Encravada nos Andes há uma comunidade onde passar dos cem anos de idade é a coisa mais normal do mundo.
Vários fatores contribuem para essa longevidade acima da média; dentre elas: Os dois médicos a que todos os habitantes tem direito.
Na sua cultura de vida há entre eles um secular ditado:
O homem tem dois médicos: o pé direito e o pé esquerdo.
Vários fatores contribuem para a sanidade dessas comunidades:
São caminheiros desde os primeiros passos.
Adeptos da alimentação frugal e de produtos apenas da região.
Bebem apenas água.
São alegres, divertidos, cultuam as amizades, pacíficos, festeiros.
Mesmo sem que o saibam os dois médicos são responsáveis em grande parte pela sua saúde.
Os benefícios do caminhar, especialmente descalço, têm sua explicação na medicina chinesa: na sola do pé estão os mapas das terminações dos meridianos de acupuntura ligados a cada órgão.
Ao caminharmos estimulamos a circulação de energia dos meridianos de todas as partes do organismo - evitando falta ou acúmulo de energia em determinados pontos; o que gera doenças, mau humor, agressividade, ansiedade, impaciência, medo.
Durante a caminhada também produzimos endorfinas que nos dão a sensação de prazer, alegria – desse modo, se numa coletividade todos caminham todos os dias, as pessoas serão mais sociáveis, amigas, amorosas, alegres, felizes - o que, de forma comprovada gera sanidade.
Cá entre nós esses dois médicos são encarcerados em calçados desconfortáveis, isolantes (solas de borracha e plástico) e verdadeiros criadouros de fungos; são pouco acionados, até por um fenômeno cultural (quem anda a pé é pobre).
O desprezo com que são tratados esses dois divinos médicos nestas bandas, explica em parte o estilo de vida doentio que desfrutamos; da doença orgânica à insanidade psicológica e social.
As férias de verão vem aí!
Andar calçado na areia da praia é crime contra a própria sanidade.
Põe seus dois médicos prá trabalhar antes que eles se aposentem...
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
SORRIA - A VIDA É UM BREVE INSTANTE OU SERÁ UM MOMENTO?
Vivemos como se a vida não nos pertencesse.
Somos seres ainda muito mais reativos do que proativos; nossa forma de sentir cada instante costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós.
Desse modo, em cada um deles vivemos uma condição emocional e afetiva que não é fixa; já que depende de fatores externos. Essa forma instável de viver e sentir explica a origem de várias doenças.
Alerta:
Vivemos uma aceleração dos instantes; além disso, pulsos de energia cósmica estão tornando as reações desproporcionais á ação que as desencadeou.
O que é um instante?
Usamos cada ins.tan.te como adjetivo?
- Que está para acontecer; para vir; iminente.
- Pertinaz; insistente.
- Urgente; inadiável; indispensável.
- Que se insta; que se solicita com tenacidade.
Como substantivo?
- Momento; um ponto determinado no tempo.
- Ocasião; hora; tempo indeterminado no qual algo ocorre.
Espaço de tempo? Espaço/tempo? Experiência em andamento? Segue regras e padrões pré/estabelecidos? Pura sensibilidade e emoção? Tudo isso, e muito mais?
Instantes podem ser medidos?
No calendário ou no relógio? - Qual a diferença entre um do tipo fração de segundo e outro eternidade? - Há grandes e pequenos? - Ação ou reação? Indispensáveis? Úteis e inúteis? Inadiáveis? Irreversíveis? Retornáveis? Descartáveis?
Cada um de nós vai responder segundo a sua forma de perceber a vida neste relativo instante. A lei da relatividade se aplica aos ins.tan.tes?
Cada qual irá interpretar segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez, de forma emocional; e até depende de suas relações afetivas.
Talvez seja mais prático dizer que ele é subjetivo, adjetivo e substantivo ao mesmo tempo; e que depende de sensações e de interpretação.
Deve ser vivido de forma intensa como se fosse o último?
Sem dúvida é uma maneira forte e interessante de viver a vida, poderosa e ao mesmo tempo perigosa para quem pensar pouco. Posta em prática com pouco discernimento pode gerar a ânsia, a ansiedade, a angústia e até a morte prematura.
Pensando bem, será que existe um ultimo instante para qualquer coisa?
O mais provável é que nossa vida seja uma carreira de instantes; uma experiência depois da outra; dentro de outros instantes maiores.
Para onde vão os instantes?
Arquivados no DNA? Registro Cósmico? Nas dobras do tempo?
Como acessá-los?
Com o foco da consciência? Qual a senha?
Quanto tempo dura a lembrança de um instante? Posso reter só os que eu desejar?
São sempre voluntários ou podem ser compulsórios?
Sábios costumam dizer que nossa própria vida é um breve instante – poucos se aventuraram a dizer quantos momentos cabem num instante - Ou quantos instantes cabem num momento – Instantes e momentos podem ser confundidos?
Cá mais em baixo; para nós no day by day:
Tudo leva a crer que podem ser sentidos como emoções.
Há os de raiva, os de medo, de alegria, de prazer, os de egoísmo e os de solidariedade...
Cada um deles tem a sua própria beleza e podemos repetir sempre os que mais gostamos.
O melhor de tudo é que usando a inteligência podemos transmutar a emoção de cada instante.
Cada um de nós vai viver os seus de ação como lhe aprouver; já os de reação estão limitados á ação anterior; que pode ser modificada...
Receita de sábios:
Quer aproveitar bem cada instante?
Concentre-se apenas nele.
Sinta-o.
O que estiver fazendo durante esse momento, faça-o com amor e bem feito...
A máquina do tempo nos fotografa a cada instante.
Sorria! – É nóis na foto cósmica que será colada no álbum da vida!
Ocê não vai querer sair com essa carinha bicuda de substantivo – Vai?
O instante tá mais prá reação do que prá ação?
Então faz cara de adjetivo e diga: XIS!
Anda logo que o momento insta, urge!
Mas, não te tornes um chato insistente – ao menos neste momento!
Somos seres ainda muito mais reativos do que proativos; nossa forma de sentir cada instante costuma ser uma resposta imediata e proporcional às ações externas positivas ou negativas que atuam sobre cada um de nós.
Desse modo, em cada um deles vivemos uma condição emocional e afetiva que não é fixa; já que depende de fatores externos. Essa forma instável de viver e sentir explica a origem de várias doenças.
Alerta:
Vivemos uma aceleração dos instantes; além disso, pulsos de energia cósmica estão tornando as reações desproporcionais á ação que as desencadeou.
O que é um instante?
Usamos cada ins.tan.te como adjetivo?
- Que está para acontecer; para vir; iminente.
- Pertinaz; insistente.
- Urgente; inadiável; indispensável.
- Que se insta; que se solicita com tenacidade.
Como substantivo?
- Momento; um ponto determinado no tempo.
- Ocasião; hora; tempo indeterminado no qual algo ocorre.
Espaço de tempo? Espaço/tempo? Experiência em andamento? Segue regras e padrões pré/estabelecidos? Pura sensibilidade e emoção? Tudo isso, e muito mais?
Instantes podem ser medidos?
No calendário ou no relógio? - Qual a diferença entre um do tipo fração de segundo e outro eternidade? - Há grandes e pequenos? - Ação ou reação? Indispensáveis? Úteis e inúteis? Inadiáveis? Irreversíveis? Retornáveis? Descartáveis?
Cada um de nós vai responder segundo a sua forma de perceber a vida neste relativo instante. A lei da relatividade se aplica aos ins.tan.tes?
Cada qual irá interpretar segundo o que está “rolando” na sua vida. Pode ser com lucidez, de forma emocional; e até depende de suas relações afetivas.
Talvez seja mais prático dizer que ele é subjetivo, adjetivo e substantivo ao mesmo tempo; e que depende de sensações e de interpretação.
Deve ser vivido de forma intensa como se fosse o último?
Sem dúvida é uma maneira forte e interessante de viver a vida, poderosa e ao mesmo tempo perigosa para quem pensar pouco. Posta em prática com pouco discernimento pode gerar a ânsia, a ansiedade, a angústia e até a morte prematura.
Pensando bem, será que existe um ultimo instante para qualquer coisa?
O mais provável é que nossa vida seja uma carreira de instantes; uma experiência depois da outra; dentro de outros instantes maiores.
Para onde vão os instantes?
Arquivados no DNA? Registro Cósmico? Nas dobras do tempo?
Como acessá-los?
Com o foco da consciência? Qual a senha?
Quanto tempo dura a lembrança de um instante? Posso reter só os que eu desejar?
São sempre voluntários ou podem ser compulsórios?
Sábios costumam dizer que nossa própria vida é um breve instante – poucos se aventuraram a dizer quantos momentos cabem num instante - Ou quantos instantes cabem num momento – Instantes e momentos podem ser confundidos?
Cá mais em baixo; para nós no day by day:
Tudo leva a crer que podem ser sentidos como emoções.
Há os de raiva, os de medo, de alegria, de prazer, os de egoísmo e os de solidariedade...
Cada um deles tem a sua própria beleza e podemos repetir sempre os que mais gostamos.
O melhor de tudo é que usando a inteligência podemos transmutar a emoção de cada instante.
Cada um de nós vai viver os seus de ação como lhe aprouver; já os de reação estão limitados á ação anterior; que pode ser modificada...
Receita de sábios:
Quer aproveitar bem cada instante?
Concentre-se apenas nele.
Sinta-o.
O que estiver fazendo durante esse momento, faça-o com amor e bem feito...
A máquina do tempo nos fotografa a cada instante.
Sorria! – É nóis na foto cósmica que será colada no álbum da vida!
Ocê não vai querer sair com essa carinha bicuda de substantivo – Vai?
O instante tá mais prá reação do que prá ação?
Então faz cara de adjetivo e diga: XIS!
Anda logo que o momento insta, urge!
Mas, não te tornes um chato insistente – ao menos neste momento!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
EGOÍTE – A MÃE DE TODAS AS DOENÇAS
Cresce a cada dia o número de pessoas que sofrem de problemas no ego; e estão em depressão, desalentadas ou até com doenças orgânicas; pela simples razão de não terem o “reconhecimento” pelo que “acharam” ter feito de bem aos outros.
Sofrem de Egoíte compulsiva ou compulsória.
Qual a origem da ingratidão?
O MAIS COMUM TIPO DE CÂNCER DO EGO.
Nossa qualidade humana é precária; o “bem” que nos fazem; nós esquecemos muito rápido; já o mal que imaginamos nos tenha sido feito demoramos ás vezes séculos para esquecer.
Não se trata de maldade; apenas de falta de consciência e preguiça.
Se alguém faz uma tarefa que me pertence duas ou três vezes, nunca mais a faço e ainda cobro do outro se não tornar a fazê-la.
Além do mais, confundimos simples obrigações do ego com bondade ou caridade.
Um grande Mestre até nos alertou: Não dê pérolas aos porcos...
Traduzindo para o cotidiano:
Não se meta onde não é chamado.
Não dê palpite nas tarefas de vida das outras pessoas, seja quem for: pai, mãe, filho, mulher, marido, amigo, adversário...
Esqueça a tarefa dos outros, faça bem feito as suas.
A muitos egoístas intrometidos e controladores que se acham bondosos, isso pode soar como uma forma de egoísmo.
Veremos que é exatamente ao contrário...
Se alguém pedir ajuda; ajude – de preferência auxilie sem que a pessoa saiba, para evitar que se acomode e para que seu esforço tenha alguma valia para você mesmo na contabilidade da própria consciência.
É preciso ser cada dia mais simples e prático; pois a vida hoje está muito acelerada o que pode torná-la muito mais complicada:
Egoíte é a doença que mais mata – quase sempre rotulada de câncer.
Quem perder tempo tentando fazer as tarefas dos outros; breve vai descobrir que perdeu esse tempo, oportunidades e ainda assumiu compromissos futuros com as pessoas a quem atrapalhou, com sua pseudo-ajuda.
Uma das palavras de ordem do momento é: seja simples, e despojado para viver de forma saudável e eficiente.
DOAR NÃO É EMPRESTAR...
Gostamos de entender as leis da vida de forma deturpada.
Aqui no planeta Terra estamos ainda na Era de aprender a controlar o Ego para depois integrá-lo ao coletivo – claro que; para que não soframos de uma doença chamada Egão (obesidade do ego) devemos emagrecê-lo doando (não emprestando e cobrando juros e correção) um pouco das gostosuras da vida para os outros; mas, com “moderação” para não sofrer da gulodice de reconhecimento tão comuns nos quadros de depressão, angústia, pânico – uma das doenças de efeito rebote do Ego tentando fazer regime – uma verdadeira crise de abstinência egóica.
O ato de doar vem acompanhado de prazer (nesta nossa fase da evolução se assemelha á ejaculação precoce: que delícia! Já acabou? – Não foi bom prá você?).
O ATO DE DOAR É PURO PRAZER CÓSMICO
Nossa felicidade está atrelada ao prazer que consigamos proporcionar ao outro – tanto mais duradouro quanto maior seja nossa competência.
Não importa que a prática da caridade para a maioria de nós na atualidade se assemelhe a uma masturbação afetiva – logo nos cansaremos disso e mudaremos o foco.
O primeiro passo é aprender a agradecer á vida e a todos que ela coloca na nossa frente:
AGRADECIMENTOS
Em primeiro lugar, a todos que ajudaram na disciplina do nosso espírito:
• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos.
• Traindo nossas combinações.
• Explorando nossas deficiências de caráter.
• Cutucando nossas feridas da alma.
Em segundo lugar, a todos que tentaram do seu jeito nos orientar, indicando a forma mais prática e eficiente; mesmo que através dos seus erros; que muitas vezes, foram os poucos acertos que fizeram com relação a nós...
QUERES AJUDAR, AMPARAR, AUXILIAR?
FAZ APENAS PELO TEU MAIS PURO PRAZER – NÃO TE PREOCUPES COM O PAGAMENTO DO OUTRO:
APENAS COMPARTILHA.
Dá de graça, o que de graça recebestes...
Sofrem de Egoíte compulsiva ou compulsória.
Qual a origem da ingratidão?
O MAIS COMUM TIPO DE CÂNCER DO EGO.
Nossa qualidade humana é precária; o “bem” que nos fazem; nós esquecemos muito rápido; já o mal que imaginamos nos tenha sido feito demoramos ás vezes séculos para esquecer.
Não se trata de maldade; apenas de falta de consciência e preguiça.
Se alguém faz uma tarefa que me pertence duas ou três vezes, nunca mais a faço e ainda cobro do outro se não tornar a fazê-la.
Além do mais, confundimos simples obrigações do ego com bondade ou caridade.
Um grande Mestre até nos alertou: Não dê pérolas aos porcos...
Traduzindo para o cotidiano:
Não se meta onde não é chamado.
Não dê palpite nas tarefas de vida das outras pessoas, seja quem for: pai, mãe, filho, mulher, marido, amigo, adversário...
Esqueça a tarefa dos outros, faça bem feito as suas.
A muitos egoístas intrometidos e controladores que se acham bondosos, isso pode soar como uma forma de egoísmo.
Veremos que é exatamente ao contrário...
Se alguém pedir ajuda; ajude – de preferência auxilie sem que a pessoa saiba, para evitar que se acomode e para que seu esforço tenha alguma valia para você mesmo na contabilidade da própria consciência.
É preciso ser cada dia mais simples e prático; pois a vida hoje está muito acelerada o que pode torná-la muito mais complicada:
Egoíte é a doença que mais mata – quase sempre rotulada de câncer.
Quem perder tempo tentando fazer as tarefas dos outros; breve vai descobrir que perdeu esse tempo, oportunidades e ainda assumiu compromissos futuros com as pessoas a quem atrapalhou, com sua pseudo-ajuda.
Uma das palavras de ordem do momento é: seja simples, e despojado para viver de forma saudável e eficiente.
DOAR NÃO É EMPRESTAR...
Gostamos de entender as leis da vida de forma deturpada.
Aqui no planeta Terra estamos ainda na Era de aprender a controlar o Ego para depois integrá-lo ao coletivo – claro que; para que não soframos de uma doença chamada Egão (obesidade do ego) devemos emagrecê-lo doando (não emprestando e cobrando juros e correção) um pouco das gostosuras da vida para os outros; mas, com “moderação” para não sofrer da gulodice de reconhecimento tão comuns nos quadros de depressão, angústia, pânico – uma das doenças de efeito rebote do Ego tentando fazer regime – uma verdadeira crise de abstinência egóica.
O ato de doar vem acompanhado de prazer (nesta nossa fase da evolução se assemelha á ejaculação precoce: que delícia! Já acabou? – Não foi bom prá você?).
O ATO DE DOAR É PURO PRAZER CÓSMICO
Nossa felicidade está atrelada ao prazer que consigamos proporcionar ao outro – tanto mais duradouro quanto maior seja nossa competência.
Não importa que a prática da caridade para a maioria de nós na atualidade se assemelhe a uma masturbação afetiva – logo nos cansaremos disso e mudaremos o foco.
O primeiro passo é aprender a agradecer á vida e a todos que ela coloca na nossa frente:
AGRADECIMENTOS
Em primeiro lugar, a todos que ajudaram na disciplina do nosso espírito:
• Contrariando os mais absurdos desejos.
• Frustrando as expectativas sem sentido.
• Amplificando a inveja, com suas vitórias.
• Pondo à mostra a intolerância.
• Permitindo que os efeitos negativos das escolhas se tornem evidentes.
• Colocando-se na posição de concorrentes, adversários, inimigos.
• Traindo nossas combinações.
• Explorando nossas deficiências de caráter.
• Cutucando nossas feridas da alma.
Em segundo lugar, a todos que tentaram do seu jeito nos orientar, indicando a forma mais prática e eficiente; mesmo que através dos seus erros; que muitas vezes, foram os poucos acertos que fizeram com relação a nós...
QUERES AJUDAR, AMPARAR, AUXILIAR?
FAZ APENAS PELO TEU MAIS PURO PRAZER – NÃO TE PREOCUPES COM O PAGAMENTO DO OUTRO:
APENAS COMPARTILHA.
Dá de graça, o que de graça recebestes...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
FALA SEMPRE
A verdade:
A mentira cansa; esgota.
A cada dia aumenta; o numero de pessoas queixando-se de extremo cansaço e neurastenia.
Uma das causas: O vício de mentir.
Mentimos o tempo todo; de forma consciente ou não; gastando preciosas energias; ao tentar esconder nossa real; personalidade.
A tendência á camuflagem e à mentira é um dos frutos da educação tradicional que se firma em 4 princípios básicos: Medo, mentira, suborno e chantagem.
Com consciência:
Cuidado com a hipocrisia inconsciente.
Marca registrada desta civilização; foco de permanente conflito entre verdade e mentira; entre ser e o não ser.
Como agravante; além da mentira coletiva subconsciente; há o grave problema da mentira neurótica e consciente.
Com transparência:
Para que tenhas paz, procura ser transparente; cultiva a verdade; com discernimento.
Cuidado com a atitude de falso verdadeiro:
“Falo sempre a verdade doa a quem doer”. Esse tipo de pessoa é cruel; má; mal intencionada; perigosa; esconde-se atrás da verdade.
Ela não deve ser usada como ferramenta para ferir os outros; nunca; jamais.
Treina e aprende:
A guardar tuas opiniões:
Cuidado com os achismos:
Eu - acho isso ou aquilo...
Se consultado; não te coloques como o dono da verdade.
Esse vício; cria nas outras pessoas um foco de má vontade contra nós mesmos; além de uma mortal carga de inveja.
Ao falar; evita tornar-te o centro das atenções; de forma desnecessária; pois o custo é muito alto; e nós nos encontramos despreparados para lidar bem com isso.
A não te meter onde não és chamado:
Não te metas na conversa dos outros.
Não dê opinião; sem ser solicitado.
A não bancar o conselheiro:
Na maioria das vezes o conselheiro; dita caminhos sem conhecê-los; sem já os haver trilhado; escolhe pelo outro; arruma encrenca para o futuro; de ambos; ao assinar promissórias em branco.
Além disso;
Catadores de conselho dos outros; apenas buscam desavisados avalistas; para suas escolhas já feitas, e pouco responsáveis; na verdade, apenas procuram alguém em quem colocar a culpa; se, suas escolhas não derem certo.
Quando o outro dá uma opinião contrária; ficam de mal; viram a cara;
perdem a amizade; alguns “caras de pau” até; ficam ofendidos; magoados; vingam-se; retaliam. Sobre quem?
A não ficar em cima do muro:
Quando não tens uma posição clara, definida, até mesmo radical, sobre um assunto. Alega logo: Ignorância. Não enrola nem mente;
Pois; o custo disso, para a paz futura é muito alto.
Se preciso; seja curto, grosso:
Não sei!
Não é problema meu!
Cuidado com o chavão dos pegos na armadilha da mentira:
- Nada a declarar!
Muito já se disse a respeito da importância da fala. Ela ao mesmo tempo que edifica pode criar encrencas, problemas, sofrimento; daí a importância de aprender a arte do silêncio quando não soubermos o que dizer com segurança.
Se nos descuidamos vivemos enfurnados nas teias das formas pensamento geradas pela nossa fala.
Dentre outras coisas, a cura do corpo e da alma pode começar pela cura da fala.
Os resultados são rápidos, muito rápidos.
A mentira cansa; esgota.
A cada dia aumenta; o numero de pessoas queixando-se de extremo cansaço e neurastenia.
Uma das causas: O vício de mentir.
Mentimos o tempo todo; de forma consciente ou não; gastando preciosas energias; ao tentar esconder nossa real; personalidade.
A tendência á camuflagem e à mentira é um dos frutos da educação tradicional que se firma em 4 princípios básicos: Medo, mentira, suborno e chantagem.
Com consciência:
Cuidado com a hipocrisia inconsciente.
Marca registrada desta civilização; foco de permanente conflito entre verdade e mentira; entre ser e o não ser.
Como agravante; além da mentira coletiva subconsciente; há o grave problema da mentira neurótica e consciente.
Com transparência:
Para que tenhas paz, procura ser transparente; cultiva a verdade; com discernimento.
Cuidado com a atitude de falso verdadeiro:
“Falo sempre a verdade doa a quem doer”. Esse tipo de pessoa é cruel; má; mal intencionada; perigosa; esconde-se atrás da verdade.
Ela não deve ser usada como ferramenta para ferir os outros; nunca; jamais.
Treina e aprende:
A guardar tuas opiniões:
Cuidado com os achismos:
Eu - acho isso ou aquilo...
Se consultado; não te coloques como o dono da verdade.
Esse vício; cria nas outras pessoas um foco de má vontade contra nós mesmos; além de uma mortal carga de inveja.
Ao falar; evita tornar-te o centro das atenções; de forma desnecessária; pois o custo é muito alto; e nós nos encontramos despreparados para lidar bem com isso.
A não te meter onde não és chamado:
Não te metas na conversa dos outros.
Não dê opinião; sem ser solicitado.
A não bancar o conselheiro:
Na maioria das vezes o conselheiro; dita caminhos sem conhecê-los; sem já os haver trilhado; escolhe pelo outro; arruma encrenca para o futuro; de ambos; ao assinar promissórias em branco.
Além disso;
Catadores de conselho dos outros; apenas buscam desavisados avalistas; para suas escolhas já feitas, e pouco responsáveis; na verdade, apenas procuram alguém em quem colocar a culpa; se, suas escolhas não derem certo.
Quando o outro dá uma opinião contrária; ficam de mal; viram a cara;
perdem a amizade; alguns “caras de pau” até; ficam ofendidos; magoados; vingam-se; retaliam. Sobre quem?
A não ficar em cima do muro:
Quando não tens uma posição clara, definida, até mesmo radical, sobre um assunto. Alega logo: Ignorância. Não enrola nem mente;
Pois; o custo disso, para a paz futura é muito alto.
Se preciso; seja curto, grosso:
Não sei!
Não é problema meu!
Cuidado com o chavão dos pegos na armadilha da mentira:
- Nada a declarar!
Muito já se disse a respeito da importância da fala. Ela ao mesmo tempo que edifica pode criar encrencas, problemas, sofrimento; daí a importância de aprender a arte do silêncio quando não soubermos o que dizer com segurança.
Se nos descuidamos vivemos enfurnados nas teias das formas pensamento geradas pela nossa fala.
Dentre outras coisas, a cura do corpo e da alma pode começar pela cura da fala.
Os resultados são rápidos, muito rápidos.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
SE TENS QUE FALAR...
Fala.
Mas; com cuidado:
Nosso modo de falar nos denuncia...
Se queres conhecer a pessoa com quem falas:
Observa bem o que ela diz.
Analisa o tom da voz.
Estuda as frases.
Sentirás com quem andas.
Não a julgues nem a critiques; pois outros; farão a mesma coisa contigo.
Antes:
Reavalia intenções; que poderás ajudá-la; na medida das tuas possibilidades.
Se tens que falar mesmo.
Se não há escapatória:
Fala com:
Expressão alegre e jovial:
Mesmo vivendo situações aflitivas; muda o semblante na hora de falar;
não é falsidade; nem hipocrisia;
Apenas conheces a lei de retorno: nós contagiamos e somos contagiados. Pela alegria ou pela angústia...
Aprende a confiar na vida; ela devolve o que lhe oferecemos.
Ninguém tem culpa de estarmos tristes; imaginando problemas.
Além disso:
Meus problemas são meus problemas.
Os teus; pertencem a ti; nada nem ninguém pode resolvê-los;
para sempre; a não ser; eu mesmo ou tu mesmo...
Se queres dividir algo com os outros:
Divide bom humor e alegria.
Mesmo a alegria sofrida; machucada; que buscamos no fundo da alma; com a intenção de ajudar é de serventia.
Pensa bem no que vais dizer:
A preocupação em cuidar do ambiente em que nos movimentamos;
é recurso que a vida devolve; em seguida; cada vez mais rápido; como verdadeira alegria...
Prudência:
Falar com prudência: qualidade para poucos.
Exige: capacidade de discernir; paciência; humildade; tolerância.
No entanto:
Falar com prudência; é simples.
Ao falar:
Analisa; o que tuas palavras podem causar; como efeito na tua vida; e, na daqueles que te ouvem; daí; escolhe entre falar e calar; para não precisar perder tempo nem energia; consertando estragos.
Coerência:
Se tens que falar: que tua fala seja coerente.
Quando não pensas antes; falas de forma desconexa; atrapalhando tua vida e a dos outros.
Se não dominas o assunto; se te atrapalhas sobre o que vais falar; simplesmente: cala.
Carinho:
Falar com carinho; não é fala melosa; sem conteúdo; é ato de despertar; a esperança em ti; em quem te ouve.
Alegria:
Aprende a transcender problemas.
A palavra bem posta; é ferramenta de cura.
Mestres e iniciados; as usam com resultados incríveis.
A energia que propagam; atua nos centros de força; meridianos de acupuntura; glândulas; células; com resultados espantosos.
Jesus foi Mestre; nessa arte de curar pelo verbo; instruindo com amor.
Divina forma de profilaxia de cura; ao alcance de qualquer um;
de boa vontade; até mesmo; eu e você.
Simplicidade e clareza:
Quem usa da palavra sem pensar no que ela pode significar; e causar nas mentes dos outros quando mal empregada; condena-se a demoradas reparações.
Cuidado:
Para não te tornares pernóstico; pedante.
Pois isso; demonstra falsidade; incompetência; da qual todos tendem a se afastar.
O destino desses; quase sempre; é a solidão. Ou pessoa; de poucos amigos.
Recato:
Fala sem escandalizar; não te tornes: “coveiro” das esperanças, dos sonhos dos outros.
Mesmo que sejam muito queridas; as que estejam errando em torno de ti; cometendo enganos. Permita que outro mais afoito; sirva de escândalo; não tu; não tu...
Segurança:
Não sejas abelhudo; a dar palpites.
Usa a palavra para dignificar tua vida e para dar sustentação à dos outros.
Humor:
Não faz confusão entre um sujeito bem humorado; com um piadista ou simples contador de anedotas.
Se estiveres mal humorado:
Cala; pois da tua boca sairão energias daninhas a quem te ouve e de retorno a ti mesmo.
A vida é uma grande brincadeira; muito divertida; não a deturpes.
Continua amanhã...
Mas; com cuidado:
Nosso modo de falar nos denuncia...
Se queres conhecer a pessoa com quem falas:
Observa bem o que ela diz.
Analisa o tom da voz.
Estuda as frases.
Sentirás com quem andas.
Não a julgues nem a critiques; pois outros; farão a mesma coisa contigo.
Antes:
Reavalia intenções; que poderás ajudá-la; na medida das tuas possibilidades.
Se tens que falar mesmo.
Se não há escapatória:
Fala com:
Expressão alegre e jovial:
Mesmo vivendo situações aflitivas; muda o semblante na hora de falar;
não é falsidade; nem hipocrisia;
Apenas conheces a lei de retorno: nós contagiamos e somos contagiados. Pela alegria ou pela angústia...
Aprende a confiar na vida; ela devolve o que lhe oferecemos.
Ninguém tem culpa de estarmos tristes; imaginando problemas.
Além disso:
Meus problemas são meus problemas.
Os teus; pertencem a ti; nada nem ninguém pode resolvê-los;
para sempre; a não ser; eu mesmo ou tu mesmo...
Se queres dividir algo com os outros:
Divide bom humor e alegria.
Mesmo a alegria sofrida; machucada; que buscamos no fundo da alma; com a intenção de ajudar é de serventia.
Pensa bem no que vais dizer:
A preocupação em cuidar do ambiente em que nos movimentamos;
é recurso que a vida devolve; em seguida; cada vez mais rápido; como verdadeira alegria...
Prudência:
Falar com prudência: qualidade para poucos.
Exige: capacidade de discernir; paciência; humildade; tolerância.
No entanto:
Falar com prudência; é simples.
Ao falar:
Analisa; o que tuas palavras podem causar; como efeito na tua vida; e, na daqueles que te ouvem; daí; escolhe entre falar e calar; para não precisar perder tempo nem energia; consertando estragos.
Coerência:
Se tens que falar: que tua fala seja coerente.
Quando não pensas antes; falas de forma desconexa; atrapalhando tua vida e a dos outros.
Se não dominas o assunto; se te atrapalhas sobre o que vais falar; simplesmente: cala.
Carinho:
Falar com carinho; não é fala melosa; sem conteúdo; é ato de despertar; a esperança em ti; em quem te ouve.
Alegria:
Aprende a transcender problemas.
A palavra bem posta; é ferramenta de cura.
Mestres e iniciados; as usam com resultados incríveis.
A energia que propagam; atua nos centros de força; meridianos de acupuntura; glândulas; células; com resultados espantosos.
Jesus foi Mestre; nessa arte de curar pelo verbo; instruindo com amor.
Divina forma de profilaxia de cura; ao alcance de qualquer um;
de boa vontade; até mesmo; eu e você.
Simplicidade e clareza:
Quem usa da palavra sem pensar no que ela pode significar; e causar nas mentes dos outros quando mal empregada; condena-se a demoradas reparações.
Cuidado:
Para não te tornares pernóstico; pedante.
Pois isso; demonstra falsidade; incompetência; da qual todos tendem a se afastar.
O destino desses; quase sempre; é a solidão. Ou pessoa; de poucos amigos.
Recato:
Fala sem escandalizar; não te tornes: “coveiro” das esperanças, dos sonhos dos outros.
Mesmo que sejam muito queridas; as que estejam errando em torno de ti; cometendo enganos. Permita que outro mais afoito; sirva de escândalo; não tu; não tu...
Segurança:
Não sejas abelhudo; a dar palpites.
Usa a palavra para dignificar tua vida e para dar sustentação à dos outros.
Humor:
Não faz confusão entre um sujeito bem humorado; com um piadista ou simples contador de anedotas.
Se estiveres mal humorado:
Cala; pois da tua boca sairão energias daninhas a quem te ouve e de retorno a ti mesmo.
A vida é uma grande brincadeira; muito divertida; não a deturpes.
Continua amanhã...
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