sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A APOLÍTICA POLÍTICA DO CÂNCER

Experimentamos uma epidemia de câncer tanto em nós mesmos; quanto nos em torno; nos ícones que freqüentam a mídia; e até nos que vivem isolados nas catacumbas da existência – pois, poucos ou ninguém sabe ou toma conhecimento de sua existência.

Vivemos na Era do Câncer.
Que a sociedade atual é cancerosa não há como negar – aliás; como todas as doenças precursoras da boa morte; o câncer é democrático; ele não escolhe: cor, crença, idade, religião; bonzinhos ou mauzinhos; crendices; e valores humanos; ele é simples, direto e obediente – atende o mais rapidamente possível a quem o chama; claro que, ás vezes, pode demorar; e quando resolvemos dizer que não precisa mais; nem sempre é possível cancelar o pedido; ele já passou pela expedição – já foi gravado no programa natural do correio DNA - e nos encontra, nesta dimensão, noutra; enfim ele sempre acha o CEP cósmico. Quem já não disse ou ouviu: Que judiação; tão novinho e com câncer! – que coisa mais injusta! – O entregador DNA não tem culpa – claro que seguidos os tramites normais a entrega pode ser devolvida; desde que as taxas sejam quitadas...

Na sociedade pós-moderna, a educação e a cultura são altamente cancerígenas; pois preconizam o egoísmo de ser vencedor a qualquer preço e a qualquer custo.
Neste hospício criamos nossos filhos para serem os cancerosos da hora.
Como analogia, nós podemos dizer que a cancerosa é uma célula metida a besta - que se acha a maioral; daí passa a idolatrar-se e a reproduzir-se sem respeitar as outras nem a lei de mitose (sociologia celular); quer tomar conta do pedaço.
Como construir doença é como fazer bolo; não construímos um só com farinha – vários outros itens fazem parte da receita.
Dentre eles: entupimos nossas crianças de expectativas e não as vacinamos contra frustrações; daí nós vitaminamos a tendência ao câncer com o sentimento da mágoa – entre humanos é raro o câncer sem a mágoa.
Nós alimentamos nossos filhos e a nós mesmos com todo tipo de venenos, tanto no uso de agrotóxicos, quanto nos venenos usados na produção de alimentos; nos remédios que usamos para matar suas doençinhas que nós mesmos causamos com a forma de viver cada vez mais cancerígena que transmitimos no DNA cultural aos nossos (a) rebentos.

Câncer: Esse é um assunto cada vez comentado na mídia e assunto para muitos bate papos – as possibilidades de focos são incontáveis.
Exemplo:
Ele serve como lição e referência para pessoas, os em torno, e grupos na hora certa e no momento adequado?
Será que ele tem cura?
Será que um dia descobriremos a vacina contra o câncer?
Terá o câncer alguma função?
Para que serve?
Deve ser extirpado ou pode ser tratado?
É prova ou expiação segundo a linguagem espiritualista?
Para que a discussão do assunto do bate papo atual não se torne um câncer escrivinhatório:
Será que os dos ícones da mídia: política, religião, entretenimento, vão voltar?
A condição de canceroso é álibi, desculpa; drenagem da consciência; atestado de culpa; prêmio no bom sentido?

Numa brincadeira light de parar para pensar vamos parodiar a Wikipédia (a enciclopédia livre):
“Cancro (português europeu) ou câncer (português brasileiro), nomes comuns da neoplasia maligna, (egoísmo) é uma doença caracterizada por uma população de células (comunidade) que cresce e se dividem (crenças e atitudes) sem respeitar os limites normais, invadem e destroem tecidos adjacentes, e podem se espalhar para lugares distantes no corpo, através de um processo chamado metástase (mídia). Estas propriedades malignas do câncer o diferenciam dos tumores benignos (cultura natural das populações), que são auto-limitados em seu crescimento e não invadem tecidos adjacentes (embora alguns tumores benignos sejam capazes de se tornarem malignos – quando expostos á ação da mídia). O câncer pode afetar pessoas de todas as idades, mas o risco para a maioria dos tipos de câncer aumenta com o acréscimo da idade.[1] O câncer causa cerca de 13% de todas as mortes no mundo, sendo os cânceres de pulmão, estômago, fígado, cólon e mama os que mais matam (essas estatísticas estão prá lá de defasadas).[2]
Quase todos os cânceres são causados por anomalias no material genético de células transformadas (pedidos entregues com atraso). Estas anomalias podem ser resultado dos efeitos de carcinógenos, como o tabagismo, radiação, substâncias químicas ou agentes infecciosos (faltou o principal: educação e cultura). Outros tipos de anormalidades genéticas podem ser adquiridas através de erros na replicação do DNA, ou são herdadas, e conseqüentemente presente em todas as células ao nascimento. As interações complexas entre carcinógenos e o genoma hospedeiro podem explicar porque somente alguns desenvolvem câncer após a exposição a um carcinógeno conhecido. Novos aspectos da genética da patogênese do câncer, como a metilação do DNA e os microRNAs estão cada vez mais sendo reconhecidos como importantes para o processo (estamos quase chegando lá; falta apenas desmaterializar o raciocínio).
As anomalias genéticas encontradas no câncer afetam tipicamente duas classes gerais de genes. Os genes promotores de câncer, oncogenes, estão geralmente ativados nas células cancerígenas, fornecendo a estas células novas propriedades, como o crescimento e divisão hiperativa, proteção contra morte celular programada (má educação), perda do respeito aos limites teciduais normais e a habilidade de se tornarem estáveis em diversos ambientes teciduais. Os genes supressores de tumor (boa educação) estão geralmente inativados nas células cancerígenas, resultando na perda das funções normais destas células, como uma replicação de DNA acurada, controle sobre o ciclo celular, orientação e aderência nos tecidos e interação com as células protetoras do sistema imune (entendimento de quem somos e o que fazemos aqui).
O câncer é geralmente classificado de acordo com o tecido de qual as células cancerígenas se originaram, assim como o tipo normal de célula com que mais se parecem. Um diagnóstico definitivo geralmente requer examinação histológica da biópsia (exame de consciência) do tecido por um patologista (auto-conhecimento), embora as indicações iniciais da malignidade podem ser os sintomas (atitudes e comportamento) ou anormalidades nas imagens radiográficas (como somos vistos pelas outras pessoas). A maioria pode ser tratada e alguns curados, dependendo do tipo específico, localização e estadiamento (quase sempre o câncer é a própria cura). Uma vez diagnosticado, o câncer geralmente é tratado com uma combinação de cirurgia (ética e moral), quimioterapia (ajuda psicológica e conscientização) e radioterapia (ação da justiça). Com o desenvolvimento das pesquisas, os tratamentos estão se tornando cada vez mais específicos para as diferentes variedades do câncer. Ultimamente tem havido um progresso significativo no desenvolvimento de medicamentos de terapia específica que agem especificamente em anomalias moleculares detectáveis em certos tumores, minimizando o dano às células normais. O prognóstico para os pacientes com câncer é muito influenciado pelo tipo de câncer, assim como o estadiamento, a extensão da doença. Além disso, a graduação histológica e a presença de marcadores moleculares específicos podem também ser úteis em estabelecer o prognóstico, assim como em determinar tratamentos personalizados.
Será?
Qual a razão do aumento incrível da incidência – basta verificar as causas de hospedagem de doentes nos chamados Hospitais: o câncer está se tornando imbatível.
De volta ao assunto: o que acontece e acontecerá com os cancerosos top line expostos na mídia?
Darão lições de volta por cima?
Terão recaídas?
Mestástases?
Qual a diferença entre um top line que se cura e outros que não tem acesso aos mesmos aparentes recursos?

Dica da hora: Câncer – você já tem o seu de vários tipos em andamento e em potencial.
O que vai fazer com ele?

Fica em aberto a questão:
Câncer - um bem ou um mal?

ESTAMOS? - OU SOMOS CANCEROSOS?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

PLANO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS – MAIS UM BAILE DAS MÁSCARAS

Estaremos breve nos postes da vida:
Trazemos sua dignidade de volta em 3 (d,s,m, eóns) - desmanchamos qualquer mandiga - se der tempo...

Como previsor diaraque de eventos como tantos outros por aí: 2010 vai ser o Evento Cósmico deste final de ciclo planetário: “O ano do baile em que as máscaras vão cair” uma atrás da outra; basta apenas sobreviver para assistir.

Na vida moderna com a ajuda da educação tradicional e da cultura - a força e a violência foram em parte substituídas pela astúcia – todos procuram mostrar ao publico o que não são na realidade – em especial os vendedores de si mesmos, da sua imagem - e principalmente a atual classe política que detém o poder por esse mundão afora.

Mas, surge uma primeira questão: Quem dá o poder a quem; tanto aqui quanto acolá? - O que preocupa é que essa tragicomédia da alternância de poder das oligarquias não é apenas tupiniquim; pois, seria mais fácil de ser resolvida; bastaria manter a máscara dos direitos adquiridos; ou melhor; aqui entre nós; dos privilégios adquiridos – ela é mundial; e daí; o planeta passa a correr risco de vida; pois basta que alguns “retardados na ética e na inteligência”, mas astuciosos representantes de seu povo apertem algum botão ou o simples virar das “chaves da astúcia” para detonar atomicamente com seus concorrentes ao poder mundial ou regional.

Quando as picuinhas são internas, o processo “rola” com seus “rolos”, como briga de macaco; disfarçada de queda de braço para a mídia ver: ora está por cima, ora está por baixo – na forma de perseguições pessoais e familiares, pequenas mortes pessoais ou em grupo, são facilmente resolvidas financeiramente – na revisão da história, quanto valeu a morte de seu pai? O mesmo que alguns; “pé de ouvido” só prá inglês ver? E fica tudo por isso mesmo; algo em torno de R$ 350.000? – Alguns dos contemplados já reclamaram ou devolveram o dinheiro? – Nem mesmo aqueles herdeiros da prevaricação dos antepassados? – O fato é o seguinte: para quem está momentaneamente por baixo, fardados ou não; nada pode ser revisado se for prá mexer no bolso; pois algum gaiato pode acabar com as mordomias e os privilégios adquiridos de alguns próprios ou seus herdeiros – Enfim; para cair uma das máscaras da hipocrisia do PNDH; mesmo sob o disfarce da ideologia; o problema continua sendo grana que vai continuar sendo bancada pelas cobaias que colocam seus representantes no poder ao invés de apenas servir de juízes – cada um puxa a brasa para a sardinha dos seus interesses de $.
O jogo da queda de braço para as cobaias assistirem resume-se a slogans do tipo: “violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política” e do outro lado a vitamina do slogan da “reconciliação nacional” patrocinada na piada da “comissão da verdade” (essa é imbatível) – Para as cobaias na verdade tanto faz tirar slogan ou colocar slogan – a pergunta é: “Pára; menos; quanto vai custar em termos de impostos”? – Quanto vou ter que pagar prá assistir essa encenação - mano?
Quanto vale cada um desses slogans no war-game dos interesses da politicagem?

Mas, bailar e fazer sucesso no baile das máscaras não é para qualquer um não – especialmente nesta época a Pós-Moderna, todas as máscaras vão cair – inclusive as das cobaias comuns ou eleitores – basta analisar nosso dia a dia: o meu, o teu e o deles...

Como não poderia deixar de ser:
Os articuladores do PNDH caíram do cavalo: entregaram o ouro na mão dos concorrentes – Inexperientes: primeiro acharam-se o máximo ao soltar as regras na calada da noite do raciocínio crítico das cobaias: ás vésperas das festanças cristãs do Natal; um dos bailes de máscaras que só perde para o carnaval – depois, jogaram a bomba do tema “máscara de ferro” para o Presidente que vai ter que tirar uma por uma das mais grotescas; isso, vai custar muito caro; e não apenas para não ser expulso da “festa mor das máscaras” um evento quaternário que se aproxima: as próximas eleições.
Os treinadores dos atletas do poder dançaram e forneceram material aos seus adversários; que provavelmente não saberão o que fazer com ele; pois é o que tinham em mente como fantasia para o baile – alguém roubou suas idéias.

Mas, algumas questões são urgentes para que o estrago seja menor para os atuais detentores do poder (não que sejamos favoráveis a um ou outro grupo) – para as cobaias: quanto mais máscaras caiam; melhor para acertar no voto (aposta) e escolher a troupe da hora.

Mas, dois “golpes” precisam ser explicados para que as cobaias mantenham as apostas:
- Numa simples canetada descuidada e sem ler o texto; o chefe mor do espetáculo vai conseguir sustentar que no cenário pode constar que abortar não é mais crime contra a vida?
- Quando for do interesse dos donos da festa das máscaras; acabou o conceito de propriedade?
Esses são apenas dois dos dilemas, que, claro, pois tudo sempre está á venda, podem ser comprados num recontrato com a mídia – ou o circo vai pegar fogo – o que não deixa de ser um espetáculo para quem souber se aproveitar dele.

Opiniões pessoais á parte – sempre somos defrontados com visões das técnicas de poder no jogo do “uor gaime” dos interesses da vida; e que nos assombram como cobaias, hoje, eletrônicas.
Por exemplo, não vou mudar de idéia quanto ao aborto: é um ato covarde disfarçado; tal e qual o desenvolvimento sustentável sob a ótica da ecologia de butique; um crime inafiançável perante a justiça natural sob a máscara da ignorância e de interesses.
Mas, vejam como é a vida; conversando com um amigo que é favorável ao aborto; e suas razões práticas são difíceis de confrontar num simples bate papo tete a tete – confesso; que me embananei na hora da troca de impressões sobre o shou da vida política – Vejamos suas razões: O planeta não comporta mais tantos fãs de mediocridade ou cupins humanos – ou morre gente em massa ou o controle de natalidade deve ser rígido: ele deu uma idéia para o tema alegórico do baile de 2010: O “bolsa-esterilidade planejada e consciente” – Depois, o gran finale das suas idéias: se a maior parte dos políticos e detentores do poder, tivessem sido abortados; será que todos nós, como raça humana estaríamos em melhores condições? – Fico constrangido de passar suas opiniões a respeito de sustentabilidade.
Mas:
Parando prá pensar – sentado na ala dos que acreditam na continuidade da raça humana - continuo com a convicção de que nossas doenças, tumores e outros bichos continuam sendo uma brincadeira divina a nos levar a pensar e progredir – pois como afirmou o fabuloso Chico Buarque: “Deus é um cara brincalhão que adora brincadeiras” – Então todos nós somos importantes: Mas, quanto vai custar essa brincadeira?

Aleluia:

domingo, 10 de janeiro de 2010

BIOTERÁPICOS HOMEOPÁTICOS USADOS EM CUBA PARA COMBATER A H1N1

Antes tarde do que nunca.

Essa notícia nos deixa na expectativa de que em Cuba, possam colher bons resultados contra a H1N1 da mesma forma que os já alcançados em algumas cidades brasileiras, em especial em Macaé (RJ) e Belém (PA) onde a Homeopatia já está sendo usada no tratamento e prevenção da Dengue.

Agrupamos a notícia sobre o trabalho com Homeopatia em Cuba com um artigo que escrevemos em 25/09/09 – sugerindo exatamente isso – apenas desconhecemos a formulação do composto cubano.

Vejamos a notícia:

Cubanos recebem complexo homeopático para aumentar defesas contra gripe

da Efe, em Havana

O ministério da Saúde de Cuba está aplicando em todos os cidadãos um complexo homeopático produzido na ilha contra a gripe suína (A H1N1 e doenças respiratórias em geral, para estimular a "resposta" imunológica da população.

O produto, cujo nome comercial é NoDegrip, é elaborado nos laboratórios do Instituto Finlay de Cuba e indicado como tratamento preventivo contra a dengue, a gripe epidêmica e outras doenças virais, segundo o prospecto ao qual a agência de notícias Efe teve acesso.

O texto acrescenta que o uso de NoDegrip pode ser "altamente efetivo em condições de alto risco epidêmico".

Em sua elaboração são misturadas substâncias homeopáticas e componentes da vacina contra a gripe sazonal.

As autoridades cubanas ordenaram a administração do produto a toda a população, mediante os consultórios médicos de atendimento básico que ficam em cada bairro e povoado do país.

Durante três dias seguidos os cubanos vão ao consultório, cada um com sua própria colher, para receber uma dose de cinco gotas, que voltam a ser administradas após uma semana para completar o efeito preventivo.

Embora a dose só tenha qualidades homeopáticas, popularmente muitas pessoas a recebem como se fosse uma "vacina" contra a gripe suína e divulgam a notícia para que ninguém fique sem ser "vacinado".
Esta medida se soma à vacinação contra a gripe sazonal, que começou em 2009 entre os grupos de alto risco, como idosos, grávidas, diabéticos, asmáticos e pessoas com o vírus HIV ou insuficiência renal crônica. Até dezembro passado a gripe suína havia causado 41 mortes e 1.000 infecções na ilha, segundo dados oficiais.

No UOL Notícias, 09/01/2010 - 17h49
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u676962.shtml

Nosso artigo:

SÁBADO, 25 DE JULHO DE 2009
VACINA? - BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO - UMA SAÍDA SIMPLES E BARATA PARA MINIMIZAR O PROBLEMA DA GRIPE H1N1
As soluções mais eficazes e geniais são sempre as simples – Contraditoriamente, no mundo atual apenas não podem ser gratuitas e de baixo custo; devem ser patenteadas para que alguns ganhem muito dinheiro.
A atual epidemia da virose H1N1 poderia ser atenuada com medidas quase gratuitas, simples e eficientes: BIOTERÁPICO HOMEOPÁTICO e de quebra, o País poderia tornar-se um inovador em lidar com as futuras epidemias e pandemias que virão uma atrás da outra. Duvida? – Aguarde ou espere uma cara e defasada vacina.

Mas, vamos ao assunto:
O que são Bioterápicos e Nosódios Homeopáticos?

Melhor usar a NET para explicar – E este artigo é ótimo:
“Começamos dizendo que o termo NOSÓDIO foi substituído por BIOTERÁPICO, que é a denominação francesa. Enquanto NOSÓDIO se definia por "medicamentos preparados com produtos patológicos, vegetais ou animais", BIOTERÁPICOS se define por "produtos quimicamente não definidos (secreções, excreções patológicas ou não, certos produtos de origem microbiana e alérgenos) que servem de matéria prima para as preparações homeopáticas bioterápicas" (Farmacopéia Francesa décima edição, 1985).
Os bioterápicos franceses são feitos em baixas potências porque são lisados ou detoxicados, enquanto os do Dr. Roberto Costa, médico e pesquisador brasileiro, são organismos vivos e por isso são feitos a partir da D 24.
Classificação :
1. Bioterápicos

a. bioterápico de estoque:
a1. códex - soros, vacinas, toxinas e anatoxinas, inscritos na Farmacopéia Francesa, preparados por laboratórios especializados (Instituto Pasteur francês ou Mérieux).Ex. BCG, Staphylotoxinum, Tuberculinum.
a2. simples - Obtidas a partir de "vacinas estoques" constituídas por culturas microbianas puras, lisadas e atenuadas em determinadas condições. Ex.Colibacillinum, Influenzinum, Streptococcinum.
a3. complexos - definidos pelo seu modo de obtenção (secreções ou excreções patológicas) ou seu modo de preparação.Ex. Luesinum, Psorinum, nosódios intestinais Bach-Paterson.
a4.ingleses ( Nosódios Intestinais de Bach-Paterson)
a.5. Bioterápicos Dr. Roberto Costa - (nosódios vivos Roberto Costa)- São preparados com microrganismos vivos, na escala decimal, usando como diluente cloreto de sódio 0,9%. A solução de partida é uma suspensão contendo 3 bilhões de microorganismos por ml, em solução. Até a D 11 as diluições são feitas em solução fisiológica 0,9%. Da D12 em diante, as diluições são feitas em solução hidroalcoólicas 50%. Para cada diluição são dadas 50 sucussões.

b. isoterápicos:
b1. isoterápicos - ou hetero-isoterápicos, são preparados a partir de substâncias exógenas (alérgenos, toxinas ou medicamentos), tudo que de alguma forma "sensibilizam" o paciente. Estão nessa categoria todos os alérgenos, pólens, poeiras, pêlos, solventes, medicamentos alopáticos, alimentos, etc.
b2. auto isoterápicos - ou endógenos (auto-nosódios) - são preparados a partir de excreções ou secreções obtidas do próprio doente (sangue, urina, escamas, fezes, pus, etc). Antigamente chamados de auto nosódios.

Prescrição
Poderá ser solicitado por médicos, veterinários e dentistas. No receituário deve constar material que deve ser ou foi coletado, dinamização desejada e forma farmacêutica desejada).
Como as farmácias não estão preparadas para a realização de coletas de materiais veterinários, seria interessante conversar com a(o) farmacêutica(o) responsável de uma farmácia homeopática e se informar sobre o modo de coleta e conservação.Nunca esquecer de avisar se o material for de doença infecto-contagiosa, com mais ênfase ainda se for uma zoonose.Segundo os farmacêuticos, FORMOL não é ideal, devendo ser evitado, melhor são água/álcool/glicerina, soro fisiológico ou álcool 96°.
O material tem prazo de validade, é interessante consultar a farmácia.
Exemplos:
- Bioterápicos ditos "Códex"
Aviare- (sinonímia: Tuberculinum aviare) - produto otido a partir de culturas de mycobacterium tuberculosis variedade aviare, sem adição de antissépticos.
Diphtericum: soro anti-diftérico proveniente de animais imunizados com toxina ou com anatoxina diftérica.
D.T.T.A.B.- toxina diftérica diluída, obtida diluindo-se o líquido da cultura do bacilo diftérico recentemente preparado e filtrado em filtro de porcelana, com solução isotônica de cloreto de sódio.
Gonotoxinum- vacina anti gonogócica constituída por uma suspensão de bactérias provenientes de culturas de "gonococos" mortos por aquecimento, em solução isotônica de cloreto de sódio.
Influenzinum - bioterápico obtido a partir de vacina antigripal do Instituto Pasteur.
Soro Anticolibacilar - Soro antibacilar de origem caprina.
Soro de Yersin- Soro anti-peste proveniente de animais imunizados com bacilos pestes (Yersinia pestis) mortos ou vivos.
Staphylotoxinum- preparado a partir de anatoxina estafilocócica descrita no "Códex".
Tuberculinum- tuberculina bruta obtida a partir de culturas de espécies de Mycobacterium tuberculosis de origem humana e bovina. Antiga denominação : T.K.
Tuberculinum residuum- solução glicerinada contendo as frações insolúveis em água, do bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Antiga denominação : T.R.
V.A.B.- vacina constitutída por uma suspensão de bactéria vivas provenientes de subculturas de espécie artificialmente etenuada, descrita por Calmette et Gueri sob o nome de "B.C.G.".
Vaccinotoxinum- vacina antivariólica preparada a partir de fragmentos epidérmicos recolhidos por raspagem de uma erupção cutânea de varíola em uma novilha inoculada após cinco dias com o vírus da varíola.
- Bioterápicos simples.
Colibacilinum - lisado obtido a partir de culturas de Escherichia coli, sem adição de antissépticos.
Eberthinum- lisado a partir de culturas de Salmonella typhy, sem adição de antisséptico.
Enterococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus fecalis, sem adição de antisséptico.
Paratyphoidinum B- lisado obtido a partir de culturas de Salmonella paratyphi B sem adição de antisséptico.
Staphylococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Staphylococcus aureus, sem adição de antisséptico.
Streptococcinum- lisado obtido a partir de culturas de Streptococcus detoxicados, sem adição de antisséptico.

Bioterápicos Complexos
Anthracinum- preparado a partir de um lisado de fígado de coelho infectado por carbúnculo (Bacilus anthracis)
Luesinum- lisado de serosidades treponêmicas de cancros duros, preparados sem adição de antissépticos. Antiga denominação: Syphilinum.
Medorrhinum- lisado de secreções uretrais blenorrágicas colhidas antes de tratamento por antibióticos ou sulfamidas.
Morbillinum- lisado de exsudatos bucofaríngeos de doentes com sarampo, colhidos antes de qualquer tratamento.
Pertussinum- lisado de expectoração de doentes com coqueluche, colhidas antes de qualquer tratamento.
Psorinum- lisado de serosidade de lesões de sarna, colhida de doentes sem tratamento prévio.
Pyrogenium- lisado de produtos de decomposição provenientes da autólise de carde de boi, porco e placenta humana.
Oscillococcinum- auto lisado filtrado de fígado e coração de pato (Anas barbarie). Oscillococcinum 200 K é uma especialidade (tem patente) dos Laboratórios Boiron, da França. Lá é preparado somente nessa dinamização.

Bioterápicos ingleses
Bacilo de Morgan(Proteus morgani) Bacilo Gram-negativo, móvel, anaeróbio facultativo, isolado de fezes de crianças com diarréia estival; ele seria responsável pela diarréia.
Dysentery-Co ou B. dysenterial(Shigella dysenteriae) - Bacilo Gram negativo imóvel, anaeráobico facultativo, agente da disenteria bacilar à qual só o homem e o macaco são sensíveis.
B.Gaertner(Samonella enterididis) - S. enteritidis é um sorotipo de Salmonella, frequente nos animais, que provoca intoxicações alimentares no homem.
B.Mutabilis( B. faecalis- coccal-Co (B. Coli mutabile)- tido como uma Escherichia coli lactose positiva, daí seu nome.
Bacillus nº 7 (B. asiaticus; B. cloacae; B. freundi) - não tem nomenclatura correspondente na bacteriologia. O B. cloacae é o Enterobacter cloacae, cujos caracteres se assemelham ao Aerobacter aerogenes, isolado do solo, água e de matérias fecais do homem e de animais.
Sycotic-Co ou Sycoccus-Paterson (Streptococcus faecalis)- estreptococo ovóide, alongado, não hemolítico, isolado de matérias fecais do homem e dos animais.
Bacillus nº 10- não há correspondente na nomenclatura bacteriógica. Preparado pela Farmácia Nélson, de Londres, sem mais informações.
B. Morgan-Gaertner (Nosódio de Paterson) - idem anterior.
B.coli(Escherichia coli) .

baseado nas apostilas:
1. Dra. Stella Maris Benes, do curso de Homeopatia para veterinários, da Associação Paulista de Homeopatia, 1996.
2. Professora Mafalda Biagini, do Congresso Brasileiro de Homeopatia, Belo Horizonte, setembro de 1992”.

NOSSO COMENTÁRIO.
Sim.
Nós temos condições de preparar um Bioterápico Homeopático do H1N1 em tempo recorde; algumas horas para produzir em larga escala e menos de uma semana para distribuir á população. E, além disso; baseado no trabalho do genial e quase desconhecido Dr. Roberto Costa – o resultado seria sensacional, posso garantir.
O que seria preciso?
Apenas uma cultura do vírus H1N1 preparada segundo as especificações da metodologia do Dr. Roberto Costa. Não é preciso ser nenhuma sumidade para desenvolver o medicamento (vide colocação no artigo) – qualquer prático ou técnico em homeopatia pode fazê-lo com eficácia.
Por que não o fazemos?
Os entraves são os problemas do caráter humano: ganância e orgulho. Todo mundo quer ser o pai da criança e alguns querem ganhar muito ou o tradicional 30% na compra e na distribuição.
A Homeopatia favorece a criatividade e ninguém descobre nada de novo – exceto se um novo medicamento for desenvolvido; por exemplo: os venenos usados hoje na fabricação de alimentos industrializados dariam medicamentos homeopáticos muito eficazes. Vai aí uma dica: Coca Cola e as concorrentes dariam excelentes medicamentos homeopáticos para contrabalançar uma série de problemas da atualidade, coisas banais, tipo: Insônia, osteoporose, DDA...
Por que não se pesquisa? – Dá pouco dinheiro de retorno.

Para ilustrar o emaranhado de interesses draconianos em jogo:
Aqui em SJRP tivemos um caso que bem ilustra o problema da atual humanidade; e principalmente da comunidade tupiniquim, científica ou não.
Vivíamos uma situação de epidemia de Dengue, ainda não solucionada por motivos vários – e neste andar da carruagem, nem será tão cedo.
Muita gente não sabe que a Homeopatia é uma especialidade reconhecida, faz parte do currículo regular das universidades, assim como a acupuntura; daí que seu uso para os ignorantes no assunto pareça uma coisa de idiotas sonhadores.
Resumindo: Um Dr. amigo meu, funcionário da PM instituiu um programa que oferecia á população uma fórmula homeopática bem conhecida e antiga (de eficácia comprovada por qualquer homeopata – Meu amigo não inventou nada – que fique claro) que serviria tanto para atenuar o quadro clínico, desde que usada como preventivo, (nada a ver com vacina); quanto para tratamento curativo na vigência da doença. Eu mesmo sou cobaia assumida: já contraí dengue 3x e nunca levei mais do que 2 dias para sair completamente do quadro, sem deixar de trabalhar ou fazer exames (para quê? – engrossar estatísticas?) – Nosso País precisa de gente na ativa e gerando algo produtivo.
Continuando o relato: O trabalho dele virou uma zona com recursos na Justiça até em segunda instância impetrados pela Secretaria da Saúde do Estado proibindo o uso do remédio não aprovado pelas “otoridades científicas” – avanços e recuos (procure no
www.diarioweb.com.br)
Resumindo: a aplicação da medicação Homeopática gratuita e barata foi substituída por um medicamento usando a fórmula e patenteada por um laboratório homeopático – a PM comprou um lote dos remédios antes de graça por um preço x – e – ele não mais é distribuído á população em larga escala.
Que todos façam bom uso dos recursos $ oriundos do processo.

Finalizando:
Esperamos que alguém que tenha acesso ás culturas do H1N1, num gesto de cidadania e de qualidade humana possa oferecer a alguma descompromissada pessoa capacitada a preparar tão simples “vacina” – mesmo que de forma “marginal” um simples tubo de ensaio para que o Bioterápico possa circular, mesmo que em off, até que algum aventureiro patenteie como sua cria; com a ajuda das várias instâncias da justiça; daí seu poder de ação ficará limitado aos interesses $.

Enquanto isso, nós continuamos recomendando a velha fórmula feita de culturas estrangeiras de vírus da Influenza tipo A; ultrapassados (90% das IVAS atuais já são do novo e moderno vírus.
1 – Influenzinum CH200 – 5 gotas 1x por semana (para gente de qualquer idade, cor e classe social – a dosagem é convenção - democrática).
2) Oscilococcinum CH200 (Sob patente do laboratório BOIRON da França que está tentando entrar com tudo no mercado nacional – mas não há nada mais democrático e genérico do que a Homeopatia – muitos medicamentos qualquer um é capaz de produzir em casa). Tome 5 gotas 1x por semana – Até que perdure a epidemia.

Alerta:

Cuidado com as fantasias da ignorância até de gente pós-graduada e que está em postos de comando em determinar o que é científico ou não – Principalmente em se tratando de Homeopatia – A comunidade dita científica é mais ortodoxa até do que a religiosa.
1) Homeopatia é lenta! – Não, ela é de ação ultra-rápida em doenças agudas – Nas doenças crônicas nem Deus dá jeito milagroso. Pois, os ignorantes de como funciona, que a procuram; são doentes crônicos, pessoas contumazes em violar as leis naturais; e apressadas pelo estilo de viver – e se acham merecedores de uma cura rápida.
2) Homeopatia e Alopatia são incompatíveis! – Nem sempre. E no caso que propusemos – Não é preciso abrir mão do sistema oficial – basta apenas administrar o Isoterápico – não importa o sistema de tratamento em andamento.

Ninguém vai correr risco de vida – além do que já se corre ao nos hospitalizarmos e ao nos medicarmos com anti-isso ou aquilo.

A ÚNICA CONTRAINDICAÇÃO É FERIR OS INTERESSES $ DE UNS E O ORGULHO DE OUTROS.
QUEM SE HABILITA A FORNECER UM SIMPLES TUBO DE ENSAIO?

AMÉM.

AGUARDEMOS...

Esperamos voltar com boas notícias...
Postado por Américo Canhoto às 08:56 3 comentários

Comentário atualizado.
H1N1 – O RETORNO.

Em virtude das condições de isolamento dos interesses corporativos e da grande mídia; e de decisões políticas verticalizadas – uns mandam e quem tem juízo obedece - Em Cuba fica mais fácil desenvolver experiências que envolvam baixo custo ou até custo quase zero. Provavelmente eles não desenvolveram nenhum novo medicamento homeopático; apenas montaram um complexo, colocaram um nome fantasia e o patentearam.

Aproveitando a carona de retorno da H1N1 ao noticiário – vamos relembrar as pessoas que a Dengue pode tornar-se uma epidemia de forte ação nesta temporada das chuvas.
O medicamento homeopático que mais se assemelha ao quadro da dengue é Eupatorium Perf.CH6 – Na vigência da doença tome 5 gotas de 1/1h e como “preventivo” (nada a ver com vacina) tome 5 gotas 1x por semana.
Juízo – já peguei 2 vezes – e a dor e o mal estar são federais!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Os donos da terra x Os que se acham donos da TERRA

Ao ler o artigo: “Análise do censo Agropecuário de 2006” – artigo de Frei Sérgio Gorgen – Publicado no EcoDebate de 07/01/2010 – pela sua importância resolvi “desenterrar”, “gradear” e “irrigar” com novos focos um antigo escrito sobre a legitimidade da propriedade da terra; que melhor seria designada como: ocupação do solo – cujo foco era: Até quando vamos confundir o que é legal com o que é justo?

O “enrosco” era mais ou menos o seguinte:
Dia destes, assisti ao final de um debate a respeito do uso da terra que me deixou muito preocupado, porque não dizer desalentado quanto ao futuro do planeta – faz tempo que essa estória rolou; mas, nem tanto quanto o que o IBGE levou entre executar o censo e publicá-lo, apenas 3 anos; num mundo tão célere e informatizado – “tiriricas de burocracia” diria Seu Zé me amigo preto velho da gema e da infância, lá no meio do matão do norte do Paraná.
Naquele dia na TV - O assunto era a monocultura, no caso em discussão a cana-de-açúcar e os males que podia gerar ao meio ambiente a curto e médio prazo. De um lado estava um cidadão preocupado com o meio ambiente e um técnico em engenharia ambiental e de outro um usineiro e um fazendeiro – cada qual expôs seu ponto de vista sobre os malefícios e os benefícios da cultura da cana em larga escala como está ocorrendo no estado de São Paulo que virou um imenso canavial. Foram usados todos os argumentos pró e contra como: possibilidade de criar desertos; destruição ambiental não recuperável; alterações climáticas regionais; criação de novos empregos; geração de energia elétrica; uso de subprodutos para a produção de polímeros; exportar tecnologia sucroalcoeira, etc.
Vou irrigar a discussão com novos produtos: Sabiam que os “gatos” ou empreiteiros de mão de obra sazonal estão aditivando o rendimento dos trabalhadores tipo: cortadores de cana e apanhadores de laranja com crak ao invés da tradicional maconha? – Não sabia? – E que essa epidemia está se espalhando entre crianças e jovens viventes em pequenas comunidades e antes de tradição de agricultura familiar. – Como ficam os filhos de mães solteiras órfãos dos trabalhadores sazonais que voltam para suas terras de origem depois de ganhar uma grana no corte de cana e atividades similiares – E o prejuízo do sistema de saúde abarrotado pelos atendimentos aos trabalhadores turistas quando não dava conta nem de atender os de casa; como fica?

Mas, voltando ao bate papo:
A discussão caminhava tranqüila até que, lá pelas tantas, um telespectador por meio de e-mail sugeriu a possibilidade de aplicação de uma idéia já em uso em alguns municípios: zoneamento agrícola, submetendo o uso da terra na área rural a algo semelhante ao que temos na zona urbana; não foi possível discutir a idéia, pois o fazendeiro nem deixou o moderador concluir a mensagem, ele foi categórico: "Isso é uma besteira que contraria a Constituição, pois a terra é minha e faço dela o que bem entender, se não estiver plantando algo ilícito ninguém pode determinar o que devo ou não cultivar na minha propriedade. Me diga algo que esteja dando mais dinheiro do que plantar cana que logo eu vou começar a preparar a terra!". Como é melhor rir do que chorar; na hora eu me lembrei de uma célebre frase do Homer Simpson (desenho da TV): “A culpa é minha; eu a ponho em quem eu quiser”...
Não importa quem ganhou o debate, no sentido de convencer mais telespectadores, o que realmente me preocupou: até quando vamos confundir o que é legal com o justo, ético e inteligente?
E o que começa a desalentar: em pleno século 21 o conceito de propriedade não se atualizou segundo as conquistas da inteligência e da capacidade de discernir; esperadas.

Em virtude de sermos um povo Cristão em predominância; eu uso muito as falas de Jesus para ilustrar as Leis da Vida a que estamos, quer queiramos ou não; submetidos - Ele cansou de nos avisar para não desperdiçarmos muito tempo nem gerarmos débitos graves com os outros e com o planeta tentando armazenar em celeiros ou guardar em cofres as coisas materiais; no caso da agricultura, tudo apodrece muito rápido mesmo com o uso de conservantes e estabilizantes (in) sustentáveis – fazendo uma analogia com as riquezas mentais de sapiência: os conservantes são: as desculpas, justificativas e o conceito de normalidade – conservar dogmas e conhecimentos científicos “apodrecidos” pelo tempo; sem replantar é suicídio intelectual; câncer mental transgênico e transmissível.

Salta aos olhos de quem quer ver que, não somos donos de nada, estamos donos, temporariamente.

No caso do fazendeiro, deu para perceber que ele se sentia realmente e ferrenhamente “dono” da sua terra – um titulado proprietário acima de qualquer suspeita sem “grilo”; esquecia que dali a alguns minutos poderia estar morto.
Um parêntese: Já ouviram falar de “terras ou casas mal assombradas”? – Isso, não é brincadeira de copo; nem script de filmes; é vero; confesso que na hora tive a intuição: Se esse cara morrer hoje; coitados dos herdeiros ou do que se achar o novo dono da terra; ele vai ficar pentelhando todo mundo por séculos.

Mas voltando ao assunto:
É possível que pouco tempo depois ele resolvesse vender as terras e, a pessoa que se acharia dono delas seria outra e outra.
Ainda não somos donos de nada, nem do nosso tão decantado livre arbítrio, que ainda é precário e relativo. Orgulhosos e egoístas, devido à nossa teimosia em manter posturas como a dele; ainda estamos fortemente sujeitos a ação da lei de causa e efeito pelo lado negativo; tanto no aspecto individual como coletivo (não vá pensando que não tem nada com isso; só por ser um adepto dos braços cruzados, uma coisa do tipo: não me comprometa).
As pessoas que se acham donas da terra, ou de qualquer outra coisa se soubessem o que as aguarda no futuro teriam com certeza uma conduta diferente no presente.
Será que Deus é Pai agricultor que nos tenta ensinar a semear? – Será que a vida é uma eterna agricultura: você planta e colhe?
– Será?
Provavelmente; se novamente nos lembramos do Mestre Jesus nos dizendo que herdaremos a Terra – Será que voltando a 3D á TERRA até aprendermos a plantar e a colher? – Será que vai dar tempo? – Será que a paciência ou o saco de Deus também não se enche?
- Talvez seja preciso juízo; pois de retorno, sofreremos pelo comodismo e pela covardia de hoje. Claro que junto com os desculpistas e os acomodados; alguns vândalos que se acham proprietários do Mundo vão colher o que plantaram com mais intensidade; mas um dia se aliviarão com a caridade alheia – uma bela lavoura para colher depois; tadinhos de nóis.

Parece que, nada desta dimensão nos pertence nem aos nossos herdeiros, pois não somos donos nem da própria existência. Abrimos mão da competência para dispor dela se estivermos descontentes com o rumo que tomou; ou se nos sentimos infelizes porque ela não está rendendo tudo que esperávamos – quem plantou abacaxi não vai colher figos – é preciso recomeçar e aguardar o concurso do tempo.

O planeta é um bem de uso comum.
Ainda dependemos muito uns dos outros, nossa soberania emocional é pouco desenvolvida colocações infantis como “a vida é minha faço dela o que quiser” ou “não tenho medo nem me importo de morrer... nem quero ficar velho para não dar trabalho para os outros”; a terra é minha faço dela o que quiser - afirmações desse tipo sinalizam ignorância e pouca maturidade psicológica da nossa parte e talvez passagem só de ida para algum lugar antes ignorado.

Vale a pena sempre avançar em conceitos:
Mesmo os que se acham mais espiritualizados da boca prá fora que os demais; quando se encontram na condição de donos da terra, ainda criam animais para matança, aterram nascentes para plantar um pouco mais de capim, soja ou cana; já que as multas são “baratas” e elas vivem até no propinoduto; aproveitam a estiagem para atear fogo à reserva obrigatória de lei e, depois, já que está queimada, na cara dura, a aproveitam para plantio, etc.

Infelizmente a maior parte de nós quando vive a prova do poder e da propriedade ainda pensa mais com o bolso do que com o coração.
Mas, depois, na hora H, na hora da verdade que tanto nos “assombra”, desencarnados em 4D; mas ainda muito apegados ao que rola em 3D; damos trabalho por décadas ou centenas de anos na condição de matrix de donos do que não possuímos de fato; pentelhando, enchendo o saco, tirando o sossego de herdeiros e até de terceiros.
Dia destes na condição de buscador de dúvidas, como um ecochato espiritual participando de um bate papo com o além, conversando com um dono de terras que havia desencarnado há mais de cem anos foi difícil explicar prá ele sua condição atual; e que a propriedade não mais lhe pertencia; aquelas pessoas a quem ele perturbava não eram ladrões nem se apossaram dos seus “bens”; haviam comprado.
Quando nos apegamos às posses materiais não apenas destruímos o meio ambiente ou assassinamos animais; ainda transportamos essas encrencas para o outro lado da vida. Claro que dentro da perfeição do ecossistema da criação, todos os males “as tiriricas do Seu Zé” acabam tornando-se um bem.
Quem comete desatinos torna-se um sofredor ou até obsessor (que prefiro chamar de pentelho cósmico) e; nessa "pisada de bola", torna-se ferramenta para que outros devedores de si mesmo ou do coletivo possam progredir - quando mais conscientes e esclarecidos.

Mas, até quando será dessa forma?
Claro que vai demorar! – Basta ler o já mais do que ultrapassado censo do IBGE; pois ainda estamos relutando em realizar uma Reforma Agrária urgente e justa – quando o momento de mudanças é urgente, até mesmo para aqueles que vão se achar os velhos ou novos donos da terra.
A dúvida: Será que o planeta suporta tanta agressão cada vez mais rápida e intensa dos que se acham os donos do planeta? - E não é só da terra não; mas, também da sapiência e do poder como as populações e corporações do hemisfério norte e os proprietários da terra abaixo do equador.

Nosso querido planeta está agonizando – será que não seria hora de depurá-lo das pessoas que não gostam dele?
O que estará atrasando o tão esperado final dos tempos?
Será que os habitantes dos mundos que vão receber os terráqueos estão protestando junto a Deus, fazendo passeatas cósmicas para não nos receber?
Talvez muitos governadores de mundos estejam preocupados com a possibilidade da nossa eminente chegada e estejam negociando cotas e bolsas – algo assim: o meu planeta só agüenta uns dez mil; outro: - até uns dois milhões dos mais mansos dá para acomodar, mais do que isso vai ser problema...

Mesmo tentando manter a fé na raça humana ainda fico com um que de desconfiança de alguns mentores espirituais afirmarem que mesmo expulsos daqui levaríamos o progresso a esses mundos: nossos novos lares.
Será?
E se nós levarmos a doença do orgulho e do egoísmo a povos primitivos? - Não será um novo desastre ambiental; só que desta vez cósmico?
Parece que já assisti a esse filme várias vezes, apenas o enredo e alguns personagens mudam...
É esperar para ver. Com a palavra o senhor do Tempo.

Mas, pessoal do IBGE façam o favor – levar 3 anos para publicar um relatório – ninguém merece – pois, tudo hoje já é diferente de ontem e de amanhã...

Prá finalizar a cumprida conversa de hoje, fico com os ensinamentos do meu preto velho da infância - Seu Zé: “Zinfiu; até as tiriricas são fius di Deus – ele sabe o qui fazê cum elas”.

Mas, brincadeiras espirituais á parte – O artigo de Frei Sérgio merece muito estudo dos seres viventes com mente pensante e braços fortes...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

É PRECISO CONSCIENTIZAR - ATÉ MARÇO MUIT ÁGUA VAI ROLAR

Nenhum trabalho de profilaxia pode funcionar se as pessoas não têm consciência do que e para que fazê-lo.
Joãozinho desce daí!
Você vai se machucar meu filho!
Ô minino teimoso!
Depois não vem chorar!

Para prevenir; na tentativa de evitar que cresça muito o número de vítimas fatais nesta temporada de chuva que está apenas começando; seria preciso conscientizar as pessoas que moram em áreas de risco a respeito do perigo real e imediato que correm.
Mas, como executar essa tarefa numa situação emergencial?
Dá prá duvidar de nossa sanidade coletiva, pois em situações graves e de catástrofes parece que as pessoas sentem um prazer mórbido em ajudar e receber ajuda – talvez esse seja um motivo inconsciente para que não procuremos evitar tragédias anunciadas, que consomem muito mais recursos do coletivo para tapar o sol com a peneira do que a prevenção efetiva – Exemplo, coisas bem simples do cotidiano como fumar e criar um câncer; construir na beira do rio ou pendurado no morro; essas atitudes infantis perante as leis da natureza podem ser facilmente evitadas se houver vontade real – Mas, feito crianças birrentas, nós criamos uma tradição de cultuar a panacéia ao invés de ir para os finalmente.

Os adultos que se recusam a crescer em maturidade psicológica adoram essa novela em tempo real e ao vivo:
Era uma vez...
No reino da panacéia.
Um lugar onde todos de alguma forma são doentes do corpo, da mente e da alma, e onde falar sobre sanidade e prevenção efetiva é coisa de doido. Lá o consumo de paradoxos já intoxicou ao extremo as pessoas. Os desastres, o mal e a doença têm um valor incrível. Nele a sanidade é a própria doença e falar em saúde é falar em doença; uma comunidade que é uma coisa de louco.
Lá todos adoram, são chegados em paradoxos, e um dos mais queridos é um tipo de paradoxo de gosto terrível: a insatisfação negativa ou “só dê valor para o que você não tem, ou perdeu”...
Na comunidade da panacéia. Quem dá valor para a saúde ou até a vida antes perdê-la?
Apenas os malucos que correm sérios riscos, até de serem exilados, desprezados e tratados como alienados por se recusarem a fazer o que todo mundo faz; o que é normal. Pois, as pessoas são treinadas desde tenra idade a se agredirem com vícios e a se intoxicarem com excessos de todos os tipos para depois se vangloriarem nas ante-salas dos hotéis de doentes que suas doenças são mais raras, incapacitantes e dolorosas, que as dos outros – Ou quando por ignorância e comodidade invadem as margens dos rios, constroem no alto das encostas ou bem debaixo delas e depois perdem tudo; mas, são valentes e não abandonam o barco, enfrentam a “fúria” das águas, de novo e de novo – ou fazem um tratamento e outro e outro e uma cirurgia e outra e outra – no reino da panacéia somos todos muito insistentes em manter nossos pontos de vista; disso ninguém pode reclamar.

Quando as pessoas negam, mas começam a sentir algum prazer em perder quase tudo – ou a adoecer o prognóstico é sombrio.
A cretinização intelectual é epidêmica e não escolhe cor, sexo, sistema de crenças nem classe social; feito um câncer já tomou conta dos organismos da comunidade – para piorar as coisas parece que pode ser transmitida pelo DNA – além disso, as crianças quando não são infectadas ainda dentro do útero, aprendem a ser “arteiras” com os adultos que ao invés das antigas traquinagens de subir no telhado, nos muros ou nas árvores – penduram-se nos morros - e também são ensinadas a ficar doentes: criança sadia é cobrada o tempo todo, entupida de compromissos, de expectativas e deveres; criança doente recebe mais atenção e carinho, ganha presentes e está livre de cumprir deveres chatos como ir à escola.
Sarar dessa doença não é nada fácil, pois os contaminados pelo orgulho e a ganância através da mídia se encarregam de acenar para os crédulos com o botão mágico do reino da panacéia que resolve tudo – vendendo remédios e terrenos em lugares proibidos; fornecendo material para construir barracos em época de eleições, etc.
Uma das mais “malandras” criações das inteligências acima da média do reino da panacéia é um vírus maneiroso chamado: crédito. Propagam para as pessoas que o negócio é participar da farra do consumo; de preferência gastando muito mais do que ganha ou gastando o que ainda nem ganhou; viajar na maionese enfim (meu amigo ET diz que o crédito é meio que a cocaína do consumo) – mas, vem a ressaca: cair na arapuca do juro do cheque especial, da agiotagem, da promissória - e - depois, ou é processado, fica com o nome “sujo” – Claro que nessas horas a classe social faz a diferença: se é da “crasse arta” ou remediado vai entrar em deprê, angustiar-se; ou ficar doente de verdade (para o povo da panacéia, ficar doente de verdade é algo bem físico: pneumonia, enfarte, câncer e outras coisinhas mais); alguns podem se suicidar de forma direta ou através de doenças auto-imunes para os mais recatados – Mas, os da classe C, D, E; esses podem ter os mesmos peripaques ou até podem ir para a zona dos alagados ou se dependurar na encosta – se tiver sorte vai ganhar uma bolsa – auxílio permanente ou temporária patrocinada pelos outros.

Estamos num beco sem saída?
Será impossível escapar dos vigilantes da insanidade que guardam as saídas do reino da panacéia?
Acreditamos que não. O fator tempo parece que conspira a favor da sanidade – claro que não o tempo climático; pois, a previsão é que neste verão vai chover a cântaros na região sudeste. Diz um amigo meu que logo algum espertinho vai lançar um desodorante anti-mofo.

Como podemos nos ajudar uns aos outros na batalha da conscientização?

O exemplo é um santo remédio:
Para quem quiser se engajar nessa campanha de vacinação, o primeiro passo é desenvolver e melhorar o seu próprio sistema de comunicação íntima, para poder exemplificar com coerência e clareza; ao invés de ficar pensando uma coisa, dizendo outra e agindo ao contrário.
Não adianta muito pregarmos o que não estamos ainda a fim de fazer – e a omissão não funciona - discurse, mas esteja pelo menos tentando fazer.
Para quem não quer ouvir, palavras não funcionam:
Palavras apenas, pouco resolvem quando as pessoas se fazem de surdas a tudo que as faça mudar antigos padrões. Como dizer a um surdo que ele ouve melhor do que o seu vizinho ao lado? Sinalizando. E é preciso saber dizer a coisa certa na hora certa. Usando a linguagem dos sinais. Sinalize para os outros o melhor a fazer; e faça isso sem nenhuma pressa para poder encontrar o momento mais adequado. E, o momento certo para se conscientizar um indivíduo de que ele é doente do corpo ou do comportamento com certeza é no auge da doença. Principalmente a criança doente deve sempre ser responsabilizada pela sua doença, quando isso seja possível e a situação esteja bem clara – nosso comportamento de adultos é semelhante ao de uma criança de 4 ou 5 anos – claro que enxergamos e apontamos as criancices dos outros; mas não percebemos as nossas.
Dica da hora: diga coisas que tem que dizer apenas uma vez. Permita que as pessoas vivam até o limite do suportável as conseqüências de suas escolhas.
Exemplo, não corra atrás de médico nem de remédio para ninguém que já esteja cansado de saber o que deve ou não fazer.
Ou quando um amigo endividado crônico te procura. Pensa bem, pois a maior chance é a de não receberes de volta o empréstimo; e ainda vais perder o amigo; mesmo que ele seja mais amigo da onça. Talvez o melhor a fazer: não tenho ou até não empresto mais; pois da outra vez não me pagaste.

Apenas a linguagem da dor é muito clara:
A clareza é essencial. É preciso ser amorosamente curto e grosso. Pois, na mente embotada do doente da credulidade, a busca da panacéia parece ser o único caminho. O remédio do raciocínio lógico às vezes demora a fazer efeito. Não há que ter pressa que o sujeito entenda que ele é que dá permissão para que os problemas o atormentem ou que a dor ou a doença possa agir nele – claro que em situações de risco: o morro vai “despinguelar” e descer ladeira abaixo; tire o sujeito de lá nem que seja em camisa de força. Sempre que possível permita que as pessoas sintam suas dores, elas precisam viver essa experiência “chocante” para aprender a discernir. Mas, cuidado ao fazer isso, para que não uses a recusa em ajudá-las, como um fator de punição a quem não votou em você; não seguiu teus conselhos ou determinações. Negar ou não permitir não pode ser um ato de vingança ou de retaliação, ao contrário, deve sempre ser um inteligente ato de amor.
Ao tentar ajudar a esclarecer - mesmo que tu carregues nas palavras e atitudes toda a boa vontade do mundo; assim mesmo cuidado. Um grande e revolucionário sábio veio mostrar um dos bons caminhos da cura ao povo da panacéia e acabou na cruz. “Bem aventurados os aflitos...” é um recado muito claro para quem não tem sua mente embotada pelos paradoxos e dogmas (outro bichinho malandrinho e destruidor).

Conscientizar faz parte da profilaxia:
Cada um do seu jeito; a maioria de nós ainda não atingiu um nível mínimo aceitável de humanização (somos pouco responsáveis e imprevidentes). Não queremos ainda saber das leis básicas que regem o processo de humanização: Lei de causa e efeito. Lei de retorno. Lei do trabalho. Lei da reparação.
Quem já começa a vislumbrar um pouco das razões da vida humana deve ficar atento para pegar todos os ganchos possíveis no trabalho de conscientização natural, que é a dor e o sofrimento; um tipo de amigo da onça que convida as pessoas a parar para pensar e reformar as escolhas. Aprendamos a fazer cara de paisagem para as reclamações dos doentes, dando-lhes atenção; claro - mas permitindo que suas queixas entrem por um ouvido e saiam pelo outro, até que eles façam movimentos mínimos de mudança no padrão de atitudes e de comportamento.

Conscientizar as pessoas não é ditar regras, subir em pedestais de sapiência; é compartilhar com elas nossas próprias experiências e aprendizados. Coisa de dia a dia e coisa de vida toda. Nada de minutos na mídia ou cartazes ou campanhas com data para começar e data para terminar. Isso, não funciona.

É muito bom estarmos atentos; pois em muitas situações nós fazemos pior do que aqueles a quem estamos tentando alertar e ajudar.

Meu amigo ET me deixou um teorema prá resolver que está complicado: Se eu vivo ás custas das dificuldades e das dores dos outros – o que eu ganho se ajudá-los a sair de vez das encrencas?
Eu acho, apenas acho que encontrei parte da solução – Quem puder me ajudar; agradeço.

Joãozinho vou falar pela última vez! - Desce do morro meu filho! – Saí da beira do rio! – Olha o temporal que vem aí! – Ocê é doido menino? – Vem aqui prá dentro de casa!

– Que casa tio?
- QUE CASA TIO?

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