quarta-feira, 5 de maio de 2010

CARA DE UM FOCINHO DO OUTRO - NOSSOS IRMÃOS ANIMAIS

Lendo noticia sobre queixas registradas de ataque de cães contra pessoas – seis ao dia - publicada no jornal Diário da Região de SJRP (SP), neste domingo (2/5/10), fiquei preocupado. Esses ataques devem ocorrer em maior número; pois, na maioria dos casos onde as vítimas não apresentam grandes lesões nem é prestada queixa – os principais alvos de ataques costumam ser idosos e crianças; não é raro que ocorram mortes. Está em andamento no senado a aprovação de lei cuja finalidade é responsabilizar os donos dos animais em casos de ataques e extinguir algumas raças mais agressivas, através da esterilização.

Estarão os animais tornando-se mais agressivos?
Aumentou o número de pessoas que adotaram os chamados cães de guarda?
Em virtude do aumento da violência e dos roubos?

Somos especialistas em deturpar conceitos usando quem não pode se defender para projetar nossos distúrbios psicológicos e nossas malformações sociais e de berço. No caso, usamos expressões que não traduzem a verdade com relação aos cães; expressões do tipo: “soltar os cachorros em cima de fulano”(no caso, dizer um monte a essa pessoa – agredi-la) – “Cães de guerra” (para nos referirmos a pessoas agressivas e sem sentimentos), - “Cachorrada” (para exprimir traição), etc.

Minha real preocupação com esta fase em que vivemos, é que o comportamento dos cães espelha o comportamento humano.

Nossas espécies se afetam tão mutuamente no processo evolutivo, que usamos expressões dúbias para exprimir nossa interação: “melhor um cachorro amigo do que um amigo cachorro”.
O animal, no caso o cão, reflete o subconsciente das pessoas com quem convive e até da comunidade a que pertence. De maneira parecida como acontece na própria espécie humana com as crianças nos primeiros anos de vida – nessa fase o subconsciente tem predomínio; ele funciona como um scanner absorvendo as influências do meio ambiente; e até alterando a parte energética do DNA com repercussão no físico – Exemplo, filhos adotivos depois de alguns anos adotam as feições dos novos pais. Vale a mesma coisa para animais; quando colocamos sob nossa guarda um cão, ele adota alguém da família como modelo e o copia de forma subconsciente – volta e meia nos espantamos na rua ao nos depararmos com animais parecidos ao extremo com o dono; do jeitão á forma de andar – e se não nos vigiarmos, vamos dizer: - Nossa, cara de um focinho do outro!

Na relação com os animais temos mais a aprender ou a ensinar?

Depende.
Quem tem um cão em casa, pode simplesmente treiná-lo bem ou mal; ou até “ensinar-lhe” alguma coisa enriquecendo a bagagem subconsciente do animal; mas, acima de tudo pode aprender muito ao utilizá-lo como espelho no processo de descobrir-se a si mesmo; e a entender como funciona sua vida pessoal e familiar.
Há animais mal cuidados (estilo cão sarnento da periferia) e animais bem cuidados; há os até cuidados de forma perdulária como o “cachorro de madame” – Mostre-me seu cão que eu te direi quem és! – podemos incorporar esse mote ao nosso dia a dia – para aprender um pouco sobre quem é aquela pessoa: como pensa, sente, vive, se comporta e quais são seus valores; daí, analise tanto o aspecto quanto o comportamento do seu cão.
Psicólogos logo vão começar a pedir um relatório do veterinário ou para os clientes levarem seu cão ás consultas; pois eles podem dar dicas muito importantes a respeito dos donos – nossos amigos tem mil e uma utilidades.

Ser vivente é um processo contínuo de incorporação de conhecimentos e habilidades e, principalmente de reciclagem da personalidade, e do padrão de atitudes; nessa tarefa o animal pode ser muito útil se usado com consciência.

O assunto é muito vasto e fascinante; mas, vamos nos ater apenas a algumas observações para despertar no leitor a curiosidade pelo assunto – e claro; o respeito pela vida e pelo animal.

Frases como estas deixam expostos seus autores:

Não gosto de animal!
Cabe aí uma reflexão urgente a respeito da afetividade, do senso de doação e de responsabilidade.

Dei meu cão, ele dava muito trabalho!
Forte dica de oportunismo; nenhum ser vivo é descartável.
Sinaliza pobreza de engajamento afetivo. Se estiver prestes a se relacionar com essa pessoa; prepare-se para ficar na mão se precisar de um tipo de ajuda concreta.

Antes que alguém se deprima lendo o bate papo:
Claro que cada raça apresenta comportamentos e características inerentes a ela mesma e diferentes das outras; mas, acima de tudo; assim como cada um de nós, cada animal é um universo particular; com sua própria personalidade, seu jeito de ser, aprender e se comportar; assim como nossos filhos são diferentes; mesmo sendo educados da mesma forma; nenhum dos cães de uma mesma ninhada é igual aos outros.

De modo geral, o que torna um animal agressivo é a agressividade latente ou externada do dono.

Nossos animais também refletem nossos filhos; cães criados ao léu, sem muita atenção e carinho passam a apresentar distúrbios de comportamento - a sorte deles, é que não tem acesso a bebida (tem cachorro chegado numa cervejinha), cigarro, drogas; apenas passam a comer coisas estranhas ou a engordar por ansiedade.

Noutra situação:
Numa mesma casa, animais que não conseguem conviver; pois sempre haverá um dominante; refletem uma família problemática; onde as pessoas vivem em pé de guerra declarada ou camuflada.

Mas também, há casas onde gatos, cães, pássaros convivem em harmonia; pode confiar nos seus habitantes, são pessoas do bem; ecologicamente saudáveis; quase xamãs.

Se seu cão é daqueles sorrateiros que mordem o tornozelo das pessoas ou a perna por trás; chegam assim como quem não quer nada e nhac - vigie sua tendência para ser traíra; evite fazer negócios e tratos até com você mesmo. Se o cachorro de seu colega de trabalho faz isso com você; cuidado.

Claro que é preciso analisar quem foi o modelo que o animal adotou – mas, mesmo cães antes abandonados e maltratados quando recebem amor, respeito, carinho e cuidados decentes; são passíveis de recuperação assombrosa; assim como nós os quase humanos.

É tão visível a influência da personalidade humana nos bichos a ponto de hoje haver cães: que sofrem de carência afetiva doentia; gravidez psicológica; depressão; angústia; pânico; peripake; transtorno bipolar; esquizofrenia; e até personalidade psicopata como a desses que agridem as pessoas.

Seu subconsciente é mais puro; ainda não foi contaminado por intereses. Daí, eles são capazes de ler pensamentos e de sentir as emoções e sentimentos com mais rapidez e intensidade – é fácil comprovar essa habilidade deles – Exemplo, preste atenção como o animal sabe se estás triste ou alegre e até doente sem que manifestes – ele apenas sabe.

Sua linguagem é mais avançada que a nossa; e sem que a maioria das pessoas perceba; eles conversam entre si.
Se aprendermos a linguagem deles conversam conosco.

São dotados de sentidos mais apurados do que os nossos: visão; faro; olfato; sua capacidade de audição é superior á nossa. Teu amigão conhece o ruído do motor do teu carro a quarteirões de distância.
A maioria enxerga e ouve coisas que não vês, como: desencarnados, ETs e elementais. Podem e são úteis em desobsessão; muitos desencarnados tipo “encosto” não sabem que desencarnaram e têm medo deles; aí eles evitam tua casa – por outro lado; se com freqüência os cães te estranham, vai buscar ajuda; pois algum cara do lado de lá pode estar tirando uma da tua cara e provocando os bichos; depois se esconde atrás de você e adivinha quem vai ser atacado?

São curadores por natureza:
Se teu gato começa a se enrolar demais nas tuas pernas; se teu cão não pára de te lamber; melhor fazer uma checagem médica; pois, provavelmente aí vem doença.
Experimenta não levar teu cão para passear depois da primeira vez.
As doenças dos bichos podem despertar algumas famílias mais ligadas para a correção tanto da dieta do bicho quanto para a da própria.

Sua tendência ao desprendimento é notável:
Eles costumam executar uma drenagem de miasmas e energias deletérias; daí que adoecem muitas vezes para livrar a cara dos donos de: câncer; problemas respiratórios; calculo renal; dermatites; hipertensão; insuficiência cardíaca, etc.

Também, como vivem menos do que nós; eles nos avisam através das suas doenças; a respeito das que provavelmente os donos apresentarão; em breve futuro ou mais á frente. Ou até, para se prepararem como cuidadores de familiares e pessoas que sofrerão de doenças parecidas.
Preste atenção nas doenças que seus cães apresentam; do que morrem; e fiquem atentos, pois pode ser um sinal.

Se teu cão amigo está apático, triste, não faz festa quando te vê; pode estar sinalizando que não estás dando atenção a ele como em outros tempos – e, provavelmente também estejas fazendo o mesmo com as pessoas que esperam um pouco da tua atenção; quem sabe de carinho, e até de amor – como costuma ocorrer com as crianças que adoecem seguidamente; quase sempre estão sendo mal nutridas de afeto, atenção e amor.

Há muito a comentar e a desvendar em nossa relação com os animais.

Mas, voltando ao assunto inicial.
Esse aumento do número das ocorrências e da gravidade delas; sinaliza que há necessidade; não apenas penalizar os donos de cachorros que atacam e ferem – Mas de uma profunda reflexão a respeito do nosso comportamento social, psicológico e afetivo; sem que aumente de forma drástica as agressões entre nós.
Nossos colegas de progresso cósmico que compartilham conosco a vida em Gaia; estão nos avisando; e, quem avisa: amigo é.

Quem não gosta de animais não sabe o que está perdendo.

domingo, 2 de maio de 2010

SIDA OU SIDOCA?

domingo, 2 de maio de 2010
CUIDADO COM A DONA SIDA

Dona Sida com S sim senhor – faça o favor!

Ela ficou conhecida como unha e carne com o HIV – e juntos liquidavam com os linfócitos T4 (células CD4); que são os elementos do sistema imunológico que sinalizam ás outras células para a necessidade de proteger o organismo contra vários tipos de agentes invasores (vírus, fungos e bactérias) – morte por infecções secundárias são a principal causa de desencarne de portadores de HIV.

Mas, dona Sida é eclética:

Estamos no http://saudeoudoenca.blogspot.com

Só por hoje.

"ARBEIT MACHT FREI"

Em reposta ao artigo “Ganharás o pão com o suor do teu rosto” meu amigo o Dr. Alfredo Jorge Silva e Souza – neurocirurgião que atua em São José dos Campos e Jacareí (SP); enviou-me a seguinte resposta: arbeit macht frei. Dono de uma inteligência privilegiada ele tem sempre essas tiradas, que levo muitos dias digerindo.
Essa, me fez rever nossa relação esquizofrênica com o trabalho; enquanto comunidade.

Vai saber qual foi a intenção do sujeito ao colocar a placa com a frase em questão – provavelmente não se tratava de “humor negro” nem de piada de mau gosto; no começo de suas atividades o campo de concentração não era ainda um declarado campo de extermínio.
À entrada de Auschwitz I lia-se (e hoje não se lê mais; pois roubaram a placa) as palavras: “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta).
Os prisioneiros do campo saíam para trabalhar durante o dia nas construções do campo, com música de marcha tocada por uma orquestra. (Wikipédia).

Muitas são as possibilidades da leitura dessa verdade cósmica – pois, nossa chegada á condição humana é uma suada conquista.
Cada uma de nossas qualidades foi conquistada passo a passo e a falta delas também. Exemplo: Nossa condição de riqueza ou de pobreza pessoal não veio de graça – Se o amigo não é muito dado ao trabalho nunca peça á Fonte Criadora, paciência; pois, o que receberá de volta? – Problemas, empecilhos, contratempos – ou seja, as ferramentas para conquistar a tão sonhada paciência.

Livrar-se da ignorância que aprisiona e que nos faz viver de esmolas (físicas ou espirituais) também dá trabalho. Como já foi bem dito: “não só de pão vive o homem”. Depois da conquista do livre arbítrio não nos é permitida a condição de vegetar.

Para a maior parte de nós quando se fala em trabalho; o que nos vem á mente é a atividade profissional.
Fica em aberto muitas questões prá lá de vitais para a futura paz individual e social.

O trabalho profissional liberta ou escraviza?

Como não batemos bem da cabeça; tanto liberta quanto escraviza – imaginemos a felicidade do primeiro salário do primeiro emprego – Poder comprar o que quiser (leia-se puder – para não cair na armadilha do crédito) – Em contrapartida; algum tempo depois, o mesmo trabalhador pode tornar-se um estressado e voluntário escravo do trabalho.

Desemprego.
Mesmo sabendo que o trabalho dignifica o homem, permite-se que máquinas e tecnologia gerem milhões de desempregados de forma súbita; sem usar alternativas (que não queiram copiar os campos de concentração – pelo amor de Deus – ninguém quer ser libertado daqui pro lado de lá).
Para não diminuir o lucro, a primeira coisa a fazer é enxugar a folha de pagamentos. Com certeza gente demais e emprego de menos vai dar zebra.

Baixos salários.
Quanto vale meu trabalho?

Falta de capacitação profissional.
Estudar prá que?

Trabalho escravo.
Esqueceram de avisar a alguns setores da economia que a princesa Isabel liberou os escravos (de libertar; esqueceram).

Trabalho infantil.
Ser filho do Jeca Tatu não é fácil não.

Pobreza de ética profissional.
Onde há desprezo pela educação não pode haver qualidade pessoal muito menos profissional. A escola vai ter que dar berço também – será que vai dar certo. Mobral de família?

Vida abaixo da linha de miséria.
Bolsa neles – até que aprendamos a viver com muito pouco e quase nada; conforme diz Emanuel (mentor do Chico Xavier): rico é aquele que tem poucas necessidades. A classe política sem que o saiba nem pretendesse; é uma tremenda alavanca para a evolução espiritual do povo – “Há males que vem para bem” – “Deus escreve certo por linhas tortas” – isso torna a vida apaixonante; mas, menos, menos... Desse jeito ninguém merece!

Trabalho, emprego, salário e sociedade de consumo.

“Arbeit macht frei”...

Amigo! – Dessa, tô fora!
Ser libertado desse jeito – nem morto – nem morto.

sábado, 1 de maio de 2010

NO DIA DO TRABALHO - A BUSCA DA QUALIDADE

Na vida contemporânea algumas frases que se traduzem em slogans da mídia tentam marcar a vida das pessoas na busca da qualidade.

Mas, o que é a tal da qualidade afinal?
De um produto? De pessoas? De razões para viver?

Convidamos os amigos leitores seguidores deste bloog a nos acompanhar nesse tema no RH DO FUTURO – A QUALIDADE HUMANA DO TRABALHADOR – http://reengenhariahumana.blogspot.com

Bom final de semana.

E TU GANHARÁS O PÃO COM O SUOR DO TEU ROSTO – CONSCIÊNCIA DA CONDIÇÃO HUMAMA

VIVA O DIA DO TRABALHO!

Sempre; mas, na sociedade atual, o trabalho é condição quase absoluta; não apenas de qualidade de vida; mas, acima de tudo de continuar vivo como ocorre nos bolsões de pobreza. Outro dia fiquei matutando a respeito do conceito: viver abaixo da linha da pobreza – isso me levou a questionar se, nós já podemos nos considerar seres humanos de fato; pois, o somos por direito.
Permitir a nossos iguais sobreviver dessa forma; é deprimente.
Pode parecer uma afronta ás nossas crenças a possibilidade de muitas pessoas não terem ainda a consciência de serem realmente humanos de verdade; ou o que seja ser um humano.

O amigo já parou para pensar sobre:
Quem somos nós?

Provavelmente você não terá dúvidas que pertence à espécie humana. Embora talvez nunca tenha parado para pensar sobre a importância disso na aqui na Terra.
Exercício.

Enumere as características do que considera um ser humano. Seria possível que muitos que rotulamos de humanos poderiam ser ainda quase?
Segundo nossas verdades, no momento o único animal capaz de filosofar no planeta somos nós – de construir e destruir - Mas, será?

Atenção.

Se, está insatisfeito com o caminho que trilha a humanidade, procura ignorar isso, pois no momento não importa como deveríamos ser, preocupe-se em analisar como nós somos no presente.

O que realmente conta é você.

Apenas analise a sua visão de humanidade e como você se enquadra nela. Qual é a sua forma de participar da vida em sociedade? Reflita e tome consciência, sem julgamentos; pois eles vão conduzi-lo primeiro a culpas, e depois a desculpas e a esconderijos de personalidade. Julgamentos apressados, também podem levá-lo a querer mudanças sem firmeza e clareza, portanto, no momento, não tenha preocupação em mudar nada em você, e muito menos nos outros. Fixe-se no EU SOU – para depois fixar-se no EU FAÇO ALGUMA DIFERENÇA.

Finalidades existenciais.

Definir as reais finalidades do viver é básico no momento de definir valores e objetivos de vida pessoal.
Os fatos nos levam a crer que no momento presente é urgente definir posição – neste universo não há o intermediário; ou você é luz ou sombra.
Para que e para quem vivo? – Minha existência tem algum sentido? Faço alguma diferença se ficar ou se partir? – Para que e para quem? – Quem lucra o que com meu trabalho?
Além disso, somos em teoria seres criativos - Como anda a sua criatividade?
A vida voltada apenas para a satisfação de instintos e preocupada apenas com o próprio umbigo não caracteriza um ser humano pleno; apenas reflete uma consciência primária; tanto faz que seja de primeiro, terceiro ou quarto mundo – Terei assegurado lugar na Gaia dos próximos tempos – onde haverá apenas o mundo dos humanos sem graduação de primeiro, segundo, terceiro?

Consciência da individualidade inserida no coletivo

É relativamente fácil provar que estamos distantes de saber quem somos; e se fazemos alguma diferença perante Gaia, a casa planetária que nos abriga. Basta observar o fenômeno da ansiedade doentia; ele é a comprovação de que não sabemos realmente quem somos nós, e a que viemos na existência. Para onde corremos? Atrás do que? Para chegar á frente de quem?
Atenção:
Pessoas que sofrem de ansiedade doentia estão em débito consigo mesmas

Quem sou eu?

Uma das formas de descobrir é trazer nossas percepções internas e externas para o momento presente. Embora ele pareça acelerado pela multiplicidade das experiências e, gere um tipo de ansiedade que angustia e atrapalha a percepção das vivências em andamento; ainda é possível perceber quem somos nós.
Neste dia do trabalho; quem sou eu frente á minha tarefa profissional?
Para que serve minha profissão?
Que uso faço dela?
Minha empresa é ética? Politicamente correta? Oportunista?
E eu?

Dica.

Tente isolar a opinião dos outros a seu respeito – embora ela possa ser útil para corrigir a distorção de auto – imagem criada pela cultura. Não se baseie apenas em desejos e expectativas realizadas ou não; conhecer-se é muito mais do que isso; então, dê tempo ao tempo.

Para que nossas vivências sejam produtivas é preciso definir quem somos como individualidade.

Vida útil ou inútil é a experiência produtiva que você é capaz de dominar, nem mais nem menos. Portanto não julgue as suas experiências, apenas viva-as; permita que elas fluam, neste instante; analise-as, pratique-as com bom senso para que possa automatizar as corretas.

Quem sou eu?
Poucos já nos capacitamos a responder com clareza e segurança a pergunta. Não julgue se você já poderia ter se capacitado à resposta com serenidade ou não. Isso, não é importante no momento. E para ficar tranqüilo submeta-se à lei da relatividade e da evolução gradual. Defina passo a passo quem é você, e tome cuidado para sempre trabalhar com o conhecimento de hoje na experiência de hoje. Se quiser, crie o hábito de anotar cada nova percepção e experiência íntima para integrá-las umas às outras com mais facilidade, pois nossa memória visual e auditiva deixa muito a desejar, especialmente em tempos acelerados.

Quais são meus objetivos de vida?

É relativamente fácil perceber que todos nós trazemos um potencial inato para um programa de trabalho a ser realizado.

Um conjunto de tendências, predisposições e habilidades boas ou não, corretas ou não; que não mais precisam ser adquiridas; pois, elas já são parte do acervo pessoal – claro que algumas podem ser substituídas; e outras delas; urge que o sejam.

Nossa forma de viver cria nossa marca pessoal perante o Departamento de RH do universo:

Fulano de tal deixou tal marca positiva, fez o possível para as circunstâncias da sua tarefa; foi útil a si e ao coletivo e ao planeta.
Beltrano roubou esperanças; destruiu oportunidades; mal usou os recursos próprios e da sociedade...

Quer queiramos ou não; vamos deixando o rastro de quem somos – nossas pegadas ficarão registradas no livro o tempo, eternamente a mostrar quem fomos.

O que importa é o que somos hoje; não o que fomos ontem...

Minuto a minuto, o conjunto de nossas irradiações vai delimitando e construindo a estrada que podemos trilhar com mais segurança na existência. Nem sempre clara, pois devido a uma série de fatores, boa parte das pessoas está perdida na vida, sem o seu rumo certo. Alguns fatores são intrínsecos a nós mesmos e, outros são externos, resultam do meio e principalmente da família e da educação recebida. Exemplo, os pais ao invés de estudar os filhos de analisar-lhes o gosto, as tendências e de verificar as habilidades estimulando-lhes a tendência natural para que as experiências que vierem a desenvolver sejam dominadas; a família quase sempre para suprir suas próprias carências e frustrações quer determinar, o que, com quem e como os filhos desenvolverão a experiência de viver.

Neste dia do trabalho – cuja importância para nossa evolução pessoal e coletiva supera a maioria dos feriados religiosos e cívicos:

Convidamos o leitor a libertar-se das amarras da educação formal. Analise com calma as possibilidades de experimentar novas formas de exercer sua profissão; para depois aprender; que é o domínio do experimento; é saber como e para que, fazer algo.

Na seqüência: Separe seus objetivos de vida em objetivos de curto, médio e longo prazo.

Qual é minha tarefa de vida?

Estou na profissão correta? No lugar certo? No momento adequado?

A terra está povoada de descontentes quanto às tarefas que executam nas diversas áreas do viver:

Na vida pessoal, familiar ou no trabalho; pois simplesmente fazem o que não gostam.

Ou:
Não quiseram aprender a gostar do que fazem ou com quem compartilham o fazer.

Sua relação potencial/desempenho não foi bem estudada.

A escolha da profissão pode ser um exemplo: imaginemos um garoto que desde pequeno é um exímio negociante, pois sempre leva vantagem nas aquisições, trocas e vendas que faz com os amigos, sem que seja um trapaceiro; ele é um administrador, um empresário nato, mas, por uma série de motivos resolve ou decidiram por ele que deveria fazer medicina; dentro dessa inesperada tarefa de vida para o seu potencial, suas saudáveis tendências e habilidades inatas para a vida comercial e administrativa podem causar problemas para ele ou para outros numa tarefa de vida que não comporta tão bem as relações humanas puramente comerciais.

Alerta.

Ainda não descobriu um propósito para existirmos? E quanto á finalidade de sua existência? – Neste dia de reflexão cósmica - Pense nisso com carinho.

Dica.

Lei do trabalho: nada se consegue sem esforço; “Ganharás teu pão com o suor do teu rosto”... Disse o mestre.
Intimamente relacionado com a experiência de viver como pessoa, está o conceito de exercitar o controle das boas experiências para poder manejá-las e, evitar o risco de causar graves e danosos acidentes evolutivos – Não almeje trabalhar apenas para te aposentar. Não usufruas de direitos espúrios adquiridos por outros; pois, na Nova Gaia não haverá castas nem apaniguados.

Exercício.

A partir do momento em que despertamos para a necessidade de nos conscientizarmos de nossa tarefa de vida, basta uma apurada verificação das nossas tendências, habilidades e predisposições associado ao estudo das ocorrências e experiências já vividas para fornecer um esboço e roteiro do projeto de vida de cada um de nós.

Mas, amigo:
Anote tudo.
Sem estresse, pois no momento, importa apenas descobrir a tarefa, certificar-se dela sem julgamentos críticos, nem deverias. Relax; numa fase posterior é que devemos buscar recursos para executar as mudanças que nos pareçam mais urgentes.

Hoje é dia de curtir um feriado “magro”; pois caiu num sabadão que para muitos já é dia natural de coçar. (não queira cobrar hora extra de coçação – vê lá – sem abusos.

Mais assuntos correlatos ao dia do trabalho vamos colocar no nosso bloog: RH do futuro. – se quiser acesse.

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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