sábado, 18 de setembro de 2010

ACNE É MOTIVO PARA SUICÍDIO?


Lendo a respeito da notícia veiculada na Net; entristeceu-me a reflexão a respeito do valor ínfimo que damos á vida.
Adolescentes com acne são mais propensos a pensar em suicídio
PARIS (AFP) - As meninas adolescentes que sofrem de acne severa são duas vezes mais propensas a pensar em cometer suicídio, e os meninos, três vezes mais do que seus amigos que não sofrem deste problema, revelou um estudo publicado esta quinta-feira.
A pesquisa, realizada com base em um questionário com 3.775 jovens noruegueses com idades entre 18 e 19 anos, traz evidências estatísticas sobre os efeitos que a acne tem na saúde mental.
Catorze por cento dos pesquisados disseram considerar sua acne importante.
Além da ideação suicida - ou seja, o pensamento em tirar a própria vida, sem necessariamente ir às vias de fato -, estes jovens são duas vezes mais propensos a sentir falta de amigos, 51% a nunca ter feito sexo, e 41% a ter um desempenho medíocre na escola.
O estudo, publicado no Journal of Investigative Dermatology, foi conduzido por Jon Anders Halvorsen, da Universidade de Oslo.

REFLEXÃO:
Certa feita, ouvindo a palavra de um mentor Reikiano a respeito da valorização de nossa existência, eu fiquei a pensar a respeito até hoje.
Ele disse que passamos no vestibular da reencarnação; e que bilhões de outros queriam estar em nosso lugar, aqui, hoje; e não conseguiram – no entanto, o que fazemos com nossa existência tão duramente conquistada? Vivemos depressivos, angustiados, em pânico; descontentes; com tendência suicida por simples frustrações, contrariedades, orgulho ferido, etc.
Devemos aproveitar cada minuto, cada situação de aprendizado com muita alegria – mas, para isso, é preciso expandir a consciência para aprender a valorizar a vida que nos foi dada pela Fonte Criadora.
Alerta:
Há muitos tipos de suicídio; súbitos, escabrosos - ou os piores: lentos e disfarçados usando-se a arma do vício, dos excessos, da falta de cuidados e de respeito ao corpo físico, gerando doença e morte antes do prazo combinado.
Na atualidade está em andamento um tipo de suicídio lento e inexorável: as doenças auto – imunes. Se o amigo é portador de doença auto – imune fique atento; reflita a respeito de sua vida com muito carinho; pois, sua cura pode depender disso.
Qualquer motivo é motivo para sair da existência?
Existem grandes motivos e pequenos motivos?
Claro que cada um tem os seus; e os achamos justos no momento do desespero.
O fator obsessão é muito importante nesse processo – sempre precisa ser levado em conta – assunto interessante para ser debatido.
Num mundo que valoriza cada vez mais a aparência; quando não conseguimos atingir os padrões de sucesso nossa auto-estima despenca. Claro que o impulso para acabar com a própria vida decorre de muitos outros fatores.
Essa atitude quando consciente é a de um obstinado infrator das leis que regem a vida e a evolução. Nesse caso, a seqüência evolutiva pode ser penosa. A tendência para tal atitude de fuga persiste e, tende a repetir-se experiência de vida, uma atrás da outra. Quem frustrado e pressionado já pensou em suicídio ou fez a tentativa, com certeza vem lutando contra isso, às vezes por muitos séculos.
Eu já tive muitos impulsos para acabar com a existência – com o tempo; ampliando o entendimento a respeito de quem somos nós, quem sou eu, e o que vim fazer aqui – percebo que havia interferências estranhas reforçando antigas tendências.
Superei; mas ainda preciso me libertar do descuido com o corpo, com os excessos, lidar melhor com as frustrações – e o pior, deixar de ser metido achando que já fiz em 3D o que tinha de fazer – Quem sou eu para definir ou decidir isso?

Quando bate uma vontade danada de ir embora retomo um velho hábito:

REFLEXÕES PREPARATÓRIAS PARA MORRER
Se eu morresse hoje?
Para onde iria?
Com quem estaria?
Em que condições?
Para responder com clareza a essas dúvidas o primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre nossa vida, compreendemos melhor os objetivos e finalidades dela.
A reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte; dominando o temor e também ajuda a estarmos sempre prontos; pois a qualquer momento estaremos de novo vivendo esta experiência.
Alguns questionamentos sempre são úteis:
Observo a morte como algo a ser combatido?
Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma fase a ser ultrapassada?
Penso, e debato sobre o tema com naturalidade?
Se eu evito, onde se localizam meus bloqueios?
No temor da perda?
Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e modificar hábitos de que tanto gosto?
Faço confusão entre a crise da morte e o julgamento de consciência do pós - morte?
Minhas crenças podem alterar a ordem natural dos acontecimentos?
Há diferença entre o medo da própria morte e o da morte de criaturas do meu convívio?
No momento, seria mais conveniente crer na continuidade da vida pós-morte ou que ela seja o fim de tudo?

A cada situação em que nos deparamos com o problema; novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade nós continuamos a reciclagem. Exemplo: uma pessoa conhecida morreu de enfarte. A morte prematura foi fruto das escolhas do estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento e o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte e ao mesmo tempo: conseqüência das escolhas da forma de viver e suicídio semi-consciente (que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças); na recusa em modificar avançamos para suicídio quase consciente que trará conseqüências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).

DICA PARA OS PORTADORES DE ACNE

Para melhorar a auto-estima não é preciso tomar remédios que detonam com o fígado.
Primeiro reavalie a dieta.
Cuide do intestino.

Receita caseira para diminuir as inflamações do acne.
1 pedaço de inhame cru.
1 fatia de gengibre.
Maizena ou farinha de trigo.
Água que baste.
Bata no liquidificador e faça uma pasta.
Aplique como máscara – deixe no rosto até secar – lave.

Queremos que todos os jovens de qualquer idade sintam-se lindinhos

Última dica:
Para atenuar a tendência depressiva procuro inventar motivos e metas para levar o cotidiano, e começo a descobrir a cada dia, que viver vale muito – e que é preciso voltar a ser criança – SEM EMBURRAR.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DÉFICIT DE FOCO


Recebi de amigos leitores, um pedido de socorro a respeito das inevitáveis descobertas íntimas nesta fase de aceleração do momento existencial.
Posso apenas colocar minhas pobres experiências pessoais e agregando a elas as mais ricas que, são fruto do meu trabalho como médico de famílias.

O momento atual não tem volta:
A maior parte de nós vai viver crises fantásticas de encontrar-se com o adversário da sua paz e felicidade; dar de cara com um desconhecido, não aceito, nem amado: consigo mesmo - para tomar uma definitiva enquanto dure: decisão.

Para alguns o preço a pagar vai ser alto em se tratando de sanidade cósmica.
Sem reclamos, nem queixumes:
Nós nos deixamos formatar vivendo apenas para os valores e a vida fora de nós.

Ninguém aqui hoje em 3D está imune; mesmo que imagine estar:
Sou portador do Déficit de Atenção – antes eu me achava avoado nas lides do cotidiano.
Hoje percebo que tenho um problema maior: Déficit de foco em existir.
Quem sou eu?
Que faço aqui?
O que quero?
Quais são meus desejos/
São meus de verdade?

Ao longo da minha trajetória de aprendizado deixei-me levar demais pela cabeça dos outros – até com relação ao meu maior patrimônio: a liberdade de pensar. E fiquei bradando feito uma criança:

Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Mereço ser feliz!

Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória.
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua, é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.

Fiz minhas escolhas.

O preço a pagar está sendo alto?
– Depende do foco; do observador e do momento. Por incrível que pareça até a minha a respeito de eu mesmo – quando foco minhas vivências pelo lado dos valores dos outros e de 3D; eu me sinto um fracassado; quanto me analiso pelos valores de 4D me sinto um verme – mas, quando me percebo no espelho da vida pela minha tarefa contratada; ás vezes eu me adoro; noutras eu me decepciono e busco nisso forças para alavancar e seguir em frente.

Tudo depende de foco e de ajuste desse foco.
Ainda medíocre que sou; hoje, não sou mais a mesma pessoa de ontem – sou um pouco mais flexível sem acatar ordens a que não dou guarida. Meu sistema de crenças foi detonado – hoje, sou um buscador da verdade e de eu mesmo – isso, me basta e me preenche; claro que ainda não me torna feliz nem realizado.

Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.

Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências de viver segundo as normas ditadas pelos interesses de outrem.
Desse ponto em diante começamos a perder o foco a respeito de quem somos – daí é preciso recuperar, reconstruir; o que, é sempre mais complexo e caro para quem quiser pagar o preço de retornar ao seu projeto de vida.

Particularmente, de forma sofrida para os valores que me foram impostos; alguns deles eu aceitei outros não; descobri o que vim fazer na existência: qual meu projeto de vida – que está sendo mal cumprido em alguns pontos; noutros não.
Mas, tenho um problema como a maioria dos que já estão ampliando a consciência, avancei demais em alguns tópicos e deixei outros importantes; muito aquém do esperado para as condições atuais – Ou seja: estou desfocado.
Alerta:
Não se meta na descoberta de foco alheio:
Pois, pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem. Não carregue nem induza pessoa alguma, ás suas guerras pessoais.

Estou me libertando aos poucos dos outros:
Da mesma forma que não tenho ídolos, detesto gurus – peço sempre aos amigos que não me sigam; quem o fizer estará por sua própria conta e risco.

Focar é a tarefa de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa tarefa, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias – dos outros.

Quem somos nós?

Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar.

As diferenças estão no foco.

Amar a nós mesmos é sintonizar com quem somos hoje, em harmonia.

Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos conosco e entre nós. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.

No que toca ao amor a, eu mesmo:
Tenho vergonha de relatar o que faço comigo; o descaso com minha permanência em 3D; descumprindo um contrato comigo mesmo – o principal.
No contrato que fiz com outros e com meus monitores da tarefa existencial já extrapolei, fui além do combinado em alguns quesitos; noutros não - e não arredo pé – mas, com relação ao contratado comigo mesmo, com o principal, estou inadimplente; correndo sério risco do maldito e amoroso tapinha nas costas: Na próxima vez; você consegue!

Sintonia e atração.

Atraímos e somos atraídos por pessoas, tarefas, vocações, profissões; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente. A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva.
Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.

De onde terá vindo esse conhecimento que liberta?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações, considerações deste tipo:

FICA PARA O PRÓXIMO BATE PAPO.

Bate papo com a própria consciência - breve num dos bloogs – ou neste. Nos outros bloogs linkados ao lado; há muitos velhos assuntos com novas caras?

OK?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ESGOTAMENTO – DESÂNIMO – DEPRESSÃO – PURA FALTA DE AMOR?


A cada dia atendo mais pessoas com queixa de desânimo, apatia, depressão, tristeza. Eu a cada dia que passa (parece contagem regressiva) questiono se conseguirei viver mais um, adiante...
Alguns amigos meus estão também se questionando – claro que em grupo, a coisa funciona melhor.
Hoje por exemplo, acordei péssimo, meio depressivo, sem energia, tive que largar coisas importantes e cochilar várias vezes (tive sonhos incríveis em poucos minutos de sono) – recebi e-mails de pessoas queridas dizendo a mesma coisa.

Não é preciso ter motivos comuns para se sentir assim; eu atendo pacientes que tem tudo que eu sonho para ser feliz, realizado, vencedor; e estão numa pindaíba energética e motivacional tal e qual eu e outros

Cada um imagina seus motivos: muito sofrimento seguido; perdas; frustrações; traições; trabalho exagerado; estresse; macumba; implantes; chips; obsessão; armas psicotrônicas – uma infinidade de desculpas motivacionais.
Cantamos essa bola há algum tempo; no bloog temos vários artigos a respeito; neles avisamos e reavisamos: vai piorar para quem não se mexer em reformar seu sistema de crenças.

Nosso foco de hoje será o amor próprio; que implica em amar a Deus, ao próximo, á natureza, ao cosmos...
Quem não se ama vai apagar, fenecer.
Nossos conceitos de amor são paranóicos quanto aos objetivos: nada de prazer; apego; posse; direito de ser feliz.
Nos outros, apenas expressamos o amor que temos a nós mesmos.
Não queira ser amado – não vampirize a si e ao objeto do seu amor.
Ame, abasteça a tudo e a todos de amor, vida, energia...

Um conceito Divino de amor:

AMAR É RECRIAR A PRÓPRIA VIDA.

Viver é pensar, sentir, analisar e agir o tempo todo.
O amor é criativo de forma ininterrupta. Um ser que se ama e que ama a tudo e a todos, se mantêm, sempre vivo/criativo, e cuida para não tornar-se um morto em vida, um depressivo, angustiado ou em pânico.
Telespectadores de qualquer coisa, perdem, abrem mão da capacidade de amar e de serem amados

Viver é objetivar.
Para que, para quem serve sua vida?
Recicle seus objetivos de vida a cada novo momento.
Um ser amoroso estuda a própria vida; e nunca perde de vista seus objetivos, crê neles, desenvolve a confiança, que marca a certeza daquilo que deseja alcançar e, confere sempre se os seus objetivos de vida estão alinhados às leis naturais – isso, é básico.

Para amar é preciso recuperar a própria identidade.

Quem ama, conseguiu recuperar a própria identidade que nos dá energia. Sabe quem somos e o que viemos fazer aqui. Identificou os próprios valores e se estão alinhados às leis naturais que regem a evolução universal. Não aceita os objetos dos desejos dos outros como uma condição para ser feliz, amar ou ser amado; nem ser manipulado, conduzido, tratado como parte de um rebanho, ser chamado de massa consumidora, ou populacho. Nunca amadureceremos se permitirmos que os outros pensem por nós e determinem nossas escolhas, pois ninguém pode evoluir pelo outro.
Isso dá um cansaço danado...

É preciso adquirir soberania emocional.

Um ser amoroso sabe e sente que a felicidade está dentro de si mesmo. Para isso, precisa de tranqüilidade de consciência que não se perturba com simples provas a serem superadas; como traições, mortes de quem quer que seja; perdas. Está ciente que nenhuma pessoa, posse, bem material ou sensação vai torná-lo feliz ou infeliz, senão por breves momentos. Vai usufruir plenamente de tudo e de todos sem sentir-se dono de nada nem de ninguém, e oferecerá aos outros sempre o melhor que dispuser de si no momento, executando as mínimas tarefas com amor.
Essa simples postura é o melhor e mais eficiente energético que jamais será inventado.

Não sei com relação aos amigos leitores; mas, está ficando cada vez mais claro que meus conflitos estão drenando minhas energias – preciso definir de uma vez por todas: quem sou eu; o que vim fazer aqui desta vez. Como classe média na evolução espiritual confesso que ta difícil definir o foco principal.
Este escrito já me motivou um pouco – mas, será que terei que criar uma nova razão de viver a cada novo minuto?
Não vou dar conta...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

BOTA O PÉ NA ESTRADA...


Exceto, uma parte das pessoas mais idosas, as gerações mais novas estão perdendo a qualidade de vida e a longevidade. Muitos são os fatores: dieta inadequada, vida sedentária, ansiedade, medo.

Ansiedade:
A ansiedade doentia do mundo contemporâneo; é fruto da nossa pouca competência em gerenciar a própria vida, relacionar valores íntimos particulares e alinhados ás leis que regem a vida.
Quando permitimos que as outras pessoas nos vendam desejos, necessidades e expectativas, problemas e soluções deles; somos merecedores de viver ansiosos, angustiados, depressivos, em pânico.

Pressa:
Qual a diferença entre ansiedade e pressa?
A ansiedade é um mecanismo mental/emocional.
A pressa é a sua materialização na forma de atitudes e trabalho.
Ela leva as pessoas a tentarem fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Praticamente tudo que fazemos sob esse impulso, é mal feito. Desperdiçamos o próprio tempo; pois, pouco criamos e realizamos; apenas refazemos os erros das escolhas e das execuções mal feitas.

Medo:
O ser humano sempre dominou o outro pelo medo; mas na vida atual extrapolamos. Ele trava nossa vida. Morrer de medo é possível; e o pior, é aos poucos.

Dieta inadequada:
Em nome da ciência e do prazer, nós comemos alimentos inadequados para nosso corpo e extrapolamos na quantidade.

Vida sedentária.
Em nome do progresso usamos cada vez menos o corpo físico – também em nome da pressa e do conforto caminhamos cada vez menos com a ajuda de escadas e esteiras rolantes; elevadores; automóveis e todos os outros meios de transporte.

Numa pequena região dos Andes vive uma comunidade estilo Matusalém; todos passam dos cem anos de idade. Lá eles têm um ditado:
O homem tem dois médicos: o pé esquerdo e o pé direito.
Os habitantes desse lugar são caminhantes por natureza e cultura.

Porque razão caminhar faz tanto bem á saúde?

A explicação é simples: dentre muitas outras razões e benefícios:
Na sola do pé encontram-se o mapa das terminações ligadas aos meridianos de acupuntura. Ao caminharmos com regularidade estimulamos e regularizamos a circulação de energia nos meridianos de todos os órgãos e glândulas, equilibrando a saúde. De preferência caminhar descalço; onde seja possível para absorver energia telúrica.

Claro que nessa comunidade, um tanto quanto xamânica, outros fatores de saúde e longevidade estão presentes; mas, mesmo para nós que vivemos nos grandes centros urbanos, é possível melhorar nossa saúde; através de providências simples e de baixo custo.

Saúde bio/energética:

Pessoas equilibradas e sadias tanto no corpo físico quanto no corpo mental/emocional nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil - e vivem mais felizes e alegres.
Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativa o circuito da energia vital e revitaliza os centros de força mesmo em situações existenciais de prova ou desfavoráveis.
Quando se lê que as pessoas alegres vivem melhor e com mais saúde - quem já gerencia sua vida segundo os princípios da energia vital sabe muito bem porque.

Há um ditado de longevidade da china: Coma metade; ande o dobro; ria o mais que puder...

Tá esperando o quê para botar o pé na estrada?
Andar não cansa – descansa!

(Tem artigo novo no http://artedaboamorte.blogspot.com
- A melhora antes da morte).

sábado, 11 de setembro de 2010

A PERIGOSA CIÊNCIA DO ÓBVIO


Hoje, “vale tudo” para ir para a mídia. A internet foi um inevitável desfecho do jargão: assim caminha a humanidade – Evidente que uma ferramenta desse porte e potencial traz sérios riscos para a maioria que pensa pouco; nada bom nem ruim; apenas um detalhe num final de ciclo do eterno vestibular da universidade cósmica.
Sapeando pela internet me deparei com mais uma nova pérola da ciência do óbvio ululante:
Crianças que não dormem ao menos 10 horas por noite têm risco de sobrepeso
Por Roni Caryn Rabin
The New York Times


Crianças pequenas que não dormem o suficiente têm o dobro de risco de ter excesso de peso
• Crianças brasileiras entre 5 e 9 anos estão crescendo acima dos padrões internacionais
• Obesidade infantil afeta uma em cada três crianças brasileiras
• Obesidade leva crianças chinesas a acampamentos para emagrecer
Crianças abaixo dos 5 anos que não dormem pelo menos 10 horas por noite têm quase o dobro de risco de desenvolver sobrepeso ou obesidade ainda na infância, segundo um novo estudo. E cochilos durante o dia não contam.
O estudo, publicado na última segunda-feira em “Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine”, analisou dados de uma amostra nacionalmente representativa de 1.930 crianças com menos de 14 anos.
Os dados incluíam diários detalhados de dois dias aleatórios, onde os pais registravam a quantidade de tempo que a criança gastava em diversas atividades, entre elas o sono.
O estudo complementa um corpo de evidências já existente, que sugere que o sono desempenha um importante papel no controle do peso – talvez porque crianças cansadas não sejam tão ativas, ou porque o sono afete hormônios que influenciam o apetite e a fome, afirmou a principal autora do artigo, Janice F. Bell, professora-assistente na Escola de Saúde Pública da Universidade de Washington, em Seattle.
“O que estamos dizendo é que um sono adequado entre 0 e 5 anos é provavelmente mais importante do que pensávamos”, disse Bell, acrescentando que a boa notícia é que “isso é um fator de risco modificável – algo que podemos mudar”.
NÃO QUERENDO SER CHATO – JÁ SENDO:
Provavelmente um novo remédio para fazer dormir os “gordinhos pentelhos insones”, breve estará no mercado.
Claro que não interessa estudar os motivos que leva a maioria dos obesos de hoje (maioria mesmo) a se tornarem pé e pá na cova antes do tempo.
Conforme todos sabem; mas, poucos se interessam em agir – o problema de fato, é o estresse a que os adultos submetem as crianças na atualidade (até na China).
Vamos recordar apenas alguns tópicos:
Estrutura familiar:
Boa parte da responsabilidade do Estresse a que é submetida a criança pode ser atribuída aos pais. As experiências da primeira infância também parecem ter uma forte influência na maneira como as pessoas lidam com o Estresse. Um exemplo são as crianças criadas em orfanato, abandonadas ou negligenciadas têm altos níveis de corticóides e respostas acentuadas a situações posteriores de Estresse.
Quem é criado numa família caótica, pouco unida e com muitos problemas; é bem provável que, mais tarde na vida, vá reagir com doença segundo suas predisposições.
Até os oito anos o cérebro da criança ainda está se desenvolvendo em resposta ao ambiente. Esse cérebro pode se adaptar a lidar com situações extremas de medo. Daí, seu estado normal é o da adrenalina correndo em quantidade e quando essas crianças se tornam adultas elas se sentem vazias ou entediadas se não estiverem sob pressão o tempo todo. Podem se tornar como seus pais com facilidade: Depressivas, Angustiadas ou entrar em Pânico.

Falta de tempo:
Num passado recente o pai trabalhava fora e a mãe ficava em casa, hoje grande parte dos casais vê-se obrigado a educar as crianças à distância. Estudos americanos indicam que pais e filhos hoje ficam menos de duas horas por dia juntos sob o mesmo teto, trinta anos atrás permaneciam mais de dez horas diárias. Um dado perturbador é que a falta de tempo é irreversível, já que os pais precisam e desejam trabalhar. Um alívio é que até agora não se provou que a educação à distância traga tantos problemas para os filhos, como um casamento ruim, a falta de participação do pai e o grau de ansiedade de culpa que a mãe transmite para o filho por trabalhar fora. O problema que é que muitos pais que lamentam a falta de tempo, mas quando chega o final de semana permanecem sentados em frente da televisão em vez de sair com os filhos. Há pais que lotam a agenda dos filhos na esperança de que as crianças, assim ocupadas, não sintam a falta deles. Não dá certo.

Como o tempo escasseia cada vez mais, os pais e as mães desenvolvem um tipo especial e moderno de remorso: a sensação de que não dão às crianças tudo aquilo que elas precisam. E acabam compensando de duas formas. Com presentes- como se isso aumentasse a compreensão para o fato de que os adultos precisam trabalhar- e deixando a criança fazer tudo o que quer, criando indivíduos sem limites e até infratores. O que pode levar a criança a confundir vínculo afetivo com objetos materiais.

Cobrança de desempenho:
Hoje as crianças têm uma agenda sobrecarregada, com escola, inglês, natação, computação, judô, balé, nem sempre por opção delas. O garoto pode adorar nadar, mas quando o pai o coloca numa escola de natação dizendo que ele vai ser um novo Gustavo Borges, a atividade prazerosa vira cobrança e causa Estresse. Muitas delas sofrem por parte dos pais a pressão pelo perfeccionismo, que em vez do sucesso pode levar ao fracasso. Nessa circunstância a criança começa a se auto/desvalorizar sente culpa e cai em Depressão; a criança sufocada pode tornar-se agressiva ou apática; até Depressiva e suicida.

Não queira que seu filho durma por decreto; pior, se cometer o crime de medicá-lo para dormir – e, até mesmo o número de horas que certos interesses querem padronizar.

Premiar o óbvio é coisa de medíocres: premiar o óbvio ululante é coisa de gente que merece...

Claro que há outros motivos a explicar as razões das crianças de hoje dormirem menos que os adultos – se houver interesse; é fácil deduzir...

Para os interessados;

Leiam nos bloogs:

http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com
- Família bagunçada – sociedade zoneada – perigo á vista

http://menganaquegosto.blogspot.com
PROBrEMAS POLÍTICOS.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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