sábado, 8 de dezembro de 2012

Os mistérios da língua...





    Depois da boca e dos lábios; nossa próxima parada na viagem pela nossa intimidade física e psicológica:

    Na boca fica a língua que no ato de comer tem muitas finalidades; tais como a percepção da temperatura e de sentir o gosto dos alimentos. Além disso, é uma espécie de porteiro subordinado à mente que deveria selecionar: quem ou o que, pode adentrar na intimidade do nosso ser.

Para que serve a língua?
 
  A língua como órgão figurado ou concreto, é um aparelho de incrível utilidade na evolução humana.

    Será que nossos defeitos de caráter podem “impressionar” nossa língua física?

    O que nos mostra a língua concreta, materializada na frente do espelho?

    O que uma língua saburrosa, branca, amarelada ou esverdeada quer nos dizer?

    Pode seu aspecto nos mostrar problemas em órgãos tão distantes quanto o rim e o fígado?

    Rachada, fissurada, exfoliada, ela sinaliza o que?

    Pode estar nos alertando quanto a ganância, impaciência, cólera, inveja?

    O que sinaliza um câncer de língua?
    Será que nos especializamos em colocar uns contra os outros?
  
    Não é nossa tarefa neste pequeno estudo, distinguir nem definir quem se relaciona com o que.
Mas:
Vale a pena conhecer o que nos mostra a medicina chinesa sobre as informações que o aspecto da língua fornece com relação á nossa saúde.

E para decifrarmos os ditos populares:
Língua de trapo.
Língua venenosa.
Língua grande; etc.

Namastê.

sábado, 1 de dezembro de 2012

QUE FALTA FAZ A EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE



QUE FALTA FAZ A EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE

    No tipo de cultura que vivemos as pessoas apenas conseguem relacionar doenças a fatos escabrosos da dieta.

    Quando o sujeito se empanturra, vomitando, apresentando dor de estômago, diarréia; na ingestão de alimentos contaminados ou infectados; nesse caso, relacionam com dieta. Alguns até já relacionam seus hábitos alimentares com doenças bem trabalhadas pela mídia como: o consumo de açúcar e diabetes; a ingestão de gorduras com a elevação do colesterol; o consumo exagerado do sal com a hipertensão, etc.

    SE VOCÊ É O QUE COME...

    É possível saber muito a seu respeito observando como se alimenta.

    Nunca é tarde para começar a prestar atenção.

sábado, 3 de novembro de 2012

NÃO QUERO SER O CENTRO DO UNIVERSO





Filhocentrismo?

     O filhocentrismo lembra a superproteção; mas é importante saber distinguir uma da outra.

     Pais superprotetores sempre houve; incapazes de serem objetivos e coerentes.

     As figuras do filhocentrismo são mais recentes, inseguras e atordoadas na sua condição de pais; por uma realidade que se modifica muito rápido; sentem-se pessoalmente culpados por não poderem reproduzir para seus filhos a vida que tiveram ou que gostariam de ter tido em criança.

     Exteriormente suas atitudes podem ser parecidas.
     Mas os filhocêntricos se anulam e se vêem incapazes de dizer não ao filho; de estabelecer limites; de sinalizar o espaço da criança a partir de seu próprio espaço de pais; anulam-se sob o falso pretexto de amar demais.
E conspiram contra a construção da identidade dos filhos.
A criança passa a sentir-se o centro do Universo; daí acha que tudo quer; tudo pode e torna-se um “aleijão ético/moral” como tantos que vemos por aí cometendo grandes desatinos.

     Quando a criança passa a ser a principal razão de ser do casal; torna-se uma fixação, capaz de transformar-se em obsessão danosa a todos; pois é preciso que os pais zelem pela sua própria paz e realização pessoal. Até para que seus filhos saibam fazer o mesmo quando chegar a hora deles.

     O amor dos pais não é panacéia; mas crianças que crescem num ambiente seguro, com pais amorosos e lúcidos, aprendem a modular suas reações ao Estresse.

     Crianças que vivem relações emocionais estáveis estão mais protegidas contra os fatores estressantes do dia a dia.

Paiê!
Manhê!
Deixa eu crescer?

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Por que é tão difícil dizer: Não!




ÁS VEZES EU QUERIA TANTO DIZER: NÃO!
QUANDO EU DIGO: SIM!

    A arte da comunicação se aprende dentro de cada um de nós; e com tudo os que nos rodeia.

    Quando ouvimos o termo comunicação; logo nos vem á mente a imagem de duas pessoas conversando.

     Nós esquecemos que a principal forma de comunicação é a interna: nosso corpo mental se comunicando com o emocional, o astral e o organismo físico.
A falta de um diálogo baseado na verdade que liberta é uma das principais causas de doenças.

    A comunicação externa: também implica em qualidade de vida de forma intensa; pois, somos seres interativos e interdependentes em múltiplos sentidos.

    Na conversa com nossos botões, na comunicação interna o uso da palavra “não” deve ser bem fiscalizado.
Pois estamos acostumados a dizer o que queremos evitar; quando devemos dizer o que pretendemos atingir; o termo “não” nesse caso é limitante; diminui perspectivas, fecha portas; atrapalha realizações.

    Quando se trata de usarmos a palavra “não” em nossa vida de relações, o maior problema é o sentido de negação; que carrega consigo valores afetivos; impostos pelo sistema de crenças da educação tradicional: Se me é permitido; sinto-me amado; mas se; é negado não sou querido.

    Por que é tão difícil dizer a verdade?

    Namastê.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012


COMO CONSEGUIR UM MUNDO DE PAZ?

SE:
  
 A criança já nasce no meio de uma verdadeira batalha pelo poder de controlar os outros.

    Muitas vezes, já nascemos no meio de uma guerra entre a família do pai e a da mãe.
Avós disputando ferrenhamente para ver com quem a criança mais se parece, ou para ver quem fica mais tempo com ela no colo, quem dá os presentes mais caros.

     Na vida em família logo ao nascer já nos deparamos com uma competição muito forte.

     Para evitar as crises de ciúmes entre os adultos, a criança aprende a controlar e, ás vezes, até a bloquear manifestações de afeto para não sensibilizar uns e outros; e passo a passo deixa de ser espontânea.

     Pai e mãe disputam o controle do grupo familiar, usando todas as armas subconscientes de que dispõem, num jogo de vale tudo, que não percebem com clareza. Pois, não fomos treinados a adquirir consciência de quem somos, e de como nos comportamos frente às situações cotidianas.

     A criança logo aprende as regras do jogo, e começa a disputar de afetos a brinquedos com os que se tornam sem querer os maiores adversários de ocasião: seus irmãos.

    Ela aprende de forma subconsciente com os adultos que, vale quase tudo para controlar os outros ou para atingir seus desejos mais imediatos, etc. E, aplica isso com destreza nas suas brincadeiras e no seu dia a dia, no entanto, os adultos gostam de ignorar o que está á mostra; mas, que precisa de esforço para ser mudado; é mais fácil fingir que é apenas um momento, algo passageiro, coisa de criança (que levará às vezes a vida toda para se resolver do jeito mais difícil: via dor e sofrimento).

    O clima é de desastre, pois muitos da atualidade já nasceram com os pais em fase de litígio e de separação, às vezes, seu nascimento até é o fator que detona a separação; a desculpa que faltava para justificar.

    Nesse clima em que nascemos, fomos e, somos criados; é de se esperar que, a maior parte de nós esteja sempre se sentindo muito só; e até mal amados.

    E, se, um dia encontrarmos alguém com quem seja possível dividir nossas vitórias e derrotas íntimas já estivermos viciados em desconfiar dos outros, e já nos entregarmos na relação, com o freio de mão puxado; assistiremos novamente aos mesmos filmes:

FALTA DE AMOR – GUERRAS – VIOLÊNCIA - SOLIDÃO...

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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