sexta-feira, 30 de abril de 2010

MESMO QUE TENHA SIDO VERDADE...

Embora este seja um assunto que tenho reservado para o bloog me engana que eu gosto - não consegui tolerar e mado ver neste:

“Há certas mentiras que de tão propagadas se tornam verdades”; para mentes apequenadas...
Há certas verdades que de tão apequenadas se tornam idiotices e fanfarronices; coisa típica dos cretinos – tão a gosto da sociedade global americanizada da atualidade.

Prometi a mim mesmo que não meteria mais a mão em cumbuca alheia; mas esta não deu prá agüentar (tenho muito que melhorar; mas na linguagem do tio Sam com o aval do nosso presidente: Fokeiu...

Analisem:

Qui, 29 Abr, 10h35
Los Angeles (EUA), 29 abr (EFE) - Um executivo de uma companhia médica disse hoje, em entrevista ao canal de TV Extra, que foi namorado de Michael Jackson durante os últimos meses de vida do cantor.
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Jason Pfeiffer afirma que teve uma relação muito "apaixonada e sexual" com Michael, que jamais confessou ser homossexual. Segundo ele, o cantor era sua "provável alma gêmea" (assista ao vídeo - em inglês).
"Sei que nos amávamos, ele me dizia isso o tempo todo", comentou o empresário, que teria conhecido o artista em 2008 no consultório do dermatologista Arnold Klein, amigo de Michael e que, para muitos, é o pai biológico dos dois filhos mais velhos do "rei do pop", Prince e Paris.
As afirmações de Pfeiffer foram confirmadas pelo médico. "Quando você vê duas pessoas olhando uma para a outra, você sabe o que está acontecendo. Eu simplesmente era muito feliz por eles", comentou Arnold Klein ao canal americano. EFE
Ora, ora; se esse cara que as más línguas dizem ser o pai dos filhos de Michael; enquanto o entupia de drogas para renegar suas origens e virar branco; comia a mulher dele; ainda arrumava encontros com “travecos” que se dizem alma gêmea do Michel sem que ele possa se defender; isso é o que a sociedade americana merece se ninguém questionar esse cara; na bela justiça americana de viver.
As opções sexuais de MJ não podem ser questionadas por pessoa alguma; nem as de qualquer pessoa; isso é lei em muitos pontos do planeta – mas, falar dele pelas costas do além; para se promover é demais.
Em primeiro lugar; se essa criatura fosse alma gêmea do MJ ficaria de boca calada; e não levantaria nenhuma polêmica a respeito de sua vida íntima – pois, isso é o mínimo de respeito de um ser humano por outro; quanto mais do se espera da tal da alma gêmea.
E já que, esse dermatologista se propôs a participar dessa farsa; que seja desmascarado pelo conselho de medicina dos EUA - e pare de bancar o herói comedor da mulher dos tops; é melhor que alguém do departamento de justiça do EUA solicite um teste de DNA – não tem erro – para colocar essa caricatura de médico no seu devido lugar.
Pegando carona na postura desses dois infelizes; vamos respirar fundo; fechar os olhos físicos e nos introverter; analisando o poder do verbo: FAÇA-SE.
E aconteça...
O PODER DAS AÇÕES ATRAVÉS DA FALA.
Os horizontes da fala são tão desprovidos de limites; que limitar a palavra pode parecer um cerceamento á liberdade de expressão; no entanto, não é; pois nós desconhecemos alguém que não tenha se arrependido, incontáveis vezes, de não ter permanecido calado; em também incontáveis, momentos da sua vida.
Como se costuma dizer: se arrependimento matasse, milhares de vezes teríamos morrido; pela boca...
Enquanto não aprendermos a arte da fala ou a disciplina da palavra: a necessidade de desenvolver a arte de ficar calado é essencial.
E isso, não é novidade; pois, a importância de calar; desde há muito tempo já é cantada em verso e prosa:
“O peixe morre pela boca”.
“Em boca fechada não entra mosquito”.
“Língua de trapo”.
“Língua solta”.

Mas, como nossas palavras podem ferir ou curar; é preciso que sejam regulamentadas pela ética cósmica “Só faças aos outros; o que gostarias que te fizessem” (Jesus – grande Avatar mestre e legislador).
– Sempre que afetarmos algo ou alguém é preciso prestar contas ao tribunal íntimo; seja pedindo desculpas ou sendo acionado pela legislação da época em vigor.
No caso, que nos serve de cobaia com exemplo para nossas posturas do dia a dia – Essas duas pessoas precisam ser cobradas e processadas de acordo com as leis em vigor.

Aparentemente, essas duas criaturas, não são pessoas que necessitem de exposição na mídia para que seus interesses de sobrevivência financeira ta a gosto dos made in usa.
Então porque mexem com meu ídolo? – MJ no exercício de sua arte – do que veio fazer nesta sua estada entre nós – foi muito importante na minha vida de terceiromundista; sua forma de interpretar; suas músicas marcaram fortes momentos da minha existência; alguns felizes; outros não; alguns até angustiantes – mas, ele foi um marco.

A quem interessa quem ele foi como ser humano? – Quem conhece seus dramas de vida; suas necessidades mal preenchidas de ser amado; como as de todos nós?

Melhor ficar de bico calado!
- Todos nós.

Qual a explicação de não termos descoberto que, o silêncio, em certos momentos, pode ser um valioso amigo?
– Um inequívoco sinal de amor.

Se todos nós ao longo de nossa escalada evolutiva; já passamos e continuamos vivendo tantos apuros; pagando tantos micos - Por não dominarmos a arte do silêncio na hora exata e no momento oportuno?
Esse pequeno descuido dos nossos “imbecis americanos”; levou; a um resumido apanhado das vantagens de aprender a silenciar.

São coisas singelas que estão no cotidiano de todos nós, e que se prestarmos atenção a elas é possível substituir a sensação de arrependimento por paz e de alegria.

Como um zero, á esquerda; no contexto da direita planetária – refletindo muito; e com ajuda de amigos invisíveis – quem sabe até do próprio amigo querido MJ:

Apenas digo aos envolvidos nessa trama do seu próprio ego:

Lê com vagar, medita na leitura, em silêncio e se possível, torna a ler sem pressa, e quieto...

E pára de dizer asneiras sobre meu ídolo musical!

Tina muito mais o que falar a respeito de tão importante assunto; mas, para finalizar digo aos dois detratores de meu irmão estelar:


Pensa sempre antes de falar; E, se ainda não és capaz, cala.

DONA CÂNDIDA ALBICANS - ESSE FUNGO PODE TE DERRUBAR

QUEM AVISA AMIGO É:

Nosso sistema imunitário está sendo destroçado, dentre outros fatores, pelo excesso de cortisol gerado pela SGA durante o estresse crônico.
O problema é que continuaremos com o mesmo estilo de vida; mesmos hábitos; mesma personalidade não reciclada.
Vivemos hoje uma quase epidemia de candidíase na forma de estomatites e de “escorrimento na cobiçada” como costumam dizer as mulheres lá no interior do Piauí; o antigo “sapinho” das crianças novas já era – Mas, a pior infecção pela dona Cândida é a mental/emocional via TV.

Quem é essa dona Cândida com sobrenome estrangeiro?
- Não é ela é ele – Um, senhor, fungo – mas, como se reproduz de forma assexuada por gemulação – Quem são seus amores? - Tem família? - Vamos chamá-lo ele de ela que não haverá ofensa – meu nome é Zé; mas pode me chamar de cândida.

A cândida albicans é um fungo que causa a infecção conhecida como candidíase; que muita gente apenas conhece como sapinho.
Dona cândida é da pá virada e quando a coisa aperta pro seu lado; ela se vira melhor que nós; embora não sendo brasileira; dá em todo mundo sem trocadilho; ela tem jeitinho pra tudo.

O DNA de certos fungos e bactérias não aderiu á modernidade e eles são mortos pelo mesmo medicamento toda vez que administrado.
No caso da cândida, como ela é mais avançada; não dormiu no ponto; ela tem o poder de realizar mutações no seu DNA; para se blindar ou se tornar resistente aos medicamentos. Por esse motivo, pessoas que apresentam candidíase recorrente; chegam num ponto em que remédios farmacêuticos não mais funcionam para matar o fungo (ops! – a dona cândida).

Para conviver com ela ou botá-la prá andar é preciso que saiba como ela vive e do que ela gosta:

- Fungos precisam de oxigênio para viver.
- Grande parte do corpo de um fungo compõe-se por uma camada de revestimento externa, que é feita da combinação de açucares para formar um tipo de celulose.
- Fungos vivem na água, no solo e em elementos em decomposição (por isso, seu habitat preferido nos humanos é o aparelho digestivo – nada a ver com o ambiente político).
- Fungos ao se reproduzirem podem crescer através de fermentação e formar bolor/mofo – Estarei todo mofado por dentro? – com certeza! – Especialmente se for uma pessoa “constipada” que não mudam nunca (adoram dogmas e chavões culturais) daquelas que desaprenderam de evacuar (até suas idéias e posturas) – Cuidado: a cândida fez de seu corpo uma morada – Tem gente que apresenta um bafo de mofo?
- Fungos sobrevivem secretando enzimas que separam as substâncias em seu ambiente para que ele possa absorver os nutrientes. Estas substâncias secretadas são tóxicas para o corpo humano – grandes causadoras das ites de todos os tipos – dizem algumas fofocas científicas (trabalhos de pesquisas publicados) que são grandes causadoras de câncer; pois dona cândida é meio fofoqueira e consegue convencer as células a se rebelarem contra a mente empobrecida; formando colônias de células rebeldes ou tumores (mas sempre pelo lado negativo).

E eu com isso?
Não tenho sapinho; nem “escorrimento na cobiçada”; nunca peguei estomatite - não sinto nada!
Por que eu tenho que saber disso e me preocupar com isso?

Como já cansamos de dizer em nossos bate papo: melhor prevenir do que remediar.
Se você compreender como a cândida faz morada em seu corpo; você poderá fechar as portas pra ela e expulsar as que ainda estão dentro de você! – Xô cândida! – Vai procurar outro otário!
Para fazer isto você deve criar um ambiente hostil em que ela não mais possa sobreviver em seu organismo.
Não; não é pecado! – Se, o amigo, amiga forem ambientalistas convictos ou um cover de Chico de Assis – não tem problema; apenas dê menos comida a ela; que ela se vira; naturalmente.
Tenho uma amiga que é tão convicta em seguir a postura do maior ambientalista e xamã da nossa Era (Chico de Assis) que não toma nem antibiótico; de jeito nenhum; prá não assassinar as bactérias – Maluca? – Cada vez me convenço que não – todas as suas doenças somem por si só.

Quando a cândida está em forma de fermentação em nosso corpo (assistindo a novela das oito – bigs broders; manos reliogisos e filmes), ela geralmente não causa problemas; é a gestação ou o soninho dela.
É quando ela acorda sem maquiagem; que o bicho pega; a reprodução do fungo cresce demais e ele começa a formar bolor que as crises de candidíase aparecem – e dá-lhe pomadas e remédios; cada vez mais ineficientes; pois dona cândida dá de dez a zero nos pesquisadores da indústria farmacêutica – ela dá nó em pingo d’água; representa o Bin Laden da bicharada que habita em nós; deixa os caras da farmacologia de cabelo em pé e cara no chão.

Se você sofre de candidíase uma atrás da outra; te cuida Mané; pois teu organismo é um ambiente propício para a reprodução da cândida e a formação da sua turma de manos fúngicos (bolor cerebral).

Por isso é tão importante saber como os fungos vivem; pois, as providências necessárias para curar a doença permanentemente; provém de mudanças em seu organismo – da reestruturação na sua política de vida: das relações mais justas e amorosas entre sua mente, emoções e sentimentos.
Se, o seu corpo tornar-se um lugar de paz e harmonia; daí, impróprio para o crescimento da cândida, ela não mais poderá formar suas colônias (bolor) – e o amigo não será mais assaltado pelo prurido, dor; ardência e até num assalto de infecção ou num fogo cruzado entre antifúngicos x manos do bolor (efeito colateral).

Mas então quer dizer que a candidíase é um tipo de bolor?
Desses que se formam quando as coisas estão estragadas?
- Sim, é o mesmo tipo de bolor, pois a cândida é um fungo assim como aqueles que formam o bolor verde ou preto em alimentos. É um tipo diferente de fungo, por isso a cor e textura do bolor que as pessoas conhecem é diferente, mas sua natureza é a mesma.
Natural associar bolor com sujeira; daí; logo nós pensamos que a principal causa da candidíase é a falta de higiene – E é; mas, apenas não; daquela visível.

O principal fator é o bolor mental/emocional/afetivo:

É claro que a falta de higiene física pode piorar a situação, mas não é, nem de longe, a causa da doença; não adianta lavar a toda hora as mãos, outras partes, e coisa e tal. Como você já viu até aqui, e em outros artigos do bloog, as causas estão muito mais ligadas ao seu sistema imunológico humano (maneira de pensar, sentir e agir) e alimentação do que com fatores externos como higiene tradicional.

A cândida vive normalmente (e pacificamente) no corpo de todo mundo – não há um só ser humano ou animal que não possua cândida em seu organismo. Ela geralmente fica na sua (tal e qual as meninas da esquina) não causa problemas; pois as “bactérias amigas” e o sistema imunológico (instituições) mantêm seu crescimento sob controle.
Somente quando as condições se tornam propícias e o corpo físico e social não consegue se defender adequadamente da proliferação da cândida é que ela forma suas colônias (bolor) e causa todo o problema que conhecemos como a crise de candidíase.

Como o nosso corpo se defende da cândida?

Nossa pele é nossa primeira e mais forte defesa contra a cândida – (é representada pelo conjunto dos hábitos).
A pela age como uma barreira que a cândida não pode penetrar. Quando a superfície da pela se rompe, mesmo que num corte imperceptível, a cândida pode invadir nosso corpo, se multiplicar e causar uma infecção – embalos (baladas de todos os tipos e momentos abrem as portas para dona cândida entrar).
Este é o caso de mulheres que têm crises de cândida quando têm relações sexuais.

Alerta:
A lubrificação natural é um agente protetor – mulheres cujo organismo (vagina) não se lubrifica pelo “tesão” pré-relação devem com urgência reavaliar a consistência da relação ou a própria sexualidade.
Especialmente em mulheres “secas de afetividade” através do ato sexual, pequenas rupturas na sensível e fina pele da vagina permitem que a cândida entre no corpo e através da alimentação que obtém ao ter acesso ao sangue, conseguem se multiplicar suficientemente para causar uma Infecção; caso o corpo da hospedeira apresente as condições necessárias: o corpo não consegue se defender a tempo (sistema imunológico fraco – nada a ver com coisas apenas físicas) + alimentação errada com elementos que favorecem a reprodução e crescimento do fungo.

Quer dizer que não amo de meu parceiro?
Nada e tudo a ver; conforme colocamos em nossos livros: “Saúde ou doença: a escolha é sua” e “Jogos de Amor”.

Alimentação errada?
Os fungos para sobreviverem e se tornarem fortes precisam de carboidratos (açúcar doce e salgado e fermento) – os hábitos modernos de alimentação tornam a cândida cada vez mais “sarada”, poderosa – ela adora: tudo que leve açúcar (doce e salgado = fermento): pão, bolo, cerveja, vinho, etc.
Por outro lado; ela detesta todo tipo de fibras (cereais integrais, farelos, frutas, verduras, legumes, etc.).

Atenção: PREPARAR para defender!

Depois da inteligência (pense uns minutos a respeito) - Nossa segunda linha de defesa são nossos anti-corpos. Conforme dissemos; como a mente não pensa o corpo padece; o estresse crônico está detonando com nossa atual existência.

SOS!

Nossa terceira e última linha de defesa são as “bactérias amigas”; as famosas culturas vivas (também chamados de lactobacilos vivos, bifidos, probióticos) que vivem em nossa pele, intestino, estômago e vagina.
Elas nos defendem ao competir por nutrientes com a cândida (num perfeito sistema ecológico biosustentável); além de alterarem o ambiente, tornando-o menos propício para o desenvolvimento da cândida.
Ao escolhermos melhor em todos os sentidos; haverá uma mudança na acidez (veja como fala) e salinidade do intestino, pele e vagina, e na secreção de substâncias tóxicas (boas idéias e atitudes de amor) para organismos inimigos, como é o caso da dona cândida.

Diagnóstico temporário:

É por isso que quando estamos com a saúde debilitada seja por uso de medicamentos (cultura, hábitos, ação governamental); doença ou má nutrição (falta de educação; inclusive e principalmente política), nós estamos permitindo que a dona cândida e seus prepostos se multipliquem em nosso organismo pessoal e social sem que nosso corpo (comunidade) tenha forças para se defender.


Tratamento:

Na parte física:
- Reduza o consumo de açúcar, farináceos e outros carboidratos – evite coisas fermentadas.
No que toca a humanizar-se:
- Pensar não dói.
- Amar não custa nada; apenas um pouco de dieta no egoísmo e no orgulho.
- E se nos ajudarmos uns aos outros; ainda contamos com a proteção da nossa saúde como um todo (pessoal, familiar, política; religiosa; comunitária).

Reflexão final:

EMBOLORADA ESTÁ A NOSSA MENTE – INCAPAZ DE DISCERNIR...

Mas, que delícia de coceira; que ardor gostoso...

terça-feira, 27 de abril de 2010

NEUROSE CARDÍACA

Somos uma construção milenar; levamos milhares de anos sincronizando os sistemas que nos compõem como unidade: mente, instintos, emoções, corpo físico, corpo astral... – de forma geral nossa parte somática funcionava no piloto automático sob o comando do SNC numa relativamente equilibrada relação entre ações voluntárias e involuntárias ou automáticas.
Isso, foi antes!
O sistema de vida atual nos fez desarticular alguns algumas funções já automatizadas; daí vamos precisar “reaprender” a: dormir; respirar, comer, evacuar...; até nosso coração vai precisar reaprender a bater de forma correta no antigo ritmo sinusal: tum-tá-tum-tá sem zirigidum nem breque – um dos problemas da modernidade é que o coração aprendeu novos ritmos e até batidões e nesse quesito a natureza é conservadora – nada de mudanças bruscas.

No antigo ritmo de vida nossos batimentos cardíacos oscilavam entre 60 e 100 batimentos por minuto – exceto quando alguém fazia nosso coração bater mais forte naquelas paixões súbitas ou nos casos de esporádicos sustos – nosso coração disparava e logo voltava a bater feliz e contente. Como todos os músculos de nosso corpo os do coração precisam de estímulo; no caso, uma espécie de “corrente elétrica” gerada numa estrutura denominada nó sinusal que é uma espécie de marca passo fisiológico; essa corrente é distribuída ás fibras do músculo cardíaco através de feixes de células especializadas como se fossem fios condutores.

Em condições antes especiais e nem sempre definidas alguém atravessava o ritmo e bagunçava o sistema; seja enviando freqüências mais rápidas ou mais lentas – ou os estímulos vinham de outros lugares que não o nó sinusal.
A esse distúrbio dá-se o nome de arritmia cardíaca; que podem ocorrer em concomitância ou não com outras doenças cardíacas.

Se a freqüência está alterada para mais dá-se o nome de taquicardia; se para menos de bradicardia.
Quanto ao local de origem as arritmias podem ser classificadas como: atriais; juncionais; ventriculares.

Causas:
No conjunto das várias etiologias interessa-nos neste bate papo abordar as relacionadas aos hábitos: tabaco; estimulantes como cafeína; teína (chá); estresse crônico; vida sedentária.

Sintomas:
A maioria é assintomática – mas, pessoas mais sensíveis sentem a popular batedeira ou uma falha no ritmo – com ou sem mal estar; ás vezes podem ocorrer desmaios dependendo do momento e da duração da anomalia no ritmo.

Diagnóstico:
É feito sob acompanhamento especializado.

Tratamento:
Caso não haja lesão; apenas disfunção transitória, o processo é reversível apenas com a mudança de hábitos de dieta e da instituição de atividades físicas – se houver necessidade é preciso fazer uso de medicamentos.

Nosso assunto é a NEUROSE CARDÍACA.

Vivemos num tipo de cultura onde a doença tem um valor agregado muito superior ao estado de sanidade – e como o coração foi eleito o órgão da vida e da morte. Numa situação de arritmia com sintomas e mal estar, ás vezes associado a uma queda de pressão arterial e até de glicemia; o peripake é inevitável; e adeus qualidade de vida; pois do primeiro episódio em diante, muitas pessoas desenvolvem um tipo de neurose relacionada a tudo que envolve coração e pressão arterial; caso a situação e as sensações se repitam; o processo deriva para a síndrome do pânico; que é a mistura de ansiedade e temor de sentir novamente o processo tornando o distúrbio crônico.
Se o indivíduo não “sentisse o coração” o processo seria mais brando; pois não prestaria atenção a ele – é notório que, onde colocamos o foco de nossa atenção é que as coisas acontecem.
Não há correlação direta entre S-P e arritmia - há muitos casos de síndrome do pânico sem que haja arritimia; basta apenas a sensação ou o desmaio gerado pela junção de uma hipoglicemia e de uma queda brusca de pressão arterial para que a encrenca se forme.

Aumenta de forma acelerada o número de pacientes de todas as idades vítimas desse processo; que até algum tempo tinha como vítimas preferenciais adultos jovens e bem sucedidos; os top line adrenérgicos (produtores de adrenalina em larga escala) - ao contrário dos colinérgicos (acetil-colina) que tendem a ir para depressão.

Um dos principais fatores desse aumento de casos sem dúvida está ligada ao estresse crônico que tem como base o descontrole da ansiedade e do medo.

Hoje vamos falar sobre ansiedade mórbida!

Ansiedade mórbida é imaginação

É uma fantasia ameaçadora sobre o futuro, nela misturam-se e convivem o medo e a pressa. Como reação à ansiedade a mente produz um tipo de excitação orgânica que gera uma produção maior de mediadores químicos da reação natural ao estresse, como adrenalina, cortisol, vasopresina.
Se não houver diálogo nem comunicação entre o corpo físico e o corpo mental/emocional, o organismo vai se preparar para reagir a um acontecimento que nem sempre faz parte da realidade.
A luta contra uma ilusão ou um fruto da imaginação, é capaz de produzir: diarréia, suor excessivo, aceleração dos batimentos cardíacos, palpitações, sensação de calor ou calafrios, maratonas de exames, internações hospitalares, agressividade, depressão doentia, angustia existencial, pânico, enfim: a morte-em-vida.

Se o desafio a ser superado é real, a energia liberada pode ajudá-lo em determinada atividade ou colaborar para resolver a experiência em andamento.
Se o desafio é virtual, não há nada que possa ser feito e toda energia será descarregada nas reações orgânicas; gerando os sintomas da ansiedade mórbida ou uma crise de pânico.
A mesma situação pode ocorrer quando o desafio é concreto, mas, existe recusa em enfrentá-lo como uma experiência a ser dominada; e pior, é quando, o indivíduo soma expectativas catastróficas e previsões de acontecimentos ou desdobramentos futuros.

Não ser capaz de separar a realidade da imaginação pode ser uma catástrofe em nossa vida; portanto não custa nada iniciar logo um treinamento para nos capacitarmos a identificar fantasias, ilusões e expectativas – e, integrar essa capacidade ao circuito da comunicação interna entre os vários corpos. Intensifiquemos e usemos o recurso do diálogo íntimo para não correr riscos inúteis. Pois nem sempre, após ter identificado uma situação causadora de mal estar ou angustia como sendo uma fantasia, nós estaremos capacitados a interromper o processo – e a cada dia fica mais claro que entrar nesses sorrateiros distúrbios é fácil; mas, sair deles é complicado, lento e custa caro – além disso, os efeitos colaterais dos medicamentos em cascata nos alertam que esse não é o caminho ideal; apenas serve para nos auxiliar a sair do processo – Difícil é a aceitar essa verdade durante a doença; daí, a providência mais inteligente é evitar.

Dica de exercício.

Tanto para prevenir como no auxílio á cura definitiva:
Para conseguir quebrar o circuito ansiedade – medo – sintomas; um recurso simples, é fixar-se no corpo físico.
Feche os olhos; respire fundo e focalize sua consciência na sua respiração; no seu corpo; com isso, o contato com a ameaça é rompido; e você recupera o contato com a realidade em andamento. Repita o processo até que consiga serenar-se e voltar á realidade.

Não se desgaste; nem perca tempo e energia com censuras às manifestações provocadas pela ansiedade gerada pela fantasia.
E não se preocupe em tentar esconder dos outros os sintomas, evite preocupar-se sobre o que vão pensar de você; pois com isso, ficará constrangido e aumentará as secreções orgânicas e o mal estar.

Uma dica da metafísica: nessas situações reavalie sua afetividade – esses distúrbios costumam acometer mais as pessoas com disfunções no chakra cardíaco.

Quanto e de que tipo é a energia amorosa que está trocando com os outros e com a vida de maneira geral?

domingo, 25 de abril de 2010

A ECOLOGIA DA MORTE – parte 2

A primeira parte ficou bastante confusa; mas, como tudo pode ser aproveitado – não foi nada proposital; foi projeção mesmo - mas relendo com cuidado, ela serve de analogia ao que fazemos a respeito do assunto. Piadas, gracejos; exatamente o que costumamos fazer com tudo que nos amedronta, bem lá no fundo da consciência.
Analisando meu medo da morte; já passei por várias fases.
Na infância passei pela fase de medo da perda e do desconhecido – mais á frente, eu corri grande perigo ao achar que não tinha mais medo da morte (na ânsia de aproveitar a vida quase bati as botas com um IM aos 33 anos de idade – no terceiro dia de férias) – minha experiência de quase morte (6 horas infartado dentro de uma ambulância na Via Anchieta (SP) debaixo de um temporal – foi uma lição e tanto – Depois dessa experimentação, meu medo da morte vem sofrendo transformações; dentre elas, eu passei a entender meu projeto de vida; e gostaria de levá-lo adiante da melhor forma possível – seria para mim um quase desperdício – mas, confesso que não estou muito preparado para a viagem ao além.
Daí, sempre que possível volto ao assunto para tentar entendê-lo melhor e ficar mais preparado.

De onde tantos motivos para temer a morte?

Será acúmulo de ignorância mantida por vontade própria?
Caso não fosse; por que tantos Avatares cada um do seu jeito a nos lembrar disso?

Não seria melhor; passar desta prá outra; bater as botas; abotoar o paletó; ir para a terra dos pés juntos; dormir para sempre; descansar... - com destemor, bom humor e, por que não; até alegria?

O que nos impede de ver a morte com outros olhos?

A insegurança do desconhecido?
– Mas, tantas pessoas, ainda em carne e osso, provam que a busca da segurança pela segurança; equivale a própria morte em vida; pois, viver é uma grande e maravilhosa aventura; e como dizem os sábios: nada como viver a aventura de um dia após o outro.

O que fazemos de tão interessante aqui?
Vivo feliz e motivado a maior parte do tempo?

Por que tantos milhões de depressivos, angustiados, em pânico?
Será medo de viver ou de morrer?

Convivo com algumas pessoas que é difícil saber se estão vivas ou mortas; preste atenção a alguns depressivos, alguns até tem cheiro de quem já era sem que ainda o sejam – conheci uma pessoa que me disse saber quem é depressivo ou não pelo cheiro; ela é muito bem humorada; e se ofereceu para servir de exame de laboratório prá me ajuda a diagnosticar a depressão.

Será o medo de sofrer?

Mas, o que é sofrer?
O que para algumas pessoas parece o fim do mundo; para outras é apenas aprendizado.
Será que a sensação de sofrer depende do grau de consciência: saber, compreensão do fato, e aceitação?
A angústia de sofrer na crise da morte é comum; o que nos leva a pensar e verbalizar o desejo de uma morte súbita, rápida e indolor; nem fazemos idéia de que, com esse pedido, solicitamos á vida uma situação de pós – morte complicada, principalmente nos momentos em que a personalidade social está vencedora; e claro; ainda muito apegada aos desejos de ter – possuir – aparentar – gozar a vida.
Pois, passada a crise da morte (Crise na morte? – talvez seja por que os adereços para a morte estejam pela hora da morte, custando os olhos da cara – um enterrozinho básico não sai por menos de mil reais) – depois da caída da ficha: morri e agora; o que é que eu faço?
Um dos sérios problemas: obsediar.
Há um grande risco de nos transformarmos em obsessores atraídos e fixados pelo apego a bens e posses, ou pelas viciações dos nossos sentidos – de repente, bate aquela vontade doida de comer um chocolate; fumar um cigarrinho; tomar um ansiolítico; um analgésico; comer aquela comida gostosa; tomar uma cervejinha; e daí, pelo mecanismo de sintonia nós corremos atrás de alguém (ainda vivo) que nos ofereça essas sensações energéticas.

Aprender a morrer direito?
Pode parecer estranho que seja possível aprender a morrer direito; mas, além de possível é recomendável.
Perceba como os idosos dormitam o dia todo, estão mais do lado de lá do que do de cá, batem papo com gente imaginária (prá nós), estão se enturmando, prá serem recebidos na chegada – os que morrem de medo de morrer; esses têm medo da noite e dão um trabalho danado pros “cuidadores”.

Se parássemos para pensar sobre a morte, veríamos que o ideal é batalhar por uma precedida do envelhecimento, com tempo suficiente para exercitar a reflexão que facilita a adaptação, promove ajustes e dá ensejo a reparações. Preparo enfim. Qualquer um pode observar que, à medida que as pessoas envelhecem dormitam muito, passam mais tempo no outro plano do que aqui e com isso, treinam a transferência de forma suave e tranqüila. No chamado mundo moderno esse preparo foi transferido para hospitais onde a ignorância com relação ao fenômeno leva à sedação desnecessária do nem sempre ainda moribundo; o que, causa problemas durante a crise da morte e depois dela; no trato com doentes terminais (alguns ainda duram muitos anos nos Hospitais de terceira linha).
No caso dos doentes terminais:
Poucos são os profissionais preparados para ensinar o doente a morrer. Seria interessante que houvesse profissionais preparados para o tratamento psicoterapêutico da morte.
Para quem se interessar é possível começar lendo o Livro dos mortos Tibetano e o livro dos mortos Egípcio.

É certeza, todos nós teremos que cumprir essa matéria obrigatória na escola da vida; então: tudo que façamos; façamos bem feito.
Nada de amém – nem de descanse em paz...

Continua.

sábado, 24 de abril de 2010

A ECOLOGIA DA VIDA E DA MORTE - parte 1

Antes que nos ofendamos (credo!) com a possibilidade de nosso comportamento pessoal, social e cultural ser taxado de esquizóide com relação á vida e morte; vamos relembrar o que seja esquizofrenia.

“A esquizofrenia se caracteriza essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente uma doença que afeta os processos cognitivos [de conhecimento], os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções”. (Wikipédia).
Para meio entendedor; uma palavra basta.

A quem muito for dado (conquistas) mais será solicitado (prenúncio da teoria da evolução de Darwin).

Tanto faz; pois estamos encrencados tanto num foco quanto noutro; pois não interessa se nos posicionamos frente á vida segundo a visão da antiga ciência (Newton e associados) e da nova (Einstein e novos colegas com ou sem pós-graduações) ou sob a ação das velhas e das modernas religiões que fazem uma mixórdia entre velho e novo testamento: ou para cortar as arestas dos oportunistas de plantão antes e depois de Jesus.
Na qualidade de doentes candidatos a seres viventes e humanos; nossa mente esquizóide; via de regra (maioria) só ainda funciona sob a ação da surpresa; no ímpeto do tesão; do momento.
E aí mano cósmico?
Tu vais continuar mentindo deliberadamente para tu mesmo; e para os outros o tempo todo.
Eu e tu somos safados na evolução.
Quem vai livrar a cara de quem?
Quanto custa?

Experimenta pegar-te de surpresa e responder a ti mesmo para evitar as desculpas e justificativas (origem básica do câncer):

O que é a vida?
O que é estar vivo?

Se fizéssemos uma pesquisa entre os em torno; além da mixórdia dos tradicionais chavões culturais; ainda vamos ouvir uma enxurrada de conceitos tão primários que cheiram a surto psicótico.

E aproveitar a vida então?
– Piorou!
- Pois para a maior parte de nós; aproveitar a vida; equivale a correr desesperadamente para a tão temida morte, através dos excessos, vícios ou viver em férias permanentes como servidores públicos.
– É, embora sejamos suicidas inconscientes em potencial; no entanto; nós morremos de medo da morte física e financeira.

Que vida importa?
– Quando muito; só a nossa, a dos nossos; ás vezes a do próximo.

Qual teu conceito de biodiversidade?
Até que ponto a vida do planeta com todos os outros seres de vida vegetativa é tua responsabilidade?
Sem essa de não é problema nosso – em nome dos nossos interesses nos colocamos com direito a sermos exterminadores do futuro depredando e pixando Gaia com siglas, jingles e símbolos.
Biodiversidade não tem plano de carreira? – Tô fora!

Direitos adquiridos como herança cósmica e cultural.

Outra loucura meio que renascentista misturada com cubismo neural sob a influência do manês cósmico do criador deste universo e seus segudores (nada a ver com a Fonte Criadora):

Temos o direito; ás vezes, a obrigação de nascer (tantas são as tentativas de nossos pais para fertilização {assunto legal para outros bate papos}: a esterilidade não é física; mas dentre outras coisas: de objetivos de vida – casais estéreis são pessoas estéreis dentro das possibilidades já anteriormente adquiridas).

Adotar (simboliza renovar, reoxigenar) ou recriar objetivos de vida, é a saída menos custosa – em todos os sentidos; especialmente na dignidade humana (vide últimos noticiários criminais na justiça do dia a dia que envolve a procriação artificial).

Noutros casos, para preservar o interesse de livre arbítrio do tesão de momento de nossos genitores (não importa em que circunstâncias) somos impedidos de nascer através do aborto.

Depois, caso consigamos o direito á vida; não nos é dado o direito de morrer em paz; apenas nos ensinam através da educação e da cultura a morrer disfarçadamente através dos maus hábitos.

Nosso conceito de saúde ganha de tudo em matéria de loucura.

A atual ciência de estar saudável (para fugir da morte) contribui demais para abreviar a existência; com suas tecnologias ás vezes inúteis e seus cada vez mais graves efeitos colaterais.

Para onde foi o livre arbítrio de nascer e de morrer?

Não temos mais permissão para renascer; e muito menos, para morrer em casa; lar virou um negócio transitório...
Curral consangüíneo?

Vamos mudar de assunto – falar de morte para que?

Como de médico e louco todos temos um pouco; e no caso eu tenho em dose dupla: médico metido a educador.
Vamos retornar a um assunto dos mais importantes para este final de ciclo planetário; afinal estamos todos com as malas prontas, passagem comprada; falta apenas carimbar o passaporte para a grande viagem (dizem alguns fofoqueiros do além; que, para alguns, é só de ida – como um dos menos evoluídos; penso comigo: tomara!).
Mas, voltando á realidade: a morte.
O que deveria ser uma grande e esperada aventura interdimensional; torna-se motivo de quase desespero para os manos de última viagem planetária – pois, fazemos com ela o que muitos fazem com viagens internacionais tão sonhadas; se amedrontam; enchem a cara de remédios para dormir ou para se ligar; ao invés de curtir os acenos e as despedidas, o até breve; ficar na janelinha observando a paisagem lá do alto; encantar-se com a solicitude do pessoal de bordo – se, fizer parte da turma que vive á sombra do poder exigir algumas mordomias sem que os outros passageiros se revoltem – vá em frente, até alguém vomitar no seu colo. Poucos se preocupam em fazer amizades durante a viagem (no caso; bater papo com defunto ao lado – E aí colega? – Tua viagem está sendo boa?).

Atenção senhores passageiros do vôo antes um pouqinho de 1910 a 2012!

Estamos atravessando uma zona de turbulência (eleições para piloto da nave Gaia) erupções de acne dos jovens candidatos a terrestres:
Passageiros ou contribuintes (são seres muito diferentes nos direitos de milhagem de mordomias).
Último aviso:
Não interessa ao comandante quem quer morrer ou viver primeiro; aqui não interessa: sabe com quem está falando?
A reposta do comandante é foquiú; conhecida em todos os idiomas do mundo globalizado.
– Então; apertem os cintos; verifiquem suas reservas de oxigênio (seu saldo bancário); entreguem aos comissários de vôo seus pertences que serão devolvidos na chegada (restituição do IR) – tudo está sob controle (NOSSO) – Vamos fazer um pouso de emergência nada radical; apenas rotina.
- Avisamos aos usuários que, depois da queda; quem achar a caixa preta deve entregá-la ás otoridades de plantão; sob pena de confisco de seus bens; já que, quem anvisa amigo é; e que, a vida de bolsista apenas a Deus pertence.

A cada subida e descida nas intempéries naturais da viagem as pessoas se escondem no próprio medo; e se aterrorizam com seus próprios bichos íntimos; com seus próprios ancestrais animais de poder xamânico: nossas cobras, lagartos, aranhas, baratas, morcegos, leões, tigres, borboletas, cervos, ursos, lobos – até na ecologia dos animais de poder nossa mediocridade se manifesta: todo mundo quer ter bichos admirados como a águia, o leão, o tigre, etc. – ratos e outros só para os poderosos de plantão...

Sim – Todos nós já fomos um dia; e tornaremos a ser; xamã!

Não seria interessante saber que aquele animalzinho de estimação que tanto te ajudou in vivo: aquele cão fiel que conhecia até o barulho do ronco do teu carro a quarteirões de distância e te esperava na soleira da porta e que te fazia festa (quase sempre não correspondida era ignorado quando os da tua manada consanguínea mal tiravam os olhos da TV e nem te respondiam); o gato que limpava teu ambiente que contaminavas; até mesmo aquele canário que mantiveste preso na gaiola e que se foram antes; até mesmo aquela violeta de 1 real que ganhastes de aniversário pode estar enfeitando tua chegada - todos eles, todos os seres viventes (nem sempre pensantes) podem nos ajudar na chegada da grande viagem.
Por que ninguém nos disse isso com simplicidade e clareza?
Apenas por que não temos olhos de ver; ouvidos de ouvir; coração de sentir; nós nos fizemos cegos, surdos, mudos, manipuláveis...

Por que a paisagem que te recebeu no além é tão árida?

Imaginavas ter comprado passagem para o Éden e fostes parar no meio do árido deserto da tua ecologia íntima – tal e qual os modernos exterminadores da diversidade em Gaia.
Lembras dos avisos dos amigos do ocidente e do oriente para cuidares do teu amigo corpo?
O que plantastes no campo do teu organismo?
Uma usina de Belo Monte dos interesses do momento; para lotear as benesses do paraíso em volta do lago dos desejos: ao invés da energia biodiversificada das plantas e da abundância do ecossistema que pouco ou nada monetário lucra em troca.
Não esqueças para teu próprio bem e dos teus desavisados herdeiros; que os ribeirinhos são o intestino, a natureza o ânus, que vai bloquear o medíocre cérebro intoxicado pela ganância dos teus próprios desejos de perpetuação no poder?

Colega de infortúnio planetário; se tu plantaste no teu organismo nada-bio-sustentável; apenas gado, aves, cana, soja, industrializados, transgênicos...
O que tu esperas?
Para bom entendedor basta; tanto no umbral ou purgatório do arrependimento; quanto para os mais duros na queda do orgulho; para esses está reservado o inferno da culpa.
Comprou passagem para o Rio de Janeiro do além; a cidade maravilhosa; apenas; esqueceu de olhar onde ficava o Hotel? – Na rocinha? – Nada de comida típica mineira nem um lugar bucólico? – ao menos aprenda a livrar-se do inferno das balas astrais perdidas conforme colocamos em nosso bate papo de ontem no http://artedaboamorte.blogspot.com uma das escolas da arte de bem morrer.

A vida te obrigou a ser como és?
Azar teu e nosso.
De que adianta o “exterminador do futuro” que depreda Gaia ser deportado para outros mundos ainda primários – Pois, pela nossa inércia vamos ter que consertar os estragos em Gaia – Conforme fomos e estamos sendo avisados por muitos de fora e de dentro.
Essa postura de inércia é burrice; se até o “saco de deus ou final dos tempos” tem limite, que tal alguns milhões de malucos ocuparem os “penicos” dos três, dos quatro e cinco poderes? – Serve de exemplo na área institucional do sistema de crenças ainda vigente e mandante por aqui a SMIC, nosso futuro santo ecológico de Gaia: Leonardo Boff e seus quase excomungados adeptos (eu me considero um deles) – É urgente, reavaliarmos nossa participação na sobrevivência do planeta – todos os já despertos somos importantes: meditando; aliviando as dores; ou recriando a ciência da nova era.

SEMPRE É TEMPO DE RECOMEÇAR.
AINDA ESTAMOS NOS CANDIDATANDO E NOS ELEGENDO...

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