segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 



EXISTE AMOR SAUDÁVEL E AMOR DOENTIO?

ONDE SE INICIAM AS PATOLOGIAS DO AMAR?

Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos.

Nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam por meio do corpo e das brincadeiras.

O ser humano deve ir mais além, pois é o único com reais possibilidades de ser ético no planeta. Para que se ame, é preciso que aprenda a se respeitar e a se cuidar. Quem ainda é incapaz não pode dizer que se ama, muito menos que ama aos outros. O primeiro passo é se aceitar tal e qual é, ou melhor, tal e qual se fez; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem. E como pensarmos, sentirmos e agirmos hoje vai determinar como seremos amanhã. Isso implica maturidade evolutiva.

Alguns sinais de falta de amor-próprio:

Estamos em desamor conosco, quando não nos aceitamos nem gostamos de como somos e até nos agredimos fisicamente com cortes e recortes, viciações e exageros de todos os tipos. Não vigiamos o que pensamos, sentimos e o que fazemos conosco, somos suicidas inconscientes.

Alguns sinais indicam a ausência de amor-próprio:

            Desconhecer e não respeitar os próprios limites.

            Desenvolver maus hábitos e vícios.

            Adoecer com frequência.

            Viver em angústia, depressão ou pânico.

            Cultivar sentimentos de menos valia

            Levar vida sedentária ou praticar exercícios de forma exagerada e narcisista.

            Promover desvios nos instintos, viciando-os para obter prazer, tais como fazer do alimento uma fonte de prazer, ser um glutão.

            Ou também desviar de seus propósitos naturais, Exemplo: o uso da energia sexual com exageros ou continências sem sentido.

            A preguiça e o trabalhar além de seus limites.

 

Como falar de amor sem conquistar o amor a nós mesmos?

domingo, 25 de janeiro de 2026

 



FUTUROFOBIA:

VOCÊ PODE ESTAR SOFRENDO DE EXCESSO DE FUTURO

No mundo acelerado de hoje, é comum que a nossa mente viaje para o amanhã e se esqueça de viver o hoje. O resultado? Ansiedade, medo patológico, angústia e uma desconexão energética da consciência perigosa.

O que é?

O excesso de futuro não é apenas a doentia "preocupação"; é um VÍCIO MENTAL que adoece o corpo e a alma pois gera desconexão entre o pensar, sentir e agir levando rapidamente a confusão entre sonhos e realidade.

Quando você não vive o presente, você abre portas para:

- Pensamentos acelerados: A mente não desliga, nem na hora de dormir.

- Medo desmedido: Tudo parece maior e mais assustador do que realmente é.

- Atitudes compulsivas: Comer demais, comprar sem precisar ou rolar o feed do celular infinitamente para tentar "fugir".

- Problemas nos relacionamentos: Quem está ansioso não tem paciência para ouvir o outro.

Se você identificou esses sinais, pare agora. Respire. Tire a cabeça das nuvens para que se traga de volta para a vida real.

As Leis da Vida nos convidam a olhar para a própria postura, entender limites e agir de forma consciente identificada e desprovida de crenças. Entre elas, a Lei de retorno derivada de cada decisão tomada, entendendo que cada ESCOLHA agora tende a gerar consequências futuras cada vez mais claras, reforçando a importância do discernimento.

Avalie antes de agir, evitando respostas impulsivas.

Assuma somente o que realmente é sua responsabilidade.

Faça pequenos ajustes na rotina e em acordos.

Busque coerência entre discurso e atitude.

Priorize escuta e equilíbrio ao lidar com conflitos.

As Leis da vida não se importam com nossas crenças e o momento pede para ajustar rotas, alinhar ações com valores e ocupar o próprio lugar...

NÃO TENHA MEDO DO FUTURO ESTAMOS AQUI AGORA PARA MOLDÁ-LO...

 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

 



A PASSAGEM PELO INFERNO E O PEDÁGIO PARA O CÉU...

Céu ou inferno é um estado de consciência; daí que é portátil; não se trata de um local específico; está onde nós nos encontramos em cada momento; em cada lugar em cada dimensão da vida; não tem como entrar num estado de céu sem passar pelo inferno na passagem por dentro de nós mesmos no dar de cara com o despertar da consciência; sem capetas para colocar a culpa nem anjos para nos livrar; pois reza a lenda que na porta do inferno há uma tabuleta que exclui:

É PROIBIDA A ENTRADA DE ANJOS E DEMÔNIOS.

Já escolheu sua fila?

Não sabe o destino? Ainda não escolheu?

Há infernos dos mais variados tipos e escolhas:

Culpa, remorso, arrependimento são as senhas preferenciais. Perdas. Traições. Decepções. Doenças. Competição e outras formas sinalizam o destino...

Faça o trajeto com tranquilidade; pois é um inferno de brincadeirinha afinal somos seres imorríveis.

 

Dica:

A de reclamações e a de sofredores estão esgotadas...

 

Medo de ser barrado de novo?

Então antes de passar pela catraca e tentar entrar na fila de um dos céus da consciência livre-se de tudo que possa excluí-lo:

Crenças. Dogmas. Desculpas. Justificativas. Remorsos. Culpas. Carteirinhas de sócios de crenças sem respaldo da reflexão crítica...

 

E não brinca não; pois: QUEM FOR REPROVADO IRÁ PARA O FIM DE UMA DAS FILAS E COMEÇAR TUDO DE NOVO...

 

 

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

No meu trabalho autodidata de educador em saúde sempre vi a doença com um olhar fora da casinha da normalidade...

A maioria dos humanos normais valoriza e usa a doença para aparentes ganhos: Buscar afeto, para desculpas e justificativas, punir os em torno que não nos valorizam, gatunar a energia vital dos outros etc.; a saúde apenas passa a ter valor quando perdida...

Logo na infância cada vez mais cedo nós aprendemos a usar a doença como rota de fuga da responsabilidade; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a assumir os efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho que nos tire do sossego...

Quem nunca usou a doença dessa forma levanta o mouse?

 

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável etc. - nós costumamos usar: dermatites, gastrites, refluxo, cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas das nossas tendências de manifestação de sintomas...; como recurso de fuga.

 

Falando das importantes emoções tome juízo; se estude; pois emoções mal resolvidas somatizam como um rio vão desembocar no mar orgânico e comprometem a saúde e a sanidade.

 

Exemplo:

Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...

          

Mas isso pode custar caro em tempo, trabalho e recursos:

Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer etc.

 

Estudar nossas emoções é um ótimo remédio...

           

Esse comportamento é em parte fruto da instrução travestida de educação:

No lento processo de adoecer ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

 

Já fizeram isso comigo é agora o que fazer?

 

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

 

O que nos impede de começar certo e não repassar esse mico aos que chegam na experiência da vida?

 

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.


Ah! E não adianta xilicar nem emburrar com Deus ou o destino pedindo a saúde e a sanidade que desperdiçou...




 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

 

O MEDO É A ANTÍTESE DO AMOR.

É preciso perder o medo de amar.

Parte do estado de estar só deriva do medo.

O medo é uma reação natural do instinto de sobrevivência das espécies.

No ser humano; ele passa a ser interpretado; o que o torna polar: objetivo/subjetivo.

Desse ponto em diante, a coisa se complica para a paz; e o nosso temor de nos relacionarmos com os outros; pode assumir todos os matizes possíveis.

A sensação de medo de não ser aceito, de sofrer, do abandono..., já individualizada pelo raciocínio (quase) contínuo recebe sem cessar a influência dos mais diversos tipos de experiências negativas nos relacionamentos da própria pessoa e das em torno; isso vitamina o temor de uma pessoa pela outra em virtude do receio de que essas experiências negativas se repitam.

Vivemos num universo de energias e vibrações, amor e ódio são polaridades de alta vibração. Quem odeia já amou com intensidade e pode retornar ao estado vibratório de amor. Já o medo transita em baixas vibrações com poder de reduzir a frequência vibracional amorosa e até odienta.

 Então; quem diria que o ódio não é a antítese do amor e sim o medo?

 



O que acha?

 

 

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