domingo, 22 de setembro de 2024

 


PERDOAR OU SER PERDOADO?

O QUE É MAIS FÁCIL?

Perdoar é uma escolha complicada e sofrida que exige inteligência, coragem e resiliência para nos desapegarmos de energias que levamos muito tempo e esforço cultivando como: melindre, mágoa, revolta, ódio, desejo de vingança; isso deixa uma lacuna, um buraco, um vazio na alma difícil de ser preenchido; daí não é para qualquer um...

Ser perdoado é mais fácil embora seja uma armadilha cósmica ao recebermos uma tornozeleira eletrônica chamada REPARAÇÃO com timer num tempo a ser cumprido para conquistarmos a paz e a liberdade ou nos aprisionarmos na necessidade de expiação a escolher.

Perdoar é livramento ser perdoado é sentença e encrenca relativamente fácil de ser resolvida a escolher...

 REZA A LENDA QUE VEM AÍ O FINAL DOS TEMPOS: QUEM DEVE JULGAR O PADRÃO DE QUALIDADE DOS QUE VÃO E DE QUEM FICA?


Como avaliação de qualidade também implica em julgamento ou em escolha; e é da lei da evolução que devemos escolher sempre, todos devemos e julgamos ou escolhemos o tempo todo.
Daí, nós somos ao mesmo tempo: vítimas, juízes, algozes; atores e protagonistas, fãs...

O tal Apocalipse ou final de um ciclo parece ser um programa interativo Cósmico; questão de sintonia com mil canais à disposição – depende do plano escolhido. Tem gente que vai ficar apenas na mídia Cósmica Aberta vendo e ouvindo vendedores de salvação de plantão, vendas e revendas...
Para mudar basta apertar e clicar o botão do pensar, sentir e agir. Desde que tenhamos pagado o plano do raciocínio crítico.

Cada um de nós vai estar onde e como quiser e o melhor: com quem quiser – e vivendo situações que desejar e ainda pode haver negociação.

Deixando a vida midiática interativa de lado:
A todo momento, tudo com o que interagimos tem um padrão de qualidade, momentânea, para nós e para nossos iguais.

Julgar o padrão de qualidade do outro é o problema a ser evitado; pois conforme diz a sabedoria da molecada de hoje: Ema ema ema cada um com seus problemas.

Até o tal do final dos tempos levamos para o lado pessoal:

Nós também costumamos manifestar aos outros nossa opinião, mesmo que ela seja subjetiva e determinada pela situação.
Quando ela atende nossas expectativas do momento é rotulada como “boa”, quando não, é rotulada como “má”.
Portanto, nossas exigências e expectativas são importantes quando julgamos a qualidade num determinado instante e numa determinada situação.
Mais adequadamente, deveríamos substituir o conceito de julgamento crítico, pelo conceito de executar determinada escolha, visando atingir nossos objetivos do momento.
O julgamento/aprendizado é um fato educativo.
Educação é o conjunto de hábitos adquiridos.
Educação traz conhecimento.
Conhecimento traz consigo responsabilidades...

Que saco!
Ninguém merece...

Daí concluímos que: o padrão de qualidade dos habitantes da tal Nova Terra é absurdamente pessoal - devemos julgar ou escolher apenas segundo nossos desejos afinal sintonizar também

é QUESTÃO DE ESCOLHA.

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

 

ESCOLHA SE DESAPEGAR PARA SE LIVRAR DAS PERDAS


O desapego é a compreensão de que tudo é transitório, de que não somos eternos por estas bandas e o que vivemos são experiências únicas e pessoais embora interativas.

Ainda que isso doa o desapego é um dos passos fundamentais para a compreensão meditativa de que tudo é transitório.

Cada pessoa tem uma forma particular de analisar e compreender suas experiências. E é esse sistema individual que transforma a realidade, que faz com que cada um desenvolva as estratégias próprias de enfretamento.

Medo da solidão, de privações, de desalento de perder ou ser abandonado por alguém. Esse medo cria a sensação de ser necessário apegar-se como se isso fosse uma garantia de que não haverá perdas.

Abandonar as vivências de tudo que se passa, representa para algumas pessoas a sensação de não controlarem a própria vida.

O apego faz parte da adaptação e dos vínculos que nós estabelecemos; o que difere e é nocivo é o desequilíbrio entre o meu, o teu e o nosso.

O grau de apego que temos norteia nossas relações gerando a co-dependência.

Desapegar-se significa aceitar as experiências, desprender-se de amarras nocivas, de outras pessoas e coisas. O desapego equilibrado implica em viver a realidade com autoconhecimento e respeito próprio delimitando até onde é permitido interferir na minha vida interna.

A Conscienciologia prega segundo seus estudos teóricos e práticos que ninguém é de ninguém e que estamos sucessivamente nos reencontrado em experiências sucessivas. O apego excessivo pode gerar a interprisão, uma pessoa fica atrelada a outra ou a grupos.

A sociedade nos condiciona a ter e não a ser: ter um bom emprego, ter uma boa conta bancária, diplomas, carro novo, status social, boa aparência, família feliz.

O desapego é mais difícil de ser realizado do que o apego.

A felicidade não consiste em possuir ou não possuir bens externos, mas sim na atitude interna de não ser por eles possuído.

Quanto maior o patamar social que escolhemos para sermos felizes usando como referência experiências e padrões de outras pessoas maior o sofrer pelas inevitáveis perdas.

É difícil acreditar que o crescimento interno gere felicidade.

O apego é o inimigo da paz e da felicidade.

Para as apegadas pessoas: só vale o que pode ser mostrado ou comparado.

A única coisa que nos pertence para sempre e que levamos universos a fora é o que CONQUISTAMOS no SER e não no PARECER...

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

 

COMO O BEM PENSAR X MAL PENSAR AFETA NAS ESCOLHAS?


 

Tudo leva a crer que somos o que pensamos e escolhemos.

Num lampejo de lucidez é possível concluir que nossa situação não é confortável neste final de Era; pois, predomina em nós o mal pensar.

 

Mas o que é o mal pensar?

Apenas para ilustrar vamos usar saúde e doença como exemplo; saúde é considerada um bem e doença um mal; pois, nesta nossa cultura, a saúde não tem valor para a maioria; até que seja perdida daí que a doença é dona do valor.

Outro exemplo: Se nós aguardamos alguém e a pessoa se atrasa, logo ficamos a imaginar o pior; o fato é que em nossa mente ainda não há muito lugar para coisas boas e positivas.

A preocupação é mal pensar?

Pouco a ver com planejamento, vigilância e cautela.

Sofrer pelas outras pessoas, penalizar-se e até se punir pelos erros dos outros, é mal pensar; pois nada produz de útil; daí uma escolha nada saudável.

 

O Mestre sabia que nosso botão de sintonia estava estragado; e continua em pane; passados dois mil e tantos anos – Ao nos recomendar “Vigia e ora”; dentre outras coisas, Ele nos pediu para atentarmos a lei de sintonia mental e emocional – Acima de tudo; antes de vigiarmos os outros devemos estar atentos a como nos portamos.

A prática dessa recomendação será decisiva; pois as mentes tomadas pela ansiedade e preocupação consolidam cada vez mais rápido essas construções mentais que as limitam, constrangem; tanto ao emissor quanto aos em torno.

 

Quanto mais nos queixamos e repetimos mentalmente frases negativas mais confirmamos as dificuldades. Então: Cuidado ao expressar o bem ou o mal pensar nas suas escolhas:

 

Na arte da fala expressamos o que retemos na mente e no coração; se frases de bem não podem ser ditas, então não haverá o impulso necessário para praticar bons atos.

 

Para bem vigiar é preciso maturidade: então antes de tudo é preciso que nos livremos das desculpas, justificativas e crenças sem lógica.

 

Para desenvolver o bem pensar é preciso cultivar a arte da meditação?

Mas, o que é meditar; senão vigiar?

A oração por seu lado é uma espécie de mantra que nos auto hipnotiza para o bem ou para o mal; pois depende da sequência dos pensamentos que vem a seguir, e do conjunto das intenções; daí em diante, cada um coloca metas e objetivos de acordo com sua maturidade de evolução da consciência.

 

O que queremos alcançar?

Será para nosso bem ou nosso mal?

Se estiver doente; o que farei com a saúde?

 

E se nosso desejo não for atendido?

 

Pensamos mal? Oramos mal?

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

 


JÁ PRATICOU VIOLÊNCIA AFETIVA?

    Quantos crimes graves são cometidos diariamente em nome do tão mal compreendido amor. Como dissemos em nosso livro “Anatomia das escolhas Do amor Do perdão” – Ed. Viseu: muitas pessoas ainda confundem distúrbios graves de conduta psicótica como o apego e, o ciúme doentio como prova de amor.

    A chantagem emocional e afetiva é um dos grandes algozes da paz e da felicidade íntima e coletiva. Claro que não estou falando dos crimes e das agressões materializadas.

 

     A violência afetiva costuma ficar nas entrelinhas; nos cantos das páginas do livro da vida.

 

Alerta para diminuir a prática da violência afetiva subliminar:

 

    O uso da palavra mágica que pode contribuir para a paz:

 

    Não!

    – Está comprometido, pois o ato de permitir ou negar foi contaminado pela afetividade – Se é permitido, sou amado. Se não é permitido não sou querido.

 

Presentinhos e permissões para sermos amados?

 

É VIOLÊNCIA SUBLIMINAR AFETIVA?

 

    “Amar, verbo intransitivo” – (Mario de Andrade).

 

    – O amor real não suporta peias nem regras.

    Amar de fato é antes de tudo praticar o desapego.

 

    Na vida em família é preciso separar normas, regras de conduta e afetividade.

 

    Não compre nem permita que agregados ao grupo familiar usem de artifícios para serem amados.

 

    Coisas simples como presentes e guloseimas para premiar demonstrações de afeto: podem resultar em graves problemas como o sobrepeso e o diabetes...

 

As maiores vítimas costumam ser as crianças e os adultos carentões de afeto...

 

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