Numa época de vida a mil por hora; não há verniz social que resista aos conflitos de interesse nem sempre explícitos e percebidos. No corre – corre do dia a dia torna-se complicado entender o não ir com a cara do outro sem motivos aparentes. Fica difícil responder a nós mesmos perguntas do tipo:
- O que fiz para essa criatura agir assim comigo?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
- Nunca vi essa figura mais gorda ou mais magra – nunca conversei com ela; mas, sei que ela não gosta da minha pessoa; nem eu dela!
Os iguais não se bicam; personalidades semelhantes tendem a se repelir – não é fácil encarar de frente nosso lado escuro; nossa forma de ser e de reagir mais negada. A aparente dificuldade é pelo fato de tentarmos esconder uns dos outros; tendências; impulsos; predisposições; que não são bem vistas; pelo grupo social a que pertencemos.
O desconforto na interação, é porque elas nos desnudam; e isso, nos amedronta.
Ao tentar camuflar características; o medo de sermos descobertos; julgados; criticados nos causa desconforto; tal e qual fazemos com os outros. Daí que, quem mais tromba conosco; tem uma personalidade que é a nossa cara.
Na psicologia chama-se essa postura de Projeção.
Costumamos medir os outros; com nossa próprias medidas; com nossa régua. Nós nos projetamos em algumas pessoas; o que funciona como repelente; pois, imaginamos que sintam por nós; o que sentimos por elas. O temor de que são capazes de atitudes que nos prejudiquem nos assalta; quando nós é que podemos lesá-las.
Quem se encontra atento; pode usar a projeção como valioso recurso de auto – conhecimento para formalizar um trabalho de reciclagem do lixo da sua personalidade.
Nem é preciso ajuda externa; basta observar. Á vezes; o que mais detestamos no outro; pode muito bem estar em nós. estamos nos projetando.
Sempre que isso acontecer é bom questionar com nossos botões:
Essa pessoa não vai com a minha cara? – Ou, eu que não vou com a dela? – No começo é complicado; pois como é um tipo de identificação negativa; quase sempre é negada pelo nosso ego.
Dica da hora:
Uma das características mais presentes nesses relacionamentos é a inveja; um sentimento que a maioria de nós tem e nega; ele torna essa identificação; muito negativa. Quando o santo não bate com o do outro; é preciso checar se há na jogada: inveja; ciúmes; orgulho ferido.
Parte do processo também pode ser explicado pela física: ondas, vibrações, reflexão, sintonia, ressonância.
Somos emissores e receptores de ondas mentais - Quer tenhamos consciência ou não; pensamos, sentimos e agimos sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético. Que se irradia de nós e, interage com o dos outros. Essa interação gera sensações boas ou ruins. Prazerosas ou não. Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos dizendo; que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais, é um fator bem comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Quem sabe um dia será possível dizermos a respeito dessas pessoas: em tal lugar há uma pessoa que era a minha cara...
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
TRABALHO - ESMOLA OU REPRESSÃO?
Diz um amigo meu racionalista de carteirinha que sou um cara muito “cabaço da ética”. Não sei se fico ou se vou... Sua teoria a respeito do “cabaço cósmico”; a explicação sobre quem inventou esse artefato físico de pureza e dignidade é Nibiruana, hilária e desconcertante; falaremos sobre ela qualquer dia destes.
Só para ilustrar; eu vou contar um episódio que se repete há bem uns 5 anos. Termino minhas atividades de trabalho em SBC e depois as atividades do nosso grupo de apoio mútuo espiritual em torno das 22hs; meu trajeto de SBC a SP, passa pela Av. Do Estado – ali pela altura do Ipiranga fica uma senhora numa esquina com uma criança nas costas, pedindo esmolas; aliás, de uma forma bem agressiva; pelo tempo decorrido, a criança (teoricamente seu filho ou filhas) deveria estar quase do tamanho dela; mas, é sempre uma do mesmo tamanho – já pensei inúmeras vezes em pedir ajuda ao Conselho Tutelar – e fico naquela de avisar a primeira viatura da PM no caminho; duas vezes até tentei; mas, os policiais colocaram tantos empecilhos que desisti.
Confesso que até hoje não me decidi se intervenho a favor da criança que está sendo explorada; ou se deixo que as coisas continuem como as pessoas acham que vale a pena.
O drama da caridade:
Esse é um assunto interessantíssimo; que trago para discussão através da Lei cósmica do trabalho.
PROPORCIONAR TRABALHO É CARIDADE?
Trabalho, fator de inclusão ou de exclusão?
O trabalho como fator de incluir o excluir do mercado da vida contemporânea, sempre está presente no day by day do nosso cotidiano.
A origem da exclusão:
Desde o princípio da evolução do ser humano, em todas as épocas, as pessoas se incluem ou excluem. Imaturas e preguiçosas tornam-se inúteis para o mundo e para a época em que vivem; e que geram nos outros que já buscam progredir; sentimentos contraditórios no ego exacerbado como a compaixão e a repulsa; pois, despertados pela miséria do que se excluíram ou foram ajudados a se excluir, oscilam entre a esmola e a repressão.
Em tempos idos, a consciência de inutilidade e de imprestabilidade dos excluídos, parecia ter sido superada pela Revolução Industrial ou o nascimento de uma nova civilização de trabalho para todos capaz de integrar todos os excluídos, todos os marginalizados por meio do salário, com direitos garantidos e maior proteção social, já que os objetivos de vida eram ainda muito primários para um ser humano: reproduzir, comer, abrigar-se, possuir, mandar, gozar...
É pior ser explorado ou ser excluído?
O que se observa agora na sociedade pós-industrial é que a situação é muito mais dramática que a dos explorados de antes. Hoje, os excluídos nem mais são explorados, já que inexistem socialmente, não apenas por escassez de trabalho, mas por excesso de trabalhadores de má qualidade, segundo as leis da evolução, são mantidos por bolsas auxílio.
Um fato nada novo; apenas acelerado pela rápida globalização, é que muitos estão se excluindo do mercado de trabalho por visível falta de qualidade pessoal para os dias de hoje, pela recusa em ler nas entrelinhas do cotidiano os sinais dos tempos. Preguiçosamente, acomodaram-se, agora estão inadequados: bolsistas explorados pelos novos senhores do poder...
A globalização é uma centrífuga:
No momento, vivemos e assistimos a uma profunda crise de civilização, onde, vertiginosamente, tudo se mistura, desde os antigos e nunca resolvidos problemas de miséria física: dos excluídos de comer, de morar, de vestir, de ter assistência à saúde, aos também antigos, e não resolvidos problemas de miséria afetiva e moral: dos excluídos de afeto, carinho, respeito, dos órfãos de pais vivos etc. Isso, somado à miséria de objetivos existenciais que geram um sentimento confuso e difuso de mal-estar com a sociedade de consumo, com a mercantilização de tudo e, a pressão para competir contra tudo e contra todos, exacerbada, sem sentido, e condenada a se esgotar hora menos hora, criando a figura dos que se excluem por: medo, covardia, angústia, estresse, depressão e até por pânico...
Por tudo isso, estamos atordoados. É como vivenciar as emoções e as angústias de um trabalho de parto. *Assistir (melhor seria, no sentido de participar, de ajudar a si e aos outros) ao nascimento de um novo homem com novos valores, novos objetivos, e, quem se recusar a participar ativamente, tanto num como noutro sentido, sofrerá e terá morte temporária; pois não renascerá para os dias de hoje... Ficará morto-vivo, “enterrado” no tempo das novas eleições.
Esse novo homem “renascido” não espera, nem perde por esperar, não fica assistindo a vida passar. Não se contenta apenas em reagir, quer também agir; mais que ator, quer ser também autor do próprio destino e do destino de todos, pela ação e pelo exemplo.
Ainda não defini o que fazer com meus medíocres poderes de mudar algo. Espero que os amigos me brindem com suas descobertas a respeito do que fazer.
Para quem gosta de pensar visitem os últimos bate papos em:
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
GENTE ESTILO AMOSTRA GRÁTIS.
http://artedaboamorte.blogspot.com
DEIXEM OS MORTOS ENTERRAREM SEUS MORTOS.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
RAZÕES PARA VIVER X MEIOS DE VIDA.
http://educarparaummundonovo.blogspot.com
A POLÍTICA E OS HÁBITOS ALIMENTARES.
http://saudeoudoenca.blogspot.com
DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA.
Para que nos curemos de nossa falta de capacidade é preciso intervir já no mercado de trabalho estelar.
Só para ilustrar; eu vou contar um episódio que se repete há bem uns 5 anos. Termino minhas atividades de trabalho em SBC e depois as atividades do nosso grupo de apoio mútuo espiritual em torno das 22hs; meu trajeto de SBC a SP, passa pela Av. Do Estado – ali pela altura do Ipiranga fica uma senhora numa esquina com uma criança nas costas, pedindo esmolas; aliás, de uma forma bem agressiva; pelo tempo decorrido, a criança (teoricamente seu filho ou filhas) deveria estar quase do tamanho dela; mas, é sempre uma do mesmo tamanho – já pensei inúmeras vezes em pedir ajuda ao Conselho Tutelar – e fico naquela de avisar a primeira viatura da PM no caminho; duas vezes até tentei; mas, os policiais colocaram tantos empecilhos que desisti.
Confesso que até hoje não me decidi se intervenho a favor da criança que está sendo explorada; ou se deixo que as coisas continuem como as pessoas acham que vale a pena.
O drama da caridade:
Esse é um assunto interessantíssimo; que trago para discussão através da Lei cósmica do trabalho.
PROPORCIONAR TRABALHO É CARIDADE?
Trabalho, fator de inclusão ou de exclusão?
O trabalho como fator de incluir o excluir do mercado da vida contemporânea, sempre está presente no day by day do nosso cotidiano.
A origem da exclusão:
Desde o princípio da evolução do ser humano, em todas as épocas, as pessoas se incluem ou excluem. Imaturas e preguiçosas tornam-se inúteis para o mundo e para a época em que vivem; e que geram nos outros que já buscam progredir; sentimentos contraditórios no ego exacerbado como a compaixão e a repulsa; pois, despertados pela miséria do que se excluíram ou foram ajudados a se excluir, oscilam entre a esmola e a repressão.
Em tempos idos, a consciência de inutilidade e de imprestabilidade dos excluídos, parecia ter sido superada pela Revolução Industrial ou o nascimento de uma nova civilização de trabalho para todos capaz de integrar todos os excluídos, todos os marginalizados por meio do salário, com direitos garantidos e maior proteção social, já que os objetivos de vida eram ainda muito primários para um ser humano: reproduzir, comer, abrigar-se, possuir, mandar, gozar...
É pior ser explorado ou ser excluído?
O que se observa agora na sociedade pós-industrial é que a situação é muito mais dramática que a dos explorados de antes. Hoje, os excluídos nem mais são explorados, já que inexistem socialmente, não apenas por escassez de trabalho, mas por excesso de trabalhadores de má qualidade, segundo as leis da evolução, são mantidos por bolsas auxílio.
Um fato nada novo; apenas acelerado pela rápida globalização, é que muitos estão se excluindo do mercado de trabalho por visível falta de qualidade pessoal para os dias de hoje, pela recusa em ler nas entrelinhas do cotidiano os sinais dos tempos. Preguiçosamente, acomodaram-se, agora estão inadequados: bolsistas explorados pelos novos senhores do poder...
A globalização é uma centrífuga:
No momento, vivemos e assistimos a uma profunda crise de civilização, onde, vertiginosamente, tudo se mistura, desde os antigos e nunca resolvidos problemas de miséria física: dos excluídos de comer, de morar, de vestir, de ter assistência à saúde, aos também antigos, e não resolvidos problemas de miséria afetiva e moral: dos excluídos de afeto, carinho, respeito, dos órfãos de pais vivos etc. Isso, somado à miséria de objetivos existenciais que geram um sentimento confuso e difuso de mal-estar com a sociedade de consumo, com a mercantilização de tudo e, a pressão para competir contra tudo e contra todos, exacerbada, sem sentido, e condenada a se esgotar hora menos hora, criando a figura dos que se excluem por: medo, covardia, angústia, estresse, depressão e até por pânico...
Por tudo isso, estamos atordoados. É como vivenciar as emoções e as angústias de um trabalho de parto. *Assistir (melhor seria, no sentido de participar, de ajudar a si e aos outros) ao nascimento de um novo homem com novos valores, novos objetivos, e, quem se recusar a participar ativamente, tanto num como noutro sentido, sofrerá e terá morte temporária; pois não renascerá para os dias de hoje... Ficará morto-vivo, “enterrado” no tempo das novas eleições.
Esse novo homem “renascido” não espera, nem perde por esperar, não fica assistindo a vida passar. Não se contenta apenas em reagir, quer também agir; mais que ator, quer ser também autor do próprio destino e do destino de todos, pela ação e pelo exemplo.
Ainda não defini o que fazer com meus medíocres poderes de mudar algo. Espero que os amigos me brindem com suas descobertas a respeito do que fazer.
Para quem gosta de pensar visitem os últimos bate papos em:
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
GENTE ESTILO AMOSTRA GRÁTIS.
http://artedaboamorte.blogspot.com
DEIXEM OS MORTOS ENTERRAREM SEUS MORTOS.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
RAZÕES PARA VIVER X MEIOS DE VIDA.
http://educarparaummundonovo.blogspot.com
A POLÍTICA E OS HÁBITOS ALIMENTARES.
http://saudeoudoenca.blogspot.com
DIA INTERNACIONAL DA LÍNGUA.
http://reengenhariahumana.blogspot.com
A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA.
Para que nos curemos de nossa falta de capacidade é preciso intervir já no mercado de trabalho estelar.
sábado, 21 de agosto de 2010
DR. O QUE FAZER PARA CONSEGUIR A CURA DEFINITIVA?
Esperança de dias melhores para nós e o planeta?
Há luz no fim do túnel - sim; pois, a cada dia mais e mais pessoas se tornam ávidas em melhorar sua condição de qualidade humana; e em conseqüência disso: sua sanidade; nossa e do planeta.
Sou testemunha dessa nova postura; meu trabalho, transformado em objetivo de vida, resume-se a aliviar medicando, esclarecendo, facilitando a cura, sinalizando para novas reflexões; e a cada dia me surpreendo com o apetite de mudanças na forma de pensar, sentir e agir, que muitos demonstram após uma consulta, a cada dia mais, numa velocidade crescente.
Á clássica; e antes rara, pergunta:
- Dr. O que fazer para conseguir a cura definitiva tornando-me uma pessoa de melhor qualidade?
- Respondo: começa pelo conhecimento de ti mesmo; analise os teus impulsos, tuas predisposições.
- Mas, o que devo buscar tornar-me um ser saudável e de boa qualidade ética?
- Antes de procurar metas de perfeição; analisa o que deves mudar; primeiro: escaneia tuas imperfeições – Antes de procurar atingir as metas de características de personalidade indicadoras de boa qualidade humana; primeiro; estuda as de má qualidade humana que ainda possuis; para que as recicles conforme for teu desejo e capacidades já desenvolvidas.
Analisemos algumas delas – apenas algumas:
Características do homem de pobre em qualidade de ética cósmica.
O homem de pouca qualidade em tudo se revela; mas, por onde passa deixa sua marca:
No prazer, é descomedido e escandaloso; na dor, é revoltado.
Na alegria é exagerado; na tristeza é irritado.
Na saúde, é irresponsável; na doença, é desesperado.
Na riqueza, é egoísta; na pobreza, é revoltado.
No juízo próprio, é lisonjeiro; no juízo a outrem, é temerário e maledicente.
No falar, é fátuo; no calar, é covarde.
Na sociedade, é hostil; na intimidade, é intolerante.
No dizer sim, é afetado; no dizer não, é arrogante.
No saber, é arrogante; no ignorar, dissimula.
Na promessa, é falso; no dever, é falho.
Na paz, é negligente; na luta, é imprudente e temerário.
Quando faz o bem, é interesseiro; quando o recebe, é ingrato.
Nas crenças, é todo imediatista.
Na esperança, é inconstante.
No amor, é todo sensual.
No querer, é todo instável.
Nas ocorrências da vida, quer que sua vontade sempre prevaleça; não aceita o inevitável.
No trabalho, pouco faz e muito reclama.
Na quantidade, é abastado; na qualidade, é pobre.
Na vontade, é fraco; no caráter, não tem força.
Imaturo e irresponsável, tudo que faz é malfeito.
Se já não faz o mal; por outro lado também não faz o bem.
É o mais atrasado dos indivíduos, a escória: o medíocre, o morno, o nem frio, nem quente. O caráter morno ou medíocre, dificilmente se modifica cristalizado que fica...
Infeliz, não pode ser censurado; não se pode dele nada dizer; pois, sua conduta parece irrepreensível.
Por outro lado, não se consegue ver nele nada de bom: abnegação, coragem ou altruísmo; encontra-se encerrado em sua própria mediocridade, em cima do muro...
Ainda não tem perspectivas de amar nem a si, ainda...
Meu amigo; caso tenha se identificado com ao menos cinco dessas poucas características – tente fazer como eu – experimente ousar mudar, dia após dia; experiência após experiência desenvolvendo a própria consciência.
Caso interesse aos leitores; assim como aos pacientes que me procuram, será possível continuar – a discutir coisas simples, como as características do ser humano de boa qualidade: saudável, produtivo, feliz...
Há luz no fim do túnel - sim; pois, a cada dia mais e mais pessoas se tornam ávidas em melhorar sua condição de qualidade humana; e em conseqüência disso: sua sanidade; nossa e do planeta.
Sou testemunha dessa nova postura; meu trabalho, transformado em objetivo de vida, resume-se a aliviar medicando, esclarecendo, facilitando a cura, sinalizando para novas reflexões; e a cada dia me surpreendo com o apetite de mudanças na forma de pensar, sentir e agir, que muitos demonstram após uma consulta, a cada dia mais, numa velocidade crescente.
Á clássica; e antes rara, pergunta:
- Dr. O que fazer para conseguir a cura definitiva tornando-me uma pessoa de melhor qualidade?
- Respondo: começa pelo conhecimento de ti mesmo; analise os teus impulsos, tuas predisposições.
- Mas, o que devo buscar tornar-me um ser saudável e de boa qualidade ética?
- Antes de procurar metas de perfeição; analisa o que deves mudar; primeiro: escaneia tuas imperfeições – Antes de procurar atingir as metas de características de personalidade indicadoras de boa qualidade humana; primeiro; estuda as de má qualidade humana que ainda possuis; para que as recicles conforme for teu desejo e capacidades já desenvolvidas.
Analisemos algumas delas – apenas algumas:
Características do homem de pobre em qualidade de ética cósmica.
O homem de pouca qualidade em tudo se revela; mas, por onde passa deixa sua marca:
No prazer, é descomedido e escandaloso; na dor, é revoltado.
Na alegria é exagerado; na tristeza é irritado.
Na saúde, é irresponsável; na doença, é desesperado.
Na riqueza, é egoísta; na pobreza, é revoltado.
No juízo próprio, é lisonjeiro; no juízo a outrem, é temerário e maledicente.
No falar, é fátuo; no calar, é covarde.
Na sociedade, é hostil; na intimidade, é intolerante.
No dizer sim, é afetado; no dizer não, é arrogante.
No saber, é arrogante; no ignorar, dissimula.
Na promessa, é falso; no dever, é falho.
Na paz, é negligente; na luta, é imprudente e temerário.
Quando faz o bem, é interesseiro; quando o recebe, é ingrato.
Nas crenças, é todo imediatista.
Na esperança, é inconstante.
No amor, é todo sensual.
No querer, é todo instável.
Nas ocorrências da vida, quer que sua vontade sempre prevaleça; não aceita o inevitável.
No trabalho, pouco faz e muito reclama.
Na quantidade, é abastado; na qualidade, é pobre.
Na vontade, é fraco; no caráter, não tem força.
Imaturo e irresponsável, tudo que faz é malfeito.
Se já não faz o mal; por outro lado também não faz o bem.
É o mais atrasado dos indivíduos, a escória: o medíocre, o morno, o nem frio, nem quente. O caráter morno ou medíocre, dificilmente se modifica cristalizado que fica...
Infeliz, não pode ser censurado; não se pode dele nada dizer; pois, sua conduta parece irrepreensível.
Por outro lado, não se consegue ver nele nada de bom: abnegação, coragem ou altruísmo; encontra-se encerrado em sua própria mediocridade, em cima do muro...
Ainda não tem perspectivas de amar nem a si, ainda...
Meu amigo; caso tenha se identificado com ao menos cinco dessas poucas características – tente fazer como eu – experimente ousar mudar, dia após dia; experiência após experiência desenvolvendo a própria consciência.
Caso interesse aos leitores; assim como aos pacientes que me procuram, será possível continuar – a discutir coisas simples, como as características do ser humano de boa qualidade: saudável, produtivo, feliz...
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO E A SUPER BACTÉRIA
Ao que tudo indica; breve nós teremos um novo produto no mercado da sugestão do medo para vender produtos farmacológicos e vacinas com a ajuda da mídia.
A H1N1 rendeu muito dinheiro para alguns tanto na vertical quanto na horizontal da cadeia de comercialização – mas, o produto não rendeu o esperado; pois, ele sofreu a concorrência desleal dos terremotos do Chile e da copa do mundo de futebol como megaeventos midiáticos; claro que em cada comunidade as notícias básicas locais: política, crimes, fofocas...; também atrapalharam; mas, isso já estava computado na projeção da estratégia de divulgação do produto. Ás vezes, eles tentam reacender a procura com a notícia da morte de um gato pingado com suspeita de H1N1 – mas, esse produto não vende mais nem em liquidação.
Tal e qual na anterior; pequenas notícias soltas aqui e ali em alguns veículos de comunicação preparam terreno de indução de um futuro, possível, desastre na cabecinha das pessoas para o lançamento dos produtos: remédios, vacinas, kits de diagnóstico, etc.
A estratégia é parecida; veremos se os sócios neste novo mega negócio serão os mesmos – aguardemos de antenas ligadas.
NDM-1; as siglas se assemelham; porém o apelo do novo produto é mais forte; pois, vem acompanhado do superlativo: super – talvez seja mais assustador.
Vejamos a notícia:
“Médicos alertam para disseminação de superbactéria
AE-AP - Agência Estado
Um novo gene bacteriano que permitiria a qualquer bactéria transformar-se em um superorganismo extremamente resistente a antibióticos chegou ao Reino Unido, aparentemente levado por pessoas submetidas a cirurgias plásticas na Índia, e poderia em breve espalhar-se pelo mundo, advertem cientistas britânicos em estudo publicado na revista médica The Lancet. Depois de ter-se espalhado pela Índia, o gene bacteriano capaz de desenvolver superbactérias é cada vez mais encontrado no Reino Unido e em outro países desenvolvidos, constataram os autores da pesquisa.
Os especialistas britânicos acreditam que a explosão da indústria do turismo médico na Índia e no Paquistão pode estimular um surto de resistência aos antibióticos, à medida que os pacientes passam a carregar consigo perigosas bactérias para seus países de origem. O gene da superbactéria, que pode ser compartilhado por diferentes bactérias e as tornar extremamente resistentes à maioria dos antibióticos, foi até agora identificado em 37 pessoas que retornaram ao Reino Unido depois de serem submetidas a cirurgias na Índia e no Paquistão.
O gene resistente também foi detectado na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda e na Suíça. Os pesquisadores acreditam na probabilidade de a superbactéria espalhar-se por todo o mundo, uma vez que muitos norte-americanos e europeus viajam para a Índia e o Paquistão para procedimentos como cirurgia plástica cosmética.
Em artigo publicado na edição online da revista média The Lancet, médicos relataram ter encontrado um novo gene, identificado como NDM-1, que altera a bactéria, tornando-a resistente a quase todos os antibióticos conhecidos. O gene foi detectado primeiro na bactéria E.coli, a causadora mais comum das infecções do trato urinário e cujas estruturas de DNA podem ser facilmente copiadas e passadas para outros tipos de bactéria.
Os pesquisadores disseram que o gene da superbactéria aparentemente tem ampla circulação na Índia, onde o sistema de saúde tem menos possibilidade de identificar sua presença ou de ter antibióticos adequados para tratar os pacientes. "O potencial do NDM-1 se tornar um problema de saúde mundial é grande e é necessária uma vigilância internacional", escreveram os autores do artigo. Ainda assim, o número de pessoas nas quais o gene da superbactéria foi identificado é pequeno.
"Provavelmente estamos no início de outra onda da resistência a antibióticos, embora ainda tenhamos poder para impedi-la", disse Christopher Thomas, professor de genética molecular da Universidade de Birmingham, que não tem ligação com o estudo. Thomas disse que uma vigilância mais estrita e procedimentos de controle de infecções podem barrar a disseminação do gene bacteriano. Ele afirmou que, embora as pessoas que vão a hospitais britânicos tenham pouca possibilidade de entrar em contato com uma bactéria com o gene, elas devem permanecer vigilantes sobre as medidas de higiene, como lavar as mãos adequadamente.
"A disseminação destas bactérias multirresistentes exige monitoração muito apurada", escreveu Johann Pitout, da divisão de microbiologia da Universidade de Calgary, no Canadá, em comentário na Lancet. Pitout pediu a realização de uma vigilância internacional sobre a bactéria, particularmente em países que promovem o turismo médico. "As consequências serão sérias se médicos de família tiverem de tratar infecções causadas por bactérias multirresistentes diariamente", escreveu ele”.)”.
O problema da resistência bacteriana aos antibióticos sempre foi um problema de gravidade crescente; especialmente em países com cultura voltada para a doença – aqui entre nós, as pessoas cultivam o hábito da auto -medicação; os remédios são vendidos a granel; há uma farmácia em cada esquina; antibióticos são receitados em balcão de farmácia; e qualquer um pode ser comprado sem receita – as pessoas não tomam a dosagem correta, nem fazem uso pelo tempo necessário (assim que melhoram os sintomas eles interrompem a medicação); parece piada; mas entre nós o antibiótico é usado como sintomático.
Essa novidade, que esperamos seja apenas mais um golpe de mestre para tirar dinheiro das cobaias, provavelmente ainda vai dar o que falar.
Espero que eu tenha tido um surto psicótico estilo teoria da conspiração; e que não sobrecarreguem o campo magnético das pessoas e do planeta com mais medo – meio estilo super.
Turismo para cirurgias plásticas na Índia e no Paquistão – que é engraçado é. Visite Nova Delhi e saia com um nariz novo.
Imagino a estratégia de marketing para o turismo médico em SJRP considerada uma das meças da cardiologia: Visite RP e leve 3 pontes de safena e só pague 2...
Aguardemos...
A H1N1 rendeu muito dinheiro para alguns tanto na vertical quanto na horizontal da cadeia de comercialização – mas, o produto não rendeu o esperado; pois, ele sofreu a concorrência desleal dos terremotos do Chile e da copa do mundo de futebol como megaeventos midiáticos; claro que em cada comunidade as notícias básicas locais: política, crimes, fofocas...; também atrapalharam; mas, isso já estava computado na projeção da estratégia de divulgação do produto. Ás vezes, eles tentam reacender a procura com a notícia da morte de um gato pingado com suspeita de H1N1 – mas, esse produto não vende mais nem em liquidação.
Tal e qual na anterior; pequenas notícias soltas aqui e ali em alguns veículos de comunicação preparam terreno de indução de um futuro, possível, desastre na cabecinha das pessoas para o lançamento dos produtos: remédios, vacinas, kits de diagnóstico, etc.
A estratégia é parecida; veremos se os sócios neste novo mega negócio serão os mesmos – aguardemos de antenas ligadas.
NDM-1; as siglas se assemelham; porém o apelo do novo produto é mais forte; pois, vem acompanhado do superlativo: super – talvez seja mais assustador.
Vejamos a notícia:
“Médicos alertam para disseminação de superbactéria
AE-AP - Agência Estado
Um novo gene bacteriano que permitiria a qualquer bactéria transformar-se em um superorganismo extremamente resistente a antibióticos chegou ao Reino Unido, aparentemente levado por pessoas submetidas a cirurgias plásticas na Índia, e poderia em breve espalhar-se pelo mundo, advertem cientistas britânicos em estudo publicado na revista médica The Lancet. Depois de ter-se espalhado pela Índia, o gene bacteriano capaz de desenvolver superbactérias é cada vez mais encontrado no Reino Unido e em outro países desenvolvidos, constataram os autores da pesquisa.
Os especialistas britânicos acreditam que a explosão da indústria do turismo médico na Índia e no Paquistão pode estimular um surto de resistência aos antibióticos, à medida que os pacientes passam a carregar consigo perigosas bactérias para seus países de origem. O gene da superbactéria, que pode ser compartilhado por diferentes bactérias e as tornar extremamente resistentes à maioria dos antibióticos, foi até agora identificado em 37 pessoas que retornaram ao Reino Unido depois de serem submetidas a cirurgias na Índia e no Paquistão.
O gene resistente também foi detectado na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos, na Holanda e na Suíça. Os pesquisadores acreditam na probabilidade de a superbactéria espalhar-se por todo o mundo, uma vez que muitos norte-americanos e europeus viajam para a Índia e o Paquistão para procedimentos como cirurgia plástica cosmética.
Em artigo publicado na edição online da revista média The Lancet, médicos relataram ter encontrado um novo gene, identificado como NDM-1, que altera a bactéria, tornando-a resistente a quase todos os antibióticos conhecidos. O gene foi detectado primeiro na bactéria E.coli, a causadora mais comum das infecções do trato urinário e cujas estruturas de DNA podem ser facilmente copiadas e passadas para outros tipos de bactéria.
Os pesquisadores disseram que o gene da superbactéria aparentemente tem ampla circulação na Índia, onde o sistema de saúde tem menos possibilidade de identificar sua presença ou de ter antibióticos adequados para tratar os pacientes. "O potencial do NDM-1 se tornar um problema de saúde mundial é grande e é necessária uma vigilância internacional", escreveram os autores do artigo. Ainda assim, o número de pessoas nas quais o gene da superbactéria foi identificado é pequeno.
"Provavelmente estamos no início de outra onda da resistência a antibióticos, embora ainda tenhamos poder para impedi-la", disse Christopher Thomas, professor de genética molecular da Universidade de Birmingham, que não tem ligação com o estudo. Thomas disse que uma vigilância mais estrita e procedimentos de controle de infecções podem barrar a disseminação do gene bacteriano. Ele afirmou que, embora as pessoas que vão a hospitais britânicos tenham pouca possibilidade de entrar em contato com uma bactéria com o gene, elas devem permanecer vigilantes sobre as medidas de higiene, como lavar as mãos adequadamente.
"A disseminação destas bactérias multirresistentes exige monitoração muito apurada", escreveu Johann Pitout, da divisão de microbiologia da Universidade de Calgary, no Canadá, em comentário na Lancet. Pitout pediu a realização de uma vigilância internacional sobre a bactéria, particularmente em países que promovem o turismo médico. "As consequências serão sérias se médicos de família tiverem de tratar infecções causadas por bactérias multirresistentes diariamente", escreveu ele”.)”.
O problema da resistência bacteriana aos antibióticos sempre foi um problema de gravidade crescente; especialmente em países com cultura voltada para a doença – aqui entre nós, as pessoas cultivam o hábito da auto -medicação; os remédios são vendidos a granel; há uma farmácia em cada esquina; antibióticos são receitados em balcão de farmácia; e qualquer um pode ser comprado sem receita – as pessoas não tomam a dosagem correta, nem fazem uso pelo tempo necessário (assim que melhoram os sintomas eles interrompem a medicação); parece piada; mas entre nós o antibiótico é usado como sintomático.
Essa novidade, que esperamos seja apenas mais um golpe de mestre para tirar dinheiro das cobaias, provavelmente ainda vai dar o que falar.
Espero que eu tenha tido um surto psicótico estilo teoria da conspiração; e que não sobrecarreguem o campo magnético das pessoas e do planeta com mais medo – meio estilo super.
Turismo para cirurgias plásticas na Índia e no Paquistão – que é engraçado é. Visite Nova Delhi e saia com um nariz novo.
Imagino a estratégia de marketing para o turismo médico em SJRP considerada uma das meças da cardiologia: Visite RP e leve 3 pontes de safena e só pague 2...
Aguardemos...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
O PODER DA SUGESTÃO ESTÁ NO MEDO
Começamos nosso bate papo com uma pergunta chata:
Você ainda é uma pessoa sugestionável?
Usar conceitos básicos para pessoas que não dispõem de tempo para refletir sobre o basicão; faz perder muitos amigos leitores – mas, antes de começar nossa reflexão vamos usar o basicão da informação via Net e que Deus nos ajude:
Sugestionabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.
Sugestionabilidade é uma qualidade psicológica que define a disposição de alguém para receber uma idéia e ser por ela influenciado, de forma a agir e/ou pensar conforme a idéia recebida. [1]
Uma pessoa é considerada sugestionável se aceitar agir conforme sugestões de outras pessoas.[2]
A pessoa que experimenta emoções intensas tende a ser mais receptiva às idéias e conseqüentemente mais sugestionável. [2] As crianças mais novas são geralmente mais sugestionáveis que crianças mais velhas, e estas, por sua vez, geralmente são mais sugestionáveis que os adultos. [2] Entretanto, os psicólogos descobriram que os níveis individuais de auto-estima, de assertividade, e de outras qualidades psicológicas podem tornar algumas pessoas mais sugestionáveis que outras - isto é, algumas pessoas podem agir sugestionadamente por muito mais tempo do que outras. [2] Esta descoberta resultou na idéia preliminar de que existe um espectro de sugestionabilidade onde os indivíduos poderiam ser enquadrados o quanto seu grau de sugestionabilidade. [2]
Índice
[esconder]
• 1 Sugestionabilidade e hipnose
• 2 Teste de Sugestionabilidade
• 3 Ver também
• 4 Ligações externas
• 5 Referências
• 6 Bibliografia
[editar] Sugestionabilidade e hipnose
O quanto um sujeito pode ou não pode ser sugestionável tem significantes ramificações na pesquisa científica da hipnose e seus fenômenos associados, bem como na eficácia da aplicação da hipnoterapia. É também significativo que em muitas aplicações da hipnose, os termos técnicos "sugestionável" e "suscetível à sugestão" podem ser considerados equivalentes, da mesma forma que os eqüivalentes termos em inglês "suggestible" e "susceptible" também o são.
[editar] Teste de Sugestionabilidade
De acordo com Wagstaff (1991), as tentativas de isolar um traço global de "sugestionabilidade" não foram bem sucedidas, devido a uma inabilidade dos procedimentos de testes disponíveis em distinguir diferenças mensuráveis entre os vários tipos distintos de "sugestionabilidades" apresentados abaixo:[3]
• 1. O tipo que afeta um sujeito através de uma comunicação ou por uma expectativa tais que determinadas respostas sejam manifestamente determinadas, ou subjetivamente experimentado como sem vontade própria, como no automatismo.
• 2. O que usa deliberadamente a imaginação do sujeito ou emprega certas estratégias para causar certos efeitos (mesmo que interpretados, eventualmente, como involuntários) em resposta a uma comunicação ou a uma expectativa.
• 3. O tipo de sugestionabilidade que faz um sujeito aceitar conscientemente, mas sem crítica, o que uma pessoa diz, e para fazer acreditar ou aceitar confidencialmente o que é dito.
• 4. O que faz com que o sujeito conforme-se a determinadas expectativas ou pontos de vista de outras pessoas, sem uma apropriada aceitação ou experiência pessoal; isto é, que o sujeito apresente uma conformidade comportamental sem aceitação ou opinião próprias.
A maioria dos pesquisadores concorda com o ponto de vista de Wagstaff quando acreditam que uma verdadeira resposta à sugestão hipnótica não é uma resposta causada em nenhum momento pela vontade do sujeito sugestionado,[4] mas é preferencialmente uma verdadeira resposta involuntária.[5] Assim, somente a categoria (1) de sugestionabilidade encorparia realmente o verdadeiro domínio da sugestionabilidade hipnótica.
Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo; que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).
Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão - na maior parte das vezes; noutras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.
O que nos torna sugestionáveis?
Além da preguiça de pensar; na atualidade a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento deles será o gran finale para nos dominar.
Para levantar apenas um tiquinho do véu em sua área de atuação; basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabecinhas – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações a perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico; no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á comunidade terráquea.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; apenas de cada um de nós e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus franqueados criadores de universos nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).
Por que somos indecisos?
Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em quarentena cósmica: a alergia á responsabilidade.
Essa antiga doença recebeu o nome de kharma.
Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado com o artefato para nos sugestionar.
Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de causa e efeito; eles usam muitas ferramentas entre elas o uso de magnetizadores, que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses profissionais estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós na mídia, na ciência, na política e, em todas as outras atividades chamadas de profissões; do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.
Eles são pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos. Conhecedores de nossas deficiências de caráter; eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povão de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados; os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral; cores...
Mas, falta pouco para a grande batalha:
Sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):
As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes.
Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.
Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência.
Eleitores recusam-se a votar por obrigação.
Fiéis deixam de pagar dízimos.
Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros.
Funcionários públicos não aceitam propinas.
Devedores enfrentam cobradores agiotas.
Funcionários da justiça a aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.
O momento é de transformação:
Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente; mas, cada vez mais rapidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o quantum energético para despertar cada vez mais consciências; elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.
A palavra de ordem para cada um de nós: LIBERDADE.
Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.
Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.
Faça sua parte.
Enfrente-se; liberte-se de suas mediocridades.
Enfrente os que te amedrontam.
Temos medo do que? – De quem?
Temos medo de não ser amados? – Aceitos?
Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?
A palavra de ordem para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir na humanidade na comunidade estelar, é:
CENSURA NUNCA MAIS!
Mas:
DIGO
E
FAÇO!
Engaje-se em nosso projeto: MEDO NUNCA MAIS – participe com suas idéias; divulgue, atue.
Estou feliz, assombrado, triste, espantado, maravilhado; sei lá – vendo tanta gente á minha volta: CHUTANDO O PAU DA BARRACA – vamos ver o depois de amanhã...
EU BOTO FÉ NI NÓIS DI NOVO....
Você ainda é uma pessoa sugestionável?
Usar conceitos básicos para pessoas que não dispõem de tempo para refletir sobre o basicão; faz perder muitos amigos leitores – mas, antes de começar nossa reflexão vamos usar o basicão da informação via Net e que Deus nos ajude:
Sugestionabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.
Sugestionabilidade é uma qualidade psicológica que define a disposição de alguém para receber uma idéia e ser por ela influenciado, de forma a agir e/ou pensar conforme a idéia recebida. [1]
Uma pessoa é considerada sugestionável se aceitar agir conforme sugestões de outras pessoas.[2]
A pessoa que experimenta emoções intensas tende a ser mais receptiva às idéias e conseqüentemente mais sugestionável. [2] As crianças mais novas são geralmente mais sugestionáveis que crianças mais velhas, e estas, por sua vez, geralmente são mais sugestionáveis que os adultos. [2] Entretanto, os psicólogos descobriram que os níveis individuais de auto-estima, de assertividade, e de outras qualidades psicológicas podem tornar algumas pessoas mais sugestionáveis que outras - isto é, algumas pessoas podem agir sugestionadamente por muito mais tempo do que outras. [2] Esta descoberta resultou na idéia preliminar de que existe um espectro de sugestionabilidade onde os indivíduos poderiam ser enquadrados o quanto seu grau de sugestionabilidade. [2]
Índice
[esconder]
• 1 Sugestionabilidade e hipnose
• 2 Teste de Sugestionabilidade
• 3 Ver também
• 4 Ligações externas
• 5 Referências
• 6 Bibliografia
[editar] Sugestionabilidade e hipnose
O quanto um sujeito pode ou não pode ser sugestionável tem significantes ramificações na pesquisa científica da hipnose e seus fenômenos associados, bem como na eficácia da aplicação da hipnoterapia. É também significativo que em muitas aplicações da hipnose, os termos técnicos "sugestionável" e "suscetível à sugestão" podem ser considerados equivalentes, da mesma forma que os eqüivalentes termos em inglês "suggestible" e "susceptible" também o são.
[editar] Teste de Sugestionabilidade
De acordo com Wagstaff (1991), as tentativas de isolar um traço global de "sugestionabilidade" não foram bem sucedidas, devido a uma inabilidade dos procedimentos de testes disponíveis em distinguir diferenças mensuráveis entre os vários tipos distintos de "sugestionabilidades" apresentados abaixo:[3]
• 1. O tipo que afeta um sujeito através de uma comunicação ou por uma expectativa tais que determinadas respostas sejam manifestamente determinadas, ou subjetivamente experimentado como sem vontade própria, como no automatismo.
• 2. O que usa deliberadamente a imaginação do sujeito ou emprega certas estratégias para causar certos efeitos (mesmo que interpretados, eventualmente, como involuntários) em resposta a uma comunicação ou a uma expectativa.
• 3. O tipo de sugestionabilidade que faz um sujeito aceitar conscientemente, mas sem crítica, o que uma pessoa diz, e para fazer acreditar ou aceitar confidencialmente o que é dito.
• 4. O que faz com que o sujeito conforme-se a determinadas expectativas ou pontos de vista de outras pessoas, sem uma apropriada aceitação ou experiência pessoal; isto é, que o sujeito apresente uma conformidade comportamental sem aceitação ou opinião próprias.
A maioria dos pesquisadores concorda com o ponto de vista de Wagstaff quando acreditam que uma verdadeira resposta à sugestão hipnótica não é uma resposta causada em nenhum momento pela vontade do sujeito sugestionado,[4] mas é preferencialmente uma verdadeira resposta involuntária.[5] Assim, somente a categoria (1) de sugestionabilidade encorparia realmente o verdadeiro domínio da sugestionabilidade hipnótica.
Estamos na reta final da grande batalha pela libertação da espécie humana: destronar o medo; que nos foi imposto por seres que se imaginam superiores; e que, mesmo sabendo que vão perder a batalha, não dão o braço a torcer, e continuam se achando; só porque muitos deles se encontram no poder em todos os patamares do controle da vida em 3D (política, justiça, informação, ciência, religião, militarismo, tecnologia e mídia, etc.).
Milênio a milênio eles inseriram em nosso DNA o gene da dúvida, e da insegurança a respeito de quem somos nós e o que fazemos aqui, com o intuito de nos dominar através da sugestão - na maior parte das vezes; noutras inúmeras vezes, partem para a ignorância, e nos matam de medo, nos aterrorizam com ameaças de epidemias, guerras nucleares, morte em massa – inteligentes que são; usam e abusam no poder da sugestão e do terrorismo bélico, na política, na saúde. Pela sua eficiência em seres que pensam pouco, o método mais usado por eles, é o da indução, da sugestão que se infiltra em nossas idéias – traduzidas e fixadas em sistema de crenças.
O que nos torna sugestionáveis?
Além da preguiça de pensar; na atualidade a ansiedade e o medo são os maiores inimigos da nossa paz – ás vezes, eles se juntam ao egoísmo, á vaidade e á ganância para fixar mais ainda o mortal processo do estresse crônico; que no pensamento deles será o gran finale para nos dominar.
Para levantar apenas um tiquinho do véu em sua área de atuação; basta ver como na atualidade, os magos negros do marketing usam e abusam do poder da sugestão para plantar idéias em nossas cabecinhas – para atiçar nossos mais escondidos desejos – e criar as necessidades mais desnecessárias, pagas em carnês em prestações a perder de vista; tudo para potencializar sua última cartada: o estresse crônico; no qual eles ganham de todos os lados; tanto na construção da armadilha quanto na mentira da cura para desmanchá-la – mesmo que essas criaturas bem sucedidas na vida sejam seus filhos, pais, amores – eles, e seus interesses nem sempre confessáveis, representam perigo á comunidade terráquea.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Na verdade, o problema real somos nós; pois, eles apenas usam nossas fraquezas e desejos – a decisão de por um fim nisso, depende de nós; apenas de cada um de nós e de uma pequena parcela de nós todos – pois, incontáveis seres cósmicos estão á espera de sinal verde para nos ajudar a nos libertarmos; mas, o primeiro passo, tem que ser nosso – mera questão de livre arbítrio; disso, a Fonte Criadora não abre mão; nem para seus franqueados criadores de universos nem tão perfeitos assim (caso contrário que graça teria; se o imponderável não andasse lado a lado com o ponderável?).
Por que somos indecisos?
Herdamos a preguiça de pensar através da mentira que teimamos em chamar de educação (principal armadilha das mentes de desejos sombrios); que criou uma doença que nos coloca em quarentena cósmica: a alergia á responsabilidade.
Essa antiga doença recebeu o nome de kharma.
Desde imemoriáveis tempos estamos nos submetendo ao medo usado com o artefato para nos sugestionar.
Para atingir seus objetivos de deturpar a lei de causa e efeito; eles usam muitas ferramentas entre elas o uso de magnetizadores, que são especialistas em indução no terreno da formação das idéias que vão construir nossa realidade. Esses profissionais estão posicionados em várias dimensões. Cá entre nós na mídia, na ciência, na política e, em todas as outras atividades chamadas de profissões; do lado de lá são mentores; obsessores; chefes de falanges; magos negros, etc.
Eles são pesquisadores cósmicos pós-graduados em gerar energias de medo e assombração nos candidatos a humanos. Conhecedores de nossas deficiências de caráter; eles usam muito a técnica dos resultados de pesquisas e tabulações para completar nosso desejo cultural de levar vantagem em tudo; isso fica patente nas pesquisas eleitorais, que usam o desejo cultural do povão de levar vantagem em tudo e votar nos vencedores antecipados; os elege para representar nossas mediocridades – e para isso, vale usar todos os recursos técnicos: jingles e lavagem cerebral; cores...
Mas, falta pouco para a grande batalha:
Sinais de que vão perder a luta para nossa vontade de nos tornarmos cidadãos cósmicos (nem todos claro):
As crianças de hoje são menos sugestionáveis – Enfrentam os pais, quando eles são pouco competentes.
Pacientes mais conscientes se recusam a internações desnecessárias e a tomar medicamentos que o bom senso contra-indica.
Consumidores mais conscientes cobram das empresas mais idoneidade e transparência.
Eleitores recusam-se a votar por obrigação.
Fiéis deixam de pagar dízimos.
Mulheres espancadas denunciam os maridos ou companheiros.
Funcionários públicos não aceitam propinas.
Devedores enfrentam cobradores agiotas.
Funcionários da justiça a aplicam sem medo de serem perseguidos por seus pares.
O momento é de transformação:
Em todas as áreas de atuação humana as pessoas, lentamente; mas, cada vez mais rapidamente, com a ajuda da abertura de portais de energia que amplificam o quantum energético para despertar cada vez mais consciências; elas passam a enfrentar o medo gerado pelo lado negro da força; e começam a descobrir que somos imortais; que nossa mente, desejos e integridade não podem ser aprisionados.
A palavra de ordem para cada um de nós: LIBERDADE.
Vamos nos libertar passo a passo de nossos medos, inseguranças, temores, sentimentos de menos valia.
Basta que dez por cento de nós atinjam o mínimo de destemor contra o jugo do medo provocado pelas mentes sombrias para que as forças celestiais intervenham a favor de Gaia.
Faça sua parte.
Enfrente-se; liberte-se de suas mediocridades.
Enfrente os que te amedrontam.
Temos medo do que? – De quem?
Temos medo de não ser amados? – Aceitos?
Temos medo de sermos aprisionados? Espancados? Mortos? Executados? – Ser executado hoje é entrar para a lista negra do consumo?
A palavra de ordem para que façamos parte dos dez por cento que vão inserir na humanidade na comunidade estelar, é:
CENSURA NUNCA MAIS!
Mas:
DIGO
E
FAÇO!
Engaje-se em nosso projeto: MEDO NUNCA MAIS – participe com suas idéias; divulgue, atue.
Estou feliz, assombrado, triste, espantado, maravilhado; sei lá – vendo tanta gente á minha volta: CHUTANDO O PAU DA BARRACA – vamos ver o depois de amanhã...
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