MORTE UMA PALAVRA DE PESO
Uma palavra que provoca pelo nome, mas que carrega um dos significados mais transformadores do existir quando se entende quem somos e o que fazemos aqui. Pensar, sentir, agir, criar, descriar, reformar, liberar, na verdade ela apenas pede que identifiquemos o que já cumpriu seu ciclo e encontremos coragem para deixar ir. Não porque seja fácil, senão não teria graça e a vida seria uma simples e chata linha de montagem, mas porque carregar o que perdeu o sentido custa mais do que soltar. Ela não representa morte literal, mas sim o tipo de transformação que só acontece quando algo encerra de verdade: não pela metade, não "em pausa", mas com ponto final de apenas um ciclo até que outro o substitua.Em nossa experiência atual a “Morte” convida a uma pergunta honesta: o que estamos mantendo “vivo” por hábito, medo ou conforto — quando, no fundo, mesmo anestesiado por crenças já sabemos que o ciclo se encerrou?
Recomeçar, reviver é reconhecer o que precisa ser encerrado na intimidade antes de abrir espaço para algo verdadeiramente novo e para isso, entendimento, planejamento e desapego caminham juntos e não para grandes projetos e apostas, mas para consolidar o que funciona e encerrar o que não funciona mais em nossas vidas.
O que chamamos de crescimento espiritual não vem de acumulação de teorias e crenças e sim de mais práticas, mais conhecimento. A compreensão da morte vem de despojamento: identificar o que você carrega como crença, identidade ou padrão que já não serve à sua evolução, e ter a coragem de soltar.
Não fuja de enfrentar o temor gerado por crenças que transformaram essa simples palavra que carrega consigo o medo de algo catastrófico, estude-a com inteligência para não desperdiçar tempo, energia e oportunidades.
QUESTIONE: ESTOU VIVO, MORTO OU MORTO-VIVO?


Nenhum comentário:
Postar um comentário