Vários leitores solicitaram uma abordagem do problema da obsessão e sua influência na saúde, doença e cura – vamos atender de forma resumida; e se houver interesse, podemos colocar além da parte didática encontrada em muitos livros, também nossa experiência.
Muitas vezes os tratamentos de saúde por mais bem indicados e conduzidos que estejam; dão resultados pobres. Nesses casos, quase sempre, uma parasitose energética ou obsessão de vários tipos, está em andamento.
È lamentável que para algumas pessoas o desfecho, desta vez, não será favorável em virtude do sistema de crenças não comportar esse viés.
Na medicina do futuro o lado energético não mais será desconsiderado; pois, será desvinculado de qualquer tipo de religião e de crenças; é fato cada vez mais científico.
Na atualidade nossa anatomia energética já está mais estudada pela física quântica – somos seres multidimensionais – vivemos em várias dimensões ao mesmo tempo; daí fica fácil entender como a turma de 4D nos afeta, muito mais do que imaginamos.
Para atender ás necessidades de uma amiga; neste bate papo de hoje, abordaremos alguns tópicos apenas – dentre eles, como desconfiar que um processo de obsessão, está em andamento.
SINAIS DE OBSESSÃO EM ANDAMENTO
Sonhos persistentes geradores de mal estar ao acordar.
Medo de adormecer e terror noturno.
Pensamentos cíclicos e persistentes.
Idéias fixas que não costumamos ter.
Impulsos que não reconhecemos como habituais.
Sensação de ser observado.
Percepção de vultos, sons, odores, percebidos ou não pelas pessoas que conosco convivem.
Aversão súbita e injustificada a familiares; ou pessoas de nosso convívio.
Súbitas reações desproporcionais às causas geradoras sem motivação aparente.
Diminuição súbita da força de vontade.
Tristeza imotivada, tendência ao choro não reacional.
Vontade de comer; não sei o quê; principalmente à noite.
ALGUNS SINAIS E SENSAÇÕES FÍSICAS:
Sintomas de somatização devido à obsessão: o famoso “mal estar” sem explicação; os sintomas são subjetivos dificultando o diagnóstico e com reação pobre ao tratamento; as recaídas súbitas, e freqüentes levam a pessoa a perambular por vários especialistas e terminar na psiquiatria. Ela sente-se “desenergizada”, e apática repentinamente. O raciocínio fica embotado tornando penoso qualquer trabalho intelectual. Quando o próprio interessado descobre o problema a resolução é mais fácil. Quando nós é que percebemos os sintomas nos outros; não devemos verbalizar nem cultivar sentimentos de dó, pena ou medo; pois a relação obsessiva só existe por sintonia; e ambos ou a turma toda precisam de esclarecimento; o que não ocorre num passe de mágica – tal e qual, numa doença crônica; num tratamento de desobsessão preparem-se para uma longa; ás vezes, bem longa tarefa.
Será necessário o concurso do tempo e a vontade de pelo menos um dos envolvidos para que se desfaça a sintonia.
Sim; por mais triste e doloroso que seja admitir; só é obsediado quem quer e gosta.
Dica: SINTONIA
Para que se estabeleça uma relação obsessiva é necessário que o padrão vibratório dos envolvidos seja semelhante. Pensamos sentimos e agimos sem descanso e sem cessar; como emissores e receptores nós espalhamos para o universo quem nós somos; daí; influenciamos e somos influenciados. Sem sintonia, não há relação.
Exemplo:
No popular “encosto” da nossa cultura religiosa, ninguém é vítima. Quem se encontra do outro lado da vida fixado no apego às pessoas, aos bens, às sensações físicas, aos vícios, à vingança..., cria relações de simbiose, parasitismo ou vampirismo com outros; que gostam e, gostam; ás vezes, muito.
O assunto é fascinante; já ouviu falar de chips em corpo astral e até físico? – Algo muito, muito mais intenso e interessante do que o antiquado processo de encosto; tecnologia pura...
A boa notícia: é possível curas rápidas e definitivas; mas, desde que haja vontade e conhecimento.
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sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
CURRICULUM VITAE DO TRABALHADOR DA NOVA ERA
A insatisfação positiva é a mola que nos impulsiona ao progresso.
A cultura do domínio através da ansiedade e do medo “negativou” essa sensação de buscar algo mais.
A maioria de nós reclama da falta de oportunidades, do pouco ganho e do desemprego – mas, poucos trabalhadores se preocupam com o seu currículo vitae e com a experiência na tarefa de existir – todos nós apenas pensamos em salários e mordomias; sem a contrapartida de analisarmos o quanto valemos para a vida (empresa cósmica); o quanto custamos para o coletivo do universo.
Nas empresas cósmicas os concursos são naturais e não implicam em mordomias, nem cargos vitalícios; muito menos pilantragem.
Quer permanecer no mercado de trabalho nestas bandas deste universo?
Atualize seu currículo estelar:
Coisa bem simples; não encha lingüiça; muito menos minta; pois, estamos “pelados” frente á vida para quem quiser ler nosso pedigree no DNA.
Modelo:
Currículum Vitae do Ser Humano tipo padrão atual, candidato a cidadão Universal.
Nome: hoje, fulano de tal.
Data de nascimento: ignorada.
Local de Nascimento: um dos Universos.
Idade: a eternidade.
Filiação:
• Nome do Pai- Deus.
• Data de nascimento: ignorada.
• Local de nascimento: ignorado.
• Profissão: Co-criador – auxiliar da Fonte Criadora.
• Nome da Mãe: Terra.
• Data de nascimento atual: conhecida.
• Local de nascimento: a Via Láctea.
• Escolaridade: aluno da escola VIDA.
• Referências familiares: a humanidade.
• Profissão: Ser vivo.
• Capacitação profissional: ignorante, em tentativa de cursar a universidade de Engenharia Sideral.
• Cursos de pós-graduação: nenhum; mas freqüenta o curso de promessas religiosas por correspondência.
• Pretensão de cargo: ainda ignorada.
• Situação atual: também, ainda ignorada.
• Pretensão salarial atual: reproduzir, comer, morar, gozar, mandar, ter-possuir-aparentar a qualquer preço e a qualquer custo.
• Pretensão salarial futura: perfectibilidade e felicidade.
Análise do departamento de recursos humanos Universais:
Segundo seu curriculum vitae o candidato está aprovado para exercer a profissão e o cargo a escolher dentre estes:
1) Mentiroso, para desacreditar os crédulos.
2) Traidor, para refrear os ciumentos.
3) Lerdo, para brecar os impacientes.
4) Avarento, ensinando o valor da moeda aos perdulários.
5) Intolerante, para refrear os teimosos obstinados que se negam a pensar e a mudar.
6) Egoísta, para se aproveitar dos preguiçosos de pensar.
7) Ou, qualquer polaridade em desarmonia com as suas.
Recomendamos um curso de reciclagem em uma empresa cósmica de 3D para posterior aceitação.
Metas a serem alcançadas durante o estágio de readaptação:
Objetivos: proporcionar a si e aos outros a harmonia.
Salário: Dor e sofrimento, proporcionais à condição de conversão em bônus de paz, felicidade e perfectibilidade, compatíveis com o desempenho nas tarefas em que for situado. Conta pontos.
Curso de reciclagem gratuito para os carentes de bom senso:
Ao candidato será facultado o desenvolvimento de suas potencialidades em qualquer uma das empresas da Rede Universal de Evolução.
Amigo leitor se concluiu a leitura, fico feliz, valeu a pena ter “queimado a vela dos dois lados” noites afora.
Dúvidas? Com certeza ficaram muitas.
Chances de esclarecê-las? Também, com certeza teremos chances de trocar figurinhas pela internet.
Eu te aguardo.
Tenha muito trabalho e conquiste muita Paz e amor – um salarião; sem mordomias espúrias; para o resto da eternidade.
Aviso de leituras complementares ao treinamento:
http://reengenhariahumana.blogspot.com
O CIDADÃO CÓSMICO DO FUTURO É O NOVO TRABALHADOR
http://xepacosmica.blogspot.com
QUANDO O TERÇO VIRA NOVENA
http://jogosdeamore.blogspot.com
VIDA EM FAMÍLIA – RECICLAR PARADIGMAS – RECRIAR REGRAS
http://artedaboamorte.blogspot.com
O QUE É A VIDA?
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
SEX – ASSEX - FLEX
Boas leituras.
A cultura do domínio através da ansiedade e do medo “negativou” essa sensação de buscar algo mais.
A maioria de nós reclama da falta de oportunidades, do pouco ganho e do desemprego – mas, poucos trabalhadores se preocupam com o seu currículo vitae e com a experiência na tarefa de existir – todos nós apenas pensamos em salários e mordomias; sem a contrapartida de analisarmos o quanto valemos para a vida (empresa cósmica); o quanto custamos para o coletivo do universo.
Nas empresas cósmicas os concursos são naturais e não implicam em mordomias, nem cargos vitalícios; muito menos pilantragem.
Quer permanecer no mercado de trabalho nestas bandas deste universo?
Atualize seu currículo estelar:
Coisa bem simples; não encha lingüiça; muito menos minta; pois, estamos “pelados” frente á vida para quem quiser ler nosso pedigree no DNA.
Modelo:
Currículum Vitae do Ser Humano tipo padrão atual, candidato a cidadão Universal.
Nome: hoje, fulano de tal.
Data de nascimento: ignorada.
Local de Nascimento: um dos Universos.
Idade: a eternidade.
Filiação:
• Nome do Pai- Deus.
• Data de nascimento: ignorada.
• Local de nascimento: ignorado.
• Profissão: Co-criador – auxiliar da Fonte Criadora.
• Nome da Mãe: Terra.
• Data de nascimento atual: conhecida.
• Local de nascimento: a Via Láctea.
• Escolaridade: aluno da escola VIDA.
• Referências familiares: a humanidade.
• Profissão: Ser vivo.
• Capacitação profissional: ignorante, em tentativa de cursar a universidade de Engenharia Sideral.
• Cursos de pós-graduação: nenhum; mas freqüenta o curso de promessas religiosas por correspondência.
• Pretensão de cargo: ainda ignorada.
• Situação atual: também, ainda ignorada.
• Pretensão salarial atual: reproduzir, comer, morar, gozar, mandar, ter-possuir-aparentar a qualquer preço e a qualquer custo.
• Pretensão salarial futura: perfectibilidade e felicidade.
Análise do departamento de recursos humanos Universais:
Segundo seu curriculum vitae o candidato está aprovado para exercer a profissão e o cargo a escolher dentre estes:
1) Mentiroso, para desacreditar os crédulos.
2) Traidor, para refrear os ciumentos.
3) Lerdo, para brecar os impacientes.
4) Avarento, ensinando o valor da moeda aos perdulários.
5) Intolerante, para refrear os teimosos obstinados que se negam a pensar e a mudar.
6) Egoísta, para se aproveitar dos preguiçosos de pensar.
7) Ou, qualquer polaridade em desarmonia com as suas.
Recomendamos um curso de reciclagem em uma empresa cósmica de 3D para posterior aceitação.
Metas a serem alcançadas durante o estágio de readaptação:
Objetivos: proporcionar a si e aos outros a harmonia.
Salário: Dor e sofrimento, proporcionais à condição de conversão em bônus de paz, felicidade e perfectibilidade, compatíveis com o desempenho nas tarefas em que for situado. Conta pontos.
Curso de reciclagem gratuito para os carentes de bom senso:
Ao candidato será facultado o desenvolvimento de suas potencialidades em qualquer uma das empresas da Rede Universal de Evolução.
Amigo leitor se concluiu a leitura, fico feliz, valeu a pena ter “queimado a vela dos dois lados” noites afora.
Dúvidas? Com certeza ficaram muitas.
Chances de esclarecê-las? Também, com certeza teremos chances de trocar figurinhas pela internet.
Eu te aguardo.
Tenha muito trabalho e conquiste muita Paz e amor – um salarião; sem mordomias espúrias; para o resto da eternidade.
Aviso de leituras complementares ao treinamento:
http://reengenhariahumana.blogspot.com
O CIDADÃO CÓSMICO DO FUTURO É O NOVO TRABALHADOR
http://xepacosmica.blogspot.com
QUANDO O TERÇO VIRA NOVENA
http://jogosdeamore.blogspot.com
VIDA EM FAMÍLIA – RECICLAR PARADIGMAS – RECRIAR REGRAS
http://artedaboamorte.blogspot.com
O QUE É A VIDA?
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com
SEX – ASSEX - FLEX
Boas leituras.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A BUSCA DA SANIDADE SERÁ ATRAVÉS DA QUALIDADE
Fiquei devendo a contrapartida da qualidade humana para a cura.
Fomos acostumados (e gostamos) a nos achar – Daí que, é normal que nós, os doentes em todos os sentidos, nos sintamos ofendidos quando alguém diz que doença é total e absoluta falta de qualidade humana – pois, fomos criados segundo a crença de uma vida regida pela sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural.
Nossa vida, sociedade, cultura, é doentia; por esse motivo básico, o planeta quase agoniza - mas, é inerente ao nosso destino cósmico buscar mais sanidade em todos os sentidos – o próprio planeta necessita de seres humanos de melhor qualidade para a continuidade da vida. Em tempo, a lei de oferta e procura não é comercial; ela é cósmica – num mundo de mais qualidade, as pessoas de menos qualidade vão precisar ir para outros mercados cósmicos compatíveis com seu padrão; nada religioso nem estratosférico: simples assim.
Saúde ou doença é questão de mais ou menos consciência; lógico que a cura definitiva seja diretamente proporcional ao estado de consciência.
Se eu almejo a cura dos meus males, é preciso que tenha noção das características mínimas de um ser saudável:
Algumas características do ser humano de boa qualidade.
Com certeza analisamos aqui algumas das particularidades do ser de melhor qualidade.
Apenas algumas.
O homem de qualidade, onde se encontra, é facilmente reconhecido pela sua marca que em tudo se revela:
No prazer, é comedido; na dor, é resignado.
Na alegria, é expansivo sem alarde; na tristeza, é recolhido, sem reclamos.
Na saúde, é temperante; na enfermidade, é sofrido.
Na riqueza, é generoso; na pobreza, é conformado.
No juízo próprio, é severo; no juízo de outrem, é indulgente.
No falar, é claro, convence sem arrebatar; no calar, não é covarde. Na sociedade, é fraterno; na intimidade, é afetuoso.
No dizer sim, é sincero; no dizer não, é benigno e justo.
No saber, não se vangloria; no ignorar, não dissimula.
Na promessa, é fiel; no dever, é responsável.
Na paz, é prudente; na luta, é objetivado e diligente.
Na prática do bem, é altruísta; ao recebê-lo, é reconhecido.
Na esperança, é perseverante e atuante.
No amor, é puro.
No querer, é claro e firme.
Não precisa se autopromover; já que, em tudo sua qualidade se revela por si só.
Na vida seu caráter ardente e apaixonado é capaz de transformações completas, o que lhe permite sair rapidamente do mal ao bem. Incendeia-se com facilidade, é vivo.
Na forma de viver e de reciclar, se parecem a Maria de Magdala do lado feminino como um exemplo – e do lado masculino o Saulo de Tarso que virou Paulo; esses dois são dignos exemplos do caráter do ser humano de qualidade.
Quantos e quantos estão à nossa volta e por descuido, não os reconhecemos e por isso, não lhes seguimos os passos; ás vezes, até tentamos torná-los medíocres para que se tornem normais.
Conforme coloquei no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - claro que, antes de qualquer coisa, é preciso entender as propostas da doença; tanto como ferramenta da lei de causa e efeito como desafios a serem superados para a conquista da qualidade da ética cósmica. Depois, é preciso aprender a separar o ser do estar – ser doente é muito diferente de estar doente. Um é quase definitivo (pois, na real – nada se cria tudo se transforma); o outro é escancaradamente transitório.
Finalizando: não seja ISO nada seja DIFER 2010 – 2011 – 2012...
Fomos acostumados (e gostamos) a nos achar – Daí que, é normal que nós, os doentes em todos os sentidos, nos sintamos ofendidos quando alguém diz que doença é total e absoluta falta de qualidade humana – pois, fomos criados segundo a crença de uma vida regida pela sorte, azar, destino, milagres e sobrenatural.
Nossa vida, sociedade, cultura, é doentia; por esse motivo básico, o planeta quase agoniza - mas, é inerente ao nosso destino cósmico buscar mais sanidade em todos os sentidos – o próprio planeta necessita de seres humanos de melhor qualidade para a continuidade da vida. Em tempo, a lei de oferta e procura não é comercial; ela é cósmica – num mundo de mais qualidade, as pessoas de menos qualidade vão precisar ir para outros mercados cósmicos compatíveis com seu padrão; nada religioso nem estratosférico: simples assim.
Saúde ou doença é questão de mais ou menos consciência; lógico que a cura definitiva seja diretamente proporcional ao estado de consciência.
Se eu almejo a cura dos meus males, é preciso que tenha noção das características mínimas de um ser saudável:
Algumas características do ser humano de boa qualidade.
Com certeza analisamos aqui algumas das particularidades do ser de melhor qualidade.
Apenas algumas.
O homem de qualidade, onde se encontra, é facilmente reconhecido pela sua marca que em tudo se revela:
No prazer, é comedido; na dor, é resignado.
Na alegria, é expansivo sem alarde; na tristeza, é recolhido, sem reclamos.
Na saúde, é temperante; na enfermidade, é sofrido.
Na riqueza, é generoso; na pobreza, é conformado.
No juízo próprio, é severo; no juízo de outrem, é indulgente.
No falar, é claro, convence sem arrebatar; no calar, não é covarde. Na sociedade, é fraterno; na intimidade, é afetuoso.
No dizer sim, é sincero; no dizer não, é benigno e justo.
No saber, não se vangloria; no ignorar, não dissimula.
Na promessa, é fiel; no dever, é responsável.
Na paz, é prudente; na luta, é objetivado e diligente.
Na prática do bem, é altruísta; ao recebê-lo, é reconhecido.
Na esperança, é perseverante e atuante.
No amor, é puro.
No querer, é claro e firme.
Não precisa se autopromover; já que, em tudo sua qualidade se revela por si só.
Na vida seu caráter ardente e apaixonado é capaz de transformações completas, o que lhe permite sair rapidamente do mal ao bem. Incendeia-se com facilidade, é vivo.
Na forma de viver e de reciclar, se parecem a Maria de Magdala do lado feminino como um exemplo – e do lado masculino o Saulo de Tarso que virou Paulo; esses dois são dignos exemplos do caráter do ser humano de qualidade.
Quantos e quantos estão à nossa volta e por descuido, não os reconhecemos e por isso, não lhes seguimos os passos; ás vezes, até tentamos torná-los medíocres para que se tornem normais.
Conforme coloquei no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” - claro que, antes de qualquer coisa, é preciso entender as propostas da doença; tanto como ferramenta da lei de causa e efeito como desafios a serem superados para a conquista da qualidade da ética cósmica. Depois, é preciso aprender a separar o ser do estar – ser doente é muito diferente de estar doente. Um é quase definitivo (pois, na real – nada se cria tudo se transforma); o outro é escancaradamente transitório.
Finalizando: não seja ISO nada seja DIFER 2010 – 2011 – 2012...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
RELACIONAMENTOS DIFÍCIEIS – SOBRE MALAS E PRECONCEITOS
Recebi a colaboração de uma leitora que, com toda razão disse que o assunto relacionamentos difíceis, é vasto e denso. Concordo.
Mas, que dar de cara com nosso lado negado é doloroso; isso é; daí, “nós espanamos”.
No bate papo sobre o assunto, é preciso deixar de lado as pessoas que realmente aprontaram conosco; que nos fizeram mal, com ou sem motivo; pois, nesse caso; o não ir com a cara é justificado.
Hoje vamos falar de malas e preconceitos.
Nesta viagem pela estrada da vida nos deparamos com muitas pessoas estilo mala sem alça. Recordemos alguns tipos:
Pedra no caminho - De forma consciente ou não; impedem a realização de nossos desejos; atrapalham nossos planos; estorvam nossas ambições.
Mala sem alça - Quando não temos soberania emocional; com relação a alguns, nós nos colocamos como vítimas obrigadas a carregá-los pela vida afora. Dizemos que são as nossas cruzes. Mesmo que a situação seja apenas criação nossa.
Pedra no sapato - Esse estilo de convivência; além de estorvar e retardar projetos; causa machucados e feridas. Sinaliza problemas mais graves no futuro.
Espinho no dedo - Tipo mais ou menos ocasional. Costuma aparecer de relações neutras; que tornam-se complicadas. Depende do tipo espinho: pode ser totalmente arrancado; expelido após inflamar, ou; precisará de cirurgia.
Predador - A relação com o predador é perigosa. Sempre seguida de avisos subconscientes; que podem ou não serem observados; respeitados. Se a barreira da antipatia e da aversão inicial; é transposta; a vítima está em sérios apuros.
Olho gordo - A antipatia ao tipo que seca até pimenteira; é instintiva; automática. O olho gordo se entrega com facilidade. Seu padrão vibratório o denuncia. Alguns Disfarçam bem; conseguem enganar durante algum tempo.
Nó cego - Os atrapalhados na vida; conseguem gerar antipatia ao retardar nossos desejos; enrolar planos; criar confusões inúteis; sem sentido. Identificar um nó cego de pronto; não é muito fácil. Desse modo; Acabamos colecionando alguns durante a vida.
Vampiro - Os que sugam a energia vital dos outros; costumam deixar marcas visíveis; fáceis de serem identificadas. No entanto; há vítimas que são sugadas com regularidade; E; não se tocam; nem percebem; Ou até percebem. Mas; com a vontade anêmica; Apenas, ficam sem energia. Ás vezes; até gostam.
Algumas vezes, “o santo não bate” apenas por motivos de pré - conceito gerado pela nossa visão de mundo ou pela indução social, cultural e até da mídia. São especialmente danosos; os estruturados na infância. A tipologia é variada: intelectual, emocional, afetiva, social, racial, esportiva, religiosa, etc.
No processo de indução:
De tanto ouvir dizer mal; ou observar atitudes de pessoas de vida publica; que contrariam nossos interesses; passamos a antipatizar com elas. Noutras situações; sentimos aversão a pessoas que antagonizaram, com outras que gostamos, é antipatia por tabela; pois, até gostamos de comprar brigas dos outros.
Exemplo: Na vida real; atores e atrizes são confundidos com personagens que nada tem a ver com sua forma de ser; mas, podem ser até hostilizados nas ruas - voltando ao velho e chato assunto: a projeção também é atuante nesses casos; pois, o personagem representa as mazelas e dificuldades dos espectadores.
As crianças de hoje são mais rápidas para entender certas coisas do que os adultos. Dia destes conversando com uma bela “malinha” no consultório dessas pré-pré aborrecentes – resumindo: ela estava enfrentando problemas de relacionamento com as coleguinhas e assunto vai assunto vem ela deixou escapar, que isso, já havia acontecido nas duas últimas escolas que freqüentou. Disse prá ela: para resolver isso, é fácil: deixe a mala em casa! – Isso, não vá ás aulas – O senhor está dizendo que a mala sou eu? – Acertou! – Para onde você for a mala vai junto – trate de esvaziá-la...
Mas, que dar de cara com nosso lado negado é doloroso; isso é; daí, “nós espanamos”.
No bate papo sobre o assunto, é preciso deixar de lado as pessoas que realmente aprontaram conosco; que nos fizeram mal, com ou sem motivo; pois, nesse caso; o não ir com a cara é justificado.
Hoje vamos falar de malas e preconceitos.
Nesta viagem pela estrada da vida nos deparamos com muitas pessoas estilo mala sem alça. Recordemos alguns tipos:
Pedra no caminho - De forma consciente ou não; impedem a realização de nossos desejos; atrapalham nossos planos; estorvam nossas ambições.
Mala sem alça - Quando não temos soberania emocional; com relação a alguns, nós nos colocamos como vítimas obrigadas a carregá-los pela vida afora. Dizemos que são as nossas cruzes. Mesmo que a situação seja apenas criação nossa.
Pedra no sapato - Esse estilo de convivência; além de estorvar e retardar projetos; causa machucados e feridas. Sinaliza problemas mais graves no futuro.
Espinho no dedo - Tipo mais ou menos ocasional. Costuma aparecer de relações neutras; que tornam-se complicadas. Depende do tipo espinho: pode ser totalmente arrancado; expelido após inflamar, ou; precisará de cirurgia.
Predador - A relação com o predador é perigosa. Sempre seguida de avisos subconscientes; que podem ou não serem observados; respeitados. Se a barreira da antipatia e da aversão inicial; é transposta; a vítima está em sérios apuros.
Olho gordo - A antipatia ao tipo que seca até pimenteira; é instintiva; automática. O olho gordo se entrega com facilidade. Seu padrão vibratório o denuncia. Alguns Disfarçam bem; conseguem enganar durante algum tempo.
Nó cego - Os atrapalhados na vida; conseguem gerar antipatia ao retardar nossos desejos; enrolar planos; criar confusões inúteis; sem sentido. Identificar um nó cego de pronto; não é muito fácil. Desse modo; Acabamos colecionando alguns durante a vida.
Vampiro - Os que sugam a energia vital dos outros; costumam deixar marcas visíveis; fáceis de serem identificadas. No entanto; há vítimas que são sugadas com regularidade; E; não se tocam; nem percebem; Ou até percebem. Mas; com a vontade anêmica; Apenas, ficam sem energia. Ás vezes; até gostam.
Algumas vezes, “o santo não bate” apenas por motivos de pré - conceito gerado pela nossa visão de mundo ou pela indução social, cultural e até da mídia. São especialmente danosos; os estruturados na infância. A tipologia é variada: intelectual, emocional, afetiva, social, racial, esportiva, religiosa, etc.
No processo de indução:
De tanto ouvir dizer mal; ou observar atitudes de pessoas de vida publica; que contrariam nossos interesses; passamos a antipatizar com elas. Noutras situações; sentimos aversão a pessoas que antagonizaram, com outras que gostamos, é antipatia por tabela; pois, até gostamos de comprar brigas dos outros.
Exemplo: Na vida real; atores e atrizes são confundidos com personagens que nada tem a ver com sua forma de ser; mas, podem ser até hostilizados nas ruas - voltando ao velho e chato assunto: a projeção também é atuante nesses casos; pois, o personagem representa as mazelas e dificuldades dos espectadores.
As crianças de hoje são mais rápidas para entender certas coisas do que os adultos. Dia destes conversando com uma bela “malinha” no consultório dessas pré-pré aborrecentes – resumindo: ela estava enfrentando problemas de relacionamento com as coleguinhas e assunto vai assunto vem ela deixou escapar, que isso, já havia acontecido nas duas últimas escolas que freqüentou. Disse prá ela: para resolver isso, é fácil: deixe a mala em casa! – Isso, não vá ás aulas – O senhor está dizendo que a mala sou eu? – Acertou! – Para onde você for a mala vai junto – trate de esvaziá-la...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
ANTIPATIA GRATUITA – EFEITO ESPELHO
Numa época de vida a mil por hora; não há verniz social que resista aos conflitos de interesse nem sempre explícitos e percebidos. No corre – corre do dia a dia torna-se complicado entender o não ir com a cara do outro sem motivos aparentes. Fica difícil responder a nós mesmos perguntas do tipo:
- O que fiz para essa criatura agir assim comigo?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
- Nunca vi essa figura mais gorda ou mais magra – nunca conversei com ela; mas, sei que ela não gosta da minha pessoa; nem eu dela!
Os iguais não se bicam; personalidades semelhantes tendem a se repelir – não é fácil encarar de frente nosso lado escuro; nossa forma de ser e de reagir mais negada. A aparente dificuldade é pelo fato de tentarmos esconder uns dos outros; tendências; impulsos; predisposições; que não são bem vistas; pelo grupo social a que pertencemos.
O desconforto na interação, é porque elas nos desnudam; e isso, nos amedronta.
Ao tentar camuflar características; o medo de sermos descobertos; julgados; criticados nos causa desconforto; tal e qual fazemos com os outros. Daí que, quem mais tromba conosco; tem uma personalidade que é a nossa cara.
Na psicologia chama-se essa postura de Projeção.
Costumamos medir os outros; com nossa próprias medidas; com nossa régua. Nós nos projetamos em algumas pessoas; o que funciona como repelente; pois, imaginamos que sintam por nós; o que sentimos por elas. O temor de que são capazes de atitudes que nos prejudiquem nos assalta; quando nós é que podemos lesá-las.
Quem se encontra atento; pode usar a projeção como valioso recurso de auto – conhecimento para formalizar um trabalho de reciclagem do lixo da sua personalidade.
Nem é preciso ajuda externa; basta observar. Á vezes; o que mais detestamos no outro; pode muito bem estar em nós. estamos nos projetando.
Sempre que isso acontecer é bom questionar com nossos botões:
Essa pessoa não vai com a minha cara? – Ou, eu que não vou com a dela? – No começo é complicado; pois como é um tipo de identificação negativa; quase sempre é negada pelo nosso ego.
Dica da hora:
Uma das características mais presentes nesses relacionamentos é a inveja; um sentimento que a maioria de nós tem e nega; ele torna essa identificação; muito negativa. Quando o santo não bate com o do outro; é preciso checar se há na jogada: inveja; ciúmes; orgulho ferido.
Parte do processo também pode ser explicado pela física: ondas, vibrações, reflexão, sintonia, ressonância.
Somos emissores e receptores de ondas mentais - Quer tenhamos consciência ou não; pensamos, sentimos e agimos sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético. Que se irradia de nós e, interage com o dos outros. Essa interação gera sensações boas ou ruins. Prazerosas ou não. Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos dizendo; que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais, é um fator bem comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Quem sabe um dia será possível dizermos a respeito dessas pessoas: em tal lugar há uma pessoa que era a minha cara...
- O que fiz para essa criatura agir assim comigo?
- De onde vem essa antipatia gratuita?
- Nunca vi essa figura mais gorda ou mais magra – nunca conversei com ela; mas, sei que ela não gosta da minha pessoa; nem eu dela!
Os iguais não se bicam; personalidades semelhantes tendem a se repelir – não é fácil encarar de frente nosso lado escuro; nossa forma de ser e de reagir mais negada. A aparente dificuldade é pelo fato de tentarmos esconder uns dos outros; tendências; impulsos; predisposições; que não são bem vistas; pelo grupo social a que pertencemos.
O desconforto na interação, é porque elas nos desnudam; e isso, nos amedronta.
Ao tentar camuflar características; o medo de sermos descobertos; julgados; criticados nos causa desconforto; tal e qual fazemos com os outros. Daí que, quem mais tromba conosco; tem uma personalidade que é a nossa cara.
Na psicologia chama-se essa postura de Projeção.
Costumamos medir os outros; com nossa próprias medidas; com nossa régua. Nós nos projetamos em algumas pessoas; o que funciona como repelente; pois, imaginamos que sintam por nós; o que sentimos por elas. O temor de que são capazes de atitudes que nos prejudiquem nos assalta; quando nós é que podemos lesá-las.
Quem se encontra atento; pode usar a projeção como valioso recurso de auto – conhecimento para formalizar um trabalho de reciclagem do lixo da sua personalidade.
Nem é preciso ajuda externa; basta observar. Á vezes; o que mais detestamos no outro; pode muito bem estar em nós. estamos nos projetando.
Sempre que isso acontecer é bom questionar com nossos botões:
Essa pessoa não vai com a minha cara? – Ou, eu que não vou com a dela? – No começo é complicado; pois como é um tipo de identificação negativa; quase sempre é negada pelo nosso ego.
Dica da hora:
Uma das características mais presentes nesses relacionamentos é a inveja; um sentimento que a maioria de nós tem e nega; ele torna essa identificação; muito negativa. Quando o santo não bate com o do outro; é preciso checar se há na jogada: inveja; ciúmes; orgulho ferido.
Parte do processo também pode ser explicado pela física: ondas, vibrações, reflexão, sintonia, ressonância.
Somos emissores e receptores de ondas mentais - Quer tenhamos consciência ou não; pensamos, sentimos e agimos sem descanso.
Isso, cria um campo vibratório eletromagnético. Que se irradia de nós e, interage com o dos outros. Essa interação gera sensações boas ou ruins. Prazerosas ou não. Quando dizemos que o nosso santo não bate com o de alguém; estamos dizendo; que os campos vibratórios se repelem.
A repulsão de iguais, é um fator bem comum; especialmente nas relações continuadas: vida em família; no estudo; no trabalho.
Quem sabe um dia será possível dizermos a respeito dessas pessoas: em tal lugar há uma pessoa que era a minha cara...
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