PARTE 3
Evidente que não somos frutos apenas do atual meio ambiente em que fomos gerados; criados; educados.
Dependemos de nossas aquisições anteriores ou particularidades inatas do caráter:
As características individuais que dão origem á sensação de impotência frente á vida e seus acontecimentos podem ser diferenciadas com certa facilidade, principalmente como aquisições individuais – pois, pessoas nascidas de uma mesma família, criadas nas mesmas condições e submetidas aos mesmos tipos de influência portam-se frente aos acontecimentos de forma totalmente diversa; é claro que a escola faz o aluno e; dependendo da qualidade humana dos pais e mestres, a criança copia modelos e passa a adotar padrões semelhantes.
Todos nós copiamos modelos na infância; isso faz parte do programa da evolução humana. Que enxerga isso, começa a vislumbrar: a responsabilidade de nossas influências sobre os outros.
Problemas de cada um:
Várias são as características de personalidade e caráter que levam mais rapidamente á perda dos limites, á sensação de não suporto mais. Apenas para ilustrar é possível analisar alguns tipos de pessoas esgotadas e, o que, predomina na sua personalidade.
Elas costumam demonstrar estar:
Impacientes.
Quem deseja que tudo ande na velocidade de seus interesses logo caí, frente a tantas complicações que atrai para si.
Mandonas.
São as que “sargenteiam” a vida dos outros o tempo todo; e vivem em alerta constante; com medo de serem desobedecidas para que suas incompetências não sejam conhecidas.
Maridos que desejam que a esposas obedeçam sem raciocinar; que os filhos entendam seu silêncio ou sua euforia; enfim, todos devem obedecer ao chefe; sem questionar, sob pena de sofrerem agressões físicas ou morais para mostrar quem manda.
Gente do tipo:
Mães que usam da chantagem emocional para tentar controlar a todos.
O perfil psicológico masculino leva á tentativa de domínio pela truculência, já o feminino é conduzido pela arte de manipulação e chantagem.
Autoritárias.
O autoritário, é um mandão sem conteúdo; o que, caracteriza o agressivo e violento; quase sempre covarde.
Sua tentativa de impor autoridade a todo custo, a cada dia esgota todas as suas reservas energéticas com extrema facilidade;
A autoridade moral não precisa ser imposta, pois, ela flui de forma natural (tipo ainda raro).
Impostoras.
O mentiroso controlador que se traveste de bem intencionado tem uma dupla perda de energia.
Controladoras.
A melhor figura, aquela que representa no dia a dia, a pessoa que tenta controlar a vida dos outros, sem parar para pensar, o tempo todo, é a da “mãezona”, a matriarca que, se torna caricata e se expõe toda nua na figura da sogra que tenta controlar a tudo e a todos; sem exercer o mínimo controle sobre si; o sofrer da menopausa que o diga.
Do lado masculino, temos a figura do “papai sabe tudo”; um sujeito que sempre tem explicações lógicas para aquilo que nem ele está preparado para racionalizar, é um chato.
Perfeccionistas.
Quem não aceita o direito de errar para aprender é um tremendo orgulhoso; que detesta ser avaliado ou criticado por seus iguais. Essa tensão permanente conduz a um estado de falência energética mental, emocional e física; constante.
Mentirosas:
Quanto mais o indivíduo fantasia ou mente com interesses pré – determinados, mais a sensação de cansaço e de esgotamento se acentua, pois viver em permanente estado de alerta para que não seja descoberto esgota as energia vitais rapidamente.
Intransigentes:
Quem não aceita opiniões ou atitudes diferentes da sua cansa-se cada vez mais rápido, tantas são as situações a expressar diferenças no dia a dia moderno.
Avarentas:
O fluxo rápido das mudanças em de tratando de ter; possuir; aparentar; conduz os avarentos a perdas sucessivas para que possam compreender que nada nesta dimensão do planeta nos pertence.
Inconseqüentes:
Faz sempre o tipo “boboca emocional”; ou o tipo “a Maria vai com as outras”; age sem pensar, sempre; consertar os seguidos estragos deixa esse tipo num déficit de energia incrível.
Invejosas:
Viver em função do que o outro tem ou deixa de ter, comparando-se com ele o tempo todo, é o maior sorvedouro de energia e vitalidade que nos afeta. Os primeiros a afirmar que não agüentam mais, são os invejosos.
Impulsivas:
Quem faz primeiro para pensar depois; tem um trabalho danado para consertar os estragos.
Solução?
UMA NOVA REVOLUÇÃO CULTURAL SE FAZ NECESSÁRIA!
Não agüentaremos mais solidificar posições embasadas em desejos egoístas para manter posição em idéias que não se suportam a si mesmas; uma nova revolução cultural é urgente; apenas baseada nos valores e nas Leis Cósmicas.
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terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
PROBLEMAS DA EXISTÊNCIA ATUAL – UMA NOVA REVOLUÇÃO CULTURAL SE FAZ NECESSÁRIA.
Em virtude de não sabermos quem somos nós; e o que fazemos aqui – nós vivemos a ditadura do tudo pelo prazer:
Essa forma de viver leva á perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato. O estilo de vida consumista está consumindo o próprio homem. Estamos nos auto – devorando – e ao admitir que eu não suporto mais viver dessa forma; sinalizo claramente que, perdi o senso de fronteiras do que é possível, do que é real, ou do que é ilusão; e da forma mais perigosa: não sou mais capaz de diferenciar a vida da morte em vida.
Tudo pelo prazer envolveu demais o sexo:
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo; não importam as conseqüências nem a idade; atrair parceiros para relações sexuais começa cada dia mais cedo; as desilusões e as doenças kharmicas também.
O uso da sexualidade torna-se dia a dia uma masturbação coletiva; pois, nas relações sexuais há cada vez menos troca de energia vital tendendo a transformar-se num processo de vampirização; onde se busca apenas o prazer pessoal; e quando há preocupação com o outro; é apenas ligada ao próprio desempenho do momento: “foi bom para você”? (mesmo que não tenha sido ninguém é capaz de afirmar que não foi; com medo da perda da parceria).
As seguidas, e cada vez mais precoces, frustrações com as promessas do orgasmo como a única fonte de alegria e prazer na vida humana, tornam-se um fator de grande peso no desalento e na falta de esperança de realização e felicidade duradoura – e uma fonte inesgotável de renda para a indústria farmacêutica...
A desumanização da sexualidade torna-se cada vez mais evidente no progresso de mercado dos “sex shops”; nele surgem “artefatos” para dar mais prazer com qualquer coisa que as mentes mais doentias imaginem; a substituição da própria mão e dos próprios dedos para atingir um prazer solitário; coisas do arco da velha para todos nós ainda incompetentes na arte de amar; esse imaginário que já é doentio; é substituído por perversas aberrações mecânicas.
Quem falar em animalização da sexualidade deve rever todos os conceitos de viver como candidato a ser humano.
Parte da culpa é da vida em família:
Boa parte das famílias; são constituídas segundo a lei de causa e efeito (destino); elas se estruturam no embalo; na paixão; na imposição das situações; na necessidade; nos interesses ou nos casamentos arranjados; etc. (tanto faz).
A cultura do romance e do pensamento mágico nos induz a imaginar que alguém pode nos fazer felizes ou infelizes, alegres ou tristes para sempre.
A somatória das influências externas, mais as tendências e as características do caráter de cada um, transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações; onde o sentimento de posse; misturado às projeções das expectativas; sendo realizadas por outrem; essa mixórdia de enganos nos torna pessoas cansadas, infelizes, inúteis.
Muitos dos que clamam não agüentar mais; que estão cansados de viver são pessoas que passaram pela vida sem viver; pois a maior parte do tempo, eles se anularam em função da família. Esse argumento, nós usamos como desculpa e, nos enganamos ao enxergar algum mérito nisso; viver em função da família é uma auto – mentira; pois nossa condição evolutiva não nos permite ainda esse tipo de renúncia de pensar antes nos outros; essa visão é uma ilusão; e a realidade, é que nos projetamos neles e os usamos para aliviar o medo de erramos, ou de não nos tornarmos pessoas realizadas e vencedoras; sem dúvida, o caminho mais fácil sempre foi jogar nas costas do outro a responsabilidade; se virar virou; se colar colou; caso contrário, a falha foi dele, fiz o melhor que pude, anulei-me para lhe dar o melhor e outras lamúrias inúteis que cansamos de ouvir todos os dias.
Sofrer ou felicitar-se através do outro é um tipo de parasitismo humano; que nada tem a ver com o sentimento do amor.
Nossa maior desculpa é o excesso de trabalho:
Todos os outros seres que compartilham conosco o planeta são criados para a vida; nós os humanos somos “criados” (educação formal) para nos profissionalizarmos, para podermos consumir o que nos sinalizam, indicam ou nos impõem; até mesmo o que produzimos; e nos consumimos a nós mesmos e uns aos outros sem necessidade.
Embora o ato de induzir para atender aos próprios interesses seja uma canalhice humana; a sociedade e a família induzem as crianças e os jovens a muitas coisas, até para a atividade profissional; e depois quando o sujeito desperta para a vida vê-se obrigado a realizar um trabalho que não lhe traz satisfação (deixando de lado as situações de exclusão social).
Tudo pela profissão:
Somos criados exclusivamente para a vida profissional; mas será que nossa vida pode ser resumida a isso?
Tardiamente, descobrimos que esse tipo de educação; embora, seja muito importante no estilo de vida atual, não é tudo; Daí, quando não estamos bem no trabalho, não importa os motivos, é como se o mundo desabasse; e, muitas vezes é quase impossível recuperar o equilíbrio e a alegria de viver.
Quando não trabalhamos com motivação as conseqüências costumam ser: desemprego; depressão; angústia; pânico; revolta – e até descontamos nossas frustrações do trabalho nos amigos; nas pessoas que dizemos serem nossas queridas; na família; no animal de estimação; nos objetos; nos vícios; etc.
Atração de opostos:
Trabalho, lazer e entretenimento passam a competir – Claro que a encrenca seria imensa.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas, além de que todos façam o que é a coqueluche do momento, o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois.
O entretenimento é uma das grandes causas dos problemas de saúde física e mental da atualidade – pois, nosso organismo não é capaz de diferenciar realidade de ilusão; verdade de mentira.
A indústria do entretenimento rápido especialmente a TV, é responsável pela destruição da qualidade de vida de muita gente. Além de induzir á ociosidade (bem que Jesus nos alertou); pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade; submetidas diariamente à ilusão; as mentes menos desenvolvidas, exploradas pelas menos preguiçosas, enganam seus corpos o tempo todo sem descanso, e o resultado final que se anuncia daqui em diante é desastroso: doença e morte.
Até a religião estressa?
No mercado da vida, as ações dos conglomerados religiosos estarão em baixa vertiginosa; as ações da religiosidade estarão em alta - Daí; tome cuidado, muito cuidado com os aproveitadores da “última hora” que, não desejam continuar em Gaia; e já sabem disso há milhares de anos: São os falsos profetas das religiões que renascem em cada esquina da vida; aproveitando-se da nossa multimilenar pobreza de reforma íntima.
A associação da fé em Deus, com a melhora da vida material, base e conteúdo das religiões mais prósperas da atualidade e que mais crescem; cria inevitáveis conflitos entre a crença e a descrença; e que dia após dia tiram a esperança, ou sedimentam o conformismo quando as coisas não vão bem.
Ao colocar todos os acontecimentos da nossa vida na vontade de um Deus tão humano e materializado: vingativo e cruel quanto nós; inevitavelmente perdemos a pouca capacidade de controle da nossa vida que conquistamos e, nos sujeitamos integralmente á lei de causa e efeito.
Quando vivemos dia após dia á espera de um milagre para desfazer situações que nós mesmos criamos, e acreditamos que nem mesmo Deus está trabalhando a nosso favor; nesse ponto, nós estamos em perigo de desistir de viver, inutilmente, isso estressa; angustia; deprime; e mata; em todos os sentidos.
A dificuldade em acomodar os interesses dos religiosos aos nossos traz grandes problemas:
Separar o que ocorre intra - indivíduo da influência das coisas externas sobre quem nós somos; somente seria possível antes da primeira escolha inadequada: pecado original.
Apenas para facilitar iremos separar uma situação da outra (são inseparáveis).
Como já alertamos de outras vezes; quando começamos a pensar, uns antes e mais que outros, imaginamos que fosse possível controlar a vida das outras pessoas, manipulá-las segundo nossos desejos; desde que elas permitissem nossa influência.
Quando, alguns que pensam mais, se unem aos que pensam pouco; mas são dotados de grande poder físico ou financeiro criamos as ditaduras de todos os tipos ou, até a crueldade.
As condições que nos transportaram a essa situação atual de esgotamento vem de muitas e antigas Eras; onde mesmo, nas melhores condições não aproveitamos as oportunidades que nos foram oferecidas e; criamos alguns entraves ao nosso bem estar.
Essa atitude gerou a falta de maturidade psicológica?
Maturidade psicológica é algo interminável; embora possa ser situada no tempo e no espaço do indivíduo; com relação a um grupo, num determinado momento.
Como almas em progresso; nós trazemos ao nascer; tendências e impulsos inatos que irão sofrer forte influência do meio em que nos situamos - mas, por falta de conhecer e de praticar a Legislação Cósmica; o sistema de educação impede nosso amadurecimento; de tal forma que, na atualidade, a maior parte de nós, apresenta uma maturidade psicológica de criança de 2 a 6 anos de idade cronológica ou pouco mais. Dessa forma; em muitos sentidos, nossa vida é uma brincadeira de faz de conta quase que o tempo todo.
Para exemplificar, basta observar como a criança se sujeita com facilidade ás pressões de grupo e aos que ditam rumos e tendências na forma de viver; e, como os adultos imaturos, vivem em função de modismos, padrões de normalidades e, submetem-se a governantes, ineficientes, corruptos, sanguinários, lunáticos. As crianças têm mais facilidade para desrespeitar fronteiras e para perder o senso de limites de forma aguda; pois são incapazes de discernir entre o que é possível e o que não é; em cada momento; por isso, esgotam os desejos e se enfastiam’, com facilidade de tudo o que possuem ou estão fazendo; inclusive das pessoas; essa reação rápida serve como defesa relativa contra o estresse crônico.
No adulto e nas crianças precoces, essa defesa é anulada pela mente que, já analisa interesses e influências do meio, criando um impasse de progresso. O infantilismo do adulto que se recusa a crescer; leva a reações emocionais reprimidas pela dependência dos interesses próprios; ou nos induzidos, criando um impasse que nos leva á perda de energia, ao esgotamento físico e mental.
Essa forma de viver leva á perda do senso de limites.
Os limites pessoais e interativos estão sendo extrapolados a jato. O estilo de vida consumista está consumindo o próprio homem. Estamos nos auto – devorando – e ao admitir que eu não suporto mais viver dessa forma; sinalizo claramente que, perdi o senso de fronteiras do que é possível, do que é real, ou do que é ilusão; e da forma mais perigosa: não sou mais capaz de diferenciar a vida da morte em vida.
Tudo pelo prazer envolveu demais o sexo:
A intensa sexualização das relações humanas criou a sociedade do orgasmo a qualquer custo; não importam as conseqüências nem a idade; atrair parceiros para relações sexuais começa cada dia mais cedo; as desilusões e as doenças kharmicas também.
O uso da sexualidade torna-se dia a dia uma masturbação coletiva; pois, nas relações sexuais há cada vez menos troca de energia vital tendendo a transformar-se num processo de vampirização; onde se busca apenas o prazer pessoal; e quando há preocupação com o outro; é apenas ligada ao próprio desempenho do momento: “foi bom para você”? (mesmo que não tenha sido ninguém é capaz de afirmar que não foi; com medo da perda da parceria).
As seguidas, e cada vez mais precoces, frustrações com as promessas do orgasmo como a única fonte de alegria e prazer na vida humana, tornam-se um fator de grande peso no desalento e na falta de esperança de realização e felicidade duradoura – e uma fonte inesgotável de renda para a indústria farmacêutica...
A desumanização da sexualidade torna-se cada vez mais evidente no progresso de mercado dos “sex shops”; nele surgem “artefatos” para dar mais prazer com qualquer coisa que as mentes mais doentias imaginem; a substituição da própria mão e dos próprios dedos para atingir um prazer solitário; coisas do arco da velha para todos nós ainda incompetentes na arte de amar; esse imaginário que já é doentio; é substituído por perversas aberrações mecânicas.
Quem falar em animalização da sexualidade deve rever todos os conceitos de viver como candidato a ser humano.
Parte da culpa é da vida em família:
Boa parte das famílias; são constituídas segundo a lei de causa e efeito (destino); elas se estruturam no embalo; na paixão; na imposição das situações; na necessidade; nos interesses ou nos casamentos arranjados; etc. (tanto faz).
A cultura do romance e do pensamento mágico nos induz a imaginar que alguém pode nos fazer felizes ou infelizes, alegres ou tristes para sempre.
A somatória das influências externas, mais as tendências e as características do caráter de cada um, transformou a vida em família num caldeirão de problemas e reclamações; onde o sentimento de posse; misturado às projeções das expectativas; sendo realizadas por outrem; essa mixórdia de enganos nos torna pessoas cansadas, infelizes, inúteis.
Muitos dos que clamam não agüentar mais; que estão cansados de viver são pessoas que passaram pela vida sem viver; pois a maior parte do tempo, eles se anularam em função da família. Esse argumento, nós usamos como desculpa e, nos enganamos ao enxergar algum mérito nisso; viver em função da família é uma auto – mentira; pois nossa condição evolutiva não nos permite ainda esse tipo de renúncia de pensar antes nos outros; essa visão é uma ilusão; e a realidade, é que nos projetamos neles e os usamos para aliviar o medo de erramos, ou de não nos tornarmos pessoas realizadas e vencedoras; sem dúvida, o caminho mais fácil sempre foi jogar nas costas do outro a responsabilidade; se virar virou; se colar colou; caso contrário, a falha foi dele, fiz o melhor que pude, anulei-me para lhe dar o melhor e outras lamúrias inúteis que cansamos de ouvir todos os dias.
Sofrer ou felicitar-se através do outro é um tipo de parasitismo humano; que nada tem a ver com o sentimento do amor.
Nossa maior desculpa é o excesso de trabalho:
Todos os outros seres que compartilham conosco o planeta são criados para a vida; nós os humanos somos “criados” (educação formal) para nos profissionalizarmos, para podermos consumir o que nos sinalizam, indicam ou nos impõem; até mesmo o que produzimos; e nos consumimos a nós mesmos e uns aos outros sem necessidade.
Embora o ato de induzir para atender aos próprios interesses seja uma canalhice humana; a sociedade e a família induzem as crianças e os jovens a muitas coisas, até para a atividade profissional; e depois quando o sujeito desperta para a vida vê-se obrigado a realizar um trabalho que não lhe traz satisfação (deixando de lado as situações de exclusão social).
Tudo pela profissão:
Somos criados exclusivamente para a vida profissional; mas será que nossa vida pode ser resumida a isso?
Tardiamente, descobrimos que esse tipo de educação; embora, seja muito importante no estilo de vida atual, não é tudo; Daí, quando não estamos bem no trabalho, não importa os motivos, é como se o mundo desabasse; e, muitas vezes é quase impossível recuperar o equilíbrio e a alegria de viver.
Quando não trabalhamos com motivação as conseqüências costumam ser: desemprego; depressão; angústia; pânico; revolta – e até descontamos nossas frustrações do trabalho nos amigos; nas pessoas que dizemos serem nossas queridas; na família; no animal de estimação; nos objetos; nos vícios; etc.
Atração de opostos:
Trabalho, lazer e entretenimento passam a competir – Claro que a encrenca seria imensa.
Quando o lazer se torna uma obrigação com data e hora marcadas, nos locais que dizem serem os mais bonitos e que são freqüentados pelas pessoas mais vitoriosas, além de que todos façam o que é a coqueluche do momento, o resultado é mais cansaço e frustração, antes, durante e depois.
O entretenimento é uma das grandes causas dos problemas de saúde física e mental da atualidade – pois, nosso organismo não é capaz de diferenciar realidade de ilusão; verdade de mentira.
A indústria do entretenimento rápido especialmente a TV, é responsável pela destruição da qualidade de vida de muita gente. Além de induzir á ociosidade (bem que Jesus nos alertou); pois o corpo físico não é capaz de diferenciar ilusão de realidade; submetidas diariamente à ilusão; as mentes menos desenvolvidas, exploradas pelas menos preguiçosas, enganam seus corpos o tempo todo sem descanso, e o resultado final que se anuncia daqui em diante é desastroso: doença e morte.
Até a religião estressa?
No mercado da vida, as ações dos conglomerados religiosos estarão em baixa vertiginosa; as ações da religiosidade estarão em alta - Daí; tome cuidado, muito cuidado com os aproveitadores da “última hora” que, não desejam continuar em Gaia; e já sabem disso há milhares de anos: São os falsos profetas das religiões que renascem em cada esquina da vida; aproveitando-se da nossa multimilenar pobreza de reforma íntima.
A associação da fé em Deus, com a melhora da vida material, base e conteúdo das religiões mais prósperas da atualidade e que mais crescem; cria inevitáveis conflitos entre a crença e a descrença; e que dia após dia tiram a esperança, ou sedimentam o conformismo quando as coisas não vão bem.
Ao colocar todos os acontecimentos da nossa vida na vontade de um Deus tão humano e materializado: vingativo e cruel quanto nós; inevitavelmente perdemos a pouca capacidade de controle da nossa vida que conquistamos e, nos sujeitamos integralmente á lei de causa e efeito.
Quando vivemos dia após dia á espera de um milagre para desfazer situações que nós mesmos criamos, e acreditamos que nem mesmo Deus está trabalhando a nosso favor; nesse ponto, nós estamos em perigo de desistir de viver, inutilmente, isso estressa; angustia; deprime; e mata; em todos os sentidos.
A dificuldade em acomodar os interesses dos religiosos aos nossos traz grandes problemas:
Separar o que ocorre intra - indivíduo da influência das coisas externas sobre quem nós somos; somente seria possível antes da primeira escolha inadequada: pecado original.
Apenas para facilitar iremos separar uma situação da outra (são inseparáveis).
Como já alertamos de outras vezes; quando começamos a pensar, uns antes e mais que outros, imaginamos que fosse possível controlar a vida das outras pessoas, manipulá-las segundo nossos desejos; desde que elas permitissem nossa influência.
Quando, alguns que pensam mais, se unem aos que pensam pouco; mas são dotados de grande poder físico ou financeiro criamos as ditaduras de todos os tipos ou, até a crueldade.
As condições que nos transportaram a essa situação atual de esgotamento vem de muitas e antigas Eras; onde mesmo, nas melhores condições não aproveitamos as oportunidades que nos foram oferecidas e; criamos alguns entraves ao nosso bem estar.
Essa atitude gerou a falta de maturidade psicológica?
Maturidade psicológica é algo interminável; embora possa ser situada no tempo e no espaço do indivíduo; com relação a um grupo, num determinado momento.
Como almas em progresso; nós trazemos ao nascer; tendências e impulsos inatos que irão sofrer forte influência do meio em que nos situamos - mas, por falta de conhecer e de praticar a Legislação Cósmica; o sistema de educação impede nosso amadurecimento; de tal forma que, na atualidade, a maior parte de nós, apresenta uma maturidade psicológica de criança de 2 a 6 anos de idade cronológica ou pouco mais. Dessa forma; em muitos sentidos, nossa vida é uma brincadeira de faz de conta quase que o tempo todo.
Para exemplificar, basta observar como a criança se sujeita com facilidade ás pressões de grupo e aos que ditam rumos e tendências na forma de viver; e, como os adultos imaturos, vivem em função de modismos, padrões de normalidades e, submetem-se a governantes, ineficientes, corruptos, sanguinários, lunáticos. As crianças têm mais facilidade para desrespeitar fronteiras e para perder o senso de limites de forma aguda; pois são incapazes de discernir entre o que é possível e o que não é; em cada momento; por isso, esgotam os desejos e se enfastiam’, com facilidade de tudo o que possuem ou estão fazendo; inclusive das pessoas; essa reação rápida serve como defesa relativa contra o estresse crônico.
No adulto e nas crianças precoces, essa defesa é anulada pela mente que, já analisa interesses e influências do meio, criando um impasse de progresso. O infantilismo do adulto que se recusa a crescer; leva a reações emocionais reprimidas pela dependência dos interesses próprios; ou nos induzidos, criando um impasse que nos leva á perda de energia, ao esgotamento físico e mental.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
PROBLEMAS DA EXISTÊNCIA ATUAL – UMA NOVA REVOLUÇÃO CULTURAL SE FAZ NECESSÁRIA. - parte 1
Provavelmente todos concordam que estressados; cansados crônicos; depressivos; angustiados; em pânico; ou doentes do corpo; são pessoas que estão de mal consigo mesmas e com a vida.
As alegações são as mais variadas e até paranóicas:
Falta de grana ou riqueza demais; obesidade ou magreza; beleza ou falta dela; saúde ou doença, conta bancária tão gorda que nos atordoa de tão grande ou cheque sem fundo; cartão de crédito estourado ou recusado; falta de saber ou excesso de pós-saber...
Humanas, contradições; nada, além disso...
Isso é real; na minha profissão, e nas lides da evolução própria; na qualidade de educador em saúde, canso de receber na tarefa diária, pessoas desesperadas, infelizes, a ponto de acabarem com a vida de forma ativa ou passiva; mas que, tem e; detém tudo o que nós outros ainda sonhamos ter.
Qual a origem dessa maluca contradição?
Cada um de nós é uma construção na qual se usa o material desenvolvido no passado (tendências inatas) misturado ás influências do meio ambiente (positivas e negativas) em que nos desenvolvemos, sob a supervisão dos critérios da mente que, recebe ajuda das capacidades já desenvolvidas até o presente momento e a colaboração da nossa boa vontade.
A influência do meio sobre nós na existência é tão poderosa que, levou alguns pensadores ao equívoco de afirmar que cada um é produto apenas do meio em que foi criado – lógico que na construção dos efeitos do estresse crônico, a ação das influências externas sobre nós tem um peso considerável; principalmente no momento que vivemos.
Na origem desse distúrbio evolutivo alguns fatores são pessoais; outros são externos ao indivíduo.
Vejamos alguns:
É proibido aprender:
A educação baseia-se em falatório constante, raras vezes com conteúdo adequado; e na tentativa da criança de experimentar se o que é repassado é verdadeiro ou não, ela é impedida de vivenciar os efeitos de suas escolhas; isso nos leva a vivermos além da conta num mundo mágico e perigosamente irreal – mesmo que tenhamos consciência que: aprender as leis básicas da vida é como se fosse a alfabetização do espírito.
Ora, quando se impede a criança de aprender leis tão primárias quanto a de causa e efeito; justiça; trabalho; progresso; de que forma essa criatura vai poder fazer a leitura dos acontecimentos que experimenta; tanto das experiências mais íntimas quanto as de relações com o meio que a cerca?
Apenas para ilustrar, vamos comentar o estrago que o vício alimentar faz no desenvolvimento de vários aspectos da maturidade psicológica.
Desde o nascer somos induzidos a crer que, quanto mais se come mais feliz, realizado e saudável se é; essa foi uma grande e cruel arapuca social e cultural; preparada para aprisionar os incautos pela gula e pela dependência química que muitos alimentos criam; esse simples descuido gera complicações que parecem sem solução pela vida afora; e não apenas quanto a aspectos diretamente ligados aos problemas digestivos ou, quanto à saúde; também no que se relaciona a outros conteúdos pessoais e interativos. Pois, descuidados: Somos impedidos de ultrapassar a “fase oral do desenvolvimento”; tamanho o valor que se dá á comida; e depois, ao longo da existência em qualquer situação de conflito que percebemos ou não, temos o impulso de comer, mastigar ou mascar. O inventor do “chiclet” (mais uma droga alienígena) sem querer cometeu um desastre na evolução psicológica, pois o ato de mascar o tempo todo, nos retém na fase oral (até por volta dos dois anos de idade) durante a existência inteira, retardando as crises de crescimento psicológico; material de trabalho dos necessários “demos” (luz e escuridão).
A educação formal também reforça o egoísmo, o orgulho, o desamor, as vinganças e as retaliações; e torna o dia a dia um verdadeiro salve-se quem puder de desejos e interesses, cada dia mais cedo – isso ajuda a criar o perigo constante de não ter os interesses satisfeitos – e o desgaste de viver sob pressão dia após dia, não importa se, real ou imaginário gera um cansaço crônico dolorido que martiriza; a quem se submete a ele.
Claro, que o corpo sofre as conseqüências do medo e da ansiedade doentios, inexoravelmente.
A sensação de não agüento mais tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um realimenta o outro, inseparáveis que são.
Ao tomar conhecimento das informações e interagir com as notícias do dia a dia; deste mundo cada vez mais globalizado; ao julgar o noticiário dos descalabros da impunidade na política; nós nos tornamos o policial que prende; o juiz que julga; e o executor.
É natural que no contexto atual haja perda da esperança: E tudo isso se mistura num coquetel explosivo: expectativas frustradas; educação que prioriza apenas a instrução; religião que não mais satisfaz as necessidades do coração e da mente; injustiças de todo tipo; pensamento mágico em fim de carreira; exploração de uns pelos outros; cultura; etc.
O estilo de vida atual quebra o sincronismo da lei de progresso sob a batuta das leis cósmicas; gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui, fonte de todos os nossos problemas.
Vivemos na Era do excesso de desejos:
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As possibilidades de cada um e dos grupos sociais tornaram-se cruéis algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - totalmente divergentes da realidade, o que colaborou para que muitos assumissem a “marginalidade” como forma de rebelar-se; contra as frustrações das expectativas impostas pela sociedade: pixando, roubando, corrompendo, traficando, matando, etc.
Vivemos num mar de ilusões:
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade, dessa forma, o que conduz nossas vidas com seus acontecimentos é a lei de causa e efeito; também chamado por alguns de destino. Somente quando estamos inseridos na realidade é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior. Como exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias de qualquer tipo; de forma infantil mantém acesa a chama da esperança numa ilusão, deixando de atuar positivamente em possibilidades concretas de mudança e reciclagem na forma de viver (Lei do trabalho e progresso).
A vida novelesca acentuou o problema das decepções sentimentais:
As relações amorosas estão excessivamente romantizadas e esteriotipadas pela mídia novelesca.
Manipulados: as crianças (pois a precocidade; é cada vez mais intensa) e os jovens idealizam criaturas que um dia as farão felizes; embora nada tenham a ver com elas nem com a sua realidade.
A decepção e a frustração seguida de mágoa ou ódio surgem cada dia mais cedo; pois o fluxo rápido e intenso dos fatos e acontecimentos transforma de forma acelerada príncipes encantados em sapos e fadas em bruxas; “gatos” logo viram “cachorros” e “gatas” rapidamente transformam-se em “antas”.
As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
A perda do respeito e dos cuidados de um com o outro ocorre cada dia mais cedo, criando até o hábito de “ficar sem compromisso” ao invés de namorar; para não se frustrar nem se magoar com compromissos que nenhuma das partes pensa em cumprir com dignidade.
O medo da frustração sentimental leva as pessoas até a evitar o contato físico, e incrementou o namoro virtual pela Net, isso reforça mais ainda o isolamento e a sensação de abandono e de solidão; a dissociação entre mente e corpo acentua-se cada vez mais, criando uma legião de zumbis.
O sistema também nos leva á perda da referência pessoal:
Há um tremendo descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas, propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos de vez a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, desagrega, mata e enlouquece.
QUEM SOU EU?
O QUE FAÇO AQUI?
As alegações são as mais variadas e até paranóicas:
Falta de grana ou riqueza demais; obesidade ou magreza; beleza ou falta dela; saúde ou doença, conta bancária tão gorda que nos atordoa de tão grande ou cheque sem fundo; cartão de crédito estourado ou recusado; falta de saber ou excesso de pós-saber...
Humanas, contradições; nada, além disso...
Isso é real; na minha profissão, e nas lides da evolução própria; na qualidade de educador em saúde, canso de receber na tarefa diária, pessoas desesperadas, infelizes, a ponto de acabarem com a vida de forma ativa ou passiva; mas que, tem e; detém tudo o que nós outros ainda sonhamos ter.
Qual a origem dessa maluca contradição?
Cada um de nós é uma construção na qual se usa o material desenvolvido no passado (tendências inatas) misturado ás influências do meio ambiente (positivas e negativas) em que nos desenvolvemos, sob a supervisão dos critérios da mente que, recebe ajuda das capacidades já desenvolvidas até o presente momento e a colaboração da nossa boa vontade.
A influência do meio sobre nós na existência é tão poderosa que, levou alguns pensadores ao equívoco de afirmar que cada um é produto apenas do meio em que foi criado – lógico que na construção dos efeitos do estresse crônico, a ação das influências externas sobre nós tem um peso considerável; principalmente no momento que vivemos.
Na origem desse distúrbio evolutivo alguns fatores são pessoais; outros são externos ao indivíduo.
Vejamos alguns:
É proibido aprender:
A educação baseia-se em falatório constante, raras vezes com conteúdo adequado; e na tentativa da criança de experimentar se o que é repassado é verdadeiro ou não, ela é impedida de vivenciar os efeitos de suas escolhas; isso nos leva a vivermos além da conta num mundo mágico e perigosamente irreal – mesmo que tenhamos consciência que: aprender as leis básicas da vida é como se fosse a alfabetização do espírito.
Ora, quando se impede a criança de aprender leis tão primárias quanto a de causa e efeito; justiça; trabalho; progresso; de que forma essa criatura vai poder fazer a leitura dos acontecimentos que experimenta; tanto das experiências mais íntimas quanto as de relações com o meio que a cerca?
Apenas para ilustrar, vamos comentar o estrago que o vício alimentar faz no desenvolvimento de vários aspectos da maturidade psicológica.
Desde o nascer somos induzidos a crer que, quanto mais se come mais feliz, realizado e saudável se é; essa foi uma grande e cruel arapuca social e cultural; preparada para aprisionar os incautos pela gula e pela dependência química que muitos alimentos criam; esse simples descuido gera complicações que parecem sem solução pela vida afora; e não apenas quanto a aspectos diretamente ligados aos problemas digestivos ou, quanto à saúde; também no que se relaciona a outros conteúdos pessoais e interativos. Pois, descuidados: Somos impedidos de ultrapassar a “fase oral do desenvolvimento”; tamanho o valor que se dá á comida; e depois, ao longo da existência em qualquer situação de conflito que percebemos ou não, temos o impulso de comer, mastigar ou mascar. O inventor do “chiclet” (mais uma droga alienígena) sem querer cometeu um desastre na evolução psicológica, pois o ato de mascar o tempo todo, nos retém na fase oral (até por volta dos dois anos de idade) durante a existência inteira, retardando as crises de crescimento psicológico; material de trabalho dos necessários “demos” (luz e escuridão).
A educação formal também reforça o egoísmo, o orgulho, o desamor, as vinganças e as retaliações; e torna o dia a dia um verdadeiro salve-se quem puder de desejos e interesses, cada dia mais cedo – isso ajuda a criar o perigo constante de não ter os interesses satisfeitos – e o desgaste de viver sob pressão dia após dia, não importa se, real ou imaginário gera um cansaço crônico dolorido que martiriza; a quem se submete a ele.
Claro, que o corpo sofre as conseqüências do medo e da ansiedade doentios, inexoravelmente.
A sensação de não agüento mais tem um lado psicológico e outro físico, sendo que um realimenta o outro, inseparáveis que são.
Ao tomar conhecimento das informações e interagir com as notícias do dia a dia; deste mundo cada vez mais globalizado; ao julgar o noticiário dos descalabros da impunidade na política; nós nos tornamos o policial que prende; o juiz que julga; e o executor.
É natural que no contexto atual haja perda da esperança: E tudo isso se mistura num coquetel explosivo: expectativas frustradas; educação que prioriza apenas a instrução; religião que não mais satisfaz as necessidades do coração e da mente; injustiças de todo tipo; pensamento mágico em fim de carreira; exploração de uns pelos outros; cultura; etc.
O estilo de vida atual quebra o sincronismo da lei de progresso sob a batuta das leis cósmicas; gerando a dúvida de quem somos e o que fazemos aqui, fonte de todos os nossos problemas.
Vivemos na Era do excesso de desejos:
Até pouco tempo, as expectativas e os sonhos das pessoas limitavam-se ao possível, no ambiente local em que foram criadas; a partir do advento da tecnologia de informação rápida e da sociedade de consumo, tudo mudou de forma drástica no campo dos sonhos e das ilusões dos que as recebem.
As possibilidades de cada um e dos grupos sociais tornaram-se cruéis algozes desses sonhos e de expectativas oferecidos pelo sistema - totalmente divergentes da realidade, o que colaborou para que muitos assumissem a “marginalidade” como forma de rebelar-se; contra as frustrações das expectativas impostas pela sociedade: pixando, roubando, corrompendo, traficando, matando, etc.
Vivemos num mar de ilusões:
Desde o nascimento estamos submetidos a viver fora da realidade, dessa forma, o que conduz nossas vidas com seus acontecimentos é a lei de causa e efeito; também chamado por alguns de destino. Somente quando estamos inseridos na realidade é que somos capazes de modificá-la ou transformar nosso destino futuro para melhor ou pior. Como exemplo: milhões de pessoas vão “levando a vida” ao depositarem suas esperanças em ganhos nas loterias de qualquer tipo; de forma infantil mantém acesa a chama da esperança numa ilusão, deixando de atuar positivamente em possibilidades concretas de mudança e reciclagem na forma de viver (Lei do trabalho e progresso).
A vida novelesca acentuou o problema das decepções sentimentais:
As relações amorosas estão excessivamente romantizadas e esteriotipadas pela mídia novelesca.
Manipulados: as crianças (pois a precocidade; é cada vez mais intensa) e os jovens idealizam criaturas que um dia as farão felizes; embora nada tenham a ver com elas nem com a sua realidade.
A decepção e a frustração seguida de mágoa ou ódio surgem cada dia mais cedo; pois o fluxo rápido e intenso dos fatos e acontecimentos transforma de forma acelerada príncipes encantados em sapos e fadas em bruxas; “gatos” logo viram “cachorros” e “gatas” rapidamente transformam-se em “antas”.
As relações amorosas perderam muito da afetividade para a simples sexualidade.
A perda do respeito e dos cuidados de um com o outro ocorre cada dia mais cedo, criando até o hábito de “ficar sem compromisso” ao invés de namorar; para não se frustrar nem se magoar com compromissos que nenhuma das partes pensa em cumprir com dignidade.
O medo da frustração sentimental leva as pessoas até a evitar o contato físico, e incrementou o namoro virtual pela Net, isso reforça mais ainda o isolamento e a sensação de abandono e de solidão; a dissociação entre mente e corpo acentua-se cada vez mais, criando uma legião de zumbis.
O sistema também nos leva á perda da referência pessoal:
Há um tremendo descompasso entre nossa capacidade de filtrar informações e a enxurrada delas, propiciada pela tecnologia e a mídia de consumo. Educados a viver segundo o que se passa no meio externo, perdemos de vez a referência pessoal do que é importante ou não para nós; isso, desagrega, mata e enlouquece.
QUEM SOU EU?
O QUE FAÇO AQUI?
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O STF ÍNTIMO - NA APLICAÇÃO DAS LEIS UNIVERSAIS
A LEGISLAÇÃO DO PROGRESSO HUMANO – LEIS UNIVERSAIS
A natureza avisa!
Viver é coisa séria acabou a brincadeira!
Quem errar por ignorância será apenado; vai pagar pela opção de teimosamente permanecer nela.
Como nos portarmos de forma inteligente e correta frente à vida; se desconhecemos as leis que a regem?
Mesmo que pareça chato e perda de tempo na vida apressada de hoje, pois queremos ir direto aos finalmente no aproveitar as delícias da vida moderna; e nos manter em postos de sucesso e de mando; conhecer as regras e relembrar alguns conceitos do porque e para que existimos é fundamental; que nos desculpem os acomodados à condição de vítima do destino; pois, quem não aceitar e compreender a Constituição Cósmica comporta-se como alguém que deseja advogar para si o direito de viver fazendo o que bem entender sem conhecer as leis da vida e sem sofrer sanção pelas infrações. Analfabetos funcionais em se tratando de leis cósmicas; serão penalizados e não premiados.
A dinâmica da vida, inexorável, sempre flui no conjunto da Legislação Universal quer acreditemos nela ou não; crenças não modificam leis naturais.
Nesta altura da evolução humana não há mais desculpas; quem não compreender que o objetivo primário da nossa vida é o desenvolvimento das potencialidades individuais e coletivas; segundo leis justas e imutáveis; é cidadão marginal na vida cósmica; mesmo que “border line” – não é imputável.
Desculpas não as há; pois para isso, os recursos sempre foram e continuarão sendo idênticos para todos; desde o princípio.
Além do Código de Ética Cósmico - temos à disposição: ciclos de tempo, capacidade de produzir trabalho pelo uso da inteligência. Liberdade para usá-los como melhor aprouver; embora, atrelada ao determinismo gerado pelas escolhas; mas modificável a qualquer momento; pois o progresso pode ser retardado; jamais impedido.
Desenvolver a inteligência seguindo as regras do jogo da vida é o grande desafio.
Aprender a controlar o pensamento é a meta principal; pois nossa vida flui no campo eletromagnético gerado por nossos pensamentos, sentimentos e atitudes criando a nossa realidade. Os harmônicos expandem e os negativos restringem; cada qual escolhe os seus, arquitetando o próprio destino; as energias do pensamento atuam no emissor e no objeto ou pessoa a que é direcionada.
O que somos hoje é uma construção baseada na Lei do trabalho edificada na rocha das Leis Cósmicas ou nos areais da ilusão dos sentidos que geram os desejos do ego; ás vezes desenfreados e até criminosos.
A visão de mundo já adquirida por cada um determina como evoluir. Hoje no planeta temos seres que persistiram em continuar na idade da pedra; ao lado de outros que se encontram bem mais à frente; questão de uso do livre-arbítrio ao longo do eixo do tempo.
No terreno cognitivo, seres quase trogloditas lado a lado com outros que já exploram o cosmos.
Na esfera da ética e da moral, algumas pessoas nos dão um tiro sem muito pensar; convivendo ao lado de pessoas como dona Zilda Arns; Madre Teresa de Calcutá e outros incontáveis anônimos.
As leis são imutáveis:
Jesus, um dos Avatares que nos trouxeram o resumo da Legislação Cósmica foi bem claro: “Não vim destruir a Lei...”.
Infelizes os advogados de porta de cadeia ou do inferno astral que iludem seus fregueses com benesses de perdão e habeas corpus que não poderão ser concretizados – Pois, a Justiça Natural não tolera quebra galhos nem conchavos; daí, pobres daqueles que ainda crêem que: arrependimento não seguido da boa e ativa ação; seja capaz de apagar ou arquivar para sempre o que se encontra registrado em desarmonia, os crimes contra a Lei - vã esperança, pois as imagens do passado retornarão à tela mental, eternamente, até que sejam harmonizadas.
Quem cala consente.
A Legislação Cósmica deve ser propagada sempre; pois, na qualidade de seres interativos – problema de um problema de todos - os marginais das leis da vida prejudicam o coletivo e o planeta – o arrependimento de cada um é problema de cada um; mas, consertar os estragos torna-se tarefa de todos – Daí, a necessidade de adequar rapidamente a Legislação humana á Universal; e fazer com que se cumpra sem tentativa de protecionismo.
A violação de qualquer lei traz desequilíbrio:
Qualquer lei pode ser violada a qualquer hora e momento que se queira; mas o que resultar interfere no cotidiano do agente gerando doenças ou sensação de sofrer. Exemplo: é possível desafiar a lei da gravidade e pular de um muro e quebrar a perna; desacreditar da lei da inércia no trânsito e bater na traseira de alguém. Todos os nossos problemas, dificuldades, doenças e o sofrer, indicam que atuamos de forma marginal.
Não há vítimas. Vítima de hoje, algoz “caloteiro” de ontem. A justiça natural sempre faz acordos; que uma vez descumpridos; são executados.
Pequeno resumo da Legislação Básica que regula o progresso.
Não é preciso ser letrado nem especialista ou doutor em leis.
Elas estão na natureza e no nosso cotidiano para quem tiver olhos de ver; ouvidos de ouvir; e vontade de compreendê-las e aplicá-las.
Habituemo-nos no dia a dia a observar o conjunto das leis que regem o universo do infinitamente pequeno ao infinitamente grande; pois tanto as já perceptíveis; quanto as ainda situadas na esfera do eletromagnetismo ou leis ético morais são imutáveis, eternas e absolutamente simples.
Universais: podem ser agrupadas em dois setores: leis principais e subsidiárias. As primeiras possuem caráter estático, permanente e definitivo. As segundas são de âmbito mais restrito e agindo em setores determinados da evolução universal.
De evolução: tudo no Universo do micro ao macro evolui, interminavelmente.
Da relatividade: toda forma é relativa; toda essência é absoluta; tudo que evolui é relativo porque só o relativo é mutável.
Da ordem: a ordem impera em todo universo num estado de equilíbrio absoluto e irrevogável; tudo que parece desequilíbrio ou caos são compensações para a retomada de reequilíbrio; a doença, por exemplo, parece um desequilíbrio quando na realidade é a própria cura natural ou reequilíbrio em andamento.
Da unidade: o Universo é unidade que contém todas as manifestações e forças oponentes; exemplo, a unidade de tempo constituída por passado, presente, futuro.
Das unidades coletivas: nada existe individualizado, isolado, independente, e toda individualidade resulta de agregados de individualidades menores até infinito; cada um de nós, por exemplo, é constituído por bilhões de células, bactérias, vírus, fungos. Subsidiárias a esta, temos as leis de analogia e afinidade que permitem o reagrupamento em unidades coletivas - no campo mental, os pensamentos são ondas vibratórias de freqüências diversas, que atraem e se fundem em ondas afins; é a telementação por sintonia - por analogia, podemos afirmar que não haverá felicidade individual plena sem a felicidade coletiva – a compreensão dessa lei é o próximo passo na evolução dos que permanecerão progredindo em Gaia elevada á condição de Escola Parque ao invés de reformatório cósmico infanto-juvenil deixará de ser Carandiru.
De destruição e de renovação – a lenda da Fênix representa a eterna progressão do universo.
De transformação e evolução: na Natureza nada se perde tudo se transforma - e - progride.
Do ritmo ou ciclos: lei da ordem conjugada com a dualidade; produz a simetria; as compensações; e a reciprocidade. No campo do movimento produz o ritmo - e atua do macro ao micro desde os fenômenos astronômicos aos psíquicos, desde os químicos aos sociais. Tudo tem fluxos e refluxos, sobe e desce, vive e morre; e torna a nascer; viver; morrer.
A lei dos ciclos também atua para dar forma á paciência de Deus – temos um tempo para escolher e outro ciclo para colher, automaticamente.
De casualidade: assegura a concatenação de passado, presente, futuro, passado, presente, futuro...
Da polaridade: tudo é duplo, tem dois pólos, tem seu oposto, sendo ambos idênticos em natureza, diferenciando-se apenas pela vibração; por isso, é possível transmutar uma coisa em outra, mudando a polarização desde que da mesma classe, tipo: transformar tristeza em alegria, ódio em amor etc. O ser humano aprende a vivenciar polaridades sem fixar-se nelas, numa constante e eterna busca do equilíbrio dinâmico, não estático.
De vibração: nada se encontra parado no Universo, tudo se move, tudo vibra; o que diferencia energia da matéria é apenas a diferença do quantum energético; e de diferenciado padrão vibratório.
Do gênero: tudo tem seu princípio masculino e feminino; este princípio no plano físico é o sexo, que significa geração; no plano extrafísico é regeneração, criação. O gênero masculino é polaridade positiva; o gênero feminino polaridade negativa. Exemplo nas baterias o pólo negativo ou catódico é a matriz dos fenômenos elétricos; os elétrons têm eletricidade negativa.
No ser humano é a energia feminina a matriz que procura unir-se aos corpúsculos masculinos para criar novas formas de matéria e energia.
De ação e reação: percebida e enunciada por *Newton: “a toda ação corresponde uma reação de igual intensidade e de sentido contrário”; muitas outras leis da física clássica foram abaladas pelas teorias de *Einstein, esta não.
Do livre-arbítrio: se aplica aos seres dotados de raciocínio contínuo; pensamento e vontade são forças energéticas e toda vez que o homem pensa, sente e age, emite vibrações; e automaticamente, fica sujeito à ação dessas forças sobre o meio em que elas agiram; recebendo seu choque de retorno; cedo ou tarde, quer queira quer não, quer acredite quer não.
O fator psíquico não anula a lei física de ação e reação; mas pode diminuir o choque de retorno; mudando as condições vibratórias reajustando o pensar, sentir, agir, do ponto de vista material a lei de ação e reação é de efeito absoluto, mas na esfera mental-emocional é de efeito relativo. A cada momento o indivíduo pode atenuar o choque de retorno gerando impulsos de vibração contrária às ações anteriores, exemplificando: vibrações de ódio podem ser neutralizadas por vibrações de amor de igual intensidade (Lei de Amor).
Lei de Trabalho: vida é movimento; conseqüentemente não há vida onde não haja movimento, que se manifesta como atrito, esforço, luta e trabalho; e como não pode existir vida sem trabalho, na sua ausência nenhuma faculdade ou qualidade se desenvolve; e sem ele a inteligência do homem não sairia da condição de infância; por outro lado nenhum esforço é feito em vão; pois cada qual carrega consigo mesmo seu progresso já conquistado arquivado no inconsciente. A natureza não se aposenta nem usufrui de sua criação.
A lei de justiça: é sintetização da lei de causa e efeito.
Gerenciada pelos princípios da responsabilidade e supervisionada pela lei do amor ou da harmonia.
Mesmo que em boa parte das comunidades em Gaia a legislação já esteja mais próxima da legislação cósmica do que antes; a aplicação é que ainda deixa muito a desejar; o que explica os desmandos, injustiças sociais, e a violência – onde não há justiça equitativa não há paz nem amor.
Leis de evolução no plano físico: regem as relações entre as coisas da matéria e regulam as interações entre os elementos. Elas podem ser: físicas, químicas ou biológicas – sua contrapartida existe na vida psíquica e afetiva do ser humano – exemplo, a lei da inércia; aplicada ao nosso cotidiano é responsável por inúmeros acidentes de trânsito, mortes. No atual estilo de vida a mil por hora; boa parte das mortes e doenças ocorre durante o sono, finais de semana, início das férias, feriados ou após situações demoradas e sofridas – ou seja: nas paradas; nas freadas mais ou menos bruscas...
Leis de evolução da ética e da moral: o esboço das leis de eletromagnetismo é nítido nas correntes filosóficas e nos postulados das religiões, desde remotos tempos até hoje; um estudo racional e consciente delas mostra que na essência todas se assemelham. O Evangelho das religiões cristãs, por exemplo, contém a síntese de todas as leis, e é um roteiro capaz de propiciar uma evolução rápida e indolor para quem se dispuser a segui-lo, mesmo sem conhecê-lo no verbo, na letra e na axila. A discrepância entre as várias correntes religiosas está apenas no orgulho da interpretação pessoal interesseira.
O momento é de reforma penal cósmica.
Nossa Terra ou Gaia é um reformatório cósmico onde foram internados os marginais ainda em idade imputável; segundo as regras universais; também rotulados em algumas religiões de “pecadores”.
Não é difícil entender que a maioria de nós, sejamos marginais convictos na aplicação das leis universais – nós somos educados para tal – “Filho de peixe peixinho é” – somos educados para levar vantagem em tudo; mesmo que roubando oportunidades; matando; prevaricando; mentindo; torturando; iludindo – Isso aqui é “natural” - pois já renascemos na cadeia (corpo físico) submetidos á lei do “cão” ou da sobrevivência dos interesses.
Qual é sua turma? – A que gangue pertence?
Facções criminosas de todo tipo para manter o poder e escravizar os menos dotados de violência e ganância dominam o reformatório que é Gaia: conglomerados; associações; Ongs; governos; religiões; entidades de classe; raças de primeiro e outros mundos; ditadores da moda; mídia...
Há saída?
Alguns raros ex-meliantes da justiça natural que receberam liberdade definitiva e resolveram lutar pela libertação dos retardatários; mesmo sob a ameaça de serem colocados em solitárias; desenvolveram a coragem de saber que nada pode nos aprisionar – somos livres; desde que cumpramos as leis. Estão se candidatando a alunos da Escola Parque que substituirá o Gaia – Carandiru.
Nossa folha corrida perante a justiça cósmica é quilométrica – e para piorar já praticamos e continuamos a praticar quase todos os tipos de crimes contra nós mesmos; a comunidade; a natureza e o próprio planeta.
Pela preguiça, nós somos iludidos quanto á gravidade dos delitos – quando nos imaginamos simples “ladrões de galinha cósmicos” que roubam as próprias oportunidades de crescimento – os que apenas desperdiçam os talentos – Descobrimos que somos graves criminosos – quando buscamos o poder e prevaricamos – quando abusamos e destruímos os recursos naturais – matar e roubar um ou dois, é menos grave do que assassinar as oportunidades de milhares ao desviar recursos públicos da educação para a saúde; ao destruir florestas para construir usinas de energia elétrica; tão inúteis quanto imbecis; plantar cana, soja e capim e outros desastres naturais... Esses meliantes das leis da manutenção da vida; com certeza irão para colônias penais de segurança máxima cósmica sem PAC.
Todo cuidado é pouco, neste momento.
Se condutor de filhos e crianças em idade cronológica na infância; que importância dá ao ensino da legislação cósmica?
Se dirigente político – que exemplos você dá aos seus eleitores?
Se mestre o que ensina aos seus pupilos?
Se condutor que vive ou não ás custas da mensagem religiosa – o que prega ao seu rebanho de fiéis? – (uma dica: nunca fale de Paulo de Tarso sem trabalhar para não depender da palavra do Senhor; engula em seco e fale de coisas bem anteriores).
Nós nos adiantamos nos assuntos dos próximos bate papo; com isso; com certeza muitos leitores se sentiram ofendidos ao se defrontarem com suas condições de meliantes da legislação universal – mas, apenas para refrescar a memória – nós vamos relembrar um cara que há mais de dez mil anos trouxe um código basicão de conduta cósmica: o Moisés.
Duvido que o leitor cumpra metade dos dez itens primários de convivência na colônia penal Gaia. Não usa o santo nome de deus em vão? – Não diz falso testemunho? – não cobiça a mulher do próximo? – Falar do resto não interessa neste momento.
Não é judaico/cristão? – Então; ao menos conhece o código de Hamurabi?
Quem é esse cara? – Claro que sua alma conhece; mas na dúvida; busque na Net.
Somos alunos e mestres o tempo todo.
Alunos não podem sair a sala de aula com dúvidas – Então:
Se não tem tempo a perder nesta vida maluca – ao menos tente amar.
Sabe o que é isso?
Com medo de ser transferido para uma prisão estelar de segurança máxima cósmica? – Não contrate advogados de porta de cadeia – para sua segurança aprenda a defender-se cumprindo a Lei.
Acha que conseguiu uma moratória; vai para a Nova Escola Gaia? – Não se atreva a querer assistir á partida dos que o ajudaram a conseguir a liberdade provisória: políticos, inimigos, adversários situados no meio familiar, exploradores da sua boa fé e todos os comandantes e comandados das facções da colônia penal que ora habita; pois, com certeza muitos deles serão seus pais, amigos, amores, filhos – de ontem e de hoje.
Evite o choro e o ranger de dentes:
Entretenha-se, apenas, em tentar cumprir a Lei e, se possível; ir além; muito além; trabalhando sem cessar pela divulgação do CÓDIGO DE EVOLUÇÃO UNIVERSAL.
ÚLTIMO AVISO: SUAS CRENÇAS; NÃO MODIFICAM UMA VÍRGULA NO CÓDIGO; APENAS – TE APENAM MAIS OU MENOS – SOMOS AO MESMO TEMPO: RÉUS, JUÍZES, ADVOGADOS DE DEFESA E PROMOTORES DA NOSSA PAZ OU SOFRER – E executores da própria sentença...
Todo cuidado é pouco...
AMIGO LEITOR: LEMBRE-SE VOCÊ É E SERÁ SEMPRE SEU STF.
Sempre teremos a última palavra - dí céu ou inferno são decisoes íntimas; muito íntimas - cuidado para não viver dormindo com o inimigo...
A natureza avisa!
Viver é coisa séria acabou a brincadeira!
Quem errar por ignorância será apenado; vai pagar pela opção de teimosamente permanecer nela.
Como nos portarmos de forma inteligente e correta frente à vida; se desconhecemos as leis que a regem?
Mesmo que pareça chato e perda de tempo na vida apressada de hoje, pois queremos ir direto aos finalmente no aproveitar as delícias da vida moderna; e nos manter em postos de sucesso e de mando; conhecer as regras e relembrar alguns conceitos do porque e para que existimos é fundamental; que nos desculpem os acomodados à condição de vítima do destino; pois, quem não aceitar e compreender a Constituição Cósmica comporta-se como alguém que deseja advogar para si o direito de viver fazendo o que bem entender sem conhecer as leis da vida e sem sofrer sanção pelas infrações. Analfabetos funcionais em se tratando de leis cósmicas; serão penalizados e não premiados.
A dinâmica da vida, inexorável, sempre flui no conjunto da Legislação Universal quer acreditemos nela ou não; crenças não modificam leis naturais.
Nesta altura da evolução humana não há mais desculpas; quem não compreender que o objetivo primário da nossa vida é o desenvolvimento das potencialidades individuais e coletivas; segundo leis justas e imutáveis; é cidadão marginal na vida cósmica; mesmo que “border line” – não é imputável.
Desculpas não as há; pois para isso, os recursos sempre foram e continuarão sendo idênticos para todos; desde o princípio.
Além do Código de Ética Cósmico - temos à disposição: ciclos de tempo, capacidade de produzir trabalho pelo uso da inteligência. Liberdade para usá-los como melhor aprouver; embora, atrelada ao determinismo gerado pelas escolhas; mas modificável a qualquer momento; pois o progresso pode ser retardado; jamais impedido.
Desenvolver a inteligência seguindo as regras do jogo da vida é o grande desafio.
Aprender a controlar o pensamento é a meta principal; pois nossa vida flui no campo eletromagnético gerado por nossos pensamentos, sentimentos e atitudes criando a nossa realidade. Os harmônicos expandem e os negativos restringem; cada qual escolhe os seus, arquitetando o próprio destino; as energias do pensamento atuam no emissor e no objeto ou pessoa a que é direcionada.
O que somos hoje é uma construção baseada na Lei do trabalho edificada na rocha das Leis Cósmicas ou nos areais da ilusão dos sentidos que geram os desejos do ego; ás vezes desenfreados e até criminosos.
A visão de mundo já adquirida por cada um determina como evoluir. Hoje no planeta temos seres que persistiram em continuar na idade da pedra; ao lado de outros que se encontram bem mais à frente; questão de uso do livre-arbítrio ao longo do eixo do tempo.
No terreno cognitivo, seres quase trogloditas lado a lado com outros que já exploram o cosmos.
Na esfera da ética e da moral, algumas pessoas nos dão um tiro sem muito pensar; convivendo ao lado de pessoas como dona Zilda Arns; Madre Teresa de Calcutá e outros incontáveis anônimos.
As leis são imutáveis:
Jesus, um dos Avatares que nos trouxeram o resumo da Legislação Cósmica foi bem claro: “Não vim destruir a Lei...”.
Infelizes os advogados de porta de cadeia ou do inferno astral que iludem seus fregueses com benesses de perdão e habeas corpus que não poderão ser concretizados – Pois, a Justiça Natural não tolera quebra galhos nem conchavos; daí, pobres daqueles que ainda crêem que: arrependimento não seguido da boa e ativa ação; seja capaz de apagar ou arquivar para sempre o que se encontra registrado em desarmonia, os crimes contra a Lei - vã esperança, pois as imagens do passado retornarão à tela mental, eternamente, até que sejam harmonizadas.
Quem cala consente.
A Legislação Cósmica deve ser propagada sempre; pois, na qualidade de seres interativos – problema de um problema de todos - os marginais das leis da vida prejudicam o coletivo e o planeta – o arrependimento de cada um é problema de cada um; mas, consertar os estragos torna-se tarefa de todos – Daí, a necessidade de adequar rapidamente a Legislação humana á Universal; e fazer com que se cumpra sem tentativa de protecionismo.
A violação de qualquer lei traz desequilíbrio:
Qualquer lei pode ser violada a qualquer hora e momento que se queira; mas o que resultar interfere no cotidiano do agente gerando doenças ou sensação de sofrer. Exemplo: é possível desafiar a lei da gravidade e pular de um muro e quebrar a perna; desacreditar da lei da inércia no trânsito e bater na traseira de alguém. Todos os nossos problemas, dificuldades, doenças e o sofrer, indicam que atuamos de forma marginal.
Não há vítimas. Vítima de hoje, algoz “caloteiro” de ontem. A justiça natural sempre faz acordos; que uma vez descumpridos; são executados.
Pequeno resumo da Legislação Básica que regula o progresso.
Não é preciso ser letrado nem especialista ou doutor em leis.
Elas estão na natureza e no nosso cotidiano para quem tiver olhos de ver; ouvidos de ouvir; e vontade de compreendê-las e aplicá-las.
Habituemo-nos no dia a dia a observar o conjunto das leis que regem o universo do infinitamente pequeno ao infinitamente grande; pois tanto as já perceptíveis; quanto as ainda situadas na esfera do eletromagnetismo ou leis ético morais são imutáveis, eternas e absolutamente simples.
Universais: podem ser agrupadas em dois setores: leis principais e subsidiárias. As primeiras possuem caráter estático, permanente e definitivo. As segundas são de âmbito mais restrito e agindo em setores determinados da evolução universal.
De evolução: tudo no Universo do micro ao macro evolui, interminavelmente.
Da relatividade: toda forma é relativa; toda essência é absoluta; tudo que evolui é relativo porque só o relativo é mutável.
Da ordem: a ordem impera em todo universo num estado de equilíbrio absoluto e irrevogável; tudo que parece desequilíbrio ou caos são compensações para a retomada de reequilíbrio; a doença, por exemplo, parece um desequilíbrio quando na realidade é a própria cura natural ou reequilíbrio em andamento.
Da unidade: o Universo é unidade que contém todas as manifestações e forças oponentes; exemplo, a unidade de tempo constituída por passado, presente, futuro.
Das unidades coletivas: nada existe individualizado, isolado, independente, e toda individualidade resulta de agregados de individualidades menores até infinito; cada um de nós, por exemplo, é constituído por bilhões de células, bactérias, vírus, fungos. Subsidiárias a esta, temos as leis de analogia e afinidade que permitem o reagrupamento em unidades coletivas - no campo mental, os pensamentos são ondas vibratórias de freqüências diversas, que atraem e se fundem em ondas afins; é a telementação por sintonia - por analogia, podemos afirmar que não haverá felicidade individual plena sem a felicidade coletiva – a compreensão dessa lei é o próximo passo na evolução dos que permanecerão progredindo em Gaia elevada á condição de Escola Parque ao invés de reformatório cósmico infanto-juvenil deixará de ser Carandiru.
De destruição e de renovação – a lenda da Fênix representa a eterna progressão do universo.
De transformação e evolução: na Natureza nada se perde tudo se transforma - e - progride.
Do ritmo ou ciclos: lei da ordem conjugada com a dualidade; produz a simetria; as compensações; e a reciprocidade. No campo do movimento produz o ritmo - e atua do macro ao micro desde os fenômenos astronômicos aos psíquicos, desde os químicos aos sociais. Tudo tem fluxos e refluxos, sobe e desce, vive e morre; e torna a nascer; viver; morrer.
A lei dos ciclos também atua para dar forma á paciência de Deus – temos um tempo para escolher e outro ciclo para colher, automaticamente.
De casualidade: assegura a concatenação de passado, presente, futuro, passado, presente, futuro...
Da polaridade: tudo é duplo, tem dois pólos, tem seu oposto, sendo ambos idênticos em natureza, diferenciando-se apenas pela vibração; por isso, é possível transmutar uma coisa em outra, mudando a polarização desde que da mesma classe, tipo: transformar tristeza em alegria, ódio em amor etc. O ser humano aprende a vivenciar polaridades sem fixar-se nelas, numa constante e eterna busca do equilíbrio dinâmico, não estático.
De vibração: nada se encontra parado no Universo, tudo se move, tudo vibra; o que diferencia energia da matéria é apenas a diferença do quantum energético; e de diferenciado padrão vibratório.
Do gênero: tudo tem seu princípio masculino e feminino; este princípio no plano físico é o sexo, que significa geração; no plano extrafísico é regeneração, criação. O gênero masculino é polaridade positiva; o gênero feminino polaridade negativa. Exemplo nas baterias o pólo negativo ou catódico é a matriz dos fenômenos elétricos; os elétrons têm eletricidade negativa.
No ser humano é a energia feminina a matriz que procura unir-se aos corpúsculos masculinos para criar novas formas de matéria e energia.
De ação e reação: percebida e enunciada por *Newton: “a toda ação corresponde uma reação de igual intensidade e de sentido contrário”; muitas outras leis da física clássica foram abaladas pelas teorias de *Einstein, esta não.
Do livre-arbítrio: se aplica aos seres dotados de raciocínio contínuo; pensamento e vontade são forças energéticas e toda vez que o homem pensa, sente e age, emite vibrações; e automaticamente, fica sujeito à ação dessas forças sobre o meio em que elas agiram; recebendo seu choque de retorno; cedo ou tarde, quer queira quer não, quer acredite quer não.
O fator psíquico não anula a lei física de ação e reação; mas pode diminuir o choque de retorno; mudando as condições vibratórias reajustando o pensar, sentir, agir, do ponto de vista material a lei de ação e reação é de efeito absoluto, mas na esfera mental-emocional é de efeito relativo. A cada momento o indivíduo pode atenuar o choque de retorno gerando impulsos de vibração contrária às ações anteriores, exemplificando: vibrações de ódio podem ser neutralizadas por vibrações de amor de igual intensidade (Lei de Amor).
Lei de Trabalho: vida é movimento; conseqüentemente não há vida onde não haja movimento, que se manifesta como atrito, esforço, luta e trabalho; e como não pode existir vida sem trabalho, na sua ausência nenhuma faculdade ou qualidade se desenvolve; e sem ele a inteligência do homem não sairia da condição de infância; por outro lado nenhum esforço é feito em vão; pois cada qual carrega consigo mesmo seu progresso já conquistado arquivado no inconsciente. A natureza não se aposenta nem usufrui de sua criação.
A lei de justiça: é sintetização da lei de causa e efeito.
Gerenciada pelos princípios da responsabilidade e supervisionada pela lei do amor ou da harmonia.
Mesmo que em boa parte das comunidades em Gaia a legislação já esteja mais próxima da legislação cósmica do que antes; a aplicação é que ainda deixa muito a desejar; o que explica os desmandos, injustiças sociais, e a violência – onde não há justiça equitativa não há paz nem amor.
Leis de evolução no plano físico: regem as relações entre as coisas da matéria e regulam as interações entre os elementos. Elas podem ser: físicas, químicas ou biológicas – sua contrapartida existe na vida psíquica e afetiva do ser humano – exemplo, a lei da inércia; aplicada ao nosso cotidiano é responsável por inúmeros acidentes de trânsito, mortes. No atual estilo de vida a mil por hora; boa parte das mortes e doenças ocorre durante o sono, finais de semana, início das férias, feriados ou após situações demoradas e sofridas – ou seja: nas paradas; nas freadas mais ou menos bruscas...
Leis de evolução da ética e da moral: o esboço das leis de eletromagnetismo é nítido nas correntes filosóficas e nos postulados das religiões, desde remotos tempos até hoje; um estudo racional e consciente delas mostra que na essência todas se assemelham. O Evangelho das religiões cristãs, por exemplo, contém a síntese de todas as leis, e é um roteiro capaz de propiciar uma evolução rápida e indolor para quem se dispuser a segui-lo, mesmo sem conhecê-lo no verbo, na letra e na axila. A discrepância entre as várias correntes religiosas está apenas no orgulho da interpretação pessoal interesseira.
O momento é de reforma penal cósmica.
Nossa Terra ou Gaia é um reformatório cósmico onde foram internados os marginais ainda em idade imputável; segundo as regras universais; também rotulados em algumas religiões de “pecadores”.
Não é difícil entender que a maioria de nós, sejamos marginais convictos na aplicação das leis universais – nós somos educados para tal – “Filho de peixe peixinho é” – somos educados para levar vantagem em tudo; mesmo que roubando oportunidades; matando; prevaricando; mentindo; torturando; iludindo – Isso aqui é “natural” - pois já renascemos na cadeia (corpo físico) submetidos á lei do “cão” ou da sobrevivência dos interesses.
Qual é sua turma? – A que gangue pertence?
Facções criminosas de todo tipo para manter o poder e escravizar os menos dotados de violência e ganância dominam o reformatório que é Gaia: conglomerados; associações; Ongs; governos; religiões; entidades de classe; raças de primeiro e outros mundos; ditadores da moda; mídia...
Há saída?
Alguns raros ex-meliantes da justiça natural que receberam liberdade definitiva e resolveram lutar pela libertação dos retardatários; mesmo sob a ameaça de serem colocados em solitárias; desenvolveram a coragem de saber que nada pode nos aprisionar – somos livres; desde que cumpramos as leis. Estão se candidatando a alunos da Escola Parque que substituirá o Gaia – Carandiru.
Nossa folha corrida perante a justiça cósmica é quilométrica – e para piorar já praticamos e continuamos a praticar quase todos os tipos de crimes contra nós mesmos; a comunidade; a natureza e o próprio planeta.
Pela preguiça, nós somos iludidos quanto á gravidade dos delitos – quando nos imaginamos simples “ladrões de galinha cósmicos” que roubam as próprias oportunidades de crescimento – os que apenas desperdiçam os talentos – Descobrimos que somos graves criminosos – quando buscamos o poder e prevaricamos – quando abusamos e destruímos os recursos naturais – matar e roubar um ou dois, é menos grave do que assassinar as oportunidades de milhares ao desviar recursos públicos da educação para a saúde; ao destruir florestas para construir usinas de energia elétrica; tão inúteis quanto imbecis; plantar cana, soja e capim e outros desastres naturais... Esses meliantes das leis da manutenção da vida; com certeza irão para colônias penais de segurança máxima cósmica sem PAC.
Todo cuidado é pouco, neste momento.
Se condutor de filhos e crianças em idade cronológica na infância; que importância dá ao ensino da legislação cósmica?
Se dirigente político – que exemplos você dá aos seus eleitores?
Se mestre o que ensina aos seus pupilos?
Se condutor que vive ou não ás custas da mensagem religiosa – o que prega ao seu rebanho de fiéis? – (uma dica: nunca fale de Paulo de Tarso sem trabalhar para não depender da palavra do Senhor; engula em seco e fale de coisas bem anteriores).
Nós nos adiantamos nos assuntos dos próximos bate papo; com isso; com certeza muitos leitores se sentiram ofendidos ao se defrontarem com suas condições de meliantes da legislação universal – mas, apenas para refrescar a memória – nós vamos relembrar um cara que há mais de dez mil anos trouxe um código basicão de conduta cósmica: o Moisés.
Duvido que o leitor cumpra metade dos dez itens primários de convivência na colônia penal Gaia. Não usa o santo nome de deus em vão? – Não diz falso testemunho? – não cobiça a mulher do próximo? – Falar do resto não interessa neste momento.
Não é judaico/cristão? – Então; ao menos conhece o código de Hamurabi?
Quem é esse cara? – Claro que sua alma conhece; mas na dúvida; busque na Net.
Somos alunos e mestres o tempo todo.
Alunos não podem sair a sala de aula com dúvidas – Então:
Se não tem tempo a perder nesta vida maluca – ao menos tente amar.
Sabe o que é isso?
Com medo de ser transferido para uma prisão estelar de segurança máxima cósmica? – Não contrate advogados de porta de cadeia – para sua segurança aprenda a defender-se cumprindo a Lei.
Acha que conseguiu uma moratória; vai para a Nova Escola Gaia? – Não se atreva a querer assistir á partida dos que o ajudaram a conseguir a liberdade provisória: políticos, inimigos, adversários situados no meio familiar, exploradores da sua boa fé e todos os comandantes e comandados das facções da colônia penal que ora habita; pois, com certeza muitos deles serão seus pais, amigos, amores, filhos – de ontem e de hoje.
Evite o choro e o ranger de dentes:
Entretenha-se, apenas, em tentar cumprir a Lei e, se possível; ir além; muito além; trabalhando sem cessar pela divulgação do CÓDIGO DE EVOLUÇÃO UNIVERSAL.
ÚLTIMO AVISO: SUAS CRENÇAS; NÃO MODIFICAM UMA VÍRGULA NO CÓDIGO; APENAS – TE APENAM MAIS OU MENOS – SOMOS AO MESMO TEMPO: RÉUS, JUÍZES, ADVOGADOS DE DEFESA E PROMOTORES DA NOSSA PAZ OU SOFRER – E executores da própria sentença...
Todo cuidado é pouco...
AMIGO LEITOR: LEMBRE-SE VOCÊ É E SERÁ SEMPRE SEU STF.
Sempre teremos a última palavra - dí céu ou inferno são decisoes íntimas; muito íntimas - cuidado para não viver dormindo com o inimigo...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
CANSAÇO CRÔNICO E O CONSUMO DE ALIMENTOS MORTOS
"Que bom se o mundo acabasse em barranco prá gente poder morrer encostado"
Tem dias que o cansaço e o desânimo bate tão forte que temos vontade de ir desta para uma melhor – claro que da boca prá fora; pois, morremos de medo do que vamos encontrar do outro lado da vida; se, a morte representasse a solução de nossos atuais problemas; a maioria já tinha vazado para o lado de lá, para emagrecer; nascer cabelo; livrar-se: dos congestionamentos do trânsito; das enchentes; das malas sem alça dos em torno; das dívidas; da necessidade de trabalhar para pagar impostos que não pediu – ou para conseguir aquela aposentadoria eterna sem precisar passar em nenhum concurso. Mas, pelas fofocas espirituais que se ouvem por aí; não é nada disso; ao que tudo indica lá as coisas funcionam sem férias eternas; protecionismo; corporativismo - do lado de lá não tem mamata; é tudo na base do trabalho e da conquista – Então, o negócio é a gente ir quebrando o galho por aqui mesmo; tentar melhorar a qualidade de vida e arranjar mais disposição para enfrentar o batente do dia a dia.
Se o cansaço que vem aumentando e pegando pesado está nos matando; se nossa vida está se tornando um problema; para resolvê-lo; o primeiro passo é ler o enunciado para encontrar a solução.
Primeira questão: É um problema físico? Mental? Afetivo? Emocional? Espiritual? Falta de objetivos de vida? Hábitos inadequados? Um pouco de cada coisa?
De onde vem tanto cansaço?
Temos sempre uma desculpa ou uma justificativa na ponta da língua: - É o estresse! – É o trabalho! Preciso tirar férias! Preciso tomar umas vitaminas! Estão vampirizando minhas energias!
Identificadas a, ou as causas: Esgotamento físico; depressão; intolerância ás frustrações; isolamento da terra (uso contínuo de calçados com sola isolante); pouca ingestão de água; consumo baseado em alimentos mortos; doenças debilitantes; sedentarismo (uma das causas mais importantes); dieta errada (excessivo uso de carboidratos) levando á carência em vitaminas e minerais; efeito rebote de estimulantes de consumo diário (cafeína por exemplo); efeito colateral de medicamentos de uso contínuo ou quase; preguiça crônica; tira e põe máscaras das personalidades múltiplas com as quais nos apresentamos no dia a dia; hábito de viver na ilusão e de mentiras (segurar a barra de uma mentira; sustentar essa droga, esgota qualquer um); conflitos íntimos e interpessoais; pendências; insegurança; medo de não ser um sucesso; desamor; perfeccionismo...; alguns itens acessórios.
Vamos focar neste bate papo a desnutrição em energia vital com ênfase no hábito de consumir alimentos mortos como prática diária.
O que é nutrir-se de energia vital?
Vivemos num mundo de energia; isso, quase todo mundo sabe; mas, poucos se esforçam para compreender.
Nesta dimensão meio que matrix; matéria é um tipo de ilusão dos nossos sentidos - na realidade, ela é um tipo de energia mais condensada; que da mesma forma das energias mais sutis, também pertence ao campo da energia universal (CEU).
Todos os seres vivos (constituídos de bioenergia ou energia vital) sejam eles humanos, animais ou vegetais, não se alimentam apenas de comida sólida ou líquida. Nutrem-se também de comida gasosa, através do ar que se respira e da comida energética que nos sustenta, nos alimenta e dá vida, constituída pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pela natureza do planeta e até do cosmo.
O Universo é um holograma portanto cada um de nós é um microcosmo bio/químico/energético que sintetiza todas as leis que o regem. Somos complexos sistemas interagindo o tempo todo com outros sistemas de energia primários ou secundários. Sem cessar as trocamos com os sistemas externos absorvendo deles as que necessitamos, descarregando aquelas que não precisamos e eliminando nossos detritos energéticos (cuidado ao levar os problemas criados por nós mesmos aos outros).
Interagimos de forma constante com os outros seres humanos que de nós se aproximam ou mesmo á distância, estabelecendo com eles os mais diferentes vínculos de combinações energéticas, influenciando-os e sendo influenciados.
O sistema energético é o mais importante nutridor que mantém nossa vida; podemos ficar algum tempo, comer, sem beber e sem respirar; mas, se ficarmos desconectados de nossas fontes de energia, morremos.
O que são alimentos mortos?
Todos os sintéticos ou industrializados são desprovidos de energia vital; para piorar a situação; alguns, além de mortos são tóxicos.
Mesmo os alimentos naturais e “frescos” ou “vivos” que consumimos habitualmente já são apenas cadáveres – morrem antes que cheguem á nossa mesa. Nas grandes cidades, principalmente, nos tornamos meio que urubus que comem cadáver de cenoura; batata; laranja; mamão...; além dos tradicionais cadáveres de animais.
Explicação:
Experiências feitas com foto Kirlian tiradas a cada 2hs, demonstram que todo os seres vivos colhidos, pescados, arrancados ou abatidos, três dias após, não contém mais nada de energia vital: cadaverizaram; defuntaram. Quase tudo que encontramos nas feiras e nos mercados já foram colhidos; pescados; arrancados ou mortos há mais de 3 dias – sobram as verduras (exceto as hidropônicas que sobrevivem sem apodrecer quase uma semana nos pontos de venda); dessa forma é fácil deduzir que pouco ou nada repomos de energia vital através da dieta do mundo contemporâneo – nossa dieta é baseada apenas em suprir a parte da matéria química das necessidades orgânicas.
Continuando com a tentativa de diagnóstico:
Para tentar decifrar a origem do cansaço crônico, importa também lembrar que nós somos seres multidimensionais:
Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo. é necessário integrar nossos vários corpos: corpo físico ou de matéria química densa, corpos extra/físicos ou de matéria mais sutil: corpo mental emocional, corpo astral, etc.
De forma idêntica ao corpo físico os corpos extra/físicos possuem sistemas e órgãos para captar e armazenar energias externas e eliminar os detritos energéticos internos.
Nós nos nutrimos de maneira automática e inconsciente. Mas, esse processo vital pode ser desenvolvido e corrigido de forma consciente para manter um estado de sanidade bio - energética.
O que é saúde bio - energética?
Se abrimos o “ralo” por onde se escoa nossa energia vital e não a repomos: adoecemos.
Pessoas equilibradas e sadias tanto no corpo físico quanto no corpo mental/emocional nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia (no caso dos alimentos: os vegetais). Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil e vivem mais felizes e alegres. Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativam o circuito da energia vital e revitalizam os centros de força (chakras) mesmo em situações existenciais de prova ou desfavoráveis.
Quando se lê que as pessoas alegres vivem melhor e com mais saúde quem já gerencia sua vida segundo os princípios da energia vital sabe muito bem porque.
Principais fontes de energia vital:
• Irradiações da energia solar
• Energia absorvida pela respiração
• Energia vital absorvida e produzida pelas plantas e animais
• Energia irradiada pelo solo, pedras e cristais
• Energia irradiada pelas pessoas transformada pelo pensamento, sentimento e atitudes. Essa energia pode ser direcionada de uns para os outros de forma voluntária.
• A água é o principal condutor de energia vital
Como diminuir o prejuízo da ingestão continuada de cadáveres?
Descobrir e tentar estancar os “ralos” por onde nossa energia vital é drenada.
Um dos mais importantes itens é reaprender a respirar.
Aprender a se conectar com energia prânica através da meditação ou da prática do Reiki, por exemplo; é outra boa idéia.
Dicas:
Plante temperos ou pequenos legumes em vaso, floreiras, canteiros – uma boa pedida são os temperos e ervas.
Busque comprar produtos orgânicos para escapar dos venenos usados na agricultura de massa; verduras e legumes de hortas comunitárias são menos envenenados; tudo que seja produzido por pequenos produtores carrega consigo uma energia humana mais positiva.
Germine sementes – qualquer semente pode ser germinada (desde que seja de espécie comestível conhecida) para consumo; e todas elas são um reservatório fantástico de energia vital (apenas não faça confusão entre broto e semente germinada). Uma das que mais apresentam energia potencial é a semente de girassol que pode ser encontrada em mercados e loja de aves, basta umas quatro ou cinco no desjejum (nunca as consuma á noite nem são recomendadas a pessoas faladeiras para não papaguear muito na orelha dos em torno {brincadeirinha}) – Uma receita muito boa é substituir parte do trigo de quibe por semente de alpiste ou painço germinadas no preparo de um delicioso tabule.
Como fazer para germinar as sementes?
Igual fazíamos na escola – deixe as sementes de molho da noite para o dia seguinte; escorra a água e coloque num ambiente escuro – em vinte e quatro horas já germinou. Não devem ser conservadas – prepare o que vai comer; o que sobrar despreze ou plante.
O que é usar energia vital indireta?
A energia vital pode ser reciclada pela mente humana e potencializada pelo sistema emocional.
Procure comprar produtos da agricultura familiar – as pessoas que gostam de trabalhar com a terra impregnam de energias de padrão vibratório mais adequado do que os produtos trabalhados por máquinas e empresas onde tudo é muito impessoal.
Prefira os alimentos recém tirados de seu habitat – Dê preferência aos produtos da sua região.
Alimente-se preferencialmente de alimentos crus. Mas, se ainda é carnívoro; cuidado para não comer o tal do mal passado “boi berrando” (tadinho do bicho).
Crie o hábito de reciclar as energias dos alimentos e dos pratos já preparados usando a energia da gratidão – o hábito de orar agradecendo além do aspecto ético – moral e religioso é uma forma física de positivar e equilibrar as energias contidas no alimento – especialmente quando somos obrigados a fazer as refeições fora de casa; é possível que a pessoa que preparou o alimento estivesse zangada, irritada, magoada; daí essas energias passam para o alimento. Qual a razão que torna a comida simples da vovó a nos fazer bem dispostos? – A energia amorosa com que o alimento foi preparado.
Vivemos ainda num mundo de corre-corre e nem sempre é possível prestar atenção a coisas importantes; somos atraídos pela armadilha das coisas práticas – mas, vale a pena tentar quebrar o galho – basta apenas agradecer á natureza pelo alimento; e estender essa gratidão a quem o produziu, transportou, comercializou, preparou – afinal não custa nada; e pode fazer uma grande diferença na sensação de ânimo e bem estar.
Experimente.
Tem dias que o cansaço e o desânimo bate tão forte que temos vontade de ir desta para uma melhor – claro que da boca prá fora; pois, morremos de medo do que vamos encontrar do outro lado da vida; se, a morte representasse a solução de nossos atuais problemas; a maioria já tinha vazado para o lado de lá, para emagrecer; nascer cabelo; livrar-se: dos congestionamentos do trânsito; das enchentes; das malas sem alça dos em torno; das dívidas; da necessidade de trabalhar para pagar impostos que não pediu – ou para conseguir aquela aposentadoria eterna sem precisar passar em nenhum concurso. Mas, pelas fofocas espirituais que se ouvem por aí; não é nada disso; ao que tudo indica lá as coisas funcionam sem férias eternas; protecionismo; corporativismo - do lado de lá não tem mamata; é tudo na base do trabalho e da conquista – Então, o negócio é a gente ir quebrando o galho por aqui mesmo; tentar melhorar a qualidade de vida e arranjar mais disposição para enfrentar o batente do dia a dia.
Se o cansaço que vem aumentando e pegando pesado está nos matando; se nossa vida está se tornando um problema; para resolvê-lo; o primeiro passo é ler o enunciado para encontrar a solução.
Primeira questão: É um problema físico? Mental? Afetivo? Emocional? Espiritual? Falta de objetivos de vida? Hábitos inadequados? Um pouco de cada coisa?
De onde vem tanto cansaço?
Temos sempre uma desculpa ou uma justificativa na ponta da língua: - É o estresse! – É o trabalho! Preciso tirar férias! Preciso tomar umas vitaminas! Estão vampirizando minhas energias!
Identificadas a, ou as causas: Esgotamento físico; depressão; intolerância ás frustrações; isolamento da terra (uso contínuo de calçados com sola isolante); pouca ingestão de água; consumo baseado em alimentos mortos; doenças debilitantes; sedentarismo (uma das causas mais importantes); dieta errada (excessivo uso de carboidratos) levando á carência em vitaminas e minerais; efeito rebote de estimulantes de consumo diário (cafeína por exemplo); efeito colateral de medicamentos de uso contínuo ou quase; preguiça crônica; tira e põe máscaras das personalidades múltiplas com as quais nos apresentamos no dia a dia; hábito de viver na ilusão e de mentiras (segurar a barra de uma mentira; sustentar essa droga, esgota qualquer um); conflitos íntimos e interpessoais; pendências; insegurança; medo de não ser um sucesso; desamor; perfeccionismo...; alguns itens acessórios.
Vamos focar neste bate papo a desnutrição em energia vital com ênfase no hábito de consumir alimentos mortos como prática diária.
O que é nutrir-se de energia vital?
Vivemos num mundo de energia; isso, quase todo mundo sabe; mas, poucos se esforçam para compreender.
Nesta dimensão meio que matrix; matéria é um tipo de ilusão dos nossos sentidos - na realidade, ela é um tipo de energia mais condensada; que da mesma forma das energias mais sutis, também pertence ao campo da energia universal (CEU).
Todos os seres vivos (constituídos de bioenergia ou energia vital) sejam eles humanos, animais ou vegetais, não se alimentam apenas de comida sólida ou líquida. Nutrem-se também de comida gasosa, através do ar que se respira e da comida energética que nos sustenta, nos alimenta e dá vida, constituída pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pela natureza do planeta e até do cosmo.
O Universo é um holograma portanto cada um de nós é um microcosmo bio/químico/energético que sintetiza todas as leis que o regem. Somos complexos sistemas interagindo o tempo todo com outros sistemas de energia primários ou secundários. Sem cessar as trocamos com os sistemas externos absorvendo deles as que necessitamos, descarregando aquelas que não precisamos e eliminando nossos detritos energéticos (cuidado ao levar os problemas criados por nós mesmos aos outros).
Interagimos de forma constante com os outros seres humanos que de nós se aproximam ou mesmo á distância, estabelecendo com eles os mais diferentes vínculos de combinações energéticas, influenciando-os e sendo influenciados.
O sistema energético é o mais importante nutridor que mantém nossa vida; podemos ficar algum tempo, comer, sem beber e sem respirar; mas, se ficarmos desconectados de nossas fontes de energia, morremos.
O que são alimentos mortos?
Todos os sintéticos ou industrializados são desprovidos de energia vital; para piorar a situação; alguns, além de mortos são tóxicos.
Mesmo os alimentos naturais e “frescos” ou “vivos” que consumimos habitualmente já são apenas cadáveres – morrem antes que cheguem á nossa mesa. Nas grandes cidades, principalmente, nos tornamos meio que urubus que comem cadáver de cenoura; batata; laranja; mamão...; além dos tradicionais cadáveres de animais.
Explicação:
Experiências feitas com foto Kirlian tiradas a cada 2hs, demonstram que todo os seres vivos colhidos, pescados, arrancados ou abatidos, três dias após, não contém mais nada de energia vital: cadaverizaram; defuntaram. Quase tudo que encontramos nas feiras e nos mercados já foram colhidos; pescados; arrancados ou mortos há mais de 3 dias – sobram as verduras (exceto as hidropônicas que sobrevivem sem apodrecer quase uma semana nos pontos de venda); dessa forma é fácil deduzir que pouco ou nada repomos de energia vital através da dieta do mundo contemporâneo – nossa dieta é baseada apenas em suprir a parte da matéria química das necessidades orgânicas.
Continuando com a tentativa de diagnóstico:
Para tentar decifrar a origem do cansaço crônico, importa também lembrar que nós somos seres multidimensionais:
Habitamos várias dimensões ao mesmo tempo. é necessário integrar nossos vários corpos: corpo físico ou de matéria química densa, corpos extra/físicos ou de matéria mais sutil: corpo mental emocional, corpo astral, etc.
De forma idêntica ao corpo físico os corpos extra/físicos possuem sistemas e órgãos para captar e armazenar energias externas e eliminar os detritos energéticos internos.
Nós nos nutrimos de maneira automática e inconsciente. Mas, esse processo vital pode ser desenvolvido e corrigido de forma consciente para manter um estado de sanidade bio - energética.
O que é saúde bio - energética?
Se abrimos o “ralo” por onde se escoa nossa energia vital e não a repomos: adoecemos.
Pessoas equilibradas e sadias tanto no corpo físico quanto no corpo mental/emocional nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia (no caso dos alimentos: os vegetais). Sentem um grande bem estar em contato com a natureza: a água, o vento, a terra, pedras, o sol, plantas e animais. São capazes de absorver e acumular essas energias e usá-la com parcimônia quando se encontram sob a ação de meios artificiais como nos centros urbanos. Reativam essas energias com exercícios, tornam sua vida simples, útil e vivem mais felizes e alegres. Esse tipo de emissão de prazer e de alegria, de retorno ao indivíduo reativam o circuito da energia vital e revitalizam os centros de força (chakras) mesmo em situações existenciais de prova ou desfavoráveis.
Quando se lê que as pessoas alegres vivem melhor e com mais saúde quem já gerencia sua vida segundo os princípios da energia vital sabe muito bem porque.
Principais fontes de energia vital:
• Irradiações da energia solar
• Energia absorvida pela respiração
• Energia vital absorvida e produzida pelas plantas e animais
• Energia irradiada pelo solo, pedras e cristais
• Energia irradiada pelas pessoas transformada pelo pensamento, sentimento e atitudes. Essa energia pode ser direcionada de uns para os outros de forma voluntária.
• A água é o principal condutor de energia vital
Como diminuir o prejuízo da ingestão continuada de cadáveres?
Descobrir e tentar estancar os “ralos” por onde nossa energia vital é drenada.
Um dos mais importantes itens é reaprender a respirar.
Aprender a se conectar com energia prânica através da meditação ou da prática do Reiki, por exemplo; é outra boa idéia.
Dicas:
Plante temperos ou pequenos legumes em vaso, floreiras, canteiros – uma boa pedida são os temperos e ervas.
Busque comprar produtos orgânicos para escapar dos venenos usados na agricultura de massa; verduras e legumes de hortas comunitárias são menos envenenados; tudo que seja produzido por pequenos produtores carrega consigo uma energia humana mais positiva.
Germine sementes – qualquer semente pode ser germinada (desde que seja de espécie comestível conhecida) para consumo; e todas elas são um reservatório fantástico de energia vital (apenas não faça confusão entre broto e semente germinada). Uma das que mais apresentam energia potencial é a semente de girassol que pode ser encontrada em mercados e loja de aves, basta umas quatro ou cinco no desjejum (nunca as consuma á noite nem são recomendadas a pessoas faladeiras para não papaguear muito na orelha dos em torno {brincadeirinha}) – Uma receita muito boa é substituir parte do trigo de quibe por semente de alpiste ou painço germinadas no preparo de um delicioso tabule.
Como fazer para germinar as sementes?
Igual fazíamos na escola – deixe as sementes de molho da noite para o dia seguinte; escorra a água e coloque num ambiente escuro – em vinte e quatro horas já germinou. Não devem ser conservadas – prepare o que vai comer; o que sobrar despreze ou plante.
O que é usar energia vital indireta?
A energia vital pode ser reciclada pela mente humana e potencializada pelo sistema emocional.
Procure comprar produtos da agricultura familiar – as pessoas que gostam de trabalhar com a terra impregnam de energias de padrão vibratório mais adequado do que os produtos trabalhados por máquinas e empresas onde tudo é muito impessoal.
Prefira os alimentos recém tirados de seu habitat – Dê preferência aos produtos da sua região.
Alimente-se preferencialmente de alimentos crus. Mas, se ainda é carnívoro; cuidado para não comer o tal do mal passado “boi berrando” (tadinho do bicho).
Crie o hábito de reciclar as energias dos alimentos e dos pratos já preparados usando a energia da gratidão – o hábito de orar agradecendo além do aspecto ético – moral e religioso é uma forma física de positivar e equilibrar as energias contidas no alimento – especialmente quando somos obrigados a fazer as refeições fora de casa; é possível que a pessoa que preparou o alimento estivesse zangada, irritada, magoada; daí essas energias passam para o alimento. Qual a razão que torna a comida simples da vovó a nos fazer bem dispostos? – A energia amorosa com que o alimento foi preparado.
Vivemos ainda num mundo de corre-corre e nem sempre é possível prestar atenção a coisas importantes; somos atraídos pela armadilha das coisas práticas – mas, vale a pena tentar quebrar o galho – basta apenas agradecer á natureza pelo alimento; e estender essa gratidão a quem o produziu, transportou, comercializou, preparou – afinal não custa nada; e pode fazer uma grande diferença na sensação de ânimo e bem estar.
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