quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A PERSONALIDADE DOS ESGOTADOS

Oh vida! Oh dor!
Se eu não sei quem sou nem o que faço aqui; vou produzir pouco e andar sempre consertando estragos em todos os sentidos da existência.

Além da falta de um projeto de vida coerente; algumas facetas da nossa personalidade têm um peso considerável na sensação de impotência frente ao existir e seus acontecimentos.
Na sua estrutura básica essas características são aquisições individuais; o que explica o fato de pessoas da mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência reagirem de forma diversa; e incorporam aprendizados diferentes.

Várias são as características de personalidade que levam mais rapidamente á perda dos limites, e á sensação de não suporto mais.

As pessoas esgotadas e desalentadas costumam ser:

Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo se cansa, frente a tantas complicações que atrai para si.

Mandonas.
As que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo, vivem em alerta constante, com medo de serem desobedecidas para que sua falta de competência não seja conhecida.

Autoritárias.
O autoritário é um mandão sem conteúdo. E a tentativa de impor autoridade, esgota suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela fui de forma natural (tipo ainda raro).

Impostoras.
A pessoa que vive pregando mentiras com intenção de domínio tem dupla perda de energia.

Controladoras.
Quem não permite o fluir das experiências dos outros esgota-se com extrema facilidade – além disso, torna-se irritável.

Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender; sofre de um tipo de orgulho: detesta ser avaliado ou criticado. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física.

Mentirosas.
Quanto mais o indivíduo fantasia com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua; pois, viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto, esgota as energia vitais.

Intransigentes.
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua, cansa-se cada vez mais rápido para manter as suas; tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.

Avarentas.
O fluxo rápido das mudanças do ter, possuir, aparentar, conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.

Invejosas.
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é um sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta.

Impulsivas.
Quem faz primeiro para pensar depois, tem um trabalho danado para consertar os estragos.

Ansiosas.
Sofrer por antecipação é energia jogada fora.

Medrosas.
O medo é o principal obstáculo ás trocas de energia que levam á revitalização.

A maior parte de nós deixa muito a desejar no conhecimento de si mesmo; daí que parecemos um barril de energia todo cheio de furos; a natureza pode nos abastecer o tempo todo que retemos muito pouco. As características mais negadas são os escoadouros de energia vital mais escancarados; a drenar nossa vitalidade.

Não resta dúvida que além de alguns outros fatores externos; a falta de reciclagem da nossa personalidade, é parte importante da falta de motivação e de energia para viver. No tempo que nos resta, muitos não conseguirão escapar do desastre de sermos cozidos no caldo da própria falta de competência – mas, para boa parte ainda dá tempo.

Lembra da moderna parábola da rã sendo cozida no caldeirão?
Feito a rã estamos sendo cozidos no caldeirão dos desejos dos outros – mas, ainda dá tempo de pular fora dele usando apenas, um desejo, uma meta coerente; e usando o impulso da boa vontade.

Dica: não perca tempo nem energia lutando contra seus “defeitos” de caráter – liste as qualidades que lhe faltam para viver em paz e harmonia consigo e com o planeta – mãos à obra – corra atrás, com leveza e bom humor.
Na dúvida sobre o que fazer ria de si mesmo...

HOJE É DIA MUNDIAL SEM CARRO – bota o pé na estrada.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

REIVENTADO A EXISTÊNCIA

Impressiona o número de pessoas a cada dia mais esgotadas, em desânimo, num interminável conflito consigo mesmas e com o ambiente.
O desgaste de viver sob perigo constante dia após dia, não importa se, real ou imaginário cansa e desanima.
Era inevitável, que o corpo sofresse as conseqüências do medo e da ansiedade doentios.
A sensação de não agüento mais; tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um alimenta o outro, inseparáveis que são.
Não agüentaremos mais solidificar posições fundamentadas em desejos do ego para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural se faz necessária, baseada nos valores da Ética Cósmica.

Muitos são os fatores que estruturam nossa personalidade a serem levados em conta. Na abordagem de hoje, analisaremos rapidamente alguns dos fatores externos participantes deste estado de sentir-se:

Sistemas de governo.
A voracidade com que os que se encastelam no poder engolem os recursos conquistados a duras penas pelas pessoas contribuintes , leva parte da sociedade a trabalhar acima dos limites; e conduz ao desânimo.

Impunidade.
O esforço para andar balizado pela lei, somado á revolta pela impunidade dos que vivem á sombra do poder; criando e usando leis em benefício próprio e dos colaterais, desgasta, revolta e faz adoecer; pois, onde não há justiça; não pode haver amor nem paz, muito menos esperança, alegria, felicidade e saúde.

Perda da esperança.
Tudo isso se mistura num coquetel explosivo no final dos tempos: expectativas frustradas, educação, religião, injustiças, pensamento mágico, exploração, cultura..., quebram o sincronismo da lei de progresso com a de justiça e amor, gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui.

Excesso de desejos.

Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As limitadas possibilidades de cada um tornaram-se algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - divergentes da realidade.

Ilusões.
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade; o que é perigoso; pois, somente quando estamos nela inseridos é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior.
Exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias para manter acesa a chama da esperança de uma vida melhor; pois, vivemos sob o domínio do deus dinheiro.

Decepções sentimentais.
As relações amorosas estão romantizadas pela mídia novelesca; levando á decepção, frustração. As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.

Perda da referência pessoal.
Há descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas; propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, gera conflitos, desagrega, deprime, esgota.

Perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato; esse estilo de vida está nos consumindo.
Ao admitir que não agüento mais viver dessa forma, sinalizo que perdi o senso de fronteiras do que é possível, real, ou do que é ilusão.

Vida em família.
Boa parte das famílias constituem-se sem planejamento; o que transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações, que mais consome energia e desgasta do que nos alimenta e reconforta.


Trabalho.
Fomos criados para a profissionalização para podermos consumir o que nos sinalizam.

Sexo.
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo. A qualidade da relação assenta-se na preocupação com o próprio desempenho; pouco mais do que isso.

Lazer.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas; o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois das viagens e dos congestionamentos.

Entretenimento.
A industria do entretenimento rápido como a TV, é responsável por boa parte da vida perigosa que levamos; esse estilo de lazer, induz á ociosidade e ao estresse crônico; pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade.

Religião.
A associação da fé em Deus com a melhora da vida material, cria conflitos entre a crença e a descrença; o que, tira a esperança ou sedimenta o conformismo quando as coisas não vão bem.

Não existimos para levar esse tipo de vida.
Para nos libertarmos dessa escravidão é preciso revitalizar nosso sistema de crenças, e procurar refazer a cada dia nossas metas de vida, nos conectando á Fonte Criadora.
É recomendável ter um projeto de vida coerente com as razões do existir; faltam menos de oitocentos dias para cada um entregar o seu.
Já tem ao menos um esboço do seu?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CONFLITOS ENTRE VALORES ÍNTIMOS E EXTERNOS GERANDO CANSAÇO

A vida está desvalorizada; consequentemente perdendo o sentido – o risco coletivo é tremendo; pois, se minha vida pouco vale; o que não dizer da vida das outras pessoas e dos outros seres? – Reclamamos que o mundo está perdido que sua vida pode valer apenas o que você carrega consigo ou até o que deixa de levar.

Melhor começar a dar importância á nossa; pois, por sermos parte do todo o afetamos e somos afetados. O universo espera isso de nós – a Fonte Criadora também.

Precisamos exercitar a transparência para evitar os conflitos inúteis.

Ao nascer trazemos um projeto de personalidade inscrito no DNA, que somado ás influências do meio ambiente na infância, nos confere a personalidade com que nos apresentamos no momento. Nos primeiros anos absorvemos as posturas dos adultos com extrema facilidade; uma delas: tentar esconder características que não são bem vistas pela sociedade. Dessa forma, no dia a dia nos apresentamos perante a vida com duas personalidades: a real, que representa nossa evolução, e a social que representa aquilo que gostaríamos de ser, para sermos admirados, invejados.
O que denominamos personalidade social, é um conjunto de “máscaras” que colocamos e tiramos segundo as conveniências do momento; para que sejamos aceitos pela maioria; caso contrário, a convivência seria complicada.
A doença física é uma forma de expressão corporal que deixa isso bem claro: Na criança pequena predomina a condição inata, então ela exterioriza com mais transparência: febre, vômitos, diarréias, erupções de pele...; já no adulto predomina a personalidade social então ele interioriza suas moléstias: hipertensão, úlcera, diabetes, etc.

As pessoas, quanto menos autênticas forem, mais doentes e esgotadas vão ficar, devido a tantas solicitações e ocorrências ao mesmo tempo; além de deixarmos as máscaras cair uma atrás da outra, ainda nos “esgotamos” e adoecemos.

Outro dos nossos conflitos básicos no processo de esgotamento:

DESEJO X FRUSTRAÇÃO.
Quero mas não posso; desejo mas não sou capaz. O conflito entre frustração e desejo nos leva a tentarmos fugir da realização; pois, quem dela quiser aproximar-se há que ser realista, simples, lógico, inteligente e justo.
Quem prefere optar por desejos que nunca serão concretizados sem esforço; certamente vai criar em sua vida cansaço e esgotamento. O sistema de vida atual estimula o consumo de bens a tal ponto que está esgotando as pessoas.

CERTO X ERRADO.
De certa forma todos sabemos diferenciar o que é correto daquilo que não é. Quando em certos momentos e situações os valores pessoais diferem muito dos da sociedade surgem conflitos; que, se mal resolvidos colaboram para que nos sintamos esgotados ou até doentes.
A fuga das responsabilidades através das desculpas e justificativas também nos conduz aos conflitos íntimos, inevitáveis, pois todo nosso pensar, sentir, agir, está gravado na nossa consciência.
A cada minuto em algum lugar, alguém tenta se eximir, em vão, das responsabilidades originadas de suas escolhas usando de qualquer artifício: chantagem, choro, berro, até ameaçando se matar, para incutir culpa nos outros e livrar a cara da responsabilidade, em vão.

Quanto maior o impulso de fugir á integração entre a realidade e a ilusão; falso e verdadeiro; verdades humanas e naturais; mais intensa será a perda de energia com aumento do desalento e do cansaço; o que implica em abrir mão do sentimento da esperança – a última que morre..., será?

Como diz a garotada é preciso cair na real. Nossa realidade não é essa; existimos para ser feliz e criativo – fomos enganados...

sábado, 18 de setembro de 2010

ACNE É MOTIVO PARA SUICÍDIO?


Lendo a respeito da notícia veiculada na Net; entristeceu-me a reflexão a respeito do valor ínfimo que damos á vida.
Adolescentes com acne são mais propensos a pensar em suicídio
PARIS (AFP) - As meninas adolescentes que sofrem de acne severa são duas vezes mais propensas a pensar em cometer suicídio, e os meninos, três vezes mais do que seus amigos que não sofrem deste problema, revelou um estudo publicado esta quinta-feira.
A pesquisa, realizada com base em um questionário com 3.775 jovens noruegueses com idades entre 18 e 19 anos, traz evidências estatísticas sobre os efeitos que a acne tem na saúde mental.
Catorze por cento dos pesquisados disseram considerar sua acne importante.
Além da ideação suicida - ou seja, o pensamento em tirar a própria vida, sem necessariamente ir às vias de fato -, estes jovens são duas vezes mais propensos a sentir falta de amigos, 51% a nunca ter feito sexo, e 41% a ter um desempenho medíocre na escola.
O estudo, publicado no Journal of Investigative Dermatology, foi conduzido por Jon Anders Halvorsen, da Universidade de Oslo.

REFLEXÃO:
Certa feita, ouvindo a palavra de um mentor Reikiano a respeito da valorização de nossa existência, eu fiquei a pensar a respeito até hoje.
Ele disse que passamos no vestibular da reencarnação; e que bilhões de outros queriam estar em nosso lugar, aqui, hoje; e não conseguiram – no entanto, o que fazemos com nossa existência tão duramente conquistada? Vivemos depressivos, angustiados, em pânico; descontentes; com tendência suicida por simples frustrações, contrariedades, orgulho ferido, etc.
Devemos aproveitar cada minuto, cada situação de aprendizado com muita alegria – mas, para isso, é preciso expandir a consciência para aprender a valorizar a vida que nos foi dada pela Fonte Criadora.
Alerta:
Há muitos tipos de suicídio; súbitos, escabrosos - ou os piores: lentos e disfarçados usando-se a arma do vício, dos excessos, da falta de cuidados e de respeito ao corpo físico, gerando doença e morte antes do prazo combinado.
Na atualidade está em andamento um tipo de suicídio lento e inexorável: as doenças auto – imunes. Se o amigo é portador de doença auto – imune fique atento; reflita a respeito de sua vida com muito carinho; pois, sua cura pode depender disso.
Qualquer motivo é motivo para sair da existência?
Existem grandes motivos e pequenos motivos?
Claro que cada um tem os seus; e os achamos justos no momento do desespero.
O fator obsessão é muito importante nesse processo – sempre precisa ser levado em conta – assunto interessante para ser debatido.
Num mundo que valoriza cada vez mais a aparência; quando não conseguimos atingir os padrões de sucesso nossa auto-estima despenca. Claro que o impulso para acabar com a própria vida decorre de muitos outros fatores.
Essa atitude quando consciente é a de um obstinado infrator das leis que regem a vida e a evolução. Nesse caso, a seqüência evolutiva pode ser penosa. A tendência para tal atitude de fuga persiste e, tende a repetir-se experiência de vida, uma atrás da outra. Quem frustrado e pressionado já pensou em suicídio ou fez a tentativa, com certeza vem lutando contra isso, às vezes por muitos séculos.
Eu já tive muitos impulsos para acabar com a existência – com o tempo; ampliando o entendimento a respeito de quem somos nós, quem sou eu, e o que vim fazer aqui – percebo que havia interferências estranhas reforçando antigas tendências.
Superei; mas ainda preciso me libertar do descuido com o corpo, com os excessos, lidar melhor com as frustrações – e o pior, deixar de ser metido achando que já fiz em 3D o que tinha de fazer – Quem sou eu para definir ou decidir isso?

Quando bate uma vontade danada de ir embora retomo um velho hábito:

REFLEXÕES PREPARATÓRIAS PARA MORRER
Se eu morresse hoje?
Para onde iria?
Com quem estaria?
Em que condições?
Para responder com clareza a essas dúvidas o primeiro passo é aperfeiçoar o conhecimento sobre nossa vida, compreendemos melhor os objetivos e finalidades dela.
A reflexão sistemática torna-se uma ferramenta útil para compreendermos a morte; dominando o temor e também ajuda a estarmos sempre prontos; pois a qualquer momento estaremos de novo vivendo esta experiência.
Alguns questionamentos sempre são úteis:
Observo a morte como algo a ser combatido?
Ou ela é apenas um fenômeno natural de uma fase a ser ultrapassada?
Penso, e debato sobre o tema com naturalidade?
Se eu evito, onde se localizam meus bloqueios?
No temor da perda?
Na crise de consciência que me força a eliminar vícios e modificar hábitos de que tanto gosto?
Faço confusão entre a crise da morte e o julgamento de consciência do pós - morte?
Minhas crenças podem alterar a ordem natural dos acontecimentos?
Há diferença entre o medo da própria morte e o da morte de criaturas do meu convívio?
No momento, seria mais conveniente crer na continuidade da vida pós-morte ou que ela seja o fim de tudo?

A cada situação em que nos deparamos com o problema; novas questões podem ser aventadas e na tentativa de respondê-las com boa vontade e honestidade nós continuamos a reciclagem. Exemplo: uma pessoa conhecida morreu de enfarte. A morte prematura foi fruto das escolhas do estilo de vida, hábitos, pequenos vícios, dieta inadequada, estresse crônico, etc. Entretido em alcançar suas metas não percebeu ou não quis perceber nos avisos do cotidiano a necessidade de reformular o temperamento e o caráter; de reciclar objetivos de vida; dos hábitos sedentários...; esse tipo de morte e ao mesmo tempo: conseqüência das escolhas da forma de viver e suicídio semi-consciente (que não deixa de ser uma escolha; pois sempre somos notificados por sintomas subjetivos e doenças); na recusa em modificar avançamos para suicídio quase consciente que trará conseqüências funestas na trajetória evolutiva tanto no drama de consciência do pós morte quanto nas tendências para adoecer na(s) próxima(s) existência(s).

DICA PARA OS PORTADORES DE ACNE

Para melhorar a auto-estima não é preciso tomar remédios que detonam com o fígado.
Primeiro reavalie a dieta.
Cuide do intestino.

Receita caseira para diminuir as inflamações do acne.
1 pedaço de inhame cru.
1 fatia de gengibre.
Maizena ou farinha de trigo.
Água que baste.
Bata no liquidificador e faça uma pasta.
Aplique como máscara – deixe no rosto até secar – lave.

Queremos que todos os jovens de qualquer idade sintam-se lindinhos

Última dica:
Para atenuar a tendência depressiva procuro inventar motivos e metas para levar o cotidiano, e começo a descobrir a cada dia, que viver vale muito – e que é preciso voltar a ser criança – SEM EMBURRAR.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DÉFICIT DE FOCO


Recebi de amigos leitores, um pedido de socorro a respeito das inevitáveis descobertas íntimas nesta fase de aceleração do momento existencial.
Posso apenas colocar minhas pobres experiências pessoais e agregando a elas as mais ricas que, são fruto do meu trabalho como médico de famílias.

O momento atual não tem volta:
A maior parte de nós vai viver crises fantásticas de encontrar-se com o adversário da sua paz e felicidade; dar de cara com um desconhecido, não aceito, nem amado: consigo mesmo - para tomar uma definitiva enquanto dure: decisão.

Para alguns o preço a pagar vai ser alto em se tratando de sanidade cósmica.
Sem reclamos, nem queixumes:
Nós nos deixamos formatar vivendo apenas para os valores e a vida fora de nós.

Ninguém aqui hoje em 3D está imune; mesmo que imagine estar:
Sou portador do Déficit de Atenção – antes eu me achava avoado nas lides do cotidiano.
Hoje percebo que tenho um problema maior: Déficit de foco em existir.
Quem sou eu?
Que faço aqui?
O que quero?
Quais são meus desejos/
São meus de verdade?

Ao longo da minha trajetória de aprendizado deixei-me levar demais pela cabeça dos outros – até com relação ao meu maior patrimônio: a liberdade de pensar. E fiquei bradando feito uma criança:

Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!
Mereço ser feliz!

Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória.
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua, é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.

Fiz minhas escolhas.

O preço a pagar está sendo alto?
– Depende do foco; do observador e do momento. Por incrível que pareça até a minha a respeito de eu mesmo – quando foco minhas vivências pelo lado dos valores dos outros e de 3D; eu me sinto um fracassado; quanto me analiso pelos valores de 4D me sinto um verme – mas, quando me percebo no espelho da vida pela minha tarefa contratada; ás vezes eu me adoro; noutras eu me decepciono e busco nisso forças para alavancar e seguir em frente.

Tudo depende de foco e de ajuste desse foco.
Ainda medíocre que sou; hoje, não sou mais a mesma pessoa de ontem – sou um pouco mais flexível sem acatar ordens a que não dou guarida. Meu sistema de crenças foi detonado – hoje, sou um buscador da verdade e de eu mesmo – isso, me basta e me preenche; claro que ainda não me torna feliz nem realizado.

Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.

Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências de viver segundo as normas ditadas pelos interesses de outrem.
Desse ponto em diante começamos a perder o foco a respeito de quem somos – daí é preciso recuperar, reconstruir; o que, é sempre mais complexo e caro para quem quiser pagar o preço de retornar ao seu projeto de vida.

Particularmente, de forma sofrida para os valores que me foram impostos; alguns deles eu aceitei outros não; descobri o que vim fazer na existência: qual meu projeto de vida – que está sendo mal cumprido em alguns pontos; noutros não.
Mas, tenho um problema como a maioria dos que já estão ampliando a consciência, avancei demais em alguns tópicos e deixei outros importantes; muito aquém do esperado para as condições atuais – Ou seja: estou desfocado.
Alerta:
Não se meta na descoberta de foco alheio:
Pois, pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem. Não carregue nem induza pessoa alguma, ás suas guerras pessoais.

Estou me libertando aos poucos dos outros:
Da mesma forma que não tenho ídolos, detesto gurus – peço sempre aos amigos que não me sigam; quem o fizer estará por sua própria conta e risco.

Focar é a tarefa de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa tarefa, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias – dos outros.

Quem somos nós?

Temos a mesma origem na imensidão do universo, somos parte de uma fantástica conexão estelar.

As diferenças estão no foco.

Amar a nós mesmos é sintonizar com quem somos hoje, em harmonia.

Amor e desamor não são apenas sentimentos; são freqüências diferentes de uma mesma energia, e que podemos passar de uma a outra quando seja da nossa vontade e possibilidades já desenvolvidas.
O que modifica a percepção do conceito de eternidade são a intensidade e a qualidade das relações que criamos conosco e entre nós. Então, o melhor a fazer é aprendermos a nos amar.

No que toca ao amor a, eu mesmo:
Tenho vergonha de relatar o que faço comigo; o descaso com minha permanência em 3D; descumprindo um contrato comigo mesmo – o principal.
No contrato que fiz com outros e com meus monitores da tarefa existencial já extrapolei, fui além do combinado em alguns quesitos; noutros não - e não arredo pé – mas, com relação ao contratado comigo mesmo, com o principal, estou inadimplente; correndo sério risco do maldito e amoroso tapinha nas costas: Na próxima vez; você consegue!

Sintonia e atração.

Atraímos e somos atraídos por pessoas, tarefas, vocações, profissões; junto ás quais fizemos escolhas, num passado distante ou mais recente. A forma é que pode variar: a sintonia pode ser ativa ou passiva.
Isso, não é novidade, esses conceitos são nossos velhos conhecidos, embora ás vezes; quando em sofrer não os compreendamos; ou fingimos que não.

De onde terá vindo esse conhecimento que liberta?
De muitas experiências e muitos mestres; sempre somos intuídos; sempre nos assopraram no ouvido da alma; em muitas línguas e nas mais diferentes situações, considerações deste tipo:

FICA PARA O PRÓXIMO BATE PAPO.

Bate papo com a própria consciência - breve num dos bloogs – ou neste. Nos outros bloogs linkados ao lado; há muitos velhos assuntos com novas caras?

OK?

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo