Antes tarde do que nunca.
Essa notícia nos deixa na expectativa de que em Cuba, possam colher bons resultados contra a H1N1 da mesma forma que os já alcançados em algumas cidades brasileiras, em especial em Macaé (RJ) e Belém (PA) onde a Homeopatia já está sendo usada no tratamento e prevenção da Dengue.
Agrupamos a notícia sobre o trabalho com Homeopatia em Cuba com um artigo que escrevemos em 25/09/09 – sugerindo exatamente isso – apenas desconhecemos a formulação do composto cubano.
Vejamos a notícia:
Cubanos recebem complexo homeopático para aumentar defesas contra gripe
da Efe, em Havana
O ministério da Saúde de Cuba está aplicando em todos os cidadãos um complexo homeopático produzido na ilha contra a gripe suína (A H1N1 e doenças respiratórias em geral, para estimular a "resposta" imunológica da população.
O produto, cujo nome comercial é NoDegrip, é elaborado nos laboratórios do Instituto Finlay de Cuba e indicado como tratamento preventivo contra a dengue, a gripe epidêmica e outras doenças virais, segundo o prospecto ao qual a agência de notícias Efe teve acesso.
O texto acrescenta que o uso de NoDegrip pode ser "altamente efetivo em condições de alto risco epidêmico".
Em sua elaboração são misturadas substâncias homeopáticas e componentes da vacina contra a gripe sazonal.
As autoridades cubanas ordenaram a administração do produto a toda a população, mediante os consultórios médicos de atendimento básico que ficam em cada bairro e povoado do país.
Durante três dias seguidos os cubanos vão ao consultório, cada um com sua própria colher, para receber uma dose de cinco gotas, que voltam a ser administradas após uma semana para completar o efeito preventivo.
Embora a dose só tenha qualidades homeopáticas, popularmente muitas pessoas a recebem como se fosse uma "vacina" contra a gripe suína e divulgam a notícia para que ninguém fique sem ser "vacinado".
Esta medida se soma à vacinação contra a gripe sazonal, que começou em 2009 entre os grupos de alto risco, como idosos, grávidas, diabéticos, asmáticos e pessoas com o vírus HIV ou insuficiência renal crônica. Até dezembro passado a gripe suína havia causado 41 mortes e 1.000 infecções na ilha, segundo dados oficiais.
No UOL Notícias, 09/01/2010 - 17h49
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u676962.shtml
Nosso artigo:
SÁBADO, 25 DE JULHO DE 2009
VACINA? - BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO - UMA SAÍDA SIMPLES E BARATA PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DA GRIPE H1N1
As soluções mais eficazes e geniais são sempre as simples – Contraditoriamente, no mundo atual apenas não podem ser gratuitas e de baixo custo; devem ser patenteadas para que alguns ganhem muito dinheiro.
A atual epidemia da virose H1N1 poderia ser atenuada com medidas quase gratuitas, simples e eficientes: BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO e de quebra, o País poderia tornar-se um inovador em lidar com as futuras epidemias e pandemias que virão uma atrás da outra. Duvida? – Aguarde ou espere uma cara e defasada vacina.
Mas, vamos ao assunto:
O que são Bioterápicos e Nosódios Homeopáticos?
Melhor usar a NET para explicar – E este artigo é ótimo:
“Começamos dizendo que o termo NOSÓDIO foi substituído por BIOTERÁPICO, que é a denominação francesa. Enquanto NOSÓDIO se definia por "medicamentos preparados com produtos patológicos, vegetais ou animais", BIOTERÁPICOS se define por "produtos quimicamente não definidos (secreções, excreções patológicas ou não, certos produtos de origem microbiana e alérgenos) que servem de matéria prima para as preparações homeopáticas bioterápicas" (Farmacopéia Francesa décima edição, 1985).
Os bioterápicos franceses são feitos em baixas potências porque são lisados ou detoxicados, enquanto os do Dr. Roberto Costa, médico e pesquisador brasileiro, são organismos vivos e por isso são feitos a partir da D 24.
Classificação :
1. Bioterápicos
a. bioterápico de estoque:
a1. códex - soros, vacinas, toxinas e anatoxinas, inscritos na Farmacopéia Francesa, preparados por laboratórios especializados (Instituto Pasteur francês ou Mérieux).Ex. BCG, Staphylotoxinum, Tuberculinum.
a2. simples - Obtidas a partir de "vacinas estoques" constituídas por culturas microbianas puras, lisadas e atenuadas em determinadas condições. Ex.Colibacillinum, Influenzinum, Streptococcinum.
a3. complexos - definidos pelo seu modo de obtenção (secreções ou excreções patológicas) ou seu modo de preparação.Ex. Luesinum, Psorinum, nosódios intestinais Bach-Paterson.
a4.ingleses ( Nosódios Intestinais de Bach-Paterson)
a.5. Bioterápicos Dr. Roberto Costa - (nosódios vivos Roberto Costa)- São preparados com microrganismos vivos, na escala decimal, usando como diluente cloreto de sódio 0,9%. A solução de partida é uma suspensão contendo 3 bilhões de microorganismos por ml, em solução. Até a D 11 as diluições são feitas em solução fisiológica 0,9%. Da D12 em diante, as diluições são feitas em solução hidroalcoólicas 50%. Para cada diluição são dadas 50 sucussões.
b. isoterápicos:
b1. isoterápicos - ou hetero-isoterápicos, são preparados a partir de substâncias exógenas (alérgenos, toxinas ou medicamentos), tudo que de alguma forma "sensibilizam" o paciente. Estão nessa categoria todos os alérgenos, pólens, poeiras, pêlos, solventes, medicamentos alopáticos, alimentos, etc.
b2. auto isoterápicos - ou endógenos (auto-nosódios) - são preparados a partir de excreções ou secreções obtidas do próprio doente (sangue, urina, escamas, fezes, pus, etc). Antigamente chamados de auto nosódios.
Prescrição
Poderá ser solicitado por médicos, veterinários e dentistas. No receituário deve constar material que deve ser ou foi coletado, dinamização desejada e forma farmacêutica desejada).
Como as farmácias não estão preparadas para a realização de coletas de materiais veterinários, seria interessante conversar com a(o) farmacêutica(o) responsável de uma farmácia homeopática e se informar sobre o modo de coleta e conservação.Nunca esquecer de avisar se o material for de doença infecto-contagiosa, com mais ênfase ainda se for uma zoonose.Segundo os farmacêuticos, FORMOL não é ideal, devendo ser evitado, melhor são água/álcool/glicerina, soro fisiológico ou álcool 96°.
O material tem prazo de validade, é interessante consultar a farmácia.
Exemplos:
- Bioterápicos ditos "Códex"
Aviare- (sinonímia: Tuberculinum aviare) - produto otido a partir de culturas de mycobacterium tuberculosis variedade aviare, sem adição de antissépticos.
Diphtericum: soro anti-diftérico proveniente de animais imunizados com toxina ou com anatoxina diftérica.
D.T.T.A.B.- toxina diftérica diluída, obtida diluindo-se o líquido da cultura do bacilo diftérico recentemente preparado e filtrado em filtro de porcelana, com solução isotônica de cloreto de sódio.
Gonotoxinum- vacina anti gonogócica constituída por uma suspensão de bactérias provenientes de culturas de "gonococos" mortos por aquecimento, em solução isotônica de cloreto de sódio.
Influenzinum - bioterápico obtido a partir de vacina antigripal do Instituto Pasteur.
Soro Anticolibacilar - Soro antibacilar de origem caprina.
Soro de Yersin- Soro anti-peste proveniente de animais imunizados com bacilos pestes (Yersinia pestis) mortos ou vivos.
Staphylotoxinum- preparado a partir de anatoxina estafilocócica descrita no "Códex".
Tuberculinum- tuberculina bruta obtida a partir de culturas de espécies de Mycobacterium tuberculosis de origem humana e bovina. Antiga denominação : T.K.
Tuberculinum residuum- solução glicerinada contendo as frações insolúveis em água, do bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Antiga denominação : T.R.
V.A.B.- vacina constitutída por uma suspensão de bactéria vivas provenientes de subculturas de espécie artificialmente etenuada, descrita por Calmette et Gueri sob o nome de "B.C.G.".
Vaccinotoxinum- vacina antivariólica preparada a partir de fragmentos epidérmicos recolhidos por raspagem de uma erupção cutânea de varíola em uma novilha inoculada após cinco dias com o vírus da varíola.
- Bioterápicos simples.
Colibacilinum - lisado obtido a partir de culturas de Escherichia coli, sem adição de antissépticos.
Eberthinum- lisado a partir de culturas de Salmonella typhy, sem adição de antisséptico.
Enterococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus fecalis, sem adição de antisséptico.
Paratyphoidinum B- lisado obtido a partir de culturas de Salmonella paratyphi B sem adição de antisséptico.
Staphylococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Staphylococcus aureus, sem adição de antisséptico.
Streptococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus detoxicados, sem adição de antisséptico.
Bioterápicos Complexos
Anthracinum- preparado a partir de um lisado de fígado de coelho infectado por carbúnculo (Bacilus anthracis)
Luesinum- lisado de serosidades treponêmicas de cancros duros, preparados sem adição de antissépticos. Antiga denominação: Syphilinum.
Medorrhinum- lisado de secreções uretrais blenorrágicas colhidas antes de tratamento por antibióticos ou sulfamidas.
Morbillinum- lisado de exsudatos bucofaríngeos de doentes com sarampo, colhidos antes de qualquer tratamento.
Pertussinum- lisado de expectoração de doentes com coqueluche, colhidas antes de qualquer tratamento.
Psorinum- lisado de serosidade de lesões de sarna, colhida de doentes sem tratamento prévio.
Pyrogenium- lisado de produtos de decomposição provenientes da autólise de carde de boi, porco e placenta humana.
Oscillococcinum- auto lisado filtrado de fígado e coração de pato (Anas barbarie). Oscillococcinum 200 K é uma especialidade (tem patente) dos Laboratórios Boiron, da França. Lá é preparado somente nessa dinamização.
Bioterápicos ingleses
Bacilo de Morgan(Proteus morgani) Bacilo Gram-negativo, móvel, anaeróbio facultativo, isolado de fezes de crianças com diarréia estival; ele seria responsável pela diarréia.
Dysentery-Co ou B. dysenterial(Shigella dysenteriae) - Bacilo Gram negativo imóvel, anaeráobico facultativo, agente da disenteria bacilar à qual só o homem e o macaco são sensíveis.
B.Gaertner(Samonella enterididis) - S. enteritidis é um sorotipo de Salmonella, frequente nos animais, que provoca intoxicações alimentares no homem.
B.Mutabilis( B. faecalis- coccal-Co (B. Coli mutabile)- tido como uma Escherichia coli lactose positiva, daí seu nome.
Bacillus nº 7 (B. asiaticus; B. cloacae; B. freundi) - não tem nomenclatura correspondente na bacteriologia. O B. cloacae é o Enterobacter cloacae, cujos caracteres se assemelham ao Aerobacter aerogenes, isolado do solo, água e de matérias fecais do homem e de animais.
Sycotic-Co ou Sycoccus-Paterson (Streptococcus faecalis)- estreptococo ovóide, alongado, não hemolítico, isolado de matérias fecais do homem e dos animais.
Bacillus nº 10- não há correspondente na nomenclatura bacteriógica. Preparado pela Farmácia Nélson, de Londres, sem mais informações.
B. Morgan-Gaertner (Nosódio de Paterson) - idem anterior.
B.coli(Escherichia coli) .
baseado nas apostilas:
1. Dra. Stella Maris Benes, do curso de Homeopatia para veterinários, da Associação Paulista de Homeopatia, 1996.
2. Professora Mafalda Biagini, do Congresso Brasileiro de Homeopatia, Belo Horizonte, setembro de 1992”.
NOSSO COMENTÁRIO.
Sim.
Nós temos condições de preparar um Bioterápico Homeopático do H1N1 em tempo recorde; algumas horas para produzir em larga escala e menos de uma semana para distribuir á população. E, além disso; baseado no trabalho do genial e quase desconhecido Dr. Roberto Costa – o resultado seria sensacional, posso garantir.
O que seria preciso?
Apenas uma cultura do vírus H1N1 preparada segundo as especificações da metodologia do Dr. Roberto Costa. Não é preciso ser nenhuma sumidade para desenvolver o medicamento (vide colocação no artigo) – qualquer prático ou técnico em homeopatia pode fazê-lo com eficácia.
Por que não o fazemos?
Os entraves são os problemas do caráter humano: ganância e orgulho. Todo mundo quer ser o pai da criança e alguns querem ganhar muito ou o tradicional 30% na compra e na distribuição.
A Homeopatia favorece a criatividade e ninguém descobre nada de novo – exceto se um novo medicamento for desenvolvido; por exemplo: os venenos usados hoje na fabricação de alimentos industrializados dariam medicamentos homeopáticos muito eficazes. Vai aí uma dica: Coca Cola e as concorrentes dariam excelentes medicamentos homeopáticos para contrabalançar uma série de problemas da atualidade, coisas banais, tipo: Insônia, osteoporose, DDA...
Por que não se pesquisa? – Dá pouco dinheiro de retorno.
Para ilustrar o emaranhado de interesses draconianos em jogo:
Aqui em SJRP tivemos um caso que bem ilustra o problema da atual humanidade; e principalmente da comunidade tupiniquim, científica ou não.
Vivíamos uma situação de epidemia de Dengue, ainda não solucionada por motivos vários – e neste andar da carruagem, nem será tão cedo.
Muita gente não sabe que a Homeopatia é uma especialidade reconhecida, faz parte do currículo regular das universidades, assim como a acupuntura; daí que seu uso para os ignorantes no assunto pareça uma coisa de idiotas sonhadores.
Resumindo: Um Dr. amigo meu, funcionário da PM instituiu um programa que oferecia á população uma fórmula homeopática bem conhecida e antiga (de eficácia comprovada por qualquer homeopata – Meu amigo não inventou nada – que fique claro) que serviria tanto para atenuar o quadro clínico, desde que usada como preventivo, (nada a ver com vacina); quanto para tratamento curativo na vigência da doença. Eu mesmo sou cobaia assumida: já contraí dengue 3x e nunca levei mais do que 2 dias para sair completamente do quadro, sem deixar de trabalhar ou fazer exames (para quê? – engrossar estatísticas?) – Nosso País precisa de gente na ativa e gerando algo produtivo.
Continuando o relato: O trabalho dele virou uma zona com recursos na Justiça até em segunda instância impetrados pela Secretaria da Saúde do Estado proibindo o uso do remédio não aprovado pelas “otoridades científicas” – avanços e recuos (procure no
www.diarioweb.com.br)
Resumindo: a aplicação da medicação Homeopática gratuita e barata foi substituída por um medicamento usando a fórmula e patenteada por um laboratório homeopático – a PM comprou um lote dos remédios antes de graça por um preço x – e – ele não mais é distribuído á população em larga escala.
Que todos façam bom uso dos recursos $ oriundos do processo.
Finalizando:
Esperamos que alguém que tenha acesso ás culturas do H1N1, num gesto de cidadania e de qualidade humana possa oferecer a alguma descompromissada pessoa capacitada a preparar tão simples “vacina” – mesmo que de forma “marginal” um simples tubo de ensaio para que o Bioterápico possa circular, mesmo que em off, até que algum aventureiro patenteie como sua cria; com a ajuda das várias instâncias da justiça; daí seu poder de ação ficará limitado aos interesses $.
Enquanto isso, nós continuamos recomendando a velha fórmula feita de culturas estrangeiras de vírus da Influenza tipo A; ultrapassados (90% das IVAS atuais já são do novo e moderno vírus.
1 – Influenzinum CH200 – 5 gotas 1x por semana (para gente de qualquer idade, cor e classe social – a dosagem é convenção - democrática).
2) Oscilococcinum CH200 (Sob patente do laboratório BOIRON da França que está tentando entrar com tudo no mercado nacional – mas não há nada mais democrático e genérico do que a Homeopatia – muitos medicamentos qualquer um é capaz de produzir em casa). Tome 5 gotas 1x por semana – Até que perdure a epidemia.
Alerta:
Cuidado com as fantasias da ignorância até de gente pós-graduada e que está em postos de comando em determinar o que é científico ou não – Principalmente em se tratando de Homeopatia – A comunidade dita científica é mais ortodoxa até do que a religiosa.
1) Homeopatia é lenta! – Não, ela é de ação ultra-rápida em doenças agudas – Nas doenças crônicas nem Deus dá jeito milagroso. Pois, os ignorantes de como funciona, que a procuram; são doentes crônicos, pessoas contumazes em violar as leis naturais; e apressadas pelo estilo de viver – e se acham merecedores de uma cura rápida.
2) Homeopatia e Alopatia são incompatíveis! – Nem sempre. E no caso que propusemos – Não é preciso abrir mão do sistema oficial – basta apenas administrar o Isoterápico – não importa o sistema de tratamento em andamento.
Ninguém vai correr risco de vida – além do que já se corre ao nos hospitalizarmos e ao nos medicarmos com anti-isso ou aquilo.
A ÚNICA CONTRAINDICAÇÃO É FERIR OS INTERESSES $ DE UNS E O ORGULHO DE OUTROS.
QUEM SE HABILITA A FORNECER UM SIMPLES TUBO DE ENSAIO?
AMÉM.
AGUARDEMOS...
Esperamos voltar com boas notícias...
Postado por Américo Canhoto às 08:56 3 comentários
Comentário atualizado.
H1N1 – O RETORNO.
Em virtude das condições de isolamento dos interesses corporativos e da grande mídia; e de decisões políticas verticalizadas – uns mandam e quem tem juízo obedece - Em Cuba fica mais fácil desenvolver experiências que envolvam baixo custo ou até custo quase zero. Provavelmente eles não desenvolveram nenhum novo medicamento homeopático; apenas montaram um complexo, colocaram um nome fantasia e o patentearam.
Aproveitando a carona de retorno da H1N1 ao noticiário – vamos relembrar as pessoas que a Dengue pode tornar-se uma epidemia de forte ação nesta temporada das chuvas.
O medicamento homeopático que mais se assemelha ao quadro da dengue é Eupatorium Perf.CH6 – Na vigência da doença tome 5 gotas de 1/1h e como “preventivo” (nada a ver com vacina) tome 5 gotas 1x por semana.
Juízo – já peguei 2 vezes – e a dor e o mal estar são federais!
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domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Os donos da terra x Os que se acham donos da TERRA
Ao ler o artigo: “Análise do censo Agropecuário de 2006” – artigo de Frei Sérgio Gorgen – Publicado no EcoDebate de 07/01/2010 – pela sua importância resolvi “desenterrar”, “gradear” e “irrigar” com novos focos um antigo escrito sobre a legitimidade da propriedade da terra; que melhor seria designada como: ocupação do solo – cujo foco era: Até quando vamos confundir o que é legal com o que é justo?
O “enrosco” era mais ou menos o seguinte:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado, porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta – faz tempo que essa estória rolou; mas, nem tanto quanto o que o IBGE levou entre executar o censo e publicá-lo, apenas 3 anos; num mundo tão célere e informatizado – “tiriricas de burocracia” diria Seu Zé me amigo preto velho da gema e da infância, lá no meio do matão do norte do Paraná.
Naquele dia na TV - O assunto era a monocultura, no caso em discussão a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo que virou um imenso canavial. Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos; destruição ambiental não recuperável; alterações climáticas regionais; criação de novos empregos; geração de energia elétrica; uso de subprodutos para a produção de polímeros; exportar tecnologia sucroalcoeira, etc.
Vou irrigar a discussão com novos produtos: Sabiam que os “gatos” ou empreiteiros de mão de obra sazonal estão aditivando o rendimento dos trabalhadores tipo: cortadores de cana e apanhadores de laranja com crak ao invés da tradicional maconha? – Não sabia? – E que essa epidemia está se espalhando entre crianças e jovens viventes em pequenas comunidades e antes de tradição de agricultura familiar. – Como ficam os filhos de mães solteiras órfãos dos trabalhadores sazonais que voltam para suas terras de origem depois de ganhar uma grana no corte de cana e atividades similiares – E o prejuízo do sistema de saúde abarrotado pelos atendimentos aos trabalhadores turistas quando não dava conta nem de atender os de casa; como fica?
Mas, voltando ao bate papo:
A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador por meio de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: "Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que bem entender, se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra!". Como é melhor rir do que chorar; na hora eu me lembrei de uma célebre frase do Homer Simpson (desenho da TV): “A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente?
E o que começa a desalentar: em pleno século 21 o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir; esperadas.
Em virtude de sermos um povo Cristão em predominância; eu uso muito as falas de Jesus para ilustrar as Leis da Vida a que estamos, quer queiramos ou não; submetidos - Ele cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais; no caso da agricultura, tudo apodrece muito rápido mesmo com o uso de conservantes e estabilizantes (in) sustentáveis – fazendo uma analogia com as riquezas mentais de sapiência: os conservantes são: as desculpas, justificativas e o conceito de normalidade – conservar dogmas e conhecimentos científicos “apodrecidos” pelo tempo; sem replantar é suicídio intelectual; câncer mental transgênico e transmissível.
Salta aos olhos de quem quer ver que, não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente.
No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente e ferrenhamente “dono” da sua terra – um titulado proprietário acima de qualquer suspeita sem “grilo”; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto.
Um parêntese: Já ouviram falar de “terras ou casas mal assombradas”? – Isso, não é brincadeira de copo; nem script de filmes; é vero; confesso que na hora tive a intuição: Se esse cara morrer hoje; coitados dos herdeiros ou do que se achar o novo dono da terra; ele vai ficar pentelhando todo mundo por séculos.
Mas voltando ao assunto:
É possível que pouco tempo depois ele resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra e outra.
Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas, devido à nossa teimosia em manter posturas como a dele; ainda estamos fortemente sujeitos a ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (não vá pensando que não tem nada com isso; só por ser um adepto dos braços cruzados, uma coisa do tipo: não me comprometa).
As pessoas que se acham donas da terra, ou de qualquer outra coisa se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente.
Será que Deus é Pai agricultor que nos tenta ensinar a semear? – Será que a vida é uma eterna agricultura: você planta e colhe?
– Será?
Provavelmente; se novamente nos lembramos do Mestre Jesus nos dizendo que herdaremos a Terra – Será que voltando a 3D á TERRA até aprendermos a plantar e a colher? – Será que vai dar tempo? – Será que a paciência ou o saco de Deus também não se enche?
- Talvez seja preciso juízo; pois de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia de hoje. Claro que junto com os desculpistas e os acomodados; alguns vândalos que se acham proprietários do Mundo vão colher o que plantaram com mais intensidade; mas um dia se aliviarão com a caridade alheia – uma bela lavoura para colher depois; tadinhos de nóis.
Parece que, nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Abrimos mão da competência para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos – quem plantou abacaxi não vai colher figos – é preciso recomeçar e aguardar o concurso do tempo.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer... nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; a terra é minha faço dela o que quiser - afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte e talvez passagem só de ida para algum lugar antes ignorado.
Vale a pena sempre avançar em conceitos:
Mesmo os que se acham mais espiritualizados da boca prá fora que os demais; quando se encontram na condição de donos da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana; já que as multas são “baratas” e elas vivem até no propinoduto; aproveitam a estiagem para atear fogo à reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada, na cara dura, a aproveitam para plantio, etc.
Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração.
Mas, depois, na hora H, na hora da verdade que tanto nos “assombra”, desencarnados em 4D; mas ainda muito apegados ao que rola em 3D; damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de matrix de donos do que não possuímos de fato; pentelhando, enchendo o saco, tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros.
Dia destes na condição de buscador de dúvidas, como um ecochato espiritual participando de um bate papo com o além, conversando com um dono de terras que havia desencarnado há mais de cem anos foi difícil explicar prá ele sua condição atual; e que a propriedade não mais lhe pertencia; aquelas pessoas a quem ele perturbava não eram ladrões nem se apossaram dos seus “bens”; haviam comprado.
Quando nos apegamos às posses materiais não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinamos animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição do ecossistema da criação, todos os males “as tiriricas do Seu Zé” acabam tornando-se um bem.
Quem comete desatinos torna-se um sofredor ou até obsessor (que prefiro chamar de pentelho cósmico) e; nessa "pisada de bola", torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir - quando mais conscientes e esclarecidos.
Mas, até quando será dessa forma?
Claro que vai demorar! – Basta ler o já mais do que ultrapassado censo do IBGE; pois ainda estamos relutando em realizar uma Reforma Agrária urgente e justa – quando o momento de mudanças é urgente, até mesmo para aqueles que vão se achar os velhos ou novos donos da terra.
A dúvida: Será que o planeta suporta tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta? - E não é só da terra não; mas, também da sapiência e do poder como as populações e corporações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador.
Nosso querido planeta está agonizando – será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele?
O que estará atrasando o tão esperado final dos tempos?
Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber?
Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas e bolsas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns mentores espirituais afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares.
Será?
E se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos? - Não será um novo desastre ambiental; só que desta vez cósmico?
Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo.
Mas, pessoal do IBGE façam o favor – levar 3 anos para publicar um relatório – ninguém merece – pois, tudo hoje já é diferente de ontem e de amanhã...
Prá finalizar a cumprida conversa de hoje, fico com os ensinamentos do meu preto velho da infância - Seu Zé: “Zinfiu; até as tiriricas são fius di Deus – ele sabe o qui fazê cum elas”.
Mas, brincadeiras espirituais á parte – O artigo de Frei Sérgio merece muito estudo dos seres viventes com mente pensante e braços fortes...
O “enrosco” era mais ou menos o seguinte:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado, porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta – faz tempo que essa estória rolou; mas, nem tanto quanto o que o IBGE levou entre executar o censo e publicá-lo, apenas 3 anos; num mundo tão célere e informatizado – “tiriricas de burocracia” diria Seu Zé me amigo preto velho da gema e da infância, lá no meio do matão do norte do Paraná.
Naquele dia na TV - O assunto era a monocultura, no caso em discussão a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo que virou um imenso canavial. Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos; destruição ambiental não recuperável; alterações climáticas regionais; criação de novos empregos; geração de energia elétrica; uso de subprodutos para a produção de polímeros; exportar tecnologia sucroalcoeira, etc.
Vou irrigar a discussão com novos produtos: Sabiam que os “gatos” ou empreiteiros de mão de obra sazonal estão aditivando o rendimento dos trabalhadores tipo: cortadores de cana e apanhadores de laranja com crak ao invés da tradicional maconha? – Não sabia? – E que essa epidemia está se espalhando entre crianças e jovens viventes em pequenas comunidades e antes de tradição de agricultura familiar. – Como ficam os filhos de mães solteiras órfãos dos trabalhadores sazonais que voltam para suas terras de origem depois de ganhar uma grana no corte de cana e atividades similiares – E o prejuízo do sistema de saúde abarrotado pelos atendimentos aos trabalhadores turistas quando não dava conta nem de atender os de casa; como fica?
Mas, voltando ao bate papo:
A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador por meio de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: "Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que bem entender, se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra!". Como é melhor rir do que chorar; na hora eu me lembrei de uma célebre frase do Homer Simpson (desenho da TV): “A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente?
E o que começa a desalentar: em pleno século 21 o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir; esperadas.
Em virtude de sermos um povo Cristão em predominância; eu uso muito as falas de Jesus para ilustrar as Leis da Vida a que estamos, quer queiramos ou não; submetidos - Ele cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais; no caso da agricultura, tudo apodrece muito rápido mesmo com o uso de conservantes e estabilizantes (in) sustentáveis – fazendo uma analogia com as riquezas mentais de sapiência: os conservantes são: as desculpas, justificativas e o conceito de normalidade – conservar dogmas e conhecimentos científicos “apodrecidos” pelo tempo; sem replantar é suicídio intelectual; câncer mental transgênico e transmissível.
Salta aos olhos de quem quer ver que, não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente.
No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente e ferrenhamente “dono” da sua terra – um titulado proprietário acima de qualquer suspeita sem “grilo”; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto.
Um parêntese: Já ouviram falar de “terras ou casas mal assombradas”? – Isso, não é brincadeira de copo; nem script de filmes; é vero; confesso que na hora tive a intuição: Se esse cara morrer hoje; coitados dos herdeiros ou do que se achar o novo dono da terra; ele vai ficar pentelhando todo mundo por séculos.
Mas voltando ao assunto:
É possível que pouco tempo depois ele resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra e outra.
Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas, devido à nossa teimosia em manter posturas como a dele; ainda estamos fortemente sujeitos a ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (não vá pensando que não tem nada com isso; só por ser um adepto dos braços cruzados, uma coisa do tipo: não me comprometa).
As pessoas que se acham donas da terra, ou de qualquer outra coisa se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente.
Será que Deus é Pai agricultor que nos tenta ensinar a semear? – Será que a vida é uma eterna agricultura: você planta e colhe?
– Será?
Provavelmente; se novamente nos lembramos do Mestre Jesus nos dizendo que herdaremos a Terra – Será que voltando a 3D á TERRA até aprendermos a plantar e a colher? – Será que vai dar tempo? – Será que a paciência ou o saco de Deus também não se enche?
- Talvez seja preciso juízo; pois de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia de hoje. Claro que junto com os desculpistas e os acomodados; alguns vândalos que se acham proprietários do Mundo vão colher o que plantaram com mais intensidade; mas um dia se aliviarão com a caridade alheia – uma bela lavoura para colher depois; tadinhos de nóis.
Parece que, nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Abrimos mão da competência para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos – quem plantou abacaxi não vai colher figos – é preciso recomeçar e aguardar o concurso do tempo.
O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer... nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; a terra é minha faço dela o que quiser - afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte e talvez passagem só de ida para algum lugar antes ignorado.
Vale a pena sempre avançar em conceitos:
Mesmo os que se acham mais espiritualizados da boca prá fora que os demais; quando se encontram na condição de donos da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana; já que as multas são “baratas” e elas vivem até no propinoduto; aproveitam a estiagem para atear fogo à reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada, na cara dura, a aproveitam para plantio, etc.
Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração.
Mas, depois, na hora H, na hora da verdade que tanto nos “assombra”, desencarnados em 4D; mas ainda muito apegados ao que rola em 3D; damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de matrix de donos do que não possuímos de fato; pentelhando, enchendo o saco, tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros.
Dia destes na condição de buscador de dúvidas, como um ecochato espiritual participando de um bate papo com o além, conversando com um dono de terras que havia desencarnado há mais de cem anos foi difícil explicar prá ele sua condição atual; e que a propriedade não mais lhe pertencia; aquelas pessoas a quem ele perturbava não eram ladrões nem se apossaram dos seus “bens”; haviam comprado.
Quando nos apegamos às posses materiais não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinamos animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição do ecossistema da criação, todos os males “as tiriricas do Seu Zé” acabam tornando-se um bem.
Quem comete desatinos torna-se um sofredor ou até obsessor (que prefiro chamar de pentelho cósmico) e; nessa "pisada de bola", torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir - quando mais conscientes e esclarecidos.
Mas, até quando será dessa forma?
Claro que vai demorar! – Basta ler o já mais do que ultrapassado censo do IBGE; pois ainda estamos relutando em realizar uma Reforma Agrária urgente e justa – quando o momento de mudanças é urgente, até mesmo para aqueles que vão se achar os velhos ou novos donos da terra.
A dúvida: Será que o planeta suporta tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta? - E não é só da terra não; mas, também da sapiência e do poder como as populações e corporações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador.
Nosso querido planeta está agonizando – será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele?
O que estará atrasando o tão esperado final dos tempos?
Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber?
Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas e bolsas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...
Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns mentores espirituais afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares.
Será?
E se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos? - Não será um novo desastre ambiental; só que desta vez cósmico?
Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo.
Mas, pessoal do IBGE façam o favor – levar 3 anos para publicar um relatório – ninguém merece – pois, tudo hoje já é diferente de ontem e de amanhã...
Prá finalizar a cumprida conversa de hoje, fico com os ensinamentos do meu preto velho da infância - Seu Zé: “Zinfiu; até as tiriricas são fius di Deus – ele sabe o qui fazê cum elas”.
Mas, brincadeiras espirituais á parte – O artigo de Frei Sérgio merece muito estudo dos seres viventes com mente pensante e braços fortes...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
É PRECISO CONSCIENTIZAR - ATÉ MARÇO MUIT ÁGUA VAI ROLAR
Nenhum trabalho de profilaxia pode funcionar se as pessoas não têm consciência do que e para que fazê-lo.
Joãozinho desce daí!
Você vai se machucar meu filho!
Ô minino teimoso!
Depois não vem chorar!
Para prevenir; na tentativa de evitar que cresça muito o número de vítimas fatais nesta temporada de chuva que está apenas começando; seria preciso conscientizar as pessoas que moram em áreas de risco a respeito do perigo real e imediato que correm.
Mas, como executar essa tarefa numa situação emergencial?
Dá prá duvidar de nossa sanidade coletiva, pois em situações graves e de catástrofes parece que as pessoas sentem um prazer mórbido em ajudar e receber ajuda – talvez esse seja um motivo inconsciente para que não procuremos evitar tragédias anunciadas, que consomem muito mais recursos do coletivo para tapar o sol com a peneira do que a prevenção efetiva – Exemplo, coisas bem simples do cotidiano como fumar e criar um câncer; construir na beira do rio ou pendurado no morro; essas atitudes infantis perante as leis da natureza podem ser facilmente evitadas se houver vontade real – Mas, feito crianças birrentas, nós criamos uma tradição de cultuar a panacéia ao invés de ir para os finalmente.
Os adultos que se recusam a crescer em maturidade psicológica adoram essa novela em tempo real e ao vivo:
Era uma vez...
No reino da panacéia.
Um lugar onde todos de alguma forma são doentes do corpo, da mente e da alma, e onde falar sobre sanidade e prevenção efetiva é coisa de doido. Lá o consumo de paradoxos já intoxicou ao extremo as pessoas. Os desastres, o mal e a doença têm um valor incrível. Nele a sanidade é a própria doença e falar em saúde é falar em doença; uma comunidade que é uma coisa de louco.
Lá todos adoram, são chegados em paradoxos, e um dos mais queridos é um tipo de paradoxo de gosto terrível: a insatisfação negativa ou “só dê valor para o que você não tem, ou perdeu”...
Na comunidade da panacéia. Quem dá valor para a saúde ou até a vida antes perdê-la?
Apenas os malucos que correm sérios riscos, até de serem exilados, desprezados e tratados como alienados por se recusarem a fazer o que todo mundo faz; o que é normal. Pois, as pessoas são treinadas desde tenra idade a se agredirem com vícios e a se intoxicarem com excessos de todos os tipos para depois se vangloriarem nas ante-salas dos hotéis de doentes que suas doenças são mais raras, incapacitantes e dolorosas, que as dos outros – Ou quando por ignorância e comodidade invadem as margens dos rios, constroem no alto das encostas ou bem debaixo delas e depois perdem tudo; mas, são valentes e não abandonam o barco, enfrentam a “fúria” das águas, de novo e de novo – ou fazem um tratamento e outro e outro e uma cirurgia e outra e outra – no reino da panacéia somos todos muito insistentes em manter nossos pontos de vista; disso ninguém pode reclamar.
Quando as pessoas negam, mas começam a sentir algum prazer em perder quase tudo – ou a adoecer o prognóstico é sombrio.
A cretinização intelectual é epidêmica e não escolhe cor, sexo, sistema de crenças nem classe social; feito um câncer já tomou conta dos organismos da comunidade – para piorar as coisas parece que pode ser transmitida pelo DNA – além disso, as crianças quando não são infectadas ainda dentro do útero, aprendem a ser “arteiras” com os adultos que ao invés das antigas traquinagens de subir no telhado, nos muros ou nas árvores – penduram-se nos morros - e também são ensinadas a ficar doentes: criança sadia é cobrada o tempo todo, entupida de compromissos, de expectativas e deveres; criança doente recebe mais atenção e carinho, ganha presentes e está livre de cumprir deveres chatos como ir à escola.
Sarar dessa doença não é nada fácil, pois os contaminados pelo orgulho e a ganância através da mídia se encarregam de acenar para os crédulos com o botão mágico do reino da panacéia que resolve tudo – vendendo remédios e terrenos em lugares proibidos; fornecendo material para construir barracos em época de eleições, etc.
Uma das mais “malandras” criações das inteligências acima da média do reino da panacéia é um vírus maneiroso chamado: crédito. Propagam para as pessoas que o negócio é participar da farra do consumo; de preferência gastando muito mais do que ganha ou gastando o que ainda nem ganhou; viajar na maionese enfim (meu amigo ET diz que o crédito é meio que a cocaína do consumo) – mas, vem a ressaca: cair na arapuca do juro do cheque especial, da agiotagem, da promissória - e - depois, ou é processado, fica com o nome “sujo” – Claro que nessas horas a classe social faz a diferença: se é da “crasse arta” ou remediado vai entrar em deprê, angustiar-se; ou ficar doente de verdade (para o povo da panacéia, ficar doente de verdade é algo bem físico: pneumonia, enfarte, câncer e outras coisinhas mais); alguns podem se suicidar de forma direta ou através de doenças auto-imunes para os mais recatados – Mas, os da classe C, D, E; esses podem ter os mesmos peripaques ou até podem ir para a zona dos alagados ou se dependurar na encosta – se tiver sorte vai ganhar uma bolsa – auxílio permanente ou temporária patrocinada pelos outros.
Estamos num beco sem saída?
Será impossível escapar dos vigilantes da insanidade que guardam as saídas do reino da panacéia?
Acreditamos que não. O fator tempo parece que conspira a favor da sanidade – claro que não o tempo climático; pois, a previsão é que neste verão vai chover a cântaros na região sudeste. Diz um amigo meu que logo algum espertinho vai lançar um desodorante anti-mofo.
Como podemos nos ajudar uns aos outros na batalha da conscientização?
O exemplo é um santo remédio:
Para quem quiser se engajar nessa campanha de vacinação, o primeiro passo é desenvolver e melhorar o seu próprio sistema de comunicação íntima, para poder exemplificar com coerência e clareza; ao invés de ficar pensando uma coisa, dizendo outra e agindo ao contrário.
Não adianta muito pregarmos o que não estamos ainda a fim de fazer – e a omissão não funciona - discurse, mas esteja pelo menos tentando fazer.
Para quem não quer ouvir, palavras não funcionam:
Palavras apenas, pouco resolvem quando as pessoas se fazem de surdas a tudo que as faça mudar antigos padrões. Como dizer a um surdo que ele ouve melhor do que o seu vizinho ao lado? Sinalizando. E é preciso saber dizer a coisa certa na hora certa. Usando a linguagem dos sinais. Sinalize para os outros o melhor a fazer; e faça isso sem nenhuma pressa para poder encontrar o momento mais adequado. E, o momento certo para se conscientizar um indivíduo de que ele é doente do corpo ou do comportamento com certeza é no auge da doença. Principalmente a criança doente deve sempre ser responsabilizada pela sua doença, quando isso seja possível e a situação esteja bem clara – nosso comportamento de adultos é semelhante ao de uma criança de 4 ou 5 anos – claro que enxergamos e apontamos as criancices dos outros; mas não percebemos as nossas.
Dica da hora: diga coisas que tem que dizer apenas uma vez. Permita que as pessoas vivam até o limite do suportável as conseqüências de suas escolhas.
Exemplo, não corra atrás de médico nem de remédio para ninguém que já esteja cansado de saber o que deve ou não fazer.
Ou quando um amigo endividado crônico te procura. Pensa bem, pois a maior chance é a de não receberes de volta o empréstimo; e ainda vais perder o amigo; mesmo que ele seja mais amigo da onça. Talvez o melhor a fazer: não tenho ou até não empresto mais; pois da outra vez não me pagaste.
Apenas a linguagem da dor é muito clara:
A clareza é essencial. É preciso ser amorosamente curto e grosso. Pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho. O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito. Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para que os problemas o atormentem ou que a dor ou a doença possa agir nele – claro que em situações de risco: o morro vai “despinguelar” e descer ladeira abaixo; tire o sujeito de lá nem que seja em camisa de força. Sempre que possível permita que as pessoas sintam suas dores, elas precisam viver essa experiência “chocante” para aprender a discernir. Mas, cuidado ao fazer isso, para que não uses a recusa em ajudá-las, como um fator de punição a quem não votou em você; não seguiu teus conselhos ou determinações. Negar ou não permitir não pode ser um ato de vingança ou de retaliação, ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ao tentar ajudar a esclarecer - mesmo que tu carregues nas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário sábio veio mostrar um dos bons caminhos da cura ao povo da panacéia e acabou na cruz. “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada pelos paradoxos e dogmas (outro bichinho malandrinho e destruidor).
Conscientizar faz parte da profilaxia:
Cada um do seu jeito; a maioria de nós ainda não atingiu um nível mínimo aceitável de humanização (somos pouco responsáveis e imprevidentes). Não queremos ainda saber das leis básicas que regem o processo de humanização: Lei de causa e efeito. Lei de retorno. Lei do trabalho. Lei da reparação.
Quem já começa a vislumbrar um pouco das razões da vida humana deve ficar atento para pegar todos os ganchos possíveis no trabalho de conscientização natural, que é a dor e o sofrimento; um tipo de amigo da onça que convida as pessoas a parar para pensar e reformar as escolhas. Aprendamos a fazer cara de paisagem para as reclamações dos doentes, dando-lhes atenção; claro - mas permitindo que suas queixas entrem por um ouvido e saiam pelo outro, até que eles façam movimentos mínimos de mudança no padrão de atitudes e de comportamento.
Conscientizar as pessoas não é ditar regras, subir em pedestais de sapiência; é compartilhar com elas nossas próprias experiências e aprendizados. Coisa de dia a dia e coisa de vida toda. Nada de minutos na mídia ou cartazes ou campanhas com data para começar e data para terminar. Isso, não funciona.
É muito bom estarmos atentos; pois em muitas situações nós fazemos pior do que aqueles a quem estamos tentando alertar e ajudar.
Meu amigo ET me deixou um teorema prá resolver que está complicado: Se eu vivo ás custas das dificuldades e das dores dos outros – o que eu ganho se ajudá-los a sair de vez das encrencas?
Eu acho, apenas acho que encontrei parte da solução – Quem puder me ajudar; agradeço.
Joãozinho vou falar pela última vez! - Desce do morro meu filho! – Saí da beira do rio! – Olha o temporal que vem aí! – Ocê é doido menino? – Vem aqui prá dentro de casa!
– Que casa tio?
- QUE CASA TIO?
Joãozinho desce daí!
Você vai se machucar meu filho!
Ô minino teimoso!
Depois não vem chorar!
Para prevenir; na tentativa de evitar que cresça muito o número de vítimas fatais nesta temporada de chuva que está apenas começando; seria preciso conscientizar as pessoas que moram em áreas de risco a respeito do perigo real e imediato que correm.
Mas, como executar essa tarefa numa situação emergencial?
Dá prá duvidar de nossa sanidade coletiva, pois em situações graves e de catástrofes parece que as pessoas sentem um prazer mórbido em ajudar e receber ajuda – talvez esse seja um motivo inconsciente para que não procuremos evitar tragédias anunciadas, que consomem muito mais recursos do coletivo para tapar o sol com a peneira do que a prevenção efetiva – Exemplo, coisas bem simples do cotidiano como fumar e criar um câncer; construir na beira do rio ou pendurado no morro; essas atitudes infantis perante as leis da natureza podem ser facilmente evitadas se houver vontade real – Mas, feito crianças birrentas, nós criamos uma tradição de cultuar a panacéia ao invés de ir para os finalmente.
Os adultos que se recusam a crescer em maturidade psicológica adoram essa novela em tempo real e ao vivo:
Era uma vez...
No reino da panacéia.
Um lugar onde todos de alguma forma são doentes do corpo, da mente e da alma, e onde falar sobre sanidade e prevenção efetiva é coisa de doido. Lá o consumo de paradoxos já intoxicou ao extremo as pessoas. Os desastres, o mal e a doença têm um valor incrível. Nele a sanidade é a própria doença e falar em saúde é falar em doença; uma comunidade que é uma coisa de louco.
Lá todos adoram, são chegados em paradoxos, e um dos mais queridos é um tipo de paradoxo de gosto terrível: a insatisfação negativa ou “só dê valor para o que você não tem, ou perdeu”...
Na comunidade da panacéia. Quem dá valor para a saúde ou até a vida antes perdê-la?
Apenas os malucos que correm sérios riscos, até de serem exilados, desprezados e tratados como alienados por se recusarem a fazer o que todo mundo faz; o que é normal. Pois, as pessoas são treinadas desde tenra idade a se agredirem com vícios e a se intoxicarem com excessos de todos os tipos para depois se vangloriarem nas ante-salas dos hotéis de doentes que suas doenças são mais raras, incapacitantes e dolorosas, que as dos outros – Ou quando por ignorância e comodidade invadem as margens dos rios, constroem no alto das encostas ou bem debaixo delas e depois perdem tudo; mas, são valentes e não abandonam o barco, enfrentam a “fúria” das águas, de novo e de novo – ou fazem um tratamento e outro e outro e uma cirurgia e outra e outra – no reino da panacéia somos todos muito insistentes em manter nossos pontos de vista; disso ninguém pode reclamar.
Quando as pessoas negam, mas começam a sentir algum prazer em perder quase tudo – ou a adoecer o prognóstico é sombrio.
A cretinização intelectual é epidêmica e não escolhe cor, sexo, sistema de crenças nem classe social; feito um câncer já tomou conta dos organismos da comunidade – para piorar as coisas parece que pode ser transmitida pelo DNA – além disso, as crianças quando não são infectadas ainda dentro do útero, aprendem a ser “arteiras” com os adultos que ao invés das antigas traquinagens de subir no telhado, nos muros ou nas árvores – penduram-se nos morros - e também são ensinadas a ficar doentes: criança sadia é cobrada o tempo todo, entupida de compromissos, de expectativas e deveres; criança doente recebe mais atenção e carinho, ganha presentes e está livre de cumprir deveres chatos como ir à escola.
Sarar dessa doença não é nada fácil, pois os contaminados pelo orgulho e a ganância através da mídia se encarregam de acenar para os crédulos com o botão mágico do reino da panacéia que resolve tudo – vendendo remédios e terrenos em lugares proibidos; fornecendo material para construir barracos em época de eleições, etc.
Uma das mais “malandras” criações das inteligências acima da média do reino da panacéia é um vírus maneiroso chamado: crédito. Propagam para as pessoas que o negócio é participar da farra do consumo; de preferência gastando muito mais do que ganha ou gastando o que ainda nem ganhou; viajar na maionese enfim (meu amigo ET diz que o crédito é meio que a cocaína do consumo) – mas, vem a ressaca: cair na arapuca do juro do cheque especial, da agiotagem, da promissória - e - depois, ou é processado, fica com o nome “sujo” – Claro que nessas horas a classe social faz a diferença: se é da “crasse arta” ou remediado vai entrar em deprê, angustiar-se; ou ficar doente de verdade (para o povo da panacéia, ficar doente de verdade é algo bem físico: pneumonia, enfarte, câncer e outras coisinhas mais); alguns podem se suicidar de forma direta ou através de doenças auto-imunes para os mais recatados – Mas, os da classe C, D, E; esses podem ter os mesmos peripaques ou até podem ir para a zona dos alagados ou se dependurar na encosta – se tiver sorte vai ganhar uma bolsa – auxílio permanente ou temporária patrocinada pelos outros.
Estamos num beco sem saída?
Será impossível escapar dos vigilantes da insanidade que guardam as saídas do reino da panacéia?
Acreditamos que não. O fator tempo parece que conspira a favor da sanidade – claro que não o tempo climático; pois, a previsão é que neste verão vai chover a cântaros na região sudeste. Diz um amigo meu que logo algum espertinho vai lançar um desodorante anti-mofo.
Como podemos nos ajudar uns aos outros na batalha da conscientização?
O exemplo é um santo remédio:
Para quem quiser se engajar nessa campanha de vacinação, o primeiro passo é desenvolver e melhorar o seu próprio sistema de comunicação íntima, para poder exemplificar com coerência e clareza; ao invés de ficar pensando uma coisa, dizendo outra e agindo ao contrário.
Não adianta muito pregarmos o que não estamos ainda a fim de fazer – e a omissão não funciona - discurse, mas esteja pelo menos tentando fazer.
Para quem não quer ouvir, palavras não funcionam:
Palavras apenas, pouco resolvem quando as pessoas se fazem de surdas a tudo que as faça mudar antigos padrões. Como dizer a um surdo que ele ouve melhor do que o seu vizinho ao lado? Sinalizando. E é preciso saber dizer a coisa certa na hora certa. Usando a linguagem dos sinais. Sinalize para os outros o melhor a fazer; e faça isso sem nenhuma pressa para poder encontrar o momento mais adequado. E, o momento certo para se conscientizar um indivíduo de que ele é doente do corpo ou do comportamento com certeza é no auge da doença. Principalmente a criança doente deve sempre ser responsabilizada pela sua doença, quando isso seja possível e a situação esteja bem clara – nosso comportamento de adultos é semelhante ao de uma criança de 4 ou 5 anos – claro que enxergamos e apontamos as criancices dos outros; mas não percebemos as nossas.
Dica da hora: diga coisas que tem que dizer apenas uma vez. Permita que as pessoas vivam até o limite do suportável as conseqüências de suas escolhas.
Exemplo, não corra atrás de médico nem de remédio para ninguém que já esteja cansado de saber o que deve ou não fazer.
Ou quando um amigo endividado crônico te procura. Pensa bem, pois a maior chance é a de não receberes de volta o empréstimo; e ainda vais perder o amigo; mesmo que ele seja mais amigo da onça. Talvez o melhor a fazer: não tenho ou até não empresto mais; pois da outra vez não me pagaste.
Apenas a linguagem da dor é muito clara:
A clareza é essencial. É preciso ser amorosamente curto e grosso. Pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho. O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito. Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para que os problemas o atormentem ou que a dor ou a doença possa agir nele – claro que em situações de risco: o morro vai “despinguelar” e descer ladeira abaixo; tire o sujeito de lá nem que seja em camisa de força. Sempre que possível permita que as pessoas sintam suas dores, elas precisam viver essa experiência “chocante” para aprender a discernir. Mas, cuidado ao fazer isso, para que não uses a recusa em ajudá-las, como um fator de punição a quem não votou em você; não seguiu teus conselhos ou determinações. Negar ou não permitir não pode ser um ato de vingança ou de retaliação, ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ao tentar ajudar a esclarecer - mesmo que tu carregues nas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário sábio veio mostrar um dos bons caminhos da cura ao povo da panacéia e acabou na cruz. “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada pelos paradoxos e dogmas (outro bichinho malandrinho e destruidor).
Conscientizar faz parte da profilaxia:
Cada um do seu jeito; a maioria de nós ainda não atingiu um nível mínimo aceitável de humanização (somos pouco responsáveis e imprevidentes). Não queremos ainda saber das leis básicas que regem o processo de humanização: Lei de causa e efeito. Lei de retorno. Lei do trabalho. Lei da reparação.
Quem já começa a vislumbrar um pouco das razões da vida humana deve ficar atento para pegar todos os ganchos possíveis no trabalho de conscientização natural, que é a dor e o sofrimento; um tipo de amigo da onça que convida as pessoas a parar para pensar e reformar as escolhas. Aprendamos a fazer cara de paisagem para as reclamações dos doentes, dando-lhes atenção; claro - mas permitindo que suas queixas entrem por um ouvido e saiam pelo outro, até que eles façam movimentos mínimos de mudança no padrão de atitudes e de comportamento.
Conscientizar as pessoas não é ditar regras, subir em pedestais de sapiência; é compartilhar com elas nossas próprias experiências e aprendizados. Coisa de dia a dia e coisa de vida toda. Nada de minutos na mídia ou cartazes ou campanhas com data para começar e data para terminar. Isso, não funciona.
É muito bom estarmos atentos; pois em muitas situações nós fazemos pior do que aqueles a quem estamos tentando alertar e ajudar.
Meu amigo ET me deixou um teorema prá resolver que está complicado: Se eu vivo ás custas das dificuldades e das dores dos outros – o que eu ganho se ajudá-los a sair de vez das encrencas?
Eu acho, apenas acho que encontrei parte da solução – Quem puder me ajudar; agradeço.
Joãozinho vou falar pela última vez! - Desce do morro meu filho! – Saí da beira do rio! – Olha o temporal que vem aí! – Ocê é doido menino? – Vem aqui prá dentro de casa!
– Que casa tio?
- QUE CASA TIO?
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
MEDO NA ESCOLA OU MEDO DA ESCOLA?
Já foi o tempo em que até mesmo a escola pública era considerada um local relativamente seguro; as preocupações da família relacionavam-se a pequenos acidentes, possíveis desentendimentos entre colegas, e, o mais importante: com o aprendizado em si; tanto de conteúdos quanto de valores.
Hoje, a preocupação dos pais em boa parte das escolas é com a segurança – um dos itens prioritários: é se há polícia na porta; para tentar coibir as agressões físicas, assaltos, roubos, tráfico e consumo de drogas – a antiga preocupação com as notas e o futuro na vida profissional foi substituída na conversa entre pais e filhos, pela falta de segurança que gera medo – claro que, depois da novela; se der tempo, a preocupação estende-se até pedofilia...
O que aconteceu? – Como esse desastre foi construído?
De forma politicamente correta: o tempo que a criança permanece na escola deveria ser um momento de tranqüilidade para os pais; afinal ela está num ambiente voltado para a atividade intelectual e, recebendo cuidados de adultos conscientes de seu papel - os educadores (futuros formadores de opinião) – Esse é o cenário esperado; mas, a insegurança tomou conta do meio escolar, e, para tornar mais sombrio o quadro de tragédia já anunciada há bastante tempo; os mais inseguros são exatamente os responsáveis em gerar um ambiente de calma e tranqüilidade: a direção da escola e os professores – e hoje; pasmem: os neo-educadores em geral; pois a patologia comportamental invadiu a pedagogia – e não apenas os laicos e bem “gramaticados” de antigamente; mas, conteúdos pedagógicos á parte; até os que se acham espiritualizados estão dançando o “rap do professor”.
Nem é preciso dizer que a insegurança na escola não é um problema apenas da escola publica e tampouco apenas brasileiro; é mundial; pois o candidato a ser humano; não tem nacionalidade é simplesmente: “candidato” a terráqueo.
Cá entre nós; mesmo a educação sendo colocada como uma das prioridades pelo povo e muito comentada em época de eleição, ela nunca recebeu a atenção necessária dos governantes; e não é de hoje; há séculos não somos adeptos da educação/instrução; quanto mais da educação assentada em valores e na ética – Estudar para que? – dizem alguns “laureados” comentaristas que se expõem na mídia sem o menor pudor – que até acham lindo cidadãos semi - analfabetos construir ou amealhar pouco transparentes fortunas e até assumirem cargos públicos de alta relevância, enquanto os “estudados” sobrevivem para pagar taxas e mais taxas, só para continuarem no mercado ou até vivos; e quem sabe tomar ritalina para poder passar num concurso; e aí sim, viverem descansados sob a égide da segurança de ser um FP – eles são heróis; deram a volta por cima; não precisaram de “cotas de oportunidades”; “forjaram” as suas – Um dos efeitos colaterais dessa vocação extrativista e voltada para a produção agrícola cada vez mais predatória: estamos indo muito rápido de retorno á época das cavernas tecnológicas do pós-descobrimento; pois, em 2009 a queda do percentual do PIB; no que se relaciona á participação da indústria que envolve a produção de manufaturados e de tecnologia caiu de forma perigosa – estamos voltando a ser; e a sermos vistos pelos colonizadores do chamado primeiro mundo, como índios – mas, apenas no sentido pejorativo dos com mentalidade cristã – judaica bem retrograda – Quisera Deus que nos comportássemos como índios de verdade: simples, comedidos, preservadores, respeitadores da vida e da natureza – pena que nossos “chefes emplumados” se deixaram “embebedar” pela sede de riquezas e de prazeres fornecidos pelos “brancos do hemisfério norte” e de outros mundos mais sombrios, em contas achocolatadas...
Obs. Uma das comemorações que mais me deixaram “enojado” até hoje; foi o que já constatei a respeito do que é passado para nossas pobres crianças a respeito do “dia do índio” que mais parece um...
Mas, de volta ao mundo dos “mameloucos” (mamelucos pirados):
Nesse panorama de pouca valorização do ensino; como não poderia deixar de ser; na escola pública a dimensão da encrenca é maior. Basta uma olhadela nas estatísticas de afastamento de funcionários públicos para identificar que, hoje – e vai piorar a cada dia - os professores são campeões em afastamento, e, a maioria por doenças decorrentes da falta de motivação e do estresse crônico: depressão, angústia, pânico, tendinite, fibromialgia, vertigens; e claro, para temperar o samba do crioulo doido, alguma boa e nacional dose de pilantragem – não é difícil entender os motivos – juntam-se a fome e a vontade de comer: o desejo cultural de levar vantagem em tudo soma-se com a agressividade e a violência que trazem insegurança; e que, saiu do pátio e das cercanias da escola, e adentrou pela sala de aula com força total; e o professor tornou-se refém do sistema; muitas vezes consentido (que delícia) – um dos motivos que me levaram ao afastamento temporário de uma participação efetiva em fornecer minhas pobres observações sobre o porvir dos problemas de saúde pessoais e dos alunos, que os mestres vão encontrar a cada dia na sua vida e na sala de aula; foi a constatação de que as preocupações da quase totalidade dos participantes era com os benefícios para a carreira, salário e a maldita aposentadoria que está com os dias contados...
Claro que a indisciplina e a desorganização das escolas são fatores relevantes; e nesse panorama o ensino só piora – mas, muitos outros fatores somaram-se para agigantar as dificuldades.
Nesta conversa, tentando seguir a dica de um dos artigos anteriores de parar de reclamar em 2010 - Vamos focar – e de forma light - apenas um dos construtores da problemática: a falta de disciplina.
Mas, antes é preciso entender o que seja disciplina – não se trata de transformar as escolas em quartéis.
De onde vieram os professores, governantes, educadores e os FP?
Da família; claro; pois, presume-se que todos tenham tido uma.
O problema começa nos lares e na constituição da família também chamada de “célula mater da sociedade” – nela não há regras claras e quando as há; não se cumprem – onde isso vai desaguar? – na vida em sociedade; claro.
É aceita pela quase totalidade das correntes de pensamento que o ser humano necessita de disciplina, para que progrida e viva em paz; consigo e na vida social. Então; por que os “modernos métodos de pedagogia” abriram mão da disciplina? – Se na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor e ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade.
Mais do que tudo nós precisamos de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com nossas capacidades intelectuais já desenvolvidas; nem que seja apenas para evitar as perseguições pelas idéias políticas contrárias; as mortes e os assassinatos reais e de oportunidades pela guerra dos interesses pessoais, familiares, corporativos, e da “Segurança do Estado”...
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina...
Mas, vamos por partes; disciplinar não é impor, forçar. A verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente; portanto necessita da capacidade de discernir que apenas se manifesta sob a ação da educação (de novo: nada ou pouco a ver com simples instrução).
Que razões nos levam a retardar a capacidade crítica das crianças? – Será um mecanismo inconsciente de domínio? – Mantendo o sistema de castas, bolsas, e de quotas? – Talvez sim, talvez não – o fato é que a maioria de nós é muito pobre em discernir, filtrar informações; responsabilizar-se pela própria vida – Claro que a tarefa é árdua; pois teremos que reeducar os adultos de hoje, para que o sistema sofra uma reviravolta capaz de nos libertar.
O que nos autoriza a conjecturar que, hoje, mesmo pessoas com “alto grau de escolaridade” são semi-analfabetas na leitura dos fatos da vida real?
Para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente possuir metas de vida objetivas e claras; além de inteligência crítica; conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera – pena que não se ensine isso na vida em família nem na escola; daí, nós formamos algumas gerações de cidadãos do tipo: “me engana que eu gosto”; apesar de “gostar de levar vantagem em tudo”... Coisas bem básicas, tipo: “Se não fizer esses exames nem tomar esses remédios, você vai morrer – Se não pagar os devidos encargos vai preso – Se não buscar ajuda psicológica vai parar no hospício – e outras regrinhas mais da forma atual de domínio...
Leis e regras existem para serem aplicadas:
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas – e, acima de tudo; o respeito pelas Leis Naturais de Progresso tanto físicas quanto éticas e morais.
Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e, em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; daí, alguns vão estrilar.
De volta á escola:
No contexto atual é normal que os professores em sala de aula fiquem mais malucos do que já são; pois, a cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites. Mas, com uma prontidão para aprender fantástica. Muito bem informadas; especialmente sobre as inutilidades do viver. Muito mal educadas em casas sem regras. Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e justiça. A vida em família está muito mal gerenciada e a maior parte das normas que a regulam é obsoleta para os dias atuais – e como ela representa a sociedade em ponto menor; é normal que vivamos num estado social tendendo ao caótico.
Que falta conteúdo na educação todo mundo concorda – (para não se irritar; cuidado com a confusão entre educação e instrução).
Que as técnicas usadas para educar são arcaicas e obsoletas; disso, ninguém duvida. Tipo faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Recursos pedagógicos como: mentiras, chantagens, tentativa de controle, toma lá dá cá, não mais funcionam, antes até que dava para tapear, hoje não dá mais.
Consertar tudo isso é simples; não tão fácil; e uma das dificuldades é retirar o conceito de boa educação das estatísticas; mas, no momento não vem ao caso.
Nosso papo é sobre regras e limites.
Vamos aprender juntos a respeitar regras e limites.
Você conhece e respeita as suas e os seus? – Ou é um analfabeto funcional quando se trata desse assunto?
Com atitudes simples, honestas e funcionais é possível perder o medo na escola e principalmente: o medo da escola e do tipo de pessoas que ela está produzindo. Que os professores atuais não fiquem esperando a aposentadoria chegar; mesmo ainda em início de carreira...
Sinto-me constrangido por abordar um assunto que entedia a maior parte das pessoas: Educação – pior ainda; detesto as frases feitas e os chavões – mas, vamos encerrar este bate papo; pois o assunto é pouco interessante com um dos clássicos: “O último que sair: apaga as luzes e fecha a porta”...
Mas, vamos finalizar com um alerta e assunto para quem se interessa pelo futuro das crianças:
Estresse crônico: A criança em perigo.
Hoje, a preocupação dos pais em boa parte das escolas é com a segurança – um dos itens prioritários: é se há polícia na porta; para tentar coibir as agressões físicas, assaltos, roubos, tráfico e consumo de drogas – a antiga preocupação com as notas e o futuro na vida profissional foi substituída na conversa entre pais e filhos, pela falta de segurança que gera medo – claro que, depois da novela; se der tempo, a preocupação estende-se até pedofilia...
O que aconteceu? – Como esse desastre foi construído?
De forma politicamente correta: o tempo que a criança permanece na escola deveria ser um momento de tranqüilidade para os pais; afinal ela está num ambiente voltado para a atividade intelectual e, recebendo cuidados de adultos conscientes de seu papel - os educadores (futuros formadores de opinião) – Esse é o cenário esperado; mas, a insegurança tomou conta do meio escolar, e, para tornar mais sombrio o quadro de tragédia já anunciada há bastante tempo; os mais inseguros são exatamente os responsáveis em gerar um ambiente de calma e tranqüilidade: a direção da escola e os professores – e hoje; pasmem: os neo-educadores em geral; pois a patologia comportamental invadiu a pedagogia – e não apenas os laicos e bem “gramaticados” de antigamente; mas, conteúdos pedagógicos á parte; até os que se acham espiritualizados estão dançando o “rap do professor”.
Nem é preciso dizer que a insegurança na escola não é um problema apenas da escola publica e tampouco apenas brasileiro; é mundial; pois o candidato a ser humano; não tem nacionalidade é simplesmente: “candidato” a terráqueo.
Cá entre nós; mesmo a educação sendo colocada como uma das prioridades pelo povo e muito comentada em época de eleição, ela nunca recebeu a atenção necessária dos governantes; e não é de hoje; há séculos não somos adeptos da educação/instrução; quanto mais da educação assentada em valores e na ética – Estudar para que? – dizem alguns “laureados” comentaristas que se expõem na mídia sem o menor pudor – que até acham lindo cidadãos semi - analfabetos construir ou amealhar pouco transparentes fortunas e até assumirem cargos públicos de alta relevância, enquanto os “estudados” sobrevivem para pagar taxas e mais taxas, só para continuarem no mercado ou até vivos; e quem sabe tomar ritalina para poder passar num concurso; e aí sim, viverem descansados sob a égide da segurança de ser um FP – eles são heróis; deram a volta por cima; não precisaram de “cotas de oportunidades”; “forjaram” as suas – Um dos efeitos colaterais dessa vocação extrativista e voltada para a produção agrícola cada vez mais predatória: estamos indo muito rápido de retorno á época das cavernas tecnológicas do pós-descobrimento; pois, em 2009 a queda do percentual do PIB; no que se relaciona á participação da indústria que envolve a produção de manufaturados e de tecnologia caiu de forma perigosa – estamos voltando a ser; e a sermos vistos pelos colonizadores do chamado primeiro mundo, como índios – mas, apenas no sentido pejorativo dos com mentalidade cristã – judaica bem retrograda – Quisera Deus que nos comportássemos como índios de verdade: simples, comedidos, preservadores, respeitadores da vida e da natureza – pena que nossos “chefes emplumados” se deixaram “embebedar” pela sede de riquezas e de prazeres fornecidos pelos “brancos do hemisfério norte” e de outros mundos mais sombrios, em contas achocolatadas...
Obs. Uma das comemorações que mais me deixaram “enojado” até hoje; foi o que já constatei a respeito do que é passado para nossas pobres crianças a respeito do “dia do índio” que mais parece um...
Mas, de volta ao mundo dos “mameloucos” (mamelucos pirados):
Nesse panorama de pouca valorização do ensino; como não poderia deixar de ser; na escola pública a dimensão da encrenca é maior. Basta uma olhadela nas estatísticas de afastamento de funcionários públicos para identificar que, hoje – e vai piorar a cada dia - os professores são campeões em afastamento, e, a maioria por doenças decorrentes da falta de motivação e do estresse crônico: depressão, angústia, pânico, tendinite, fibromialgia, vertigens; e claro, para temperar o samba do crioulo doido, alguma boa e nacional dose de pilantragem – não é difícil entender os motivos – juntam-se a fome e a vontade de comer: o desejo cultural de levar vantagem em tudo soma-se com a agressividade e a violência que trazem insegurança; e que, saiu do pátio e das cercanias da escola, e adentrou pela sala de aula com força total; e o professor tornou-se refém do sistema; muitas vezes consentido (que delícia) – um dos motivos que me levaram ao afastamento temporário de uma participação efetiva em fornecer minhas pobres observações sobre o porvir dos problemas de saúde pessoais e dos alunos, que os mestres vão encontrar a cada dia na sua vida e na sala de aula; foi a constatação de que as preocupações da quase totalidade dos participantes era com os benefícios para a carreira, salário e a maldita aposentadoria que está com os dias contados...
Claro que a indisciplina e a desorganização das escolas são fatores relevantes; e nesse panorama o ensino só piora – mas, muitos outros fatores somaram-se para agigantar as dificuldades.
Nesta conversa, tentando seguir a dica de um dos artigos anteriores de parar de reclamar em 2010 - Vamos focar – e de forma light - apenas um dos construtores da problemática: a falta de disciplina.
Mas, antes é preciso entender o que seja disciplina – não se trata de transformar as escolas em quartéis.
De onde vieram os professores, governantes, educadores e os FP?
Da família; claro; pois, presume-se que todos tenham tido uma.
O problema começa nos lares e na constituição da família também chamada de “célula mater da sociedade” – nela não há regras claras e quando as há; não se cumprem – onde isso vai desaguar? – na vida em sociedade; claro.
É aceita pela quase totalidade das correntes de pensamento que o ser humano necessita de disciplina, para que progrida e viva em paz; consigo e na vida social. Então; por que os “modernos métodos de pedagogia” abriram mão da disciplina? – Se na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor e ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade.
Mais do que tudo nós precisamos de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com nossas capacidades intelectuais já desenvolvidas; nem que seja apenas para evitar as perseguições pelas idéias políticas contrárias; as mortes e os assassinatos reais e de oportunidades pela guerra dos interesses pessoais, familiares, corporativos, e da “Segurança do Estado”...
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina...
Mas, vamos por partes; disciplinar não é impor, forçar. A verdadeira disciplina é uma atitude voluntária e consciente; portanto necessita da capacidade de discernir que apenas se manifesta sob a ação da educação (de novo: nada ou pouco a ver com simples instrução).
Que razões nos levam a retardar a capacidade crítica das crianças? – Será um mecanismo inconsciente de domínio? – Mantendo o sistema de castas, bolsas, e de quotas? – Talvez sim, talvez não – o fato é que a maioria de nós é muito pobre em discernir, filtrar informações; responsabilizar-se pela própria vida – Claro que a tarefa é árdua; pois teremos que reeducar os adultos de hoje, para que o sistema sofra uma reviravolta capaz de nos libertar.
O que nos autoriza a conjecturar que, hoje, mesmo pessoas com “alto grau de escolaridade” são semi-analfabetas na leitura dos fatos da vida real?
Para discernir com qualidade a pessoa deve obrigatoriamente possuir metas de vida objetivas e claras; além de inteligência crítica; conhecimento do que vai fazer, e mais ainda: trabalhar para alcançar os resultados que espera – pena que não se ensine isso na vida em família nem na escola; daí, nós formamos algumas gerações de cidadãos do tipo: “me engana que eu gosto”; apesar de “gostar de levar vantagem em tudo”... Coisas bem básicas, tipo: “Se não fizer esses exames nem tomar esses remédios, você vai morrer – Se não pagar os devidos encargos vai preso – Se não buscar ajuda psicológica vai parar no hospício – e outras regrinhas mais da forma atual de domínio...
Leis e regras existem para serem aplicadas:
No conjunto da arte de disciplinar-se não pode faltar o respeito pelas regras e a observação dos limites, seja os íntimos, ou os de interação com as outras pessoas – e, acima de tudo; o respeito pelas Leis Naturais de Progresso tanto físicas quanto éticas e morais.
Se alguém disser que as crianças de hoje são pobres em respeitar regras e, em perceber limites todo mundo concorda e aplaude. Mas, se esse alguém afirmar que a falta de percepção e de respeito aos limites não é porque não tenham sido colocados como pensa a maior parte das pessoas; daí, alguns vão estrilar.
De volta á escola:
No contexto atual é normal que os professores em sala de aula fiquem mais malucos do que já são; pois, a cada dia cresce o número de crianças excepcionalmente folgadas, chatas, malcriadas e sem limites. Mas, com uma prontidão para aprender fantástica. Muito bem informadas; especialmente sobre as inutilidades do viver. Muito mal educadas em casas sem regras. Ou quando as tem nunca são cumpridas com inteligência, lógica e justiça. A vida em família está muito mal gerenciada e a maior parte das normas que a regulam é obsoleta para os dias atuais – e como ela representa a sociedade em ponto menor; é normal que vivamos num estado social tendendo ao caótico.
Que falta conteúdo na educação todo mundo concorda – (para não se irritar; cuidado com a confusão entre educação e instrução).
Que as técnicas usadas para educar são arcaicas e obsoletas; disso, ninguém duvida. Tipo faça o que eu digo, mas não o que eu faço. Recursos pedagógicos como: mentiras, chantagens, tentativa de controle, toma lá dá cá, não mais funcionam, antes até que dava para tapear, hoje não dá mais.
Consertar tudo isso é simples; não tão fácil; e uma das dificuldades é retirar o conceito de boa educação das estatísticas; mas, no momento não vem ao caso.
Nosso papo é sobre regras e limites.
Vamos aprender juntos a respeitar regras e limites.
Você conhece e respeita as suas e os seus? – Ou é um analfabeto funcional quando se trata desse assunto?
Com atitudes simples, honestas e funcionais é possível perder o medo na escola e principalmente: o medo da escola e do tipo de pessoas que ela está produzindo. Que os professores atuais não fiquem esperando a aposentadoria chegar; mesmo ainda em início de carreira...
Sinto-me constrangido por abordar um assunto que entedia a maior parte das pessoas: Educação – pior ainda; detesto as frases feitas e os chavões – mas, vamos encerrar este bate papo; pois o assunto é pouco interessante com um dos clássicos: “O último que sair: apaga as luzes e fecha a porta”...
Mas, vamos finalizar com um alerta e assunto para quem se interessa pelo futuro das crianças:
Estresse crônico: A criança em perigo.
sábado, 2 de janeiro de 2010
PARÁBOLA DO SAQUINHO DE SUPERMERCADO
DÊ A PRIMEIRA ESTILINGADA QUEM NÃO TIVER TELHADO DE VIDRO...
Somos especialistas em julgar a conduta do próximo e nos sentimos imunes ao julgamento alheio – medimos a gravidade dos delitos conforme nos interessa, em cada momento; para anestesiar nossas consciências abusando das desculpas e das justificativas. Nessa tônica do álibi para nossas ações cotidianas pouco éticas, vou usar uma dica que recebi de um paciente amigo que se utiliza do saquinho de supermercado para mostrar em suas palestras nossa miopia quando se trata de ver o cisco no olho do outro e não enxergar a trave no nosso.
Quando Jesus nos brindou no sermão da montanha com as “Bem Aventuranças” nos deixou um legado simples, um caminho que fatalmente levará ao progresso de forma calma e prazerosa. Na parábola do meu amigo a respeito do saquinho de supermercado; vou centrá-la basicamente na fala do Mestre Jesus: “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça” – ou de forma mais moderna os que lutam para que a justiça dos homens se aproxime da Natural – pois, Ele deixou em aberto a avaliação do conceito da nossa justiça – Outro detalhe: antes de pedir a Deus que seja feita justiça é preciso que a pratiquemos nas ações mais miúdas.
Se nos expusermos á mídia sem cautela e bom senso; todos os dias nossa paz de espírito é assaltada por notícias a respeito de injustiças promovidas por governos e corporações; e da improbidade praticada por pessoas que teoricamente deveriam zelar pela aplicação da justiça, da paz social e do progresso – ao tomarmos conhecimento desses fatos, brotam todas as “cacas íntimas” como a intolerância, a impaciência, a raiva, a inveja, agressividade – e transformamos os em torno em “penicos psicológicos” (ninguém merece) – Mas, como tudo pode ser reciclado, para os viciados em noticiários, nada como manter caderno e lápis para anotar nossas reações a determinados fatos e analisar a projeção - Dia destes vamos falar sobre esse efeito espelho – por exemplo, fiquei revoltado com o sujeito que desviou milhões – Será que não foi inveja? – Será que eu não gostaria de estar no lugar dele?
Na vida moderna, campeia a corrupção – mas, ela sempre foi bem terráquea; hoje mais em destaque, talvez apenas porque fica mais exposta pela mídia; mesmo que muitos dos que vivem á sombra do poder tentem cercear a liberdade de imprensa através de liminares oferecidas por prepostos.
O fato é que todos os dias somos defrontados com notícias de má aplicação da justiça; e sempre ganha mais destaque a notícia de grandes desvios do dinheiro público para a conta bancária de alguns, sua prole e amigos alaranjados ou não. Nessa ocasião o instinto de julgar do telespectador, do leitor de jornal ou de revista, vem com tudo – mas, um fato que me intriga; me deixa admirado mesmo; é que, os campeões de notícias de crimes hediondos contra a economia popular e suas famílias não sejam vítimas das pragas lançadas pelos cidadãos comuns e de “bem” – O que os torna imunes? Já que praga e “trabalhos” feitos pegam? – Eles estão “vacinados” pelo mecanismo da ressonância e da sintonia como veremos adiante.
Que os crimes de prevaricação, corrupção, propina, são hediondos perante a justiça Natural ou Divina é inquestionável; apenas os interessados não querem enxergar – pois, quando parte importante do bem público é prevaricado; a população vai sentir falta de condições de saúde, saneamento, educação, prevenção de enchentes, enfim todas essas “ninharias” que incomodam e põem até levar á morte o cidadão comum.
Mas, voltando ao nosso foco; boa parte dos ferozes críticos dos prevaricadores, na essência, é igual, apenas diferem na escala – quando vai ao supermercado fazer compras; tudo o que caberia em 2 sacos de plástico é colocado em 5ou 6 para que sejam usados como saco de lixo – a maioria não considera isso roubo; mas, é – as desculpas e justificativas são as mais sem noção.
Há outro detalhe: é grave crime ambiental; pois um saco de lixo de plástico leva em torno de 400 anos para se degradar; pior quando esses sacos vão parar nos oceanos e levam á morte peixes e animais que irão comê-los.
Em sociedades culturalmente mais despertas para uma postura ecológica mais consciente, nos supermercados não se encontram mais esses nefastos objetos; sacolas biodegradáveis e reutilizáveis são oferecidas ás pessoas; mas, apenas trocadas quando se deterioraram; embalagens descartáveis estão sendo deixada de lado – a prioridade é o retornável.
Estamos em ressonância social; pois funcionamos como uma estação de rádio ou TV - pois, pensamos, sentimos e agimos até durante o sono – e cada um de nós emite uma freqüência particularizada, sempre diferente do outro; embora ás vezes semelhante.
Exemplo:
“Cada onda de rádio e TV que viaja pelo espaço tem uma freqüência característica de vibração. E a onda de cada emissora tem uma freqüência própria, diferente da freqüência das demais emissoras. Os rádios antigos tinham um botão - o dial - para "sintonizar" as emissoras (urna de voto). Hoje, com tudo virando digital, os botões não são de girar - são de apertar (urna eletrônica)). Sintonizar uma emissora (votar num candidato) significa fazer seu receptor de rádio ou TV entrar em ressonância com a onda da emissora. Girando, ou apertando, o botão você modifica, de algum modo, a freqüência natural de vibração do circuito eletrônico de seu receptor (melhorando nossa freqüência mental e atitudes, sintonizaremos candidatos mais íntegros). Essa vibração não é mecânica, como nas molas, mas uma rápida variação nas correntes elétricas que percorrem o circuito. Na ressonância, o receptor "capta" energia da onda de rádio ou TV com eficiência máxima e o sinal da emissora é reproduzido pelo receptor. As ondas das outras emissoras, com freqüências diferentes, não estão em ressonância com o receptor e passam batidas, sem interagir com ele” – aprenda a cobrar apenas dos candidatos em que votou.
Usando o conceito de ressonância fica fácil descobrir a razão que nos leva a elegermos tantas pessoas que prevaricam quando em cargos públicos: como sociedade, nós estamos em ressonância de valores éticos, posturas culturais e educacionais.
Quanto á questão da aplicação da Justiça Divina; cuidado com o que pede a Deus, pois Ele nos atende muito rápido – exemplo, não peça paciência, pois Ele vai brindá-lo com muitas ferramentas para adquiri-la: complicações, dificuldades, malas sem alça para carregar, doenças, etc. Não caia na besteira de pedir a Deus justiça contra outros réus; pois, Ele o atenderá em primeiro lugar; simples assim; quem pede primeiro tem preferência.
Alerta: quando a justiça natural começar a ser aplicada nas pessoas expostas ao seu olhar crítico; se sentir prazer nisso, mesmo que não verbalize; sua situação é emergencial para este final de ciclo planetário – você ainda é uma pessoa má, vingativa, até cruel.
Ser simples é um dos quesitos que mais nos aproxima de Deus – Daí a sugestão: 2010 é o ano de resolver coisas simples, de ouvir muita música, dançar, rir bastante e especialmente de nós mesmos – época de colocar a casa íntima em ordem; consciência tranqüila, clareza de intenções – para os já mais treinados devolver o troco dado a mais - entregar todos os achados e perdidos – Vamos nos preocupar em tirar o cisco de nossos olhos e deixar prá lá as traves dos olhos do próximo – A mudança de postura é emergencial; pois neste fim de Era muitas barreiras de contenção de nossos álibis íntimos vão ruir e vamos ficar soterrados na própria falta de transparência; mantenha os amigos sempre por perto; pois, nunca se sabe quando vamos precisar de uma mão amiga – muita água vai rolar de nossos olhos, quem sabe para inundar nosso coração de amor ao próximo e ao planeta; então aprenda a chorar por boas emoções, emocione-se; antecipe-se na desobstrução dos canais lacrimais.
Até.
Ops. Quase me esquecia; quando for de novo ao mercado lembre-se de levar uma sacola para carregar as compras – sem desculpas de vida corrida e prática; hoje já as há dobráveis e fáceis de carregar até no bolso.
Somos especialistas em julgar a conduta do próximo e nos sentimos imunes ao julgamento alheio – medimos a gravidade dos delitos conforme nos interessa, em cada momento; para anestesiar nossas consciências abusando das desculpas e das justificativas. Nessa tônica do álibi para nossas ações cotidianas pouco éticas, vou usar uma dica que recebi de um paciente amigo que se utiliza do saquinho de supermercado para mostrar em suas palestras nossa miopia quando se trata de ver o cisco no olho do outro e não enxergar a trave no nosso.
Quando Jesus nos brindou no sermão da montanha com as “Bem Aventuranças” nos deixou um legado simples, um caminho que fatalmente levará ao progresso de forma calma e prazerosa. Na parábola do meu amigo a respeito do saquinho de supermercado; vou centrá-la basicamente na fala do Mestre Jesus: “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça” – ou de forma mais moderna os que lutam para que a justiça dos homens se aproxime da Natural – pois, Ele deixou em aberto a avaliação do conceito da nossa justiça – Outro detalhe: antes de pedir a Deus que seja feita justiça é preciso que a pratiquemos nas ações mais miúdas.
Se nos expusermos á mídia sem cautela e bom senso; todos os dias nossa paz de espírito é assaltada por notícias a respeito de injustiças promovidas por governos e corporações; e da improbidade praticada por pessoas que teoricamente deveriam zelar pela aplicação da justiça, da paz social e do progresso – ao tomarmos conhecimento desses fatos, brotam todas as “cacas íntimas” como a intolerância, a impaciência, a raiva, a inveja, agressividade – e transformamos os em torno em “penicos psicológicos” (ninguém merece) – Mas, como tudo pode ser reciclado, para os viciados em noticiários, nada como manter caderno e lápis para anotar nossas reações a determinados fatos e analisar a projeção - Dia destes vamos falar sobre esse efeito espelho – por exemplo, fiquei revoltado com o sujeito que desviou milhões – Será que não foi inveja? – Será que eu não gostaria de estar no lugar dele?
Na vida moderna, campeia a corrupção – mas, ela sempre foi bem terráquea; hoje mais em destaque, talvez apenas porque fica mais exposta pela mídia; mesmo que muitos dos que vivem á sombra do poder tentem cercear a liberdade de imprensa através de liminares oferecidas por prepostos.
O fato é que todos os dias somos defrontados com notícias de má aplicação da justiça; e sempre ganha mais destaque a notícia de grandes desvios do dinheiro público para a conta bancária de alguns, sua prole e amigos alaranjados ou não. Nessa ocasião o instinto de julgar do telespectador, do leitor de jornal ou de revista, vem com tudo – mas, um fato que me intriga; me deixa admirado mesmo; é que, os campeões de notícias de crimes hediondos contra a economia popular e suas famílias não sejam vítimas das pragas lançadas pelos cidadãos comuns e de “bem” – O que os torna imunes? Já que praga e “trabalhos” feitos pegam? – Eles estão “vacinados” pelo mecanismo da ressonância e da sintonia como veremos adiante.
Que os crimes de prevaricação, corrupção, propina, são hediondos perante a justiça Natural ou Divina é inquestionável; apenas os interessados não querem enxergar – pois, quando parte importante do bem público é prevaricado; a população vai sentir falta de condições de saúde, saneamento, educação, prevenção de enchentes, enfim todas essas “ninharias” que incomodam e põem até levar á morte o cidadão comum.
Mas, voltando ao nosso foco; boa parte dos ferozes críticos dos prevaricadores, na essência, é igual, apenas diferem na escala – quando vai ao supermercado fazer compras; tudo o que caberia em 2 sacos de plástico é colocado em 5ou 6 para que sejam usados como saco de lixo – a maioria não considera isso roubo; mas, é – as desculpas e justificativas são as mais sem noção.
Há outro detalhe: é grave crime ambiental; pois um saco de lixo de plástico leva em torno de 400 anos para se degradar; pior quando esses sacos vão parar nos oceanos e levam á morte peixes e animais que irão comê-los.
Em sociedades culturalmente mais despertas para uma postura ecológica mais consciente, nos supermercados não se encontram mais esses nefastos objetos; sacolas biodegradáveis e reutilizáveis são oferecidas ás pessoas; mas, apenas trocadas quando se deterioraram; embalagens descartáveis estão sendo deixada de lado – a prioridade é o retornável.
Estamos em ressonância social; pois funcionamos como uma estação de rádio ou TV - pois, pensamos, sentimos e agimos até durante o sono – e cada um de nós emite uma freqüência particularizada, sempre diferente do outro; embora ás vezes semelhante.
Exemplo:
“Cada onda de rádio e TV que viaja pelo espaço tem uma freqüência característica de vibração. E a onda de cada emissora tem uma freqüência própria, diferente da freqüência das demais emissoras. Os rádios antigos tinham um botão - o dial - para "sintonizar" as emissoras (urna de voto). Hoje, com tudo virando digital, os botões não são de girar - são de apertar (urna eletrônica)). Sintonizar uma emissora (votar num candidato) significa fazer seu receptor de rádio ou TV entrar em ressonância com a onda da emissora. Girando, ou apertando, o botão você modifica, de algum modo, a freqüência natural de vibração do circuito eletrônico de seu receptor (melhorando nossa freqüência mental e atitudes, sintonizaremos candidatos mais íntegros). Essa vibração não é mecânica, como nas molas, mas uma rápida variação nas correntes elétricas que percorrem o circuito. Na ressonância, o receptor "capta" energia da onda de rádio ou TV com eficiência máxima e o sinal da emissora é reproduzido pelo receptor. As ondas das outras emissoras, com freqüências diferentes, não estão em ressonância com o receptor e passam batidas, sem interagir com ele” – aprenda a cobrar apenas dos candidatos em que votou.
Usando o conceito de ressonância fica fácil descobrir a razão que nos leva a elegermos tantas pessoas que prevaricam quando em cargos públicos: como sociedade, nós estamos em ressonância de valores éticos, posturas culturais e educacionais.
Quanto á questão da aplicação da Justiça Divina; cuidado com o que pede a Deus, pois Ele nos atende muito rápido – exemplo, não peça paciência, pois Ele vai brindá-lo com muitas ferramentas para adquiri-la: complicações, dificuldades, malas sem alça para carregar, doenças, etc. Não caia na besteira de pedir a Deus justiça contra outros réus; pois, Ele o atenderá em primeiro lugar; simples assim; quem pede primeiro tem preferência.
Alerta: quando a justiça natural começar a ser aplicada nas pessoas expostas ao seu olhar crítico; se sentir prazer nisso, mesmo que não verbalize; sua situação é emergencial para este final de ciclo planetário – você ainda é uma pessoa má, vingativa, até cruel.
Ser simples é um dos quesitos que mais nos aproxima de Deus – Daí a sugestão: 2010 é o ano de resolver coisas simples, de ouvir muita música, dançar, rir bastante e especialmente de nós mesmos – época de colocar a casa íntima em ordem; consciência tranqüila, clareza de intenções – para os já mais treinados devolver o troco dado a mais - entregar todos os achados e perdidos – Vamos nos preocupar em tirar o cisco de nossos olhos e deixar prá lá as traves dos olhos do próximo – A mudança de postura é emergencial; pois neste fim de Era muitas barreiras de contenção de nossos álibis íntimos vão ruir e vamos ficar soterrados na própria falta de transparência; mantenha os amigos sempre por perto; pois, nunca se sabe quando vamos precisar de uma mão amiga – muita água vai rolar de nossos olhos, quem sabe para inundar nosso coração de amor ao próximo e ao planeta; então aprenda a chorar por boas emoções, emocione-se; antecipe-se na desobstrução dos canais lacrimais.
Até.
Ops. Quase me esquecia; quando for de novo ao mercado lembre-se de levar uma sacola para carregar as compras – sem desculpas de vida corrida e prática; hoje já as há dobráveis e fáceis de carregar até no bolso.
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