A IMPORTÂNCIA DO MÉDICO DA FAMÍLIA
Que falta faz aquele amigo conselheiro, capaz de participar de nossos dramas de vida - que compartilha quando temos escolhas pela frente - que nos aponta caminhos possíveis e nos socorre quando escolhemos os que, a princípio nos pareciam certos, legítimos e justos; mas, não eram.
Mas, na vida contemporânea, no atual sistema, quantos podem ter um médico da família como um amigo em quem confiar a qualidade de vida?
O estilo de vida atual aparentemente prático e funcional se mostra a cada dia mais inadequado. Vejamos na área da saúde: claro que especialistas apenas em partes do corpo físico são muito úteis embora não contribuam muito para a cura definitiva; nada de críticas nem de ressalvas.
Quem será nosso conselheiro em saúde? Sim; pois, nem médicos nem medicina curam de forma definitiva. Melhor seria que todos vissem o médico como um amigo consultor capaz de usar recursos variados para ajudar seus pacientes a recuperar a saúde e a evitar novas recaídas, através da mudança de hábitos, reciclagem da personalidade cuidados com o meio ambiente.
Quem pode se tornar e qual o papel do médico da família?
É tarefa existencial daquele que decidiu acompanhar a vida em família de seus pacientes baseado nas informações que recebe e, no que percebe das atitudes de uns e de outros familiares durante as consultas.
O profissional se atento e ao abrir a mente para novas possibilidades que não se aprendem nos cursos de formação dentre outras coisas, apenas como exemplo, pode orientar a postura da família frente a algumas doenças recorrentes na infância ao ajudar a expandir o raciocínio dos pacientes.
Por que algumas crianças adoecem mais do que as outras e demoram mais para se curar? Qual a razão além das particularidades imunitárias?
Nesse caso, para um observador mais atento, não é difícil perceber que alguém da família “lida mal” com a doença, com o sofrer, ou tem uma relação doentia de apego à criança. O que o médico da família pode fazer? Tudo no tempo adequado - Caso já esteja nesse patamar de percepção; passo a passo deve orientar os familiares a perceber e a influência da realidade energética; mas com muito cuidado; pois apenas falar pode conduzir os responsáveis à culpa.
Médicos da família devem estar atentos ao lidar com as novas crianças e sua família; pois seu papel pode mudar o futuro de todos, em mais sentidos do que possam imaginar, hoje. A responsabilidade do profissional que realmente trabalha em prol da saúde integrativa é vital; pois curar doenças agudas de pneumonias a meningites, passando por cirurgias e transplantes têm tanta importância quanto a tarefa de mudar o curso da evolução da qualidade de vida dos pacientes. A medicina deve desmaterializar o raciocínio com a mesma rapidez com que tudo hoje flui no campo da tecnologia.
Apenas como diversão da lógica:
Uma das vantagens do médico da família é a PREVENÇÃO.
Prevenir é atitude mais simples, inteligente.
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