quinta-feira, 12 de setembro de 2024

 


ESCOLHAS PODEM LIMITAR O LIVRE ARBÍTRIO?

 

No presente as opções estão limitadas pelas consequências das escolhas efetuadas nos tempos passados.

 

    Nossa evolução não é uniforme; apenas sequencial; em virtude disso, as opções e a liberdade de escolha num determinado espaço de tempo é desigual; analisando-se esse fato num contexto limitado, a lei de causa e efeito assume a aparência de um determinismo punitivo até; sempre simploriamente confundido com sorte, azar ou destino e embaralha o conceito de Perdão.

 

    Quando o assunto é opção ou escolha uma questão a resolver é a liberdade ou não para executá-la; inserida no livre – arbítrio.

 

Aprender a usar a liberdade é um desafio.

 

    Somos criaturas paradoxais, vivemos e até morremos para alcançar a liberdade; sem saber do que se trata – Loucura?

    Imaturos, nos revoltamos quando descobrimos a outra face do nosso sonho de ser livre: precisamos responder por nossos atos.

    Na tentativa de fuga das responsabilidades nos aprisionamos aos efeitos das próprias escolhas, na vã busca da liberdade sem assumir as consequências; que incrível paradoxo: nós somos prisioneiros do próprio direito de sermos livres.

    Em dado momento, mais maduros, encontramos a chave para desvendar esse mistério: precisamos libertar os outros para que nos sintamos mais livres; e, sem tentar escapar aceitamos que, quanto mais libertos nós nos tornamos; maior é a responsabilidade; pois uma não existe sem a outra, liberdade e responsabilidade são interdependentes, como nós o somos uns dos outros.

 

Amor é liberdade?

 

É também disso que tratamos no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed Viseu já disponível nas livrarias e nos sites de venda online. No aguardo dos comentários para trocarmos ideias

 

 

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

 

FIZ A ESCOLHA CERTA?

O QUE SERIAM ESCOLHAS CERTAS?

    Não existe uma fórmula mágica para saber qual a escolha certa; e, em que tempo. Escolhas felizes e prazerosas de hoje podem se mostrar inadequadas em breve.

Elevar o estado de consciência é fundamental.

    Permitir-se escolher, dando-se o direito de errar; para aprender a descobrir quem somos nós e o que aqui fazemos aqui; é condição primordial para cultivar as boas escolhas.

    Uma das formas de ampliar o estado de consciência é dar permissão a si mesmo para pensar e escolher – evita delegar essa tarefa a outros.

    Se a escolha te faz feliz; persiste nela; mas, logo que identifiques a inadequação; modifica-a.

Educação é a chave.

Nada a ver com receber informações.

Educar-se é pensar, refletir.

Educar não é nada mais do que ensinar a pensar.

Não interessa o quanto você sabe; mas, o quanto é capaz de compreender.

 

Lucidez é o oposto de alienação que leva a escolhas desastrosas.

    Seres especiais já desenvolveram e preservaram a vontade e a responsabilidade com a ajuda do TRABALHO e o concurso do senhor TEMPO; seres comuns terão que ousar para superar a nova fase coletiva que avizinha.

Cultive o hábito de examinar com constância os frutos das suas escolhas...


É disso que também papeamos no decorrer do livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed. Viseu já disponível nas livrarias ou nos sites.

 

 

 

terça-feira, 10 de setembro de 2024

 

DOENÇAS CAUSADAS PELA FALTA DE AMOR ENTRE NÓS?

É possível isso?

Mesmo que muita gente sinta coceiras no seu sistema de crenças e estrimiliques nos seus mais imediatos desejos; ao se deparar com essa constatação; podemos presumir que não existem doenças apenas físicas; muitas decorrem inicialmente de distúrbios no pensar, sentir e agir. O organismo físico talvez seja a representação holográfica do nosso ser real.

 

Para que sejamos saudáveis: pensar de forma correta e coletiva preparando o sentir e o agir é nosso desafio.

Qualquer escolha que façamos contém em si a probabilidade de afetar o universo inteiro.

Tudo está conectado entre si.

O ato de viver é troca interminável.

O ato de amar é troca interminável.

É preciso manter o fluxo de dar e receber.

Receber é estabelecer uma relação de troca.

E se vivenciamos o ato de receber como um fenômeno unilateral que se limita a algo a nos ser dado; separarmo-nos, aos poucos da troca e das probabilidades de efetuar conexões que representam em última instância a vida.

Ego – ismo.

Eis aí, uma das origens das doenças e males e do sofrer.

 

A doença relativa ao amor é o sofrer; que é o não se preparar adequadamente para dar e receber.

 

Estamos cada vez mais doentes pela cultura da neurose de competir; pela ganância; pelo orgulho na tentativa de poder, aparentar e ter mais que o outro.

O câncer é a doença que nos representa enquanto consciências a caminho da própria descoberta. Mas, outras doenças seguem na cola; pois, para dominar os outros abusamos dos recursos de estimular seus medos – e os órgãos físicos de expressão dessa emoção entram em disfunção.

Algumas doenças da tireoide representam nossa tentativa de padronizar beleza e autoaceitação – como glândula da autoestima ela anda detonada; especialmente a das mulheres. Alergias e demais ites são a cara da nossa alergia a responsabilidade.

Continua.

 

 

ORIGEM DAS DOENÇAS HUMANAS RELACIONADAS AO AMOR?


Falamos disso no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed. Viseu 

já a disposição nas distribuidoras e livrarias 


segunda-feira, 9 de setembro de 2024

 

O QUE FAZER COM A BRONCA MATERIALIZADA?

 

Se alguém já aprontou conosco; e está bem na nossa frente; ou no nosso caminho; não é preciso dizer nada; pois o ’bicho’ está pegando...

 

Nesse caso é fácil identificar efeito e causa.

 

Se nós temos certeza de que fulano nos prejudicou: sentir antipatia ou aversão nos parece uma situação normal; nem merece comentários.

 

Até a vontade de dar o troco na primeira oportunidade, também nos parece correta.

 

Fazer cara de paisagem, ignorar, é difícil, mas até pode ser uma opção; momentânea.

 

Mas, como ignorar sem desprezar?

O que machuca mais: o xingamento ou o desprezo?

 

Qual o preço a pagar de uma e de outra atitude?

 

Melhor partir para o tudo ou nada e resolver de uma vez; ou cozinhar o galo do mau querer em “banho Maria”?

É difícil dizer.

Mas:

Resolver talvez seja a melhor opção!

De que forma?

Perdoar ou dar o troco de imediato?

Esperar para dar o troco em melhores condições?

 

Perdoar?

Por enquanto; para as pessoas ainda comuns parece fora de cogitação.

 

Mas; quanto custa o perdão?

 

No livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão Ed Viseu no decorrer do bate papo aprenderemos a negociar para encontrar a melhor Escolha no momento.

Participe.


 

domingo, 8 de setembro de 2024

 JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

Aprendemos na infância a usar a doença como desculpa ou justificativa; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a nos responsabilizar pelos efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho...
Quem nunca usou a doença dessa forma?

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável - nós costumamos usar: cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas...; como recurso de fuga.

Cuidado:
Emoções mal resolvidas comprometem a saúde.

Exemplo:
Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...
Mas:
Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer.

Estudar nossas emoções é um ótimo curédio...

Esse comportamento de fuga é em parte fruto da educação: ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

O que nos impede de começar a cultura da Saúde ao invés da Doença?

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.

Como começar?

O que fazer?


USAR A DOENÇA COMO FUGA PODE SER CONSIDERADO QUESTÃO DE ESCOLHA?

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo