terça-feira, 28 de setembro de 2010

ONDE NÃO DÓI? – Segunda parte

Na política do bem viver: Promessa é dívida.

Fiquei de dar algumas dicas para evitar o dodói do estresse crônico.

Requisitos básicos:

Desenvolver a capacidade de discernir:
Devemos tentar sempre antecipar a visão dos efeitos das escolhas, tanto na nossa vida quanto na das outras pessoas e no meio ambiente; pois, somos interdependentes e responsáveis uns pelos outros quer queiramos ou não: um dia em algum lugar, assumiremos o que fizemos ou ajudamos a fazer; nosso livre arbítrio é limitado pelo do outro; e o perdão da justiça Divina é a reparação, não o simples arrependimento.

Reciclar as fontes de alegria e prazer:
Muitos ainda usam a exacerbação dos prazeres dos sentidos como razão para viver: comer para adoecer, beber até comer desatinos, fumar, usar a sexualidade de forma desregrada; outros já sentem alegria e prazer em ajudar, felicitar.

Reconhecer o nosso destino:
Avaliando quem somos, como pensamos e nosso padrão de atitudes costumeiro com relação a nós mesmos e, com os que a vida traz de volta para interagir conosco, é muito fácil saber o que nos aguarda no futuro; cada vez mais rápido; desde que nos livremos das desculpas e das justificativas.

Possuir metas claras de vida:
Daqui em diante, os fatos mudam tão rapidamente, que uma simples dúvida pode custar muito em qualidade de vida.

Responsabilizar-se pelas escolhas e seus efeitos.

Aprender a decidir:
Qualquer decisão liberta

Cultivar a ética e a honestidade íntima.

Nunca pedir desculpas nem se justificar:
Senão, através da mudança de atitude.

Conhecer as leis que regem a vida.

Alinhar objetivos pessoais aos da vida:
de curto, médio e longo prazo às leis da vida.

Guiar-se segundo valores próprios:
já ajustados às leis naturais.

Avaliar se o que está sendo feito é o possível:
Alinhar o que pode e é capaz de fazer ao que está realizando.

Dar utilidade à existência.

Separar o que é nosso do que é dos outros.

Evitar realizar tarefas alheias.

Desenvolver seu conceito de justiça apenas fazendo aos outros o que gostaria de receber deles.
Respeitar as outras pessoas em todos os sentidos permitindo que possam desenvolver sua vida conforme as escolhas que desejem.
Manifestando sua opinião a respeito das coisas apenas quando for indagado, sabendo que a verdade não está com pessoa alguma; mas distribuída em toda a parte.

Estes são apenas alguns dos requisitos básicos para que nossa vida transcorra dentro de uma atmosfera de alegria e prazer.

VACINA CONTRA O ESTRESSE CRÔNICO

Para nos vacinarmos contra os sintomas do estresse crônico basta que aprendamos a nos contentar com o básico, o simples, o duradouro; se possível o eterno.
Fugir do sofisticado, caro, desnecessário, descartável é uma saudável política de vida. Não esperar nada dos outros ajuda muito.
Aprender a disciplinar as expectativas é um santo remédio.
Dicas práticas:
- Alongamento; principalmente para a coluna cervical.
- Prática da meditação.
- Reaprender a respirar.
- Preparar-se para dormir.
- Disciplinar os hábitos.

Para fases mais estressantes – chá de arnica, unha de gato e capim cidreira ou melissa pode ser de valia.
Mas, nada é bom para todo mundo; essa estória: é natural se não faz bem não faz mal, é conto de fadas.
Para 1 copo de água – 1 colher de chá de cada planta – ferveu desliga e abafa – tome dividido em 3 partes (3x ao dia) – não adoce.


Outras dicas: nos artigos do bloog a respeito dos efeitos dp estresse crônico.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

HOJE É DIA DE ERÊ

Nossa civilização está atrelada aos interesses comerciais sempre. Se até o natal é comemorado na data errada; porque o dia das crianças; não seria?

Dia 27 de setembro corresponde mais ao dia da alma infantil do que 12 de outubro.

ERÊ: Vem do yorubá iré que significa “brincadeira, divertimento”. Erês ou Ibejada são representantes da alegria, da sinceridade, da inocência e de tudo que é puro. Crianças são mestres nos puros conceitos de bem e mal; até mesmo quando contaminados pela atual educação (exu-mirim). Brincando e rindo curam os que estão ao seu redor.

A fala com as ‘Crianças’ é sempre cheia de brincadeiras e de “ingenuidade”, no entanto são profundas, sábias e altamente reveladoras; mesmo porque o que mais estimulam em nós é o autoconhecimento. Além disso, uma das suas maiores capacidades é nos fazer rir e é nesse riso contagiante que “eles” curam  nossas amarguras.
Tem gente nova nesse pedaço de universo.
Novos Erês cósmicos.
Vivemos uma acelerada fase de transição, caminhamos a passos largos para um mundo de regeneração. Por ser ela uma delicada e cirúrgica mudança de padrão vibratório que pode afetar toda a galáxia é necessária a presença das novas Ibejada.

Novos tipos de crianças estão nascendo por toda parte.

Não nos preparamos para recebê-las; o que gera muita confusão em nossas cabeças. A princípio, a família fica deslumbrada e orgulhosa por ter gerado um pequeno gênio, até tentam mostrar ás outras pessoas as incríveis habilidades das suas crianças. Mas, não demora; os pais sentem-se perdidos, pois aquela criaturinha fantástica tem idéias próprias, opinião própria, não aceita ordens incoerentes, enfrenta os adultos de igual para igual, quase lê pensamentos. O senso de justiça e de desenvolvimento ético – moral dessas crianças é extraordinário, porém elas podem ser corrompidas pela educação proporcionada pelos atuais adultos normais (Lembram-se do filme: Gremlins?).

Para que compartilhemos com elas nossas vidas com leveza e alegria como é o desejo da Fonte Criadora:

DEIXE DE SER INFANTIL E VOLTE LOGO A SER CRIANÇA

Cuidado:
Envelhecer não significa necessariamente tornar-se uma pessoa mais madura. Alguns seres humanos se assemelham a determinadas frutas: apodrecem, mas não amadurecem...

Observe como a maior parte dos adultos tem atitudes infantis no sentido de falta de maturidade. Preste atenção que os verá fazendo birra. Vigie que você vai se surpreender agindo como criança birrenta quando as coisas não correm conforme deseja.

Qual seria o motivo ou os motivos que nos impedem de amadurecer psicologicamente? (amadurecer não é envelhecer uma coisa é diferente da outra).

O que é a tal da maturidade?
Será que um dia, nós estaremos totalmente maduros?
O jeito mais fácil de entender a maturidade é enxergá-lo como um caminho a ser percorrido e não uma meta. Provavelmente nunca estaremos totalmente maduros.
Quando temos certeza de que não somos nem menos do que imaginávamos nem mais do que pensávamos ser. Quando percebemos com clareza que não somos nem melhores nem piores do que os outros. Que somos apenas nós mesmos, desse ponto em diante começamos a amadurecer.

Como não virar um adulto com atitudes infantis?
O primeiro passo é não acreditar totalmente nos valores da sociedade dos adultos. A maioria vai tentar te passar o conceito de que para atingir maturidade é preciso ralar na vida, apanhar bastante, errar muito para aprender e coisa e tal.
Não é totalmente mentira; nem absolutamente verdade, as pessoas não percebem; mas estão apenas justificando sua inabilidade.

Parece a coisa mais difícil de ser atingida a tal da maturidade; mas, não é.
Um dos primeiros passos é ficar ligado, vigiar muito, para assumir todas as conseqüências das escolhas que fizer e das atitudes que tomar. Isso se chama responsabilidade.
Não há desenvolvimento da maturidade sem o paralelo desenvolvimento do senso de responsabilidade. Primeiro sobre si mesmo, seu corpo, sua vida sua existência. E depois sobre o corpo, a qualidade de vida do próximo e a sanidade do meio ambiente.
Não assumir, desculpar-se, culpar os outros, jogar nas costas do destino, da sorte, do azar, aí está o maior foco da doença chamada criancice cretina cujas filhas são a mentira e a desonestidade.

“Entra por um ouvido e sai pelo outro...”
Uma das mais belas e necessárias qualidades infantis é a audição seletiva. As palavras e a informação entram por um ouvido e saem pelo outro.

A cada dia que passa é necessário que cada um resgate a criança íntima que mora dentro de nós. Nosso lado criança passa a assumir um papel dos mais importantes na vida contemporânea.

Voltemos a ser Erês ou Ibejadas – mesmo que ás vezes nosso exu-mirim tome a frente; pois, ele é muito importante na conquista da nossa felicidade.

Salve todos os magos cósmicos que na figura de crianças eternamente nos apontam o caminho da sinceridade, da clareza entre o bem e o mal, da alegria espontânea.

SALVE TODOS OS ERÊS...

FELIZ ANIVERSÁRIO MARQUINHOS...

Quem nasce nesta data comemorativa está sempre no meio de boas vibrações e energia.

domingo, 26 de setembro de 2010

PROJETO DE VIDA – parte 3

Quando se trata de posicionar escolhas no dia a dia; nosso lado infantil folgado assume o ego e toma conta do pedaço.
Eu me mando! – Eu mando ni mim!

Mas; já parou prá pensar:
Quem é esse eu?

QUEM É O CHEFE?

A essência deste nosso bate – papo e dos dois anteriores, está na resposta a essa questão fundamental.
Para nos posicionarmos corretamente frente aos acontecimentos que estão por vir; é preciso respondê-la com sinceridade e inteligência: simplicidade.

Antes, de tentar definir quem é o gestor de nossa vida; estudemos, lendo e relendo, criticando, concordando a respeito das várias criaturas que habitam nossa consciência - assumindo nosso lado mais primitivo; se, for o caso.

Preste bem atenção.
No animal –
Não existe luta íntima pelo poder.
O comando é do instinto, sem luta e sem discussão.
Perfeito Jardim do Éden:
Se, tem fome come ou busca comida;
Se, tem sede bebe;
Se, é o momento de procriar, procria;
Se, é atacado, foge ou se defende;
Os objetivos de vida são ditados por sábios instintos.

No troglodita –
Acabou a brincadeira:
O comando dos instintos já sofre a concorrência da emoção e da busca do prazer; aí, já há luta; crises: pecado original e outros conflitos que plantam nos nossos arquivos subconscientes.
Um não cede facilmente o comando ao outro; o que acaba virando briga. Nessa, como em qualquer outra; não há vencedores nem vencidos; ás vezes, quem perde ganha, noutras quem ganha perde.
O desfecho desse Divino quebra - pau íntimo e interativo é o desabrochar da capacidade de escolher; pajeada pela ética com seus conflitos renovadores; ajudada pela angústia, ferramenta que vem junto com a capacidade de discernir entre polaridades para fazer boas escolhas ou não.
O troglodita guerreia mais na relação com os iguais e com o meio ambiente do que consigo mesmo.
Ainda pouco sofre na sua intimidade onde o bicho predomina; a razão mal desenvolvida carrega uma ética incipiente que ainda pouco angustia; pois a consciência crítica de si mesmo também é pouca; daí se consome, guerreia, mata, estupra - já mais inteligente: mente.

No ser humano –
O comando começa a ser da razão.
Razão, inteligência, capacidade de discernir começa a delinear-se a criatura estilo pacificador. Conquista essa, conseguida através da dor ou do amor.
Nós somos a expressão máxima da lei de trabalho – somos o que nos fizemos por ser.

Inevitável, alguns desvios que precisam ser corrigidos:
Fé religiosa. Sistemas humanos de crenças. Merecimento sem a contrapartida do esforço. Milagres gratuitos baseados no crer por crer. Sorte. Azar. Destino. Sobrenatural...
Tudo isso, espelha nosso estado de pouca maturidade coletiva.
Conquistemos juízo, pois: antes que se conquiste a paz de espírito há luta; muita briga íntima com seu sofrer, aflições e dores de todos os tipos – ou não; tudo depende do método escolhido para aprender.

No candidato a ser humano:
Instinto, razão e emoção ainda pouco concordam.
É comum que a emoção subverta os instintos na busca do prazer a qualquer custo.
Uns e outros se aliam contra a razão, que representa nosso ser pacificador interior.
A falta de integração entre os elementos que compõe nossa personalidade e caráter faz aumentar a angústia; intensificando as reações do estresse crônico e doentio.
Que sendo contínuo; deprime, leva ao esgotamento.

Neste jogo de interesses íntimos para ver quem é o chefe; é quase que inevitável que haja: briga; crise.
Isso parece ruim; mas não é; pois proporciona à razão reassumir o comando por breves instantes; depois da guerra vem a bonança; até à próxima crise; e assim sucessivamente, até que a paz de consciência se instale.
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Percebeu a importância de saber quem é o chefe?
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De deixar bem claro quem define as atitudes cotidianas?
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Nas suas, quem dá a ultima palavra?
O instinto?
A emoção?
A razão?
Ou já se trabalha em equipe?

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Não diga que se deixa levar pelas idéias e desejos externos – Quem anda na sua vida são os outros?

Definir a posição de chefia íntima; pode redefinir nossa trajetória na existência (anote e guarde esse conceito nos seus arquivos mais profundos).

Até a próxima.
Continua?

Tem artigos novos nos nossos outros bloogs:


ME ENGANA QUE EU GOSTO
http://menganaquegosto.blogspot.com

A ARTE DA BOA MORTE
http://artedaboamorte.blogspot.com


EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO
http://educarparaummundonovo.blogspot.com

SAÚDE OU DOENÇA; A ESCOLHA É SUA
http://saudeoudoenca.blogspot.com

RH DO FUTURO
http://reengenhariahumana.blogspot.com

JOGOS DE AMOR
http://jogosdeamore.blogspot.com

PEQUENOS DESCUIDOS: GRANDES PROBLEMAS
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com

CONSTRUINDO A FAMÍLIA DO FUTURO
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com

QUEM AMA CUIDA
http://adietacomorecursopedagogico.blogspot.com

A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
http://areformaintimacomecanoberco.blogspot.com

Assunto da hora:
PLANOS DE SAÚDE ATRAVESSANDO A RELAÇÃO MÉDICO E PACIENTE – no http://saudeoudoenca.blogspot.com

Estou com dificuldade para enviar a todos os amigos – melhor, para quem se interessar receber direto; via seguidor.

sábado, 25 de setembro de 2010

ONDE NÃO DÓI? - Primeira parte

Vivemos na Era do (com) dor, em razão da nossa postura frente à vida e seus valores.

Postura: dentre muitas velhas e novas colocações da comunicação; a definiremos como forma de pensar, sentir e agir que se materializará no corpo físico como atitude ou postura corporal.

Inquietude física: ranger de dentes, sobressaltos, espasmos musculares...; não conseguimos mais relaxar, nem durante o sono. Ossos, músculos, tendões, ligamentos, toda a estrutura de sustentação do corpo humano no estresse crônico permanecem em tensão e rígidos o tempo todo, e depois de algum tempo, é normal que as inflamações comecem: tendinites, L.E.R, bursites, artrites, artroses, fibromialgia, etc.

Não se trata de fibromialgia da dona Maria das dores.
Certa vez uma moça levou um tombo, e no outro dia ficou apavorada; pois, todo lugar em que ela punha o dedo, doía muito; começou a chorar e a se lamentar: - estou perdida; como vou viver com tanta dor no corpo inteiro - levada ao médico, explicado o caso, ele a examinou, e disse: - fique tranqüila, a senhora apenas está com o dedo quebrado.
Seria muito reconfortante se no caso das nossas dores prá tudo quanto é lado; nós estivéssemos apenas com o sentidomêtro quebrado.

A Era do (com) dor foi uma lenta construção dia após dia, acontecimento após acontecimento e, depois de algum tempo surgem os resultados, no caso, os sintomas. Não é um quadro agudo.

Tanto no corpo físico quanto na parte psicológica e ética: as pessoas deitam e despertam já cansadas, com o corpo todo dolorido. Isso não é novidade, para alguns esse problema não é recente. O esperado é que piore; pois a maior parte de nós vai continuar com o mesmo tipo de vida - não se trata de uma visão pessimista; mas sim, realista.
Todos os que hoje já se desesperam e se revoltam com suas limitações e dores; começam a perceber que a ação da medicina a cada dia torna-se mais limitada - o alívio que os remédios proporcionam é cada vez menos intenso e o tempo de duração do efeito é cada vez menor.

Ao menos numa coisa essa situação atual nos conforta; quando Jesus disse que no final dos tempos haveria dor, choro e ranger de dentes; logo ficamos imaginando o final de tudo, um desastre a lá filmes como 2012 – mas, não; talvez o que ele previu foi apenas fibromialgia, bruxismo, peripaques, transtorno bipolar, crises histeria, depressão, pânico – tudo resistente a tratamentos.
Ufa!
Que alívio!

Não adianta ficar dizendo que viver assim é melhor morrer – isso mata lentamente – melhor ir se acostumando – afinal, a gente se adapta e acostuma com tudo. Apenas cuidado para não exagerar e começar a dizer: Aí, que dorzinha gostosa! – Aviso, algumas fofocas espirituais dizem que do jeito que saímos daqui chegamos lá no Além – então quem sair daqui com dor vai continuar com ela – daí; melhor procurar resolver o problema antes de ir para o outro lado.

A investigação médica ficou mais fácil; hoje, o médico pergunta ao paciente: - Diga onde não dói!
Outro aspecto positivo é que melhora a relação entre as pessoas: vai começar o troca - troca de massagens. Você faz nimim – depois, eu faço nossê! – claro que alguns só vão querer receber e não vão querer dar; coisas da natureza humana.

Solução?
Depois a gente conversa. Mas, pelo amor de Deus – não vá quebrar o dedo para mudar o foco da dor; pois não resolve.
Pode começar alongando; tanto a musculatura quanto a mente e o coração...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A ERA DO DEUS DINHEIRO - DESMATERIALIZADO

Em universos de dualidade é necessário criar sistema de valores.
Em mundos de 3D, é esperado que esses valores se materializem em objetos raros, metais, preciosidades.
No mundo contemporâneo o sistema de valores está organizado em complexos sistemas convencionados, como o atual sistema monetário: os valores se materializaram como papel; garantidos por objetos e poder para sustentar o sistema.
O antigo bezerro de ouro foi transformado em bezerro de papel, contudo, ele está se tornando virtual; etéreo.
Se já era complicado para nós lidar com valores amoedados físicos; nossa relação com o dinheiro virtual pode se mostrar caótica, em virtude, da pobreza de ética cósmica e da falta de valores humanos que representem o sistema como um holograma.

Nosso assunto de hoje, é o valor que damos ao dinheiro e à falta dele.
Como em muitos outros importantes aspectos da vida, nós lidamos com o dinheiro de forma esquizofrênica.

Esta mensagem me caiu nas mãos e me fez repensar alguns paradigmas quanto ao uso do dinheiro e sua importância em nossas vidas.

“Abençoa o dinheiro para que o dinheiro te abençoe.
Em verdade, não temos nele a vida, mas em si mesmo se erige por valioso sustentáculo do progresso sobre o qual a vida se aperfeiçoa.
Não é o amor, entretanto, suscita a simpatia e o reconhecimento em que, muitas vezes, o amor aparece em fontes de luz.
Não é saúde, todavia assegura o medicamento que combate a enfermidade.
Não é paz, contudo, é fator de equilíbrio, promovendo o trabalho ou extinguindo muito dos débitos que atormentam o espírito.
Não é a felicidade, no entanto, pode criar a felicidade a nosso favor, através do bem que é capaz de esparzir.
Talvez, dirás com amargura de quantos viste no resvaladouro da delinqüência por não saberem usufruí-lo com segurança e proveito.
De nossa parte, porém, tomamos a liberdade de perguntar se conheces todo o inventário:
Das dores que o dinheiro suprime; das lágrimas que enxuga; das aflições que desfaz; das empresas culturais que sustenta; do reconforto que espalha; das esperanças que semeia; das boas obras que realiza; das vidas que salva; dos suicídios e delitos outros que consegue evitar; das indústrias que incentiva e mantém; das inteligências que aprimora; ou das bênçãos de alegria que distribui.
Não censures a fortuna amoedada e nem condenes aqueles que a conservam. Carregando responsabilidades e dirigindo-se a fins que ignoramos.
Na Terra, o dinheiro é uma alavanca que a Divina Providência nos coloca nas mãos; manejando-a, tanto se pode marginalizar o coração nas trevas quanto edificar o luminoso caminha para a Vida Maior.
Dinheiro, em suma, vem de Deus, mas é forçoso reconhecer que a aplicação dele vem de nós”.
Pelo espírito Emmanuel – psicografia de Francisco Cândido Xavier – Livro: Caminho Verdade e Vida – Ed. FEB.

Se aprendermos o real valor do dinheiro, nos será possível criar um mundo melhor, mais ajustado aos valores reais da vida:

VIVE RICAMENTE

Quem é rico não precisa de nada que não seja seu.
Se fores pobre, se tiveres feito poucas conquistas humanas cobiçarás o que não te pertence. Para não invejar a paciência do outro, desenvolve a tua. Para tu não ficares dizendo que Deus brindou o outro com a doçura trabalha duro para que também a conquistes...

Analisa bem o que; e de quanto precisas; para que possas viver ricamente. É possível que seja bem menos do que imaginas.
Não te esquece deste sábio conselho:
“Rico é aquele que tem poucas necessidades”...
Para que se viva ricamente é preciso cultivar a simplicidade de ser capaz de viver com o mínimo necessário. Somente assim dominaremos tanto a vida com parcos recursos quanto a vida com muitos recursos ou abastança.

No terreno do afeto, aprende a nunca esperar nada de pessoa alguma, até porque ninguém tem a obrigação de nos dar nada; nós ao contrário, é que temos obrigação de darmos aos outros; o que de melhor possuímos para alcançar a riqueza do eterno retorno.

Aprender a separar o que é nosso do que é dos outros é uma condição essencial para que possamos viver ricamente.

Não cries necessidades desnecessárias que complicarão a tua vida.
Aprende a não gastar o que ainda não ganhastes.
Não te comprometas com créditos que ainda não possuis.

Em se tratando de riqueza relacionada com dinheiro; não te esqueças de analisar-lhe a origem; pois, na contabilidade da lei de causa e efeito, do banco cósmico da vida, nada se perde; tudo se transforma: riqueza amealhada indevidamente transforma-se em miséria a ser usufruída em breve futuro...

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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