CRIANÇAS PAPAGAIO HI-TEC – BICHOS EM EXTINÇÃO
Vivemos na era do desperdício e do descartável; inclusive, as crianças e a fala estão inseridas nesse contexto; inevitavelmente. Desde remotas eras os filhos sempre copiaram e reproduziram os pais ou modelos pedagógicos. Qual a diferença de ontem para hoje? – Vivemos uma acelerada fase de transição; e qualquer delas já vividas e por vir; sempre foram e serão difíceis e sofridas; ou não; depende da qualidade das escolhas; tanto de quem as faz quanto de quem recebe seus efeitos; afinal, nós somos seres interativos... Alguns menos dados ao trabalho de pensar; chamam isso de crise; e quando mergulham nessa idéia: deprimem-se, enlouquecem...
Nesta fase atual, muitas crianças vão usar a mediocridade humana de seus pais para crescerem mais ainda como pessoas; mas outras, não terão a mesma sorte; e sairão da aula muito antes de bater o sinal: GAME OVER – Caixão; conduzidos pela mão dos excessos que levam á obesidade, diabetes, câncer, enfarte, etc.
Os analógicos adultos de hoje estão empolgados com as capacidades das crianças em reproduzirem sua falta de competência de forma hi-tec; mas um perigo as ronda: a morte precoce – mais fácil uma pessoa de setenta chegar aos cem do que uma criança de dez completar quinze anos de idade cronológica. Poucos se interessam pelo assunto; a maioria não quer nem ouvir falar nisso; mas as crianças de hoje se tornaram descartáveis para os adultos. Então, vamos mudar de assunto e conversar sobre coisas light e até diet – no caso a fala inútil e geradora de problemas na tireóide.
Fala-se muito e ouve-se pouco.
De seu lado, as crianças modernas são mixadores natos e incansáveis; mas, haja ouvidos para os em torno agüentar tanta gritaria e baboseira. As crianças de hoje não falam elas gritam; e o pior; a maioria, sem coerência, tal e qual suas mães que, inevitavelmente vão sofrer de doenças da tireóide (quer saber mais? – pergunte-me como – Quer emagrecer? – pergunte-me como).
A criança sempre reproduziu o meio em que foi criada – O mundo está alucinado? – Pergunte-me; por quê?
Há trinta anos no meu local de trabalho interajo com famílias; e divido meu espaço com um ginecologista e uma pediatra que atendem mil convênios – ou seja: espaço lotado o tempo todo – de vez em quando brinco com as recepcionistas: passem os “terroristas” na frente para que vão embora logo, junto com suas mães ou substitutos; pois ninguém os merece. Será? – A gritaria é imensa, a falta de qualidade humana também, impressa no estado do lavabo, do banheiro e da sala de espera. O lado positivo e fantástico desta vivência, é avaliar os “diferentes” que surgem a cada dia mais: mães educadas e pacientes, crianças que não choram, não berram nem esperneiam, não invadem as outra salas. Segundo meu amigo índigo que ressurgiu das cinzas, são pessoas diferentes; seres mais preparados. Tenho uma dúvida: não sei bem a razão, mas logo no início de minha atividade com famílias coloquei nas questões de identificação, o quesito religião; o esperado por mim é que os filhos e netos de cristãos tivessem mais comportamentos adequados do que os sem religião; no entanto, não é o que verifico – estou analisando, mas confesso que não cheguei a uma conclusão ainda. Mas, complementando: Viajo muito por aí; não por opção nem por diversão; mas por contingência de vida e sobrevivência. Para ilustrar, dia destes viajando de São José do Rio Preto para São Paulo (atualmente 6hs) – fui obrigado a agüentar um pequeno papagaio alucinado junto com sua mãe e avó que se revezavam para mostrar ao mundo (companheiros de viagem) a “inteligência” da pequena arara azul (ainda bem que esse tipo não está em extinção – mas tomara que, os em torno; sim) – entre toques alucinados de celulares recheados de conversas inúteis e berrantes; para meu pesar; mas, não; espanto; deu para descobrir que eram cristãos. Na parada mais uma lição de má educação – a mãe que, pelas conversas paralelas é pedagoga de uma famosa escola cometeu um infanticídio evolutivo: comprou para a “ararinha azul” um pacote de batatas fritas; mas, a bela avezinha (a criança era belíssima) queria chips, berrou, esperneou e a pedagoga desceu do alto de seu ego, foi comprar a droga do chips – e fez questão de demorar – maldito chips que infestou o ambiente com cheiro de vômito azedo; ninguém merece! – Será? – A duras penas, contive minha intolerância – espero sinceramente que a ararinha azul não se transforme num anu tal e qual sua mãe avó (conhece o bicho? – procure na Net – será a tua cara?) – num corvo ou num urubu (que ao menos servem para alguma coisa útil; perceptível – minhas desculpas aos anus).
Tomara que a reforma ortográfica dê o que pensar – Coloque o acento onde puder, tiver vontade ou gostar – cada um com seus problemas...
Mas, que droga: problema de um problema de todos – Graças a Deus, estamos em fim de feira: “bai – bai”; foqueú; para os anus que não quiseram nem tiveram coragem para mudar seu DNA e, saudações para os urubus e corvos que, se transmutaram em ararinhas azuis...
Quem quiser virar que vire... Mas, pelo amor de deus – parem de romancear a vida o romance da hora: “O anu que virou ararinha azul”; esse na editora da vida; está esgotado... Sucesso?
Pergunte-me como...
Melhor: dê sua opinião.
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
HÁ MALES QUE VEM PRÁ BEM
DEUS ESCREVE CERTO USANDO LINHAS TORTAS - NÓS
Segunda passada durante a tarefa de desobsessão vibracional (para casos extremos) na Casa do Consolador; a equipe do dia recebeu um presente; uma emocionante notícia trazida por um trabalhador (que particularmente aprendi a admirar e a confiar pela sua trajetória e postura); o fato relatado me sensibiliza; e toda vez que tento imaginar a cena, teimosas lágrimas de felicidade, escorrem dos meus olhos secos (síndrome do olho seco – resultante do estresse crônico). Eis seu relato: na tarefa de desobsessão do sábado 24/01/2009 ele visualizou através de sua vidência e intuição uma cena maravilhosa: Seu Dr. Exu Veludo apresentando o trabalho da CC a uma comitiva que, a princípio, pode parecer estranha aos mais desavisados: dois chefes de falange das sombras; um coordenador dos trabalhos das trevas e um mago negro – gente da pesada. Segundo o relato do querido companheiro; eles estavam interessados em se bandear para o lado da luz; buscavam saber o que se produzia ali, na CC. Espero; não; tenho certeza que breve estarão reforçando o time – Reforçando o time? – Isso, soa estranho aos desavisados das razões do viver. A vida não investe nos fracos nem nos temerosos; investe nos fortes, naqueles que não se intimidam; apenas vão e realizam. Vou usar, com o devido pedido de desculpas ao amigo Paulo de Tarso, sua trajetória – Enquanto Saulo fez muito bem feito e com força o que devia: perseguiu os cristãos, mandou executar – mas, pelo seu valor; o próprio Chefe o requisitou na estrada de Damasco; não fosse ele; o trabalho de Jesus teria ficado capenga; do lado feminino, temos Maria de Magdala que se transformou em Madalena; muitos outros exemplos podiam ilustrar a idéia central. Fica uma dúvida – por que eles estão querendo mudar de time? – A situação no plano astral está mais complicada do que aqui – por exemplo, nesta dimensão temos tempestades e inundações; lá elas ocorrem como tempestades magnéticas que varrem o umbral inferior, depurando, limpando, tal e qual aqui; porém com muito mais intensidade; seres fortes e inteligentes percebem tudo mais rápido – não perdem tempo; se fazem o mal, eles o fazem bem feito, no capricho; com força; se fazem o bem, realizam melhor ainda; não perdem tempo com choradeiras nem baboseiras. Eles podem se infiltrar e destruir a CC? – Não mais; nunca mais – Quais as razões? – De onde a certeza? – Por força da tarefa de divulgação dos livros, conheço muitas CE e não encontrei ainda nenhuma tão bem dirigida nos dois planos como a CC – por isso, convidado agradeci e permaneço como colaborador. (faço um parêntese ao CE Perseverança de SP – A direção conseguiu um modelo de trabalho muito interessante). Por que eu me emociono? – Não sei de onde tirei essa idéia ou sentimento; mas, sinto que um dia vivi em alguma época; talvez não muito distante; essa mesma trajetória: busquei o caminho da luz, ou fui convidado pela dor e amigos; aceitei, me senti respeitado e até amado; Me apaixonei...
Se realmente esses visitantes desejarem do fundo do seu luminoso e, apenas temporariamente, enegrecido coração ombrearem conosco, me sinto na obrigação de; em nome do grupo; dar-lhes as boas vindas – Que uma chuva de luz cor de rosa os recepcione. Para quem não conhece – Sabe o que nos une na CC? – O amor baseado no respeito ás nossas maravilhosas diferenças.
PAZ.
Segunda passada durante a tarefa de desobsessão vibracional (para casos extremos) na Casa do Consolador; a equipe do dia recebeu um presente; uma emocionante notícia trazida por um trabalhador (que particularmente aprendi a admirar e a confiar pela sua trajetória e postura); o fato relatado me sensibiliza; e toda vez que tento imaginar a cena, teimosas lágrimas de felicidade, escorrem dos meus olhos secos (síndrome do olho seco – resultante do estresse crônico). Eis seu relato: na tarefa de desobsessão do sábado 24/01/2009 ele visualizou através de sua vidência e intuição uma cena maravilhosa: Seu Dr. Exu Veludo apresentando o trabalho da CC a uma comitiva que, a princípio, pode parecer estranha aos mais desavisados: dois chefes de falange das sombras; um coordenador dos trabalhos das trevas e um mago negro – gente da pesada. Segundo o relato do querido companheiro; eles estavam interessados em se bandear para o lado da luz; buscavam saber o que se produzia ali, na CC. Espero; não; tenho certeza que breve estarão reforçando o time – Reforçando o time? – Isso, soa estranho aos desavisados das razões do viver. A vida não investe nos fracos nem nos temerosos; investe nos fortes, naqueles que não se intimidam; apenas vão e realizam. Vou usar, com o devido pedido de desculpas ao amigo Paulo de Tarso, sua trajetória – Enquanto Saulo fez muito bem feito e com força o que devia: perseguiu os cristãos, mandou executar – mas, pelo seu valor; o próprio Chefe o requisitou na estrada de Damasco; não fosse ele; o trabalho de Jesus teria ficado capenga; do lado feminino, temos Maria de Magdala que se transformou em Madalena; muitos outros exemplos podiam ilustrar a idéia central. Fica uma dúvida – por que eles estão querendo mudar de time? – A situação no plano astral está mais complicada do que aqui – por exemplo, nesta dimensão temos tempestades e inundações; lá elas ocorrem como tempestades magnéticas que varrem o umbral inferior, depurando, limpando, tal e qual aqui; porém com muito mais intensidade; seres fortes e inteligentes percebem tudo mais rápido – não perdem tempo; se fazem o mal, eles o fazem bem feito, no capricho; com força; se fazem o bem, realizam melhor ainda; não perdem tempo com choradeiras nem baboseiras. Eles podem se infiltrar e destruir a CC? – Não mais; nunca mais – Quais as razões? – De onde a certeza? – Por força da tarefa de divulgação dos livros, conheço muitas CE e não encontrei ainda nenhuma tão bem dirigida nos dois planos como a CC – por isso, convidado agradeci e permaneço como colaborador. (faço um parêntese ao CE Perseverança de SP – A direção conseguiu um modelo de trabalho muito interessante). Por que eu me emociono? – Não sei de onde tirei essa idéia ou sentimento; mas, sinto que um dia vivi em alguma época; talvez não muito distante; essa mesma trajetória: busquei o caminho da luz, ou fui convidado pela dor e amigos; aceitei, me senti respeitado e até amado; Me apaixonei...
Se realmente esses visitantes desejarem do fundo do seu luminoso e, apenas temporariamente, enegrecido coração ombrearem conosco, me sinto na obrigação de; em nome do grupo; dar-lhes as boas vindas – Que uma chuva de luz cor de rosa os recepcione. Para quem não conhece – Sabe o que nos une na CC? – O amor baseado no respeito ás nossas maravilhosas diferenças.
PAZ.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
DICAS PARA PERDER PESO
QUER EMAGRECER? - PERGUNTE-ME...
Vivemos na era da ansiedade e do medo fora de controle. Nossos antepassados caíram no conto do vigário: quanto mais se come mais saúde se tem (exatamente ao contrário). Se nós estamos alegres comemos para comemorar; se estamos ansiosos comemos para nos acalmar; se estamos tristes comemos para afogar as mágoas. Tem gente que nem acabou de comer o almoço e já está imaginando o que vai comer no jantar; ou até no lanche de dali a pouco. O grande foco, a chamada principal para qualquer dieta é: emagrecer sem sofrimento – perca peso comendo de tudo, e outras pérolas do gênero; o pior é que nós adoramos nos enganar. Para tudo buscamos desculpas e justificativas e no caso da obesidade os vilões costumam ser, os de sempre: ADN e os bichinhos (vírus, fungos, bactérias), para os mais espiritualizados, kharma, constelação familiar, obsessão, etc.
Na realidade a obesidade é um problema de obsessão coletiva e de auto – obsessão. Na entrada na existência a criança é obsediada pela família; perdemos a conexão com a realidade e não percebemos isso – pode acontecer qualquer coisa com a criança (qualquer doença) que, não tem a importância do que parar de comer. Essa é uma das batalhas que travamos no dia a dia na tentativa de ajudar as famílias de nossos pacientes: fazer com que respeitem o apetite da criança e não o pervertam. Colocamos esse assunto em 3 livros (Saúde ou doença a escolha é sua – Pequenos descuidos: grandes problemas e quem ama cuida – todos da Editora Petit). Hoje o problema da obesidade no mundo é muito mais grave do que a desnutrição – recentes notícias apontam que já temos o dobro de obesos com relação á população de desnutridos; especialmente na infância. O que fazer? – Seguir o Mestre Jesus é uma boa pedida; usemos a aflição para aprender e progredir – no caso da dieta como recurso pedagógico no livro quem Ama Cuida coletamos mais de vinte situações onde a dieta pode ser útil até para a evolução espiritual. Esse é um assunto complexo e que analisamos com má vontade; pois nos obriga a um desapego que não estamos com vontade de realizar; daí a busca de culpados externos. Sou da opinião que devemos descer para “a chã” e agir com simplicidade; daí, algumas dicas para lidar melhor com a situação:
Mastigar corretamente – A mastigação correta é de no mínimo 30 vezes antes de engolir; mastigamos 3 a 4 xs e engolimos – o que mais gostamos de comer é o que menos mastigamos. Para treinar o subconsciente mande fazer uma placa de acrílico pequena: “não esqueça de mastigar”, e toda vez que for comer ponha na sua frente. Trabalhe em grupo, quando estiver comendo com os familiares e com amigos, um cobra do outro. Com uma mastigação correta a quantidade de alimento caí pela metade. A maioria de nós come ao menos dez vezes além do necessário.
Elimine todas as bebidas gasosas - O gás carbônico, além de absorvido em pequena porcentagem ainda ajuda a dilatar o estômago e agrava o problema do acúmulo de gases produzidos pela fermentação e pela respiração feita pelo diafragma e superficial (estamos comendo ar durante a fala) – Estômago dilatado precisa de muito mais alimento do que o necessário para enviar a mensagem de saciedade ao centro da fome no cérebro.
Nunca, jamais beba líquido, ás refeições - Beba apenas 1 hora antes ou 2 horas depois. Acostume-se a beber em torno de 1 litro de água ou suco de fruta mais ou menos 1 hora antes do almoço e do jantar. Tome 4 copos de água em jejum e aguarde de 20 a 30 minutos para tomar o café da manhã.
Elimine por completo a sobremesa – Coma frutas apenas com o estômago vazio, entre refeições. Doces e sorvetes, apenas em sonho.
Corte de forma drástica o açúcar – Não adoce nada nem com mel.
Elimine todos os alimentos diet e ligth – Isso é armadilha, estória para boi dormir. Não use nenhum tipo de adoçante nem bebidas tipo zero e ligth (costumam ter mais calorias do que as normais; além disso, possuem grande potencial cancerígeno).
Elimine os alimentos feitos com farinha de trigo – Especialmente a refinada deve ser eliminada da dieta; pois além de um petardo de energia química ainda atrapalha a absorção de alguns minerais e vitaminas causando grande distúrbio metabólico. Evite todo tipo de bolacha; cuidado com a armadilha das bolachas dietéticas.
Livre-se do arroz com feijão – A combinação arroz com feijão é ótima para trabalhadores braçais e esportistas; para os outros é sinônimo de diabetes e obesidade.
Comece sempre as refeições pela salada – Não misture salada com alimentos quentes; lave ou troque de prato.
Evite alimentos muito temperados e apimentados – Eles estimulam o apetite pelo aumento das secreções digestivas.
Pegue sempre pequenas porções – Nem que precise repetir muitas vezes (isso constrange) – para livrar-se da lavagem cerebral educacional de “raspar o prato”.
Comece a refeição com o que não gosta – Os alimentos que nos apetecem mais devem ser deixados por último.
Não faça a habitual pergunta cretina – Então vou comer o que? – O que sobrou?
Não abra exceção – Quer condenar-se a resultados ineficientes? Sabote-se: - Só hoje; Ninguém é de ferro; só um pouquinho não faz mal; conte para as outras pessoas sua intenção de mudança de hábitos.
Estímulos visuais, odoríficos e auditivos a respeito de comida – Assistir TV dá uma fome danada pela seqüência de comerciais de comida. Fuja de tudo que envolva o assunto comida.
Pratique a auto – sugestão – Claro que a persistência é a alma do negócio. Usei esse recurso com relação a doces; fui um formigão que farejava açúcar a km de distância; um dia decidi parar e comecei a dizer para mim mesmo que detestava doces – claro que recebi a ajuda dos obsessores encarnados, as pessoas teimavam em me tentar e oferecer guloseimas, de tanto recusar fui começando e acreditar e passei de fato a detestar doce, especialmente o que leva adoçante. Pretendo começar uma nova experiência desse tipo com a farinha (pão é minha perdição).
Não esperar milagres – Toda nossa evolução é feita ás custas de trabalho e desativar essa bomba relógio exige paciência e perseverança. Claro que buscar ajuda é essencial.
O que você vem fazendo para se ajudar e disciplinar? – Divida conosco suas experiências;
Vivemos na era da ansiedade e do medo fora de controle. Nossos antepassados caíram no conto do vigário: quanto mais se come mais saúde se tem (exatamente ao contrário). Se nós estamos alegres comemos para comemorar; se estamos ansiosos comemos para nos acalmar; se estamos tristes comemos para afogar as mágoas. Tem gente que nem acabou de comer o almoço e já está imaginando o que vai comer no jantar; ou até no lanche de dali a pouco. O grande foco, a chamada principal para qualquer dieta é: emagrecer sem sofrimento – perca peso comendo de tudo, e outras pérolas do gênero; o pior é que nós adoramos nos enganar. Para tudo buscamos desculpas e justificativas e no caso da obesidade os vilões costumam ser, os de sempre: ADN e os bichinhos (vírus, fungos, bactérias), para os mais espiritualizados, kharma, constelação familiar, obsessão, etc.
Na realidade a obesidade é um problema de obsessão coletiva e de auto – obsessão. Na entrada na existência a criança é obsediada pela família; perdemos a conexão com a realidade e não percebemos isso – pode acontecer qualquer coisa com a criança (qualquer doença) que, não tem a importância do que parar de comer. Essa é uma das batalhas que travamos no dia a dia na tentativa de ajudar as famílias de nossos pacientes: fazer com que respeitem o apetite da criança e não o pervertam. Colocamos esse assunto em 3 livros (Saúde ou doença a escolha é sua – Pequenos descuidos: grandes problemas e quem ama cuida – todos da Editora Petit). Hoje o problema da obesidade no mundo é muito mais grave do que a desnutrição – recentes notícias apontam que já temos o dobro de obesos com relação á população de desnutridos; especialmente na infância. O que fazer? – Seguir o Mestre Jesus é uma boa pedida; usemos a aflição para aprender e progredir – no caso da dieta como recurso pedagógico no livro quem Ama Cuida coletamos mais de vinte situações onde a dieta pode ser útil até para a evolução espiritual. Esse é um assunto complexo e que analisamos com má vontade; pois nos obriga a um desapego que não estamos com vontade de realizar; daí a busca de culpados externos. Sou da opinião que devemos descer para “a chã” e agir com simplicidade; daí, algumas dicas para lidar melhor com a situação:
Mastigar corretamente – A mastigação correta é de no mínimo 30 vezes antes de engolir; mastigamos 3 a 4 xs e engolimos – o que mais gostamos de comer é o que menos mastigamos. Para treinar o subconsciente mande fazer uma placa de acrílico pequena: “não esqueça de mastigar”, e toda vez que for comer ponha na sua frente. Trabalhe em grupo, quando estiver comendo com os familiares e com amigos, um cobra do outro. Com uma mastigação correta a quantidade de alimento caí pela metade. A maioria de nós come ao menos dez vezes além do necessário.
Elimine todas as bebidas gasosas - O gás carbônico, além de absorvido em pequena porcentagem ainda ajuda a dilatar o estômago e agrava o problema do acúmulo de gases produzidos pela fermentação e pela respiração feita pelo diafragma e superficial (estamos comendo ar durante a fala) – Estômago dilatado precisa de muito mais alimento do que o necessário para enviar a mensagem de saciedade ao centro da fome no cérebro.
Nunca, jamais beba líquido, ás refeições - Beba apenas 1 hora antes ou 2 horas depois. Acostume-se a beber em torno de 1 litro de água ou suco de fruta mais ou menos 1 hora antes do almoço e do jantar. Tome 4 copos de água em jejum e aguarde de 20 a 30 minutos para tomar o café da manhã.
Elimine por completo a sobremesa – Coma frutas apenas com o estômago vazio, entre refeições. Doces e sorvetes, apenas em sonho.
Corte de forma drástica o açúcar – Não adoce nada nem com mel.
Elimine todos os alimentos diet e ligth – Isso é armadilha, estória para boi dormir. Não use nenhum tipo de adoçante nem bebidas tipo zero e ligth (costumam ter mais calorias do que as normais; além disso, possuem grande potencial cancerígeno).
Elimine os alimentos feitos com farinha de trigo – Especialmente a refinada deve ser eliminada da dieta; pois além de um petardo de energia química ainda atrapalha a absorção de alguns minerais e vitaminas causando grande distúrbio metabólico. Evite todo tipo de bolacha; cuidado com a armadilha das bolachas dietéticas.
Livre-se do arroz com feijão – A combinação arroz com feijão é ótima para trabalhadores braçais e esportistas; para os outros é sinônimo de diabetes e obesidade.
Comece sempre as refeições pela salada – Não misture salada com alimentos quentes; lave ou troque de prato.
Evite alimentos muito temperados e apimentados – Eles estimulam o apetite pelo aumento das secreções digestivas.
Pegue sempre pequenas porções – Nem que precise repetir muitas vezes (isso constrange) – para livrar-se da lavagem cerebral educacional de “raspar o prato”.
Comece a refeição com o que não gosta – Os alimentos que nos apetecem mais devem ser deixados por último.
Não faça a habitual pergunta cretina – Então vou comer o que? – O que sobrou?
Não abra exceção – Quer condenar-se a resultados ineficientes? Sabote-se: - Só hoje; Ninguém é de ferro; só um pouquinho não faz mal; conte para as outras pessoas sua intenção de mudança de hábitos.
Estímulos visuais, odoríficos e auditivos a respeito de comida – Assistir TV dá uma fome danada pela seqüência de comerciais de comida. Fuja de tudo que envolva o assunto comida.
Pratique a auto – sugestão – Claro que a persistência é a alma do negócio. Usei esse recurso com relação a doces; fui um formigão que farejava açúcar a km de distância; um dia decidi parar e comecei a dizer para mim mesmo que detestava doces – claro que recebi a ajuda dos obsessores encarnados, as pessoas teimavam em me tentar e oferecer guloseimas, de tanto recusar fui começando e acreditar e passei de fato a detestar doce, especialmente o que leva adoçante. Pretendo começar uma nova experiência desse tipo com a farinha (pão é minha perdição).
Não esperar milagres – Toda nossa evolução é feita ás custas de trabalho e desativar essa bomba relógio exige paciência e perseverança. Claro que buscar ajuda é essencial.
O que você vem fazendo para se ajudar e disciplinar? – Divida conosco suas experiências;
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A INVASÃO DOS CHUPA - CHACRAS
Andamos meio atordoados com tantas coisas novas e notícias estranhas a respeito de invasões e aparições. Confesso que, não sei onde li, se li, ou se sonhei acordado ou dormindo que estamos vivendo uma invasão de “chupa – chacras”. Eta nome esquisito para um estranho ser. O conceito de o ser que vou usar têm uma origem engraçada: um de meus filhos estudou em Floripa e na sua republica tinha um colega que era muito estranho para o padrão dos jovens ditos normais – colocaram nele o apelido de “o ser” – é engraçado, mas ele era o protótipo do cara diferente – nada que o desabonasse, é uma pessoa super legal; mas diferente; e nem era um chupa - chacra.
Explicamos mais adiante o que é chacra. Será que já fui mordido? – Será que já me transformei num deles? – O diagnóstico não é tão difícil: Se o amigo sente-se cansado, sem ânimo, sonolento de dia e com insônia noturna, com dores pelo corpo, perda de memória, dificuldade de concentração, com problemas de libido, excesso de apetite ou ausência dele; irritando-se por bagatelas ou chorando á toa, desejo imenso de chocolate, áçucar e farináceos; procure ajuda, pois pode ter sido “mordido” pelo chupa – chacra. Recentemente foi descoberta uma espécie de “ser” que se alimenta das energias geradas por nossos centros de força, os chacras; o pior é que a vítima pode tornar-se um deles; tal e qual os clássicos vampiros. Essas criaturas não precisam ser do tipo do clássico conde Drácula, vestir-se de preto, afiar os pontiagudos caninos, esconder-se em caixões de dia, e sair à caça de vítimas de sangue quente nas sombrias noites. Segundo os cientistas que os estudam, eles são multidimensionais; podem estar ou não num corpo físico, podem até materializar-se como corporações e instituições numa espécie de alma grupo (essas pela organização, são as piores). Essas criaturas dominam as técnicas para desestabilizar as defesas psíquicas de suas incautas vítimas, para que abram as portas de seu reservatório de energia vital. Qualquer um de nós está sujeito a ser sugado por um, e até mesmo, sem que o saibamos de forma consciente, podemos ser um chupa - chacras da energia das outras pessoas.
Isso está ocorrendo em massa hoje? Tem a ver com o dito final dos tempo? – Parece que sim e não ao mesmo tempo – Segundo os estudiosos: esse problema é muito antigo, talvez essa invasão tenha começado há milênios e já esteja no DNA de muitos. Muitas pessoas tornaram-se incapazes de se nutrir nas fontes naturais de energia vital e vivem às custas de sugar a força da vida dos outros. Onde eles estão? – Pela aparência não é fácil identificá-los. Qualquer pessoa que nos cerca na vida em família, na relação amorosa, no trabalho pode ser um deles a sugar nossas energias. Alguns chupa – chacras são pessoas dóceis, amáveis, solícitas e até lindas.
Quem são esses caras? De onde vieram? Eles correm atrás das pessoas? Viajam em naves? Pulam de dentro de caixões? – Isso, está sendo objeto de estudo.
Como entender esse ataque para nos defendermos?
Vivendo num mundo de energia
Matéria é um tipo de ilusão dos nossos sentidos. Na realidade ela é um tipo de energia mais condensada e que como as energias mais sutis, também pertence ao campo da energia universal (CEU).
Todos os seres vivos (constituídos de bioenergia ou energia vital) sejam eles humanos, animais ou vegetais, não se alimentam apenas de comida sólida ou líquida. Nutrem-se também de comida gasosa, através do ar que se respira e da comida energética que nos sustenta, nos alimenta e dá vida, constituída pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pela natureza, outros planetas e o cosmo. Somos complexos sistemas interagindo o tempo todo com tudo e com todos os outros sistemas de energia. Sem cessar as trocamos com os sistemas externos absorvendo deles as que necessitamos, descarregando aquelas que não precisamos e eliminando nossos detritos energéticos.
O sistema energético é o mais importante nutridor que mantém nossa vida; podemos ficar algum tempo, comer, sem beber e sem respirar; mas, se ficarmos desconectados de nossas fontes de energia, morremos. De forma idêntica ao corpo físico os corpos extra/físicos possuem sistemas e órgãos para captar e armazenar energias externas e eliminar os detritos energéticos internos. É aí que o bicho pega! - A esses órgãos do corpo sutil dá-se o nome de chacras, vórtices ou centros de força (é aí que esses seres nos atacam). Temos no corpo sutil um número incalculável deles, no entanto os principais são sete e correspondem aos sete plexos nervosos: plexo da base da coluna vertebral, o plexo dos órgãos sexuais (um dos preferidos para o ataque desses seres; cuidado. se acham um jeitosinho e sem defesas – um abraço); Outro da hora para a preferência deles é o plexo solar (na região do umbigo), eles adoram os comilões; Na área das paixões eles se divertem até cansar; criam uma ligação direta – uma gambiarra entre o coração e sexo que ligam e desligam a bel prazer; adoram aditivos e no seu preferido colocaram o nome de viagra – O plexo cardíaco (corresponde ao coração); A maledicência para eles é um prato cheio; caso o laríngeo (à glândula tireóide) esteja sem a proteção adequada eles se esbaldam com o falatório inútil (mulheres costumam ser as maiores vítimas das doenças auto – imunes da tireóide); amam de paixão a fala maledicente, caluniosa; essa é a sobremesa – Aparentemente nos chacras superiores esses seres deveriam encontrar as primeiras barreiras efetivas de nossas defesas; mas, quando isso não acontece – essa existência virou game over; quando eles dominam o frontal (à glândula hipófise) já somos um deles. Quando estão de posse dos chacras superiores já viramos zumbis teleguiados e dominados; e o coronário no alto da cabeça que corresponde à glândula pineal não funciona – daí estamos á mercê de nós mesmos, pois a ajuda não consegue chegar com facilidade.
É possível o auto-diagnóstico? – Claro.
Pessoas equilibradas e sadias tanto no corpo físico quanto no corpo mental/emocional nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil e vivem mais felizes e alegres. Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativam o circuito da energia vital e revitalizam os centros de força mesmo em situações existenciais desfavoráveis.
O que leva esses seres a nos usarem como cobaias para que se nutram?
Talvez preguiça – Isso é assunto para os entendidos – Mas, a verdade é que, as fontes de energia natural encontram-se à disposição de todas as pessoas, no entanto aquelas desequilibradas na sua forma de pensar, sentir e agir alteram a estrutura natural de seus centros de força e perdem contato consigo mesmas e também a capacidade de absorver e processar a energia natural (talvez esteja nesse detalhe a explicação). Para sobreviver recorrem ao expediente de roubar a energia vital das outras pessoas. Talvez o estilo de vida atual, por consumir mais energia pode ser o responsável pela evidência; como predominam as pessoas neuróticas (altamente competitivas) que precisam para satisfazer suas necessidades egocêntricas de uma quantidade muito maior de energia vital do que são capazes de absorver e de reciclar; elas criam um processo de dependência da energia alheia, e quando não conseguem “cobaias” com facilidade; tornam-se neurastênicos e sem ânimo para nada.
Os chupa - chacras podem ser ou não conscientes de sua condição. Como a maioria das pessoas não tem quase nenhuma consciência de quem são, nem dos fatos da sua vida, é lógico que a maior parte deles (até certo ponto) desconheçam que o são. Algumas características desses seres já foram relatadas:
Falta de maturidade afetiva:
A maturidade afetiva para que seja alcançada exige a superação do egoísmo e o desenvolvimento da capacidade de se doar. O que caracteriza o imaturo na afetividade é o comportamento “captativo” (do Lat. captare – tomar).
A criança é necessariamente captativa e egocêntrica porque tem necessidade de sentir-se cuidada e protegida (serão as crianças chupa – chacras sem exceção? – claro que não; a criança devolve muito rápido as energias absorvidas – aliás recuperar o espírito infantil, voltar a ser criança é uma das melhores formas de paralisarmos a maioria dos chupa - chacras; já o adulto deve ser capaz de dar, oferecer, nutrir o outro de afeto.
As pessoas muito dependentes ou inseguras que ancoraram em fases infantis da maturidade afetiva tendem a sugar mais a vitalidade dos parceiros reeditando sua fase infantil de dependência materna na qual suas necessidades afetivas não foram supridas.
Egocentrismo:
O egoísta não consegue entender que dar não é privar-se de alguma coisa; é expandir-se, irradiar a própria energia.
Nosso padrão de pensar e de sentir reflete-se no corpo sutil que apresenta um fluxo de energia com aspecto convexo (voltado para fora) o que favorece a recepção das energias naturais e as trocas. O padrão psicológico egocêntrico faz com que o indivíduo permaneça centrado em si mesmo alterando a circulação de energia natural e a estrutura do corpo sutil adota uma forma côncava que dificulta a recepção de energia e as trocas. O egocêntrico perde contato com o que o rodeia e com as fontes de energia natural criando a necessidade de roubar energia dos outros para conseguir sobreviver.
Neurose de competição:
A vida do neurótico torna-se duplamente complicada em termos de energia. Primeiro a necessidade de sobrepujar os outros pede mais energia do que o sujeito consegue captar e quanto mais aumenta a neura de vencer a qualquer preço e a qualquer custo mais se perde contato com a realidade e com as fontes de energia. Depois, o subconsciente detecta que é mais prático retirar energia do outro do que das fontes naturais, isso cria um tipo de dependência e como predominam os neuróticos aumenta cada vez mais o número desses seres o que os está levando a uma verdadeira crise de energia vital que cada vez parece mais escassa.
Eles podem nos atacar á distância e até via PC e e-mail? – Sem dúvida.
Sabedores de que nossos pensamentos e emoções se irradiam à distância formando o nosso padrão vibratório, que ao se assemelhar ao de outros cria um mecanismo de interação e de sintonia, com todas as possibilidades possíveis de interação, os cuidados com o teor do que pensa e sente passa a sofrer uma saudável e alegre vigilância; ou quando em descuido, nos posicionamos em certas freqüências de padrão vibratório mais baixo corremos o risco de termos nossa energia vital sendo drenada para outras criaturas de qualquer uma das dimensões da vida. Isso, explica em parte os “inexplicáveis” picos de energia e da falta dela, apenas segundo o fluxo dos acontecimentos. Num momento estamos até eufóricos e logo a seguir depressivos, tanto no físico quanto no mental/emocional. Para muitos vampiros basta que fixemos neles o pensamento para que a ligação estabelecida já se torne um foco de seqüestro de energia, principalmente se for uma relação desarmônica que envolva: medo, mágoa, ódio, ressentimento, etc.
Não foi á toa que o Sábio Jesus nos recomendou o exercício do perdão de forma ininterrupta. Perdoar significa desmanchar sintonias inadequadas.
Seus efeitos são mais poderosos e daninhos quando a sintonia é mantida e alimentada pelas duas partes; no entanto quem sai perdendo num primeiro momento, é a parte mais fraca, a vítima. Numa relação de ganha perde, o que lucra em cima do outro dia menos dia vai prestar contas a si mesmo, e mais para a frente descobre e sente uma irresistível vontade de reparar...
O que fazer para nos defendermos dos chupa-chacras?
Destruí-los, além de impossível, está fora de cogitação. Para escapar deles o raciocínio mais simples parecer ser: identificá-los e depois fugir para o lugar mais longe que sejamos capazes. Sem dúvida, que esse expediente pode até funcionar, embora esse seja um remédio paliativo e que não dá certo contra todos. Até porque algumas pessoas que seqüestram nossas energias são familiares ou pessoas às quais queremos bem.
E o que fazer quando descobrimos que o chupa -chacra somos nós? Vamos fugir de quem? Virar ermitão? Ou vamos nos trancar num quarto para sempre? (Lembre-se daqueles filmes onde o vampiro ou melhor o lobisomem se tranca na época da lua cheia para não atacar os que gosta). É lógico que não devemos dar sopa para o azar e devemos estar sempre vigilantes para nos proteger, e também para estudarmos formas de ajudar os já contaminados a sair dessa, e a buscar a própria energia nos lugares certos e da forma correta. O resultado definitivo sempre vem junto com a melhora dos sistemas de defesa.
O que fazer para adequar o sistema de defesa?
Vigiar o padrão vibratório dos pensamentos, sentimentos e atitudes para manter o campo da aura em equilíbrio e centrado. Certos tipos de pensamentos e de sentimentos como: raiva, medo, ansiedade, intolerância, orgulho, avareza..., criam brechas no campo energético de que se aproveitam os seres; pessoas equilibradas (coisa mais ou menos rara) não lhes sofrem a ação com tanta facilidade. Há coisas e rituais que podem espantá-los? – Sim e vários, uns mais eficazes do que outros: boa música (eles adoram batidões e outros sons que despertam os chacras mais inferiores) – Incenso (detestam e reclamam com a desculpa de alergia) – Plantas e animais – Conversas cosntrutivas – Alho, cruxifixos e outros apetrechos não adianta - Será que a oração ajuda nos momentos de aperto com um vampiro? Sim, o estado de oração enquanto dure (pena que nós não sejamos capazes de mantê-lo durante muito tempo) funciona como uma tela de proteção do campo da aura. O problema é que alguns desses seres são muito mais bem treinados que suas vítimas e capazes de desequilibrá-las em minutos.
Nos momentos mais agudos proteja o centro de força solar que fica na altura do estômago colocando sua mão sobre ele, disfarçadamente.
Viver uma vida mais saudável em contato com a Natureza e usar alimentos vivos e adequados nos reforça o reservatório das energias naturais.
O desenvolvimento da capacidade de perdoar os deslizes do próximo para conosco, nos mantém a salvo até que possamos aprender a amá-los.
Aprender a arte da meditação.
Alguns exercícios são capazes de ajudar a alinhar os centros de força.
Respeitar a lei de retorno - Uma forma simples e eficaz à disposição de todos é a lei natural de retorno: tudo que irradiamos, um dia a nós retorna. Ao aprendermos a usar essa lei segundo os princípios da lei de amor resolvemos nossas dificuldades e contribuímos para que os outros tentem resolver as suas.
Exemplo prático: Selecione um ser já identificado e que volta e meia suga suas energias. Ao invés de fazer o jogo dele (subconsciente) não envie e receba de volta os “petardos mentais” do ódio, raiva, medo, etc. Isso, apenas vai enfraquecer mais ainda seu já precário sistema de defesa. Aproveite os momentos em que está com a mente desocupada e ao invés de ficar inventando problemas, aumentando dificuldades concentre-se e envie a essa criatura e-mails de afeto, energia positiva, coragem, gratidão por ela existir e necessitar dessa ajuda. No mesmo instante o ser recebe essa energia e sente uma disposição e força de vontade repentina que não sabe de onde surgiu. Isso, só dá lucro: o primeiro beneficiado é você que sempre recebe de volta as energias positivas que enviou tenha o outro assimilado ou não (não é seu problema; é dele). Se ele está mais se sentindo mais forte e com mais energia não vai precisar com tanta urgência tentar roubar de você. Abra em todo lugar poupanças de afeto. É preciso que de vez em quando alguém se lembre de nós com gratidão e com carinho. Essa é a principal fonte de energia humana. Quem dá um retorno mais rápido sempre são os idosos e as crianças.
O conceito “vigiai e orai” do Evangelho se aplica muito bem nessa situação de invasão dos chupa - chacras e do uso correto da lei de retorno.
Aprender a compartilhar - Ajudar, amparar, cooperar é usar a lei de retorno e a lei de causa e efeito da forma mais inteligente que um ser humano é capaz.
Cooperar gratifica sempre muito mais do que competir. Quem torna a sua existência muito útil para a vida está mais imune aos ataques em massa dos chupa - chacras. Nesta guerra dos mundos: o amor sempre tem a capacidade de mudar as pessoas. Ajude seus seres mais queridos através de atitudes amorosas a compreender as leis que regem a vida. É possível ajudar um chupa - chacra a descobrir que ele é capaz de buscar nas fontes inesgotáveis da vida toda a energia de que precisa sem tomar dos outros; não é preciso usar a lei de causa e efeito na sua forma mais sofrida. Exercitar a capacidade de perdoar e de amar é a única saída definitiva para resolvermos os problemas que envolvem as interações humanas; um cuidado a ser tomado é o de não fazer as tarefas dos outros essa atitude além de um crime contra as leis da vida é um convite á ação dos chupa - chacras; pois quando fazemos as tarefas que competem ao outro ele se acha no direito de cobrar quando por algum motivo deixamos de faze-las.
Desenvolver a capacidade de perdoar - Pré/requisito do amor a atitude de perdoar é um tremendo antídoto contra o vampirismo.
Vai um sanguinho aí? – Não? – Ainda bem – Obrigado.
Explicamos mais adiante o que é chacra. Será que já fui mordido? – Será que já me transformei num deles? – O diagnóstico não é tão difícil: Se o amigo sente-se cansado, sem ânimo, sonolento de dia e com insônia noturna, com dores pelo corpo, perda de memória, dificuldade de concentração, com problemas de libido, excesso de apetite ou ausência dele; irritando-se por bagatelas ou chorando á toa, desejo imenso de chocolate, áçucar e farináceos; procure ajuda, pois pode ter sido “mordido” pelo chupa – chacra. Recentemente foi descoberta uma espécie de “ser” que se alimenta das energias geradas por nossos centros de força, os chacras; o pior é que a vítima pode tornar-se um deles; tal e qual os clássicos vampiros. Essas criaturas não precisam ser do tipo do clássico conde Drácula, vestir-se de preto, afiar os pontiagudos caninos, esconder-se em caixões de dia, e sair à caça de vítimas de sangue quente nas sombrias noites. Segundo os cientistas que os estudam, eles são multidimensionais; podem estar ou não num corpo físico, podem até materializar-se como corporações e instituições numa espécie de alma grupo (essas pela organização, são as piores). Essas criaturas dominam as técnicas para desestabilizar as defesas psíquicas de suas incautas vítimas, para que abram as portas de seu reservatório de energia vital. Qualquer um de nós está sujeito a ser sugado por um, e até mesmo, sem que o saibamos de forma consciente, podemos ser um chupa - chacras da energia das outras pessoas.
Isso está ocorrendo em massa hoje? Tem a ver com o dito final dos tempo? – Parece que sim e não ao mesmo tempo – Segundo os estudiosos: esse problema é muito antigo, talvez essa invasão tenha começado há milênios e já esteja no DNA de muitos. Muitas pessoas tornaram-se incapazes de se nutrir nas fontes naturais de energia vital e vivem às custas de sugar a força da vida dos outros. Onde eles estão? – Pela aparência não é fácil identificá-los. Qualquer pessoa que nos cerca na vida em família, na relação amorosa, no trabalho pode ser um deles a sugar nossas energias. Alguns chupa – chacras são pessoas dóceis, amáveis, solícitas e até lindas.
Quem são esses caras? De onde vieram? Eles correm atrás das pessoas? Viajam em naves? Pulam de dentro de caixões? – Isso, está sendo objeto de estudo.
Como entender esse ataque para nos defendermos?
Vivendo num mundo de energia
Matéria é um tipo de ilusão dos nossos sentidos. Na realidade ela é um tipo de energia mais condensada e que como as energias mais sutis, também pertence ao campo da energia universal (CEU).
Todos os seres vivos (constituídos de bioenergia ou energia vital) sejam eles humanos, animais ou vegetais, não se alimentam apenas de comida sólida ou líquida. Nutrem-se também de comida gasosa, através do ar que se respira e da comida energética que nos sustenta, nos alimenta e dá vida, constituída pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pela natureza, outros planetas e o cosmo. Somos complexos sistemas interagindo o tempo todo com tudo e com todos os outros sistemas de energia. Sem cessar as trocamos com os sistemas externos absorvendo deles as que necessitamos, descarregando aquelas que não precisamos e eliminando nossos detritos energéticos.
O sistema energético é o mais importante nutridor que mantém nossa vida; podemos ficar algum tempo, comer, sem beber e sem respirar; mas, se ficarmos desconectados de nossas fontes de energia, morremos. De forma idêntica ao corpo físico os corpos extra/físicos possuem sistemas e órgãos para captar e armazenar energias externas e eliminar os detritos energéticos internos. É aí que o bicho pega! - A esses órgãos do corpo sutil dá-se o nome de chacras, vórtices ou centros de força (é aí que esses seres nos atacam). Temos no corpo sutil um número incalculável deles, no entanto os principais são sete e correspondem aos sete plexos nervosos: plexo da base da coluna vertebral, o plexo dos órgãos sexuais (um dos preferidos para o ataque desses seres; cuidado. se acham um jeitosinho e sem defesas – um abraço); Outro da hora para a preferência deles é o plexo solar (na região do umbigo), eles adoram os comilões; Na área das paixões eles se divertem até cansar; criam uma ligação direta – uma gambiarra entre o coração e sexo que ligam e desligam a bel prazer; adoram aditivos e no seu preferido colocaram o nome de viagra – O plexo cardíaco (corresponde ao coração); A maledicência para eles é um prato cheio; caso o laríngeo (à glândula tireóide) esteja sem a proteção adequada eles se esbaldam com o falatório inútil (mulheres costumam ser as maiores vítimas das doenças auto – imunes da tireóide); amam de paixão a fala maledicente, caluniosa; essa é a sobremesa – Aparentemente nos chacras superiores esses seres deveriam encontrar as primeiras barreiras efetivas de nossas defesas; mas, quando isso não acontece – essa existência virou game over; quando eles dominam o frontal (à glândula hipófise) já somos um deles. Quando estão de posse dos chacras superiores já viramos zumbis teleguiados e dominados; e o coronário no alto da cabeça que corresponde à glândula pineal não funciona – daí estamos á mercê de nós mesmos, pois a ajuda não consegue chegar com facilidade.
É possível o auto-diagnóstico? – Claro.
Pessoas equilibradas e sadias tanto no corpo físico quanto no corpo mental/emocional nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil e vivem mais felizes e alegres. Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativam o circuito da energia vital e revitalizam os centros de força mesmo em situações existenciais desfavoráveis.
O que leva esses seres a nos usarem como cobaias para que se nutram?
Talvez preguiça – Isso é assunto para os entendidos – Mas, a verdade é que, as fontes de energia natural encontram-se à disposição de todas as pessoas, no entanto aquelas desequilibradas na sua forma de pensar, sentir e agir alteram a estrutura natural de seus centros de força e perdem contato consigo mesmas e também a capacidade de absorver e processar a energia natural (talvez esteja nesse detalhe a explicação). Para sobreviver recorrem ao expediente de roubar a energia vital das outras pessoas. Talvez o estilo de vida atual, por consumir mais energia pode ser o responsável pela evidência; como predominam as pessoas neuróticas (altamente competitivas) que precisam para satisfazer suas necessidades egocêntricas de uma quantidade muito maior de energia vital do que são capazes de absorver e de reciclar; elas criam um processo de dependência da energia alheia, e quando não conseguem “cobaias” com facilidade; tornam-se neurastênicos e sem ânimo para nada.
Os chupa - chacras podem ser ou não conscientes de sua condição. Como a maioria das pessoas não tem quase nenhuma consciência de quem são, nem dos fatos da sua vida, é lógico que a maior parte deles (até certo ponto) desconheçam que o são. Algumas características desses seres já foram relatadas:
Falta de maturidade afetiva:
A maturidade afetiva para que seja alcançada exige a superação do egoísmo e o desenvolvimento da capacidade de se doar. O que caracteriza o imaturo na afetividade é o comportamento “captativo” (do Lat. captare – tomar).
A criança é necessariamente captativa e egocêntrica porque tem necessidade de sentir-se cuidada e protegida (serão as crianças chupa – chacras sem exceção? – claro que não; a criança devolve muito rápido as energias absorvidas – aliás recuperar o espírito infantil, voltar a ser criança é uma das melhores formas de paralisarmos a maioria dos chupa - chacras; já o adulto deve ser capaz de dar, oferecer, nutrir o outro de afeto.
As pessoas muito dependentes ou inseguras que ancoraram em fases infantis da maturidade afetiva tendem a sugar mais a vitalidade dos parceiros reeditando sua fase infantil de dependência materna na qual suas necessidades afetivas não foram supridas.
Egocentrismo:
O egoísta não consegue entender que dar não é privar-se de alguma coisa; é expandir-se, irradiar a própria energia.
Nosso padrão de pensar e de sentir reflete-se no corpo sutil que apresenta um fluxo de energia com aspecto convexo (voltado para fora) o que favorece a recepção das energias naturais e as trocas. O padrão psicológico egocêntrico faz com que o indivíduo permaneça centrado em si mesmo alterando a circulação de energia natural e a estrutura do corpo sutil adota uma forma côncava que dificulta a recepção de energia e as trocas. O egocêntrico perde contato com o que o rodeia e com as fontes de energia natural criando a necessidade de roubar energia dos outros para conseguir sobreviver.
Neurose de competição:
A vida do neurótico torna-se duplamente complicada em termos de energia. Primeiro a necessidade de sobrepujar os outros pede mais energia do que o sujeito consegue captar e quanto mais aumenta a neura de vencer a qualquer preço e a qualquer custo mais se perde contato com a realidade e com as fontes de energia. Depois, o subconsciente detecta que é mais prático retirar energia do outro do que das fontes naturais, isso cria um tipo de dependência e como predominam os neuróticos aumenta cada vez mais o número desses seres o que os está levando a uma verdadeira crise de energia vital que cada vez parece mais escassa.
Eles podem nos atacar á distância e até via PC e e-mail? – Sem dúvida.
Sabedores de que nossos pensamentos e emoções se irradiam à distância formando o nosso padrão vibratório, que ao se assemelhar ao de outros cria um mecanismo de interação e de sintonia, com todas as possibilidades possíveis de interação, os cuidados com o teor do que pensa e sente passa a sofrer uma saudável e alegre vigilância; ou quando em descuido, nos posicionamos em certas freqüências de padrão vibratório mais baixo corremos o risco de termos nossa energia vital sendo drenada para outras criaturas de qualquer uma das dimensões da vida. Isso, explica em parte os “inexplicáveis” picos de energia e da falta dela, apenas segundo o fluxo dos acontecimentos. Num momento estamos até eufóricos e logo a seguir depressivos, tanto no físico quanto no mental/emocional. Para muitos vampiros basta que fixemos neles o pensamento para que a ligação estabelecida já se torne um foco de seqüestro de energia, principalmente se for uma relação desarmônica que envolva: medo, mágoa, ódio, ressentimento, etc.
Não foi á toa que o Sábio Jesus nos recomendou o exercício do perdão de forma ininterrupta. Perdoar significa desmanchar sintonias inadequadas.
Seus efeitos são mais poderosos e daninhos quando a sintonia é mantida e alimentada pelas duas partes; no entanto quem sai perdendo num primeiro momento, é a parte mais fraca, a vítima. Numa relação de ganha perde, o que lucra em cima do outro dia menos dia vai prestar contas a si mesmo, e mais para a frente descobre e sente uma irresistível vontade de reparar...
O que fazer para nos defendermos dos chupa-chacras?
Destruí-los, além de impossível, está fora de cogitação. Para escapar deles o raciocínio mais simples parecer ser: identificá-los e depois fugir para o lugar mais longe que sejamos capazes. Sem dúvida, que esse expediente pode até funcionar, embora esse seja um remédio paliativo e que não dá certo contra todos. Até porque algumas pessoas que seqüestram nossas energias são familiares ou pessoas às quais queremos bem.
E o que fazer quando descobrimos que o chupa -chacra somos nós? Vamos fugir de quem? Virar ermitão? Ou vamos nos trancar num quarto para sempre? (Lembre-se daqueles filmes onde o vampiro ou melhor o lobisomem se tranca na época da lua cheia para não atacar os que gosta). É lógico que não devemos dar sopa para o azar e devemos estar sempre vigilantes para nos proteger, e também para estudarmos formas de ajudar os já contaminados a sair dessa, e a buscar a própria energia nos lugares certos e da forma correta. O resultado definitivo sempre vem junto com a melhora dos sistemas de defesa.
O que fazer para adequar o sistema de defesa?
Vigiar o padrão vibratório dos pensamentos, sentimentos e atitudes para manter o campo da aura em equilíbrio e centrado. Certos tipos de pensamentos e de sentimentos como: raiva, medo, ansiedade, intolerância, orgulho, avareza..., criam brechas no campo energético de que se aproveitam os seres; pessoas equilibradas (coisa mais ou menos rara) não lhes sofrem a ação com tanta facilidade. Há coisas e rituais que podem espantá-los? – Sim e vários, uns mais eficazes do que outros: boa música (eles adoram batidões e outros sons que despertam os chacras mais inferiores) – Incenso (detestam e reclamam com a desculpa de alergia) – Plantas e animais – Conversas cosntrutivas – Alho, cruxifixos e outros apetrechos não adianta - Será que a oração ajuda nos momentos de aperto com um vampiro? Sim, o estado de oração enquanto dure (pena que nós não sejamos capazes de mantê-lo durante muito tempo) funciona como uma tela de proteção do campo da aura. O problema é que alguns desses seres são muito mais bem treinados que suas vítimas e capazes de desequilibrá-las em minutos.
Nos momentos mais agudos proteja o centro de força solar que fica na altura do estômago colocando sua mão sobre ele, disfarçadamente.
Viver uma vida mais saudável em contato com a Natureza e usar alimentos vivos e adequados nos reforça o reservatório das energias naturais.
O desenvolvimento da capacidade de perdoar os deslizes do próximo para conosco, nos mantém a salvo até que possamos aprender a amá-los.
Aprender a arte da meditação.
Alguns exercícios são capazes de ajudar a alinhar os centros de força.
Respeitar a lei de retorno - Uma forma simples e eficaz à disposição de todos é a lei natural de retorno: tudo que irradiamos, um dia a nós retorna. Ao aprendermos a usar essa lei segundo os princípios da lei de amor resolvemos nossas dificuldades e contribuímos para que os outros tentem resolver as suas.
Exemplo prático: Selecione um ser já identificado e que volta e meia suga suas energias. Ao invés de fazer o jogo dele (subconsciente) não envie e receba de volta os “petardos mentais” do ódio, raiva, medo, etc. Isso, apenas vai enfraquecer mais ainda seu já precário sistema de defesa. Aproveite os momentos em que está com a mente desocupada e ao invés de ficar inventando problemas, aumentando dificuldades concentre-se e envie a essa criatura e-mails de afeto, energia positiva, coragem, gratidão por ela existir e necessitar dessa ajuda. No mesmo instante o ser recebe essa energia e sente uma disposição e força de vontade repentina que não sabe de onde surgiu. Isso, só dá lucro: o primeiro beneficiado é você que sempre recebe de volta as energias positivas que enviou tenha o outro assimilado ou não (não é seu problema; é dele). Se ele está mais se sentindo mais forte e com mais energia não vai precisar com tanta urgência tentar roubar de você. Abra em todo lugar poupanças de afeto. É preciso que de vez em quando alguém se lembre de nós com gratidão e com carinho. Essa é a principal fonte de energia humana. Quem dá um retorno mais rápido sempre são os idosos e as crianças.
O conceito “vigiai e orai” do Evangelho se aplica muito bem nessa situação de invasão dos chupa - chacras e do uso correto da lei de retorno.
Aprender a compartilhar - Ajudar, amparar, cooperar é usar a lei de retorno e a lei de causa e efeito da forma mais inteligente que um ser humano é capaz.
Cooperar gratifica sempre muito mais do que competir. Quem torna a sua existência muito útil para a vida está mais imune aos ataques em massa dos chupa - chacras. Nesta guerra dos mundos: o amor sempre tem a capacidade de mudar as pessoas. Ajude seus seres mais queridos através de atitudes amorosas a compreender as leis que regem a vida. É possível ajudar um chupa - chacra a descobrir que ele é capaz de buscar nas fontes inesgotáveis da vida toda a energia de que precisa sem tomar dos outros; não é preciso usar a lei de causa e efeito na sua forma mais sofrida. Exercitar a capacidade de perdoar e de amar é a única saída definitiva para resolvermos os problemas que envolvem as interações humanas; um cuidado a ser tomado é o de não fazer as tarefas dos outros essa atitude além de um crime contra as leis da vida é um convite á ação dos chupa - chacras; pois quando fazemos as tarefas que competem ao outro ele se acha no direito de cobrar quando por algum motivo deixamos de faze-las.
Desenvolver a capacidade de perdoar - Pré/requisito do amor a atitude de perdoar é um tremendo antídoto contra o vampirismo.
Vai um sanguinho aí? – Não? – Ainda bem – Obrigado.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
EDUCADOS PELA RUA
Há algum tempo meninos e meninas de rua eram consideradas as crianças que viviam mais fora do que dentro de casa; e que recebiam as informações e aprendiam os valores que se praticava na rua, literalmente. Mais especificamente as que usavam linguagem chula, falavam palavrões, não mostravam respeito pelas pessoas nem instituições, andavam mal vestidas e pouco asseadas. A maior parte delas tinha família, mas esta pouco ou nada se preocupava com elas; entretidos os pais com seus afazeres ou a sobrevivência; os motivos para o descuido como os filhos eram os mais variados. Em tempos idos, alguns aspectos bem marcantes distinguiam as crianças de boa família e as de rua; hoje nem tanto; elas tem comportamentos e fala mais ou menos padronizados pela mídia.
Antigamente a maioria das crianças de rua tinham um teto para morar e o básico de alimentação; mas na atualidade as crianças de rua foram substituídas em grande número pelas crianças moradores de rua; ou seja essas crianças não apenas são educadas pela rua como vivem nela, sem abrigo físico e muito menos moral; e por incrível que pareça, algumas por opção. Claro que a vadiagem ou a luta pela sobrevivência na rua fabrica delinqüentes mirins que terminam na cadeia ou caem rapidamente nos vícios cada vez mais mortais, a probabilidade de morte precoce ou assassinato para elas é muito grande.
Mas, vivemos um paradoxo; pois a educação de rua se generalizou e pasteurizou; pois nestas últimas décadas, vivemos uma ampliação fantástica da educação de rua, muito mais insidiosa e perigosa; pois com o advento da mídia de ação rápida e especialmente da TV, o conceito de criança educada pelas leis e valores da antiga educação de rua modificou-se de forma radical. Hoje mesmo em famílias razoavelmente estruturadas as crianças são educadas pela nova e ampliada rua; ficam muitas horas de frente á TV e da NET, são criadas em berçários, creches, pela empregada doméstica ou pela avó. Na moderna luta pela sobrevivência alguns casais levam uma vida parecida com o casal do filme "Feitiço de Áquila", onde o moço transforma-se num lobo á noite e sua amada num falcão durante o dia e eles apenas quase se tocam no lusco – fusco, na transição do dia para a noite – em muitas famílias quando o marido está chegando do trabalho a esposa está saindo para ir trabalhar. Claro que isso levou a um relaxamento de valores no reduto doméstico; e os da ética e da moral que são postos na temática do entretenimento infanto – juvenil e adulto são questionáveis; e muitas vezes nem os próprios criadores e diretores sabem explicar bem suas intenções com determinadas cenas e seus desfechos – além disso, as crianças só não assistem a todos os programas se não quiserem, de violência a sexo explícito; pois, a maior parte das famílias de todas as condições sócio – econômicas não têm estrutura de valores e nem regras que sejam cumpridas por todos; mesmo para selecionar o que a criança deve ou não assistir; na verdade, nem famílias nem instituições querem arcar com o ônus da regulamentação e, todos enquanto sociedade, fingimos que não está acontecendo nada – é cômodo para quem tem obrigação de se posicionar usar o conceito de livre arbítrio do povão; vê, ouve e assiste quem quer! – simples assim? – Provavelmente vamos nos arrepender com amargura desse descuido; e nem demora; pois, o resultado gerado pela aplicação dos conceitos fast-food de valores da ética e da moral pelas crianças educadas dessa forma há algumas gerações, está á nossa frente o tempo todo, nos noticiários; e na forma de comportamento dos sociopatas até de colarinho branco e engravatados que vivem á nossa volta, usando o poder do dinheiro e dos postos de mando; e com seus desmandos passam muitos anos explorando, espalhando miséria, dor e sofrimento, sombra e ruína ao largo da justiça. Muito se fala e pouco se faz; ouvem-se muitas frases do tipo: - Onde o mundo vai parar desse jeito! E outras do tipo.
Até nos espantamos com o que está acontecendo com as crianças em se tratando de precocidade. No terreno das doenças e distúrbios, elas já sofrem de doenças de adultos de todos os tipos: dos problemas psicológicos, distúrbios do comportamento, ás doenças físicas. Quando buscamos explicações fazemos questão de esquecer importantes detalhes, tais como esse da nova educação da rua e sua influência na formação de hábitos, vícios e valores. Quando não estamos a fim de tomar decisões e atitudes contundentes usamos o surrado chavão: Besteira! – Nada a ver! - Parece coisa de ficção científica com um que, de pastelão: crianças criadas confinadas entre quatro paredes recebendo basicamente educação de rua. A versão moderna e meio punk de João e Maria sendo engordados pela bruxa malvada (família) ou melhor... Observando com cuidado nossa fala e a das pessoas em torno ficamos de cabelo em pé de tantos paradoxos; por exemplo: Dia destes recolhi de uma conversa entre um pai e seu jovem filho que havia aberto uma empresa e estava andando por um caminho não muito recomendável; algum material para refletir. O pai foi categórico: - Filho, neste país se você quiser roubar; roube bastante para não ir preso; pois, se tiver muito dinheiro paga um bom advogado que conhece bem as brechas da justiça – no seu caso; se sua empresa continuar pequena você vai preso; mas, se você fizer com que ela cresça, suas dívidas serão perdoadas pelo fato social, a tolerância vai aumentar muito devido aos empregos que gerou; fui claro?
A moderna educação de rua cria disparates e incongruências das quais vamos nos arrepender como sociedade; com certeza. Por exemplo, a lei de "Gerson" que sinaliza que devemos levar vantagem em tudo, é uma das mais valorizadas e respeitadas; a vida das pessoas passou a valer o que elas carregam no bolso. É mano! Enfim, estamos colhendo os frutos do plantio da educação de rua.
Antigamente a maioria das crianças de rua tinham um teto para morar e o básico de alimentação; mas na atualidade as crianças de rua foram substituídas em grande número pelas crianças moradores de rua; ou seja essas crianças não apenas são educadas pela rua como vivem nela, sem abrigo físico e muito menos moral; e por incrível que pareça, algumas por opção. Claro que a vadiagem ou a luta pela sobrevivência na rua fabrica delinqüentes mirins que terminam na cadeia ou caem rapidamente nos vícios cada vez mais mortais, a probabilidade de morte precoce ou assassinato para elas é muito grande.
Mas, vivemos um paradoxo; pois a educação de rua se generalizou e pasteurizou; pois nestas últimas décadas, vivemos uma ampliação fantástica da educação de rua, muito mais insidiosa e perigosa; pois com o advento da mídia de ação rápida e especialmente da TV, o conceito de criança educada pelas leis e valores da antiga educação de rua modificou-se de forma radical. Hoje mesmo em famílias razoavelmente estruturadas as crianças são educadas pela nova e ampliada rua; ficam muitas horas de frente á TV e da NET, são criadas em berçários, creches, pela empregada doméstica ou pela avó. Na moderna luta pela sobrevivência alguns casais levam uma vida parecida com o casal do filme "Feitiço de Áquila", onde o moço transforma-se num lobo á noite e sua amada num falcão durante o dia e eles apenas quase se tocam no lusco – fusco, na transição do dia para a noite – em muitas famílias quando o marido está chegando do trabalho a esposa está saindo para ir trabalhar. Claro que isso levou a um relaxamento de valores no reduto doméstico; e os da ética e da moral que são postos na temática do entretenimento infanto – juvenil e adulto são questionáveis; e muitas vezes nem os próprios criadores e diretores sabem explicar bem suas intenções com determinadas cenas e seus desfechos – além disso, as crianças só não assistem a todos os programas se não quiserem, de violência a sexo explícito; pois, a maior parte das famílias de todas as condições sócio – econômicas não têm estrutura de valores e nem regras que sejam cumpridas por todos; mesmo para selecionar o que a criança deve ou não assistir; na verdade, nem famílias nem instituições querem arcar com o ônus da regulamentação e, todos enquanto sociedade, fingimos que não está acontecendo nada – é cômodo para quem tem obrigação de se posicionar usar o conceito de livre arbítrio do povão; vê, ouve e assiste quem quer! – simples assim? – Provavelmente vamos nos arrepender com amargura desse descuido; e nem demora; pois, o resultado gerado pela aplicação dos conceitos fast-food de valores da ética e da moral pelas crianças educadas dessa forma há algumas gerações, está á nossa frente o tempo todo, nos noticiários; e na forma de comportamento dos sociopatas até de colarinho branco e engravatados que vivem á nossa volta, usando o poder do dinheiro e dos postos de mando; e com seus desmandos passam muitos anos explorando, espalhando miséria, dor e sofrimento, sombra e ruína ao largo da justiça. Muito se fala e pouco se faz; ouvem-se muitas frases do tipo: - Onde o mundo vai parar desse jeito! E outras do tipo.
Até nos espantamos com o que está acontecendo com as crianças em se tratando de precocidade. No terreno das doenças e distúrbios, elas já sofrem de doenças de adultos de todos os tipos: dos problemas psicológicos, distúrbios do comportamento, ás doenças físicas. Quando buscamos explicações fazemos questão de esquecer importantes detalhes, tais como esse da nova educação da rua e sua influência na formação de hábitos, vícios e valores. Quando não estamos a fim de tomar decisões e atitudes contundentes usamos o surrado chavão: Besteira! – Nada a ver! - Parece coisa de ficção científica com um que, de pastelão: crianças criadas confinadas entre quatro paredes recebendo basicamente educação de rua. A versão moderna e meio punk de João e Maria sendo engordados pela bruxa malvada (família) ou melhor... Observando com cuidado nossa fala e a das pessoas em torno ficamos de cabelo em pé de tantos paradoxos; por exemplo: Dia destes recolhi de uma conversa entre um pai e seu jovem filho que havia aberto uma empresa e estava andando por um caminho não muito recomendável; algum material para refletir. O pai foi categórico: - Filho, neste país se você quiser roubar; roube bastante para não ir preso; pois, se tiver muito dinheiro paga um bom advogado que conhece bem as brechas da justiça – no seu caso; se sua empresa continuar pequena você vai preso; mas, se você fizer com que ela cresça, suas dívidas serão perdoadas pelo fato social, a tolerância vai aumentar muito devido aos empregos que gerou; fui claro?
A moderna educação de rua cria disparates e incongruências das quais vamos nos arrepender como sociedade; com certeza. Por exemplo, a lei de "Gerson" que sinaliza que devemos levar vantagem em tudo, é uma das mais valorizadas e respeitadas; a vida das pessoas passou a valer o que elas carregam no bolso. É mano! Enfim, estamos colhendo os frutos do plantio da educação de rua.
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