sábado, 30 de outubro de 2010

PERSONALIDADE PSICOPATA – EU?


A maioria dos amigos que interagem nos meus bloogs são pessoas que estão em busca da sanidade física, psicológica e espiritual.
Conforme já colocamos em vários artigos, vivemos um momento especial de transição em Gaia; vamos subir em escala de padrão vibratório de 4D para 5D – não será mais possível, pela exigüidade do tempo mudar a freqüência de forma passiva (dor e sofrer); é preciso atitude de mudança – Daí, para cada um de nós a emergência espiritual é o conhecimento de nós mesmos para que não piremos na transição; pois não haverá o atual umbral; então, a transferência de domicílio cósmico é inevitável para os mais descuidados.
Vamos brincar de nos conhecermos em maior profundidade (nada daquele processo primário de defeitos de caráter e virtude).
Como sofremos de visão deformada a nosso respeito; se alguém disser que somos Personalidades Psicopatas em potencial; muita gente vai se ofender.
É difícil que a Personalidade Psicopática seja reconhecida ou aceita pelo próprio paciente e, às vezes, nem mesmo por algum grupo social; pois, a característica de fazer sofrer os outros ou a sociedade é demasiadamente relativo e subjetivo: um revolucionário, por exemplo, é um psicopata para alguns e herói para outros.
O momento é especial; pois, num mundo a mil por hora tudo vai ficar embaralhado e o planeta vai virar um fantástico hospício; para depois deixar de sê-lo.
Os limites da sanidade e dos distúrbios psicológicos são nebulosos; e hoje em virtude dos aparatos tecnológicos que propiciam vastas e perigosas formas de agressão individual e coletiva; o assunto passou a ser mais discutido. Em especial o conceito de sociopata.
O termo personalidade psicopata ou psicopática foi usado por Kraepelin em 1904 para designar os que não são nem neuróticos nem psicóticos, nem bipolares; seguido de muitos outros, até os dias de hoje. Claro que suas colocações estavam centradas na ótica do comportamento vigente na época. Alguns tipos como os farsantes, embusteiros, querelantes, hoje são considerados pelas pessoas comuns como gente normal.
Resumindo e agregando alguns conceitos a respeito do assunto:
Problemas de distúrbios de conduta na infância. Inexistência de alucinações e delírio. Ausência de manifestações neuróticas. Impulsividade e ausência de autocontrole. Irresponsabilidade. Encanto superficial. Notável inteligência e loquacidade. Egocentrismo patológico. Autovalorização e arrogância. Incapacidade de amar. Pobreza de reações afetivas básicas. Vida sexual impessoal, trivial e pouco integrada. Falta de sentimentos de culpa e de vergonha ou excesso. Indigno de confiança. Falta de empatia nas relações pessoais. Manipulação do outro com recursos enganosos. Mentiras e insinceridade. Perda específica da intuição. Incapacidade para seguir qualquer plano de vida. Conduta anti-social sem aparente arrependimento ou excessivo. Ameaças de suicídio raramente cumpridas. Falta de capacidade para aprender com a experiência vivida.

Se o amigo se encaixou em ao menos cinco não se assuste; espere ou vá procurar outras dicas de comportamento, neurótico, psicótico, transtorno bipolar, esquizofrenia para que faça um diagnóstico de si mesmo mais próximo da realidade.

Mas, fique tranqüilo e light, pois:
Estar psicopata é uma maneira estável de ser no mundo. Adaptável nas condutas, sua dissimulação garante seu sucesso ou sobrevivência social.
Os que estão nessa condição refletem o desajuste do eu; são seguros à sua própria maneira; apresentam desordens de personalidade, embora exerçam funções com certa normalidade; apresentam alterações parciais de conduta desajustando-se com o meio sob certos estímulos; tendem a extremos de comportamento e não costumam avaliar os efeitos de suas atitudes; daí, não se acharem anormais e põem no ambiente ou naqueles com os quais convivem toda a origem de suas dificuldades. As variedades deste distúrbio são muitas, e resumiremos mais algumas poucas:
Instáveis emocionais: imaturos de humor muito oscilante, pobres de afetividade, brigões, podem rir e chorar pelo mesmo motivo ou choram sem razão. Tem jeito de bipolar; sem que o sejam de fato.
Personalidade passiva: dependentes, dominados e explorados.
Personalidade agressiva: explosivos, excessivamente auto - afirmados, às vezes líderes quando inteligentes; atuam melhor em grupos ou bando.
Personalidade compulsiva: meticulosamente arrumados, doentios em suas preocupações de ordem e de trabalho; quando já em tentativa de tornarem-se neuróticos descontam na comida e nas drogas permitidas: açúcar, cafeína, farinha, chocolate, etc.
Personalidade anti-social: conflitos constantes com a sociedade e suas normas.
Desvios sexuais: são muitos e variáveis.
Alcoolismo, toxicomania e gula: variável com o grau de intoxicação e lesão adquirido.

ALERTA – PEGOU GERAL:
O portador de personalidade psicopática tendendo a psicótico; para progredir espiritualmente usa muito mais a dor e o sofrer; pois, se encontra incapacitado enquanto psicótico para praticar a reciclagem íntima (o neurótico faz melhor esse processo). Quem se encontra neste estágio é incapaz de movimentar recursos evolutivos pela reflexão, devido à ausência de percepção das deficiências próprias; percebe apenas os instrumentos externos: situações, acontecimentos e o atrito com as criaturas de sua convivência. Precisa, e muito, dos choques de retorno da lei de causa e efeito para atingir a condição de neurose quando já reconhece suas deficiências, busca ajuda e tenta modificar-se.
A sociedade da atualidade e seus valores; acentuou a tendência da estrutura narcisista do psicopata normótico: auto-referência excessiva, grandiosidade, tendência à superioridade, exibicionismo, dependência excessiva da admiração por parte dos outros, superficialidade emocional, crises de insegurança que se alternam com sentimentos de grandiosidade, intensa rivalidade e inveja, consciente e/ou inconscientemente, refletidos na contínua tendência para exploração do outro, incapacidade de depender de outros, falta de empatia com para com outros, falta de compromisso interno em outras relações com ou sem sentimento de culpa.
Ao se defrontar consigo mesmo, não entre em depressão pelo amor de Deus.
Mais dicas virão...
Não se esqueça das dicas que já demos no bloog para evitar a morte, peripaques, viroses, pneumonias, gripes, enfartes e AVC nos feriadões.
O perigo é de sábado prá domingo...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O PERIGOSO DDA COLETIVO



Déficit de Atenção e Instabilidade Psicomotora ou Síndrome Hipercinética

Antes da aceleração e dos efeitos do estresse crônico:
“Esconde tudo que possa ser quebrado, que a família de fulano vem aí; e aquele filho deles...”
O indivíduo hipercinético ou instável psicomotor era o popular “capetinha” ou “bicho-carpinteiro” que não consegue prestar atenção em nada. É uma pessoa que atua de maneira confusa e intuitiva, não consegue utilizar os encadeamentos, as oposições ou as confrontações do raciocínio lógico; possui boa memória imediata para fatos concretos, porém não é capaz de ordenar os fatos no tempo; tem grandes dificuldades em lidar com o fator tempo. Necessita dispersar energia; é como se estivesse em curto-circuito, liga e desliga todo o tempo. E nem sempre é mal/educado ou mal/treinado...

Características:
São afetados por todos os tipos de estímulos externos, sendo incapazes de inibir sua necessidade de dispersão; não conseguem fixar sua atenção em algo por muito tempo; elas se fixam tanto nos detalhes quanto no conjunto, mas qualquer atividade ordenada lhes causa fadiga. Tem sua atenção no que estão fazendo tirada por estímulos que outros nem sequer chegam a perceber como a buzina de um automóvel, o vôo de um inseto, numa sala de aula são capazes de encantar-se com detalhes num lápis ou numa borracha que as outras crianças nem notam. Esquecem-se com freqüência dos detalhes de suas atividades diárias. Nas relações sociais, a desatenção pode manifestar-se por freqüentes mudanças de assunto, por não serem capazes de fixar-se naquilo que está sendo falado e por se distraírem com tudo o que os cerca.
Por funcionarem em curto-circuito, estão sempre aptos a realizar bem tarefas que requeiram muita energia em pouco tempo. Irradiam tanta energia no que fazem que “contaminam” os que estão à sua volta; e quando em idade escolar freqüentemente transformam-se num foco de perturbação para a execução de qualquer tarefa que exija um esforço constante de atenção e de elaboração mental; ocasionam conflitos com os professores, com a escola e dentro da família. Quase sempre pais e educadores por falta de conhecimento do problema interpretam esse distúrbio como um ato voluntário, devido a isso, essas crianças são ajudadas ou tratadas de forma inadequada.

De certa forma o estilo de vida da normose neurótica, mãe do estresse crônico nos transforma em pessoas, cada vez mais, sem memória e sem capacidade de concentração.

A evolução desse processo de DDA já mostra sinais de perigo.

- Cuidado ao colocar panelas no fogo; elas serão esquecidas e graves problemas podem ocorrer – especialmente incêndios em edifícios.
- Ferros de passar roupa podem ficar dias ligados.
- Quando o farol abrir para você; verifique se os que tinham de parar no cruzamento já estão parados; pois, muitas pessoas estão tão entretidas com suas divagações e problemas; que não verão nem o cruzamento quanto mais o vermelho no farol.
- Preste atenção ao atravessar a rua; olhe dos dois lados; cuidado com os motoqueiros entre os carros. Se estiver ao volante fique atento para pessoas na calçada; elas podem atravessar sem olhar.
- Se toma remédios; cuidado para não tomar o errado, na hora errada.
- Cuidado com os cruzamentos; as pessoas não sabem o que é ou não prestam atenção na preferencial.
- Se o trânsito à sua frente parou; verifique pelo retrovisor se o condutor do carro de trás percebeu e diminuiu a velocidade; caso contrário: sinalize.

Muitas outras situações de perigo podem ser listadas; especialmente em alguns tipos de trabalho.

Fuja da TV e não ouça essas músicas de batidão e de poucas notas musicais; ficar meio DDA é quase inevitável; mas, DDA e border line é demais – ninguém merece conviver com gente nessa condição – ou será que merece?

Solução?
Claro que há.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A NORMOSE DA NEUROSE



Vivemos hoje numa sociedade na qual o que mais importa é levar vantagem em tudo, estar no topo; o que menos importa são os meios; tudo pelos fins; que se tornam os começos; não interessa os endereços nem os adereços; muito menos os apreços.
Ser ou estar neurótico é andar na moda.
Quem não é ainda neurótico; é velharia, revisionista.
Mas, neste mundo pós-moderno do tudo a jato; algumas correntes de formadores de opinião começam a ditar que normose da neurose já era - a moda agora é surtar. Alguns mais afoitos acham que o máximo é esquizofrenir.

Mas, como entre nós ainda predominam os neuróticos de vários tipos e configurações; identifique o seu – encontre sua tribo ou inove; mas, não seja guloso; só vale se identificar com menos de três estilos:

Neurose de Angústia.
Nela a pessoa sofre de ansiedade permanente, constante, quase sem descanso. Quem já tem medo de sentir medo não vale.

Neurose Fóbica.
O indivíduo focaliza seu medo num objeto ou numa situação. Medo de H1N1 não vale mais.

Neurose Histérica.
Nesta situação a pessoa produz sintomas físicos. TPM não vale.

Neurose Obsessiva.
É a obsessão no sentido psiquiátrico, há fixação mental num tema ou situação.

Neurastenia.
É o cansaço crônico, capaz de paralisar a vida normal da pessoa, conduzindo depois à somatização.

Hipocondria.
O indivíduo preocupa-se em exagero com órgãos físicos e suas funções.

Depressões Reativas.
Reflete um estado de profundo abatimento com pessimismo, desinteresse, idéias fixas e sentimento de culpa.

Auto/Obsessão.
Indivíduos que vivem voltados para si mesmos e preocupam-se em excesso com a saúde ou fatos corriqueiros da vida. Sofrem por inúmeras coisas. Quem só pensa naquilo também não vale; é démodé.

Você já pode se considerar uma pessoa de tendências de vanguarda quando já têm predominância das atitudes que possam caracterizá-lo como:
Personalidade Psicopata.
Psicótico.
Esquizofrênico.

Não se orgulhe; pois, logo, logo como as relações estão cada vez mais competitivas e estranhas. Todos querem estar junto com os seus no topo da pirâmide do consumo; daí, esses tipos de comportamento vão tornar-se normose de novo.

Na ânsia de tornar-se diferente; cuidado com o impulso e a tentação de tornar-se um serial killer dos interesses e sonhos dos outros.

Já tomou seu ansiolítico hoje?
Esqueceu?
Está querendo sair da normose?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CUIDE BEM DA SUA GASTRITE

Adoramos as velhas verdades quando ditas aos outros:
Há males que vem para bem...
Perde-se os anéis; mas ficam os dedos...

Como rescaldo do moderno e cosmopolita estilo de viver sob estresse constante; um dos problemas mais comuns a gente de todas as idades é a gastrite; tanto que os digestivos e as chamadas drogas protetoras da mucosa gástrica são as mais vendidas no planeta. Muitas pessoas há bastante tempo fazem uso dessas drogas como se fosse um complemento alimentar (aperitivo ou sobremesa).

Muitos são os fatores envolvidos nesse processo de criação da gastrite:
TOC alimentar criado pela cultura do quanto mais se come; mais saúde se tem.
Mastigação deficiente gerada pela preguiça e pressa.
Dieta á base de produtos industrializados.
Venenos usados na agricultura e na indústria de alimentos.
Distúrbios emocionais como, ansiedade, medo, irritabilidade, agressividade.
Medicamentos de uso contínuo.
Uso freqüente de analgésicos, antinflamatórios, antibióticos.
Digestão lenta em virtude do estresse crônico.
Candidíase crônica.

Na visão da atual medicina e das pessoas comuns; as doenças, inclusive a gastrite, é resultante da probabilidade ligada a fatores extrínsecos ao indivíduo. Alguns já aceitam que fatores como o temperamento, por exemplo, possam influenciar; embora não admitam a responsabilidade, pois crêem em heranças ancestrais como fator principal da continuidade do modo de ser.
Tenta-se fugir da responsabilidade que obriga a mudanças, mantendo o estudo da doença no físico, centrado em sofisticados exames de laboratório.

Como há males que vêm para bem...
Segundo outra visão de mundo a respeito; a doença, também é um indutor de reflexão. Uma crise que propicia mudanças, redireciona energias, recicla raciocínios, comportamentos, leva à interpretação de sentimentos e sensações, interioriza.
Além disso; cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes em andamento, como: sabotagem interna, carência afetiva, preocupação, ansiedade, medos, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga etc. Alguns simbolismos costumam repetir-se em muitos. Porém, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular, dessa forma cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente.

A doença é transformadora.
Ao mesmo tempo que mostra, ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.

Cuide bem de sua gastrite; não queira mandá-la embora de uma vez; pois ela pode salvar sua vida evitando, excessos, diabetes, hipertensão, enfarte, obesidade mórbida – sua vida pode depender da presença dos sintomas da gastrite. Seja carinhoso com ela; respeite-a.

Seja gastrite, enxaqueca, doença do colón irritável...; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda para nos mantermos vivos, pois a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a Natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo etc.

Muitas outras são as finalidades:
Recicla objetivos da vida.
Atualiza o cronograma existencial.
Propicia oportunidades de observar a vida pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença. Como o desemprego serve para se dar valor ao emprego. E a solidão à solidariedade, pois o homem solidário jamais se encontra solitário etc.

Cuide bem da sua gastrite: evite remédios.

sábado, 23 de outubro de 2010

CAVE SEU POÇO DA FELICIDADE



Ás vezes, nuvens carregadas servem apenas para realçar a beleza...
Impossível a nós o isolamento.
Somos seres multidimensionais e interdependentes.
Mesmo quando nos imaginamos a sós; estamos compartilhando com outras mentes visíveis ou invisíveis, idéias, sensações, sentimentos.

Estamos ligados mente a mente no oceano das idéias.

De forma consciente ou não; alegria e tristeza também são compartilhadas através da sintonia.

Quando ás vezes bate uma tristeza imotivada e sem sentido, provavelmente nós sintonizamos com alguma mente cronicamente triste.
O contrário é mais raro; mas, ás vezes, até sentimos uma estranha felicidade; vinda meio que do nada. Sintonizamos com alguma mente cronicamente feliz.

Somos meio que bipolares até na sensação de estarmos alegres ou tristes.

É possível reter o estado de felicidade?
Posso me tornar um feliz crônico?

Conquistam um estado mais duradouro de estar alegre e feliz; os que aprendem a dar de beber a quem tem sede de alegria e felicidade, sem cessar.

A tendência cultural de valorizar o mal faz com que muitas pessoas sintam prazer em dividir com os outros muito mais suas tristezas e dores ou seus estados precários estados de euforia.

Há uma tendência de esconder alegrias com medo de que a inveja dos outros faça secar nosso poço de felicidade.

Construa o seu sem economizar nos bons pensamentos e sentimentos. Não é preciso motivos; crie os seus; todos os dias.

Quando o poço da felicidade está pronto a alegria aparece; basta mantê-la para sempre; doando a quem tem sede.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE CÓSMICO RECOMENDA: ALEGRIA FAZ BEM Á SAÚDE – TRISTEZA PODE MATAR.

Cuidado para não sentir felicidade na tristeza dos outros...

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo