quinta-feira, 15 de julho de 2010

SATURNO: QUIETO! – PLUTÃO: NÃO EMPURRA NÃO!

Fomos criados numa filosofia de vida modernosa de viver em cima do muro: não me comprometa! – Não é problema meu!
Fizemos questão de confundir a “quase” sábia teoria do caminho do meio com a trilha da mediocridade. Antes que alguns “espiritualistas” se sintam ofendidos; explico: quase; pois, ela não é para nosso “bico”; pois, ninguém pode viver o caminho do meio sem conhecer os extremos, e dominá-los.
Cá mais em baixo; para os do mundo: muitos políticos esquerdistas de ponta são exímios defensores do regime cubano, por exemplo, sem nunca ter vivido num país de onde a maioria quer fugir de lá; e são impedidos – como diz o povão: se fosse bão tudo mundo ia querer ir prá lá; se os caras fazem greve de fome e se arriscam a cair for de lá é porque não presta! Outro belo exemplo: os top da mídia do cimo do muro da vida criaram o bordão: só um pouquinho não faz mal! Coisas: diet; light; baixos teores; beba com moderação – e o povão (nóis) credita e pratica. Remédios para moderar o apetite; etc.

Mas, se o mundo vai mal; se Gaia agoniza; se estamos infelizes; insatisfeitos; doentes; se as instituições faliram – a culpa é nossa.
Nossas escolhas somadas ditaram uma parte dos acontecimentos do presente e os que estão por vir. Plutão; Saturno e seus colegas alinhados não estão a fim de ouvir desculpas e justificativas; nem: dá um tempinho prá que eu possa usufruir do que amealhei!

Agimos feito crianças ao interpretar verdades cósmicas sob o manto de interesses pouco confessáveis:


Escolha minha, problema meu!
Escolha sua problema seu!

Quando nos interessa, em determinados momentos, costumamos levar a responsabilidade relativa ás escolhas ao pé da letra, de forma egoísta e até simplória. Como costumamos fazer durante e após as eleições – antes: é escolher o “menos pior”, ou o menos medíocre – depois: colocar a culpa no coitado pelas besteiras coletivas.

Nosso assunto é discutir a questão do final de ciclo planetário dentro do contexto da interatividade; pois gostemos, queiramos ou não, o problema de um torna-se relativamente o problema de todos, inexoravelmente – e os astros que se alinham e a energia que eles carregam; não estão nem aí para nossos imaginários sofrimentos.

Desculpas esfarrapadas do tipo: Não fui eu que destruí; não fui eu que era governante; não fui eu – até votei em branco...

É hora de optar por dentro e por fora, fortemente, por um lado. – definir-se
Não há como deixar de escolher, pois a partir do instante em que passamos a pensar de forma contínua é impossível parar de fazê-las. Mesmo que não pareça; pensamos vinte e quatro horas todos os dias, até dormindo; em conseqüência disso, optamos o tempo todo, mesmo durante o sono.

Até a atitude de não escolher é uma opção: a de não escolher.

Ao nos negarmos o direito e o dever de optar; deixamos o caminho livre para que outros o façam por nós e, nos entregamos passivamente ás conseqüências.
Pior é quando impomos aos outros ou os deixamos acuados e sem opção; estamos assumindo compromissos penosos para o futuro; mesmo que eles um dia nos perdoem.

Discernir é a arte de escolher com raciocínio, antevendo os possíveis efeitos das opções.

Como todas as outras, essa arte, apenas se desenvolve com a prática. Quem não usa o livre arbítrio de fio a pavio nunca será capaz de desenvolver a capacidade de discernir; nem sabedoria; mesmo saturado de conhecimento e teorias.

De uns tempos para cá; o amigo tem sentido impulsos estranhos ou alguns que pensava ter superado retornando com a corda toda?
Sente-se doente, sem estar? – A medicina não encontra explicações para seus males estar?
O clima está esquisito; não está? Mais ou tão doido quanto nós!
As ressacas do mar e das pessoas estão mais fortes; não estão?
Doenças esquisitas? – Vacinas, mais esquisitas ainda!
Furacões e tornados prá tudo quanto é lado.
Cansou de tantos noticiários envolvendo maldade, corrupção, prevaricação, etc.
No pessoal: ansiedade a mil; sono conturbado; memória curta; dor prá tudo quanto é lado; medo, e outros probleminhas básicos do dia a dia.

Calma Plutão! – Sossega Saturno!
Não empurra não!
O alinhamento das energias (especialmente as de 07/08) vão fazer conosco o que umas pessoas fazem com as outras nos momentos de pico de baldeação na estação Sé do metrô – chega num ponto que você não escolhe mais para onde vai: você é levado – sem tocar no chão. Bem vindos gringos na copa de 2014 – ocês vão conhecer o povo sardinha na própria lata (pele).

Caro leitor, é disso que trataremos aqui e nos outros blogs nos próximos dias:

ME ENGANA QUE EU GOSTO
http://menganaquegosto.blogspot.com

A ARTE DA BOA MORTE
http://artedaboamorte.blogspot.com


EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO
http://educarparaummundonovo.blogspot.com

SAÚDE OU DOENÇA; A ESCOLHA É SUA
http://saudeoudoenca.blogspot.com

RH DO FUTURO
http://reengenhariahumana.blogspot.com

JOGOS DE AMOR
http://jogosdeamore.blogspot.com

PEQUENOS DESCUIDOS: GRANDES PROBLEMAS
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com

CONSTRUINDO A FAMÍLIA DO FUTURO
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com

QUEM AMA CUIDA
http://adietacomorecursopedagogico.blogspot.com

A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
http://areformaintimacomecanoberco.blogspot.com

De liberdade e de escolhas sob a batuta de Saturno, Plutão e cia ltda.
E, suas conseqüências nas nossas vidas e na dos outros.

sábado, 10 de julho de 2010

A ÉTICA DO AMOR

Quando alguém afirmar que vivemos num mundo sem ética; isso, não deve ser motivo para nos ofendermos ao projetar nesse real contexto; nossa falta da pura ética cósmica que pouco ou nada tem a ver com nossa ética social; profissional; religiosa...

A verdade é que:
Nós não somos ainda seres éticos; pois:
Nossa própria personalidade ainda não é ética.
Os principais pilares na construção dela são o instinto, a razão e a emoção/sentimento.
Durante a evolução descobrimos os prazeres e as sensações.
Isso é prêmio ou castigo?
Devido; nós sermos dotados de raciocínio contínuo; nós somos os únicos com possibilidades éticas que conhecemos na Terra; ao nos integrarmos ao todo e a tudo.
Podemos afirmar que o amor por ser o sentimento da integração plena; é o sentimento ético por excelência; é a transmutação do instinto em razão/emoção/sentimento na sua forma mais pura ou equilibrada de amar ao contexto; sem esforço.

Seremos um dia seres éticos?
Sim - No amoroso homem do futuro, instinto, razão e emoção/sentimento estarão integrados em perfeita harmonia formando um comando único na continuidade da sua evolução.

Como atingir o estágio do amor ético?

Essa fase não está longe nem perto, nem fora ou dentro; cada qual de nós escolhe seus caminhos; quando desejar.
Uma das projeções de Deus é o livre arbítrio auto-regulável...

Dentre outros atributos e conquistas para atingirmos a ética do amor cósmico:

O AMOR EXIGE RESPEITO

Quando dizemos que amamos algo ou alguém; e se, esse dizer não é da boca/para/fora, está implícito que respeitamos esse algo ou alguém. Exemplo: Respeitar a natureza não é apenas não destruí-la, à vista dos outros ou não.
Respeitar o outro, não é apenas um comportamento de boa educação ou de civilidade. É muito mais do que isso.
Pense bem nisso.

O respeito manifesta-se de muitas formas.

• Compreensão. É preciso que se compreenda aquilo que pretendemos respeitar; caso contrário, ao invés de respeito é medo. Respeito não é temor. É por isso que, o ignorante não é capaz de respeitar nada nem ninguém. A pessoa temente a Deus, ainda não o respeita, nem o ama porque ainda não o compreende.
• Estudo. É preciso que se conheça aquilo a que devemos nosso respeito. Respeitar é uma atitude consciente. Não se pode respeitar aquilo que não conhecemos bem.
• Aceitação. O respeito exige aceitar o outro como ele é, sem perder tempo em tentar modificá-lo. Aceitação não é algo passivo, inerte. Aceitar significa não perder tempo tentando modificar o outro sem que ele já o deseje. Pois, só temos o direito de modificar os outros quando eles nos solicitarem e permitirem. Só podemos e devemos ajudar os outros a se modificarem sem que eles peçam e permitam, através nossa própria mudança íntima; contaminando-os.
• Humildade. Conhecer seu próprio valor é a marca registrada do humilde. Somente quem se conhece e respeita não teme nada nem ninguém. A aceitação do outro também depende do desenvolver de uma série de qualidades humanas como: a paciência, a tolerância etc.

QUEM AMA SE DESVELA

Sem conceitos e muito menos pré-conceitos:
Amar implica em movimentar-se a favor daquilo que se ama. Portanto, o amor é atuante, ativo nas mínimas coisas. Se eu afirmo que sou um amante da natureza; mas, gasto energia elétrica de forma desnecessária; eu amo a natureza apenas da boca/para/fora; pois, cada nova usina hidroelétrica que é construída contribui para deteriorar o meio ambiente.
Cuidar daquilo que se ama; implica em ter pleno conhecimento de suas necessidades. É preciso estudar o objeto de nosso amor para que possamos trabalhar mais e melhor por e para ele – conforme coloquei em meu livro: “A reforma íntima começa no berço” – dizem as pessoas: seria tão bom que nossos filhos viessem com manual de instrução! – mas, eles vêm; apenas ninguém quer ler.
Quando amamos realmente fazemos da felicidade do outro a nossa própria felicidade.
Em se tratando de amor alguns desvios precisam de correção.

Juízo seres viventes (não, ainda, depressivos); pois:

Cuidar do outro não é:

• Sofrer com e pelo objeto do nosso amor.
• Interferir na sua vida.
• Tentar a todo custo modificá-lo segundo nossas conveniências do momento.
• Tentar controlar-lhe a vida.
• Executar a tarefa dos que amamos.
• Superproteger as pessoas que são o alvo de nossas intenções de amar.

A ÉTICA DO AMOR LIBERTA

O amor é a própria liberdade.
Amar é ser livre. Mas, para nós seres quase pensantes; principalmente amar é libertar, cortar as amarras que nos prendem aos outros. Daí, um importante avanço na arte de amar é treinar o perdão incondicional; seguido do trabalho incondicional em prol da felicidade do outro.
Só ama quem já é seguro de si mesmo, sabe o que quer e como querer, conhece seus direitos e não desconhece suas obrigações.

Nada de aumentar o estresse ao descobrir a verdade que nos libertará como disse o mestre dos nossos mestres na atual fase de evolução planetária: Jesus.

Maturidade; ou colher o fruto na hora certa para desfrutar do amor Divino, também precisa dentre outras coisas: trabalho e paciência (a ciência da paz).

AMOR É MATURIDADE

O instinto é o amor primário. Quando já se principia a conhecer o amor tem inicio o processo da maturidade evolutiva do ser; que é diferente da maturidade ou idade cronológica.
A capacidade de amar de um indivíduo é proporcional à maturidade que já conquistou.

A maturidade do amor tem várias facetas que se desenvolvem assimetricamente na maior parte das pessoas. Avança em algumas e se atrasa em outras.

• O amor e a maturidade intelectual: um ser que não estuda; não busca aprender não consegue amar, simplesmente por desconhecer o que seja o amor.
• O amor e a maturidade emocional: uma pessoa que não desenvolve sua soberania emocional desconhece a arte de amar ou de respeitar e cuidar do objeto de seu amor.
• O amor e a maturidade afetiva: o amor é uma energia que necessita fluir; expressar-se; manifestar-se; por isso, é preciso demonstrar às pessoas que elas são amadas.
• O amor e a maturidade social: uma pessoa que não recuperou a própria identidade; que não sabe quem somos nem quem é ela própria; que não exige seus direitos, nem cumpre com suas obrigações é pobre em amor.
• Adquirir cidadania cósmica: e exercê-la é um ato de amor. Lutar pelos direitos do próximo, a favor da causa da justiça ir além da simples cidadania é tornar-se um verdadeiro homem público.
• O amor e a maturidade religiosa: as duas leis de amor que regem a conexão humana, “amar a Deus sobre todas as coisas” e “ao próximo como a ti mesmo” necessitam de maturidade e compreensão. Por exemplo, amar a Deus não é tornar-se um preguiçoso reclamante ou um pedinte da misericórdia Divina. Para amar a Deus é preciso estudá-lo e compreendê-lo. Para amar ao próximo é preciso aceitá-lo como individualidade e proporcionar-lhe todos os meios para que se liberte de suas dores e dificuldades. A mesma coisa vale para desenvolver o amor a nós mesmos.

Discorrer sobre a ética do amor pode levar a eternidade conforme a compreendemos hoje.

Sabedor que nessa fase não haverá mais tempo para divagar sobre a vida e seus valores englobei muitos tópicos que merecem dias e dias de reflexão.

Reservo para daqui a alguns dias o resultado precário de minhas reflexões a respeito do que me disse uma grande amiga espiritual;
Após conhecermos parte da verdade; com a consciência mais ampliada: amar sem ser amado; é falta de ética.

Pirei – quando sarar ou melhorar; dou notícias a respeito do assunto - neste ou num dos outros blogs que tento manter vivos.

SOCORRO! - AÍ MEU DEUS ME AJUDE!

Tenho recebido solicitações para abordar aspectos da influência espiritual em nossa saúde e nas lides do cotidiano; seja pelo lado negativo ou positivo. Estamos sobrecarregados, esgotados em muitos aspectos - é inegável que estamos lidando com muitas situações ao mesmo tempo; e nem sempre lidamos bem com elas; além disso, é a nossa cara transformar ocorrências simples em problemas – Daí, que na nossa visão de mundo é mais cômodo buscar um atalho pedindo ajuda divina.

Cada um pede adjutório segundo sua visão de mundo e sistema de crenças.

Aí meu Deus me ajuda!
Meu São Benedito!
Meu paizinho, minha mãezinha!

Anjos de guarda, guias, orixás, espíritos afins e outras entidades, sempre desempenharam na mente humana uma sensação de proteção. Claro que isso sempre foi útil; tanto em ocorrência verdadeira quanto imaginária; pois, a intercessão de seres situados em 4D para ajudar as que se encontram em 3D é real – noutras vezes, tudo se resolve pelo simples conforto que sossega a mente e, facilita escolhas que conduzem á solução; na maioria dos casos, as coisas se resolvem por si só, com a ajuda do tempo – e essa situação, é a mais comum na solução de nossos problemas – alguns chamam essa postura de “a mão de Deus”; quando nada pode ser feito, entregamos o problema na “mão de Deus”; ou ao mão do tempo; ás vezes; preguiçosamente...
Mesmo bancando o São Tomé á moda espanhola em final de copa do mundo: “não creio em bruxas; mas que elas existem, existem”. Não importa nossas convicções religiosas ou não - nós já sentimos em alguma fase desta dura vida em 3D um sentimento que alguém ou algo próximo numa dimensão além desta nos ajudando; a passar por um momento complicado. Ou tentando nos atrapalhar seja de forma direta ou indireta.
Nem tanto lá nem tanto cá:
Por descuido e falta de consciência das verdades físicas da existência; nós buscamos culpados externos para nossa falta de qualidade pessoal. Já colocamos em outros escritos que somos tal e qual uma estação de rádio ou de TV – espalhamos ao universo quem somos nós; nossa qualidade pessoal ou a falta dela - nosso pensar, sentir e agir cria um campo magnético e por um mecanismo semelhante á sintonia, nós atraímos pessoas e situações - Exemplo, um sujeito extremamente apressado, cria um campo magnético que facilita e atrai a demora, os contratempos – claro que, ele vai buscar culpados externos – e se não os identifica em 3D; logo começa a buscar ocorrências espirituais e até a achar que está macumbado ou que Deus o esqueceu e abandonou.
Mesmo descrentes; em momentos angustiantes ou difíceis; nós sentimos uma força retirada não se sabe de onde; para superar determinados obstáculos que se apresentam no dia a dia – e que nos parecem insuperáveis naquele momento.
Segundo o sistema de crenças de cada grupo; o culto a estes seres também é uma tradição que passa de geração em geração. É a vela de sete dias acesa para fortalecer e firmar o anjo da guarda - é um presente para algumas entidades deixado nas matas, cachoeiras e no mar - é a oração ou o ritual oferecido ao espírito protetor – alguns falam diretamente com Deus; outros com santos.
Se com fé em algo superior; em certas ocasiões a vida já está difícil, o fardo está muito pesado; sem ela fica pior. Esta ligação com outra dimensão sempre nos enche de força para enfrentar o que vier pela frente no dia a dia; além disso, é confortador.
Cada qual segundo suas predisposições e visão de mundo - muitas vezes, alguns sentem até mesmo a presença de uma entidade perto, confortando, ajudando a gente enxugar nossas lágrimas e reagir. Sejam antepassados, familiares falecidos, que sempre estão dispostos a dar uma força nesta caminhada aqui na Terra; ou até seres elementais e guias ou mentores.
Realidade ou ilusão?
Tanto faz; pois, o que importa é que estas sensações são fortes.
Somente quem já passou por estas situações de alívio e de força sabe do que estou falando. Justamente naquele momento em que tudo está contrário às expectativas, e, do nada, alguma coisa parece nos salvar. Sentimos que existe uma força maior nos protegendo, nos resguardando do pior; e nos libertando das “macumbas cósmicas”; criadas por nós mesmos através das “entregas” aos vícios; á preguiça; ao ego desajuizado; ao excesso de amor próprio.
O conjunto de sinais que revela a proteção espiritual não é uma mera ilusão da nossa cabeça em busca de força; mas, é a vida a nos dizer que o contato com o Divino nos guarda e nos protege sempre; fazendo-nos caminhar com passos fortes e firmes em busca de nossa evolução. Basta acreditar? – Se fosse assim tão fácil, não teria graça; é preciso aprender com as vivências para desenvolver a fé inabalável e colocá-la a nosso serviço para evitar problemas e não apenas para resolvê-los – é urgente desenvolver um sistema de fé que resista ás indagações da inteligência, do raciocínio crítico.
Nestes anos de atividade profissional tenho acumulado experiências a respeito de situações; para mim antes inexplicáveis; mas, que hoje lido bem melhor, aprendo e repasso. Desde problemas complexos e graves de obsessão espiritual; a coisas simples; como o velho, e eficaz “benzimento” para resolver o problema de crianças com pesadelos e irritabilidade inexplicável. Não me acanho de pedir á mãe da criança que se torna irritadiça do dia para a noite - sofre, e faz a família sofrer, de noites mal dormidas, devido a pesadelos e medos inexplicáveis; mesmo com o tratamento correto; que leve a criança para benzer – pena que os antigos benzedores estão em extinção – aqui mesmo em SBC havia um “famoso na cidade” (claro que pela sua eficiência) que ajudou milhares de crianças e suas famílias a dormirem melhor e a se tornarem mais saudáveis – “Seu Ângelo” (que Deus o tenha! – como ele gostava de dizer). Uma dica: tenho descoberto que na maioria das famílias há benzedores; alguns até sem que o saibam de forma explícita; funcionam de forma não consciente.
Claro que em alguns casos, dependendo do sistema de crenças da família, esse tipo de recomendação é inviável; daí, a melhor postura é entregar o problema da criança na “mão de Deus” – mas, eu tenho me defrontado com conflitos íntimos – coisas meio bestas, como: que culpa essa criança tem da visão de mundo de seus pais. Ao longo do tempo de prática eu descobri que boas intenções e amigos espirituais podem ajudar muito mais do que se pode imaginar – e, sem que fique explícito; a criança ou até mesmo o paciente adulto melhora – Tenho me aventurado e aperfeiçoado o sistema, pedindo e orando; na forma de meditação (meu jeitão; pois, não consigo guardar letras de orações, mantras, etc.) – A cada dia mais me convenço que nosso pensar correto (alinhado ás leis da vida e do amor) é capaz de verdadeiros milagres – daí que, transformei meu consultório no meu refúgio espiritual; onde mais me vigio e “espanco” os maus pensamentos e atitudes (se me for permitido; meu sonho de passar de 3D para 4D será lá; atendendo, compartilhando com algum paciente a arte de aprender a viver) – em outros locais (exceto onde me dedico a aprender a auxiliar sem receber nada em troca) sou um zero á esquerda; complicado, atrapalhado, problemático.
Noutros casos de obsessão espiritual muito complicada e grave; quando “sinto” (apenas sinto as energias e intuo – não sou dotado de atributos espirituais) que o problema é delicado, aprendi a “ficar na minha” – se possível, tento negociar uma trégua; tudo mentalmente baseado no respeito ás dores de cada um dos envolvidos; pois, cada um com seus problemas – tal e qual na briga de marido e mulher; não meta a colher - numa disputa obsessiva não há vítimas nem algozes; todos têm suas razões e ninguém as tem. Sejamos apenas pacificadores (negociadores); se possível, compartilhando a amplificação da própria consciência.
Na dúvida sobre o que fazer: apenas ame, respeite, exemplifique.
Voltaremos ao assunto, avaliando casos práticos do dia a dia – caso haja interesse dos leitores e as circunstâncias permitam.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O PAPEL DA SEXUALIDADE APRESENTADO NO COTIDIANO DA TV E DA VIDA

Durante os próximos tempos não se falará em outra coisa no país, senão, no possível crime, que envolve uma pessoa publica do meio futebolístico. O motivo aparente é sexualidade sem a contrapartida da ética e da fisiologia cósmica.
Noutros grupos, outras tragédias menores ou maiores ocorrem: cenas de ciúme; tentativas de destruir trabalhos fantásticos de ajuda ao próximo; famílias em polvorosa – tudo em nome de um inexplicável sentimento de amor.

Sexo com finalidades mal compreendidas:
Essa não é uma encrenca da atualidade; pois, não é de hoje que o uso da sexualidade sem amor e, em conseqüência, sem ética traz graves problemas para nós; explícitos e explorados pela mídia ou causando distúrbios entre quatro paredes, no recesso dos lares, nas atividades de trabalho, nos labores sem pecúlio como ONGs e afins.

A energia sexual é força de potencial imenso no progresso humano. Quando em equilíbrio revigora, harmoniza, impulsiona, dá vida, desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o aprendizado.
Mas, nada no progresso evolutivo deixa de ter seu preço:

SEXUALIDADE MAL CONDUZIDA GERA DOENÇAS E CRIMES.
Quando em desequilíbrio: descarrega energias, gerando uma sensação de cansaço extremo – tipo: não agüento mais; enlouquece, levando a pessoa a cometer todo tipo de crime - aprisiona tanto na cadeia da consciência quanto nas penitenciárias da vida; exacerba o egoísmo e o orgulho – pois, nessas condições não ocorre troca; usa - se ou possui-se; vende-se ou troca-se; o que gera débitos a serem corrigidos futuramente; pois, no Game Love, quando um dos competidores ganha; e o outro perde; o jogo nunca termina – pior ainda quando se envolve outros jogadores que se originam dessa interação: filhos.

Como efeito colateral do livre arbítrio, nós somos capazes de desviar e viciar instintos que levaram milhões de anos em desenvolvimento.
E não apenas quanto ao uso da sexualidade; nós teimamos também em viciar a fisiologia metabólica; pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência).
Matamos por esporte ou lazer.
Usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos.
E os que pagam de qualquer forma para fazer sexo; se prostituem.

No caso em estudo que rola na mídia; as pessoas que pagam o preço do sucesso não acompanhado de uma educação adequada, como os jogadores de futebol; eles sofrem o assédio das populares “marias chuteira” que investem numa gravidez capaz de gerar uma gorda aposentadoria financeira, usando um filho como moeda de troca. Claro que há todo tipo de jogadores e de marias chuteira; nem sempre a coisa termina tão mal; depende do passado de cada um e de todos os, hoje, envolvidos.

Energia sexual:
Um recurso tão poderoso na mão de crianças em evolução; sem dúvida poderia tornar-se um brinquedo perigoso. Daí, o uso dessas energias, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui vida após vida, nas tendências inatas para adoecer; e, é um dos principais veículos detonadores de violências, traições, assassinatos, suicídios; o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação. Quando assistimos na TV ás notícias com esse conteúdo; fazemos nossos julgamentos e nos esquecemos que além das penalidades que a precária justiça em 3D pode oferecer, o desdobramento dessas situações pode transformar-se em romances a serem lidos por pessoas de um longínquo futuro.

Sexo:
Uma das matérias mais difíceis da evolução humana; quem a dominar, segue...
O mau uso do sexo como veículo de promoção social, comercial, artística e cultural, com graves e imprevisíveis conseqüências para o desenvolvimento pessoal e coletivo, é bem antigo – e hoje, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano e das novelas, as ocorrências dos prazeres sexuais, dos amores descontrolados, traições, vinganças, morte.

Nessa condição egoísta de sexualidade, um dos parceiros seqüestra a vitalidade emocional do outro ou ambos se exploram reciprocamente, caindo em exaustão.
No entanto, a problemática tão explorada pela mídia televisiva, é bem antiga; pois, nós estamos sempre insatisfeitos, e século após século a ilusão do prazer sexual pelo simples prazer, nos traz inúmeros sofrimentos; já que, sem o amor que lhe dá harmonia, ele é como um sonho e; quem faz uso do sexo dessa forma, sempre acorda dele insatisfeito; é preciso cautela, pois confundimos cobiçar o corpo, a companhia, as sensações, com o verdadeiro amor; o sexo é o caminho, não o fim... Caso contrário ele se torna traiçoeiro.

Freud tinha mais razão nas suas conjecturas do que podemos imaginar: boa parte das nossas doenças de todos os tipos; tem um fundo sexual.

No War Game, um dos desvios do Game Love:
Nada fica de graça para cada um dos envolvidos.
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio do centro de força genésico é devastador; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico; e deixando terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis.

Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no corpo astral; reaparecendo no próximo organismo físico, como malformações, esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta, viciações, impulsos, taras, desequilíbrio sentimental, pobreza de sentimentos, aversão ao sexo, emoções primárias exacerbadas e dominantes ou perversão dos instintos; e permanece experiência em 3D após experiência em 3D até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo em aprender a amar; muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem.

Na sexualidade em desalinho; busca-se apenas a satisfação de desejos e necessidades próprios; sem interesse real na outra pessoa; trata-se de uma descarga energética, que pode ser lesiva; quando ilude e busca vantagens: posição social, fortuna, presentes; torna-se algo comercial que logo conduz à busca insaciável de novos parceiros, atrás de uma satisfação inatingível; tal e qual o desvio do compulsivo que come sem ter forme. Essa forma de uso da sexualidade tem como fator moderador as doenças sexualmente transmissíveis; de curto, médio e longo prazo: gonorréia, sífilis, aids..., vida após vida – além disso, quando envolve triângulos, quadriláteros e poliedros amorosos; a encrenca é bem maior...

ORIGEM DOS DESVIOS DA SEXUALIDADE.
A maior parte das causas dos problemas do presente se encontra no passado; a extensão deles é proporcional à reincidência; óbvio.
A sexualidade quando mal usada possibilita desequilíbrios íntimos e de relações. Exemplo: alguém desperta noutro a paixão pela sedução com o objetivo de conquista apenas; e, ao conseguir o intento afasta-se, assim pensa; grande engano, pois o conquistado mantém-se vinculado ao conquistador, de acordo com a intensidade do sentimento envolvido; despertar a paixão em outra pessoa representa perigo, pois ela e o ódio transformam-se um no outro com extrema rapidez; já que a energia é a mesma, apenas a freqüência vibratória é que é diferente.

Estamos sempre interligados e, muito desconforto e mal-estar decorrem desses vínculos energéticos que criamos de forma descuidada; estimulados muitas vezes pela simples aparência física; é preciso juízo - pois, por trás de um corpo atlético ou escultural pode ocultar-se uma personalidade em desalinho e; podemos criar ligações perigosas que envolvem tanto pessoas em 3D quanto outras em 4D (obsessão espiritual).
Muitos relatos de aventuras amorosas, como o atual do noticiário da TV, e que se transformam em pesadelos capazes de produzir mortes, assassinatos, suicídios ou somatizações, são relatados todos os dias.

Com quem e de que forma vamos interagir com sexo, pode tornar a existência num céu ou num inferno.

Vale a pena avaliarmos com freqüência como estamos usando nossa sexualidade; para evitarmos sofrimentos desnecessários.

E para isso, basta responder a simples questões: de que forma uso a sexualidade? Com que objetivos? Como ela interfere nas outras pessoas?

Exemplo: alguém vivendo a prova da beleza física é seduzida pelo ganho financeiro, vaidade ou sensação de poder e; aceita ser fotografada em posições sensuais e eróticas; ela ainda não faz idéia do tipo de vínculos energéticos que assumiu ao ficar exposta à ação de formas - pensamento de milhares de pessoas com problemas psíquicos e afetivos; e que; durante seus devaneios sexuais ou masturbação submetem-na a ações que envolvem energia sexual em pensamento, ou seja, de forma real; e não fictícia; pois, a física quântica já prova que “forma – pensamento” é energia real que, cedo ou tarde, encontra quem lhe deu origem; e encontrando falhas em seu caráter influenciam seu psiquismo e saúde.

Esperamos que o amigo ou a amiga, um dia, não seja a notícia da hora do noticiário das seis, das sete, das oito ou do fim de noitada televisiva.

Solução?
Convidamos os amigos leitores do bloog a acompanharem outros artigos relacionados ao assunto nos nossos outros bloogs:
ME ENGANA QUE EU GOSTO
http://menganaquegosto.blogspot.com

A ARTE DA BOA MORTE
http://artedaboamorte.blogspot.com


EDUCAR PARA UM MUNDO NOVO
http://educarparaummundonovo.blogspot.com

Amar é recriar a própria vida (09/07)

SAÚDE OU DOENÇA; A ESCOLHA É SUA
http://saudeoudoenca.blogspot.com

Doenças da ética de não sabermos amar a nós mesmos (09/07)

RH DO FUTURO
http://reengenhariahumana.blogspot.com

JOGOS DE AMOR
http://jogosdeamore.blogspot.com

Amor Doentio

PEQUENOS DESCUIDOS: GRANDES PROBLEMAS
http://pequenosdescuidosgrandesproblemas.blogspot.com

CONSTRUINDO A FAMÍLIA DO FUTURO
http://construindoafamiliadofuturo.blogspot.com

A qualidade do amor

QUEM AMA CUIDA
http://adietacomorecursopedagogico.blogspot.com

A REFORMA ÍNTIMA COMEÇA NO BERÇO
http://areformaintimacomecanoberco.blogspot.com

Na medida em que julgardes; sereis julgados avisou o grande Mestre Jesus.

Tentando seguir seus Divinos conselhos; nós pedimos ao amigo leitor que, tente meditar e enviar pensamentos positivos para os envolvidos nessa novela kármica; pois, por motivos que desconhecemos, hoje, eles estão expostos nas suas dores e aflições – mas, nenhum de nós está a salvo de cometer erros tão grotescos quanto este; talvez os mais problemáticos sejam os que levaremos para o outro lado da vida.

Na dúvida sobre o que fazer; tentemos amar; mesmo que ainda seja do nosso desastrado jeito...

CONTEM CONOSCO TODOS OS QUE SE ATRAPALHAREM NA ARTE DE AMAR - VAMOS DIVIDIR NOSSAS DÚVIDAS E SOFRER PARA APRENDERMOS JUNTOS.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

COMIDA X ALIMENTO X VÍCIO

Conforme colocamos no artigo anterior:
A importância da dieta na saúde e na qualidade de vida das pessoas é inquestionável. Qualquer produto que apresente risco á integridade e saúde do cidadão; deve vir acompanhado de alerta; especialmente os produtos vendidos a crianças; tanto faz que seja remédio, droga, bebida, fumo, comida.
Especialmente pelo alarde que algumas empresas fazem de defensoras da boa alimentação e saúde das crianças; segundo o ponto de vista da ética; causa estranheza a reação da entidade que representa a indústria da alimentação contra determinação da Anvisa; conforme podemos observar na notícia abaixo:
Associação das Indústrias da Alimentação recorrerá contra obrigatoriedade de alertas sobre os riscos à saúde
admin
comunicação, saúde
[Envie este texto por Email]

1tweetretweet
A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) informou, em nota oficial, que irá recorrer à Justiça contra a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que obriga as empresas do setor a colocar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo de alimentos com alta quantidade de açúcar, gordura e sódio.
A associação argumenta que a medida da Anvisa apresenta “impropriedades constitucionais e técnicas”. Uma delas, segundo a Abia, é de que alimentos e bebidas não alcoólicas não integram a lista de produtos que devem ter advertência definida pela Constituição Federal – que inclui, tabaco, remédios e agrotóxicos.

De acordo com a associação, a agência extrapolou suas competências ao editar a resolução, pois a publicidade deve ser regulamentada por força de lei federal. A associação considera as novas regras ineficazes, pois não irão inibir o consumo excessivo de alimentos que tragam riscos à saúde, já “que é muito mais reflexo dos hábitos alimentares da população do que da composição dos produtos industrializados”.
“Com esse ato inócuo e unilateral, a Anvisa compromete, em certa medida, o diálogo estabelecido entre o setor de alimentos e o governo para a busca de ações conjuntas em prol do consumidor e da sociedade”, afirma a Abia, que representa mais de 70% do setor.
A nova resolução da Anvisa, publicada no dia 29/6, prevê que as empresas de alimentos e bebidas, agências de publicidade e veículos de comunicação deverão apresentar alertas nas propagandas sobre os riscos à saúde do consumo excessivo de produtos com grande quantidade de açúcar, gordura saturada ou trans e sódio.
Os fabricantes têm seis meses para se adequar às novas regras. Quem descumprir as exigências sofrerá sanções – desde notificação, interdição a pagamento de multa, que poderá variar de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
Reportagem de Carolina Pimentel, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 01/07/2010
Como intenções escusas disfarçadas de verdades, meias mentiras e mentiras por inteiro estão sujeitas á aceleração a que está submetida a lei de causa e efeito:
NADA MAIS SERÁ COMO ANTESOs hábitos alimentares de um grupo cultural eram lentamente formados; mas, após o advento da tecnologia de informação rápida e quase instantânea, é preciso reavaliar conceitos e valores; dentre eles:
O VÍCIO ALIMENTAR
Sem que os integrantes da ANVISA tenham plena consciência disso (como a maior parte de nós) conceito de droga deve ser reciclado com urgência; pois, há muitos produtos hoje disponíveis no mercado com capacidade de criar dependência física e emocional; dentre eles alguns tipos de comida.
Exemplo: o açúcar vicia e mata lentamente; hoje há milhões de ansiosos dependentes dele que funciona num primeiro estágio como ansiolítico (depois de um susto, lá vem alguém com um copo de água com açúcar e, funciona). Estudos científicos confiáveis e bons livros mostram todos os malefícios que seu consumo traz à saúde como: a diminuição da imunidade (basta observar crianças que apresentam resfriados, amigdalites, otites freqüentes e eliminar da dieta delas o açúcar e os laticínios e, observar depois de alguns meses o resultado). A obesidade e o diabete infantil avançam em proporções alarmantes.
Hoje, problemas do álcool á parte, muitas pessoas não conseguem desenvolver um cotidiano sem bebidas estimulantes como: chá mate, preto, café, pó de guaraná...; a cafeína e a teína, por exemplo, causam dependência química, e é preciso estar alerta; pois, hoje muitos refrigerantes e bebidas consumidas em larga escala possuem apreciáveis quantidades de cafeína em sua composição. Isso, não é vício?
A indústria e seus colaboradores da mídia tentam criar padrões de dieta que induz ao vício.
Ora; tentar encaixar as pessoas em padrões é uma forma de domínio; quando estamos fora dos deles somos rotulados de anormais ou até de doentios. De forma instintiva; muitas pessoas se rebelam contra padrões e sistemas; embora nem sempre o façam de forma inteligente e construtiva. Além da perda da identidade pessoal ao tentarmos sempre nos enquadrar em paradigmas pré – estabelecidos corremos o risco de adoecer ou de cometer desatinos existenciais; e não apenas as crianças são vítimas da pressão de grupo que acompanha esses parâmetros humanos, os adultos infantilizados também se tornam escravos de modismos; muitos deles são não apenas danosos á saúde, mas cada vez tornam-se mais mortais, pois na tentativa de permanecermos no sistema todos os limites de adaptação possíveis foram extrapolados.

Na sua pobreza de argumentos e de ética os representantes da indústria tenta usar o velho chavão:

O QUE TODO MUNDO FAZ
As pessoas comem isso e aquilo; e continuam vivas. Todo mundo come; e se todo mundo come faz bem.
O que a maioria pratica assume ares de um padrão de normalidade; mesmo que seja algo absurdo, o que todo mundo faz justifica-se a si mesmo; e até serve como desculpa para tapar o sol com a peneira frente ás leis; o bom senso, as leis e aplicação da justiça.
Para muitas pessoas, neste momento; isso, não parece tão importante; mas, em se tratando de evolução humana, nós nos colocamos cada vez mais em situação de exclusão; pois, as leis da vida não dependem de pressão de grupo, sistemas de crenças, elas simplesmente existem para que as cumpramos.

Não apenas os que vendem produtos lesivos; mas, também aos que compram:
Preocupados apenas em manter a lucratividade e os ganhos; a pobreza de consciência do que pensamos, sentimos e fazemos nos torna pessoas mentirosas para nós mesmas; e pouco honestas. Repetimos incansavelmente determinadas mentiras: “queria tanto, mas não consigo...”, quando não é mais possível camuflar interesses primários ocultos ou conflitos íntimos e de relações usamos esse mentiroso chavão. Deixar de fumar, por exemplo; se assumo que gosto de fumar e tenho consciência dos riscos que corro; dei o primeiro passo para largar o vício; se uso os mentirosos artifícios de moderação, baixos teores, marcas light vou encurralar-me á frente na aflitiva e deprimente situação: ou larga ou morre.
Os representantes da indústria e os defensores da lucratividade a qualquer preço sempre usam os recursos das:

MEIAS VERDADES
Apenas para satisfazer aos nossos desejos imediatos de sensações, somos pouco honestos ao interpretar conceitos como equilíbrio, comedimento, moderação. Inventamos brincadeiras infantis ao crermos em coisas diet, ligth, beba com moderação, baixos teores.

Para atender aos seus interesses de lucratividade os protagonistas da indústria e da mídia, inventaram:

A CIÊNCIA DO CONSUMO
O conhecimento é relativo e distribuído em toda parte, portanto, as verdades humanas são sempre meias verdades; às vezes honestas e sábias, noutras oportunidades são mentirosas e aproveitadoras.
Em tempos de informação rápida para consumo, a necessidade de filtrar as informações é urgente e vital para a saúde física, mental e para a continuidade da existência.
Futuramente nos alimentaremos do estritamente necessário sem sacrificar qualquer ser vivo usando o que a Natureza amorosamente nos oferece: flores, frutos, sementes, grãos, pólen, mel, água etc. Ao contrário da alimentação que hoje degenera, desequilibra e adoece, a dieta do futuro será formada com alimentos que regeneram, vitalizam e curam ao invés de adoecer. Já principia na atualidade a aplicação do conceito de alimento curativo.

Finalizando:
O que mais nos desagrada nessa fala da ABIA é a prepotência de achar que está fazendo um favor á coletividade ao manter um canal aberto com os organismos governamentais encarregados de zelar pela nossa saúde.
A sociedade já provou ser capaz de se mobilizar quando é preciso...

FAÇA-NOS O FAVOR!
ABIA.

Livros Publicados

Livros Publicados
Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

Pequenos descuidos, grandes problemas

Quem ama cuida

Quem ama cuida

Chegando à casa espírita

Chegando à casa espírita

Saúde ou doença, a escolha é sua

Saúde ou doença, a escolha é sua

A reforma íntima começa no berço

A reforma íntima começa no berço

Educar para um mundo novo

Educar para um mundo novo