quinta-feira, 25 de setembro de 2025

 

AO BUSCARMOS COMPAIXÃO É POR ESTARMOS CARENTES DE AMOR?

 

Isto revela uma mente sadia ou perturbada?

 

Pessoas carentes de amor desconhecem a lei de retorno; costumam ser imaturas na afetividade porque apenas captativas; só querem receber amor sem o saber receber; daí não têm amor para oferecer e vampirizam os outros sugam sua energia vital de forma inconsciente.

 

Parte dessa doença afetiva; é questão de evolução pessoal – outra parte, é rescaldo da atual educação que prioriza a doença e das crenças que cultuam o sofrimento como caminho evolutivo gerando a sensação de vítima; quem está saudável é cobrado; sofre exigências – mas, quando estamos dodói ou carentes somos paparicados e a atitude de compaixão dos outros é um tipo de mimo...

 

O que significa COMPAIXÃO para você?

Já parou para pensar nisso?

Como se sente ao oferecer ou receber compaixão?


 

 O AMOR CURA?

O QUE É AMOR?   Ao longo da existência nos deparamos com curas onde podemos perceber de forma simples e até gratuita a ação do sentimento amoroso no processo. Mas de forma saudável perdemos muito tempo e energia para comprovar o óbvio de leis da vida simples e imutáveis e de forma saudável ou doentia questionamos:   Quais as comprovações científicas? O que a maioria das pessoas conhece por amor é um sentimento doentio de apego obsessivo e possessivo. E essa frequência energética ajuda a adoecer a vítima desse sentimento e retorna ao próprio emissor. De forma resumida o Amor é energia que vibra em frequências harmônicas com potencial para transmutar frequências lentas e nocivas.   Atualmente há muitas explicações e comprovações especialmente ao usarmos a física quântica ao invés das crenças que até trazem consigo material para agregarmos a essa reflexão como uma colocação de Jesus: Vigia e ora – traduzindo: cuidado com o padrão vibratório de seus pensamentos e sentimentos – os de amor curam – os de desamor adoecem – tanto o receptor quanto o emissor; pois, a energia liberada por nosso pensar e sentir é um bumerangue (Lei cósmica de retorno) no cotidiano é possível comprovar que o amor; é pura energia – nosso problema é trabalhar a MANUTENÇÃO do padrão vibratório harmônico e a ressonância potencializa os efeitos. Nossas crenças sem atualização não servem mais; exceto para balizar nossas escolhas perante as situações que se apresentam em nossas vidas. O amor não é mágico nem milagroso; apenas um padrão de QUANTUM DE energia que harmoniza. A falta de amor ajuda a adoecer? A vibração da energia amorosa é elemento que nos mantêm vivos – por exemplo, a sensação de cansaço crônica indica falta de amor a si mesmo; não apenas de saber receber amor; mas, de doar amor.   Quem são as pessoas capazes de ajudar a curar as outras?   Todos nós somos portadores da energia do amor – basta ter consciência dela. Algumas pessoas são mais conscientes e usam a energia gerada pelo pensar, sentir e agir de forma mais eficaz.    De que forma a física quântica explica a cura através da energia do amor? É ajuste do quantum de energia necessária ao equilíbrio gerado pela própria pessoa ou por fator externo; o processo não é mágico e o doente deve assumir a responsabilidade na realidade é um problema técnico chamado manutenção de uma frequência de padrão vibratório adequada à sanidade – quanto mais se consiga amar, respeitar, reciclar a personalidade para uma cura definitiva. Segundo a medicina chinesa; saúde é o fluir constante da energia vital nos circuitos (meridianos e chacras). A medicina ocidental explica o processo através da somatização. Para entender de forma funcional o processo antes de qualquer coisa é preciso entender de forma simples o que seja o AMOR conforme colocado no meu último livro: Anatomia das escolhas Do perdão Do amor – Ed. Viseu Escreva seu conceito atual de amor para se tornar um curador de si mesmo...


quarta-feira, 24 de setembro de 2025

 CURAS TRANSDIMENSIONAIS SOBRENATURAIS

É PRECISO QUE O PACIENTE ACREDITE NELA?
TENHA FÉ?
De certa forma: SIM.
Mesmo que para o doente ainda seja ainda um processo sobrenatural – ignorância: Acreditar, ter fé significa aceitação, SINTONIA, conexão para que a emissão energética atue; caso contrário seria desrespeito ao livre arbítrio do doente, invasão.
Antes; é preciso separar cura definitiva de cura temporária.
A cura definitiva não renuncia à participação ativa do doente na eliminação das causas.
Mesmo nas famosas curas da quais Jesus (um ser amoroso por excelência) participou quando esteve entre nós curou muita gente – mas, Ele mesmo disse que não podia mudar a lei – infelizmente não temos retorno nas transcrições das escrituras; se os doentes voltaram a ficar cegos, paralíticos, leprosos etc. É provável que em muitos deles; tenha ocorrido recaídas das doenças curadas naquela ocasião.
E parece que Ele receitava a cura definitiva:
Ninguém pode ser curado para sempre – a cura ou sanidade é uma conquista. “A tua fé (sintonia) te curou; vá e não peques mais” só faltou dizer: se continuares o mesmo vai voltar tudo e muito mais...
Crer, no caso, significa estar em sintonia – isso, é lei da física – a ressonância potencializa os efeitos. Nossas crenças não servem para muita coisa; exceto para balizar nossas escolhas perante as situações que se apresentam em nossas vidas.
O amor que cura não é mágico nem milagroso; apenas um padrão de QUANTUM DE energia que harmoniza e manter essa sintonia é dever de quem deseja realmente a cura.
Respondendo à questão:
Animais e plantas podem ser curados através da reposição do quantum energético necessário à sua sanidade; para que ocorra uma energização harmônica das suas necessidades; através da música, da imposição de mãos; ou do simples pensar e sentir das pessoas.
Crianças, animais e plantas são temporariamente curados sem que precisem acreditar ou ter fé...
Há mais de 40 anos participei e continuo participando de trabalhos desse tipo e vivo pagando micos nas minhas descrenças.
Uma questão interessante que venho tentando desvendar:
Qual a participação do agente de cura nesse processo?
Que tipo de fé ele precisa ter para influenciar nos resultados?
Ah! E trazendo isso para o cotidiano da atividade médica: Será que os profissionais podem participar do processo de cura mesmo que temporária do doente através da sua Fé raciocinada ou não?


terça-feira, 23 de setembro de 2025

 FUJA DA VIDA TEÓRICA ENQUANTO É POSSÍVEL.

DESEDUQUE-SE POR VONTADE PRÓPRIA... Teoricamente as coisas na vida natural sempre são claras, lógicas e simples. A prática das teorias embaralhadas pela preguiça de pensar, desejos e crenças é que nos escraviza, atrapalha e mantém a ignorância. Temos a infância mais prolongada e dependente de todos aqui no planeta para aprender uns com os outros e nos autoeducarmos; pois somos ao mesmo tempo educandos e educadores. Porém... O QUE NOS LEVA A IMPEDIR A PRÁTICA das LEIS NATURAIS de HUMANIZAÇÃO nos PRIMEIROS e VITAIS ANOS DE VIDA? Uma droga chamada: EDUCAÇÃO FORMAL NORMATIZADA? Quem ou o quê vai acelerar a ruptura? Uma nova onda em safras de seres está a chegar rapidamente: A dos AUTO... A mais comentada no momento é a dos AUTISTAS na socialização e breve a dos AUTODIDATAS estará no foco conforme tenho observado no meu pequeno nicho de trabalho como médico de famílias e de simples educador em saúde. Assunto interessante e desafiador...


sábado, 20 de setembro de 2025

 VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda a conviver com ela para adoecer menos... Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência. É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos nem sempre reais, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia. Nos noticiários a serviço doa instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio: Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia... O mundo vive em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas. As expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado. É preciso deixar de cobrar das autoridades apenas no falatório já que o esforço depende de todos. Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir, de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir. Devemos nos empenhar em recuperar a qualidade de vida onde vivemos. Claro que enquanto não fizermos algo de concreto algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras. Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico).   E quem vai nos ajudar? Nós mesmos e uns aos outros: É urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e ás vezes inevitáveis traumas. O otimismo e o bem pensar são importantes; pois ajudam a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências por omissão ou ação segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser... Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos. O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. Solução? Seja um ativista da Paz. Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.


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