terça-feira, 25 de março de 2025

 PARA QUE SERVEM AS DISFUNÇÕES ORGÂNICAS, COMPORTAMENTAIS E AS DOENÇAS JÁ INSTALADAS?

QUAIS SUAS FUNÇÕES?
A doença pode ser considerada situação aleatória da vida ou uma construção fruto de várias escolhas?
Como e o que aprender com ela?
São muitas as formas e num resumo bem simples:
- Alerta para desvios das escolhas frente às leis da vida.
- Ajuda no diagnóstico dos desvios no pensar-sentir-agir para a conduzir à cura definitiva através da reciclagem dos impulsos.
- Serve para expurgar acúmulos e bloqueios de energia nos corpos astrais originários de desequilíbrios nas escolhas atuais e do passado.
- Facilita o desenvolvimento de qualidades como paciência, tolerância, aceitação, perseverança, moderação...
Que uso está a fazer das que já criou; e se ainda não como evitar?

segunda-feira, 24 de março de 2025

 SERÁ POSSÍVEL UM MUNDO SEM DOENÇAS?


Buscamos criar uma vida sem doenças, dores e sofrimentos, isso é um sonho coletivo, porém se quisermos acelerar a conquista de um mundo melhor, é necessário reformular nossos conceitos de saúde, de doença e de cura.

A doença não é pontual ela tem sua origem nos desequilíbrios do pensar/sentir/agir, desse modo, tanto é doença uma gastrite, uma gripe, quanto um medo mórbido, a gula, a inveja, a mentira, o orgulho, a agressividade...

Esquecer que há doenças do corpo, da mente e da consciência é buscar de forma voluntária a dor, o sofrer tanto em nós quanto nos que nos cercam.
Por esse motivo, aumenta de forma acelerada o número de pessoas desajustadas, desadaptadas aos dias de hoje. Por exemplo: em se tratando de crianças, para bem desempenharmos nossa tarefa de pais e de mães é necessário dar a mesma atenção a uma tendência à mentira compulsiva ou a um medo mórbido de uma criança quanto costumamos dar a uma amigdalite ou a uma pneumonia etc.

A nosso ver, as doenças da consciência são tão ou mais graves que as doenças do organismo. Nossos interesses egoístas e nosso comodismo são o pai e a mãe da nossa visão imediatista, que não nos deixa ver com clareza que a dor moral da preocupação de ver um filho submetido a um tratamento cirúrgico de uma apendicite, por exemplo, é menor e menos demorada do que ver e acompanhar a cirurgia social de um filho com tendências de agressividade ou de se apropriar dos bens alheios, preso numa cadeia ou morto. Ou então, acompanhar o desespero de um filho angustiado, depressivo, desmotivado para viver, sem motivo aparente.

Doença pode ser falta de educação para a vida?
Será que as doenças são evitáveis, e a profilaxia para evitar a sensação de sofrer do ser humano, é a educação, mas uma educação formativa para viver como um verdadeiro ser humano, integrado às Leis Naturais da Evolução.

É possível tentar compreender onde e quando escolhemos mal para entender o recado que a doença traz consigo dentro de um conjunto causa/efeito das escolhas e atitudes para que aos poucos percebamos nossas tendências de reagir e agir usando a inteligência e a meditação como fator moderador dos impulsos.

Fica o material para reflexão:

SERÁ POSSÍVEL VIVER NUM MUNDO SEM DOENÇAS?
QUANDO?

domingo, 23 de março de 2025

 BENDITA ANSIEDADE!

SERÁ QUE ELA PODE NOS DESPERTAR PARA VIVER COM QUALIDADE E MAIS TEMPO?
QUANTOS MINUTOS SOBREVIVEMOS SEM RESPIRAR, SEM BEBER ÁGUA, SEM COMER?
Nossa lista de prioridades ainda é primitiva e precária:
Alguns minutos sem respirar morremos.
Em torno de 4 dias sem beber água morremos.
Alguns dias quase muitos meses sem comer não morremos...
Somos seres ainda sensoriais e ainda usamos o alimento como fonte de prazer.
A vida sempre tenta nos ajudar a despertar e uma ferramenta importante para despertarmos para a importância da respiração é a ANSIEDADE exagerada, meio que inútil e mórbida.
Alegar ignorância a respeito é noice. Quantas vezes já viu e ouviu quando alguém está tendo um xilique: RESPIRA FUNDO, RESPIRA FUNDO!...
E a qualidade do ar importa?
Será que a respiração curta, marca registrada de uma crise de ansiedade, também é uma tentativa do cérebro de inalar menos poluentes?
Teremos uma vida mais curta através de morte mais lenta nos obrigando a refletir a respeito do que IMPORTA para nosso PROJETO DE VIDA?
Pegando carona no tema fica a questão íntima:
Qual a minha participação na preservação da qualidade do ar, da água, do alimento?
MELHOR NÃO USAR A ANSIEDADE COMO DESPERTADOR DE PRIORIDADES?

sexta-feira, 21 de março de 2025

 A ESCOLHA É UM DETERMINISMO?

O LIVRE ARBÍTRIO É OPCIONAL?
E A TIRANIA DA MAQUIAGEM?

Uma das melhores ferramentas a nos ajudar na aventura da descoberta de nós mesmos, é o estudo:

DOS EFEITOS DAS NOSSAS ESCOLHAS.

Maquiamos até a verdade/realidade.
Essa escolha representa a maior parte do sofrimento e do atraso individual e coletivo; pois, a lei de causa e efeito, além de guardiã da Divina Justiça, é grande mestra em nos ajudar a percebermos limites individuais e de relações; daí que a tentativa de minimizar os efeitos de muitas das escolhas que executamos pode se tornar um desastre.

Quando nós tentamos anular os efeitos de escolhas efetuadas em opções anteriores que se apresentaram; nós criamos a dor e o sofrer; esse é um grande entrave ao desenvolvimento da capacidade de discernir até onde podemos e até onde devemos ir.

Como exemplo:
Os tratamentos que nos ajudam a perder o senso mínimo de limites orgânicos; pela repetição das agressões contra o próprio corpo. Dentre outros na área da sobrevivência econômica: o mau uso do crédito que colabora para que adquiramos dívidas insolúveis etc.

A maquiagem dos efeitos, longe de se tornar um bem, quando mal-usada; obstrui a criatividade e bloqueia o desenvolvimento das capacidades.
A repetição sistemática desse mecanismo conduz ao hábito das desculpas e justificativas sem nenhum esforço de mudança nas atitudes.

No mundo das coisas maquiadas desdenhamos a simples soma da matemática ao brincarmos e faz de conta e esse tipo de enfoque de camuflar atitudes que agridem o próprio indivíduo se torna uma armadilha perigosa para a perda de qualidade de vida num espaço de tempo cada vez mais curto e do senso de limites.

Dedicar um tempinho diário ao estudo dos efeitos gerados pelas nossas escolhas – longe das desculpas e das justificativas e de velhas crenças nos conduz de forma gradativa à verdade do EU SOU – eu escolhi e pode se tornar um roteiro de transformação interior.

E aí o que acha?

A ESCOLHA É UM DETERMINISMO e o LIVRE ARBÍTRIO É OPCIONAL?

SE HOJE LIDAMOS COM OS FRUTOS DAS NOSSAS ESCOLHAS; O ESQUECIMENTO DO PASSADO É BOM OU RUIM?

quarta-feira, 19 de março de 2025

 PRATIQUE A ARTE DE DESACELERAR PARA NÃO CAPOTAR NA ESTRADA DA VIDA


Difícil saber de onde tiramos a ideia de que estamos apostando corrida prá ver quem chega primeiro aos melhores postos da vida.

Para nós o que significa a bandeira quadriculada do sucesso?
O Hino da vitória?
Vencemos o que ou a quem?
Quem são nossos patrocinadores?
O orgulho e o egoísmo?

Estamos acelerando cada vez mais e fazendo escolhas num ritmo alucinante; o problema é que elas são como tiros disparados, uma vez puxado o gatilho não tem volta imediata; se atiramos a esmo e sem mirar, depois: a única coisa a fazer é verificar os efeitos causados sejam eles quais forem; tentar consertar os estragos; se for o caso; e, assumi-los; no entanto para isso, é preciso desenvolver o senso da responsabilidade.

Sobrevive nessa corrida aquele que tem consciência da sua falta de capacidade em dirigir a própria vida – nós não tiramos ainda nossa carteira de motorista cósmica.

Para acelerar é preciso saber dirigir – até conhecimento demais; iniciações demais sem a devida prática podem nos tornar uma cruz fincada na estrada da vida.

A aceleração quase sempre sem necessidade a que nos permitimos não tem volta. Percebido o engano a única coisa a fazer é tentar desacelerar com o mínimo possível de estragos tanto para nós quanto para terceiros.

Meu Deus! – Não vou conseguir fazer a curva! – Vou entrar em depressão! – Cair no precipício do pânico!

Quando brecamos subitamente a possibilidade de capotar ou provocar acidentes vários é enorme.

Andando na contramão da alta velocidade que tal pararmos prá pensar em criar um slogan para nós:

OPERAÇÃO TARTARUGA NO COTIDIANO!

Como brecar REPENTINO não adianta, e, torna-se cada vez mais perigoso devido à velocidade em que nos encontramos, devemos buscar nosso ritmo próprio e pessoal através de uma operação tartaruga, usando as situações cotidianas.

Como fazer?
QUAL SUA SUGESTÃO?
AH! a vida nos quer por aqui; não apresse a chegada do lado de lá. rssss

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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