CUIDADO COM O MEDO DE SENTIR MEDO
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
EM 2025 COLOQUE A ANSIEDADE NO SEU DEVIDO LUGAR OU ELA TE
COLOCA ONDE NEM DÁ PRÁ IMAGINAR AINDA...
Em tempos acelerados e acelerando duas emoções importantes saíram
do controle: ANSIEDADE E MEDO.
Qual terá sido a causa?
Quem será que soltou o boato
que estamos aqui apostando corrida?
Essa forma de viver no corre-corre
que encontramos desde o nascimento pode receber de forma mais ou menos
subliminar uma forte carga de angústia; pois traz consigo uma mistura de medo,
ânsia e insatisfação negativa - que logo se transforma em sofrimento e doenças.
Essa emoção vitaminada pelo
excesso de informações inúteis e somada às expectativas pessoais e externas, é
capaz de nos afetar muito.
Ou EDUCAMOS a ansiedade ou ela
nos incapacita?
Em tempo:
Assim como nenhum remédio
mágico vai nos curar nem emagrecer; resolver o problema da ansiedade doentia
exige: pensar, sentir, agir e ainda do aval do tempo...
Costumo informar aos pacientes
que me procuram que é possível EDUCAR A ANSIEDADE de forma simples e alertar que
a ajuda externa e medicamentos irão ajudar por tempo cada vez mais curto.
Receitas muito antigas e simples também funcionam desde que
praticadas; por exemplo:
Quando
um Mestre nos receitou viver com simplicidade; parcimônia; e sensatez; Ele
estava nos alertando para os perigos da aceleração dos desejos sensuais e do
egoísmo; da ânsia, ansiedade:
Angústia;
aflição; grande inquietude; impaciência; sofreguidão; avidez de consumo: marca
registrada da sociedade atual.
Qual
sua receita?
Será o que eu estou pensando?
terça-feira, 10 de dezembro de 2024
TURISMO INTERNO – CUIDADO COM OS ROTEIROS GENÉRICOS
A cultura e a educação estão assentadas em interpretações que são repassadas de geração a geração.O momento atual está a exigir das pessoas reformas para participar da vida com dignidade: flexibilidade, reciclagem, simplicidade, honestidade e respeito.
Velhos conceitos e interpretações devem ser reciclados ou até descartados pela reflexão e dentre eles:
SOFRIMENTO COMO CAMINHO:
A cultura do sofrer é um dos fardos pesados que carregamos nas costas na caminhada da evolução humana.
Mesmo nesta Era ainda é normal que a escolha de sofrer seja vista como fonte de progresso; normal; pois, é inegável que ela estimula e impulsiona as pessoas a discernir e tentar consertar o estrago provocado pelas escolhas mal-feitas. Antes escolher e de executar pouco se pensa; ou melhor; o comando é dos interesses e desejos mais imediatos como se os desdobramentos futuros fossem um tipo de ilusão perdoável sem reparação.
Um fator que contribui para que essa forma de ver a vida também é simples: muita gente vive às custas do sofrimento dos outros.
Essa cultura criou mártires que trazem para as suas costas todo o sofrimento dos outros,
A trilha do sofrimento não é o único e muito menos o melhor caminho possível para se atingir um estado de humanização mais adequado.
Sofrer é atitude que pode ser explicada assim:
- Não se responsabilizar pelas consequências de escolhas anteriores.
- Revoltar-se, e não aceitar os fatos do presente.
Verdadeira birra de criança. O fluxo da vida não dá a mínima para nossas birras e criancices psicológicas. Ela tem a eterna paciência de aguardar até que o “bora consertar” substitua o piti de consciência.
- Querer reter para si o que não lhe pertence: pessoas, bens, posses etc. O apego ao que não nos pertence ou o sentimento de posse são focos importantes de sofrimento.
Melhor escolher outros caminhos de turismo interno?
Afinal há tanta beleza oculta nas paisagens do nosso mundo íntimo a serem descobertas e exploradas...
Bora fazer as malas da reflexão?
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
AS SEMENTES COSTUMAM TER NUTRIENTES MAIS IMPORTANTES DO QUE
AS FRUTAS E LEGUMES E AJUDAM A NÃO SE TORNAR UMA PESSOA “ENFEZADA”
Além de vários fatores como ingestão de fibras, hidratação
adequada, atividade física, hábitos e características da personalidade, devido
ao alto teor de tóxicos químicos contidos na dieta atual o correto esvaziamento
do intestino é absolutamente necessário; as sementes ou “caroços” têm a
importante função de facilitar o trânsito intestinal, ajudar a manter a
integridade da parede dos intestinos e lubrificar o bolo intestinal. E
facilitam eliminar restos de metabolismo que ficam estagnados nos vasos
sanguíneos e nos tecidos daí ajudam a manter o sangue limpo, melhoram a
circulação. Com uma melhor irrigação cerebral, diminui o desgaste e o cansaço,
e como consequência: o raciocínio e a memória se fortalecem.
Com a ingestão de sementes,
caroços e talos muitos nutrientes como: enzimas, fito/hormônios e antibióticos
naturais são incorporados naturalmente ao organismo facilmente, gerando lucro
existencial; pois daqui em diante toda escolha deve dar o divino lucro em
vários quesitos e nesse caso a nutrição ajuda na cura de distúrbios já
instalados e evita que novos problemas surjam.
As sementes têm a propriedade
calorífica de amornar o corpo evitando uma série de problemas decorrentes do
frio interno, que se agrava em virtude da maior parte dos alimentos que as
pessoas consomem terem as suas condições de produção e de conservação artificiais:
estufa, geladeiras, agrotóxicos, conservantes, corantes, emulsificantes etc.
No popular uma pessoa
“enfezada” com comportamento alterado representa uma pessoa cheia de fezes e
noutra analogia a dificuldade de “evacuar sentimentos” remete à figura do
intestino como segundo cérebro daí que pode intervir no comportamento de forma
regular ou ocasional.
APRENDA E ACOSTUME-SE A COMER SEMENTES
E CAROÇOS; NÃO DESPERDICE A MELHOR PARTE DE MUITOS ALIMENTOS...
sábado, 7 de dezembro de 2024
CONVITE AOS AMIGOS PARA PALESTRA NO LANÇAMENTO DO LIVRO
ANATOMIA DAS ESCOLHAS DO AMOR DO PERDÃO – ED. VISEU
ÀS 17 H no plenarinho da CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO BERNARDO DO
CAMPO
Praça Samuel Sabatini, 50 – Centro – São Bernardo do Campo
Assim como é impossível separar saúde, doença, cura,
existência:
Tal e qual faço na minha rotina de trabalho como médico de
família há 43 anos, falaremos aqui a respeito de um trio de Leis da Vida, que
se encontram dissociadas no cotidiano do pensar-sentir-agir em forma de
conceitos e crenças e devem ser integradas na Arte de Viver, pois se conectam e
determinam nossa qualidade de vida, sanidade, doença, cura.
Tratamos de escolhas e seus desdobramentos nas interações;
amor e perdão.
Somos hoje o resultado das escolhas que fizemos ontem e
seremos amanhã o efeito das escolhas que estamos a fazer...
Esperamos colaborar para que não usemos o livre-arbítrio de
forma mágica, sobrenatural e pouco responsável, criando tantos “nós cegos na
evolução”, tão difíceis e dolorosos de desatar.
Acreditemos ou não, somos seres interativos e interligados;
daí, ao final, importa que não digamos mais que nossa vida apenas a nós
interessa, que podemos fazer dela o que bem entendermos e os outros não têm
nada a ver com isso.
Esperamos alertar para o uso da liberdade com
responsabilidade, pois toda escolha gera consequências ou efeitos que se
espalham em tudo e em todos, irremediavelmente. Algumas geram alegria, outras
tristeza.
Alertamos para a lei de retorno e a lei de causa e efeito.
Ressaltamos a lei de trabalho e progresso.
Recordamos a lei da relatividade na responsabilidade.
A mais importante das leis, a do amor e da caridade, não foi
esquecida.
Batemos na tecla de vigiar sem descanso o ato de pensar,
pois isso é que nos torna um ser criativo.
Exaltamos a liberdade, pois ela nos endeusa. Escolher
implica fazer uso da liberdade.
Deixamos claro que a evolução é responsabilidade de cada um.
O conceito de interatividade ou progresso coletivo, atrelado à responsabilidade
pessoal, foi o tema da nossa conversa.
Escolher pelo outro é intromissão indevida. Permitir que os
outros escolham por nós, também. Quem não se permite escolher não é livre. O
amor é liberdade. Quem não é livre não ama.
Vamos conversar e interagir nas redes sociais a respeito da
anatomia – fisiologia e patologia das escolhas - amor – perdão.
BEM-VINDOS
Vamos papear e aprender juntos.
SUA PRESENÇA SERÁ MOTIVO DE ALEGRIA
Dr. Américo Canhoto
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo









Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma explicação lógica, um fato palpável; hoje, boa parte dos que se sentem dessa forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.
A sensação de que nós ficamos mais lentos; nos deixa assustados e sentimos dificuldade para cumprir com afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...
Primeiro a mente dispara, o cérebro não obedece ao comando de parar e as idéias nos atropelam; daí travamos.
E já estamos travando de muitas formas.
No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem claros motivos.
No campo psicológico, tristezas, medos e angústias inexplicáveis.
O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.
Por que tentar desistir da incrível da aventura de viver?
Estaremos frustrados, desalentados, enfadados, entediados?
Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que vai dar?
Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.
Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.
Qualquer situação pode ser observada por focos sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.
Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas; mas a resolução definitiva do problema dá a impressão de distante; pois está centrada num diagnóstico incompleto.
O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.
Exemplo: nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para trás, de não gozar mais do que os outros...
A forma de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta.
Inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico e o medo gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.
Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; sair exige trabalho.
Detectar as prováveis vítimas do pânico é muito fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas...