quinta-feira, 10 de junho de 2010

REQUISITOS PARA ESQUECER AS OFENSAS

Pela sua importância em nossa qualidade de vida; vamos bater na tecla do esquecimento dos erros e do perdão, nos próximos dias.

Perdoar não é apenas deixar prá lá; deixar barato – é muito mais do que uma atitude de não violência – exige inteligência, planejamento e atitude ativa.

Não consigo esquecer!
Volta e meia me pego a relembrar o mal que me fizeram!
Porque é tão difícil perdoar?

A pouca capacidade de perdoar espelha como nós gerenciamos a existência; e indica falta de metas de vida, planejamento e metodologia adequada.

Para reciclar um padrão de atitudes nós precisamos de estímulos adequados e interessantes.

Uma das falhas, é que tentamos perdoar sem entender bem a razão principal; daí, o fazemos sem metas e objetivos adequados.

Tentamos perdoar porque nos disseram que devemos, mas não entendemos bem.

A relação custo/benefício do perdão ainda é nebulosa para nós. Daí que, muitas vezes nosso esforço para perdoar torna-se vão.

Culturalmente o conceito de perdão costuma andar atrelado aos religiosos, nos quais a relação custo/benefício quase sempre traz o custo para hoje – e, fica para se receber o benefício depois da morte; o que tira o estímulo do lucro, da vantagem imediata, tão típica da nossa formatação cultural – Além disso, ainda traz consigo a dúvida do calote - E se tudo terminar aqui mesmo? – E se não houver nem céu nem inferno - Qual terá sido a vantagem do esforço de engolir tanto sapo e perdoar por perdoar?

Na vida contemporânea, para atuar com eficiência, é preciso que na relação custo/benefício, o ganho com o perdão seja trazido para o presente; a vantagem do lucro tem que ser, e, é imediata e real. Exemplo: o lucro é muito grande na preservação da saúde física e psicológica, como dissemos no artigo anterior.
Já parou para somar quanto se gasta com doenças em dinheiro vivo?
E a dor física e moral?
E quanto custa ficar sem trabalhar e produzir?
Tornar-se incapacitado para o trabalho será um tipo de parasitismo social?

Ora, se cultivar mágoas, ressentimentos e vinganças pode adoecer e até matar; erradicar esse foco de insanidade é uma forma de vacina ético moral mais do que necessária.

A relação custo/benefício deve ser uma relação onde todos lucrem.

Quase sempre nossos interesses estão acima de tudo e de todos. Ao tentarmos esquecer a ofensa ou até perdoar, nós visamos apenas o nosso bem estar. Esse tipo de negociação onde uns ganham e outros perdem tende a perpetuar a situação de ofensa, Ás vezes, apenas invertem-se os papéis; mas, o script não mudou, e os atores continuam os mesmos – hoje vítima, amanhã algoz...

Perdoar as ofensas exige honestidade.

Quando se perdoa da boca para fora; com intenção de enganar, ludibriar ou de levar vantagem, agrava-se o mecanismo gerador das ofensas.
Depois de algumas tentativas de perdão sem honestidade íntima ou de propósitos, até fica difícil saber quem tem que pedir perdão para quem; ou quem tem que perdoar quem – ofendido e ofensor tornam-se “farinha do mesmo saco” – merecedores um do outro.

Quando o perdão torna-se um paradoxo.

Perdão paradoxo é perdoar o outro ofendendo-o; vou perdoá-lo porque é um infeliz, um pobre coitado! – Pessoas que assim agem, são no mínimo cruéis enrustidas, travestidas de boazinhas.

Também os pseudo/apaziguadores ganhariam mais ficando quietos; pois, são capazes de ofender verbalizando ou não. Não ligue! - Você está muito acima dele que é um pobre de espírito, um coitado que não tem nem onde cair morto! - E outras pérolas do gênero.

Outra armadilha a ser evitada no treinamento do perdão, é o tipo: perdão/defensivo; quando a pessoa perdoa para se defender do outro.

O comodismo nos engana.

Deixamos o que necessita de mudanças em nosso caráter para depois; esperando a resolução das ofensas por si só.
O medo de mudar as escolhas e de enfrentar conseqüências; nos leva a adiar enquanto seja possível o estudo delas.
O impulso primário, é o de deixar tudo como está; na esperança de que os acontecimentos se modifiquem de forma mágica. Não se desenvolve um padrão de atitudes de não violência, esquecimento das ofensas e perdão de forma passiva – é preciso muita determinação e raciocínio.

A falta de um método simples e prático atrapalha.

Costumamos encher o balde da tolerância, acumulando pequenas ofensas diárias não resolvidas.
Um dia, uma dessas pequenas ofensas nos leva a uma reação inusitada para a imagem de “penico das cacas de personalidade dos em torno” que montamos na convivência diária; na qual, o efeito supera em muito a causa; para espanto dos que conosco convivem.
Para piorar as coisas, a reação de espanto da outra pessoa ao não entender nossa atitude do momento, enche mais ainda nosso balde da tolerância das ofensas; pois, nos sentimos ofendidos pela falta de compreensão da nossa vítima.

Melhor se modernizar; substitua o penico da tolerância pelo vaso sanitário do raciocínio – Não esqueça de dar descarga sempre que alguém faça caca ali; verbalize, manifeste-se, depois de analisar a situação – Desinfete com o desodorante da inteligência - Perfume com o aerosol da empatia – Mas, por motivo de segurança: mantenha a tampa fechada.

Essa é uma atitude de grande valor ecológico.
Melhore-se, deixe de ser uma criatura poluente.
Não jogue caca no ventilador do planeta; deixe de ser uma criatura poluidora.

Que razão nos leva a esse disparate?
Devido ao mecanismo de nos sentirmos vítimas uns dos outros; nós achamos que as pessoas devem ter bom senso; ou, uma bola de cristal para perceberem, como, quando e quanto nos ofendem ou melindram.

Os culpados íntimos são negados.

Tal e qual as crianças; nós quase sempre buscamos culpados externos quando nos sentimos ofendidos ou melindrados.
Nosso egocentrismo nos leva a ignorar que cada defeito de caráter nosso, é um poderoso imã capaz de atrair as situações necessárias ao reajuste; nós nos sentimos a vítima dos outros quando somos vítimas de nós mesmos.

Apenas acusamos a ação das atitudes alheias machucando nossa suscetibilidade; ferindo nossa sensibilidade exagerada; pisoteando nosso orgulho; castrando nosso egoísmo – Dar uma olhada na nossa intimidade; nem em sonho; pois, somos as vítimas dodóis da falta de sensibilidade dos outros...

Falta de vontade real.

Desculpas e justificativas são nossa especialidade – mas, mesmo para quem já está desperto para o problema; no início falta clareza, uma parte de nós já identifica a necessidade de perdoar; mas outra ainda não tem o mesmo desejo ou até sente prazer na vingança.
Há um conflito íntimo entre a razão e a emoção que anula a energia capaz de atuar.
Vontade pode ser caracterizada como a energia do saber do pensamento; dinamizada ou potencializada pelo sentimento capaz de desencadear uma atitude ou ação.

Amanhã, daremos uma receita simples de manejo do esquecimento das ofensas e do perdão.

Material para reflexão:
Ofender-se é humano; perdoar é Divino – essa afirmação é falsa ou verdadeira?
Será que Deus perdoa nossas ofensas?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

APRENDER A PERDOAR É UM SANTO REMÉDIO

Questão de freqüência – ressonância – sintonia.
Na sua essência a atitude de perdoar é mais científica, prática e inteligente do que religiosa – pouco tem a ver com ser bonzinho ou mauzinho.

Pouca capacidade de perdoar; aumenta a probabilidade de adoecer.

É quase inevitável ainda; no dia a dia, ofendemos e nos sentimos ofendidos com freqüência, isso, ainda é mais ou menos compatível com nossa forma de viver.
É lei da física:
Cada vez que emitimos uma onda pensamento/sentimento lenta e de baixa freqüência, como raiva, ódio, mágoa, rancor ou medo; ao retornar a nós, ela é capaz de afetar a função dos órgãos, criando um padrão de funcionamento orgânico doentio; tanto em nós quanto nos que estiverem em sintonia conosco.

Raiva, ódio e mágoa são doenças morais contagiosas?
Mais ou menos – o mecanismo é de ressonância.
Nós somos capazes de criar doenças; não apenas em nós mesmos; mas também, uns nos outros; caso vibremos na mesma freqüência; pois, estamos conectados.
Descuidados, permutamos doenças; ao invés de sanidade – e, o pior é que esse padrão de atitudes gera kharma; saber ou não saber disso; apenas agrava ou atenua a responsabilidade; não nos exime dela.

Freqüências energéticas são como bumerangues, que dia menos dia retornam trazendo equilíbrio de sanidade ou lixo energético que se acopla pelo caminho; deixando perplexos os médicos, pois os sintomas do doente não se ajustam aos padrões normais das descrições das doenças.
Noutras vezes, todos os tratamentos, por mais bem conduzidos que sejam, não funcionam a contento ou as recaídas são muito freqüentes; enquanto o padrão vibratório da pessoa não se modifique.
Façamos a seguinte analogia: a doença causada em certos órgãos pela estagnação de energias pesadas e lentas, como ódio e mágoa criam uma “ferida energética” – não adianta espantar as “moscas eletrônicas” (formas pensamento); pois outras virão tomar seu lugar - é preciso uma verdadeira e radical cirurgia moral.

Não perdoar acentua o estresse.

Projetamos nos outros e no meio, o que vai na nossa intimidade; e a falta de treino em perdoar, nos leva a vivermos em permanente guerra, declarada ou não, com as outras pessoas; competindo para ser ou ter mais, ou para nos sentirmos melhores do que os outros.

Se perdoar já exigia inteligência; na atualidade a situação se agravou; pois, o sistema de vida neurótico retarda o desenvolvimento da capacidade de perdoar e de amar; é inevitável que a competição induza e funcione como um instrumento de liberar agressividade, e violência explícita; e mesmo subliminar.
Viver sob o jugo da mágoa, desejos de vingança e retaliação, faz com que fiquemos em alerta ou em guarda; esperando sempre ter de volta o que emitimos; esse estado alimenta os medos, eleva ansiedade e induz o corpo a aumentar cada vez mais a secreção de hormônios e mediadores químicos ligados ao perigo; causando pane nos sistemas orgânicos; e daí, criando mais e mais doenças.

Vingativos e magoados são agentes poluidores.

A poluição eletromagnética em Gaia gerada pelo nosso pensar, sentir e agir é um sério problema de saúde pública.
Pessoas não capacitadas ao perdão funcionam como verdadeiros exterminadores da paz e da sanidade coletiva; proporcionando toda sorte de doenças; além de guerras e violência.
Quando nos curamos dessas graves doenças da alma colaboramos de forma eficaz para a cura planetária.
Não se trata apenas de combater de forma primária o desmatamento ou o envenenamento da água, terra e ar: Sem cura ético – moral não haverá vida.

A incapacidade de perdoar gera doenças degenerativas.

Na primeira fase de emoções de desarmonia como o ódio, a mágoa, o ressentimento temos mau funcionamento de células, órgãos e sistemas; pois o funcionamento orgânico fica alterado e glândulas como a epífise, hipófise, tireóide, paratireóide, pâncreas, fígado, testículo, ovário passam a secretar hormônios a mais ou a menos dependendo do tipo de emoção e suas variáveis – cada emoção, desejo, sentimento tem um órgão alvo.
Na fase seguinte, iniciam lesões leves e mais facilmente reversíveis.
A seguir, dependendo da intensidade do processo, tem início as lesões degenerativas como é o câncer.

O perdão cura.

Se a falta de capacidade de perdoar pode gerar muito tipos e graus de doenças, é lógico que o perdão possa facilitar a cura.
O desejo de perdoar com intensidade e energia será capaz de recuperar o estrago causado pelo padrão vibratório desarmônico; com a ressalva: produzir uma doença é como fazer um bolo, não se faz um apenas com farinha, é preciso usar outros ingredientes dependendo da receita; há receitas para adoecer e algumas passam de pais para filhos de geração em geração.
Na infância aprendemos a copiar dos adultos suas formas de adoecer.

Perdoar apenas não suficiente para atingir a cura; quando adoecemos houve a contribuição de excesso de todos os tipos, vícios, hábitos inadequados; claro que não basta a capacidade de perdoar melhorada para a doença transformar-se em saúde; é preciso diminuir ou eliminar os outros fatores causais.

Cultivar o perdão pode prevenir doenças.

O hábito de perdoar, além de importante recurso de cura pode ser ferramenta na prevenção de doenças geradas pela resposta de retaliação ás ofensas – essa é uma atitude das mais sábias, pois estamos sempre expostos aos vírus cibernéticos da mágoa, ressentimento, ódio etc.
Estudos demonstram a associação dos sentimentos de reação às ofensas com vários tipos de câncer; portanto treinar o perdão pode tornar-se uma eficaz vacina.
Estes estudos podem ser checados e interpretados por qualquer pessoa. Exemplo, quando tivermos notícia de um familiar, amigo ou conhecido com câncer, estudemos a dinâmica da sua vida e encontraremos as situações que o ofenderam e como a pessoa reagiu a elas.

Outra vantagem profilática é o abrandamento dos efeitos maléficos do estresse.
Mesmo que nossas doenças atuais aparentemente não se relacionem com as energias das reações às ofensas, o exercício do perdão pode evitar que em situações futuras ocorra a somatória e retiramos um importante fator de risco.

Impedimentos.

Somente os fortes e sábios perdoam.
Agressões e retaliações são marca registrada dos fracos, pouco inteligentes e medrosos.

Pensamento para reflexão: Perdoar não significa compactuar nem compartilhar erros.
Na sua fase inicial, é aprender a cuidar da própria vida - e permitir que os outros façam o mesmo.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

DOENÇAS DA VIDA MODERNA - Fobia social

Vivemos na Era da ansiedade e do medo. Claro que há medos e medos. Mas, somos induzidos a desconfiar de tudo e de todos; a ponto de algumas pessoas terem medo até da própria sombra. Além da perda da qualidade de vida; essa postura de desconfiança dá uma canseira dos diabos; pois, alerta total o tempo todo; ninguém merece.

Segundo o manual do fabricante; somos seres interativos, inseparáveis, não descartáveis; mas no manicômio Terra: o pavor de conviver com o próximo já atinge mais de dez por cento da população mundial. Para essa turma, o contato com o mundo exterior e a convivência social é algo penoso e sofrido; e até as coisas simples da vida cotidiana podem transformar-se num pesadelo.

Tem gente que apresenta a tendência a se suscetível, crédulo e manipulável de forma natural; mas, é inegável que a mídia acentue, medos, fobias e paranóias, na divulgação maciça e repetitiva de notícias de desastres, violência, perseguições étnicas e sociais, em determinados países.
A atuação da indústria da informação, também contribui muito para reforçar preconceitos; que envolve aparência física, origem, cor da pele, religião, etc.

A insegurança e o medo são marcas registradas da personalidade dessas pessoas; que recebeu o reforço do sistema educacional.
Um dos pilares da educação tradicional sempre foi o medo; pois, é através dele que os menos lentos no pensar dominam os mais lerdos. Num passado não muito distante, uma das formas de manter as crianças “bem comportadas” sempre foi o medo; até as letras das músicas infantis e das canções de ninar amedrontavam.

Um rico filão que a indústria da cura explora com muita eficiência é o medo das pessoas com relação a algumas doenças da moda; criando uma verdadeira paranóia coletiva.

Como não poderia deixar de ser; na turma dos fóbicos predomina os tímidos; pois, uma das bases do medo de conviver; também é receber uma avaliação negativa dos outros.
Costumam ser perfeccionistas – outra das muitas facetas do orgulho (o que exige perfeição em tudo que faz; não tolera ser pego em erro e cobrado pelas outras pessoas; claro que crítico como é, cobra de deus e do mundo).

Os que sofrem de fobia social também sofrem de baixa auto-estima. Projetam nos outros suas neuras e medos; daí sentem-se isolados. Sua maneira de ser e de se portar; leva as outras pessoas a descartá-las com facilidade da convivência social e até no trabalho; pois, sua forma defensiva constante de agir os faz parecer orgulhosos, distantes e arrogantes.

Essa doença do comportamento toma posse da mente e se cristaliza como comportamento aos poucos.
O fóbico social sofre antecipadamente frente à possibilidade de se relacionar com pessoas; e ante a perspectiva de ser avaliado.

Seguindo um padrão de repetição a fobia pode tornar-se específica a determinadas pessoas, situações ou generalizar-se.

Um dos recursos defensivos que os fóbicos de convivência usam é a tentativa de isolar-se, o que, breve torna-os solitários doentios. O tímido cria suas cercas íntimas já o fóbico tende a criar verdadeiros paredões.

Uma das diferenças entre o tímido e o fóbico social é que este sofre por antecipação; alguns deles inventam situações nas quais teriam que se expor à avaliação dos outros; até sofrendo e adoecendo devido a essa ilusão paranóica.

Era inevitável que os mais fóbicos adoeçam mais do que os outros; eté pelo aumento do estresse.
Parece uma coisa muito maluca, mas quando inventamos situações mentais que não existem enganamos o nosso corpo que prepara o sistema de defesa liberando de forma contínua alguns hormônios; e desencadeando reações químicas que podem criar uma série de doenças de mau funcionamento dos órgãos e até doenças de lesão orgânica como pólipos, câncer, etc.

Antídoto?
Aprender a aceitar as diferenças e desenvolver a coragem de respeitar até aprender a amar.
Claro que devemos ser mansos como as pombas – mas, prudentes como as serpentes.

terça-feira, 1 de junho de 2010

DOENÇAS DA VIDA MODERNA - A solidão da timidez

A timidez sempre foi uma patologia de comportamento psicológico e social capaz de estragar a qualidade de vida, das pessoas que sofrem desse mal – pois, nós não temos bola de cristal; não somos ainda capazes de ler pensamentos e desejos – ufa! – graças a Deus – pois, senão haja buracos para nos escondermos de vergonha uns dos outros. Mas, na atualidade essa disfunção assume proporções mais doentias e perigosas; pois, a mídia coloca a comunicação fincada no marketing de si próprio como condição de se dar bem na vida; ser um vencedor – além disso, da perda cada vez mais rápida e intensa da auto-estima do sentir-se isolado; para trás e cada vez mais solitário; a tecnologia atual permite que os tímidos enfurnem-se cada vez mais em si próprios; atolando-se nas próprias idéias e desejos, usando a Net – escondidos atrás de um monitor, um teclado, os acanhados sentem-se todo poderosos; passando a levar uma vida fictícia e artificial – daí, doentia e perigosa; tanto para si quanto para os outros.

Em algum lugar do passado, as pessoas tímidas criaram uma dificuldade de se relacionar com os outros, cuja base psicológica é o medo de não ser aceito, ou de não estar à altura deles ou dos seus valores.
Além da falta de coragem, o fundo dessa doença é o sentimento do orgulho; esse camaleão que com freqüência é confundido com soberba e prepotência. Lá no fundo o inibido é uma pessoa orgulhosa, no sentido de ser dono de uma preocupação subconsciente exagerada a respeito de como é visto pelas outras pessoas; e se será aceito tal e qual é.

É um julgador crítico.
Vive em busca da aprovação alheia e martiriza-se para não cometer os erros que tanto julga nos outros, entretido o tempo todo com isso, não arranja tempo para observar o lado bom dos que o rodeiam; exceto para criticá-los na sua intimidade.

Outra faceta do distúrbio psicológico que sustenta a timidez, é o preconceito.
Quase sempre sem que o perceba e, aceite; o “moita” sofre da doença mental de pré conceituar. Na constituição da sua personalidade há uma forte tendência a formar um conjunto de valores com que mede os outros; e depois se projeta neles quando interage; e sua menos valia o leva ao isolamento; num infernal ciclo vicioso.
Cada idéia pré concebida é uma cerca que o tímido cria dentro de si para impedir que os outros se aproximem. E constrói cercas e mais cercas, até que ele próprio fique imobilizado dentro de si mesmo - quando encurralado ou berra ou tenta morder. É preciso cuidado; pois esse distúrbio, favorece os comportamentos antisociais até graves.

Origens da timidez?

Esse tipo de tendência de comportamento como todos os outros nossos caracteres psicológicos; pode ser inato ou adquirido.

Há se os pais prestassem atenção nos filhos!
Algumas crianças desde muito pequenas já dão mostras de dificuldades em se relacionar com as pessoas; e nem precisam ser estranhos; elas tem problemas de relação até com membros da própria família.
Identificado o problema, é preciso definir as melhores estratégias para ajudá-la a se integrar ao convívio harmônico com as outras pessoas.
De que forma?
Não é preciso muita ajuda externa; basta a prática de coisas simples; como parar para ouvi-las. Responder aos intermináveis porquês? – Estimulá-las a dizer o que pensam e a externar sentimentos e afetividade.
Nem sempre o tímido é calado; há crianças estilo maritaca (não param de falar) que são mais tímidas do que as estilo coruja (falam pouco; mas, prestam uma atenção danada). Costumam ser arredios, nem sempre recatados – pois, “pegam fogo” com facilidade; e até detém maior facilidade para apresentar comportamento bipolar.

O meio ambiente pode ser a causa.
Educação rígida e pobre em manifestações de afetividade, inclusive a corporal; podem inibir a postura social das crianças e jovens, com graves danos futuros.
Alguns outros fatores contribuem:
Viver fora do seu meio social é fator de inibição.
Dificuldades escolares e profissionais agravam o problema da menos valia e fortalecem a tendência ao isolamento.

Que encrencas pode causar?

Grande parte de nossas dificuldades existenciais decorre da pobreza e da deficiência na comunicação.
Em todas as áreas da nossa vida e principalmente nas mais importantes como: vida em família; trabalho; afetividade e vida conjugal.

Conforme dizia o saudoso “Chacrinha!: “Quem não se comunica; se estrumbica”.

Fica o alerta para os tímidos conformados, e para os familiares das crianças tímidas:
Os dramas de vida que o tímido experimenta são muito mais graves do que os efeitos gerados pela pobreza na comunicação.
Dentre eles, uma tremenda sensação de solidão com ou sem tendência para estados depressivos.

Pegando carona no assunto.
Amanhã vamos falar algo sobre Fobia Social – um distúrbio que já atinge mais de dez por cento da população mundial.

domingo, 30 de maio de 2010

O DIABO VESTE VERMELHO

Neste lindo planeta azul.
Todo mundo concorda que a luz do sol que nos ilumina é que dá colorido ás nossas vidas. Quando queremos dizer que algo nos deprime dizemos que está cinzento ou a coisa está preta. Quando dias nublados e chuvosos se sucedem; muitas pessoas tornam-se tristes e até depressivas; embora em certas regiões sejam obrigadas a se adaptar.
Nas dietas saudáveis busca-se além da tradicional tolerância a combinação de cores na hora de fazer o prato. Claro que não nestas bandas; onde se enche o bucho com arroz e feijão e uma misturinha básica, amarronzada, cinzenta ou até colorida com o verdinho de uma folha de alface ou um vermelhinho descorado de uma rodela de tomate; ás vezes prá quebrar o galho uma rodela branquela de cebola. Comida colorida é coisa de esquisitos ou de boiolas. Mas, que o amarelinho de um chip vai bem; isso vai... Empurrado com uma gasosa amarronzada, vermelha, vinho; até verde serve; desce que nem quiabo...

Muitas mentes “cientificamente” sábias se escandalizam ao “tomarem” conhecimento de que até há tratamentos baseados nas cores: Cromoterapia.

Segundo a Wikipédia;
Cromoterapia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Cromoterapia é a prática da utilização das cores na cura de doenças. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações — como Egito antigo, Índia, Grécia e China — com o objetivo de harmonizar o corpo, atuando do nível físico aos mais sutis. Para Hipócrates, saúde e doença dependem da harmonia entre meio ambiente, corpo e mente.
Os adeptos da cromoterapia entendem que cada cor possui uma vibração específica e uma capacidade terapêutica. Isaac Newton no século XVII conseguiu descobrir as cores do arco-íris friccionando um prisma. O cientista alemão Johann Wolfgang von Goethe, no século XVIII, pesquisou durante cerca de 40 anos as cores e descobriu que o vermelho tem propriedade estimulante no organismo, o azul acalma, o amarelo provoca sensações de alegria, e o verde é repousante. Esses efeitos são mais ou menos intensos, dependendo da tonalidade usada.
[editar] Atualmente
A cromoterapia do século XXI utiliza-se de tecnologia, e é baseada nas sete cores do espectro solar. Um pequeno bastão do tamanho de um lápis e com uma lâmpada de 25 watts é utilizado no tratamento. Ele é colocado a 5 centímetros da pele, e ali permanece por aproximadamente 3 minutos.
A cromoterapia consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS desde 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata, no Cazaquistão.
Não é reconhecida pela comunidade científica. Entretanto já existem alguns estudos sérios apontando a influência das cores na saúde humana, nomeadamente na área de biomidiologia. Um deles foi desenvolvido pelo Prof. Flávio Mario de Alcântara Calazans[1], baseado no episódio exibido em 1997 do Desenho Pókemon, em que uma alternância luminosa de cores de espectro oposto no círculo cromático na face de um dos personagens (Pikachu) causou episódios coletivos de epilepsia em crianças japonesas. As cores foram o azul, reconhecido por relaxar o ritmo cardíaco, e o vermelho, cor quente e estimulante.
Ainda, de acordo com o professor:
"1) Vermelho-610 a 760 nanômetros, ondas longas, de grande intensidade, tempo fisiológico de percepção = 0,02 de segundo; acelera o batimento cardíaco, eleva a pressão sanguínea, provoca tensão e agressividade. 2) Branco-sobreposição de todos os comprimentos de onda, sobrecarrega o nervo óptico e o córtex visual primário e secundário (na parte posterior do crânio, acima da vértebra Atlas, sob o osso occipital) saturando e cansando em curto intervalo de tempo e provocando ofuscamento e fadiga-stress. 3) Azul-450 a 500 nanômetros, ondas curtas de intensidade fraca, tempo fisiológico de percepção = 0,06 de segundo; equilibra o ritmo cardíaco, reduz a pressão sistólica, relaxa e acalma. "
Por este episódio, fica relatado o efeito maléfico das variações luminosas intermitentes, numa doença conhecida como Epilepsia Sensitiva Cromática. Entretanto, estudos de duplo-cego refutando ou confirmando os efeitos benéficos da cromoterapia na saúde humana ainda são ausentes na Ciência médica. O efeito da cromoterapia segue sendo uma hipótese não falseável[2]
Ainda, na área de Teoria das Cores, Goethe, no século XIX, descobriu aspectos fisiológicos das cores posteriormente estudados por Paul Klee e Kandinsky, em seus tratados sobre a Gestalt.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Cromoterapia"
Categoria: Medicina alternativa

Nosso bate papo de hoje nada tem a ver com cores, especificamente; mas com a química: os venenos chamados corantes. Especialmente os “diabinhos vermelhos” mais conhecidos.

Com relação aos produtos “odorantes” fica prá outra hora; mas, que dá vontade de falar dá. Vamos lançar a idéia prá virar projeto de lei como ação popular, que restrinja o consumo de alimentos com odorantes apenas aos espaços abertos; tal e qual a lei antifumo. Ninguém merece sentir aquele cheiro de chulé dos chips com odorantes de bacon e outros bichos – alguns relembram suor; e outros odores que até atrapalham a vida sexual dos casais. – imagine uma mulher que acabou de comer um salgadinho; caso ela não lave as mãos umas dez vezes; nem dez Viagras vão atiçar o maridão...

Corante é elemento maligno escondido dentro de produtos com rótulos atrativos desenvolvidos especialmente para atrair cobaias.

As cobaias costumam reclamar que a medicina da atualidade é apelativa; pois, todos os seus males ou é alergia ou virose.
Mas, consomem corantes, adoidado; nos chamados alimentos práticos.
No entanto; pesquisas indicam que os corantes estão relacionados com processos alérgicos, hiperatividade, câncer, anemia, insônia, impulsividade, asma, bronquite, cefaléias.
Claro que os coloridos não trabalham sozinhos – eles se associam aos conservantes; estabilizantes; edulcorantes; espessantes, formol e outros bichos nunca dantes imaginados.
Mesmo quem teoricamente defende o “consumidor” nesta região ANVISA E IDEC, está sempre na rabeira dos acontecimentos; quando se descobre alguma coisa; a vaca já foi pro brejo – além do mais, a inércia e o poder da grana da indústria nos levam a consumir produtos com substância que já foram proibidas em outros países desde o milênio passado.

O que fazer?
Para quem quiser deixar de ser cobaia; na medida do possível, evite tudo que seja industrializado e colorido artificialmente. Não confie em marcas; não as há; seguras; pois todas são dirigidas por pessoas formadas dentro do atual modelo educacional.

Uma questão básica: em todos os rótulos de alimentos deveria constar, quais os produtos usados; e o que eles poderiam provocar nos consumidores. Bela piada; gostou? – Se nem nos remédios tipo B.O é colocado na bula os possíveis danos – mas, pelo menos o marketing oficial é engraçado: “A persistirem os sintomas – um médico deve ser consultado” – leia a bula – consulte um farmacêutico - Rssssssss.

O IDEC aponta algumas suspeitas que pairam sobre cada corante:

Vermelho:
- O 40: pode provocar hiperatividade em crianças, quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Dinamarca,Suécia e Suíça.
- O ponceau 4r: ligado á anemia e á impulsividade quando associado ao benzoato. Banido nos EUA e Finlândia.
- O eritrosina: suspeito de causar câncer em ratos. Banido nos EUA e Noruega.
- Bordeaux: Poe levar a crises asmáticas e eczemas. Banido nos EUA, na Áustria, Noruega e Rússia.

Verde:
- Misto: combinação de corantes amarelos com os azuis origina a pigmentação verde, que carrega consigo a característica presumida de ambos os compostos.

Azul:
- Brilhante: pode desencadear irritações cutâneas e constrição brônquica se associado a outros corantes. Banido na Suíça, Alemanha, Áustria, França, Bélgica, Noruega e Suécia.
Amarelo:
- Amarelo crepúsculo: pode provocar hiperatividade quando associado ao benzoato de sódio. Banido na Finlândia e Noruega.
- Amarelo quinolina: suspeito de causar hiperatividade quando associado ao benzoato.
- Amarelo tartrazina: pode provocar reações alérgicas como asma, bronquite, rinite, urticária, eczema, dor de cabeça, insônia, falta de concentração. No Brasil, Inglaterra e EUA seu uso deve ser indicado nos rótulos por extenso e não em códigos.

Brincando de imaginar:
Imagine todos esses produtos misturados aos venenos usados na agricultura (alguns proibidos no mundo todo; mas, aqui pode); mais os remédios que as pessoas tomam todos os dias, somado a um monte de coisas – provavelmente nem será preciso desastres físicos para desmontar a atual humanidade.
Sobrarão os mutantes? – Em quanto tempo?

Não é a toa que o criador deste universo, quer devolver a franquia AA Fonte Criadora, pediu demissão e chamou Jesus para tentar consertar.

Nenhum corpo físico, por mais perfeito e maravilhoso que seja; uma obra de arte da engenharia cósmica será capaz de ser comandado por seres cabeça de minhoca, em corpo de gente.

O diabo veste vermelho; e sua parte amarela fede que só o capeta!

HÁ SOLUÇÃO?

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

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