CONSOLAR É PERIGOSO?
O consolo pode se tornar um analgésico no senso de responsabilidade o que impede a identificação das escolhas que trouxeram dissabores. Aceitação e consolo resolvem problemas? Sim e não. Podem resolver os estados psicológicos que dependiam de um estado de sentir-se ou da interpretação do momento. Mas, dificilmente podem resolver os que decorrem de uma situação de intercorrências geradas pelas escolhas ao longo da vida, atenuá-las sim, torná-las mais suportáveis sempre é possível em qualquer um dos casos o que em teoria é desde que não se tornem um padrão. Quem aceita compreende; por que pensou, sentiu e pretende agir de forma diferente, corrigindo escolhas... Parafraseando um Mestre: Não vim trazer a paz (consolo) mas a espada (raciocínio crítico) ... Costuma ser um consolador ou um indutor de reflexão?Minha lista de blogs
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
quarta-feira, 26 de novembro de 2025
A DOENÇA É UMA CRISE ENTRE ESCOLHAS E CONSEQUÊNCIAS...
O que fazer para não adoecer ou para resolver a CRISE e o processo?
Uma opção primária e necessária:
VIVA A CRISE; NÃO FUJA DELA...
COMECE QUESTIONANDO ATITUDES ATIVAS E PASSIVAS.
O primeiro passo em busca da tão sonhada SANIDADE é uma atitude ativa
em busca das causas primárias através via questionamento íntimo através de questões
simples como:
QUERO ME SALVAR OU SER SALVO?
QUERO EMAGRECER OU SER EMAGRECIDO?
QUERO ME CURAR OU SER CURADO?
Caso não tenha ainda iniciado esse questionamento primário bem-vindo
ao mundo das recaídas cada vez mais próximas...
terça-feira, 25 de novembro de 2025
POR QUE AINDA USAMOS A DOENÇA COMO FUGA?
Aprendemos na infância a usar a doença como desculpa ou
justificativa; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos
compelidos a nos responsabilizar pelos efeitos de nossas escolhas ou bate um
medaço de optar por algum caminho...
A RESPONSABILIDADE?
Não está mais comigo!
Quem
nunca usou a doença dessa forma?
Ao tentarmos escapar de
crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver
situação desconfortável - nós costumamos usar: cefaleia, sono excessivo,
apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e
outras formas mais sutis ou mais escabrosas...; como recurso de fuga.
Cuidado:
Emoções mal resolvidas
comprometem a saúde.
Exemplo:
Se há forte
envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light:
diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas
mais graves como depressão, surtos psicóticos, psicoses, sociopatias...
Mas:
Se
nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem
surgir problemas de somatização enraizados e graves:
Doenças
degenerativas; nódulos; tumores; câncer.
Usar
o cérebro para estudar nossas emoções é um ótimo profilático...
Esses
comportamentos são em parte fruto da educação:
Ensinamos
as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de
justificar algo, terceirizar a responsabilidade e até para vampirizar a energia
dos outros.
Sempre
é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança
interior através da reeducação...
O
que nos impede de começar certo:
NÃO
ENSINE A CRIANÇA A ADOECER – Ed. EBM; esse método simples já seria uma ótima
escolha individual e coletiva...
QUE USO COSTUMA DAR ÁS SUAS DOENÇAS?
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
esinteressada e aparentemente amorosa; no entanto incompetente e ineficiente, torna-se um foco de sofrimento e de atraso para todo mundo.
AJUDAR NÃO É SINÔNIMO DE AGRADAR.
Preocupar-se com o bem estar das outras pessoas é algo necessário e saudável, desde que essa preocupação se traduza em atitudes inteligentes, positivas e eficientes.
A ajuda mesmo que dTer como meta ajudar ou agradar as
pessoas o tempo todo é pura tentativa de manipulação e até um tipo de controle
sob o comando do ego.
Ajudar e agradar as pessoas; deve
ser conseqüência de nossa forma de agir corriqueira, coisa de simples dia a
dia.
Uma forma pouco usada de ajudar bem
aos outros é aprender a dizer não.
- Não faço mais, faça você. - Não
empresto mais; pois você nunca devolve. - Tenho coisas mais importantes a
fazer; se vira; você é capaz...
A confusão entre ajudar e agradar
ao outro é um dos desastres da educação ética de humanização; como tudo o que
envolve a vida do ser humano, não basta tentar agir segundo ela; é preciso
raciocinar e aprender a ser uma pessoa ética com discernimento e eficiência.
Pessoas ainda incapacitadas que se
metem a ajudar aos outros sem discernimento e inteligência vivem amarguradas e
frustradas com a aparente ingratidão das pessoas.
Misturar e confundir permissão e
negação com afetividade é mais um dos distúrbios do DNA CULTURAL...
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
A SOFRIDA SOLIDÃO DOENTIA DA TIMIDEZ.
Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer
Pequenos descuidos, grandes problemas
Quem ama cuida
Chegando à casa espírita
Saúde ou doença, a escolha é sua
A reforma íntima começa no berço
Educar para um mundo novo









