EM TUDO QUE FIZERES – SEJAS O MELHOR
Nossa sociedade já foi predominantemente rural, cosmopolita, psicodélica, modernista, neurótica, hoje é esquizofrênica; tanto na postura quanto nos valores. De qualquer ângulo que a vejamos, sob qualquer prisma que a analisemos é possível concluir que vivemos num país estilo Juqueri.
No assunto anterior “Dias de Fúria” uma das propostas da sociedade que mais se ouve: acelerar a construção de mais prisões e, de preferência as de segurança máxima, para manter a tranqüilidade dos cidadãos do bem bom. As pessoas não se interessam em saber como o seu dinheiro é usado e, quanto custa cada preso internado nessas prisões; pior ainda, acham que o estado tem máquina de fazer dinheiro; o que mais se escuta: o governo tem que fazer isso! Tem que fazer aquilo! – Não interessa saber que o governo, somos nós. A maioria reclama da carga de impostos; então, sonega tudo que é possível, compra “produtos pirata”. Essa maluquice é facilmente compreensível: a maioria é constituída de analfabetos funcionais, até sabem desenhar as letras e ler; mas, são incapazes de compreender textos de mais de dez laudas e se comunicam usando a linguagem do “manês” e do “lulês”. Pela ausência crônica de educação política o descaso e a falta de responsabilidade dos cidadãos é assustador; pesquisa recente aponta que 54% dos eleitores um mês depois não se lembram mais nem do nome do candidato em quem votaram; quanto mais exigir dele que cumpra com as promessas que o levaram a ser eleito.
Claro que a maioria não terá interesse algum em discutir nada de importante; mas para quem se preocupa ao menos em ler, vale a pena sempre observar os fatos, por ângulos que nunca pensamos antes.
Vamos brincar de analisar nossa postura social e jurídica segundo a contravenção e a aplicação da justiça. Para tornar o raciocínio mais interessante, vamos fazê-lo sob a visão de Paulo de Tarso; sou admirador dele; foi um sujeito fantástico, e cada dia mais atual - numa de suas cartas aos gentios ele disse mais ou menos o seguinte: tudo que fizeres faça bem feito, sejas o melhor; e parece que sua visão abrange até o mal feito; ele enxergava longe.
Segundo a nossa jurisprudência, em se tratando da interpretação das leis e da justiça; pequenos crimes sofrem todas as penas da lei; mas, quanto maior o crime, maiores as regalias e a até a impunidade. Daí, se o amigo cometer uma contravenção qualquer, parta para as cabeças, vá fundo, pois se o fizer pobremente, vai sofrer as conseqüências de forma sofrida; para você malfeitor pé de chinelo, todos os rigores da lei e todos os sofrimentos do cárcere – pois não terá como pagar aos doutores da lei que o conduzirão pelos porões da justiça ou pelo propinoduto até a liberdade; ou em último caso, a uma colônia de férias carcerária cinco estrelas (prisão de segurança máxima) que custa os olhos da cara para as cobaias do sistema. Confesso que, achava estranho: simples suspeitos sem provas contra eles, confessarem crimes que não cometeram e muitos com requintes de crueldade que nem aconteceram – Serão esses caras malucos (do jargão13)? – Grande parte não é - por incrível que pareça são muito ladinos; embora de forma instintiva; com um pouco de observação dá para entender como funciona o sistema penal e carcerário. Lá no xadrez de qualquer tipo, a moeda mais forte é o medo que consiga gerar, nos em torno; claro que nada supera o dinheiro, esse abre todas as portas e compra tudo; mas na ausência dele, para sobreviver é melhor dar uma de doidão de dar dó. Imbecilidade ou esperteza? - Vamos nos colocar no lugar do sujeito, fora das grades vai ser discriminado, nunca arranjará emprego, passará fome, voltará ao crime, droga e bebida; se ficar preso numa cela de detenção provisória vai ser estuprado, humilhado e, se demonstrar fraqueza, vai apanhar em dobro dos policiais e dos colegas – nesse ambiente a principal moeda é o medo que consiga infundir nos profissionais da justiça e nos outros bandidos; quanto mais maluco, maníaco e violento aparente ser mais seguro estará – claro que há risco; pois, dia menos dia terá que provar sua malvadeza para sobreviver (do lado espiritual essa situação é tal e qual; mas, muito mais forte e interessante – material para próximas conversas). Numa cela de detenção temporária a comida é um lixo, tem que dormir no chão, sua família não terá direito ao “bolsa prisão” (do lado espiritual: preces e rogativas); sexo: só homo; mas, quando julgado ou não; estiver numa prisão de segurança máxima, comerá do bom e do melhor (dia destes tive acesso a uma lista de compras de penitenciária top line e fiquei encantado (com inveja) como tratamos bem nossos irmãos que se desviaram do bom caminho; é tudo coisa de primeira linha: carnes só maturada, filé de peito de frango, vários tipos de queijo, verduras, frutas e legumes de primeira; chuveiro quente, roupa de cama trocada; roupa lavada, visitas sexuais semanais; possibilidade de manter os negócios da família funcionando a todo vapor e mil possibilidades de coçar – trabalhar? Deus me livre. Além disso, a família tem direito a uma bolsa $.
Está errado? – Claro que não – os cidadãos que trabalham para manter essas pessoas longe deles e da sua família têm obrigação de trabalhar e muito para cuidar deles. Não adianta ter peripaque e ficar revoltadinho – Está com desejo de matar? – Cuidado, não venha nos fazer companhia; precisamos de você aí fora; trabalhando, dando duro - Calma aí mano! - Somos subproduto da sociedade de consumo, farinha do mesmo saco – Apenas, você trabalha mano e nóis goza... Ocê é educado mano; nóis não mano... Eduque bem seus fios mano; pros nossos usufrui, mano... Calma, calma, vai uma bíblia aí?...
Educação? – Pára com isso... É baboseira.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
DIAS DE FÚRIA
O PIOR ESTÁ POR VIR?
Analisando as imagens mostradas pela TV a respeito dos atos de vandalismo acontecidos na comunidade de Paraisópolis no bairro do Morumbi em SP; um fato me chamou a atenção, a maioria dos manifestantes é constituída de adolescentes; logo eu me lembrei, de dois fatos que guardam entre si a presença de jovens; recentemente ocorridos no litoral da baixada santista de SP um deles no município de Praia Grande; outro em São Vicente; aparentemente os motivos que levaram ás manifestações são diferentes. A ocorrência no Morumbi parece ter sido encomendada e planejada pelo poder paralelo (organização criminosa); a de Praia Grande se assemelha, mas talvez mais pelas circunstâncias; a de São Vicente traz a suspeita de ocorrência gerada pelo “embalo” de um show (bebida, droga e som que anestesia a mente dos jovens; facilitando a incorporação das letras de músicas, levando a atitudes de agressividade e violência).
Em todas as épocas a força da impulsividade dos jovens sempre foi usada e manipulada através do incitamento. Um jovem não ateia fogo num índio dormindo; dois jovens, já há uma possibilidade; três jovens, essa possibilidade aumenta muito; basta um estímulo de uma mente forte e perversa para detonar a atitude impensada de alguns jovens até promissores cidadãos.
Claro que atitudes de vandalismo e de fúria patrocinadas por jovens irados não é exclusividade nossa, vez ou outra assistimos a distúrbios até em países de primeiro mundo; e sempre houve; talvez o que choque, seja a perda de conteúdo da motivação; cada vez mais sem nexo.
Por que os em condição de fazer algo deram permissão para caminhar em direção ao caos? – Interesse, comodismo, pobreza de valores éticos e covardia. Resumindo: até pouco tempo, poucos minutos atrás, nossas crianças (as dos outros) eram mortas pela droga, maus tratos; e a maior causa de mortalidade entre jovens do sexo masculino, especialmente na periferia é assassinato; mas, isso não é suficiente para nos tirar da modorra do conforto; nós os que podemos e devemos fazer alguma coisa concreta (nada de falatório); para evitar o caos que se avizinha. Qual o anestésico de consciência mais usado: o problema é dos governantes. Qual o atalho? - A fuga; pois até o momento, ainda é possível, blindar o carro, esconder-se atrás de vidros escuros, altos muros e contratar seguranças (em São Paulo o número de seguranças particulares é bem maior do que o número de PMS); ou esbravejar, assistindo o noticiário em casa, no happy hour nos botecos, nas associações, nas instituições religiosas – fugir dos grandes centros para cidades menores pareceu a muitos uma boa solução; enganosa, pois nas pequenas cidades o aumento da violência e dos crimes aumenta em proporção até maior.
Vivemos “dias velozes e furiosos”, daí; antigos adágios continuam válidos; mas perderam completamente a eficácia – vamos a um deles: a estória do beija flor que levava água no bico para apagar o incêndio na floresta – muito lindo que, cada um faça sua parte – mas, nada eficiente e atitude pouco inteligente; pois, o que vai resolver? – Nada. Atitude mais inteligente do pássaro (cidadão) seria usar o bico comprido, forte e pontudo para cutucar o paquiderme (forças do estado) para que usasse sua, ás vezes, inútil e sugadora tromba. Atitudes isoladas não funcionam mais, é preciso juntar – lembra de outro adágio; esse sim válido: - “Se correr o bicho pega; se ficar o bicho come; se juntar o bicho foge”... Ou nos organizamos rapidamente como sociedade ou a choradeira vai ser grande.
Há alguns anos vozes isoladas se levantaram para alertas a respeito dos descaminhos da educação; todas ridicularizadas. Muito se fala em educação; mas, poucos se interessam por ela. A maioria confunde educação com instrução; pais querem terceirizar a educação dos filhos.
É irritante ouvir dos acomodados adoradores de crenças em conto de fadas, papai Noel, soluções mágicas...; que a visão dos que alertam, é negativa e catastrófica.
Não é preciso bola de cristal nem usar argumentos de mudanças planetárias; vamos brincar de pensar e colecionar figurinhas (notícias) para montar o álbum dos próximos tempos. Claro, para alguns algumas situações e fatos representam problemas; para outros a mesma situação é vista e sentida como lição; questão de foco.
Uma verdade é certa, nossa sociedade está gravemente doente, quase terminal e as soluções paliativas que foram aplicadas não irá salvá-la; ao contrário talvez a mate mais rapidamente.
Vejamos uma amostra das soluções preconizadas pela mente simplória de grande parte dos “cidadãos de bem”:
- Mais polícia nas ruas. Não adianta muito, apenas aumenta o risco de tiroteios e ações indevidas da própria polícia.
- Mais prisões. Além delas, funcionarem, inevitavelmente, como escolas e universidades do crime; as pessoas que pedem mais prisões não fazem idéia doe quanto custa manter um preso (assunto interessante para um próximo bate papo).
- Pena de morte. Se fosse solução em países onde é adotada não haveria tantos crimes. Aqui ela já existe; mas, os expectadores não se deliciam com a morte de jovens desempregados da periferia que são jurados de morte e mortos, ás vezes, apenas por ter nascido em berço não tão esplêndido.
- Põe esse pessoal para trabalhar. Arrumem empregos para eles.
- Vamos Evangelizar esses jovens. Se andar com uma bíblia debaixo do braço, palestras e leituras tivessem o poder de transformar nossa índole; seríamos todos santos e a terra seria o próprio paraíso.
- Enfim, muitos dos leitores já ouviram soluções tão inúteis quanto descabidas; mas, vamos brincar um pouco de imaginar:
Imaginemos que esta crise econômica tenha vindo para ficar – na notícia a respeito da comunidade Paraisópolis a reportagem dizia que lá moram aproximadamente 80.000 pessoas e que em cada dez, quatro estavam desempregadas, com certeza boa parte serão jovens. Quando em grupo e com a mente desocupada, estão sujeitos a vícios e a serem induzidos a atos que depois se arrependerão.
Temos uma teoria, aguardarei a passagem do carnaval, especialmente nas cidades onde a bagunça ocorre na rua. A bomba relógio está armada e o tempo está se esgotando - Depois voltamos a conversar.
Paz.
Analisando as imagens mostradas pela TV a respeito dos atos de vandalismo acontecidos na comunidade de Paraisópolis no bairro do Morumbi em SP; um fato me chamou a atenção, a maioria dos manifestantes é constituída de adolescentes; logo eu me lembrei, de dois fatos que guardam entre si a presença de jovens; recentemente ocorridos no litoral da baixada santista de SP um deles no município de Praia Grande; outro em São Vicente; aparentemente os motivos que levaram ás manifestações são diferentes. A ocorrência no Morumbi parece ter sido encomendada e planejada pelo poder paralelo (organização criminosa); a de Praia Grande se assemelha, mas talvez mais pelas circunstâncias; a de São Vicente traz a suspeita de ocorrência gerada pelo “embalo” de um show (bebida, droga e som que anestesia a mente dos jovens; facilitando a incorporação das letras de músicas, levando a atitudes de agressividade e violência).
Em todas as épocas a força da impulsividade dos jovens sempre foi usada e manipulada através do incitamento. Um jovem não ateia fogo num índio dormindo; dois jovens, já há uma possibilidade; três jovens, essa possibilidade aumenta muito; basta um estímulo de uma mente forte e perversa para detonar a atitude impensada de alguns jovens até promissores cidadãos.
Claro que atitudes de vandalismo e de fúria patrocinadas por jovens irados não é exclusividade nossa, vez ou outra assistimos a distúrbios até em países de primeiro mundo; e sempre houve; talvez o que choque, seja a perda de conteúdo da motivação; cada vez mais sem nexo.
Por que os em condição de fazer algo deram permissão para caminhar em direção ao caos? – Interesse, comodismo, pobreza de valores éticos e covardia. Resumindo: até pouco tempo, poucos minutos atrás, nossas crianças (as dos outros) eram mortas pela droga, maus tratos; e a maior causa de mortalidade entre jovens do sexo masculino, especialmente na periferia é assassinato; mas, isso não é suficiente para nos tirar da modorra do conforto; nós os que podemos e devemos fazer alguma coisa concreta (nada de falatório); para evitar o caos que se avizinha. Qual o anestésico de consciência mais usado: o problema é dos governantes. Qual o atalho? - A fuga; pois até o momento, ainda é possível, blindar o carro, esconder-se atrás de vidros escuros, altos muros e contratar seguranças (em São Paulo o número de seguranças particulares é bem maior do que o número de PMS); ou esbravejar, assistindo o noticiário em casa, no happy hour nos botecos, nas associações, nas instituições religiosas – fugir dos grandes centros para cidades menores pareceu a muitos uma boa solução; enganosa, pois nas pequenas cidades o aumento da violência e dos crimes aumenta em proporção até maior.
Vivemos “dias velozes e furiosos”, daí; antigos adágios continuam válidos; mas perderam completamente a eficácia – vamos a um deles: a estória do beija flor que levava água no bico para apagar o incêndio na floresta – muito lindo que, cada um faça sua parte – mas, nada eficiente e atitude pouco inteligente; pois, o que vai resolver? – Nada. Atitude mais inteligente do pássaro (cidadão) seria usar o bico comprido, forte e pontudo para cutucar o paquiderme (forças do estado) para que usasse sua, ás vezes, inútil e sugadora tromba. Atitudes isoladas não funcionam mais, é preciso juntar – lembra de outro adágio; esse sim válido: - “Se correr o bicho pega; se ficar o bicho come; se juntar o bicho foge”... Ou nos organizamos rapidamente como sociedade ou a choradeira vai ser grande.
Há alguns anos vozes isoladas se levantaram para alertas a respeito dos descaminhos da educação; todas ridicularizadas. Muito se fala em educação; mas, poucos se interessam por ela. A maioria confunde educação com instrução; pais querem terceirizar a educação dos filhos.
É irritante ouvir dos acomodados adoradores de crenças em conto de fadas, papai Noel, soluções mágicas...; que a visão dos que alertam, é negativa e catastrófica.
Não é preciso bola de cristal nem usar argumentos de mudanças planetárias; vamos brincar de pensar e colecionar figurinhas (notícias) para montar o álbum dos próximos tempos. Claro, para alguns algumas situações e fatos representam problemas; para outros a mesma situação é vista e sentida como lição; questão de foco.
Uma verdade é certa, nossa sociedade está gravemente doente, quase terminal e as soluções paliativas que foram aplicadas não irá salvá-la; ao contrário talvez a mate mais rapidamente.
Vejamos uma amostra das soluções preconizadas pela mente simplória de grande parte dos “cidadãos de bem”:
- Mais polícia nas ruas. Não adianta muito, apenas aumenta o risco de tiroteios e ações indevidas da própria polícia.
- Mais prisões. Além delas, funcionarem, inevitavelmente, como escolas e universidades do crime; as pessoas que pedem mais prisões não fazem idéia doe quanto custa manter um preso (assunto interessante para um próximo bate papo).
- Pena de morte. Se fosse solução em países onde é adotada não haveria tantos crimes. Aqui ela já existe; mas, os expectadores não se deliciam com a morte de jovens desempregados da periferia que são jurados de morte e mortos, ás vezes, apenas por ter nascido em berço não tão esplêndido.
- Põe esse pessoal para trabalhar. Arrumem empregos para eles.
- Vamos Evangelizar esses jovens. Se andar com uma bíblia debaixo do braço, palestras e leituras tivessem o poder de transformar nossa índole; seríamos todos santos e a terra seria o próprio paraíso.
- Enfim, muitos dos leitores já ouviram soluções tão inúteis quanto descabidas; mas, vamos brincar um pouco de imaginar:
Imaginemos que esta crise econômica tenha vindo para ficar – na notícia a respeito da comunidade Paraisópolis a reportagem dizia que lá moram aproximadamente 80.000 pessoas e que em cada dez, quatro estavam desempregadas, com certeza boa parte serão jovens. Quando em grupo e com a mente desocupada, estão sujeitos a vícios e a serem induzidos a atos que depois se arrependerão.
Temos uma teoria, aguardarei a passagem do carnaval, especialmente nas cidades onde a bagunça ocorre na rua. A bomba relógio está armada e o tempo está se esgotando - Depois voltamos a conversar.
Paz.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
CRIANÇAS PAPAGAIO - BICHO EM EXTINÇÃO
CRIANÇAS PAPAGAIO HI-TEC – BICHOS EM EXTINÇÃO
Vivemos na era do desperdício e do descartável; inclusive, as crianças e a fala estão inseridas nesse contexto; inevitavelmente. Desde remotas eras os filhos sempre copiaram e reproduziram os pais ou modelos pedagógicos. Qual a diferença de ontem para hoje? – Vivemos uma acelerada fase de transição; e qualquer delas já vividas e por vir; sempre foram e serão difíceis e sofridas; ou não; depende da qualidade das escolhas; tanto de quem as faz quanto de quem recebe seus efeitos; afinal, nós somos seres interativos... Alguns menos dados ao trabalho de pensar; chamam isso de crise; e quando mergulham nessa idéia: deprimem-se, enlouquecem...
Nesta fase atual, muitas crianças vão usar a mediocridade humana de seus pais para crescerem mais ainda como pessoas; mas outras, não terão a mesma sorte; e sairão da aula muito antes de bater o sinal: GAME OVER – Caixão; conduzidos pela mão dos excessos que levam á obesidade, diabetes, câncer, enfarte, etc.
Os analógicos adultos de hoje estão empolgados com as capacidades das crianças em reproduzirem sua falta de competência de forma hi-tec; mas um perigo as ronda: a morte precoce – mais fácil uma pessoa de setenta chegar aos cem do que uma criança de dez completar quinze anos de idade cronológica. Poucos se interessam pelo assunto; a maioria não quer nem ouvir falar nisso; mas as crianças de hoje se tornaram descartáveis para os adultos. Então, vamos mudar de assunto e conversar sobre coisas light e até diet – no caso a fala inútil e geradora de problemas na tireóide.
Fala-se muito e ouve-se pouco.
De seu lado, as crianças modernas são mixadores natos e incansáveis; mas, haja ouvidos para os em torno agüentar tanta gritaria e baboseira. As crianças de hoje não falam elas gritam; e o pior; a maioria, sem coerência, tal e qual suas mães que, inevitavelmente vão sofrer de doenças da tireóide (quer saber mais? – pergunte-me como – Quer emagrecer? – pergunte-me como).
A criança sempre reproduziu o meio em que foi criada – O mundo está alucinado? – Pergunte-me; por quê?
Há trinta anos no meu local de trabalho interajo com famílias; e divido meu espaço com um ginecologista e uma pediatra que atendem mil convênios – ou seja: espaço lotado o tempo todo – de vez em quando brinco com as recepcionistas: passem os “terroristas” na frente para que vão embora logo, junto com suas mães ou substitutos; pois ninguém os merece. Será? – A gritaria é imensa, a falta de qualidade humana também, impressa no estado do lavabo, do banheiro e da sala de espera. O lado positivo e fantástico desta vivência, é avaliar os “diferentes” que surgem a cada dia mais: mães educadas e pacientes, crianças que não choram, não berram nem esperneiam, não invadem as outra salas. Segundo meu amigo índigo que ressurgiu das cinzas, são pessoas diferentes; seres mais preparados. Tenho uma dúvida: não sei bem a razão, mas logo no início de minha atividade com famílias coloquei nas questões de identificação, o quesito religião; o esperado por mim é que os filhos e netos de cristãos tivessem mais comportamentos adequados do que os sem religião; no entanto, não é o que verifico – estou analisando, mas confesso que não cheguei a uma conclusão ainda. Mas, complementando: Viajo muito por aí; não por opção nem por diversão; mas por contingência de vida e sobrevivência. Para ilustrar, dia destes viajando de São José do Rio Preto para São Paulo (atualmente 6hs) – fui obrigado a agüentar um pequeno papagaio alucinado junto com sua mãe e avó que se revezavam para mostrar ao mundo (companheiros de viagem) a “inteligência” da pequena arara azul (ainda bem que esse tipo não está em extinção – mas tomara que, os em torno; sim) – entre toques alucinados de celulares recheados de conversas inúteis e berrantes; para meu pesar; mas, não; espanto; deu para descobrir que eram cristãos. Na parada mais uma lição de má educação – a mãe que, pelas conversas paralelas é pedagoga de uma famosa escola cometeu um infanticídio evolutivo: comprou para a “ararinha azul” um pacote de batatas fritas; mas, a bela avezinha (a criança era belíssima) queria chips, berrou, esperneou e a pedagoga desceu do alto de seu ego, foi comprar a droga do chips – e fez questão de demorar – maldito chips que infestou o ambiente com cheiro de vômito azedo; ninguém merece! – Será? – A duras penas, contive minha intolerância – espero sinceramente que a ararinha azul não se transforme num anu tal e qual sua mãe avó (conhece o bicho? – procure na Net – será a tua cara?) – num corvo ou num urubu (que ao menos servem para alguma coisa útil; perceptível – minhas desculpas aos anus).
Tomara que a reforma ortográfica dê o que pensar – Coloque o acento onde puder, tiver vontade ou gostar – cada um com seus problemas...
Mas, que droga: problema de um problema de todos – Graças a Deus, estamos em fim de feira: “bai – bai”; foqueú; para os anus que não quiseram nem tiveram coragem para mudar seu DNA e, saudações para os urubus e corvos que, se transmutaram em ararinhas azuis...
Quem quiser virar que vire... Mas, pelo amor de deus – parem de romancear a vida o romance da hora: “O anu que virou ararinha azul”; esse na editora da vida; está esgotado... Sucesso?
Pergunte-me como...
Melhor: dê sua opinião.
Vivemos na era do desperdício e do descartável; inclusive, as crianças e a fala estão inseridas nesse contexto; inevitavelmente. Desde remotas eras os filhos sempre copiaram e reproduziram os pais ou modelos pedagógicos. Qual a diferença de ontem para hoje? – Vivemos uma acelerada fase de transição; e qualquer delas já vividas e por vir; sempre foram e serão difíceis e sofridas; ou não; depende da qualidade das escolhas; tanto de quem as faz quanto de quem recebe seus efeitos; afinal, nós somos seres interativos... Alguns menos dados ao trabalho de pensar; chamam isso de crise; e quando mergulham nessa idéia: deprimem-se, enlouquecem...
Nesta fase atual, muitas crianças vão usar a mediocridade humana de seus pais para crescerem mais ainda como pessoas; mas outras, não terão a mesma sorte; e sairão da aula muito antes de bater o sinal: GAME OVER – Caixão; conduzidos pela mão dos excessos que levam á obesidade, diabetes, câncer, enfarte, etc.
Os analógicos adultos de hoje estão empolgados com as capacidades das crianças em reproduzirem sua falta de competência de forma hi-tec; mas um perigo as ronda: a morte precoce – mais fácil uma pessoa de setenta chegar aos cem do que uma criança de dez completar quinze anos de idade cronológica. Poucos se interessam pelo assunto; a maioria não quer nem ouvir falar nisso; mas as crianças de hoje se tornaram descartáveis para os adultos. Então, vamos mudar de assunto e conversar sobre coisas light e até diet – no caso a fala inútil e geradora de problemas na tireóide.
Fala-se muito e ouve-se pouco.
De seu lado, as crianças modernas são mixadores natos e incansáveis; mas, haja ouvidos para os em torno agüentar tanta gritaria e baboseira. As crianças de hoje não falam elas gritam; e o pior; a maioria, sem coerência, tal e qual suas mães que, inevitavelmente vão sofrer de doenças da tireóide (quer saber mais? – pergunte-me como – Quer emagrecer? – pergunte-me como).
A criança sempre reproduziu o meio em que foi criada – O mundo está alucinado? – Pergunte-me; por quê?
Há trinta anos no meu local de trabalho interajo com famílias; e divido meu espaço com um ginecologista e uma pediatra que atendem mil convênios – ou seja: espaço lotado o tempo todo – de vez em quando brinco com as recepcionistas: passem os “terroristas” na frente para que vão embora logo, junto com suas mães ou substitutos; pois ninguém os merece. Será? – A gritaria é imensa, a falta de qualidade humana também, impressa no estado do lavabo, do banheiro e da sala de espera. O lado positivo e fantástico desta vivência, é avaliar os “diferentes” que surgem a cada dia mais: mães educadas e pacientes, crianças que não choram, não berram nem esperneiam, não invadem as outra salas. Segundo meu amigo índigo que ressurgiu das cinzas, são pessoas diferentes; seres mais preparados. Tenho uma dúvida: não sei bem a razão, mas logo no início de minha atividade com famílias coloquei nas questões de identificação, o quesito religião; o esperado por mim é que os filhos e netos de cristãos tivessem mais comportamentos adequados do que os sem religião; no entanto, não é o que verifico – estou analisando, mas confesso que não cheguei a uma conclusão ainda. Mas, complementando: Viajo muito por aí; não por opção nem por diversão; mas por contingência de vida e sobrevivência. Para ilustrar, dia destes viajando de São José do Rio Preto para São Paulo (atualmente 6hs) – fui obrigado a agüentar um pequeno papagaio alucinado junto com sua mãe e avó que se revezavam para mostrar ao mundo (companheiros de viagem) a “inteligência” da pequena arara azul (ainda bem que esse tipo não está em extinção – mas tomara que, os em torno; sim) – entre toques alucinados de celulares recheados de conversas inúteis e berrantes; para meu pesar; mas, não; espanto; deu para descobrir que eram cristãos. Na parada mais uma lição de má educação – a mãe que, pelas conversas paralelas é pedagoga de uma famosa escola cometeu um infanticídio evolutivo: comprou para a “ararinha azul” um pacote de batatas fritas; mas, a bela avezinha (a criança era belíssima) queria chips, berrou, esperneou e a pedagoga desceu do alto de seu ego, foi comprar a droga do chips – e fez questão de demorar – maldito chips que infestou o ambiente com cheiro de vômito azedo; ninguém merece! – Será? – A duras penas, contive minha intolerância – espero sinceramente que a ararinha azul não se transforme num anu tal e qual sua mãe avó (conhece o bicho? – procure na Net – será a tua cara?) – num corvo ou num urubu (que ao menos servem para alguma coisa útil; perceptível – minhas desculpas aos anus).
Tomara que a reforma ortográfica dê o que pensar – Coloque o acento onde puder, tiver vontade ou gostar – cada um com seus problemas...
Mas, que droga: problema de um problema de todos – Graças a Deus, estamos em fim de feira: “bai – bai”; foqueú; para os anus que não quiseram nem tiveram coragem para mudar seu DNA e, saudações para os urubus e corvos que, se transmutaram em ararinhas azuis...
Quem quiser virar que vire... Mas, pelo amor de deus – parem de romancear a vida o romance da hora: “O anu que virou ararinha azul”; esse na editora da vida; está esgotado... Sucesso?
Pergunte-me como...
Melhor: dê sua opinião.
sábado, 31 de janeiro de 2009
HÁ MALES QUE VEM PRÁ BEM
DEUS ESCREVE CERTO USANDO LINHAS TORTAS - NÓS
Segunda passada durante a tarefa de desobsessão vibracional (para casos extremos) na Casa do Consolador; a equipe do dia recebeu um presente; uma emocionante notícia trazida por um trabalhador (que particularmente aprendi a admirar e a confiar pela sua trajetória e postura); o fato relatado me sensibiliza; e toda vez que tento imaginar a cena, teimosas lágrimas de felicidade, escorrem dos meus olhos secos (síndrome do olho seco – resultante do estresse crônico). Eis seu relato: na tarefa de desobsessão do sábado 24/01/2009 ele visualizou através de sua vidência e intuição uma cena maravilhosa: Seu Dr. Exu Veludo apresentando o trabalho da CC a uma comitiva que, a princípio, pode parecer estranha aos mais desavisados: dois chefes de falange das sombras; um coordenador dos trabalhos das trevas e um mago negro – gente da pesada. Segundo o relato do querido companheiro; eles estavam interessados em se bandear para o lado da luz; buscavam saber o que se produzia ali, na CC. Espero; não; tenho certeza que breve estarão reforçando o time – Reforçando o time? – Isso, soa estranho aos desavisados das razões do viver. A vida não investe nos fracos nem nos temerosos; investe nos fortes, naqueles que não se intimidam; apenas vão e realizam. Vou usar, com o devido pedido de desculpas ao amigo Paulo de Tarso, sua trajetória – Enquanto Saulo fez muito bem feito e com força o que devia: perseguiu os cristãos, mandou executar – mas, pelo seu valor; o próprio Chefe o requisitou na estrada de Damasco; não fosse ele; o trabalho de Jesus teria ficado capenga; do lado feminino, temos Maria de Magdala que se transformou em Madalena; muitos outros exemplos podiam ilustrar a idéia central. Fica uma dúvida – por que eles estão querendo mudar de time? – A situação no plano astral está mais complicada do que aqui – por exemplo, nesta dimensão temos tempestades e inundações; lá elas ocorrem como tempestades magnéticas que varrem o umbral inferior, depurando, limpando, tal e qual aqui; porém com muito mais intensidade; seres fortes e inteligentes percebem tudo mais rápido – não perdem tempo; se fazem o mal, eles o fazem bem feito, no capricho; com força; se fazem o bem, realizam melhor ainda; não perdem tempo com choradeiras nem baboseiras. Eles podem se infiltrar e destruir a CC? – Não mais; nunca mais – Quais as razões? – De onde a certeza? – Por força da tarefa de divulgação dos livros, conheço muitas CE e não encontrei ainda nenhuma tão bem dirigida nos dois planos como a CC – por isso, convidado agradeci e permaneço como colaborador. (faço um parêntese ao CE Perseverança de SP – A direção conseguiu um modelo de trabalho muito interessante). Por que eu me emociono? – Não sei de onde tirei essa idéia ou sentimento; mas, sinto que um dia vivi em alguma época; talvez não muito distante; essa mesma trajetória: busquei o caminho da luz, ou fui convidado pela dor e amigos; aceitei, me senti respeitado e até amado; Me apaixonei...
Se realmente esses visitantes desejarem do fundo do seu luminoso e, apenas temporariamente, enegrecido coração ombrearem conosco, me sinto na obrigação de; em nome do grupo; dar-lhes as boas vindas – Que uma chuva de luz cor de rosa os recepcione. Para quem não conhece – Sabe o que nos une na CC? – O amor baseado no respeito ás nossas maravilhosas diferenças.
PAZ.
Segunda passada durante a tarefa de desobsessão vibracional (para casos extremos) na Casa do Consolador; a equipe do dia recebeu um presente; uma emocionante notícia trazida por um trabalhador (que particularmente aprendi a admirar e a confiar pela sua trajetória e postura); o fato relatado me sensibiliza; e toda vez que tento imaginar a cena, teimosas lágrimas de felicidade, escorrem dos meus olhos secos (síndrome do olho seco – resultante do estresse crônico). Eis seu relato: na tarefa de desobsessão do sábado 24/01/2009 ele visualizou através de sua vidência e intuição uma cena maravilhosa: Seu Dr. Exu Veludo apresentando o trabalho da CC a uma comitiva que, a princípio, pode parecer estranha aos mais desavisados: dois chefes de falange das sombras; um coordenador dos trabalhos das trevas e um mago negro – gente da pesada. Segundo o relato do querido companheiro; eles estavam interessados em se bandear para o lado da luz; buscavam saber o que se produzia ali, na CC. Espero; não; tenho certeza que breve estarão reforçando o time – Reforçando o time? – Isso, soa estranho aos desavisados das razões do viver. A vida não investe nos fracos nem nos temerosos; investe nos fortes, naqueles que não se intimidam; apenas vão e realizam. Vou usar, com o devido pedido de desculpas ao amigo Paulo de Tarso, sua trajetória – Enquanto Saulo fez muito bem feito e com força o que devia: perseguiu os cristãos, mandou executar – mas, pelo seu valor; o próprio Chefe o requisitou na estrada de Damasco; não fosse ele; o trabalho de Jesus teria ficado capenga; do lado feminino, temos Maria de Magdala que se transformou em Madalena; muitos outros exemplos podiam ilustrar a idéia central. Fica uma dúvida – por que eles estão querendo mudar de time? – A situação no plano astral está mais complicada do que aqui – por exemplo, nesta dimensão temos tempestades e inundações; lá elas ocorrem como tempestades magnéticas que varrem o umbral inferior, depurando, limpando, tal e qual aqui; porém com muito mais intensidade; seres fortes e inteligentes percebem tudo mais rápido – não perdem tempo; se fazem o mal, eles o fazem bem feito, no capricho; com força; se fazem o bem, realizam melhor ainda; não perdem tempo com choradeiras nem baboseiras. Eles podem se infiltrar e destruir a CC? – Não mais; nunca mais – Quais as razões? – De onde a certeza? – Por força da tarefa de divulgação dos livros, conheço muitas CE e não encontrei ainda nenhuma tão bem dirigida nos dois planos como a CC – por isso, convidado agradeci e permaneço como colaborador. (faço um parêntese ao CE Perseverança de SP – A direção conseguiu um modelo de trabalho muito interessante). Por que eu me emociono? – Não sei de onde tirei essa idéia ou sentimento; mas, sinto que um dia vivi em alguma época; talvez não muito distante; essa mesma trajetória: busquei o caminho da luz, ou fui convidado pela dor e amigos; aceitei, me senti respeitado e até amado; Me apaixonei...
Se realmente esses visitantes desejarem do fundo do seu luminoso e, apenas temporariamente, enegrecido coração ombrearem conosco, me sinto na obrigação de; em nome do grupo; dar-lhes as boas vindas – Que uma chuva de luz cor de rosa os recepcione. Para quem não conhece – Sabe o que nos une na CC? – O amor baseado no respeito ás nossas maravilhosas diferenças.
PAZ.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
DICAS PARA PERDER PESO
QUER EMAGRECER? - PERGUNTE-ME...
Vivemos na era da ansiedade e do medo fora de controle. Nossos antepassados caíram no conto do vigário: quanto mais se come mais saúde se tem (exatamente ao contrário). Se nós estamos alegres comemos para comemorar; se estamos ansiosos comemos para nos acalmar; se estamos tristes comemos para afogar as mágoas. Tem gente que nem acabou de comer o almoço e já está imaginando o que vai comer no jantar; ou até no lanche de dali a pouco. O grande foco, a chamada principal para qualquer dieta é: emagrecer sem sofrimento – perca peso comendo de tudo, e outras pérolas do gênero; o pior é que nós adoramos nos enganar. Para tudo buscamos desculpas e justificativas e no caso da obesidade os vilões costumam ser, os de sempre: ADN e os bichinhos (vírus, fungos, bactérias), para os mais espiritualizados, kharma, constelação familiar, obsessão, etc.
Na realidade a obesidade é um problema de obsessão coletiva e de auto – obsessão. Na entrada na existência a criança é obsediada pela família; perdemos a conexão com a realidade e não percebemos isso – pode acontecer qualquer coisa com a criança (qualquer doença) que, não tem a importância do que parar de comer. Essa é uma das batalhas que travamos no dia a dia na tentativa de ajudar as famílias de nossos pacientes: fazer com que respeitem o apetite da criança e não o pervertam. Colocamos esse assunto em 3 livros (Saúde ou doença a escolha é sua – Pequenos descuidos: grandes problemas e quem ama cuida – todos da Editora Petit). Hoje o problema da obesidade no mundo é muito mais grave do que a desnutrição – recentes notícias apontam que já temos o dobro de obesos com relação á população de desnutridos; especialmente na infância. O que fazer? – Seguir o Mestre Jesus é uma boa pedida; usemos a aflição para aprender e progredir – no caso da dieta como recurso pedagógico no livro quem Ama Cuida coletamos mais de vinte situações onde a dieta pode ser útil até para a evolução espiritual. Esse é um assunto complexo e que analisamos com má vontade; pois nos obriga a um desapego que não estamos com vontade de realizar; daí a busca de culpados externos. Sou da opinião que devemos descer para “a chã” e agir com simplicidade; daí, algumas dicas para lidar melhor com a situação:
Mastigar corretamente – A mastigação correta é de no mínimo 30 vezes antes de engolir; mastigamos 3 a 4 xs e engolimos – o que mais gostamos de comer é o que menos mastigamos. Para treinar o subconsciente mande fazer uma placa de acrílico pequena: “não esqueça de mastigar”, e toda vez que for comer ponha na sua frente. Trabalhe em grupo, quando estiver comendo com os familiares e com amigos, um cobra do outro. Com uma mastigação correta a quantidade de alimento caí pela metade. A maioria de nós come ao menos dez vezes além do necessário.
Elimine todas as bebidas gasosas - O gás carbônico, além de absorvido em pequena porcentagem ainda ajuda a dilatar o estômago e agrava o problema do acúmulo de gases produzidos pela fermentação e pela respiração feita pelo diafragma e superficial (estamos comendo ar durante a fala) – Estômago dilatado precisa de muito mais alimento do que o necessário para enviar a mensagem de saciedade ao centro da fome no cérebro.
Nunca, jamais beba líquido, ás refeições - Beba apenas 1 hora antes ou 2 horas depois. Acostume-se a beber em torno de 1 litro de água ou suco de fruta mais ou menos 1 hora antes do almoço e do jantar. Tome 4 copos de água em jejum e aguarde de 20 a 30 minutos para tomar o café da manhã.
Elimine por completo a sobremesa – Coma frutas apenas com o estômago vazio, entre refeições. Doces e sorvetes, apenas em sonho.
Corte de forma drástica o açúcar – Não adoce nada nem com mel.
Elimine todos os alimentos diet e ligth – Isso é armadilha, estória para boi dormir. Não use nenhum tipo de adoçante nem bebidas tipo zero e ligth (costumam ter mais calorias do que as normais; além disso, possuem grande potencial cancerígeno).
Elimine os alimentos feitos com farinha de trigo – Especialmente a refinada deve ser eliminada da dieta; pois além de um petardo de energia química ainda atrapalha a absorção de alguns minerais e vitaminas causando grande distúrbio metabólico. Evite todo tipo de bolacha; cuidado com a armadilha das bolachas dietéticas.
Livre-se do arroz com feijão – A combinação arroz com feijão é ótima para trabalhadores braçais e esportistas; para os outros é sinônimo de diabetes e obesidade.
Comece sempre as refeições pela salada – Não misture salada com alimentos quentes; lave ou troque de prato.
Evite alimentos muito temperados e apimentados – Eles estimulam o apetite pelo aumento das secreções digestivas.
Pegue sempre pequenas porções – Nem que precise repetir muitas vezes (isso constrange) – para livrar-se da lavagem cerebral educacional de “raspar o prato”.
Comece a refeição com o que não gosta – Os alimentos que nos apetecem mais devem ser deixados por último.
Não faça a habitual pergunta cretina – Então vou comer o que? – O que sobrou?
Não abra exceção – Quer condenar-se a resultados ineficientes? Sabote-se: - Só hoje; Ninguém é de ferro; só um pouquinho não faz mal; conte para as outras pessoas sua intenção de mudança de hábitos.
Estímulos visuais, odoríficos e auditivos a respeito de comida – Assistir TV dá uma fome danada pela seqüência de comerciais de comida. Fuja de tudo que envolva o assunto comida.
Pratique a auto – sugestão – Claro que a persistência é a alma do negócio. Usei esse recurso com relação a doces; fui um formigão que farejava açúcar a km de distância; um dia decidi parar e comecei a dizer para mim mesmo que detestava doces – claro que recebi a ajuda dos obsessores encarnados, as pessoas teimavam em me tentar e oferecer guloseimas, de tanto recusar fui começando e acreditar e passei de fato a detestar doce, especialmente o que leva adoçante. Pretendo começar uma nova experiência desse tipo com a farinha (pão é minha perdição).
Não esperar milagres – Toda nossa evolução é feita ás custas de trabalho e desativar essa bomba relógio exige paciência e perseverança. Claro que buscar ajuda é essencial.
O que você vem fazendo para se ajudar e disciplinar? – Divida conosco suas experiências;
Vivemos na era da ansiedade e do medo fora de controle. Nossos antepassados caíram no conto do vigário: quanto mais se come mais saúde se tem (exatamente ao contrário). Se nós estamos alegres comemos para comemorar; se estamos ansiosos comemos para nos acalmar; se estamos tristes comemos para afogar as mágoas. Tem gente que nem acabou de comer o almoço e já está imaginando o que vai comer no jantar; ou até no lanche de dali a pouco. O grande foco, a chamada principal para qualquer dieta é: emagrecer sem sofrimento – perca peso comendo de tudo, e outras pérolas do gênero; o pior é que nós adoramos nos enganar. Para tudo buscamos desculpas e justificativas e no caso da obesidade os vilões costumam ser, os de sempre: ADN e os bichinhos (vírus, fungos, bactérias), para os mais espiritualizados, kharma, constelação familiar, obsessão, etc.
Na realidade a obesidade é um problema de obsessão coletiva e de auto – obsessão. Na entrada na existência a criança é obsediada pela família; perdemos a conexão com a realidade e não percebemos isso – pode acontecer qualquer coisa com a criança (qualquer doença) que, não tem a importância do que parar de comer. Essa é uma das batalhas que travamos no dia a dia na tentativa de ajudar as famílias de nossos pacientes: fazer com que respeitem o apetite da criança e não o pervertam. Colocamos esse assunto em 3 livros (Saúde ou doença a escolha é sua – Pequenos descuidos: grandes problemas e quem ama cuida – todos da Editora Petit). Hoje o problema da obesidade no mundo é muito mais grave do que a desnutrição – recentes notícias apontam que já temos o dobro de obesos com relação á população de desnutridos; especialmente na infância. O que fazer? – Seguir o Mestre Jesus é uma boa pedida; usemos a aflição para aprender e progredir – no caso da dieta como recurso pedagógico no livro quem Ama Cuida coletamos mais de vinte situações onde a dieta pode ser útil até para a evolução espiritual. Esse é um assunto complexo e que analisamos com má vontade; pois nos obriga a um desapego que não estamos com vontade de realizar; daí a busca de culpados externos. Sou da opinião que devemos descer para “a chã” e agir com simplicidade; daí, algumas dicas para lidar melhor com a situação:
Mastigar corretamente – A mastigação correta é de no mínimo 30 vezes antes de engolir; mastigamos 3 a 4 xs e engolimos – o que mais gostamos de comer é o que menos mastigamos. Para treinar o subconsciente mande fazer uma placa de acrílico pequena: “não esqueça de mastigar”, e toda vez que for comer ponha na sua frente. Trabalhe em grupo, quando estiver comendo com os familiares e com amigos, um cobra do outro. Com uma mastigação correta a quantidade de alimento caí pela metade. A maioria de nós come ao menos dez vezes além do necessário.
Elimine todas as bebidas gasosas - O gás carbônico, além de absorvido em pequena porcentagem ainda ajuda a dilatar o estômago e agrava o problema do acúmulo de gases produzidos pela fermentação e pela respiração feita pelo diafragma e superficial (estamos comendo ar durante a fala) – Estômago dilatado precisa de muito mais alimento do que o necessário para enviar a mensagem de saciedade ao centro da fome no cérebro.
Nunca, jamais beba líquido, ás refeições - Beba apenas 1 hora antes ou 2 horas depois. Acostume-se a beber em torno de 1 litro de água ou suco de fruta mais ou menos 1 hora antes do almoço e do jantar. Tome 4 copos de água em jejum e aguarde de 20 a 30 minutos para tomar o café da manhã.
Elimine por completo a sobremesa – Coma frutas apenas com o estômago vazio, entre refeições. Doces e sorvetes, apenas em sonho.
Corte de forma drástica o açúcar – Não adoce nada nem com mel.
Elimine todos os alimentos diet e ligth – Isso é armadilha, estória para boi dormir. Não use nenhum tipo de adoçante nem bebidas tipo zero e ligth (costumam ter mais calorias do que as normais; além disso, possuem grande potencial cancerígeno).
Elimine os alimentos feitos com farinha de trigo – Especialmente a refinada deve ser eliminada da dieta; pois além de um petardo de energia química ainda atrapalha a absorção de alguns minerais e vitaminas causando grande distúrbio metabólico. Evite todo tipo de bolacha; cuidado com a armadilha das bolachas dietéticas.
Livre-se do arroz com feijão – A combinação arroz com feijão é ótima para trabalhadores braçais e esportistas; para os outros é sinônimo de diabetes e obesidade.
Comece sempre as refeições pela salada – Não misture salada com alimentos quentes; lave ou troque de prato.
Evite alimentos muito temperados e apimentados – Eles estimulam o apetite pelo aumento das secreções digestivas.
Pegue sempre pequenas porções – Nem que precise repetir muitas vezes (isso constrange) – para livrar-se da lavagem cerebral educacional de “raspar o prato”.
Comece a refeição com o que não gosta – Os alimentos que nos apetecem mais devem ser deixados por último.
Não faça a habitual pergunta cretina – Então vou comer o que? – O que sobrou?
Não abra exceção – Quer condenar-se a resultados ineficientes? Sabote-se: - Só hoje; Ninguém é de ferro; só um pouquinho não faz mal; conte para as outras pessoas sua intenção de mudança de hábitos.
Estímulos visuais, odoríficos e auditivos a respeito de comida – Assistir TV dá uma fome danada pela seqüência de comerciais de comida. Fuja de tudo que envolva o assunto comida.
Pratique a auto – sugestão – Claro que a persistência é a alma do negócio. Usei esse recurso com relação a doces; fui um formigão que farejava açúcar a km de distância; um dia decidi parar e comecei a dizer para mim mesmo que detestava doces – claro que recebi a ajuda dos obsessores encarnados, as pessoas teimavam em me tentar e oferecer guloseimas, de tanto recusar fui começando e acreditar e passei de fato a detestar doce, especialmente o que leva adoçante. Pretendo começar uma nova experiência desse tipo com a farinha (pão é minha perdição).
Não esperar milagres – Toda nossa evolução é feita ás custas de trabalho e desativar essa bomba relógio exige paciência e perseverança. Claro que buscar ajuda é essencial.
O que você vem fazendo para se ajudar e disciplinar? – Divida conosco suas experiências;
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