quinta-feira, 3 de setembro de 2009

BULLYING (OBSESSÃO) NO TRABALHO



BULLYING – (ASSÉDIO) - NO TRABALHO

Na minha tarefa profissional, segundo meus apontamentos, a obsessão no trabalho, muito bem caracterizada na língua inglesa como “bullying”, hoje só perde para as relações da vida em família, e as amorosas com envolvimento sexual, quando se trata de qualidade de vida: saúde ou doença em todos os seus aspectos: psicológicos, afetivos e físicos.

NÃO AGUENTO MAIS!

Muitas pessoas estão prestes a entrar em depressão sem volta; quando apenas focada a solução com os tratamentos alopáticos e afins (os ditos alternativos e os religiosos).
Angústia, fobia Social e Pânico aumentam; a olhos vistos; e os desajustes irão parar nos tribunais, nas prisões e nos cemitérios; em breve; muito breve - Porém, eu lanço o desafio: TUDO PODE SER ALTERADO APENAS COM A MUDANÇA ÍNTIMA – e a reformulação no sistema pessoal de crenças; de forma simples sem desvios em romances e ideações.

MUITAS EMPRESAS E CORPORAÇÕES TIVERAM SUA CHANCE ATRAVÉS DE SEUS MANDATÁRIOS (Diretores e idealizadores) DE OFERECER SUA CONTRIBUIÇÃO Á VERDADE...

Mas, falharam e continuarão falhando, pois a amplitude de consciência é adquirida passo a passo – já que, é uma forma de conquista.

O CONCEITO DE BULLYING tão bem conhecido na Doutrina Espírita e Espiritualista (os que entendem as leis da evolução; e discordam que, apenas nas atribuições formuladas por Kardec está a salvação) como OBSESSÃO.

Bullying é obsessão?

– Quando se fala em obsessão, na mente da maioria das pessoas surge a imagem de um desencarnado chato, importunando um ainda encarnado; mas, o problema é maior entre encarnados:
Relação mães e filhos (Muitos de nós já dissemos ou ouvimos que, mãe é apenas uma; apenas porque ninguém agüentaria duas) – a paixão é outra forma de bullying afetivo cruel – Quer alguém apaixonado por você? – Cuidado! – Não há coisa pior (cobrador – bullyinguista de primeira do que ex-alguma coisa) - Já assistiu a esse filme? – Eu também e muitas vezes.

NOSSO ASSUNTO DE HOJE:

Segundo a Wikpédia – (Google)
[editar] Caracterização do bullying
No uso coloquial entre falantes de língua inglesa, bullying é frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.
O cientista sueco - mas que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define bullying em três termos essenciais:[2]
1. o comportamento é agressivo e negativo;
2. o comportamento é executado repetidamente;
3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas
O bullying divide-se em duas categorias:[1]
1. bullying direto;
2. bullying indireto, também conhecido como agressão social
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos.
A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:
• espalhar comentários;
• recusa em se socializar com a vítima
• intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
• criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é típicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.
[editar] Características dos bullies
Pesquisas[3] indicam que adultos agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido[4] que um déficit em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser fatores de risco em particular.
Estudos adicionais[5] têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do bullying, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima.[6]
Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.[7]
É freqüentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:
"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do bullying durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta."[8]
O bullying não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o bullying frequentemente funciona através de abuso psicológico ou verbal.
[editar] Tipos de bullying
Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de bullying:
• Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
• Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
• Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os
• Espalhar rumores negativos sobre a vítima.
• Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
• Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando a vítima para seguir as ordens.
• Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
• Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
• Isolamento social da vítima.
• Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento, de publicação de fotos etc).
• Chantagem.
• Expressões ameaçadoras.
• Grafitagem depreciativa.
• Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
COMENTÁRIOS

Numa dimensão de polaridades: lobos e cordeiros como alegorou Jesus: sempre vai existir a vítima (cordeiro) e um algoz da sua pieguice (lobo). Mas, somente a verdade vos libertará – Mas, onde estará a verdade entre os lobos ou entre os cordeiros?

Haverá um bullying ao contrário - Onde o mais fraco (aparentemente explora o mais forte). Será?
O vampirismo exercido por algumas pessoas que usam o conceito de sofredores para roubar a energia dos incautos que vivem em torno; não seria uma forma de Bullying?

Quando a pessoa se submete a viver sob ordens e desmandos sem lógica nem conexão, pode desencadear uma série de doenças físicas e psicossomáticas.

OUSO DIZER QUE, A MAIORIA DAS DOENÇAS DA ATUALIDADE TENHA COMO IMPORTANTE COMPONENTE A EDUCAÇÃO que cultiva o Bullying; pois é baseada no medo, mentira, suborno e chantagem conforme colocamos em nossos livros já publicados.

Humilhações e assédios diversos sofridos no ambiente de trabalho podem predispor alguns indivíduos a desenvolver vários tipos de doenças.

Como identificar o praticante de bullying no trabalho?
Apresenta comportamento agressivo. Falta de respeito e de educação. Covarde distorce com facilidade as palavras. Transfere responsabilidades, abusa das desculpas e justificativas; é insaciável em humilhar os outros – Imagina-se poderoso diminuindo os em torno; Fala o tempo todo de suas virtudes e o quanto é eficiente.
Como deixar de ser Bully?
Há pessoas que já se dão conta dos excessos, mas nem sempre se dá o nome correto á atitude; e abusam da desculpa da necessidade de colocar os interesses da empresa em primeiro lugar. Acham que são tão especiais que as regras não se aplicam a elas – Na verdade tentam esconder suas frustrações, recalques, limitações culturais, étnicas e de cor, preconceitos, baixa auto-estima e principalmente medos.
Acreditam que o mundo só funciona por que elas coordenam as coisas; e Optam por “sublimar”; daí, elas caem no meu consultório ou em outro.

Como saber se estou sendo vítima de bullying?
Sofro ataques constantes através de ironias sobre características físicas (cor, aspecto); crenças; torcida por time de futebol; falta de obediência; recusa de favores sexuais; competência, etc.

Sintomas de Bullying.
Crises de choro.
Dores generalizadas.
Palpitações, tremores.
Sentimento de inutilidade e menos valia.
Insônia e sonolência excessiva.
Depressão.
Diminuição da libido.
Desejo de vingança.
Aumento da pressão arterial.
Dor de cabeça.
Distúrbios digestivos.
Tonturas.
Idéias de suicídio.
Excesso ou falta de apetite.
Falta de ar.
Aumento da tendência para fumo e alcoolismo.
Claro que há variedade de sintomas de pessoa a pessoa e entre homens e mulheres a predominância de sintomas é diferente.
Vale a pena que os profissionais da área de saúde da empresa passem a analisar a repetição de sintomas em funcionários de um mesmo setor para eliminar os Bullys da empresa.

Como resolver?

Reconhecer o fato é a base.
Desde que comprovado e com testemunhas a justiça tem resolvido alguns poucos casos.

MUDANÇA DE ATITUDE.

Tanto para quem tem a tendência de tornar-se um Bully quanto para a cobaia que serve de material; o remédio é simples; diálogo franco e aberto; sempre com testemunhas e gravações, pois o bully tem a tendência de mentir e falsear. Ninguém tem alvará de poder para humilhar pessoas.
Claro que na prática algumas pessoas com pouca capacidade de discernimento passam a fazer o jogo do Bully contratando para atuar a seu favor forças nem sempre adequadas como as comadres das empresas e as forças das sombras que são contratadas para eliminar os oponentes através da força do pensamento persistente (vigia e ora alertou Jesus) quanto dos malfeitores contratados junto a entidades das sombras; que depois vão cobrar por várias existências o contratado.

Remédio definitivo:
Pensar. Refletir. Colocar-se no lugar do outro e ajuda-lo com amor a colocar-se onde merece estar. Conhece seu próprio valor. Apenas fazer aos outros o que gostaria que lhe fosse feito.

Sofro o EFEITO BULLYING NO TRABALHO;
Mas, onde sou Bully? Em Casa? Na relação com os amigos? Nas atividades religiosas? No centro Espírita na ONG?

Aguardo chance de interagir.

Paz

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

NOSSO SISTEMA DE SAÚDE É A NOSSA CARA

O SISTEMA DE SAÚDE REFLETE O ESTILO DE VIDA

O aparentemente injusto sistema de saúde atual não é nem bom nem mau; apenas nos representa; é decorrente de nossas escolhas e posturas.
A idéia de que a cura pode ser vendida como sabonete fixou-se e hoje é real (introdução do nosso livro: “Saúde ou Doença: A escolha é sua” – Ed. Petit.
Buscamos a cura como a produtos num mercado; não queremos nos curar nem medir conseqüências; queremos ser curados não importa de que forma e a que preço. Essa postura maluca é resultado do atual estilo hi-tec de viver o cotidiano.
A maioria de nós ainda trabalha com uma mente analógica num mundo cada vez mais digital; o que aumenta a demanda nos serviços de saúde, pois vivemos experiências múltiplas e simultâneas; mas, nossa capacidade de adaptação é lenta frente á velocidade com que as transformações desencadeadas pelo aumento do conhecimento que dobra em curto espaço de tempo, são processadas; esse carrossel de informações ainda vem seguido de tecnologia que induz ao consumo desenfreado. Quando impossibilitados de participar dessa montanha russa, nos entediamos, frustramos; em virtude da lentidão no pensar (mente analógica por opção): nós nos intoxicamos pela bulimia, ou nos drogamos pelo álcool, cigarros, medicamentos, ou tóxicos; e adoecemos em larga escala. Em virtude disso, o mercado financeiro proporcionado pela mercantilização da medicina está sempre em constante expansão – Exemplo é significativa a informação: a indústria farmacêutica não sentiu em nada a atual crise econômica; ao contrário, sua produção e lucros continuou sempre aumentando.

Como atender ás necessidades crescentes de um produto chamado cura?
Mentes menos analógicas do que as da maioria tiveram um surto de genialidade: inventaram o SEGURO SAÚDE.
Para atender á demanda: pois, adoecemos, cada vez mais, em larga escala; e numa sociedade onde tudo se vende e compra, é lógico que esse promissor mercado da doença e da cura seria explorado.
O seguro – saúde é um intermediário entre o “produtor de saúde” (recursos médico - diagnósticos) e o “comprador de saúde” (doente em potencial), que compromete boa parte de seus ganhos para ter garantido o acesso a esse mercado da saúde; ninguém quer ficar de fora – algumas marcas de convênio até dão status de sucesso. Como não poderia deixar de ser, a concorrência entre eles é acirrada; e com isso a sofisticação inócua (a maioria dos exames solicitados não serve para muita coisa e, boa parte, não serve para nada; apenas para encher lingüiça) aumenta a olhos vistos; o que gera aumento de custos sempre repassados ao consumidor. E quando diminui o lucro? – Simples, cortam-se os custos remunerando mal o “produtor de saúde” e afins, pois a lucratividade não pode diminuir.
Uma idéia básica é aumentar a burocracia; inventa-se o TISS. A GLOSA porque faltou uma vírgula. O cruel 0800 que nunca é disponível para autorizar consultas. Os sistemas para autorizar atendimentos que vivem dando pau e que fazem aumentar os gastos. Os sócios não desejados que se instalam na receita do profissional na forma de taxações do serviço publico que geram bi, tri.., tributações e dos sindicatos....
Para o profissional não precisar pagar para trabalhar; tudo isso torna a relação médico – paciente cada vez mais superficial e até antagônica. Olá! Qual sua queixa? – Passe na recepção e pegue sua receita e seus pedidos de exames...
Claro que os mecanismos de controle são necessários, pois muitos profissionais são mais “espertos” que os intermediários e operam até depressão – Afinal vivemos na Era da maracutaia privada e oficial.

E onde fica a saúde das pessoas, da comunidade?
Primeiro é preciso que cada um responda para si mesmo:
O QUE É SAÚDE?
Será a satisfação garantida quanto aos serviços prestados?
Criou-se, como não poderia deixar de ser uma SAÚDE DE MERCADO.
Pagando muito, o consumidor sente-se no direito de usar e abusar em consumir produtos de saúde – exames e procedimentos - e como vingança inconsciente pelo preço que tem que pagar, abusa mesmo; porém, tudo na vida tem um preço e o “castigo”; nesse caso, ele logo vem na forma de descobertas ocasionais que não iriam interferir na longevidade ou na qualidade de vida; desde que, permanecessem ocultos; mas, a partir do conhecimento de sua existência elas nos martirizam.

Qual o papel do médico nesse sistema?
No geral, o médico tornou-se um intermediário entre o Seguro Saúde e os exames; de certa forma, o profissional está perdendo a importância. Na condição de “produtor de saúde” ele luta contra o relógio. Mal remunerado pelo contratante encurta as entrevistas, e para sobreviver tem que trocar qualidade por quantidade; delega parte do raciocínio diagnóstico aos exames complementares que se tornam exames de diagnóstico sem que o sejam; isso acarreta perda da confiabilidade em todas as partes do processo com prejuízo para todos. Essa situação gera um paradoxo, pois o consumidor fica mais satisfeito quanto maior seja a quantidade de exames solicitados; porém alguém deve pagar por isso, e o ônus vai para o doente em potencial (futuros contratantes) na forma de aumento de custos; e para o agente de saúde, através da piora na remuneração; para descobrir onde isso vai dar não é preciso bola de cristal nem ser gênio...

Cabe mais alguma inovação no sistema e que seja bom para ganhar dinheiro?
Sempre, e uma delas é verticalizar o sistema a respeito de tudo que envolve a doença: Agenciar médicos – um tipo de seguro saúde. Abrir ou conveniar farmácias e laboratórios. Alugar ou vender produtos como cadeira de rodas, muletas, etc. E para finalizar, basta acoplar á idéia do SEGURO SAÚDE a um SEGURO FUNERAL – Claro que muitos já tiveram essa idéia e estão rachando de ganhar dinheiro. Não duvido nada que, alguns cara de pau bem criativos vão vender a idéia de colocar intermediários no céu, inferno e purgatório para atender os clientes que bateram as botas.

E a Saúde Publica?
O esperado é que as instituições públicas fossem capazes de atender à demanda da população principalmente em comunidades de baixa renda e pouca cultura; mas na prática o que se vê, é que suas necessidades não sensibilizam os responsáveis pela política de saúde mais voltados para o financeiro do que para o social, além do desvio de recursos do sistema ou o mau uso que se faz deles. Não é difícil nem impossível superar as deficiências do sistema, porém, falta coragem, vontade, discernimento e humanismo. Isso conduz ao mau gerenciamento dos recursos disponíveis. Os desvios podem ser combatidos, desde que, exista vontade política. Mas vontade política significa cobrança e atitude. Nas sociedades onde predominam cidadãos acomodados não se cobra nada: implora-se, esmola-se; portanto não existe vontade política porque falta educação. A somatória desses fatores resulta num sistema perigoso para quem precise dele, além de pouco eficaz.
Em virtude do descontentamento de ambas as partes as relações entre profissionais de saúde e pacientes públicos tendem a tornarem-se ásperas, sofridas e desesperançadas; situação injustificável. Quando a comunidade desperta para o problema da saúde publica? – Quando precisa dele e quando vira notícia de ocorrência policial.

O sonho de consumo da maioria em se tratando de doença é ser um felizardo paciente Vip ou Top Line.
Nesta sociedade tudo se compra e tudo se vende; até a ilusão de poder comprar e vender saúde de grife. À primeira vista, pode parecer que os mais aquinhoados pelo poder financeiro sejam privilegiados quanto à capacidade de curar-se, já que têm acesso mais fácil aos modernos recursos diagnósticos e terapêuticos. Pura ilusão, pois pela ótica das leis naturais não é bem assim que o sistema funciona; se pelo lado dos menos aquinhoados há inúmeras dificuldades na busca da tão sonhada cura, para os que estão no topo da escala social a coisa não é diferente; há problemas e contratempos para aqueles que podem pagar por um atendimento diferenciado, pois compram apenas diagnósticos mais sofisticados, conforto durante a doença, polidez no tratamento; mas são “explorados” sob todo e qualquer ângulo em suas doenças. A relação entre pacientes e profissionais de saúde não é sofrida e desesperançada nem existe revolta contra o atendimento, e às vezes dependendo da condição financeira sofrem até adulação.
Adoecer nesta condição social e financeira gera interessante paradoxo: imagine-se a angústia de quem acostumado a tudo poder comprar e num rico leito de hospital descobrir que não se pode negociar com a doença, nem com as leis naturais, muito menos com a morte. Mas que morrer com conforto e paparico deve ser mais gostoso; ah! Isso deve – Será que a decomposição num caixão de madeira nobre e acolchoado é menos sofrida?

Saúde esmola?
Para boa parte da população, ser atendido em locais de benemerência indica fundo de poço em se tratando de sucesso na vida; algo com gosto e cheiro de indigência. Mas, essa relação entre profissionais e pacientes favorece o surgir de renovadoras crises de maturidade psicológica até nos doadores, pois desencadeia uma negociação entre ideais versus a necessidade de sobrevivência no meio em que se vive; devido à escassez do tempo. Conflito que, superado, desenvolve qualidades como pontualidade, respeito, perseverança, paciência, tolerância, simplicidade, humildade, necessariamente presentes numa atitude de doação.
Neste tipo de relação médico - paciente apesar da ausência da motivação de compra e venda a relação ainda é inadequada e injusta para o paciente, pois estar na condição de necessitado o deixa constrangido porque alijado do sistema vigente de assistência.

Sistema de saúde espiritual?
Descrentes ou não do sistema de saúde vigente em 3D, aumenta o número de pacientes que procuram os serviços de saúde alternativos com a ajuda do além (espíritos e ETs). Predomina nesse tipo de atendimento, quando sério, a não cobrança de honorários ou contrapartidas de doações de qualquer tipo. Em virtude de não serem fiscalizados a possibilidade de logros é grande exigindo do usuário um mínimo de discernimento. Difere do sistema de saúde esmola em 3D, apenas pelo envolvimento espiritual e educativo – A intenção básica é a mesma: servir sem esperar retorno financeiro.
Nos locais onde se acopla um programa de esclarecimento a respeito das causas básicas da origem das doenças e das possibilidades de cura a eficácia supera todos os outros sistemas. É comum encontrarmos dirigentes da saúde publica e de sistemas privados de saúde buscando ajuda nesses locais para si próprios e para os familiares – A pergunta é: Por que não tentam humanizar mais seus sistemas de saúde?

Sistema alternativo de saúde?
A visão de mundo de algumas pessoas está se diferenciando e na sua busca também está incluída novas perspectivas para a saúde. O sistema oficial está atrelado ao sistema financeiro, á indústria farmacêutica e ao sistema de desenvolvimento e venda de tecnologia diagnóstica; não é difícil perceber que o caminho escolhido pela medicina oficial é antinatural; e vai entrar numa derrocada cada vez mais rápida. A formação médica está muito lenta em renovação (a Homeopatia e a Acupuntura mesmo sendo reconhecidas como especialidades médicas; ainda são desprezadas pela comunidade médica); abrindo espaço para aventureiros de fim de semana que após alguns cursos estilo palestra; tornam-se Terapeutas – O que é um Terapeuta? – Uma ida ao dicionário não é nada mal. Pirou? – O que é de fato um Terapeuta?
A realidade precisa ser enfrentada: a cada dia que passa muitos Terapeutas obtêm mais resultados com seus pacientes do que a medicina oficial. Será por que ouvem e sentem seus doentes e não precisam de exames nem de tecnologia? – Por exemplo, será que um advogado que se descobriu em profissão errada ao buscar aplicar seus talentos em prol do próximo descobriu algumas técnicas e pode auxiliar mais as pessoas; seja um curador mais humanizado do que o Prof. Dr. da escola de medicina? – Esse é um assunto fascinante – Que direito e capacidade tem um terapeuta de receitar Homeopatia, Florais, Fitoterapia, etc? – Por que na hora do aperto, os médicos levam seus filhos para benzer e tomar cházinhos receitados pela Vó Joana através do curador Seu Ângelo?
Será que de forma inconsciente todos nós buscamos novas alternativas para muita coisa que sentimos estar no caminho inadequado na busca da saúde real?
O que nos impede de tornarmos isso consciente e discutido? – O orgulho? A vaidade? O desejo de poder? A grana?
Assunto para muitos bate papos – tomara que sejam levados para as Escolas de Medicina.

Mercado informal de saúde?
“De médico e louco; todos nós temos um pouco”...
As “comadres receitistas” no mundo moderno foram substituídas com muito mais perigo pelos balconistas de farmácia e pela atriz ou ator do momento.
“A persistirem os sintomas; um médico deve ser consultado”...
Com a palavra o vírus H1N1.
Os usuários do mercado informal de saúde são em parte; responsáveis pela resistência bacteriana que leva muita gente á morte. O usuário quando em crise usa um antibiótico receitado pela comadre e assim que os sintomas desaparecem ele para de tomar, tornando-se um foco de trnasmissãtrnasmissitado pela comadre e assim que os sintomas desaparecem ele para de tomar, tornando-se um foco dedicina oficial
Neste mundo, cada vez mais, quem detém a informação (informando ou sonegando) tem o poder de manipular e induzir os crédulos e os apressados. A “indústria” da informação é sempre direcionada a interesses encomendados. Interesses vários podem ditar a enganosa modernidade de algumas condutas médicas, seu constante mudar, em direções às vezes opostas na essência e na filosofia de aplicação, num espaço curto de tempo, faz parte sem dúvida da velocidade com que novos conhecimentos são aplicados; mas não raro, obedecem a interesses e pequenas sofisticações encarecem os tratamentos. Os que apenas buscam o Sistema de Saúde informal trazem enorme prejuízo para si mesmos e para o coletivo.

Sistema de saúde no Além?
Pelas informações recebidas aqui e ali; dá para avaliar que não são muito diferentes das daqui.
Assunto para nossa palestra em Curitiba no feriado de outubro.

Qual seu sistema de saúde?
O que nos falta para escolher melhor?
Raciocínio; pois a credulidade retarda a cura; ao nos recusamos a questionar com os dados que dispomos somos manipulados e induzidos ao consumo deste produto ou daquele outro anunciado por fulano ou beltrano em evidência no momento. Nos tornamos vítimas dos modismos da área da saúde, sofrendo das doenças da hora e conseqüentes terapêuticas da moda, manipuladas por especialistas em explorar nossa pobre vontade de pensar.
Felizmente, a frustração controla a credulidade; pois a evolução à base de seguidas frustrações de expectativas é um recurso evolutivo simples: o doente segue colecionando frustrações até que resolva refletir e, as situações interpretadas como sofrimento nessas condições, são indutoras de futuras, embora lentas mudanças.

Coninuo com a convicção que o melhor sistema de saúde é a educação - Nada a ver com simples instrução.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

OS EFEITOS DANOSOS NA FORMA DE DIVULGAÇÃO DA H1N1

Reagimos com distúrbios emocionais frente á divulgação de doenças; quanto mais, quando rotuladas de epidemia ou pandemia.

O descuido e a falta de preparo de alguns costuma afetar a qualidade de vida de muitos. A forma como foi veiculada a propagação da gripe H1N1 trouxe e continua trazendo muitos problemas de saúde sob muitos e variados aspectos que poderiam ter sido atenuados; Exemplo, temos recebido pacientes com crises de pânico; outras adoecendo para não precisar ir á escola ou ao trabalho; o problema é maior entre crianças; pois elas conseguem somatizar com mais facilidade e são mais vulneráveis. É grande o número das que não querem mais ir á escola, desejam ficar em casa para não contrair a gripe ou para compensar carências afetivas; outras ficam bravas quando dizemos a elas que estão com um quadro de alergia (rinite ou sinusite) e que não serão dispensadas das atividades escolares.
Não era preciso montar o palco onde foi montado um verdadeiro espetáculo; o cuidado deveria ser maior, pois mesmo para pessoas sem propensão a desordens psicológicas, o medo abre as portas para muitos tipos de problemas de saúde; daí, é preciso mais cautela (não se trata de censura – apenas de bom senso) no que se divulga e nas providências preventivas – Explicação, a velocidade do desenvolvimento da tecnologia de comunicação é espantosa; mas, não houve a contrapartida na ampliação da capacidade mental – emocional em grau suficiente para discernir entre tantas informações que pressionam, abalam as estruturas psicológicas, e levam á doença; inclusive muitos problemas de saúde são reforçados pela mídia que, não permite aos que se fizeram mais lentos em pensar, assimilar notícias da hora ou as requentadas ao final da tarde e de um dia para outro. Nada contra o progresso; mas é lógico e claro que, a digitalização reforçou a opressão dos poderosos sobre os mais fracos, com armas de lavagem cerebral que, escravizam e, contribuem para adoecer a massa; pois, a pobreza de discernimento nos dificulta selecionar as informações; e é cada dia mais complicado, ajustá-las à nossa capacidade de assimilação, sem desequilibrar, sem adoecer; pois dia e noite, o espectador ou ouvinte é "bombardeado" em seu precário equilíbrio mental – emocional; e, sem chances de defesa, enquanto imobilizado pelo medo. Não se trata apenas do atual problema da virose H1N1; ele sempre existiu em outros aspectos que precisam também ser considerados. Na atual estrutura de mídia, os noticiários veiculam notícias que quebram a harmonia interior e desencadeiam ansiedade, medo, insegurança e raiva, sentimentos capazes de gerar doenças quando persistentes. Nas sociedades de consumo as notícias sobre economia abalam os vencedores quando veiculam a possibilidade de perda dessa condição. A atuação dessas informações sobre economia no grupo dos não vencedores retira-lhes a esperança de tornarem-se um dia, atiçando um desesperado desejo de conquistar pela força e violência aquilo que julgam ter direito; é vero que nos moldes atuais, a mídia dá o fermento que leveda a massa da violência social. Exemplo, caso sejamos intolerantes, impacientes, irritados com injustiças, corrupção, desmandos e abusos fujamos das notícias políticas vamos acentuar gastrites, a pressão vai subir, estaremos sujeitos a todo tipo de contágios. Mesmo numa área tão sensível quanto a saúde; a relação de compra e venda de produtos não leva em conta o bem estar social. No tipo de sociedade em que vivemos um vende algo e outro compra e, o vendedor cerca-se de argumentos para induzir o outro a comprar. Em teoria, o comprador não tem apenas o direito, mas obrigação de refletir para discernir o que é melhor para si, pois seu corpo e vida está em jogo. Um passo inicial seria restringir a propaganda de medicamentos. Claro que a situação é complexa; pois além do problema da virose atual (nosso assunto principal), a propaganda de bens de consumo desperta a cobiça e o querer ter, muitas vezes às custas de uma carga excessiva de trabalho que desencadeia estresse que facilita a chegada de muitas doenças. A desculpa mais esfarrapada: "tenho contas a pagar".
Desnecessário dizer que ao ouvirmos algo sobre doenças epidêmicas, o medo da morte ou da perda de entes queridos pode gerar a fixação do temor na forma de ansiedade fóbica frente a doenças futuras; claro que quanto mais as notícias são repetidas maior a possibilidade de ficarmos vulneráveis aos comerciantes da saúde.
As maiores vítimas são as crianças; pois razão mal desenvolvida leva á interpretação inadequada das emoções, o que faz adoecer e dificulta a cura. Exemplo: mesmo em situações que se repetem, e às quais já deveriam ter-se habituado familiares são capazes de atrapalhar os tratamentos da criança devido à sua "contagiante angústia"; esse descontrole de temor frente à doença é ocorrência comum na febre: nas primeiras horas enquanto dura a fase de incubação da doença, o médico está impossibilitado de encontrar um foco infeccioso que a justifique; a conduta ideal é observar e reavaliar dali a algumas horas para confirmar o diagnóstico e adotar a conduta mais adequada; porém a condição emocional da família somada às circunstâncias conduz a remédios que possam cobrir possibilidades imaginárias.
As informações desencontradas agravam o problema, pois o cotidiano atual aumenta a demanda nos serviços de saúde, já que vivemos experiências múltiplas e simultâneas; mas, a capacidade de adaptação é lenta frente a velocidade com que se processam as transformações desencadeadas pelo aumento do conhecimento que dobra em curto espaço de tempo; em virtude disso, o mercado financeiro gerador de renda para alguns proporcionado pela relação de compra e venda no sistema de saúde está sempre em constante expansão.
Como essa novela vai continuar durante algum tempo; melhor que todos pensemos junto num final feliz...

sábado, 15 de agosto de 2009

NEURÔNIOS-ESPELHO X EMPATIA X EDUCAÇÃO

Somos fruto do meio ambiente e cultural?
- Até que ponto?

A cada dia fica mais fácil entender colocações do tipo: mais vale um exemplo do que mil palavras.

MAS:
Será que em determinada época de nossas vidas os neurônios-espelho têm predominância?
Lembra da infância:
“Pára de me copiar”!
Manhê! – O Zezinho ta me copiando! – Manda ele parar!
Ou:
O que nos leva ao riso quando alguém ao nosso lado começa a gargalhar?
O que antes parecia um processo puro e simples de eletromagnetismo; agora já tem uma explicação funcional científica aplicável a muitos processos até de cura.

Células – espelho.
“Essas células foram descobertas por acaso em 1994 na Universidade de Parma, Itália, pelos neurocientistas Giacomo Rizzolatti, Leonardo Fogassi e Vittorio Gallese. Eles constataram que a simples observação de ações alheias ativava as mesmas regiões do cérebro dos observadores normalmente estimuladas durante a ação do próprio indivíduo. Ao que tudo indica, nossa percepção visual inicia uma espécie de simulação ou duplicação interna dos atos de outros (ver “Reflexo revelador”, Mente&Cérebro 161, junho de 2006).Em 2001, um grupo coordenado por um de nós (Giovanni Buccino), também de Parma, resolveu estudar esses neurônios mais a fundo. Usando ressonância magnética funcional (fMRI), os pesquisadores mediram a atividade cerebral de voluntários enquanto eles assistiam a um vídeo que mostrava seqüências de movimentos de boca, mãos e pés. Dependendo da parte do corpo que aparecia na tela, o córtex motor dos observadores se ativava com maior intensidade na região que correspondia à parte do corpo em questão, ainda que eles se mantivessem absolutamente imóveis. O cérebro parece associar a visão de movimentos alheios ao planejamento de seus próprios movimentos. Poderia essa propriedade espelho ser útil no tratamento de certos distúrbios neurológicos?”.
Fonte.
Mente/cérebro. Reportagem. Edição 171 – Artigo: A IMITAÇÃO PODE CURAR.

Também segundo outros estudos desenvolvidos por pesquisadores do Instituo de Neurociência Cognitiva, da Universidade de Londres, Inglaterra publicado na revista especializada “Journal of Neuroscience”, em dezembro de 2006.

A neurociência comportamental passou a desconfiar que a resposta á repetição, de atitudes, comportamentos e todo o processo de transmissão da aprendizagem; deve encontrar-se nos chamados “neurônios–espelho”; que tendem a copiar o comportamento de quem está interagindo conosco. Por exemplo, quando duas pessoas estão conversando e uma cruza as pernas, os braços ou mexe no cabelo, quase de imediato a outra vai fazer o mesmo. O estudo mostra que não é preciso apenas um estímulo visual, o som dele é suficiente para acionar o mecanismo. Experimente bocejar perto de alguém, logo a outra pessoa também repetirá, mesmo estando de costas para você.
Além disso, segundo especialistas esses neurônios estão ligados á nossa capacidade de empatia e de imitar gestos e de compreender seu significado; pois ao que tudo indica, as células cerebrais chamadas espelhos têm a habilidade de ler mentes alheias e de interpretar intenções. – SERÁ?

Claro que muito há que se descobrir ainda sobre como funcionamos:
De que forma as células-espelho do cérebro conversam com as outras? – Será que só as do cérebro? E quem só pensa “naquilo”; o comando é das células espelho do aparelho reprodutor? – E quem só pensa em comida? – E quem pensa pouco?
Por exemplo:
Como ficam os escravos da mídia e da moda? – Será que quase todas as suas células são as em espelho?
Mecanismo de projeção – Quais as células envolvidas? – De que forma misturo meus comportamentos não reconhecidos com o comportamento do outro?
Reconhecer emoções e intenções alheias – Existe um tipo de célula para a camuflagem das intenções? – E qual a célula encarregada de reconhecer as segundas, terceiras e quartas intenções? – Haverá células “araponga”?
Será que Madre Tereza de Calcutá tinha milhares de células espelho a mais do que nós que copiamos o comportamento ditado pela mídia?
Será que os ETs de outras dimensões que abduzem pessoas e as fazem sofrer com dor e se espantam com suas reações são mais ou menos evoluídos do que nós?
Provavelmente essas células tenham um papel fundamental na infância! – Será que ainda estamos na infância Cósmica? – Será que ao longo da evolução vamos substituindo as células espelho por outras com vida própria – tipo: células do discernimento?
Antes que seja internado, pergunto ás minhas células – espelho: Espelho, espelho meu haverá alguém mais maluco do que eu?
Peço a Deus mais neurônios-espelho ou quebro os que já tenho?
Será que cada célula-espelho quebrada traz sete anos de azar?

Socorro Espírito da Verdade!
- Ta bão! – Acho que a solução está na reforma da educação – Nossas células – espelho absorvem o que lhes envia o meio – Talvez baste apenas – cultivar o amor e o bem pensar?
Por essa razão é importante que apenas o sentimento do amor inspire nossas ações que podem ser captadas pelas outras pessoas: Educar para um mundo novo.

O que vocês acham?

HUMANIZAÇÃO DA SAÚDE

Rede de apoio.

O atendimento na área da saúde tende a desumanizar-se seja prela pressa ou pelo predomínio da tecnologia. Ainda bem que há muita gente observando e trabalhando o estar doente sob uma ótica mais humanizada.
Quem já viveu o drama de ter um familiar vivendo a sofrida experiência da doença e, em muitas situações encontrar-se impossibilitado de estar presente sabe reconhecer a importância de trabalhos como esse.

CONTE COMIGO!
AT - ATENDIMENTO TERAPÊUTICO
“Amigo Qualificado”

Humanização da Saúde

A proposta deste atendimento destina-se a estar junto da pessoa ou paciente, nos momentos em que este não esteja capaz física ou psicologicamente e ainda quando os familiares não possuem disponibilidade para atividades como consultórios, hospitais, clínicas, laboratórios ou eventos para atividades variadas, inclusive de lazer.
Com este tipo de atendimento, onde há o objetivo da humanização da saúde destacam-se as possibilidades que permitem:
ü Readequar a pessoa ao seu ambiente e melhorias no convívio familiar e social;
ü Proporcionar tranquilidade ao paciente, fato que gera segurança e pode auxiliar na diminuição do stress possibilitando outras alternativas, evitando novas complicações e também uma evolução positiva ou estabilidade do quadro clínico;
ü Suporte à família no momento da necessidade específica;
ü Suporte ao paciente que apresenta potencial para um “fazer” específico e encontra-se momentaneamente impedido.




Naggaí Naleto Mugayar
Psicóloga CRP/SP 06.9800
e-mail: mugayar@terra.com.br

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