domingo, 14 de agosto de 2011

A CRIATURA MAIS IMPORTANTE DO UNIVERSO




Mesmo que te digam o contrário; não acredites.
Tu és a criatura mais importante do universo.
Vais conviver contigo mesmo a eternidade inteira.
Se estiveres de bem e feliz contigo estarás no céu.
De mal, sem amor próprio e auto-estima estarás no inferno.

Ninguém é de ninguém.
Os que conosco hoje compartilham a existência podem estar num futuro próximo experienciando novas lições – aprendendo a amar outras pessoas que deixaram para trás, ou não, e a si mesmas; seja nesta dimensão ou em outras; neste mundo ou noutros.

Fomos induzidos a viver para o exterior esquecendo a harmonia interna – e neste momento de aceleração estamos sendo atirados de encontro a nós mesmos; sob risco de cair na depressão, pânico, angústia; adoecendo o organismo - e o pior: compartilhando esse estado de sentir-se com os em torno.

Um dos passos da busca da paz e da felicidade é o conhecimento de nós mesmos seguido de aceitação de quem somos e como nós nos apresentamos neste momento; e sempre com alegria e bom humor.
Pare para pensar no convite que fizemos aos amigos que estavam ontem na nossa palestra na Casa do Consolador:

Como amar e respeitar um estranho?

Perdão e caridade é um santo remédio para a maioria dos nossos males. Pois, Deus nos deu uns aos outros apenas para buscar nosso próprio equilíbrio e paz de consciência; devemos “usar” os outros para alcançar nossa paz e felicidade numa corrente cósmica de aprendizado de amor.
O cuidado básico que jamais deve ser esquecido conforme já coloquei em outros artigos: a caridade é um jogo de mico; quem a recebe e não repassa imediatamente a outro; fica com o mico e torna-se um sofredor.

Quem se deixa sempre por último ou em segundo plano vai engrossar a lista dos resmungões e sofredores eternidade a fora; de mal consigo mesmos – viver eternamente assim: ninguém merece!

Claro que um cuidado deve ser tomado: a vida quer que todos nós tenhamos lucro (progresso) – se um ganha e outro perde – o nome do jogo é Carma.

Se eu não me amo – eu não posso te amar – e, se o disser é mais uma das mentiras que aprendi a pregar.
Quem disse essa verdade foi um dos seres que mais teima em amar os candidatos a terráqueos: Mestre Jesus – “Ama a Deus e ao próximo como a ti mesmo”.

Se alguém disser que existe alguma criatura mais importante do universo do que tu: Não acredites – Deus está em ti.

Namastê.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

DESASTRE: ACOMODAÇÃO E ROTINA NA SEXUALIDADE




Que os relacionamentos estão ficando cada vez mais superficiais; descartáveis; sofridos e até doentios – até nas relações sexuais; isso é vero; e muitas são as causas; dentre elas:
Sonhos de felicidade romanceados; expectativas de prazer, felicidade e gozo em demasia que inevitavelmente levam á frustração e variados tipos de doença psicológica, comportamental e física – chegando com facilidade ao câncer; e mais caminhões e caminhões de motivos; tudo isso está criando um verdadeiro “tsunami” na sexualidade das pessoas que nenhum remedinho mágico vai resolver.

Nosso assunto de hoje é o parar para pensar num detalhe importante, e esquecido devido á vida rotineira; mas que pode fazer a diferença:
Quando a paixão perde força cede lugar á rotina, aquela mesmice de sempre que deixa as partes insatisfeitas embora quase sempre acomodadas; nessa condição há um grande risco de tornar o relacionamento sexual numa masturbação a dois; servindo apenas para diminuir tensões e jogar energia fora produzindo cansaço até esgotamento; quando a relação sexual deveria ser uma transfusão de energia e de vitalidade – capaz de curar muitas doenças.

De quem é a culpa?
Vamos relembrar que homens e mulheres possuem sexualidade e libido bem diferentes; não apenas na anatomia.

Resolvi abordar o assunto; depois que um paciente ligou para dizer algumas “coisas” a respeito de sua esposa que ia passar em consulta; talvez crendo “ser” o tal; e imaginando que ela não seria capaz de falar a respeito de si mesma e do que sente – claro que fiquei quieto; bem que a vontade era de dizer que ele cuidasse de si mesmo – o que talvez a deixasse mais feliz e saudável – embora nesse quesito: de médicos e padres todos temos um pouco – não comentar nada que nos seja confiado são ossos do ofício de viver que ninguém escapa – especialmente numa atividade em que nem Deus deve tirar comentários a respeito de quem quer que seja ou do quer que seja – é engolir em seco e agir como diz a molecada: ema, ema, ema...

Mas, o que me chamou a atenção foi sua fala:
- Ela passou mal de madrugada, quase a levei para o pronto-socorro com falta de ar e mal estar; não entendo estava tudo ótimo; tomamos um vinho, fizemos sexo (com uma entonação especial) – e ela me acorda de madrugada; passando mal – e eu com tantos “problemas”. (...).

Vida de médico de família é melhor do que todos os livros de medicina e comportamento juntos – mas é uma barra...

Claro que tirei minhas conclusões – faço o que posso - mas comentários são prá lá de bem vindos.

Namastê.

domingo, 7 de agosto de 2011

AVALIAÇÕES PERIÓDICAS DE SAÚDE – PARA QUE SERVEM?




Prevenir sempre foi mais sensato do que remediar; disso ninguém discorda.

Recomendamos avaliações periódicas de saúde.

Mas, o caminho escolhido pela forma de viver atual reduziu de forma perigosa o conceito de reavaliar a saúde. Essa atitude pouco tem a ver com o que se faz ultimamente: uma bateria de exames depois de uma passada rápida pelo médico.

Cuidar da saúde de forma preventiva:
Não se trata de simples constatações laboratoriais com seus itens dentro ou fora dos padrões nem sempre atualizados. Muitos dos quais se tornaram modismos derivados do estilo fast de viver. Claro que não deixam de ter sua utilidade; pois alguns de nós apenas criamos juízo e tentamos mudar nossa forma de viver; até ensaiamos reformular alguns hábitos; apenas, quando alguns resultados estão fora dos padrões. Mas, a natureza é brincalhona, zomba o tempo todo de nossas verdades, científicas ou não – já tive pacientes que receberam os parabéns dos profissionais pela exemplaridade do resultado de seus exames e passaram por um enfarte e fizeram várias pontes de safena e mamária, poucos dias depois – outros convivem com resultados de exames estilo “pé na cova” durante muitos anos.

Com esta crônica queremos apenas alertar os amigos:
Doença não é questão de sorte azar, destino nem apenas efeitos de escolhas inadequadas; é também teste de avaliação das qualidades necessárias: uma doença avalia a tolerância, outra fortalece a paciência, a rotulada de incurável favorece a aceitação e fortalece a esperança.

A verdadeira prevenção leva ao entendimento dos verdadeiros objetivos do viver-existir. Médicos e doentes devem refletir em conjunto, pois a responsabilidade da cura necessita ser dividida e compartilhada. Espero sempre desencadear conflitos íntimos antes de algum evento mais drástico.

Então:
Que venham os conflitos:
Conforme coloquei no livro SAÚDE OU DEONÇA: A ESCOLHA É SUA – Ed. Petit - Um dos objetivos do meu trabalho diário é trazer á tela da consciência alguns conflitos íntimos do paciente; acelerar os já em andamento e, colaborar para diminuir os conflitos externos. Como? -
Da observação apurada do cotidiano (nossa proposta), percebe-se com clareza onde se encontram os inimigos responsáveis pela sensação de sofrer; em nós mesmos: fruto das escolhas não adequadas, dos efeitos de caráter a atrair corretivos necessários; e não, o que ou quem nos rodeia.

O que fazer?
Mudar hábitos é uma forma simples de resolver conflitos.
A dificuldade: sempre as desculpas; nós costumamos alegar dificuldades para praticar novos conhecimentos.
Desanimar é adiar o inadiável.
É clamar pela ajuda da dor e do sofrimento para retornar ao progresso.
Claro que:
As pressões externas de aceleração de mudanças dificultam a cura:
Pois, nós vivemos numa época especial de transição. Um grande ciclo se finda e um novo se aproxima com novos objetivos, novas metas individuais e coletivas a serem alcançadas. Dentre elas: a libertação do medo. No estilo atual de viver: em todo momento; incontáveis pessoas querem nos impor conceitos e nos vender soluções para problemas que nem temos ainda – dentre elas a indústria da cura.

O momento exige tentar a autosustentabilidade – é hora de dar:

ADEUS À ESCRAVIDÃO

Se pensar pouco: O doente torna-se escravo do sistema.
A liberdade se origina do ato de pensar.
É orientada pela responsabilidade, balizada pelo discernimento, depende do conhecimento reciclado e aplicado no cotidiano. A vida nos quer livres e responsáveis conosco, com os que nos cercam e com o ambiente que nos rodeia e acolhe.
Terapeutas e pacientes precisam libertar-se uns dos outros. É preciso cooperar e não depender; pois quem depende não é livre.
A oportunidade de aprender com a doença, com o sofrimento é ímpar; pois as indicações são claras e objetivas; o desequilíbrio emocional em tais momentos é que impede a observação e o raciocínio com a clareza necessária. Para não desperdiçar a lição embutida na doença é preciso observar e refletir e, para isso basta recolhimento interior. Quem não aprende com a doença permanece refém da indústria da cura, de seus conceitos e modismos.
Como fazer isso?
Quando na doença, na dificuldade a ser superada, no obstáculo a ser transposto, basta relembrarmos o que antecedeu à doença, à dificuldade ou ao obstáculo, os recados do inconsciente são claros e objetivos. Depois de treinar exaustivamente é fácil perceber o pensamento, sentimento, atitude, inadequados ao momento. Raramente percebemos a necessidade de assim proceder; por isso os recados são repetidos e sempre acrescidos de algo mais após esgotado o ciclo de tempo para aprendizagem; são as recaídas de doenças ou de situações.

Faça seus exames periódicos sim. Os recursos estão aí para serem usados; quem não o fizer pode tornar-se pouco responsável. Apenas cuidado com sua cabecinha – ás vezes nós descobrimos “coisas” que nascemos com elas e viveríamos até os mil anos de idade; desde que não soubéssemos delas. A vida é muito brincalhona.

Mas, se faz uso de drogas preventivas – esqueça tudo que leu.

Namastê.

sábado, 6 de agosto de 2011

SALADA DE REMÉDIOS




A espantosa capacidade de adaptação do nosso organismo está com os dias contados; tamanha a proporção do envenenamento a que estamos submetidos no dia a dia. Água e ar envenenados e poluídos; alimentos envenenados por agrotóxicos e aditivos químicos usados na industrialização; envenenamento por produtos que são usados na lavagem de utensílios, roupas (a pele tem espantosa capacidade de absorção); produtos de higiene pessoal (as mulheres estão em pior situação tamanha a quantidade de produtos ditos de beleza que são usados).
Alguns tipos de alimentos também contribuem para intoxicar o organismo – uma alerta especial às pessoas tomadoras de chá: cuidado com a filosofia natureba: é natural; se não faz bem também não faz mal – é recomendado conhecer as substâncias liberadas pela planta.

Não bastasse isso, as pessoas ainda têm o vício de usar drogas na forma de remédios; alguns tão inúteis quanto desnecessários e perigosos.
Já falamos sobre o incrível bordão que representa mo descaso com a sanidade da população: “a persistirem os sintomas; um médico deve ser consultado” – além da venda em locais impróprios.

Mas, mesmo o tipo de medicina atual favorece a salada de remédios; devido á superespecialização – cada profissional receita um remédio para os sintomas focados – e de repente, algumas pessoas estão “comendo” vários remédios ao mesmo tempo. Mas, um artifício “autoenganatório” (adoramos nos enganar) é o remédio manipulado, que pode acolher várias drogas numa única cápsula.
As pessoas fazem questão de não ler a bula do remédio – e ali estão apenas uma parte conhecida dos possíveis efeitos colaterais (a maioria deles é desconhecida) – muitos remédios foram lançados na praça baseados em efeitos colaterais visando atender as “necessidades” do consumidor.
A interação entre vários medicamentos usados ao mesmo tempo cria os sintomas em cascata: uma droga para bloquear os efeitos colaterais da outra. E no dia a dia fica quase impossível para o profissional separar quem é quem nos novos sintomas que surgem; claro que a relação médico – paciente apressada piora o problema. Além disso, o sistema de convênios caiu do céu para a indústria farmacêutica – de graça até injeção na testa – ou; já que pago uma fortuna de convênio vou mais é usar...

Daqui a alguns anos vão sobrar apenas os mutantes sobreviventes da Era da química e da tecnologia?
Mas, será que nosso DNA é tão adaptável?

Vai um digestivo de sobremesa?

Namastê.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

OS PERIGOS DA BANALIZAÇÃO DA DROGA




Estatísticas apontam o Brasil como um dos maiores consumidores de drogas no mundo. Ainda bem que, mais as lícitas do que as ilícitas. Ainda bem? Haverá uma diferença tão grande assim?

Origem do problema; que é mundial?
Educação e cultura desprovida de ética cósmica.
Os pais viciam os filhos no uso de drogas lícitas (segundo a legislação local) – temos até atualmente a chamada “geração analgésico”: pessoas que não suportam dorzinha nenhuma nem contratempos emocionais e afetivos. Essa indução ao uso da droga surge tanto pelo uso no organismo das crianças quanto pelo exemplo; depois na fase de adolescentes e vizinhanças etárias – surge a questão: Se meus pais se drogam para dormir, acordar, comer...; por que eu não posso fumar maconha; se dizem por aí que até cura muitas doenças?

A origem de tudo:
Como candidatos a seres humanos nós somos parecidos em qualquer lugar do planeta: Doentes nós esperamos pela cura rápida; indolor; com comodidade posológica, de preferência tipo dose única; e que o medicamento tenha sabor de preferência doce e agradável. Como a lei de mercado, oferta e procura é cósmica; daí, atendendo aos nossos anseios a indústria mantém milhares de pesquisadores buscando torná-los realidade, e busca a “adesão” do médico ao seu produto; através de um tipo de propina de receituário disfarçada em amostras grátis, brindes, viagens, congressos, etc.

Como se desenvolve e comercializa um remédio?
Quais os objetivos principais?

Lógico que as expectativas e anseios da maioria é que determinam o roteiro de desenvolvimento de pesquisas e investimentos na busca de novos fármacos.
Segundo as informações do marketing social da indústria o interesse é melhorar a qualidade de vida do ser humano – mas quando um medicamento vende demais ele passa a ser o carro chefe da empresa – o lucro é apenas o efeito colateral da pesquisa.
Uma vez definido o que se busca: mobilizam-se os recursos tecnológicos disponíveis, e inicia-se a pesquisa in vitro, daí passa-se à fase “in vivo” em cobaias de laboratório ou em seres humanos pagos para isso (ou não; se fizerem parte do sistema carcerário de muitos países – ou habitantes de países africanos, em especial, muito pobres); depois de testada a droga é liberada para uso.
É um sistema “relativamente seguro” embora acidentes sejam registrados a posteriori; uns passam despercebidos num primeiro momento embora as conseqüências sejam comprovadas tempos depois; há riscos, pois por mais “sérios” que sejam os profissionais – cientistas e pesquisadores são tão confiáveis quanto qualquer outra pessoa e profissional; pois, sua formação ética e moral também deixa a desejar; como a da maioria de nós – daí, o risco de ajeitar resultados de pesquisas para colocar o remédio no mercado não é pequeno. Além disso, os organismos de controle também são dirigidos por profissionais humanos que podem errar; serem iludidos ou subornados.

No sistema de consumo, na compra e venda das drogas; alguns desvios também são comprometedores para a sanidade; perigosamente remédios aparentemente inocentes são vendidos em prateleiras de supermercados, como são vendidos sabonetes e consumidos como se fossem “guloseimas”.

A indicação de remédios por balconistas, motivada pela propina dos descontos e dos bônus ofertados pela indústria, torna-se além de perigosa para a saúde do freguês; um grave problema social nos países pobres; pois primeiro as pessoas dirigem-se ao ponto de venda onde recebem a indicação do balconista para fazer uso de um ou vários, geralmente caros (B.O); quando não melhoram ou a doença se agrava; procuram assistência médica e, uma vez indicado o remédio correto por um profissional habilitado, o indivíduo não tem mais dinheiro para comprá-lo; pois já comprometeu parte ou todo o salário com a compra do anterior.

Nos pontos de venda das drogas: outro problema é a troca de medicamentos das receitas, num desrespeito aos médicos e numa acintosa agressão aos direitos do paciente: “Este medicamento não temos, mas este outro substitui e até é bem melhor! O médico esqueceu de receitar esta vitamina! Se não tomá-la, vai ficar mal curado e depois de alguns dias a doença volta.” E por aí afora.

Bordões aceitos e referendados pela legislação espelham nossa precária condição de sanidade cósmica:

“De médico e de louco todo mundo tem um pouco”...

A grande piada é o acintoso bordão de marketing:
“A persistirem os sintomas procure um médico”...

Muita gente leva esse ditado a sério e, não apenas balconistas e outros curiosos medicam; as mães também; de tanto viver experiências de doenças nos filhos já se acham habilitadas a medicar quando os sintomas são semelhantes e, perigosamente, quando dá certo, tornam-se “receitistas” para as vizinhas e comadres, quando não desaparecem os sintomas procuram um médico e, às vezes, não o informam sobre os medicamentos que tentaram usar para ver se dava certo, com medo de receberem uma “bronca” ou terem que dividir a culpa de um possível fracasso, e com isso intoxica-se mais ainda o organismo já doente.

Como muita gente usa remédios tal e qual comida: amanhã falaremos sobre uma receita dietética: a SALADA DE REMÉDIOS.

Já tomou seu remedinho hoje?
Já está crack em engolir suas pílulas?
Se você não consegue deixar de tomar suas drogas de uso crônico; por que ainda recrimina os que não largam as outras drogas?

Afinal, o exemplo não vale mais do que mil palavras?

Namastê.

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo