domingo, 30 de março de 2025

 A IMPORTÂNCIA DO MÉDICO DA FAMÍLIA


Que falta faz aquele amigo conselheiro, capaz de participar de nossos dramas de vida - que compartilha quando temos escolhas pela frente - que nos aponta caminhos possíveis e nos socorre quando escolhemos os que, a princípio nos pareciam certos, legítimos e justos; mas, não eram.
Mas, na vida contemporânea, no atual sistema, quantos podem ter um médico da família como um amigo em quem confiar a qualidade de vida?
O estilo de vida atual aparentemente prático e funcional se mostra a cada dia mais inadequado. Vejamos na área da saúde: claro que especialistas apenas em partes do corpo físico são muito úteis embora não contribuam muito para a cura definitiva; nada de críticas nem de ressalvas.
Quem será nosso conselheiro em saúde? Sim; pois, nem médicos nem medicina curam de forma definitiva. Melhor seria que todos vissem o médico como um amigo consultor capaz de usar recursos variados para ajudar seus pacientes a recuperar a saúde e a evitar novas recaídas, através da mudança de hábitos, reciclagem da personalidade cuidados com o meio ambiente.
Quem pode se tornar e qual o papel do médico da família?
É tarefa existencial daquele que decidiu acompanhar a vida em família de seus pacientes baseado nas informações que recebe e, no que percebe das atitudes de uns e de outros familiares durante as consultas.
O profissional se atento e ao abrir a mente para novas possibilidades que não se aprendem nos cursos de formação dentre outras coisas, apenas como exemplo, pode orientar a postura da família frente a algumas doenças recorrentes na infância ao ajudar a expandir o raciocínio dos pacientes.

Por que algumas crianças adoecem mais do que as outras e demoram mais para se curar? Qual a razão além das particularidades imunitárias?

Nesse caso, para um observador mais atento, não é difícil perceber que alguém da família “lida mal” com a doença, com o sofrer, ou tem uma relação doentia de apego à criança. O que o médico da família pode fazer? Tudo no tempo adequado - Caso já esteja nesse patamar de percepção; passo a passo deve orientar os familiares a perceber e a influência da realidade energética; mas com muito cuidado; pois apenas falar pode conduzir os responsáveis à culpa.

Médicos da família devem estar atentos ao lidar com as novas crianças e sua família; pois seu papel pode mudar o futuro de todos, em mais sentidos do que possam imaginar, hoje. A responsabilidade do profissional que realmente trabalha em prol da saúde integrativa é vital; pois curar doenças agudas de pneumonias a meningites, passando por cirurgias e transplantes têm tanta importância quanto a tarefa de mudar o curso da evolução da qualidade de vida dos pacientes. A medicina deve desmaterializar o raciocínio com a mesma rapidez com que tudo hoje flui no campo da tecnologia.

Apenas como diversão da lógica:
Uma das vantagens do médico da família é a PREVENÇÃO.
Prevenir é atitude mais simples, inteligente.

sábado, 29 de março de 2025

 É CHEGADA A HORA DE FAXINAR O PRESENTE PARA UM FUTURO PROMISSOR?

Limpeza, depuração ou momento de descartar o inútil para dar espaço ao aproveitável. Reflexão é o nome da faxina mental, emocional e consciencial. Claro que essa faxina deve ser feita 24hs todo dia deve ser o do “bota fora” do que não serve mais.
De forma consciente ou não, descobrimos que é preciso abrir canais de recebimento, mas para isso, é preciso descartar o que não mais nos serve mais (sim, tudo obedece à lei da relatividade), em todos os sentidos possíveis da vida, pois, os velhos conceitos, embora úteis em outras épocas sem uso - atravancam a chegada de novas crenças e perspectivas. Dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço – Lembram dessa lei da velha física? Pois é, ela vale para tudo até para coisas não materiais como hábitos, sentimentos e crenças que não valem a pena serem carregadas durante a existência – alguns chamam a essa postura de vida de purificação.
Tudo na vida exige o sistema passo a passo; até o desapego:
Comece pelo mais fácil, a limpeza física: limpe seus armários, se livre, das roupas, sapatos, livros, bolsas, perfumes etc que não servem mais.
Limpe com mais cuidado sua casa, dê carinho especial aos seus bichos e plantas, tome um banho frio caprichado para economizar energia elétrica. Se possível não jogue fora doe a quem precisar (mas, cuidado: doar coisas em mau estado e sem condição de uso é crime grave à integridade de quem recebe). Recicle seu lixo ou facilite sua reciclagem. Cuide e renove sua aparência, dê um trato no visual, mude alguma coisa.
O próximo passo é reciclar seus hábitos: dieta, sedentarismo, ritmo de vida, sexualidade, uso de medicamentos desnecessários, o hábito de comentar a vida alheia na ausência dos interessados, o automatismo de valer-se das dificuldades dos outros para beneficiar-se, fazer o que os outros dizem, mude de caminho, faça coisas diferentes.
A seguir reavalie seu sistema de crenças: sua religião; sua identidade política; seu conceito de saúde; sua vida profissional; enfim, suas razões para viver.
Reavalie seus sentimentos, emoções, amores, amigos, familiares; inimigos, desafetos, concorrentes. Porém cuidado; pois as pessoas não são descartáveis – Para se libertar das indesejadas, apenas siga seu caminho, permita que elas encontrem o delas – A tesoura que corta laços indesejáveis chama-se perdão; ainda não a possui? – construa a sua nas vivências de cada dia.
Crie o hábito de anotar tudo; prepare terreno para refazer com inteligência e segurança as metas.
Se ainda precisar, mantenha os amuletos e as mandingas para atingir conceitos tão vagos quanto esquizofrênicos de, ganhar dinheiro, paz, amor e felicidade sem conquistar através do trabalho. Claro que eles são úteis, pois de uma forma ou outra; todos somos bruxos; ou como nos afirmou um grande mestre: “Vós sois deuses”; o problema e a solução é nos prepararmos para tal feito. Não espere o amanhã; melhor começar a introspecção hoje; pois breve pode...

sexta-feira, 28 de março de 2025

 A PRÁTICA MÉDICA E A INTUIÇÃO


A pós-modernidade está a nos conduzir à robotização do raciocínio; até mesmo na prática médica no diagnóstico e na mecanização nos tratamentos criou uma linha de montagem sob o inevitável patrocínio da indústria; inevitável, pois natural que ela patrocine novas “descobertas científicas”. Até mesmo sintomas ou sinais são transformados pela mídia em doenças; tais como: problemas do inevitável envelhecimento; sintomas do climatério; disfunção erétil; azia e queimação; tosse, coriza, espirros, obstrução nasal; constipação intestinal; aumento do colesterol; febre; dor; falta ou excesso de apetite; alergias; ansiedade; depressão; angústia; rugas; obesidade; manchas na pele; acne; queda de cabelo; insônia; fibromialgia; dores articulares; perda de memória; insônia; cansaço; desânimo – Ufa!

COMO DESMATERIALIZAR O RACIOCÍNIO NO DIAGNÓSTICO?

Nada contra a tecnologia; ao contrário: mas nas escolas de formação estamos produzindo mais tecnólogos do que médicos?

Como juntar as duas coisas?

Nosso inconsciente é um repertório fabuloso de vivências que podem com estudo e treino ser trazidas ao consciente quando o desejarmos e de forma controlada – não apenas em momentos de alerta total ou perigo.

Como acessar a INTUIÇÃO?

A consciência exterior clara e a consciência interior latente — tendem a se fundir gerando o instinto do futuro. A INTUIÇÃO assentada numa bagagem de saberes.

A intuição na arte da cura necessita do conhecimento prévio racional seguido de trabalho prático e intermitente para aprender a juntar os dois polos.

Se nem tudo é ciência; e muito menos apenas intuição:

Fica o desafio: COMO ENSINAR E APRENDER A CONFIAR NA INTUIÇÃO?

quinta-feira, 27 de março de 2025

 ORIGEM DAS DOENÇAS RELACIONADAS AO AMOR

É POSSÍVEL AMAR DEMAIS?
Para que possamos bem compreender como se formam e como se mantém as doenças relacionadas à fisiologia e patologia do amor, não podemos perder de vista os conceitos que regem a homeopatia, florais, acupuntura etc. Energia de menos num determinado ponto traz problemas e energia demais também; o que significa que há problemas no fluxo (fluir, trocar) de energia vital que precisa ser restabelecido.
É possível amar demais ou amar de menos?
Conforme coloquei no livro Anatomia das escolhas do amor Do perdão – Ed. Viseu: Amar é bem diferente de tentar controlar...
Ninguém pode amar demais ou de menos; apenas, se pode simplesmente amar – ou você ama ou não; não há como amar com moderação; como não pode haver um ser mais ou menos grávido e outras coisitas mais.
Apenas para passar o tempo, observemos com mais cuidados algumas das nossas doentias expressões de amar:
São várias as expressões doentias do amor entre nós e dentre elas:
Paixão:
Conforme colocamos em nossa brincadeira: “Jogos de Amor” – no livro; mostro que estar apaixonado por algo ou alguém pode se tornar uma forma de obsessão, capaz de produzir distúrbios tanto na saúde do emissor quanto no alvo desse fluxo de energia.

Ciúmes:
É comum que o indivíduo ciumento seja também um apaixonado que, além disso, sente-se dono da outra pessoa ou do objeto do seu ciúme, sendo capaz de causar-lhe danos em nome do que chama de amor. Quantas crueldades já foram cometidas em nome do amor através dessa doença afetiva que é o ciúme.

Amor possessivo:
O amor como sentimento de posse é um desequilíbrio, um tipo de imaturidade afetiva que é capaz de fazer adoecer de forma grave. Um clássico exemplo é o da asma. Muitas vezes para se conseguir a cura de um asmático, além do tratamento, é preciso afastá-lo da família por algum tempo, e buscar tratamento psicoterápico para o familiar causador do problema.
Recomendo o trabalho de Masaru Emoto; ele nos mostra como a água é afetada pela energia do pensar, sentir e agir humanos. Tenho como pacientes muitas crianças que adoecem sem parar e demoram mais para se curar do que outras; pois suas mães ou outros familiares “amam demais” seus rebentos...

Apego:
Uma variante do amor possessivo é o sentimento do apego; quando a pessoa põe o sentimento que nutre pelo outro como uma das principais razões do seu viver.
Esse é um dos desequilíbrios afetivos que muitos pensam ser amor. Como costuma atrair perdas e ser corrigido por elas; muitas pessoas passam a levar uma existência quase vegetativa quando “perdem” um familiar por exemplo.

Amor controlador:
É o tipo do chamado amor materno que mais predomina. O amor das super/mães que dão a sua vida pelos filhos; desde que; eles façam tudo o que elas querem.

Nessa nossa brincadeira de pensar deixamos um enigma para o leitor:
Será que o câncer de mama pode ter alguma relação com distúrbios do amar demais ou de menos?

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