sábado, 4 de setembro de 2010

CURA SUSTENTÁVEL


O conceito de sustentável, segundo criaturas tão pouco pensantes quanto nós – é um dos maiores engodos á continuidade; não da vida no planeta; pois que, ela é eterna; mas, de nossa identidade cósmica.

Para consumo da mídia de última hora: sustentável é o que se pode sustentar, mantendo-se constante ou estável por um longo período – Mas, o que é um longo período? Sustentar o que? Sustentar quem? Sustentar que valores? Até quando?
O conceito de sustentabilidade é um engodo baseado em valores pouco confiáveis da atualidade – Como suprir as necessidades de consumir a tudo e a todos deixando algo para as próximas gerações?

A cura oferecida pela medicina da atualidade espelha bem a questão da sustentabilidade – tomar um remédio até o fim da existência é cura sustentável? – Até quando as inevitáveis recaídas são problemas administráveis? – E o efeito rebote que surge cada vez mais cedo?

Seja nas doenças pessoais, da sociedade e do ambiente planetário:
Há tempo para adoecer e tempo para se curar:
A medicina deve intervir nos sintomas apenas até que o organismo tenha tempo de curar a si mesmo; pelo esforço de reestruturação do pensar, sentir e agir do doente. Numa época próxima, alongando seus horizontes ela tratará as doenças com terapias menos violentas, menos amputadoras. A cirurgia do futuro, por exemplo: será a cirurgia moral e a quimioterapia será a renúncia aos vícios, aos prazeres sistematizados. Na cura dos distúrbios que causamos a Gaia, é preciso dar tempo a ela para que as correções e os ajustes sejam feitos; mesmo que muitos de nós sejamos extirpados daqui.
A medicina não comporta o mercantilismo:
A cura real e definitiva não pode ser comprada ou vendida, é conquistada. Ela deve estar embasada no conhecimento que, é o conjunto de informações recebidas e assimiladas por cada indivíduo; além disso, é necessário checar as informações para adquirir consciência e, aprender a discernir para pô-las em prática; saber discernir entre o certo e o errado nas informações médicas e científicas da atualidade, implica também, em eliminar o mercantilismo na área de saúde. Na sustentabilidade da vida em Gaia é urgente eliminar do mercado da vida as empresas que destroem o equilíbrio fingindo cuidar dele.
A lei de sintonia rege a relação médico – paciente:
Cada um atrai para si o que emana. No momento, o homem do presente tem a medicina que o representa muito bem. A do futuro valorizará o eticamente saudável, por conhecer as leis de evolução e a interdependência de questões que predispõe à doença ou fomentam o bem estar. Será que o planeta nos atraiu até aqui?
O estado de saúde só acontece no homem integral:
Na busca da cura o efeito mais imediato não deve ser o único a receber atenção; é preciso atender a todos os aspectos do ser: organismo físico, perfil psicológico e espiritual. A busca do equilíbrio deve fundamentar-se na transformação das atitudes e na recomposição emocional sem esquecer as Leis.
O pensar é o abre- olhos:
O verdadeiro terapeuta alarga seus horizontes de ação e, transita por diferentes métodos que se ampliam, indo desde as experiências psicológicas, pessoais e de outros, aos acontecimentos ambientais, ecológicos, sociais, econômicos, morais.
Trabalho em grupo:
Enquanto a medicina não integrar-se à psicologia, ecologia, agricultura e a outros conhecimentos afins, para um mais amplo conhecimento do ser dando-lhes uma conduta mais holística, as terapias prosseguirão deficientes e, incapazes de integrá-lo no contexto da realidade a que pertence, minimizando apenas as doenças, sem as erradicar.
Saúde ambiental:
Para que o conceito de sustentabilidade não seja uma falácia, a harmonia com o meio ambiente e a sua preservação deve fazer parte do esquema de saúde social dentro do qual, se insere a individual.
Os terapeutas devem colaborar na mudança dos conceitos da agricultura industrial voltada para a superprodução com conseqüentes danos ecológicos - que, decorrem das aplicações químicas que geram intoxicações e estimulam o surgimento de pragas; e mostrar o desperdício na produção, no armazenamento e na distribuição de alimentos como causa de fome.
Um dos slogans da sanidade futura:
Remédios não mais – agrotóxicos jamais.

Como sustentar a cura?
Deixando de gerar doença.

Leiam os últimos artigos em http://saudeoudoenca.blogspot.com
- OBSESSÃO E DOENÇAS É FENOMENO OBJETIVO E REAL.
- MILAGRES DE BACIADA.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

VIDA UTIL – VIDA INÚTIL – ALZHEIMER NUNCA MAIS?


Ainda somos criados exclusivamente para a vida profissional; mas, o sistema não funcionou; pois, grande parte das pessoas não aprendeu a gostar do que faz – trabalha de má vontade, pouco rende, e para piorar as coisas, tornam-se preguiçosas, depressivas, infelizes, acomodadas – claro que isso, entre as mais letradas.

Razões para viver?
Nunca lhes disseram que havia algo mais; do que ser o mais laureado e bem pago profissional; para poder consumir tudo o que o ajudaram a desejar.
Finda a luta para ser top, o ser da atualidade se acomoda em pequenas metas que atinge com certa facilidade, passando a viver uma existência rotineira e fortalecedora de TOC; ele perde o tesão pela vida e não se aventura a coisas novas.
Nos momentos de lazer, e principalmente após a aposentadoria tornam-se pessoas vazias de conteúdo, metódicas, vivendo o minúsculo cotidiano em medíocre circuito fechado de vida segura – a busca pela segurança emperra sua vida e a da sociedade – o automatismo da mente televisiva cede campo ao mesmismo que cansa e deprime.
Repetir a ação de ontem com a mesma intensidade hoje, é perigoso para a sanidade – desemboca num quadro clínico chamado Alzheimer com suas variações de demência senil cada vez mais precoce (com uma boa ajuda dos adoçantes) – Somos seres programados e construídos para experiências novas, constantes e renovadoras – deixando nosso potencial dormindo, nós enveredamos pelo crime contra nós mesmos e até contra os outros e o planeta; nós nos emparedamos na masmorra que construímos com nossa inércia: doenças físicas e mentais.

A propósito recebi uma piada, mais do que verdadeira; pois, é uma realidade palpitante no mundo atual:

“Ontem, minha esposa e eu estávamos sentados na sala, falando das muitas coisas da vida.
Falávamos de viver ou morrer. Então, eu lhe disse:

-Nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo somente de uma máquina e líquidos. Se você me vir nesse estado, desligue tudo o que me mantém vivo, por favor!

Ela se levantou, desligou a televisão, o computador, o ventilador e jogou minha cerveja fora”.

Se der tempo; a esperança é que ofereçamos ás nossas crianças uma educação diferente da que recebemos. O que era bom no passado não se aplica aos dias de hoje, tradições devem ser revisadas; dogmas religiosos e científicos devem ser deletados.

No momento presente, o tempo é curto para executar tarefa tão importante e prioritária – quem podia fazer a diferença não a fará; pois, os dirigentes políticos estão apenas voltados para seus desejos de riqueza e de poder em projetos egoístas comissionados.

Poucos estão a salvo; pois, mesmo as pessoas que descobriram algo a respeito do seu projeto de vida; mesmo os aparentemente engajados em atividades voltados ao próximo e ao coletivo; trazem no seu DNA cultural a falta de engajamento e de responsabilidade – até a qualidade do trabalhador voluntário por aqui ainda é medíocre; qualquer coisinha, de uma dor de cabeça, ao assistir o jogo do time do coração, á festinha não sei do que, tudo é motivo para não comparecer – nesse caso nem é preciso o famigerado atestado; pois, na sua concepção: vou porque quero e quando quero é o álibi perfeito – ledo engano.

Como profilaxia e terapia, existem os desafios propostos pelo dirigente cósmico: Jesus; que induzem o indivíduo a dar passos mais largos, a ousar ser diferente da maioria; e quebrar os paradigmas de uma existência cada vez mais medíocre.

Somos tão medíocres que idolatramos pessoas que apenas cumpriram com a obrigação a que se determinaram; elas apenas descobriram mais a respeito de seu projeto de vida do que a massa - nós.

Vivemos hoje um quadro de Alzheimer e de demência senil muito antes do tempo; coletivo.

Dica:
Hoje é véspera de feriadão; todo mundo tentando colocar as coisas em ordem; planejar o melhor momento para sair do trânsito caótico; adrenalina pura – de sábado prá domingo, muita gente boa com crises de rinite e outras ites, pneumonia, diarréia, AVC, enfarte, divórcio, peripaques e outras coisitas mais...
Assunto já abordado no bloog.
Depois, a gente volta a falar sobre isso; só para revisar...

Mas, para alguns, amanhã pode ser tarde demais....................

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A DIGNIDADE FRENTE Á MORTE

A cada dia recebo mais pacientes em desalinho mental, emocional, com repercussão no corpo físico; porque alguém á sua volta passou desta para a melhor. Em tempos acelerados como este, é urgente reformular nosso conceito de morte e adequar nossa relação com essa ocorrência inevitável e natural; principalmente para nos prepararmos; pois, na maioria das famílias, já há ao menos uma pessoa com câncer e outras doenças que nos lembram do inevitável desfecho da existência – e ao que tudo indica vem mais coisas por aí.

Muitos são os focos para aprendermos a morrer com dignidade e inteligência. Hoje vamos focar uma das bases do medo de mudar de CEP dimensional. A questão de céu e inferno.
Tenho visto que mesmo na atualidade essa problemática ainda aflige muitas pessoas. Uma das preocupações mais comuns com os defuntos – é se, eles estão bem; num bom lugar – o céu eterno está em franca decadência como conceito; o inferno nem tanto; o umbral, purgatório e limbo, estão em alta como veremos nas telas a partir do dia 03/09 no filme Nosso Lar adaptado da obra de André Luiz (pseudônimo de famoso médico e cientista brasileiro) psicografia de Chico Xavier produzido pela Fox.
Como escamoteamos muito da nossa verdade íntima dos outros; imaginar verdadeiramente a condição de consciência até mesmo de pessoas próximas é uma temeridade – Mas de nós mesmos; não só é possível; como urgente e obrigatório.
Saber de nós mesmos seria fácil se fossemos honestos, claros nas intenções e diretos nas ações – mas, ainda gostamos de nos enganar; daí:
É comum que, infantis nos achemos os tais, apenas, porque não roubamos descaradamente nem matamos acintosamente; não bebemos até cair na rua nem fumamos; não façamos sexo com qualquer um; cuidemos do nosso corpo através da vistoria dos outros (medicina, remédios e exames) - nós confundimos simples obrigações para um ser humano do presente; com méritos adquiridos pela vida baseada nas leis de ética cósmica - claro que cumprir com as obrigações é ótimo; pois, significa menos dívidas para resgatar, mas, nada mais do que isso. Méritos são o cumprimento da lei ao pé da letra e a prática sistemática da caridade inteligente. Além disso, o mais importante é viver uma existência de extrema utilidade tanto a nós mesmos, quanto ao coletivo e ao planeta – reciclar nossa personalidade é fundamental para nos posicionarmos no mundo astral.
O céu eterno não resiste ao raciocínio lógico; locais, do tipo paraíso tem mais lógica; pois é qualquer lugar desta galáxia e do universo onde as pessoas se respeitem, preservem a vida e o ambiente, e principalmente onde as leis cósmicas sejam cumpridas de forma igualitária para todos; o Nirvana contemplativo para gente do nosso gabarito evolutivo é uma quimera; o céu mais próximo da nossa realidade é o mundo de regeneração que nos espera aqui mesmo na Terra. A maior parte da nossa população vive sob a crença Cristã - “Há muitas moradas na casa do Pai” nos alertou Jesus. Mundos superiores ou inferiores em se tratando de evolução; A Terra está situada na categoria intermediária como planeta de provas e expiações; na próxima fase conforme estamos sendo alertados há muito tempo entraremos na categoria de mundo de regeneração no qual começa a predominar o Bem e o cumprimento das Leis; para nós habitar um mundo nessas condições eqüivale a ir para o Céu; usando a condição atual como referência.
O conceito de inferno definitivo também já caiu por terra; a reunião de incontáveis consciências culpadas sem o anestésico das máscaras e das aparências proporcionadas pela matéria cria um conglomerado de seres, onde os mais inteligentes e, que desfrutam de mais equilíbrio emocional exploram os mais resistentes em exercitar o pensar. O inferno é aqui e em qualquer lugar ou dimensão onde as condições de domínio de uns sobre os outros sejam favoráveis. Ódio, mágoa, desejos de vingança, egoísmo, orgulho e pensamentos negativos persistentes e fixos são cadeias que, favorecem a permanência das criaturas na escuridão da alma.
Condenação eterna é algo tão sem sentido que até justiça dos homens em 3D não crê nela; e oferece, a cada dia mais, a prática das penas alternativas e educativas.
Locais, que abrigam os seres em débito consigo é um conceito razoável que obedece á lei da relatividade e do amor. Assemelha-se á doença que não deixa de ser um tipo de purgatório da alma. Se, ela foi bem aproveitada a depuração no pós – morte é facilitada; certas doenças de longa evolução, exatamente as que mais tememos, são prêmios no bom sentido; pois além da depuração de miasmas ainda servem como ferramentas importantes a nos impulsionar a mudanças na forma de pensar e de agir – pois, sair de 3D para 4D faz parte do contrato do viver.
Os que não tiveram mérito para conquistar essa forma natural viverão com mais força o remorso e o arrependimento e, farão essa depuração já no astral.
Conforme veremos no filme Nosso Lar estar bem consigo mesmo e situado num bom lugar no astral, está ligado diretamente á forma como vivemos a existência – Pois, lá tudo continua de forma semelhante.
A ciência hoje progride na mesma velocidade com que a vida corre; e á medida que mais e mais informações coerentes e inteligentes nos cheguem; e que possam ser comprovadas; nosso medo da morte desaparecerá.
Também vou assistir.
Quem sabe a gente se vê no cinema...

Não vale contar o final....................

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SACO DE RISADAS

Hoje em dia é preciso cuidado para não se contaminar pelas personalidades estilo baixo astral: pessimista crônico; a vítima; coitadinho de eu; pessimista agressivo. Dentre elas, a personalidade estilo distimia ou tristeza crônica contagia fácil - fácil; se você entrar na freqüência energética dela.

Se você anda de mal com a vida; é preciso cuidado para não tornar essa forma de ver as ocorrências da existência uma constante – isso, vira doença; se já não virou.

Como descobrir a que tipo pertenço?
Não é tão difícil; caso já tenha se acostumado a dizer que vai levando; está mais ou menos...; quando questionado a respeito de como anda sua vida – fique ligado. Se os amigos começam a inventar desculpas para não vê-los, fique esperto – se alguém atravessar a rua só para não conversar com você – o caso já é mais grave do que possa imaginar.
Mesmo entre os profissionais de saúde costuma-se confundir Tristeza com Depressão. É mesmo comum que muitos tristes ocasionais estejam sendo tratados como depressivos; pois, na formação dos profissionais de saúde pouco valor se dá aos problemas existenciais.

Só de brincadeira:
Podemos subdividir a Tristeza em inata e adquirida.
Algumas pessoas são predispostas á Tristeza sem motivo de nascença; são os naturalmente tristes, sérios candidatos a tornarem-se Depressivos no decorrer da existência.
Na Tristeza adquirida, que costuma ser transitória, a pessoa fica triste devido a motivos externos – sensação de perda – notícias ruins – lembranças negativas. Mas mesmo triste, ela consegue dar umas risadas de vez em quando; e até sentir alegria prazer caso haja motivo ou estímulo, e procura companhia. É uma forma de sentir-se passageira e proporcional ao estímulo que a causou.

Na Depressão os transtornos de humor costumam ser mais duradouros. O deprimido reage às situações de forma desproporcional ao estímulo; perde a vontade de procurar as pessoas e tende a isolar-se. O conjunto de sintomas altera seu comportamento habitual, levando-o a um estado doentio de irritação e impaciência.
Embora a tristeza possa acompanhar a Depressão, o sintoma mais comum do depressivo é a apatia. O paciente torna-se incapaz de reagir, o que desencadeia problemas familiares. Nem sempre a doença é reconhecida e pais e irmãos podem achar que se trata de preguiça ou irresponsabilidade. E como conseqüência disso, o paciente sente-se culpado por decepcionar a família, o que agrava seu estado. Isso gera um círculo vicioso, quebrado quando o depressivo busca tratamento.

Erros educacionais que podem levar à Depressão

Treinamento:
A criança com tendência copia um modelo familiar; algumas pessoas simulam um quadro de Depressão com a esperança de despertar pena e receber atenção e cuidados. O perigo é que podem viciar-se nesse comportamento.
Para diferenciar os que simulam a doença daqueles que estão, de fato, deprimidos, é preciso prestar atenção nos sintomas. A Depressão afeta todo o organismo. Causa uma lentidão psicomotora, que desacelera o raciocínio, provoca letargia – caracterizada pelo modo de falar mole. Outras vezes a doença provoca agitação injustificada e que impede a pessoa de ficar quieta. É comum a falta de apetite e perda de peso, acompanhada de insônia, mais do tipo: sono interrompido. É preciso cuidado com os quadros de reações atípicas. Como por exemplo, ao invés de emagrecer o paciente engorda e sofre de sono excessivo.

Reforço de comportamento:
Alguns adultos tem uma certa dificuldade em distinguir a criança feliz e alegre da criança inquieta e super/ativa. Muitas vezes sem saber porque a criança sente-se triste em virtude de alguma emoção mal elaborada ou frustração. Outras vezes a criança está mais quieta devido a cansaço físico ou está incubando alguma doença febril. Os adultos perturbam-se com isso e passam a questionar a criança com insistência; e por receber mais atenção, de forma inconsciente a criança pode repetir esse comportamento automaticamente quando sentir-se carente e pode até fixá-lo à sua personalidade.

Repressão de sentimentos e emoções:
Muitas famílias tendem a reprimir nas crianças emoções e sentimentos cuja exteriorização não é bem vista pela sociedade e seus valores. Confundem o aprendizado e a elaboração das emoções e sentimentos com falta de educação. E, a criança quando não consegue elaborar determinadas emoções especialmente as que envolvem perdas e frustrações tende a perpetuar o sentir-se triste ou infeliz.

Imposição familiar de paradigmas e de valores:
Numa família onde predominam indivíduos muito competitivos; quando a criança possui uma personalidade mais cooperativa; ela tona-se foco de críticas. A condição de ovelha negra da família pode fixar nessa criança uma tendência à tristeza ou até à Depressão.

Ás vezes, parecemos estar entrando num beco sem saída; mas, as soluções são prá lá de simples. Dia destes atendendo a uma paciente daquelas baixo astral de carteirinha; cujo tratamento seguia capenga – estava eu dizendo que ela tinha que sorrir mais, gargalhar mais, etc. Não sei porque cargas d’água disse a ela em determinado momento: - experimente comprar um saco de risadas!

Ela foi embora com a nova receita; depois de alguns meses, encontrei-a na rua – E, então, como está? – Quase curada! – Os remédios estão lhe fazendo bem? – Olha Dr. Não sei se os remédios ou se o saco de risadas que comprei e, aciono várias vezes ao dia; mas, que estou quase curada, é verdade.
Aprendi mais uma - eu achava que só a risada tete a tete contagiava. Para curar baixo astral, eu vou começar a receitar saco de risada: ouvir ao menos 3x ao dia...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

CHIP ASTRAL E DOENÇAS

Num vacilo podemos ser chipados e arranjar encrenca das boas. Para entender a ação dos chips made in umbral e adjacências, em nossas vidas; basta lembrar que somos seres multidimensionais.
O foco da nossa consciência está polarizado durante algumas horas do dia em 3D usando o corpo físico como veículo para se manifestar; e na outra parte estamos polarizados em 4D (normalmente durante o sono). Interagimos o tempo todo nas 24hs com outras consciências (alguns chamam de almas, outros de espíritos) algumas em 3D e a maioria em 4D (até ao mesmo tempo).
Dependendo de nosso padrão vibratório entramos em sintonia com faixas mais baixas de consciência, mais altas ou semelhantes.
A maior parte de nós apresenta um padrão de freqüência instável; ora estamos em níveis mais altos como durante uma meditação ora em níveis bem baixos como num acesso de raiva, por exemplo.

Para que tão importante assunto não nos pareça uma fantasia é preciso nos despirmos da visão puramente religiosa; ou até do mecanismo da obsessão simples, estilo encosto; pois, é perfeitamente possível que sejamos manipulados por bandoleiros do além á distância. O raciocínio não é complicado – nossa tecnologia em 3D é um arremedo da que se usa em 4D – e o artefato é colocado no corpo astral – mas, como o corpo físico obedece aos comandos do corpo astral, é possível não só enlouquecer como adoecer, tudo depende dos objetivos de quem o implanta. Normalmente ele será colocado num meridiano de acupuntura ligado ao órgão que se quer atingir ou em alguma zona mais nobre de controle como o cérebro.

Alguns são colocados com nosso consentimento durante o sono físico; outros são colocados á força; mas apenas, pelo fato de darmos brechas e de antigos contratos com pessoal da pesada das sombras ainda não desfeitos – inclusive alguns implantes já vem de fábrica ou seja ao nascer já os trazemos; e nesse caso, houve permissão de nossa parte quando estávamos em 4D, desta vez, ou até de vezes anteriores.

Fica a pergunta: porque motivo os avalistas de nosso projeto de vida, permitem que façam isso conosco? – Em primeiro lugar eles sempre respeitam nossas escolhas – ás vezes, não temos méritos de trabalho em prol do coletivo suficiente para receber ajuda reiteradas vezes; noutras somos encrenqueiros contumazes – eles ficam só observando quando valerá a pena intervir – Mas, se pedirmos eles nos ajudam até o limite de suas possibilidades.

O interesse deste escrito foi para mostrar a importância deste conhecimento para que cada um perceba quando foi chipado sem seu consentimento e até desarmar o artefato.

Nossos adversários; alguns deles os arrumamos de bobeira; nos estudam e usam pessoas com as quais interagimos normalmente ou de passagem para nos implantar um desses artefatos.
Hoje fui vítima disso – no trabalho andou rolando um clima de animosidade de uma determinada pessoa com o grupo e meus adversários a usaram para gerar uma sintonia momentânea de animosidade – coisa bem simples, que nem percebemos no dia a dia, sem discussão nem nada; mas, assim que entrei no clima percebi uma dor aguda na base do crânio e logo surgiu, mal estar, pensamentos sem muita coordenação, cansaço, idéias fixas dificultando sair da freqüência – pensei comigo: pronto fui chipado e o alvo era o hipotálamo. Logo pedi ajuda aos meus amigos, procurei mudar o padrão vibratório para sair da sintonia – tomei algumas providências de aplicação de Reiki; mas, ainda não voltei ao meu normal e até no local persiste uma sensação de queimadura como quando você arranca um objeto perfurante do corpo.
Vou dar um prazo até amanhã para perceber se houve resolução (através do retorno da concentração, memória, energia, etc) – caso contrário vou em busca de ajuda especializada.
Provavelmente a pessoa e seus amigos de 4D apenas forma usados pelos que me vigiavam; causaram a brecha e eu vacilei. O próximo passo é descobrir quem são e quais são seus objetivos.

Imaginemos uma pessoa que desconheça ou desdenhe o assunto, depois de algum tempo vai fazer uma via sacra de exames e busca de especialistas; e sem sucesso com os medicamentos sintomáticos recomendados.

Assunto extenso que merece muitos estudos de nossa parte – mas, dá prá gente se virar com a recomendação do Mestre Jesus: Vigia e Ora – não vigiei o suficiente e dancei no chip.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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