sexta-feira, 18 de outubro de 2013

QUALQUER SITUAÇÃO PODE SER VISTA SOB DIFERENTES OLHARES.





A profissão de médico comporta incríveis facetas de se observar e lidar com saúde, doença e cura. Cada profissional se encaixa numa delas que não é nem pior nem melhor do que as outras; apenas se completam.

Desde os bancos da faculdade sempre fui avesso á formatação oficial, como todo índigo que se preze (rsss) e lentamente fui criando uma forma particular de lidar com os assuntos da saúde.

Uma das conclusões a que cheguei:
Doença e falta de educação; simples assim.

Daí; resolvi trabalhar com famílias; pois como educar as crianças sem reeducar os adultos?

A abordagem que comecei a fazer trata de uma filosofia voltada para o estudo da saúde, das doenças e da cura segundo as leis naturais. Não contém descobertas revolucionárias nem pretende servir como roteiro de auto-ajuda, é apenas um convite à mudança de comportamento e, um alerta para o uso sistemático da razão que duvida, investiga e que conduz cada um a ter as próprias convicções, com base no “conhece-te a ti mesmo” (Sócrates).

Um dos objetivos é propor que cada um crie uma forma própria de viver que resultará no seu conceito de realidade, que é único. Elaborado segundo observações e comprovações baseadas em fatos cotidianos e experimentais. Somos criaturas interdependentes e, portanto, nossas visões do mundo devem harmonizar-se, integrar-se, mas não podem ser cópias umas da outras; embora alguns fatos sejam comuns: “aquilo que todo mundo sabe” ou “aquilo que não é preciso dizer”.

É também, um aviso para o perigo de crer sem questionar; pois em tempos de globalização há sobrecarga de informação. Hoje somos bombardeados de apelos, cercados de sons, rótulos, slogans e imagens por todos os lados, e assediados por apelos os mais desconexos em assuntos de saúde. Na atualidade, sempre há alguém querendo nos vender saúde, é preciso cuidado para não comprar doença. Vale a pena aplicar o sábio conselho de Jesus “Devemos ser mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes”; crer por crer é perigoso e doentio; daí, um dos medicamentos definitivos para a cura é a reflexão constante.

Como tudo é cíclico, renovável e momentâneo convido o paciente a tentar livrar-se das fixações mentais e dos velhos conceitos, em especial, quando se fala de doenças.
Quando nos guiamos pela observação das leis da vida fica claro que não existe moléstia incurável nem saúde e felicidade estática.
Ninguém nasceu condenado a nada, sempre há muito a ser feito e quando se rotula alguém de incurável, cabe questionar:
Por quem?
Em que espaço de tempo?
Sob que condições?

Nada é definitivo, tudo é dinâmico e algumas partes das nossas observações nunca estarão concluídas; pois, embora as leis que regem a vida sejam imutáveis; é preciso reconsiderar a realidade a cada momento à luz de novos fatos e de novas interpretações; quando não o fazemos criamos fixações mentais que propiciam sofrer, doenças e morte; inclusive neste exato momento, alguém pode oferecer novas explicações ao que aqui está formulado; e capazes de influenciar esta visão de mundo, reorganizar este pensamento, demolindo estes velhos conceitos.

Buscar e integrar novos conhecimentos ao cotidiano é uma prática saudável.

Tradicionalmente a doença é vista como algo impessoal, fortuito e ocasional; tentamos negar nossa participação na sua origem; tanto que a diretriz das pesquisas está sempre assentada na busca de culpados externos ao indivíduo: DNA, vírus, bactérias, acidentes, etc.

Também na busca da cura, quando doentes, nós procuramos entregar o raciocínio diagnóstico a resultados de exames; e a decisões dos profissionais, sempre na tentativa de fugirmos da responsabilidade.

Pacientes dotados de visão de mundo extremamente materialista, e os muito rígidos em reformar conceitos terão dificuldades em finalizar em continuar.

Por outro lado, quem passar pela minha sala nunca mais será o mesmo.
Isso; eu posso garantir com certeza.
 
Gratidão aos pacientes que sempre me ensinaram mais do que os livros...

domingo, 13 de outubro de 2013

O PERIGO DO SAL




“Vós sois o sal da terra...” (Jesus).

    Difícil para nós ainda mortais e normais entendermos as colocações do Mestre, pois a impressão que dá, é que Ele ao usar essa alegoria desconhecia nossa capacidade de tentar subverter quase tudo o que Deus criou. Nós somos do além, gênios da pá virada, pois provamos que nem o sal é tão incorruptível assim.

Quer um pouco de Sal na comida?

    O sal refinado é um produto químico como o açúcar. No processo de refino do sal, a lei permite (não apenas permite, até impõe) a adição de uma substância sintética usada em medicamento (xaropes) chamado iodeto de potássio para substituir o iodo natural perdido no processo de fabricação. O sal refinado proporciona os seguintes efeitos no corpo e doenças correlatas:
1.Hipertensão arterial
2.Edemas
3.Eclampsia e pré-eclampsia
4.Arteriosclerose cerebral
5.Aterosclerose
6.Cálculos renais
7.Cálculos vesicais
8.Cálculos biliares
9.Hipoplasia da tireóide
10.Nódulos da tireóide
11.Disfunções das paratireóides

    Os aditivos iodados oxidam (“enferrujam”) rapidamente quando expostos à luz. Para compensar, a indústria da doença (alimentícia) acrescenta dextrose para estabilizar o processo de oxidação, porém essa combinação produz uma cor roxa que exige, então, a adição de alvejantes como o carbonato de cálcio, grande provocador de cálculos biliares e renais, conforme vários estudos científicos comprovam.

    O oceano é a nossa origem conforme vários estudos científicos, mas infelizmente estamos perdendo esse laço com ele. No processo de lavagem do sal, são eliminados elementos importantes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão praticamente invisível) e esqueletos de animais marinhos imperceptíveis a olho nu. Estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. Para quem não sabe, o krill é um alimento único e básico das baleias.

    O refino do sal exige que ele seja lavado a quente para clareamento, perdendo-se aí os macro e micro elementos essenciais à vida na terra, a maior parte deles úteis na ativação e figuração de enzimas e coenzimas (processo enzimático).

Após a lavagem (empobrecimento), acrescentam-se aditivos químicos. Para que o sal não empedre, acrescenta-se óxido de cálcio ou cal de parede que permite o surgimento de cálculos nos rins e vesícula biliar devido a sua origem não natural. Para clarear, não empedrar e refinar o sal são usados cerca de 2% de produtos nocivos à saúde, como ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre os quais óxido de cálcio e carbonato de cálcio. O resultado do refino é um produto químico clarinho, soltinho, rico em antinutrientes que não empedra e que toda dona-de-casa fica feliz.

A perda talvez a mais grave do processo de refino do sal é o íon magnésio, sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc. de origem natural. A escassez do magnésio no sal refinado (só 0,07% ou quase nada) favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose em várias pares do corpo. O magnésio é escasso nos idosos e abundante nos adultos. Esse mineral está relacionado à sensibilidade precoce e à impotência.
O adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. Infelizmente, os produtos não orgânicos (vegetais e sementes) são pobres de magnésio pela lixiviação do solo e incremento de pesticidas. O magnésio é ínfimo nas farinhas refinadas brancas, e em quantidades suficientes em produtos vegetais integrais. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimáticas. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio (fixação do cálcio).

    O consumo do sal refinado hoje em dia é muito exagerado. Estudos mostram que as pessoas estão consumindo cerca e 1 quilo de sal refinado por mês. Estamos programando uma degeneração em massa em poucos anos. Costuma levar seu filho todo fim de semana ao fast-food? Gosta de acrescentar sal na comida? Adora um refrigerante no almoço?
Há uma combinação química muito interessante entre o sal e o açúcar. Uma das três “cocaínas” brancas legalizadas (farinha de trigo, sal, açúcar), ou seja, em se tratando de gerar doenças e morte, esses produtos químicos são mais poderosos do que a própria cocaína. Eles são sutis, insidiosos e tentadores. Eles dão água na boca em forma de tortas, pudins e quitutes. Eles compram a sua alma e sua emoção pelo aroma e sabor.

Aplique-se caro leitor em entender todo o sistema da doença programada que, estimula a formação de cada vez mais médicos, odontólogos, psiquiatras e outros agentes da “saúde”.

    Como dissemos na forma de uma brincadeira em nosso livro “Quem ama cuida” a verdadeira saúde começa em sua boca e mente por intermédio de suas ações preventivas.
    Os médicos são importantes como agentes de emergência, e não preventivos. Eles não foram ensinados, de uma maneira geral, a entender de saúde superior. Dizia um querido mestre de obstetrícia, mais no fim da sua vida venerável carreira que, “a criança nascia, apesar do médico”, seus seguidores ainda movidos por interesses mais imediatos de carreira e outros bichos, diziam que estava ficando gagá.

    A decisão a respeito da qualidade da sua saúde sempre estará em suas mãos, mente e boca.
Seja como for, quer um pouco de sal na comida?

    Mas, a cada dia mais e mais se cobra das pessoas o uso da inteligência crítica que desvenda intenções e põe a nu interesses; mais inconfessáveis.

Procure saber e conhecer um novo inimigo da pesada: O glutamato de sódio, que sempre anda acompanhado de outras tranqueiras evolutivas – um de seus apelidos mais famosos é ajinomoto, sazon, shoyou, etc.

    Os horizontes futuros no que se refere á saúde e longevidade de nossas crianças são para lá de nebulosos; pois elas estão cercadas, influenciadas por um bando de adultos que não gostam muito de pensar; o que representa sério perigo para viver na época atual.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

JÁ PENSOU NA SUA SAÚDE APÓS A MORTE?




No voo em direção ás esferas mais elevadas a quase totalidade de nós fará escala no Umbral e a maioria fará conexões nas suas várias esferas vibratórias; até que sejamos deportados para a esfera física ou do recomeço da viagem; para nova tentativa...

No momento atual a medicina luta apenas para evitar a qualquer preço a morte; até se aventura a desafiá-la; embora sem muita preocupação com o que fazer da vida, num sentido mais abrangente. Médicos e pacientes pouco se preocupam com a reciclagem de hábitos, valores, sistema de crenças e atitudes após qualquer tipo de intervenção que permita ao paciente recuperar a saúde ou continuar vivo. Mas, tudo se move hoje com celeridade, destruindo dogmas e reciclando a própria ciência, e como nada resiste á verdade ou realidade, na prática médica de breve futuro, haverá uma visão real da saúde no tempo e no espaço que vai além da simples perda do corpo físico – a preocupação com a saúde ou a doença irá além da morte.

Que há vida após a morte é fato cada vê mais científico; mas como tantos outros; e apenas para suprir alguns dos nossos interesses não queremos validar hipóteses nem comprovações; daí nós dizemos que é besteira e pronto – Então o que nos impede de encarar essa realidade de frente? – Crendices e dogmas; e a visão limitada de alguns sistemas de fé a respeito do pós - morte – Claro, pois para alguns é um bom negócio crer, que após a perda do corpo físico tudo acaba. Quando fixados nos próprios interesses nos iludimos com conceitos de céu e infernos eternos – Mesmo as pessoas que se acham espiritualizadas, adoram imaginar que, no chamado mundo espiritual tudo é mágico; e que podem plasmar o corpo dos desejos, logo ao se tornarem defuntos aqui – Mas, baseados em estudos de relatos feitos por espíritos dignos de confiança pelo conjunto de suas obras tais como: as do médico e cientista André Luiz através da mediunidade de Francisco C. Xavier – Manoel Philomeno de Miranda através da mediunidade de Divaldo P. Franco e outros. - Juntamos a esses estudos nossa experiência em salas de atendimento aos desencarnados, efetuados em vários centros espíritas – Somamos também ás nossas considerações, os relatos de estudos de pessoas que vivenciaram a experiência de quase morte; esse tipo de comprovação será cada vez mais forte devido aos avanços da medicina; o que permitirá a recuperação de pacientes, antes, dados como mortos; e que é efetuado em hospitais de muitos países; em larga escala.
Aos nossos leitores:
Lamentamos informar a respeito de um problema sério: a morte não emagrece, não faz nascer cabelo, não transforma baixinhos em altos e sarados e outros tantos objetos do desejo; desta humanidade utilitarista. - Pior: não cura doenças; pois com as mesmas que deixarmos esta dimensão, nós chegaremos á outra. Outra notícia que desagradará aos mais acomodados espiritualistas: lá como aqui o atendimento médico é pago; claro que em moeda local (lá dólares, euros, reais, ouro – não valem nada). Um médico e pesquisador confiável (pelo conjunto de suas obras) que adotou o pseudônimo de André Luiz, para nos reportar um pouco da vida do “outro lado da vida”; chamou a grana do lado de lá: “Bônus Hora”; no livro que relata sua chegada ao plano espiritual “Nosso Lar”, psicografado por Chico Xavier e publicado pela FEB.
O que seria “Bônus Hora”? – Todos os créditos conseguidos no trabalho de auxílio ao próximo e á Natureza e amealhados ao longo da evolução; algo muito além das obrigações (coisas simples e básicas como cumprir os dez mandamentos de Moisés, na íntegra ou de forma mais moderna: não poluir, economizar água, etc.), que não contam como Bônus Hora; pois obrigação é obrigação e nada mais.
Atenção: Se tudo lá é como cá; e aqui nos preocupamos com convênio médico ou seguro saúde; é urgente estender essa preocupação para quando nos tornarmos defuntos aqui e nascituros lá.
Quem chegar do outro lado da vida sem dinheiro nem convênio com alguma Instituição de Caridade reconhecida pelo Ministério da Saúde Divino; e com o carnê em dia (pois de leitura, conhecimento e boas intenções o umbral grosso está lotado); esse vai ser atendido pelo SUS espiritual; e olha que a fila do lado de lá é maior que a daqui, muito maior – Claro que o atendimento é de primeira, em se tratando de amor, respeito e gentileza; pois os atendentes ganham alto salário (em Bônus hora); o problema é que são poucos para atender a demanda de doentes e estropiados; e que, pasmem: não desejam receber atendimento imediato.
Vai um aviso aos metidos e prepotentes: do lado de lá, não adianta pressionar com baboseiras do tipo: - Sabe com quem está falando? – Eu sou o médium fulano de tal! Sou o Dr. não sei das quantas! Sou amigo do Chico! Trabalhei com a Madre Teresa de Calcutá! - Se não for atendido já; vou á TV Umbralina para que saia no noticiário das sete! – Ameaças e pistolões lá não funcionam; se há uma coisa que nos locais de atendimento aos doentes do lado de lá é impecável, além de amor e atenção, é a disciplina e a justiça. Para os mais maluquinhos que querem causar distúrbios: a camisa de força do passe magnético até que se acalmem. Para os apressados, impacientes e intolerantes, uma demora que parece a eternidade. Deu uma de apressado e saiu da fila; quando quiser voltar, vai para o final dela (ninguém guarda lugar).
A muitos que se acham coitadinhos hoje aqui, pode parecer falta de caridade; a esses vai uma dica: quem está trabalhando lá, sabe que a morte não existe; daí ninguém morrerá na fila do SUS espiritual – Percebe a diferença?
Convênios médicos daqui não são validados lá. Muitos que hoje, aqui, possuem convênios Top Line chegando lá vão para a fila do SUS; e alguns que hoje são atendidos pelo SUS daqui terão atendimento VIP do lado de lá; pois mesmo aqui já faziam seu pé de meia em bônus hora para usar chegando lá...

Como funcionam os Postos de Atendimento e Hospitais na Espiritualidade?
O sistema funcional é o mesmo; alguns dão entrada pelo PS; outros passam pela triagem até que sejam encaminhados para as especialidades – Há cirurgias, transplantes, remédios, injeções, fisioterapia, transfusões, tratamento psicológico com regressão e tudo, e até plásticas – quando o doente tem alta é encaminhado para equipes multifuncionais que preparam a pessoa para começar uma nova vida, mais saudável.
Embora com funções diferenciadas do lado de lá há os mesmos tipos de profissionais daqui: médicos, enfermeiras, técnicos, nutricionista, pessoal de serviços, gerais, cozinha, etc.
Doentes podem receber visita? – Claro, os procedimentos são parecidos com os daqui; mas, tudo no seu tempo, com regras a serem cumpridas e disciplina.

Há hospitais diferenciados?
Lógico, há os Top Line e os do SUS (primeira, segunda, terceira linha).

Há necrotério do lado de lá?
Essa é a parte mais interessante; há sim, e com velório e tudo: caixão, flores, choradeira; parece que só não tem carpideiras.
Mas, se a morte não existe como pode ter necrotério, velório e caixão?
A resposta é simples: Reencarnação; que André Luiz chama de a “esfera do recomeço”. – Quem nasce do lado de cá, morreu do lado de lá e vice-versa. Na volta de lá para cá, o caixão é o útero materno (claro que há diferença de qualidade); a cova do cemitério ou o túmulo é o local onde a pessoa vai habitar, temporariamente. Imagine a cena: Os médicos da espiritualidade “perderam” um paciente; ou seja, ele vai ter que reencarnar; não há como mantê-lo para melhorar a condição: - É infelizmente não deu! – Faça o atestado de óbito – Alguém já reclamou o corpo? – Vai para autópsia espiritual? - Para que cemitério vai, Ásia, Europa, África, América?

Médicos do lado de cá podem continuar médicos do lado de lá?
A maioria de nós, médicos, não vai conseguir revalidar o diploma; aliás, até emprego no serviço de atendimento geral vai ser difícil conseguir. Razões? – Deixando de lado a competência pessoal íntima (a maioria de nós, tal e qual nossos pacientes, vai tornar-se paciente do SUS espiritual); desculpas e justificativas á parte; nós pouco focamos a saúde de forma integral; claro que devido ao foco cultural de valorizar a doença em detrimento da saúde. Resumindo: pedir exames, diagnosticar e receitar remédios, é valorizar a doença e não a saúde – A verdade é que nem médicos nem pacientes (como dissemos em nosso livro “Saúde ou doença a escolha é sua”) deseja mudar hábitos, eliminar pequenos ou grandes vícios, reformar a personalidade. 
Para os profissionais de saúde, uma encrenca a mais: nós somos péssimos pacientes; rebeldes que pouco fazem do que pregam, não damos continuidade aos tratamentos tal qual; os pacientes; e até pior.

A questão é: O que fazer para chegar do lado de lá em melhores condições tanto de saúde quanto de perspectivas de atendimento?
Na verdade, e somente ela nos libertará, basta seguir os conselhos do médico dos médicos: Jesus. Dentre eles, cuidar do corpo e do espírito (pouco a ver com as práticas médicas da atualidade ou as crenças religiosas do momento) – Todo e qualquer cuidado que tivermos com a saúde do atual corpo físico repercutirá na saúde do corpo astral e até na do próximo corpo físico para quem ainda precisar reencarnar. Toda mudança no pensar, sentir e agir que trouxe moléstia é bem vinda; não importa a idade que hoje tenhamos.
Quanto ao convênio de atendimento do lado de lá; há muitos: todos os locais de atendimento fraterno, todas as casas espíritas de pequeno e grande porte. Mas, lá tal como cá quem deixa de pagar as prestações (falta ou abandono das tarefas) vai ser atendido pelo SUS (to) espiritual. E então amigo, está com a mensalidade em dia? – Não podemos facilitar; pois, a qualquer momento podemos ser atropelados por nossos desejos, asfixiados pelas nossas angústias, etc.
Será que vamos dormir hoje e acordar amanhã?
Ligue para as centrais de convênios; qualquer associação ou Entidade de auxílio ao próximo. Informe-se sobre o melhor plano e o mais próximo de sua casa; pois nunca se sabe...

sábado, 28 de setembro de 2013

A escola deixou de interagir com o jovem?




Principalmente com aquele que já busca definir seus anseios, e aspira diferenciar-se da maioria medrosa e preguiçosa.

Também, e principalmente, com aquele jovem ainda desorientado que, por falta de melhores espelhos projetivos, quando cercado de adultos infantilizados, tenta se diferenciar deles a qualquer custo.

Seja pela auto/mutilação, espetando “badulaques” pelo corpo, pela agressão sonora e visual aos valores de seu grupo social, ou pela busca desenfreada do prazer através da relação sexual precoce e irresponsável.

Ou ainda, através do uso do cigarro, da bebida e da droga, tentam revidar à falta de atenção de adultos que não conseguem conexão nem junto à própria família consangüínea.

Esses jovens tentam, com o seu comportamento, agredir os valores de seus pais e da sociedade.

Esses jovens não percebem, mas assim agindo, estão oferecendo aos adultos, com a crise desencadeada por esse seu comportamento, a chance para que eles possam refazer seus destinos e alçar suas vidas a um patamar diferente de seu inexpressivo cotidiano.

Sem ter consciência disso, sem atinar para o fato, ele, o jovem inconformado, funciona pela sua própria competência uma ferramenta contundente.

Sem ter plena consciência do que faz, o jovem rebelde vinga-se também do cinismo social.

É preciso rebelar-se, discordar para não perder a fé no mundo, no nosso futuro e em nós mesmos.

É necessário que tenhamos um número cada vez maior de jovens rebeldes contra a hipocrisia social.

Rebeldes sim, mas com inteligência, rebeldes criativos, corajosos, conhecedores das leis naturais de evolução, progressistas e empreendedores; pois, o conformismo diminui a criatividade.

E, é preciso, aproveitar ao máximo a criatividade do jovem para o progresso coletivo; pois, a socialização crescente restringe a criatividade natural, atribuindo julgamentos de valor, do tipo: bom ou mau, certo ou errado, próprio ou impróprio.

Julgamentos impostos de fora para dentro criando limitações.

Porém, os jovens devem estar atentos para uma lei natural, a das experiências acumuladas: ninguém progride; sem o concurso daqueles que já progrediram.
Nem todos os adultos são totalmente hipócritas, nem totalmente aproveitadores...

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

COM AÇÚCAR E COM AFETO MAMÃE MATA SEUS FILHINHOS




        O açúcar é uma coisa tão refinada que vai direto para o sangue e causa uma série de alterações físicas e mentais no consumidor. 

    O açúcar dá uma bobeira mental, confundida pela mentes pouco desenvolvidas como calma; cientificamente explicada pelo encontro da insulina com um aminoácido chamado triptofano que é rapidamente convertido no cérebro em serotonina, um tranqüilizante natural.

 "Madame está nervosa?
Dá água com açúcar pra ela que passa."
Ou não é?  

    Na Índia, alguns séculos antes de Cristo, os médicos usavam o açúcar como remédio. Foi só ali perto do ano 600 que os Persas bolaram a rapadura, daí  começou o tráfico da sacanagem do ficar calmo não “baseado” em esforço próprio, mas induzido.

    Mais próximo de nós:
    Na Europa não tinha açúcar, ele era importado e custava muito caro e só os nobres podiam comprar:
"Nada de drogas para os pobres".  

    Cá entre nós:

    Em 1532, um pilantra da história; um tal de Martin Afonso de Souza instalou em São Vicente o primeiro engenho de açúcar” no Brasil, movido a escravos, é claro; "só 20 milhões de africanos dançaram nessa empreitada". 

     Apenas para brincar de história recente, aquela que poderia mudar a vida das pessoas e, não apenas a que, gera estresse e medo de provas e outros bichos sobre idiotices perpetradas por pseudo seres humanos.

     Só para brincar de pensar:
     Em 1665, a Inglaterra já importava 8 milhões de quilos por ano. Nesse mesmo ano, a peste bubônica matou 30.000 pessoas em Londres, pessoas que tinham acesso ao açúcar, porque no campo, entre os pobres ninguém morreu. Será que ninguém desconfiou da relação da nova doença e o espantoso consumo de açúcar? Já que o açúcar predispõe o corpo a infecções por causa da acidez exagerada que ele provoca. Desconfiaram, mas ficaram calados, pois seria um crime de lesa-majestade insinuar que a Coroa enriquecia ás custas de um vício pernicioso. E ai ficou por isso mesmo e está assim até hoje.  
     Por volta de 1600 as autoridade inglesas sabendo que o açúcar boa coisa não era, proibiram severamente o uso do açúcar para apressar a fermentação de cerveja. É CLARO, ELES A BEBIAM!
Em 1792 os melhores cientistas da Europa fundaram uma sociedade anti-sacarina.  Em 1912, o Dr. Robert Boesler, dentista norte americano escrevia que "... a moderna fabricação do açúcar nos trouxe doenças inteiramente novas".   O açúcar comercial nada mais é do que um ácido cristalizado.
No passado, com seu alto preço, só uma minoria nobre podia utilizá-lo, contudo, agora o seu altíssimo consumo está causando a degeneração nos seres humanos e até em animais.
Por exemplo: beija-flores que utilizam bebedouros de água com açúcar... Cães e gatos criados com guloseimas e que apresentam doenças de humanos viciados em açúcar. 

Mas e o açúcar mascavo orgânico?
O mel também faz mal?

Um exemplo bem simples para podermos entender:
Um certo dia, andando pela mata, uma pessoa descobriu a cana-de-açúcar: "Nossa, que delícia !" e levou para sua casa. 
Bom... o mano conseguiu chupar 3 paus de cana em meia hora e ficou com a boca cansada.  Ele devia ter ingerido aproximadamente 350 ml de um líquido contendo: água, sacarose, sais minerais, vitaminas, fibras, etc...
Beleza; essa droga ele conseguiu digerir numa boa.
Seu pâncreas nem reclamou.  E agora, todo mundo "chupa cana"?

Passado algum tempo, eis que: "Pô mano, chupar cana num é mole não... num dá pra espremer o bagaço"? E deu; daí inventaram a garapa.  
QUE MARAVILHA!
Opa! "péra" aí...
Mas já era tarde, o mano começou a tomar garapa que nem água - 500 ml a 1 litro em 10 minutos.
Aí o Sr. Pâncreas começou a reclamar porque estava fazendo horas extras todos os dias e insulina no mano! 

Um dia, alguém resolveu ferver a garapa, e saiu o melado de cana, muito mais concentrado:
10 litros de garapa virou um copo de melado.
"Que delicia! Vamos fazer um bolo?...
Que nada, vai puro mesmo"!
E aí o mano virou o copo pra dentro. 
Imaginando a proporção:
10 litros de garapa dentro de um copo ingeridos em 10 minutos.
É, gente... o pâncreas que se cuide!  

Para agravar a situação, os persas bolaram a rapadura, ainda mais concentrada, e logo após, as benditas refinações.
Aí "ferrou o jegue"! 
Surge então uma doença nova e mortal: a DIABETES MELLITUS que fazia as pessoas eliminarem açúcar pela urina, ou seja, vazarem pelo ladrão.  
Inicia-se a Era das Novas Doenças:
"A degeneração da raça humana" causada pelo mau uso do açúcar  que causa um STRESS absurdo no organismo e o pâncreas para de produzir insulina. 
Não bastando ainda, causa defeitos genéticos.

Por exemplo: hoje, a cada 5 crianças que nascem, quatro serão diabéticas. Quando você decidir ter um filho, junte mais 4 casais e joguem palitinho para sortear qual terá o filho não diabético. Hoje existem 6,5 milhões de diabéticos no Brasil. Mas, pelo menos dez vezes mais que o são sem saberem.
Morrem 300.000 por ano nos EUA (me amigo índigo acha que é pouco – para ele, noventa por cento dos americanos deviam morrer lentamente (não tão lentamente para não influenciar os brasileiros)) de diabetes. 
Portanto não importa se é açúcar orgânico, mascavo ou mel.
O problema é a super concentração de açúcar que, quando ingerida, vai depressa demais para a corrente sangüínea, queimando todas as etapas da digestão, fazendo subir o nível da glicose no sangue, aí o pâncreas é obrigado a produzir uma quantidade extra de insulina.
A insulina vai lá e abaixa o nível, aí dá vontade de comer mais açúcar.
Sobe o nível, e o pâncreas solta insulina; logo abaixa o nível... E assim por diante, até chegar uma hora que o pâncreas não entende mais nada. Você come um bombom; seu pâncreas solta insulina para caixa inteira; é a HIPOGLICEMIA, adeus amigo você é um novo diabético ansioso, depressivo, que come cada vez mais compulsivamente e graças a Deus vai para os quintos do universo...
Entre jovens e adultos, cinco a cada cinco, hoje tem a doença - estágio pré-diabético. 

SERÁ VOCÊ O PRÓXIMO? 

Como se não bastasse tanto malefício, a acidez causada pela ingestão concentrada de açúcar predispõe o corpo à infecções de todos os tipos de fungos a vírus e bactérias.  Se você acha isso que leu agora uma questão de opinião; então continue como está! Ou então pare enquanto ainda é tempo, por amor a si PRÓPRIO e à Natureza!  
MAS, SE É UM CANDIDATO A MESTRE DE SI MESMO NÃO PARE POR AQUI!
Informe-se, discuta, reflita, passe para frente, descubra soluções, alternativas, pesquise!
Afinal; nós fomos "viciados" há centenas de anos, por pessoas inocentes, mães, pais e avós. Eles que só queriam dar um gostinho mais doce para aquela sua vida tão amarga. e no final das contas, por ganância e falta de escrúpulos de uma minoria, nos foi omitida a verdade sobre tão doce e perigosa droga".
    Candidato a mestre:
Enquanto aqui nós destruímos nossa biodiversidade com o plantio dessa praga. Matamos nossos queridos filhos; nós lhes tiramos a qualidade de vida futura.
Sabe onde e como o açúcar produzido aqui é usado lá fora?
Boa parte dele é usada para melhorar a liga no asfalto e em reboco de paredes.

Continue adoçando a vida dos seus filhos...

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo