partir do ponto em que o paciente relaciona-se com objetos e coisas que não existem no nosso mundo real (Brasília talvez seja a capital da psicose maniqueísta).
Alguns sintomas:
- Sensações de desconfiança de estar sendo passado prá trás; perseguido no trabalho ou nas atividades; vigiado, observado; provocado; gozado; comentado; controlado; traído, etc. Nada ou tudo a ver com o fruto da paranóia social.
- Agitação mental e física DDA – DDHA – mexer pernas e braços; estalar dedos; espremer espinhas; comer, comer, comer, mastigar, mastigar. Chicletar.
- Agitação, confusão; sensação de viver num eterno show.
- Não falar coisa com coisa; mesmo sem ser político.
- Sensação de não pertencer a este mundo.
- Insônia ou sono interrompido.
- Inapetência ou fome compulsiva.
- Tudo eu; sensação de ser o centro do universo.
- Sentir-se incompreendido; desejo de ficar só.
- Viajar na maionese quanto a interpretar fatos comuns e corriqueiros.
- Pensamento bloqueado, interrompido; a pessoa não consegue interpretar um texto nem transmitir uma idéia até o fim. Mistura assuntos.
- Desleixo com a aparência; ou excessivamente preocupados com viver na moda; fazer parte de grupos, tribos.
- Cara de “retardado”; cansado; esgotado; ou nerd tipo sorrir na hora de chorar.

Essas posturas psicóticas podem aparecer aos poucos como comportamento normótico da educação e cultura; ou a piração aguda (surto psicótico – antigo rodar a baiana na cultura tuíniquim).

Fatores que podem desencadear a psicose normótica:
Esquizofrenia. Transtorno Bipolar. Psicose Pós Parto. Medicamentos: analgésicos, anfentaminas, cortisona, etc. Traumatismos cranianos. AVC. Tumores cerebrais. Doença de Alzheimer. Demência Senil. Borderline. Estresse. Tóxicos. Concurso Público. Eleição.

A maioria das pessoas vive e sobrevive sob a ação da Depressão Pós-Surto de Psicose nem sempre detectado em virtude da Normose:
Cansaço; tristeza; falta de pique; falta de memória; desânimo.

Embora as pessoas se surpreendam; que, ao parecer que a cura chegou; ao invés de ficar no maior pique para curtir e aproveitar de forma neurótica a vida; o paciente perdeu o tesão de viver; inexplicável para quem fugiu das aulas de física.


Diagnóstico:
Os exames quase sempre dão normais (problema típico da normose).
Como seres oriundos da normose, nós somos seres delirantes:
Marca registrada da psicose; o delírio é toda convicção inabalável, incompreensível e absurda que um psicótico tem.
O delírio pode ser proveniente de muitas situações: uma recordação para a qual o paciente dá uma nova interpretação; originada pelas situações mostradas pela mídia; ou de uma idéia de auto-obsessão. Quando a idéia é muito absurda é fácil ver que se trata de um delírio, mas quando é plausível é necessário examinar a forma como o paciente pratica a idéia que defende.

Prognóstico:
A cura na atual existência é quase impossível dentro dos moldes da atual educação e seus valores.
Depois dos últimos artigos; o amigo já se enquadrou?
Ainda não?
Tem mais.

sábado, 30 de outubro de 2010

PERSONALIDADE PSICOPATA – EU?


A maioria dos amigos que interagem nos meus bloogs são pessoas que estão em busca da sanidade física, psicológica e espiritual.
Conforme já colocamos em vários artigos, vivemos um momento especial de transição em Gaia; vamos subir em escala de padrão vibratório de 4D para 5D – não será mais possível, pela exigüidade do tempo mudar a freqüência de forma passiva (dor e sofrer); é preciso atitude de mudança – Daí, para cada um de nós a emergência espiritual é o conhecimento de nós mesmos para que não piremos na transição; pois não haverá o atual umbral; então, a transferência de domicílio cósmico é inevitável para os mais descuidados.
Vamos brincar de nos conhecermos em maior profundidade (nada daquele processo primário de defeitos de caráter e virtude).
Como sofremos de visão deformada a nosso respeito; se alguém disser que somos Personalidades Psicopatas em potencial; muita gente vai se ofender.
É difícil que a Personalidade Psicopática seja reconhecida ou aceita pelo próprio paciente e, às vezes, nem mesmo por algum grupo social; pois, a característica de fazer sofrer os outros ou a sociedade é demasiadamente relativo e subjetivo: um revolucionário, por exemplo, é um psicopata para alguns e herói para outros.
O momento é especial; pois, num mundo a mil por hora tudo vai ficar embaralhado e o planeta vai virar um fantástico hospício; para depois deixar de sê-lo.
Os limites da sanidade e dos distúrbios psicológicos são nebulosos; e hoje em virtude dos aparatos tecnológicos que propiciam vastas e perigosas formas de agressão individual e coletiva; o assunto passou a ser mais discutido. Em especial o conceito de sociopata.
O termo personalidade psicopata ou psicopática foi usado por Kraepelin em 1904 para designar os que não são nem neuróticos nem psicóticos, nem bipolares; seguido de muitos outros, até os dias de hoje. Claro que suas colocações estavam centradas na ótica do comportamento vigente na época. Alguns tipos como os farsantes, embusteiros, querelantes, hoje são considerados pelas pessoas comuns como gente normal.
Resumindo e agregando alguns conceitos a respeito do assunto:
Problemas de distúrbios de conduta na infância. Inexistência de alucinações e delírio. Ausência de manifestações neuróticas. Impulsividade e ausência de autocontrole. Irresponsabilidade. Encanto superficial. Notável inteligência e loquacidade. Egocentrismo patológico. Autovalorização e arrogância. Incapacidade de amar. Pobreza de reações afetivas básicas. Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada. Falta de sentimentos de culpa e de vergonha ou excesso. Indigno de confiança. Falta de empatia nas relações pessoais. Manipulação do outro com recursos enganosos. Mentiras e insinceridade. Perda específica da intuição. Incapacidade para seguir qualquer plano de vida. Conduta anti-social sem aparente arrependimento ou excessivo. Ameaças de suicídio raramente cumpridas. Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida.

Se o amigo se encaixou em ao menos cinco não se assuste; espere ou vá procurar outras dicas de comportamento, neurótico, psicótico, transtorno bipolar, esquizofrenia para que faça um diagnóstico de si mesmo mais próximo da realidade.

Mas, fique tranqüilo e light, pois:
Estar psicopata é uma maneira estável de ser no mundo. Adaptável nas condutas, sua dissimulação garante seu sucesso ou sobrevivência social.
Os que estão nessa condição refletem o desajuste do eu; são seguros à sua própria maneira; apresentam desordens de personalidade, embora exerçam funções com certa normalidade; apresentam alterações parciais de conduta desajustando-se com o meio sob certos estímulos; tendem a extremos de comportamento e não costumam avaliar os efeitos de suas atitudes; daí, não se acharem anormais e põem no ambiente ou naqueles com os quais convivem toda a origem de suas dificuldades. As variedades deste distúrbio são muitas, e resumiremos mais algumas poucas:
Instáveis emocionais: imaturos de humor muito oscilante, pobres de afetividade, brigões, podem rir e chorar pelo mesmo motivo ou choram sem razão. Tem jeito de bipolar; sem que o sejam de fato.
Personalidade passiva: dependentes, dominados e explorados.
Personalidade agressiva: explosivos, excessivamente auto - afirmados, às vezes líderes quando inteligentes; atuam melhor em grupos ou bando.
Personalidade compulsiva: meticulosamente arrumados, doentios em suas preocupações de ordem e de trabalho; quando já em tentativa de tornarem-se neuróticos descontam na comida e nas drogas permitidas: açúcar, cafeína, farinha, chocolate, etc.
Personalidade anti-social: conflitos constantes com a sociedade e suas normas.
Desvios sexuais: são muitos e variáveis.
Alcoolismo, toxicomania e gula: variável com o grau de intoxicação e lesão adquirido.

ALERTA – PEGOU GERAL:
O portador de personalidade psicopática tendendo a psicótico; para progredir espiritualmente usa muito mais a dor e o sofrer; pois, se encontra incapacitado enquanto psicótico para praticar a reciclagem íntima (o neurótico faz melhor esse processo). Quem se encontra neste estágio é incapaz de movimentar recursos evolutivos pela reflexão, devido à ausência de percepção das deficiências próprias; percebe apenas os instrumentos externos: situações, acontecimentos e o atrito com as criaturas de sua convivência. Precisa, e muito, dos choques de retorno da lei de causa e efeito para atingir a condição de neurose quando já reconhece suas deficiências, busca ajuda e tenta modificar-se.
A sociedade da atualidade e seus valores; acentuou a tendência da estrutura narcisista do psicopata normótico: auto-referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade, exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros, superficialidade emocional, crises de insegurança que se alternam com sentimentos de grandiosidade, intensa rivalidade e inveja, consciente e/ou inconscientemente, refletidos na contínua tendência para exploração do outro, incapacidade de depender de outros, falta de empatia com para com outros, falta de compromisso interno em outras relações com ou sem sentimento de culpa.
Ao se defrontar consigo mesmo, não entre em depressão pelo amor de Deus.
Mais dicas virão...
Não se esqueça das dicas que já demos no bloog para evitar a morte, peripaques, viroses, pneumonias, gripes, enfartes e AVC nos feriadões.
O perigo é de sábado prá domingo...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O PERIGOSO DDA COLETIVO



Déficit de Atenção e Instabilidade Psicomotora ou Síndrome Hipercinética

Antes da aceleração e dos efeitos do estresse crônico:
“Esconde tudo que possa ser quebrado, que a família de fulano vem aí; e aquele filho deles...”
O indivíduo hipercinético ou instável psicomotor era o popular “capetinha” ou “bicho-carpinteiro” que não consegue prestar atenção em nada. É uma pessoa que atua de maneira confusa e intuitiva, não consegue utilizar os encadeamentos, as oposições ou as confrontações do raciocínio lógico; possui boa memória imediata para fatos concretos, porém não é capaz de ordenar os fatos no tempo; tem grandes dificuldades em lidar com o fator tempo. Necessita dispersar energia; é como se estivesse em curto-circuito, liga e desliga todo o tempo. E nem sempre é mal/educado ou mal/treinado...

Características:
São afetados por todos os tipos de estímulos externos, sendo incapazes de inibir sua necessidade de dispersão; não conseguem fixar sua atenção em algo por muito tempo; elas se fixam tanto nos detalhes quanto no conjunto, mas qualquer atividade ordenada lhes causa fadiga. Tem sua atenção no que estão fazendo tirada por estímulos que outros nem sequer chegam a perceber como a buzina de um automóvel, o vôo de um inseto, numa sala de aula são capazes de encantar-se com detalhes num lápis ou numa borracha que as outras crianças nem notam. Esquecem-se com freqüência dos detalhes de suas atividades diárias. Nas relações sociais, a desatenção pode manifestar-se por freqüentes mudanças de assunto, por não serem capazes de fixar-se naquilo que está sendo falado e por se distraírem com tudo o que os cerca.
Por funcionarem em curto-circuito, estão sempre aptos a realizar bem tarefas que requeiram muita energia em pouco tempo. Irradiam tanta energia no que fazem que “contaminam” os que estão à sua volta; e quando em idade escolar freqüentemente transformam-se num foco de perturbação para a execução de qualquer tarefa que exija um esforço constante de atenção e de elaboração mental; ocasionam conflitos com os professores, com a escola e dentro da família. Quase sempre pais e educadores por falta de conhecimento do problema interpretam esse distúrbio como um ato voluntário, devido a isso, essas crianças são ajudadas ou tratadas de forma inadequada.

De certa forma o estilo de vida da normose neurótica, mãe do estresse crônico nos transforma em pessoas, cada vez mais, sem memória e sem capacidade de concentração.

A evolução desse processo de DDA já mostra sinais de perigo.

- Cuidado ao colocar panelas no fogo; elas serão esquecidas e graves problemas podem ocorrer – especialmente incêndios em edifícios.
- Ferros de passar roupa podem ficar dias ligados.
- Quando o farol abrir para você; verifique se os que tinham de parar no cruzamento já estão parados; pois, muitas pessoas estão tão entretidas com suas divagações e problemas; que não verão nem o cruzamento quanto mais o vermelho no farol.
- Preste atenção ao atravessar a rua; olhe dos dois lados; cuidado com os motoqueiros entre os carros. Se estiver ao volante fique atento para pessoas na calçada; elas podem atravessar sem olhar.
- Se toma remédios; cuidado para não tomar o errado, na hora errada.
- Cuidado com os cruzamentos; as pessoas não sabem o que é ou não prestam atenção na preferencial.
- Se o trânsito à sua frente parou; verifique pelo retrovisor se o condutor do carro de trás percebeu e diminuiu a velocidade; caso contrário: sinalize.

Muitas outras situações de perigo podem ser listadas; especialmente em alguns tipos de trabalho.

Fuja da TV e não ouça essas músicas de batidão e de poucas notas musicais; ficar meio DDA é quase inevitável; mas, DDA e border line é demais – ninguém merece conviver com gente nessa condição – ou será que merece?

Solução?
Claro que há.

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