LOUCOS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!
Será?
A idéia de que curas são vendidas como sabonete assumiu ares de verdade e fixou-se; hoje é real. Buscamos a cura como se procuram mercadorias num mercado; não queremos nos curar queremos ser curados não importa de que forma e a que preço, muito menos nós medimos conseqüências.
A cura como necessidade de mudanças definitivas na forma de pensar, sentir e agir, de reformular hábitos e eliminar vícios prazerosos é evitada, pois, às vezes exige decisões contundentes na maneira de escolher, separar, avaliar (sanidade mental).
O resultado é que esse tipo de busca não representa uma decisão séria de cura da nossa parte; uma opção verdadeira entre diferentes meios de vida; pois, enquanto alguém achar que pode comprar saúde; outro pensará ser capaz de vender cura; Pior, outros mais espertos tentarão intermediá-la. O seguro saúde ou convênio, hoje, determina quanto será pago pela “cura” e o que será coberto ou não pelo contrato; ou seja, o contratante pode tratar-se apenas com procedimentos simples, caso contrário: caixão.
De forma quase esquizofrênica os estudantes de medicina são “forçados a entender a profissão como o paladino da vida e da saúde – irão tornar-se senhores da vida e da morte. Porém, na prática, não é bem assim. Claro, pois, nada resolve tudo e, a medicina e o método científico não são exceções à regra. Quando totalmente atrelada à razão científica ela é neutra quanto a fins, e irremediavelmente, incapaz de responder à questão de como viver, para que viver - Ora, parece que viver, é apostar na liberdade de pensar e escolher.
A metodologia científica, não nos diz como usar essa liberdade e o que fazer de nossas vidas. Qualquer ato de escolha, por mais simples que seja, ultrapassa a esfera de competência da ciência. Então, a saúde ou a doença passa a ser principalmente questão de filosofia de vida; é uma escolha como outra qualquer, envolve todos os nossos sentidos e capacidades, nem sorte, nem azar, nem destino. Simples: Opção feita; aguardem-se as conseqüências. Somos seres insaciáveis; acreditamos que a vida existe apenas para nos dar prazer e, na ânsia de aproveitá-la, corremos para os braços da morte. Existe um apetite desgovernado por sensações e, a nossa capacidade de assimilá-las e integrá-las a um projeto de vida que faça sentido, ainda é minúscula, daí, a necessidade e a importância da doença, que regula a seletividade natural do uso do livre-arbítrio.
Será que a doença tem funções positivas? – Isso, é muito doido!
Durante nosso bate papo é possível que o leitor veja a doença com outros olhos e conclua que: Doença tem finalidade, sim.
Será possível dizer que a medicina, enquanto conjunto de conhecimentos e ações tem nuances de comportamento esquizofrênico; e “contamina” as pessoas comuns? – Será que esquizofrenia pega?
Não é totalmente descabida essa suposição; pois a ciência médica da atualidade leva as pessoas e os próprios profissionais a uma relativa perda de contato com a realidade a respeito da saúde, doença e cura. Lógico que esse comportamento cause uma disfunção social crônica ao gerar medo e o temor de perseguição de agentes mórbidos (epidemias, pandemias, etc).
Vamos usar para ilustrar nossos comentários, as definições do pt.wikipédia.org/Esquizofrenia.
“A esquizofrenia é uma doença funcional do cérebro que se caracteriza essencialmente por uma fragmentação da estrutura básica dos processos de pensamento, acompanhada pela dificuldade em estabelecer a distinção entre experiências internas e externas. Embora primariamente uma doença que afeta os processos cognitivos[de conhecimento], os seus efeitos repercutem-se também no comportamento e nas emoções. (1)
Estes podem ser divididos em duas grandes categorias: sintomas positivos e negativos.
[editar] Sintomas positivos
Os sintomas positivos estão presentes com maior visibilidade na fase aguda da doença e são as perturbações mentais "muito fora" do normal, como que “acrescentadas” às funções psicológicas do indivíduo. Entende-se como sintomas positivos os delírios — ideias delirantes, pensamentos irreais, “ideias individuais do doente que não são partilhadas por um grande grupo”[2], por exemplo, um indivíduo que acha que está a ser perseguido pela polícia secreta, e acha que é o responsável pelas guerras do mundo; as alucinações, percepções irreais – ouvir, ver, saborear, cheirar ou sentir algo irreal, sendo mais frequente as alucinações auditivo-visuais; pensamento e discurso desorganizado, elaborar frases sem qualquer sentido ou inventar palavras; alterações do comportamento, ansiedade, impulsos, agressividade. (2)
[editar] Sintomas negativos
Os sintomas negativos são o resultado da perda ou diminuição das capacidades mentais, ”acompanham a evolução da doença e refletem um estado deficitário ao nível da motivação, das emoções, do discurso, do pensamento e das relações interpessoais”[2], como a falta de vontade ou de iniciativa; isolamento social; apatia; indiferença emocional; pobreza do pensamento. (3)
Estes sinais não se manifestam todos no indivíduo esquizofrénico. Algumas pessoas vêem-se mais afetadas do que outras, podendo muitas vezes ser incompatível com uma vida normal. A doença pode aparecer e desaparecer em ciclos de recidivas e remissões. (4)
Sabe-se atualmente que não existe uma única causa, mas sim várias que concorrem entre si para o seu aparecimento, sendo muitas as teorias que surgiram para explicar esta doença...”. (5)
Só para descontrair – Saindo da rotina - Parando para pensar; num dos raros momentos de lucidez que o dia a dia, permite, a alguns.
Nossas elucubrações mentais, vulgo comentários:
Comentário (1).
O cérebro, como analogia de nosso bate papo, seria a ciência médica que se fragmentou em dezenas de especialidades. No caso, o comportamento esquizóide: não há interesse em saber quem é aquela pessoa, o que a levou a adoecer, claro que os motivos são muitos; alguns são genéticos; estão no DNA da ciência médica (bibliografia); outros são confessáveis; muitos não...
Do lado dos esquizofrênicos com traços de neurose, estão os incontáveis “pacientes” tratados por vários especialistas ao mesmo tempo. A vida de muitos é coisa de doido – não sabemos mais o que é nosso (pensar, sentir e agir) do que é efeito colateral de medicamentos receitados pelo cardiologista, pelo ortopedista especialista em dedão do pé esquerdo, pelo gastro para dar suporte, pelo psiquiatra, etc. Quem falou? Quem pensou? Quem disse? – Fui eu; ou a interferência do efeito colateral do remédio de pressão que interagiu com o acidulante F5 do suco que bebo todo dia, que deu um salto quântico no spin do elétron do remédio que tomei para a dor de cabeça de algumas horas atrás?
- Senhor Juiz; não fui eu que matei minha sogra em sã consciência foi o tamiflu que me induziu – Sou imputável! – A culpa é do puto do médico que me mandou (obrigou?) a tomar – (Rss; não contavam com minha astúcia – sou o louco mais sã deste hospício).
Comentário (2).
Essa é a melhor parte, somente a ciência formal ou oficial para achar sintomas positivos no delírio. Mas, adoro quando surto dessa forma; tenho sonhos de mudar o mundo e ficar rico, bonito, poderoso; mesmo não sendo político ou FP (tenho sonhos delirantes de prestar um concurso (passar sem precisar tomar ritalina) e colocar o burro na sombra para sempre), nem morando em Brasília; adoro quando minha água do bebedouro tem gosto e cheiro de champanhe. Mas, quando volto á realidade, ás vezes, uso a receita do colírio alucinógeno do “macaco Simão” – para ver o mundo com os olhos cor de rosa do companheiro.
Será que temos conserto? – Talvez; pois, dia destes, um maluco teve um sonho delirante de engravidar o mundo, tornou-se um papa da fertilização e deu no que deu; quando voltou ao mundo real: deu no que deu: em nada; pois, no hospício todos são loucos ás vezes, lúcidos; mas, nos sonhos...
Ah! – Ia me esquecendo; quase delirei; segundo os loucos de plantão: há delírios transitórios e delírios permanentes; delírios positivos e negativos – Será que até os delírios esquizóides são bipolares?
Comentário (3)
Essa, segundo a ciência oficial, é a pior parte dos que estão em delírio: a dos pacientes, cobaias, eleitores, contribuintes compulsórios, compradores de serviços, consumidores, fiéis de religiões, etc.
Quem está nessa fase do delírio do progresso e do mundo da tecnologia está na depressão do gráfico delirante; talvez precise ir até o fundo do poço para dar um upgrade delirante e quem sabe ultrapassar a camada energética das camisas de força (ciência, religião, remédios, cultura..) para atingir a sanidade.
Comentário (4)
Claro que há loucos e loucos; alguns já experimentaram a droga da hora: “Pensar”, do laboratório “Refletir”, receitado por muitos psiquiatras da humanidade: Sócrates, Buda, Jesus, etc.
Comentário Final.
Estão mandando (eles, você sabe quem!) eu calar a boca – estou causando no hospício – Meu castigo: ficar em frente do espelho e perguntar duzentas vezes: Espelho, espelho meu; existe alguém mais louco do que eu?
Mas, como louco do bem que precisa pagar sua internação neste hospício chamado Terra; peço ao “colega” que abuse um pouco para ter uma crise de alergia, uma pneumonia, gripe H1N1 (essa é da hora, $ em caixa), qualquer coisinha fácil de tratar – para que eu possa me manter aqui (não tô ainda a fim de ter alta e mudar de dimensão – Hospício em 3D para 4D – Alguns colegas que foram transferidos prá lá tem vindo me dizer que lá o bicho pega; a loucura lá é federal).
Estou em dúvida, sofrendo; não sei se sou neurótico, personalidade psicopática, psicótico, esquizofrênico, autista... – Sei lá; mas para meu conforto meu médico, meu psiquiatra, meu guru, meu pai de santo, e especialmente meu amigo ET, em quem mais confio e desconfio – Ele disse, o seguinte: Prá que tanto auê; você é um terráqueo normal; aliás bem mais normal que a média – Confesso que essa parte me assustou: mais normal que a média! – Essa ninguém merece...
Tchau.
Louco que se preza não toma genérico; só consome original!
Amém.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
NATURAL - PRODUTO NATURAL - NATURALISMO - NATURISMO- NATUREA - QUE CONFA
NATURAL OU GENÉRICO?
Sou procurado todos os dias por pessoas que tem o mesmo discurso: “Vim procurar a Homeopatia, pois ela é uma medicina natural – estou cansado de usar remédios que não dão resultado, tudo volta cada vez mais rápido e de forma mais intensa”.
Claro que na vida atual tempo é $; e não posso dispor de tanto para dirimir todas as dúvidas e eliminar os conceitos falsos, os mitos numa simples consulta – faço isso, na medida do possível nos atendimentos e uso os livros e os escritos para esclarecer um tiquinho.
Por que cultivamos mitos?
Pelo fato de cultuarmos conhecimentos inúteis para um dominar o outro; nós nos especializamos em mixórdias de conceitos.
Acredito que isso seja instintivamente proposital com o indisfarçável interesse de vender, desde nossas idéias até os produtos gerados por elas. Ás vezes, para defender nossos interesses, nós somos até cacofônicos com sabor de pureza grafológica, científica e metodológica (isso dá até TCI).
Neste bate papo: nosso assunto continua sendo:
O que é Natural?
(Alguém me assoprou aqui na orelha do cérebro: idéia):
“Sai pra lá zinfiu! – Ceis tão muito inganadu – Natural é tudo qui u ome não põe a mão” (me disse um grande sujeito na orelha do cérebro: Pai Tomé).
Agora sou eu; a mala sem alça:
Essa confusão atual sobre o que é ou não natural era inevitável; pois, desde o princípio de tudo, sempre houve pessoas mais rápidas no pensar e outras mais lerdas; mas, todas muito egocêntricas; claro e inevitável; que os mais ágeis tentem vender sapiência ou algo mais físico para os mais lerdos a preços módicos, em suaves prestações ou a custar os olhos da cara; dentre os produtos de mercado. Claro que na prateleira ou na vitrine não podia faltar nosso conceito de “produto natural”; pois, temos o péssimo hábito de redescobrir o óbvio; de reinventar a roda, etc. Abusamos da criatividade de tentar copiar a natureza – cujo “cover da hora” são os naturebas; que tem pérolas de crendices e mitos do tipo: se é natural não faz mal!
Qual a origem dos mitos?
Nossas deficiências no pensar, sentir e agir.
Esta nossa forma consumista e fast de viver; cria muitas confusões entre natural e covers da natureza; algumas até engraçadas, conforme veremos no decorrer deste nosso bate papo.
Só para descontrair – um fato da vida real.
Vamos a ele:
Dia 30 passado foi dia da secretária; e no meu local de trabalho temos uma minúscula cozinha, armário, depósito, tudo... – Eu estava bebericando um cafezinho quando chegou uma secretária de um dos consultórios do nosso andar, que deu uma corridinha até nosso point (lá no seu local de trabalho é proibido); e me estendeu a mão toda feliz, dizendo: - “Olha que delícia! Cheira! - Ganhei esse creme natura do meu chefe no dia da secretária! Sente que delícia! – Cheirei, e disse: Parece kisuco! Acho que é de pêssego! – Ela quase teve um piti. E me disse o seguinte: - “Essa merda” me persegue; pois, um tempo atrás uma amiga me deu a idéia de aumentar o tesão do meu marido para um orgasmo da hora, passando no corpo um creme comível e que tinha esse sabor e cheiro. E, tan tan tanchan! Lá estava eu deitada na cama toda lambuzada e falei pra ele: “Benzinho sente que delícia; sou sua pessega! – E, o cretino, bronco, disse o seguinte: - Essa coisa tem cheiro e gosto de Kisuco! Vai se lavar! – Eu fui; mas odiando sua falta de sensibilidade”... (Não sei não; mas, talvez aí, os que inventaram essa imitação da natureza e suas aplicações não muito naturais; foram responsáveis pelo início de um artefato, também não muito natural no ser humano: o corno (claro que sua embriogênese depende de uma construção de DNA que predispõe; mas, a falta de sensibilidade de alguns também pode contribuir – essa coisa de natureba pode dar um kharma dos diabos.
O que fazer para usar o conceito Natural com responsabilidade e dignidade segundo o momento atual?
Neste mundo de novas tecnologias e de novos problemas gerados por ela; alguns usam o conceito “natural” para ganharem muita grana ou se vangloriarem de melhorar a natureza – Por exemplo, algumas multinacionais da área da nutrição de da cura que se travestem de boazinhas ao usarem logotipos de aconchego, nos aninhando ás nossas carências afetivas, se proclamam defensoras de uma vida sustentável e saudável, especialmente na área da nutrição infantil – e a primeira coisa que fizeram ao se instalar em algumas primitivas (mais naturais?) comunidades foi detonar com a amamentação - Através da mídia elas criaram na cabecinha dessas mais “naturais” criaturas que, amamentar era coisa de pobre e que os bebes vitoriosos eram criaturas branquelas, coradas e gordinhas (cheias de dobrinhas) e que se transformariam depois, em ícones da beleza natural: magros como palitos, inteligentes, prósperos e longevos – claro que nessa segunda fase precisariam comprar e usar para sempre (conceito de remédio ou de produto de uso contínuo) seus produtos naturebas ou naturais de fachada – “só para inglês ver” ou suíços; como diz o jargão popular – Caso contrário; se tornariam obesos e diabéticos, etc.
A cultura do naturalismo ao longo do tempo criou monstrinhos que afetam o raciocino das pessoas, coisas do tipo:
Este é um produto natural e se é natural não faz mal! (De novo)
Como colocamos em bate papo anterior com relação á Homeopatia, na área da fitoterapia e áreas afins; há os cultuadores dos creminhos e dos chazinhos que substituem a água e não fazem mal; até fazem bem – Esse mito gera intoxicações que, depois, levam muitas dessas cobaias a se tornarem dependentes de drogas sintéticas (remédios de uso contínuo) para combaterem os sintomas gerados pelo uso de produtos em teoria naturais.
É algo surrealista; mas, bem real – Dá pra entender? – Afinal, se é natural; como pode fazer mal? – É natural made in terra mesmo conforme disse o “Zin fiu” ou made tal laboratório processador?
Afinal; o que é natural?
Meu amigo ET aqui ao lado; se emputeceu (ás vezes ele faz isso; pois segundo ele até a paciência de Deus tem limites) e, como ele já “contaminado” pela nossa forma de viver, disse o seguinte:
Fico com a definição do Pai Tomé:
“Tudo o que existe onde o homem não meteu o bedelho nem pos a mão, é natural; o restante é cover”. Mas, olha nestas minhas andanças por esse mundão de Deus (universo) nunca conheci um povo que “courveia” (copia) tão bem como vocês (claro que entre vocês; um “corvéia” o outro); os de olhinho puxado então são os maiorais; imbatíveis no Made In...
Seguindo a linha de raciocínio do meu amigo ET e de Pai Tomé, o tal do desenvolvimento sustentável também fica mais fácil de ser entendido: é a menor interferência humana possível para manter o fluxo da vida, criativo, intenso, contínuo, justo e amoroso (quem ama cuida).
O ET está me cutucando: o cretino é um gozador – (rolou na Net) lembram daquela cidade na China onde os caras (algo tipo prefeito e vereadores); pintaram uma pedreira abandonada de verde para atingir metas de qualidade de meio ambiente. Pra variar três a zero pra ele; mas, quando surgir a chance eu vou contar a vocês, suas gafes...
O que nos impede (candidatos a humanos) deixar fluir o processo natural?
Os impedimentos também são naturais e se sustentam na lei de progresso e na de trabalho sob a supervisão da lei de causa e efeito, pois somos seres com capacidade de criar e de destruir; mas de recriar e reconstruir ao mesmo tempo: deuses, enfim; atuando neste incomensurável laboratório que é o Universo.
O que nos impede no momento atual de criarmos e recriarmos com juízo e amor?
O que nos leva a criarmos “Franksteins” na ética e na moral; nas sementes transgênicas, nos vírus e nas bactérias, na infiltração cultural nas artes, música e na dialética (e, ahí mano!)?
Claro que:
A ganância e a população excessiva no planeta em 3D.
Mas:
Tem gente que se acha “os donos do mundo”. Para eles, para os que se arvoraram e se elegeram em deuses maiores (é, parece que, há uma hierarquia entre nós como deuses na nossa mitologia social); na visão dessa turma, é lícito diminuir a população com mudanças climáticas artificiais (Projeto Haarp e Projeto Pika Pau – recomendo as palestras e escritos do Prof. Salvatore Di Salvo de SP); alimentos transgênicos; vacinas projetadas para dentre outras coisas; aumentar de forma bombástica as doenças auto-imunes – Conhece alguma mulher que ainda não tenha Tireiodite de Hashimoto?
Esse é um assunto imenso e intenso.
Mas:
Condição de mantermos a vida na Mãe Terra ou Gaia – Quem quiser continuar neste lindo planeta azul; que se manifeste; e já.
Pois: ao menos, por enquanto, fico com as teorias e o engajamento dos nossos amigos xamãs que não cansam de nos alertar:
Presta atenção na natureza do acordar ao dormir: Não tentes contrariar as Leis do Pai Maior ou Força Criadora.
Fico também com a simplicidade da Egregóra de Pai Tomé e faço minhas; suas palavras e conceitos:
Zim fiu!
Quebra os vitrais da ilusão - Não importa se imaginas ser:
Naturalista. Naturista. Vegetariano. Carnívoro. Consumista. Simples. Simplório. Cobaia. Experimentador. Espiritualista, etc.
Mãe Gaia, precisa de nós:
Tratemos antes de tudo definir o que representa a vida em todos os sentidos que nos envolve a presente existência; antes de nos engajarmos na luta pela preservação; pois, o momento atual não comporta mais Don Quixotes nem de escrivinhadores; precisa acima de tudo de Corações Valentes; mas sábios e engajados.
Pois:
NADA MAIS SERÁ COMO ANTES...
Termino este bate papo com uma fala de um amigo comandante de uma falange fora de 3D, esta sim; naturalista na essência.
Zin fiu!
Todos somos importantes nesta luta pela preservação desta nossa casa que o Pai nos confiou; tanto faz que sejamos: ignorantes, cabalistas, espiritualistas, cientistas; e outras coisas qui não sei falar - Nada disso importa “Zinfiu”. Gente muito luminosa está me assoprando aqui na oreia (nois não sabe quasi nada perto deles); vou traduzir procê na minha manera de saber falar:
Nesta vida; nóis não sumos nada; apenas instrumentu de nossu Pai Maior; não venda nada em nome Dele – Não venda nada em nome Dele.
Entendeu Zin fiu?
Deus abençoe a todos uceis que lutam pela mãe terra; zinfiu!
Até a próxima se o Pai nos permitir...
Hau!
Amigos, quando dúvidas surgirem sobre o que é natural ou não, nas suas escolhas; e na sua conduta; chamem seus mestres da Natureza; não se preocupem; pois todos nós estamos e sempre estivemos conectados aos mestres dos elementos: fogo, água, ar, terra – e aos seus pupilos; xamãs e os mestres de todas as correntes da umbanda e seus similares em outra culturas – Eles vos responderão através de sonhos e vivências do dia a dia.
De retorno:
Peço aos amigos leitores para reavaliar seus conceitos de NATURAL.
Como sempre, segundo a lei de livre arbítrio:
Quem quiser fazer que o faça!
Para os outros: AMÉM.
Ops:
Mais uma pérola do ET: A natureza é o original – os produtos naturais são os genéricos...
AMÉM.
De novo.
Sou procurado todos os dias por pessoas que tem o mesmo discurso: “Vim procurar a Homeopatia, pois ela é uma medicina natural – estou cansado de usar remédios que não dão resultado, tudo volta cada vez mais rápido e de forma mais intensa”.
Claro que na vida atual tempo é $; e não posso dispor de tanto para dirimir todas as dúvidas e eliminar os conceitos falsos, os mitos numa simples consulta – faço isso, na medida do possível nos atendimentos e uso os livros e os escritos para esclarecer um tiquinho.
Por que cultivamos mitos?
Pelo fato de cultuarmos conhecimentos inúteis para um dominar o outro; nós nos especializamos em mixórdias de conceitos.
Acredito que isso seja instintivamente proposital com o indisfarçável interesse de vender, desde nossas idéias até os produtos gerados por elas. Ás vezes, para defender nossos interesses, nós somos até cacofônicos com sabor de pureza grafológica, científica e metodológica (isso dá até TCI).
Neste bate papo: nosso assunto continua sendo:
O que é Natural?
(Alguém me assoprou aqui na orelha do cérebro: idéia):
“Sai pra lá zinfiu! – Ceis tão muito inganadu – Natural é tudo qui u ome não põe a mão” (me disse um grande sujeito na orelha do cérebro: Pai Tomé).
Agora sou eu; a mala sem alça:
Essa confusão atual sobre o que é ou não natural era inevitável; pois, desde o princípio de tudo, sempre houve pessoas mais rápidas no pensar e outras mais lerdas; mas, todas muito egocêntricas; claro e inevitável; que os mais ágeis tentem vender sapiência ou algo mais físico para os mais lerdos a preços módicos, em suaves prestações ou a custar os olhos da cara; dentre os produtos de mercado. Claro que na prateleira ou na vitrine não podia faltar nosso conceito de “produto natural”; pois, temos o péssimo hábito de redescobrir o óbvio; de reinventar a roda, etc. Abusamos da criatividade de tentar copiar a natureza – cujo “cover da hora” são os naturebas; que tem pérolas de crendices e mitos do tipo: se é natural não faz mal!
Qual a origem dos mitos?
Nossas deficiências no pensar, sentir e agir.
Esta nossa forma consumista e fast de viver; cria muitas confusões entre natural e covers da natureza; algumas até engraçadas, conforme veremos no decorrer deste nosso bate papo.
Só para descontrair – um fato da vida real.
Vamos a ele:
Dia 30 passado foi dia da secretária; e no meu local de trabalho temos uma minúscula cozinha, armário, depósito, tudo... – Eu estava bebericando um cafezinho quando chegou uma secretária de um dos consultórios do nosso andar, que deu uma corridinha até nosso point (lá no seu local de trabalho é proibido); e me estendeu a mão toda feliz, dizendo: - “Olha que delícia! Cheira! - Ganhei esse creme natura do meu chefe no dia da secretária! Sente que delícia! – Cheirei, e disse: Parece kisuco! Acho que é de pêssego! – Ela quase teve um piti. E me disse o seguinte: - “Essa merda” me persegue; pois, um tempo atrás uma amiga me deu a idéia de aumentar o tesão do meu marido para um orgasmo da hora, passando no corpo um creme comível e que tinha esse sabor e cheiro. E, tan tan tanchan! Lá estava eu deitada na cama toda lambuzada e falei pra ele: “Benzinho sente que delícia; sou sua pessega! – E, o cretino, bronco, disse o seguinte: - Essa coisa tem cheiro e gosto de Kisuco! Vai se lavar! – Eu fui; mas odiando sua falta de sensibilidade”... (Não sei não; mas, talvez aí, os que inventaram essa imitação da natureza e suas aplicações não muito naturais; foram responsáveis pelo início de um artefato, também não muito natural no ser humano: o corno (claro que sua embriogênese depende de uma construção de DNA que predispõe; mas, a falta de sensibilidade de alguns também pode contribuir – essa coisa de natureba pode dar um kharma dos diabos.
O que fazer para usar o conceito Natural com responsabilidade e dignidade segundo o momento atual?
Neste mundo de novas tecnologias e de novos problemas gerados por ela; alguns usam o conceito “natural” para ganharem muita grana ou se vangloriarem de melhorar a natureza – Por exemplo, algumas multinacionais da área da nutrição de da cura que se travestem de boazinhas ao usarem logotipos de aconchego, nos aninhando ás nossas carências afetivas, se proclamam defensoras de uma vida sustentável e saudável, especialmente na área da nutrição infantil – e a primeira coisa que fizeram ao se instalar em algumas primitivas (mais naturais?) comunidades foi detonar com a amamentação - Através da mídia elas criaram na cabecinha dessas mais “naturais” criaturas que, amamentar era coisa de pobre e que os bebes vitoriosos eram criaturas branquelas, coradas e gordinhas (cheias de dobrinhas) e que se transformariam depois, em ícones da beleza natural: magros como palitos, inteligentes, prósperos e longevos – claro que nessa segunda fase precisariam comprar e usar para sempre (conceito de remédio ou de produto de uso contínuo) seus produtos naturebas ou naturais de fachada – “só para inglês ver” ou suíços; como diz o jargão popular – Caso contrário; se tornariam obesos e diabéticos, etc.
A cultura do naturalismo ao longo do tempo criou monstrinhos que afetam o raciocino das pessoas, coisas do tipo:
Este é um produto natural e se é natural não faz mal! (De novo)
Como colocamos em bate papo anterior com relação á Homeopatia, na área da fitoterapia e áreas afins; há os cultuadores dos creminhos e dos chazinhos que substituem a água e não fazem mal; até fazem bem – Esse mito gera intoxicações que, depois, levam muitas dessas cobaias a se tornarem dependentes de drogas sintéticas (remédios de uso contínuo) para combaterem os sintomas gerados pelo uso de produtos em teoria naturais.
É algo surrealista; mas, bem real – Dá pra entender? – Afinal, se é natural; como pode fazer mal? – É natural made in terra mesmo conforme disse o “Zin fiu” ou made tal laboratório processador?
Afinal; o que é natural?
Meu amigo ET aqui ao lado; se emputeceu (ás vezes ele faz isso; pois segundo ele até a paciência de Deus tem limites) e, como ele já “contaminado” pela nossa forma de viver, disse o seguinte:
Fico com a definição do Pai Tomé:
“Tudo o que existe onde o homem não meteu o bedelho nem pos a mão, é natural; o restante é cover”. Mas, olha nestas minhas andanças por esse mundão de Deus (universo) nunca conheci um povo que “courveia” (copia) tão bem como vocês (claro que entre vocês; um “corvéia” o outro); os de olhinho puxado então são os maiorais; imbatíveis no Made In...
Seguindo a linha de raciocínio do meu amigo ET e de Pai Tomé, o tal do desenvolvimento sustentável também fica mais fácil de ser entendido: é a menor interferência humana possível para manter o fluxo da vida, criativo, intenso, contínuo, justo e amoroso (quem ama cuida).
O ET está me cutucando: o cretino é um gozador – (rolou na Net) lembram daquela cidade na China onde os caras (algo tipo prefeito e vereadores); pintaram uma pedreira abandonada de verde para atingir metas de qualidade de meio ambiente. Pra variar três a zero pra ele; mas, quando surgir a chance eu vou contar a vocês, suas gafes...
O que nos impede (candidatos a humanos) deixar fluir o processo natural?
Os impedimentos também são naturais e se sustentam na lei de progresso e na de trabalho sob a supervisão da lei de causa e efeito, pois somos seres com capacidade de criar e de destruir; mas de recriar e reconstruir ao mesmo tempo: deuses, enfim; atuando neste incomensurável laboratório que é o Universo.
O que nos impede no momento atual de criarmos e recriarmos com juízo e amor?
O que nos leva a criarmos “Franksteins” na ética e na moral; nas sementes transgênicas, nos vírus e nas bactérias, na infiltração cultural nas artes, música e na dialética (e, ahí mano!)?
Claro que:
A ganância e a população excessiva no planeta em 3D.
Mas:
Tem gente que se acha “os donos do mundo”. Para eles, para os que se arvoraram e se elegeram em deuses maiores (é, parece que, há uma hierarquia entre nós como deuses na nossa mitologia social); na visão dessa turma, é lícito diminuir a população com mudanças climáticas artificiais (Projeto Haarp e Projeto Pika Pau – recomendo as palestras e escritos do Prof. Salvatore Di Salvo de SP); alimentos transgênicos; vacinas projetadas para dentre outras coisas; aumentar de forma bombástica as doenças auto-imunes – Conhece alguma mulher que ainda não tenha Tireiodite de Hashimoto?
Esse é um assunto imenso e intenso.
Mas:
Condição de mantermos a vida na Mãe Terra ou Gaia – Quem quiser continuar neste lindo planeta azul; que se manifeste; e já.
Pois: ao menos, por enquanto, fico com as teorias e o engajamento dos nossos amigos xamãs que não cansam de nos alertar:
Presta atenção na natureza do acordar ao dormir: Não tentes contrariar as Leis do Pai Maior ou Força Criadora.
Fico também com a simplicidade da Egregóra de Pai Tomé e faço minhas; suas palavras e conceitos:
Zim fiu!
Quebra os vitrais da ilusão - Não importa se imaginas ser:
Naturalista. Naturista. Vegetariano. Carnívoro. Consumista. Simples. Simplório. Cobaia. Experimentador. Espiritualista, etc.
Mãe Gaia, precisa de nós:
Tratemos antes de tudo definir o que representa a vida em todos os sentidos que nos envolve a presente existência; antes de nos engajarmos na luta pela preservação; pois, o momento atual não comporta mais Don Quixotes nem de escrivinhadores; precisa acima de tudo de Corações Valentes; mas sábios e engajados.
Pois:
NADA MAIS SERÁ COMO ANTES...
Termino este bate papo com uma fala de um amigo comandante de uma falange fora de 3D, esta sim; naturalista na essência.
Zin fiu!
Todos somos importantes nesta luta pela preservação desta nossa casa que o Pai nos confiou; tanto faz que sejamos: ignorantes, cabalistas, espiritualistas, cientistas; e outras coisas qui não sei falar - Nada disso importa “Zinfiu”. Gente muito luminosa está me assoprando aqui na oreia (nois não sabe quasi nada perto deles); vou traduzir procê na minha manera de saber falar:
Nesta vida; nóis não sumos nada; apenas instrumentu de nossu Pai Maior; não venda nada em nome Dele – Não venda nada em nome Dele.
Entendeu Zin fiu?
Deus abençoe a todos uceis que lutam pela mãe terra; zinfiu!
Até a próxima se o Pai nos permitir...
Hau!
Amigos, quando dúvidas surgirem sobre o que é natural ou não, nas suas escolhas; e na sua conduta; chamem seus mestres da Natureza; não se preocupem; pois todos nós estamos e sempre estivemos conectados aos mestres dos elementos: fogo, água, ar, terra – e aos seus pupilos; xamãs e os mestres de todas as correntes da umbanda e seus similares em outra culturas – Eles vos responderão através de sonhos e vivências do dia a dia.
De retorno:
Peço aos amigos leitores para reavaliar seus conceitos de NATURAL.
Como sempre, segundo a lei de livre arbítrio:
Quem quiser fazer que o faça!
Para os outros: AMÉM.
Ops:
Mais uma pérola do ET: A natureza é o original – os produtos naturais são os genéricos...
AMÉM.
De novo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
QUEM AINDA NÃO É BIPOLAR -LEVANTA A MÃO
SOMOS TODOS BIPOLARES?
Nem todos rimos e choramos ao mesmo tempo; ainda; mas, estamos quase lá.
Um álibi para nosso comportamento atual: o universo como o conhecemos assenta-se em polaridades complementares; Daí, ser personalidade bipolar está na moda; é quase chique; antigamente ninguém curtia o rótulo: “Psicose Maníaca Depressiva”; pois era um termo pesado, pejorativo, excluía, era coisa de doidão, de “gardenal” ou nas mulheres o comportamento xiliquento era rotulado de falta; se fosse homem o sujeito era rotulado de bixa louca...
Mas hoje, as pessoas, tanto faz que sejam homens ou mulheres, apostam para ver quem chora e ri ao mesmo tempo e mais alto, numa boa sem constrangimento – dá direito a afastamento do trabalho por tempo indeterminado e até aposentadoria.
A exacerbação das polaridades como distúrbio tem muitos focos positivos; um deles: O mundo vai ficar cada vez mais engraçado. Outro: as pessoas podem exercitar seu lado luz e a caridade com mais facilidade; em casa mesmo – Atendo com freqüência jovens em meu consultório que afirmam com a maior naturalidade: preciso ficar bem para ajudar minha noiva que tem transtorno bipolar e tem ficado mais no polo depressivo...
Será que sempre fomos bipolares camuflados?
Tenho parado para pensar no assunto; talvez sim, apenas antes a viagem de uma polaridade a outra era mais equilibrada; saímos lentamente de um polo a outro; e apenas em situações mais fortes ou extremas causávamos espanto; no presente, esse humor lábil assumiu ares de transtorno; pois, qualquer estímulo nos leva do oito ao oitenta em segundos.
Como conviver com um portador de transtorno bipolar?
É preciso desenvolver a santa paciência – quem consegue abate kharma prá xuxu e até se candidata a uma morada lá no céu ou numa das outras moradas da Casa do Pai.
Mas, alguns casos de convivência entre bipolares até que tem dado certo; quando um está no polo eufórico o outro está na fase depressiva há um processo de codependência e compensação; mas, se os dois entram ao mesmo tempo na fase de depressão o relacionamento fica sombrio e insuportável – Além disso, a vida sexual pode ir para o cemitério antes dos dois; pois nem viagra vai acender a chama da libido (é que nem vela; deixou apagar adeus). Ao contrário, se os dois entram na fase de euforia, vai levar anos para conseguir zerar o cheque especial ou pagar as dívidas do cartão de crédito; e toca a ir se refugiar na fase depressiva.
Para que essas relações cada vez mais comuns dêem certo é preciso muita sintonia, sincronia, cumplicidade e boa vontade...
Dá para imaginar o problema quando uma das partes é um agressivo latente: o casal vai viver entre tapas e beijos; o perigo é predominarem os tapas, ao invés de ajuda psicológica o casal vai precisar de advogado...
Mas; brincando de falar sério:
Uma das causas do comportamento bipolar é que na nossa intimidade, vivemos num sistema de gerenciamento da nossa vida ditatorial. Corpo físico, emoções e sentimentos estão sob a ditadura da mente em parceria com os instintos. Decisões que deveriam ser tomadas em comum acordo extrapolam os limites do campo emocional e afetivo; e quase sempre quem arca com os efeitos desastrosos é o corpo físico, na forma de doenças. A mente ou não é utilizada ou está sendo usada em demasia; e muito mal por sinal. Além disso adoramos ir pela cabeça dos outros; nos custa tomar decisões próprias.
Nos preocupamos com tantas coisas inúteis que outras mentes fizeram parecer importantes que transformamos o ato de pensar num problema.
Tantas são as informações e as experiências que essas inutilidades podem gerar, que nossas capacidades intelectuais se esgotam dia a dia. O esperado para a vida contemporânea seria o contrário; que nosso potencial cognitivo fosse desenvolvido a toque de caixa; de forma positiva e equilibrada, sossegando os desejos, acariciando as emoções .
A inteligência para se desenvolver precisa finalizar as experiências.
Elas precisam de começo, meio e fim. É preciso usar todos os sentidos para observar, racionalizar ou interpretar o que foi observado e aplicar.
Informação não colocada em prática em todos os níveis para nada serve, apenas sobrecarrega, inutiliza com conflitos sem sentido - Posso não posso! - Faço não faço! - Estou feliz ou triste? - Sou bem ou mal sucedido?
Só poderia dar “xuxo” nos circuitos mentais; daí, a cada dia aumentam as queixas de perda de memória em gente de todas as idades. E quando bipolarizamos de vez – nossa capacidade de concentração que não era lá essas coisas, fica cada dia pior, até para coisas básicas. O trabalho intelectual simples do tipo: leitura ou um planejamento; torna-se a cada dia mais cansativo. Até algum tempo era possível duas a três horas seguidas de leitura; hoje, basta meia hora e já somos obrigados a parar para descansar ou fazer outra coisa.
Mentes inquietas – emoções em desalinho – futuro duvidoso.
Pensar, pensamos vinte e quatro horas por dia mesmo dormindo, o problema é a falta de controle sobre os pensamentos.
A repetição deles cria o vir a ser ou nosso futuro e o delimita; e se estão em descontrole significa que não teremos nenhum domínio sobre os acontecimentos que estão por vir; nem os limites ficarão claros; daí não serão respeitados. Também as idéias fixas sempre representaram perigo nas nossas vidas, no momento atingem tal grau de intensidade que colocam nossa integridade psicológica em sério risco.
Amo ou desamo?
Quero um amor em branco e preto ou um colorido?
Tantas são as “apelações afetivas” propagadas pela mídia, na literatura, na indústria de entretenimento, na propaganda, nas estratégias de marketing para a venda de produtos; que de forma subliminar, nosso subconsciente assimilou formas de relacionamento afetivo inadequadas e doentias. E esse tipo de formação ao envolver os laços de afetividade não delimita até onde devemos ou é permitido avançar em nossos desejos e sonhos.
O publico telespectador em geral tem um comportamento novelesco; antes, apenas a mulherada ficava pregada na telinha não perdendo um capítulo da novela das 6,7 e oito – Hoje, até os marmanjos, não perdem um e não falam de outra coisa...
No terreno da sexualidade:
É triste ouvir de pacientes bem jovens que não se lembram mais do último orgasmo decente que tiveram. Fiquei curioso e perguntei: o que é um orgasmo decente? – Aquele que te deixa um bom tempo alegre e bem disposto, feliz. Se for freqüente faz você dar risada prá poste e até chamar aribú de meu louro...
Esperamos uns dos outros o que não ofertamos a ninguém.
Queremos ser amados sem amar, desejamos carinhos quando somos ausentes. Transformamos a vida afetiva num toma lá – dá – cá. Não atinamos para a lei de retorno que nos devolve exatamente o que enviamos sem desculpas nem justificativas ou camuflagens; apenas o padrão vibratório real.
Dia menos dia, essa forma de proceder iria dar frutos, em razão disso nunca se viu tanta gente chorando sem saber muito bem o motivo. Relações sexuais com gostinho de final de masturbação são as mais comuns.
Nas relações afetivas qualquer coisa que um faz e que antes nem era percebido; já é suficiente para detonar trovoadas de lágrimas e tempestades de retaliações do outro.
Estamos no limite da insanidade ou já somos insanos?
Quem precisaria de tratamento psicológico no mundo atual?
Quase me atreveria a dizer que todos; mas, para não parecer exagerado, e já que estamos perto de eleições, é melhor ser politicamente correto; então digo que talvez a minoria da maioria ou quase a totalidade de todos (votem ni eu!)..
Os limites dos distúrbios psicológicos sempre foram imprecisos, no entanto na atualidade defini-los é uma loucura.
Em segundos, saímos de uma atitude neurótica para outra de personalidade psicopata ou até de psicótico. Depende apenas do estímulo externo a que estivermos submetidos. O planeta está se transformando rapidamente num grande e engraçado manicômio. Analisando as atitudes das outras pessoas com total isenção emocional ficamos assombrados; os outros analisando as nossas sentem a mesma coisa: estamos cada vez mais malucos e sem fronteiras a nos delimitar.
Estamos á beira de um ataque de nervos.
Em virtude de possuirmos pouco ou nenhum controle sobre as experiências que desejamos viver, estamos submetidos a uma enxurrada diária de situações que fazem aflorar determinadas emoções sem que nos capacitemos a elaborá-las de forma racional e coerente. Achei curiosa a notícia veiculada na Net esta semana: uma tenista símbolo sexual italiana afirmou que gostaria de dar uma rapidinha no vestiário com um jogador não sei das quantas – e olha que ela não é de se jogar fora não – nem parece estar matando cachorro a grito – e assim numa boa, numa catarse terapêutica, botou pra fora suas necessidades e desejos sexuais, sem papas na língua, coisa meio tabu até algum tempo atrás – além de escandalizar muita gente, uma coisa talvez ela consiga: aumentar muito o número de praticantes do esporte; vejo até o slogan que será usado por algumas academias “O tênis dá o maior tesão: pratique tênis”...
Mas, brincadeiras á parte:
Predomina na sociedade atual a linha da exacerbação da ansiedade, medo, angústia e preocupação com fatos inúteis e sem sentido, e o sistema voltado para a competição expõe e reforça a agressividade que nos leva a extrapolar os limites das contenções íntimas, sociais e culturais... Meu amigo ET aqui ao lado dando pitaca, diz que nessa situação da tenista a explicação talvez esteja aí: na disputa do jogo, as tensões vão a mil; e daí, nada como uma boa relaxada natural; mesmo que seja uma “raquetada” fast-food...
Enquanto isso, para nóis aqui na foto; no mundo real:
A industria do entretenimento, especialmente a de ação rápida como a TV, é um agente poderoso de reforço de padrões de caricatura de desejos; de emoções desencontradas; e de sentimentos contraditórios; o que, conduz a um descontrole emocional difícil de ser recuperado.
Para nós quase bipolares transtornados; vamos continuar no exercício diário de superar nossas neuroses; correr contra o relógio; pular os obstáculos; driblar o negativo do cheque especial; esticar cheque borracha; sair catando os cheques voadores; malhar para perder peso; tentar fechar a boca; escalar o morro das ilusões para encontrar a tal da alma gêmea; tentar levantar quando somos nocauteados pela gana dos colegas de trabalho ou da chefia. Alcançar de volta a libido. Tentar reaprender a arte de divertir-se com os amigos. Tentar conservar por alguns minutos um sorriso nos lábios. Reclamar menos. Redescobrir o prazer de uma gargalhada. Sentir alegria sem desandar para a euforia; pois daí á depressão leva segundos...
E outros desafios da vida moderna...
Somos ou não somos bipolares?
Opiniões são bem vindas.
O que fazer?
O segredo para não cair no distúrbio está em equilibrar os pólos com gozação e alegria; pois os malucos beleza são quase sempre bem vindos e aceitos. O ET abelhudo está dizendo aqui; que, contaminamos até o planeta; diz que o polo sul vai para o polo norte, etc...
Cansei!
Nessa luta pela sobrevivência, o amigo já está usando camisa de força com tarja preta ou ainda está na de tarja vermelha?
Pretende mudar de faixa?
Nem todos rimos e choramos ao mesmo tempo; ainda; mas, estamos quase lá.
Um álibi para nosso comportamento atual: o universo como o conhecemos assenta-se em polaridades complementares; Daí, ser personalidade bipolar está na moda; é quase chique; antigamente ninguém curtia o rótulo: “Psicose Maníaca Depressiva”; pois era um termo pesado, pejorativo, excluía, era coisa de doidão, de “gardenal” ou nas mulheres o comportamento xiliquento era rotulado de falta; se fosse homem o sujeito era rotulado de bixa louca...
Mas hoje, as pessoas, tanto faz que sejam homens ou mulheres, apostam para ver quem chora e ri ao mesmo tempo e mais alto, numa boa sem constrangimento – dá direito a afastamento do trabalho por tempo indeterminado e até aposentadoria.
A exacerbação das polaridades como distúrbio tem muitos focos positivos; um deles: O mundo vai ficar cada vez mais engraçado. Outro: as pessoas podem exercitar seu lado luz e a caridade com mais facilidade; em casa mesmo – Atendo com freqüência jovens em meu consultório que afirmam com a maior naturalidade: preciso ficar bem para ajudar minha noiva que tem transtorno bipolar e tem ficado mais no polo depressivo...
Será que sempre fomos bipolares camuflados?
Tenho parado para pensar no assunto; talvez sim, apenas antes a viagem de uma polaridade a outra era mais equilibrada; saímos lentamente de um polo a outro; e apenas em situações mais fortes ou extremas causávamos espanto; no presente, esse humor lábil assumiu ares de transtorno; pois, qualquer estímulo nos leva do oito ao oitenta em segundos.
Como conviver com um portador de transtorno bipolar?
É preciso desenvolver a santa paciência – quem consegue abate kharma prá xuxu e até se candidata a uma morada lá no céu ou numa das outras moradas da Casa do Pai.
Mas, alguns casos de convivência entre bipolares até que tem dado certo; quando um está no polo eufórico o outro está na fase depressiva há um processo de codependência e compensação; mas, se os dois entram ao mesmo tempo na fase de depressão o relacionamento fica sombrio e insuportável – Além disso, a vida sexual pode ir para o cemitério antes dos dois; pois nem viagra vai acender a chama da libido (é que nem vela; deixou apagar adeus). Ao contrário, se os dois entram na fase de euforia, vai levar anos para conseguir zerar o cheque especial ou pagar as dívidas do cartão de crédito; e toca a ir se refugiar na fase depressiva.
Para que essas relações cada vez mais comuns dêem certo é preciso muita sintonia, sincronia, cumplicidade e boa vontade...
Dá para imaginar o problema quando uma das partes é um agressivo latente: o casal vai viver entre tapas e beijos; o perigo é predominarem os tapas, ao invés de ajuda psicológica o casal vai precisar de advogado...
Mas; brincando de falar sério:
Uma das causas do comportamento bipolar é que na nossa intimidade, vivemos num sistema de gerenciamento da nossa vida ditatorial. Corpo físico, emoções e sentimentos estão sob a ditadura da mente em parceria com os instintos. Decisões que deveriam ser tomadas em comum acordo extrapolam os limites do campo emocional e afetivo; e quase sempre quem arca com os efeitos desastrosos é o corpo físico, na forma de doenças. A mente ou não é utilizada ou está sendo usada em demasia; e muito mal por sinal. Além disso adoramos ir pela cabeça dos outros; nos custa tomar decisões próprias.
Nos preocupamos com tantas coisas inúteis que outras mentes fizeram parecer importantes que transformamos o ato de pensar num problema.
Tantas são as informações e as experiências que essas inutilidades podem gerar, que nossas capacidades intelectuais se esgotam dia a dia. O esperado para a vida contemporânea seria o contrário; que nosso potencial cognitivo fosse desenvolvido a toque de caixa; de forma positiva e equilibrada, sossegando os desejos, acariciando as emoções .
A inteligência para se desenvolver precisa finalizar as experiências.
Elas precisam de começo, meio e fim. É preciso usar todos os sentidos para observar, racionalizar ou interpretar o que foi observado e aplicar.
Informação não colocada em prática em todos os níveis para nada serve, apenas sobrecarrega, inutiliza com conflitos sem sentido - Posso não posso! - Faço não faço! - Estou feliz ou triste? - Sou bem ou mal sucedido?
Só poderia dar “xuxo” nos circuitos mentais; daí, a cada dia aumentam as queixas de perda de memória em gente de todas as idades. E quando bipolarizamos de vez – nossa capacidade de concentração que não era lá essas coisas, fica cada dia pior, até para coisas básicas. O trabalho intelectual simples do tipo: leitura ou um planejamento; torna-se a cada dia mais cansativo. Até algum tempo era possível duas a três horas seguidas de leitura; hoje, basta meia hora e já somos obrigados a parar para descansar ou fazer outra coisa.
Mentes inquietas – emoções em desalinho – futuro duvidoso.
Pensar, pensamos vinte e quatro horas por dia mesmo dormindo, o problema é a falta de controle sobre os pensamentos.
A repetição deles cria o vir a ser ou nosso futuro e o delimita; e se estão em descontrole significa que não teremos nenhum domínio sobre os acontecimentos que estão por vir; nem os limites ficarão claros; daí não serão respeitados. Também as idéias fixas sempre representaram perigo nas nossas vidas, no momento atingem tal grau de intensidade que colocam nossa integridade psicológica em sério risco.
Amo ou desamo?
Quero um amor em branco e preto ou um colorido?
Tantas são as “apelações afetivas” propagadas pela mídia, na literatura, na indústria de entretenimento, na propaganda, nas estratégias de marketing para a venda de produtos; que de forma subliminar, nosso subconsciente assimilou formas de relacionamento afetivo inadequadas e doentias. E esse tipo de formação ao envolver os laços de afetividade não delimita até onde devemos ou é permitido avançar em nossos desejos e sonhos.
O publico telespectador em geral tem um comportamento novelesco; antes, apenas a mulherada ficava pregada na telinha não perdendo um capítulo da novela das 6,7 e oito – Hoje, até os marmanjos, não perdem um e não falam de outra coisa...
No terreno da sexualidade:
É triste ouvir de pacientes bem jovens que não se lembram mais do último orgasmo decente que tiveram. Fiquei curioso e perguntei: o que é um orgasmo decente? – Aquele que te deixa um bom tempo alegre e bem disposto, feliz. Se for freqüente faz você dar risada prá poste e até chamar aribú de meu louro...
Esperamos uns dos outros o que não ofertamos a ninguém.
Queremos ser amados sem amar, desejamos carinhos quando somos ausentes. Transformamos a vida afetiva num toma lá – dá – cá. Não atinamos para a lei de retorno que nos devolve exatamente o que enviamos sem desculpas nem justificativas ou camuflagens; apenas o padrão vibratório real.
Dia menos dia, essa forma de proceder iria dar frutos, em razão disso nunca se viu tanta gente chorando sem saber muito bem o motivo. Relações sexuais com gostinho de final de masturbação são as mais comuns.
Nas relações afetivas qualquer coisa que um faz e que antes nem era percebido; já é suficiente para detonar trovoadas de lágrimas e tempestades de retaliações do outro.
Estamos no limite da insanidade ou já somos insanos?
Quem precisaria de tratamento psicológico no mundo atual?
Quase me atreveria a dizer que todos; mas, para não parecer exagerado, e já que estamos perto de eleições, é melhor ser politicamente correto; então digo que talvez a minoria da maioria ou quase a totalidade de todos (votem ni eu!)..
Os limites dos distúrbios psicológicos sempre foram imprecisos, no entanto na atualidade defini-los é uma loucura.
Em segundos, saímos de uma atitude neurótica para outra de personalidade psicopata ou até de psicótico. Depende apenas do estímulo externo a que estivermos submetidos. O planeta está se transformando rapidamente num grande e engraçado manicômio. Analisando as atitudes das outras pessoas com total isenção emocional ficamos assombrados; os outros analisando as nossas sentem a mesma coisa: estamos cada vez mais malucos e sem fronteiras a nos delimitar.
Estamos á beira de um ataque de nervos.
Em virtude de possuirmos pouco ou nenhum controle sobre as experiências que desejamos viver, estamos submetidos a uma enxurrada diária de situações que fazem aflorar determinadas emoções sem que nos capacitemos a elaborá-las de forma racional e coerente. Achei curiosa a notícia veiculada na Net esta semana: uma tenista símbolo sexual italiana afirmou que gostaria de dar uma rapidinha no vestiário com um jogador não sei das quantas – e olha que ela não é de se jogar fora não – nem parece estar matando cachorro a grito – e assim numa boa, numa catarse terapêutica, botou pra fora suas necessidades e desejos sexuais, sem papas na língua, coisa meio tabu até algum tempo atrás – além de escandalizar muita gente, uma coisa talvez ela consiga: aumentar muito o número de praticantes do esporte; vejo até o slogan que será usado por algumas academias “O tênis dá o maior tesão: pratique tênis”...
Mas, brincadeiras á parte:
Predomina na sociedade atual a linha da exacerbação da ansiedade, medo, angústia e preocupação com fatos inúteis e sem sentido, e o sistema voltado para a competição expõe e reforça a agressividade que nos leva a extrapolar os limites das contenções íntimas, sociais e culturais... Meu amigo ET aqui ao lado dando pitaca, diz que nessa situação da tenista a explicação talvez esteja aí: na disputa do jogo, as tensões vão a mil; e daí, nada como uma boa relaxada natural; mesmo que seja uma “raquetada” fast-food...
Enquanto isso, para nóis aqui na foto; no mundo real:
A industria do entretenimento, especialmente a de ação rápida como a TV, é um agente poderoso de reforço de padrões de caricatura de desejos; de emoções desencontradas; e de sentimentos contraditórios; o que, conduz a um descontrole emocional difícil de ser recuperado.
Para nós quase bipolares transtornados; vamos continuar no exercício diário de superar nossas neuroses; correr contra o relógio; pular os obstáculos; driblar o negativo do cheque especial; esticar cheque borracha; sair catando os cheques voadores; malhar para perder peso; tentar fechar a boca; escalar o morro das ilusões para encontrar a tal da alma gêmea; tentar levantar quando somos nocauteados pela gana dos colegas de trabalho ou da chefia. Alcançar de volta a libido. Tentar reaprender a arte de divertir-se com os amigos. Tentar conservar por alguns minutos um sorriso nos lábios. Reclamar menos. Redescobrir o prazer de uma gargalhada. Sentir alegria sem desandar para a euforia; pois daí á depressão leva segundos...
E outros desafios da vida moderna...
Somos ou não somos bipolares?
Opiniões são bem vindas.
O que fazer?
O segredo para não cair no distúrbio está em equilibrar os pólos com gozação e alegria; pois os malucos beleza são quase sempre bem vindos e aceitos. O ET abelhudo está dizendo aqui; que, contaminamos até o planeta; diz que o polo sul vai para o polo norte, etc...
Cansei!
Nessa luta pela sobrevivência, o amigo já está usando camisa de força com tarja preta ou ainda está na de tarja vermelha?
Pretende mudar de faixa?
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
INTERNET @ ÉTICA PROGRESSIVA
B@TE P@PO SOBRE A RESPONSABILIDADE NA INTERNET
Numa velocidade cada vez mais estonteante:
Possibilidades sempre trazem consigo responsabilidades progressivas...
Na história da atual humanidade, hoje, é provável que a Net seja o evento tecnológico que mais tenha causado impacto no cotidiano de nossas vidas.
Sua descoberta terá sido uma sacada genial? Ou apenas uma cópia da natureza? – Uma cópia, claro; pois de certa forma a proposta do sábio Lavoisier ainda continua valendo: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma”. Ela sempre existiu em dimensões mais sutis, apenas a materializamos em 3D.
De que forma? - Será que energia vira matéria? - E matéria pode transformar-se em energia? Que se materializa de novo, sem cessar...
Pensamentos viram idéias, que se cristalizam em palavras ditas ou não ditas (intenções ocultas), que viram comunicação escrita ou imagens materializadas na telinha. E que retornam como energia do pensar a nos afetar as antigas idéias, que se recriam, se refazem, transmutam. E essas novas idéias transformam-se em novas atitudes que tornam a materializar-se e, assim...
Meus amigos.
Revisitando um de meus antigos escritos não publicados (vamos publicá-lo no bloog aos poucos em capítulos) e analisando um problema causado pela facilidade de pessoas buscarem informações médicas na Net e que deu zebra; pois a pessoa querida é um obcecado por doenças – quase hipocondríaco.
Nosso papo de hoje é sobre Internet e a ética progressiva.
Ficaríamos admirados, se, de repente, alguém nos dissesse que a rede de Internet universal sempre existiu? - É verdade: Ela sempre existiu. - E a rede de conexão humana será algo parecido com o “Inconsciente Coletivo” proposto por Yung subordinada á Força criadora? – É uma idéia interessante.
Quando pensamos em alguém, estamos usando a antiga e milenar Net Natural; e acabamos de enviar um e-mail a essa pessoa; pior; quase sempre lotado de vírus do mau pensar...
Para colocar em discussão o assunto básico de hoje: Ética na Net (espero que haja troca de idéias).
Vamos aproveitar para dar um tempo e matutar sobre a arte de pensar:
O que é o pensamento? - Será uma coisa mágica? - Uma onda de energia codificada? – Pensamentos podem ser ocultados? E, as intenções que vem junto a cada um deles?
Sua mente é capaz de verdadeiros milagres. Portanto, muita atenção: seu mais vago desejo pode virar realidade!
Frases da sabedoria popular como esta a cada dia nos sinaliza que:
Cedo ou tarde, nos transformamos naquilo que pensamos costumeiramente; dia após dia.
Comprova-se no day by day que, a energia liberada pela mente tem um poder criativo/destrutivo, fascinante e inquietador.
Pois, um simples olhar, é capaz de alterar a estrutura da matéria. E, isso, não é papo furado, nem cantilena de vendedor de livro ou de seguro; é provado segundo os princípios da ciência atual. Também, não é nenhuma novidade; pois, ao mesmo tempo a matéria não deixa de ser um tipo de energia. E para nos esclarecer um pouco, merece destaque a experiência do japonês Masaru Emoto abordada em seu livro “A Mensagem da Água”. Ele congelou amostras que examinadas num microscópio de campo escuro dotado de equipamento fotográfico mostram que o arranjo hexagonal da estrutura da água apresenta mudanças quando submetida ás vibrações humanas: tais como pensamentos, palavras mensagens, orações e música.
Fica o desafio:
Se o pensamento é capaz de alterar a estrutura molecular da água e setenta por cento do nosso corpo se constitui dela. O que não seremos capazes de fazer com nosso organismo e com o dos outros com nosso pensar? – Isso sem falar no sentir e no agir.
Dá para deduzir também que o pensamento é a chave do destino.
Portanto:
Tanto pode aprisionar, quanto libertar. Curar ou fazer adoecer...
Seguindo essa linha de raciocínio, podemos deduzir que a nossos pensamentos agrupam-se em faixas vibratórias, e através do mecanismo da sintonia cria-se a Net natural. Cuidado para não lotar a CP dos outros – como fazem os apaixonados doentios com as vítimas da sua paixão...
@ conexão humana.
A energia do pensamento dirigida a algo ou a alguém é um e-mail que sempre chega ao seu destino se o indivíduo está conectado e sintonizado. E, sempre estamos plugados mente a mente na rede cósmica chamada humanidade, quer acreditemos ou não; quer queiramos ou não. Cada pensamento/sentimento é uma onda de energia de comprimento, freqüência e amplitude particularizada que interfere na vida e no destino das pessoas a quem for enviada. E na volta, ao próprio emissor. Já ouviu falar num artefato chamado bumerangue?
O que pensamos e sentimos de forma sistemática gera organizações de energia que criam um vídeo que se assemelha a um filme, são as formas/pensamento. Conjuntos semelhantes delas formam "tribos de idéias" (orkut). Um conjunto de freqüências de onda parecidas, que se agrupam por sintonia. Cada forma/pensamento produzida e emitida é capaz de atuar em outras pessoas, objetos, animais e plantas. - Quem nunca ouviu falar do “olho gordo”? - Mesmo que não queiramos crer nele como um evento ético moral, ele é real como fenômeno físico; embora seja a inveja materializada (Net Natural x Net).
Material para reflexão:
Tudo que emitimos, a nós mesmos retorna; dia menos dia. Isso é Lei...
Aplicando ás da física os conceitos de ética e moral, nós podemos dizer que há pensamentos de boa qualidade e os de má qualidade.
Pensamentos de boa qualidade:
São e-mails de gente engajada no bem que transmitem idéias claras e sentimentos corretos. Geram e transferem sensações de alegria e prazer. É lucro certo.
Pensamentos de má qualidade:
Coisas dos “hackers da vida”; eles podem ser comparados a e-mails lotados de vírus capazes de destruir sistemas, sonhos, esperanças.
Em épocas de aceleração como esta a lei de retorno atua cada vez mais rápido. É um péssimo investimento. Pois, nada escapa do provedor natural; e imaginar estar protegido em 3D pela máquina física ou fisiológica e bancar o hacker, é coisa de cobaia.
Mesmo que a maioria dos descuidados usuários não perceba; usando nosso cérebro recebemos e enviamos e-mails para equipamentos de carne, osso, cérebro, nervos, músculos, tendões e ossos sem importar a distância. Talvez num breve ou remoto futuro nós nos comunicaremos apenas através do pensamento.
Origem da Net com seus orkuts e etc.
Como somos seres inteligentes e transformadores copiamos esse sistema natural e usando a tecnologia atual disponível o materializamos na tela através de processadores, cabos, chips, mouse, e outros apetrechos analógicos ou digitais.
Mas; estamos às voltas com um problema.
O que podemos e vamos fazer com esses recursos: a Internet fisiológica e a eletrônica? - Esta é nossa brincadeira e, assunto deste b@tep@po.
Pois:
A qualidade do nosso futuro não depende apenas de tecnologia;
Mas; do uso que se faça dela.
A rede mundial de Internet pode tornar-se uma ferramenta em direção ao progresso ao alcance da maioria, fácil de ser usada e "barata" desde que a usemos com sabedoria e ética. Pois, de graça, nem a Internet Universal. Ela tem um custo até maior do que se imagina, e as moedas chamam-se Kharma ou Dharma (impressas numa máquina do tempo chamada Lei de retorno).
Em se tratando de ética; se imaginamos ficar escondidos e no anonimato ou usando nomes fictícios atrás da tela e do mouse; brincando de manos x manés nós estamos redondamente enganados.
Entre nós e as máquinas há algumas semelhanças e outras tantas diferenças, e dentre elas: tal e qual nós seres humanos; os computadores são ferramentas de precisão de alta tecnologia e com recursos bem variados. Mas, no terreno da ética cósmica os recursos e equipamentos disponíveis não importam tanto quanto parece para caracterizar nossa qualidade como internautas.
Quem é o bam – bam – bam da Net?
Tanto faz que tenhamos uma cabeça grande ou pequena um Q.I maior ou menor; tudo isso guardado num gabinete branco, amarelo ou preto. E também; não importa o tipo de tecnologia á nossa disposição. Tanto faz se temos um PC antigo ou de última geração - O que cria a nossa marca registrada é a forma com que nos apresentamos através do teclado. Se, nossas mensagens são inteligentes e éticas, então é o que somos; caso contrário, podemos escapar por enquanto das penalidades da comissão de ética ou até da justiça em 3D; mas nunca do Provedor Natural, pois nossos registros não podem ser apagados...
Nosso próximo assunto:
Como nos defender?
É preciso adotar um bom sistema antivirus; e além disso; aprender a separar quem é quem entre os participantes de nossa rede; o que leva um pouco de tempo e de observação quando não temos treino.
Por hoje:
É preciso cuidado; pois, mais ainda do que nas relações humanas frente e frente que já são bastante camufladas na tentativa de ocultar segundas, erciras e quartas intenções; na rede da Net mundial nós sabemos uns dos outros apenas o que cada um deseja informar.
Em tempo, na Internet Natural a lixeira é o esquecimento do passado – Mas, Deus esqueceu de criar a tecla DEL. Daí, nada pode ser deletado.
Já definiu seu conceito de ética?
Tudo a seu tempo; mas, como as coisas andam muito rápido e segundo um grande Mestre: quanto mais sabemos; mais somos responsáveis pelo que nosso conhecimento possa provocar na vida das outras pessoas.
Vamos brincar de advogado do diabo supermoderno; e sem desculpas nem justificativas:
Nossas mais comuns e básicas preocupações éticas: Não envio nem repasso mensagens pornográficas – Não critico nem falo mal dos outros; apenas envio mensagens instrutivas, etc.
Mas o conceito de ética progressiva nos dita que ao avançarmos em grau de consciência nós devemos nos preocupar com detalhes que a maioria ainda não percebe. Será que as pessoas comuns têm capacidade para absorver a quantidade de informações que nos é repassada e que repassamos aos outros? – Será que passamos as informações pelo crivo da inteligência e do bom senso antes de lotar de vírus o PC de nossos amigos?
O problema do excesso de informações superficiais merece atenção especial; é comum no meu dia a dia de trabalho no consultório ver-me obrigado a recomendar, especialmente aos jovens: pare de ler e de buscar tantas informações; dê um tempo para aplicar o que já sabe; pois, caso contrário; vai pirar.
A influencia da informação gerada na Net na saúde dos usuários.
As pessoas foram induzidas a acreditar que a informação é tudo. Apenas se torna um vencedor quem detém a informação. A cada dia surge um novo tipo tecnologia de informação mais veloz, estilo fast food.
Dentre muitos males, a teoria do quanto mais, melhor, na informação; é como excesso de alimento: intoxica e até mata - pois informação é como comida: por mais deliciosa e saudável que seja; em excesso; não conseguimos digeri-la; e ela nos faz muito mal.
Não conseguir acompanhar a velocidade da informação nos assusta; arrepiamos ao imaginar a possibilidade de vivermos no ontem perdendo os prazeres de hoje.
Fica a questão ética pessoal e bem íntima para discussão interna (mas, sem briga nem culpa): sou um criador de informação, repassador ou consumidor?
Definir isso é vital, pois não dá para fugir da responsabilidade progressiva:
Somos responsáveis pelo que transmitimos aos outros; e, é inegável que sob a pressão de um volume excessivo de informação a mente das pessoas perde a capacidade de ordenar de forma adequada os eventos; deturpando o eixo do tempo.
O medo de ficar de fora do que está acontecendo no mundo, de ficar para trás, de não usufruir das novas tecnologias, dos novos prazeres, do novo conforto é alimentado ao extremo pela mídia em todos os veículos de informação.
Hoje quase toda formação profissional baseia-se nesse tipo de conquista: deter e dominar a informação.
Isso faz com que as pessoas não tenham tempo para mais nada. Pois nossa capacidade de discernir ainda é muito precária. O medo, a ansiedade e a angústia são inevitáveis, pois nossa maturidade psicológica, em todos os seus componentes deixa muito a desejar.
O volume de informações congestiona a capacidade que o indivíduo já detém de escolher as experiências que deseja viver, daí ele passa a ser comandado pela mídia e o marketing que o ajudam a criar necessidades, tão inúteis quanto desnecessárias. E sob a pesada influência do pensamento mágico mistura causas com efeitos. Pouco pensa nas conseqüências de suas escolhas. Crê e é induzido a tal: a acreditar em soluções simplórias para resolver os problemas que criou tanto para si quanto para os outros.
Assenta-se na mentira e na desculpa perante a própria consciência: todo mundo faz; então devo fazer também...
Vigiar o pensamento e as intenções antes de digitar é preciso...
Numa velocidade cada vez mais estonteante:
Possibilidades sempre trazem consigo responsabilidades progressivas...
Na história da atual humanidade, hoje, é provável que a Net seja o evento tecnológico que mais tenha causado impacto no cotidiano de nossas vidas.
Sua descoberta terá sido uma sacada genial? Ou apenas uma cópia da natureza? – Uma cópia, claro; pois de certa forma a proposta do sábio Lavoisier ainda continua valendo: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma”. Ela sempre existiu em dimensões mais sutis, apenas a materializamos em 3D.
De que forma? - Será que energia vira matéria? - E matéria pode transformar-se em energia? Que se materializa de novo, sem cessar...
Pensamentos viram idéias, que se cristalizam em palavras ditas ou não ditas (intenções ocultas), que viram comunicação escrita ou imagens materializadas na telinha. E que retornam como energia do pensar a nos afetar as antigas idéias, que se recriam, se refazem, transmutam. E essas novas idéias transformam-se em novas atitudes que tornam a materializar-se e, assim...
Meus amigos.
Revisitando um de meus antigos escritos não publicados (vamos publicá-lo no bloog aos poucos em capítulos) e analisando um problema causado pela facilidade de pessoas buscarem informações médicas na Net e que deu zebra; pois a pessoa querida é um obcecado por doenças – quase hipocondríaco.
Nosso papo de hoje é sobre Internet e a ética progressiva.
Ficaríamos admirados, se, de repente, alguém nos dissesse que a rede de Internet universal sempre existiu? - É verdade: Ela sempre existiu. - E a rede de conexão humana será algo parecido com o “Inconsciente Coletivo” proposto por Yung subordinada á Força criadora? – É uma idéia interessante.
Quando pensamos em alguém, estamos usando a antiga e milenar Net Natural; e acabamos de enviar um e-mail a essa pessoa; pior; quase sempre lotado de vírus do mau pensar...
Para colocar em discussão o assunto básico de hoje: Ética na Net (espero que haja troca de idéias).
Vamos aproveitar para dar um tempo e matutar sobre a arte de pensar:
O que é o pensamento? - Será uma coisa mágica? - Uma onda de energia codificada? – Pensamentos podem ser ocultados? E, as intenções que vem junto a cada um deles?
Sua mente é capaz de verdadeiros milagres. Portanto, muita atenção: seu mais vago desejo pode virar realidade!
Frases da sabedoria popular como esta a cada dia nos sinaliza que:
Cedo ou tarde, nos transformamos naquilo que pensamos costumeiramente; dia após dia.
Comprova-se no day by day que, a energia liberada pela mente tem um poder criativo/destrutivo, fascinante e inquietador.
Pois, um simples olhar, é capaz de alterar a estrutura da matéria. E, isso, não é papo furado, nem cantilena de vendedor de livro ou de seguro; é provado segundo os princípios da ciência atual. Também, não é nenhuma novidade; pois, ao mesmo tempo a matéria não deixa de ser um tipo de energia. E para nos esclarecer um pouco, merece destaque a experiência do japonês Masaru Emoto abordada em seu livro “A Mensagem da Água”. Ele congelou amostras que examinadas num microscópio de campo escuro dotado de equipamento fotográfico mostram que o arranjo hexagonal da estrutura da água apresenta mudanças quando submetida ás vibrações humanas: tais como pensamentos, palavras mensagens, orações e música.
Fica o desafio:
Se o pensamento é capaz de alterar a estrutura molecular da água e setenta por cento do nosso corpo se constitui dela. O que não seremos capazes de fazer com nosso organismo e com o dos outros com nosso pensar? – Isso sem falar no sentir e no agir.
Dá para deduzir também que o pensamento é a chave do destino.
Portanto:
Tanto pode aprisionar, quanto libertar. Curar ou fazer adoecer...
Seguindo essa linha de raciocínio, podemos deduzir que a nossos pensamentos agrupam-se em faixas vibratórias, e através do mecanismo da sintonia cria-se a Net natural. Cuidado para não lotar a CP dos outros – como fazem os apaixonados doentios com as vítimas da sua paixão...
@ conexão humana.
A energia do pensamento dirigida a algo ou a alguém é um e-mail que sempre chega ao seu destino se o indivíduo está conectado e sintonizado. E, sempre estamos plugados mente a mente na rede cósmica chamada humanidade, quer acreditemos ou não; quer queiramos ou não. Cada pensamento/sentimento é uma onda de energia de comprimento, freqüência e amplitude particularizada que interfere na vida e no destino das pessoas a quem for enviada. E na volta, ao próprio emissor. Já ouviu falar num artefato chamado bumerangue?
O que pensamos e sentimos de forma sistemática gera organizações de energia que criam um vídeo que se assemelha a um filme, são as formas/pensamento. Conjuntos semelhantes delas formam "tribos de idéias" (orkut). Um conjunto de freqüências de onda parecidas, que se agrupam por sintonia. Cada forma/pensamento produzida e emitida é capaz de atuar em outras pessoas, objetos, animais e plantas. - Quem nunca ouviu falar do “olho gordo”? - Mesmo que não queiramos crer nele como um evento ético moral, ele é real como fenômeno físico; embora seja a inveja materializada (Net Natural x Net).
Material para reflexão:
Tudo que emitimos, a nós mesmos retorna; dia menos dia. Isso é Lei...
Aplicando ás da física os conceitos de ética e moral, nós podemos dizer que há pensamentos de boa qualidade e os de má qualidade.
Pensamentos de boa qualidade:
São e-mails de gente engajada no bem que transmitem idéias claras e sentimentos corretos. Geram e transferem sensações de alegria e prazer. É lucro certo.
Pensamentos de má qualidade:
Coisas dos “hackers da vida”; eles podem ser comparados a e-mails lotados de vírus capazes de destruir sistemas, sonhos, esperanças.
Em épocas de aceleração como esta a lei de retorno atua cada vez mais rápido. É um péssimo investimento. Pois, nada escapa do provedor natural; e imaginar estar protegido em 3D pela máquina física ou fisiológica e bancar o hacker, é coisa de cobaia.
Mesmo que a maioria dos descuidados usuários não perceba; usando nosso cérebro recebemos e enviamos e-mails para equipamentos de carne, osso, cérebro, nervos, músculos, tendões e ossos sem importar a distância. Talvez num breve ou remoto futuro nós nos comunicaremos apenas através do pensamento.
Origem da Net com seus orkuts e etc.
Como somos seres inteligentes e transformadores copiamos esse sistema natural e usando a tecnologia atual disponível o materializamos na tela através de processadores, cabos, chips, mouse, e outros apetrechos analógicos ou digitais.
Mas; estamos às voltas com um problema.
O que podemos e vamos fazer com esses recursos: a Internet fisiológica e a eletrônica? - Esta é nossa brincadeira e, assunto deste b@tep@po.
Pois:
A qualidade do nosso futuro não depende apenas de tecnologia;
Mas; do uso que se faça dela.
A rede mundial de Internet pode tornar-se uma ferramenta em direção ao progresso ao alcance da maioria, fácil de ser usada e "barata" desde que a usemos com sabedoria e ética. Pois, de graça, nem a Internet Universal. Ela tem um custo até maior do que se imagina, e as moedas chamam-se Kharma ou Dharma (impressas numa máquina do tempo chamada Lei de retorno).
Em se tratando de ética; se imaginamos ficar escondidos e no anonimato ou usando nomes fictícios atrás da tela e do mouse; brincando de manos x manés nós estamos redondamente enganados.
Entre nós e as máquinas há algumas semelhanças e outras tantas diferenças, e dentre elas: tal e qual nós seres humanos; os computadores são ferramentas de precisão de alta tecnologia e com recursos bem variados. Mas, no terreno da ética cósmica os recursos e equipamentos disponíveis não importam tanto quanto parece para caracterizar nossa qualidade como internautas.
Quem é o bam – bam – bam da Net?
Tanto faz que tenhamos uma cabeça grande ou pequena um Q.I maior ou menor; tudo isso guardado num gabinete branco, amarelo ou preto. E também; não importa o tipo de tecnologia á nossa disposição. Tanto faz se temos um PC antigo ou de última geração - O que cria a nossa marca registrada é a forma com que nos apresentamos através do teclado. Se, nossas mensagens são inteligentes e éticas, então é o que somos; caso contrário, podemos escapar por enquanto das penalidades da comissão de ética ou até da justiça em 3D; mas nunca do Provedor Natural, pois nossos registros não podem ser apagados...
Nosso próximo assunto:
Como nos defender?
É preciso adotar um bom sistema antivirus; e além disso; aprender a separar quem é quem entre os participantes de nossa rede; o que leva um pouco de tempo e de observação quando não temos treino.
Por hoje:
É preciso cuidado; pois, mais ainda do que nas relações humanas frente e frente que já são bastante camufladas na tentativa de ocultar segundas, erciras e quartas intenções; na rede da Net mundial nós sabemos uns dos outros apenas o que cada um deseja informar.
Em tempo, na Internet Natural a lixeira é o esquecimento do passado – Mas, Deus esqueceu de criar a tecla DEL. Daí, nada pode ser deletado.
Já definiu seu conceito de ética?
Tudo a seu tempo; mas, como as coisas andam muito rápido e segundo um grande Mestre: quanto mais sabemos; mais somos responsáveis pelo que nosso conhecimento possa provocar na vida das outras pessoas.
Vamos brincar de advogado do diabo supermoderno; e sem desculpas nem justificativas:
Nossas mais comuns e básicas preocupações éticas: Não envio nem repasso mensagens pornográficas – Não critico nem falo mal dos outros; apenas envio mensagens instrutivas, etc.
Mas o conceito de ética progressiva nos dita que ao avançarmos em grau de consciência nós devemos nos preocupar com detalhes que a maioria ainda não percebe. Será que as pessoas comuns têm capacidade para absorver a quantidade de informações que nos é repassada e que repassamos aos outros? – Será que passamos as informações pelo crivo da inteligência e do bom senso antes de lotar de vírus o PC de nossos amigos?
O problema do excesso de informações superficiais merece atenção especial; é comum no meu dia a dia de trabalho no consultório ver-me obrigado a recomendar, especialmente aos jovens: pare de ler e de buscar tantas informações; dê um tempo para aplicar o que já sabe; pois, caso contrário; vai pirar.
A influencia da informação gerada na Net na saúde dos usuários.
As pessoas foram induzidas a acreditar que a informação é tudo. Apenas se torna um vencedor quem detém a informação. A cada dia surge um novo tipo tecnologia de informação mais veloz, estilo fast food.
Dentre muitos males, a teoria do quanto mais, melhor, na informação; é como excesso de alimento: intoxica e até mata - pois informação é como comida: por mais deliciosa e saudável que seja; em excesso; não conseguimos digeri-la; e ela nos faz muito mal.
Não conseguir acompanhar a velocidade da informação nos assusta; arrepiamos ao imaginar a possibilidade de vivermos no ontem perdendo os prazeres de hoje.
Fica a questão ética pessoal e bem íntima para discussão interna (mas, sem briga nem culpa): sou um criador de informação, repassador ou consumidor?
Definir isso é vital, pois não dá para fugir da responsabilidade progressiva:
Somos responsáveis pelo que transmitimos aos outros; e, é inegável que sob a pressão de um volume excessivo de informação a mente das pessoas perde a capacidade de ordenar de forma adequada os eventos; deturpando o eixo do tempo.
O medo de ficar de fora do que está acontecendo no mundo, de ficar para trás, de não usufruir das novas tecnologias, dos novos prazeres, do novo conforto é alimentado ao extremo pela mídia em todos os veículos de informação.
Hoje quase toda formação profissional baseia-se nesse tipo de conquista: deter e dominar a informação.
Isso faz com que as pessoas não tenham tempo para mais nada. Pois nossa capacidade de discernir ainda é muito precária. O medo, a ansiedade e a angústia são inevitáveis, pois nossa maturidade psicológica, em todos os seus componentes deixa muito a desejar.
O volume de informações congestiona a capacidade que o indivíduo já detém de escolher as experiências que deseja viver, daí ele passa a ser comandado pela mídia e o marketing que o ajudam a criar necessidades, tão inúteis quanto desnecessárias. E sob a pesada influência do pensamento mágico mistura causas com efeitos. Pouco pensa nas conseqüências de suas escolhas. Crê e é induzido a tal: a acreditar em soluções simplórias para resolver os problemas que criou tanto para si quanto para os outros.
Assenta-se na mentira e na desculpa perante a própria consciência: todo mundo faz; então devo fazer também...
Vigiar o pensamento e as intenções antes de digitar é preciso...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
HOMEOPATIA E A RECICLAGEM DA PERSONALIDADE
HOMEOPATIA E A REESTRUTURAÇÃO DA PERSONALIDADE
Os conhecimentos de medicina psicossomática vieram trazer um pouco de luz á nossa compreensão a respeito da influência do psiquismo das emoções e do caráter ás doenças que se manifestam no corpo físico.
A prática da Homeopatia ampliou mais ainda minha visão a respeito da necessidade de conhecer a nós mesmos; pois é um tipo de medicina que atua de forma profunda na intimidade energética de cada pessoa – indo na causa e não apenas ficando na periferia do bloqueio dos efeitos das escolhas (hábitos e condutas) e das características da personalidade.
Para escolher bem o medicamento de início do tratamento (primeira consulta) e no seguimento do caso (consultas de reavaliação), é preciso conhecer quem é aquela pessoa – suas tendências em todos os sentidos – suas características de personalidade – sua forma de agir e de reagir – Claro que o principal é ter conhecimentos médicos para que se faça um diagnóstico clínico e se tenha um prognóstico de evolução.
A Homeopatia vem sendo mal usada tanto por médicos que apenas receitam baseado nos sintomas físicos. Mas temos um grave problema com o receituário feito por leigos receitistas. A auto-medicação na homeopatia é desastrosa. Os remédios receitados pelas “comadres homeopatizadas”; e dos denominados terapeutas promovem distúrbios consideráveis em muitos casos simples para quem conhece o assunto.
O que gerou isso?
Sem dúvida a ignorância - Talvez escudados num dos muitos falsos conceitos a respeito da homeopatia: “Se o medicamento homeopático não faz bem também não fará mal” imaginam as pessoas – o que é um grave engano; como tantos outros.
A Homeopatia mal colocada pode ser mais danosa do que a alopatia com todo seu leque de efeitos colaterais.
Exemplo, muitas pessoas são tão sensíveis que começam a apresentar sintomas produzidos pelo medicamento mal colocado – e como se sentem pior (agravação inicial antes da cura é outro dado a ser considerado) buscam de volta a alopatia e começam a tratar sintomas causados pelo medicamento homeopático num efeito matrix (uma das bases da Homeopatia é a experiência no homem são) – E nessas situações, que se tornam verdadeiros experimentos, alguns pacientes ficam presos ao uso de medicamentos de uso contínuo alopáticos; pois ninguém tem coragem de reavaliar e parar com a medicação. Exemplos: Uma pessoa começa a tomar um medicamento homeopático para um sintoma específico (unha encravada) – mas, na matéria médica do medicamento consta que essa substância diluída e dinamizada é capaz de produzir palpitações no homem são - depois de algumas tomadas essa pessoa sensível começa a sentir palpitações e logo corre para o cardiologista que confirma alterações no ECG e o paciente é medicado; as palpitações iriam desaparecer um tempo após a parada do medicamento homeopático – mas, por muitos fatores essa pessoa pode tomar o remédio alopático para sempre – embora os efeitos colaterais possam ajudar a pessoa a libertar-se – Benditos efeitos colaterais... Noutro caso, esse bem comum; uma receitista que pode ser uma mãe que indica para a vizinha o uso de Mercurius Solubilis CH6 para a amigdalite do seu filho; pois no dela é tiro e queda – e o garoto começa a apresentar um comportamento infernal mesmo numa dinamização baixa como a CH6 (o relato da personalidade do sujeito cujo remédio de “fundo” Mercurius Solubilis é assustador); e a manifestação pode ocorrer; daí não custa nada a criança ir parar no psiquiatra ou no psicólogo – claro que o efeito é reversível algum tempo após a parada no uso.
Dá para imaginar a loucura? – Pela sua importância voltaremos breve a esse assunto.
Na escolha do medicamento homeopático, os sintomas em ordem de importância: sintomas mentais – emocionais; características gerais; sintomas e sinais físicos.
Os mais importantes e decisivos são as características mentais e emocionais.
Pronto encrencou! - Pois, logo de cara, na primeira consulta nos deparamos com uma dificuldade gerada pelo sistema de educação: formação de múltiplas personalidades e visão deturpada de nós mesmos – isso é tão importante que escrevi alguns livros sobre a temática educação, comportamento, filosofia de vida e saúde. A maior parte de nós nem imagina quem é; nem como reagimos e nos comportamos – e o pior, nós nos “achamos” sem que o sejamos...
O que fazer? Como abordar o paciente lutando contra o tempo e a cultura alopática de doença? – Se na medicina tradicional quanto menos o paciente falar de si mesmo e de suas angústias existenciais melhor; pois o médico não terá recursos para medicá-lo em cima disso, um dos motivos pelos quais as entrevista são curtas.
Outro detalhe:
A consulta não pode ser muito dirigida, caso contrário vamos tratar um paciente imaginário, virtual mesmo; aquilo que a pessoa imagina ser; ou o que o médico “forçou” sem perceber; nas duas situações: nada ou pouco a ver com a realidade.
Quando dizemos ao paciente: Fale alguma coisa a seu respeito; como você é; como se vê. – A respostas costumam ser: Quer saber a respeito do que? – Nossa agora me pegou! - Como é difícil falar sobre nós mesmos! – Não sei dizer!
A maior parte quando está acompanhada; pergunta ao outro – E daí; como eu sou?
O desconhecimento a nosso respeito é imenso – e nossa percepção é bastante deformada. Caso o profissional não seja experiente ele vai tratar uma pessoa virtual e inventada ou será obrigado a medicar apenas os efeitos sem atuar mais profundamente nas causas.
Estudar o paciente é uma arte que exige tempo e boa vontade da equipe interessada nos resultados: paciente/profissional; daí, não combina com o sistema de medicina de grupo onde tempo é dinheiro e as consultas não podem durar mais do que cinco minutos; caso contrário o profissional não conseguirá pagar nem as despesas de manutenção do local de trabalho e nem pagar a parte dos sócios compulsórios: impostos de vários tipos, taxas de sindicatos, etc.
Deixando de lado as dificuldades em se usar a homeopatia pelo desconhecimento de nós mesmos; vamos ao que interessa: Como posso melhorar o conhecimento a respeito da minha pessoa?
As formas variam de acordo com o grau de consciência já adquirido; mas uso um pequeno roteiro para meus pacientes:
1 – Através do próprio sofrimento (sintomas). Exemplo, toda vez que tenho uma crise de rinite ou de enxaqueca (pode ser qualquer doença; especialmente as crônicas), ao invés de apenas me preocupar em tomar o remédio; devo ir para um canto, me recolher e questionar: Que tipo de pensamento, sentimento e atitude estavam em jogo antes? O que comi ou deixei de comer? Que práticas ocorreram? – Tudo deve ser anotado para posterior comparação. Depois de um tempo de treinamento fica fácil associar a somatização á personalidade; pois, inveja dá um tipo, intolerância outro; ansiedade e medo resultam em outros, etc.
2 – Estudo dos modelos familiares. Quem eu copiei na infância? Com quem me pareço?
3 – Uso do “efeito espelho”. As pessoas com quem o santo não bate; pode ser o nosso espelho mostrando a parte que negamos em nós mesmos.
Como reciclar a personalidade para atingir a cura definitiva?
Não há mais dúvida que a reciclagem da personalidade é uma das condições para a cura definitiva. Especialmente na atualidade cada vê mais acelerada – Tomar remédio de uso contínuo não é cura; e, além disso, as pessoas não mais suportarão os efeitos colaterais. Ficar cortando as pessoas em pedaços também não resolve o problema, pois as causas iniciais geradoras da doença continuarão em atividade (as metásteses tumorais que o digam).
Terapias alternativas embora seja uma escolha com melhor relação de custo benefício, também não resolverão o problema para sempre. A aceleração em andamento deixa a causa e o efeito cada vez mais próximos: NADA MAIS SERÁ COMO ANTES...
A própria homeopatia, acupuntura e terapia de florais equilibram a personalidade durante certo tempo e até certo ponto; mas; não de forma definitiva.
É grande o número de pessoas que já vivenciaram a ação da homeopatia desejando ficarem alegres, felizes, calmas e motivadas com o uso da medicação – claro que esses tratamentos podem facilitar o trabalho de conquista de transformar a pessoa impaciente mais tolerante; o irado numa pessoa mais equilibrada, o invejoso numa pessoa mais cooperativa – Mas, nada substitui o conhecimento e trabalho sob a supervisão do tempo.
Algumas das recomendações que faço aos meus pacientes:
1 – As recaídas são inevitáveis. Trate-as com bom humor, muita gozação de si mesmo.
2 – Recomece.
3 – Agimos como criança – Trate a vida na brincadeira; mas assumindo suas responsabilidades.
4 – Bom humor e música são excelentes remédios.
5 – Seja simples.
6 – Aprenda a ser honesto consigo mesmo – Deixe de lado as desculpas e as justificativas.
7 – Viva apenas o presente.
8 - Respeite-se - Faça apenas o possível.
9 - Dê um passo de cada vez.
10 – Dê um chega pra lá na preguiça – Invente um método de trabalho para sua reciclagem. Anote tudo. FAÇA A MANUTENÇÃO DAS NOVAS ESCOLHAS.
Exemplo de método simples de trabalho:
Entre os anos de 354 e 430 viveu Aurélio Agostinho da cidade de Hipona – Era um jovem muito problemático na sua forma de viver – tal e qual a maioria de nós; ele era cheio de pequenos e grandes vícios considerados normais ou não na época em que viveu – Nós também estamos cansados de ver esse filme em nós mesmos e á nossa volta – Mas, um belo dia; claro que depois de muitos conflitos íntimos (e sem a ajuda da homeopatia, florais nem terapia) ele resolveu mudar-se intimamente e nas suas posturas.
O que ele fazia? – Sem saber inventou a reengenharia de empresa ou um método de reestruturação simples e fácil; tão simples e fácil que em poucos anos conseguiu aderir ao processo completamente transformando-se de forma significativa.
O que ele fazia?
Simples – Toda noite ele criava pequenas metas de mudança para cumprir no dia seguinte. Na noite próxima revia o que conseguiu e reformulava as metas sempre segundo seus recursos disponíveis – Assim ele seguiu com esse processo durante sua vida.
Hoje nós conhecemos Aurélio Agostinho de Hipona como: Santo Agostinho.
O trabalho do Agostinho está fácil para ser copiado hoje com tantos recursos.
Vale a pena refletir esta referência ao seu trabalho de reciclagem da personalidade ditada por ele mesmo.
“Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar...”.
Santo Agostinho – (O Livro dos Espíritos - Allan Kardec)
Claro que cada caso é único – Mas, para nossos pacientes com insigth de mudanças procuramos sempre definir uma forma de trabalho em conjunto.
Boa reforma.
Os conhecimentos de medicina psicossomática vieram trazer um pouco de luz á nossa compreensão a respeito da influência do psiquismo das emoções e do caráter ás doenças que se manifestam no corpo físico.
A prática da Homeopatia ampliou mais ainda minha visão a respeito da necessidade de conhecer a nós mesmos; pois é um tipo de medicina que atua de forma profunda na intimidade energética de cada pessoa – indo na causa e não apenas ficando na periferia do bloqueio dos efeitos das escolhas (hábitos e condutas) e das características da personalidade.
Para escolher bem o medicamento de início do tratamento (primeira consulta) e no seguimento do caso (consultas de reavaliação), é preciso conhecer quem é aquela pessoa – suas tendências em todos os sentidos – suas características de personalidade – sua forma de agir e de reagir – Claro que o principal é ter conhecimentos médicos para que se faça um diagnóstico clínico e se tenha um prognóstico de evolução.
A Homeopatia vem sendo mal usada tanto por médicos que apenas receitam baseado nos sintomas físicos. Mas temos um grave problema com o receituário feito por leigos receitistas. A auto-medicação na homeopatia é desastrosa. Os remédios receitados pelas “comadres homeopatizadas”; e dos denominados terapeutas promovem distúrbios consideráveis em muitos casos simples para quem conhece o assunto.
O que gerou isso?
Sem dúvida a ignorância - Talvez escudados num dos muitos falsos conceitos a respeito da homeopatia: “Se o medicamento homeopático não faz bem também não fará mal” imaginam as pessoas – o que é um grave engano; como tantos outros.
A Homeopatia mal colocada pode ser mais danosa do que a alopatia com todo seu leque de efeitos colaterais.
Exemplo, muitas pessoas são tão sensíveis que começam a apresentar sintomas produzidos pelo medicamento mal colocado – e como se sentem pior (agravação inicial antes da cura é outro dado a ser considerado) buscam de volta a alopatia e começam a tratar sintomas causados pelo medicamento homeopático num efeito matrix (uma das bases da Homeopatia é a experiência no homem são) – E nessas situações, que se tornam verdadeiros experimentos, alguns pacientes ficam presos ao uso de medicamentos de uso contínuo alopáticos; pois ninguém tem coragem de reavaliar e parar com a medicação. Exemplos: Uma pessoa começa a tomar um medicamento homeopático para um sintoma específico (unha encravada) – mas, na matéria médica do medicamento consta que essa substância diluída e dinamizada é capaz de produzir palpitações no homem são - depois de algumas tomadas essa pessoa sensível começa a sentir palpitações e logo corre para o cardiologista que confirma alterações no ECG e o paciente é medicado; as palpitações iriam desaparecer um tempo após a parada do medicamento homeopático – mas, por muitos fatores essa pessoa pode tomar o remédio alopático para sempre – embora os efeitos colaterais possam ajudar a pessoa a libertar-se – Benditos efeitos colaterais... Noutro caso, esse bem comum; uma receitista que pode ser uma mãe que indica para a vizinha o uso de Mercurius Solubilis CH6 para a amigdalite do seu filho; pois no dela é tiro e queda – e o garoto começa a apresentar um comportamento infernal mesmo numa dinamização baixa como a CH6 (o relato da personalidade do sujeito cujo remédio de “fundo” Mercurius Solubilis é assustador); e a manifestação pode ocorrer; daí não custa nada a criança ir parar no psiquiatra ou no psicólogo – claro que o efeito é reversível algum tempo após a parada no uso.
Dá para imaginar a loucura? – Pela sua importância voltaremos breve a esse assunto.
Na escolha do medicamento homeopático, os sintomas em ordem de importância: sintomas mentais – emocionais; características gerais; sintomas e sinais físicos.
Os mais importantes e decisivos são as características mentais e emocionais.
Pronto encrencou! - Pois, logo de cara, na primeira consulta nos deparamos com uma dificuldade gerada pelo sistema de educação: formação de múltiplas personalidades e visão deturpada de nós mesmos – isso é tão importante que escrevi alguns livros sobre a temática educação, comportamento, filosofia de vida e saúde. A maior parte de nós nem imagina quem é; nem como reagimos e nos comportamos – e o pior, nós nos “achamos” sem que o sejamos...
O que fazer? Como abordar o paciente lutando contra o tempo e a cultura alopática de doença? – Se na medicina tradicional quanto menos o paciente falar de si mesmo e de suas angústias existenciais melhor; pois o médico não terá recursos para medicá-lo em cima disso, um dos motivos pelos quais as entrevista são curtas.
Outro detalhe:
A consulta não pode ser muito dirigida, caso contrário vamos tratar um paciente imaginário, virtual mesmo; aquilo que a pessoa imagina ser; ou o que o médico “forçou” sem perceber; nas duas situações: nada ou pouco a ver com a realidade.
Quando dizemos ao paciente: Fale alguma coisa a seu respeito; como você é; como se vê. – A respostas costumam ser: Quer saber a respeito do que? – Nossa agora me pegou! - Como é difícil falar sobre nós mesmos! – Não sei dizer!
A maior parte quando está acompanhada; pergunta ao outro – E daí; como eu sou?
O desconhecimento a nosso respeito é imenso – e nossa percepção é bastante deformada. Caso o profissional não seja experiente ele vai tratar uma pessoa virtual e inventada ou será obrigado a medicar apenas os efeitos sem atuar mais profundamente nas causas.
Estudar o paciente é uma arte que exige tempo e boa vontade da equipe interessada nos resultados: paciente/profissional; daí, não combina com o sistema de medicina de grupo onde tempo é dinheiro e as consultas não podem durar mais do que cinco minutos; caso contrário o profissional não conseguirá pagar nem as despesas de manutenção do local de trabalho e nem pagar a parte dos sócios compulsórios: impostos de vários tipos, taxas de sindicatos, etc.
Deixando de lado as dificuldades em se usar a homeopatia pelo desconhecimento de nós mesmos; vamos ao que interessa: Como posso melhorar o conhecimento a respeito da minha pessoa?
As formas variam de acordo com o grau de consciência já adquirido; mas uso um pequeno roteiro para meus pacientes:
1 – Através do próprio sofrimento (sintomas). Exemplo, toda vez que tenho uma crise de rinite ou de enxaqueca (pode ser qualquer doença; especialmente as crônicas), ao invés de apenas me preocupar em tomar o remédio; devo ir para um canto, me recolher e questionar: Que tipo de pensamento, sentimento e atitude estavam em jogo antes? O que comi ou deixei de comer? Que práticas ocorreram? – Tudo deve ser anotado para posterior comparação. Depois de um tempo de treinamento fica fácil associar a somatização á personalidade; pois, inveja dá um tipo, intolerância outro; ansiedade e medo resultam em outros, etc.
2 – Estudo dos modelos familiares. Quem eu copiei na infância? Com quem me pareço?
3 – Uso do “efeito espelho”. As pessoas com quem o santo não bate; pode ser o nosso espelho mostrando a parte que negamos em nós mesmos.
Como reciclar a personalidade para atingir a cura definitiva?
Não há mais dúvida que a reciclagem da personalidade é uma das condições para a cura definitiva. Especialmente na atualidade cada vê mais acelerada – Tomar remédio de uso contínuo não é cura; e, além disso, as pessoas não mais suportarão os efeitos colaterais. Ficar cortando as pessoas em pedaços também não resolve o problema, pois as causas iniciais geradoras da doença continuarão em atividade (as metásteses tumorais que o digam).
Terapias alternativas embora seja uma escolha com melhor relação de custo benefício, também não resolverão o problema para sempre. A aceleração em andamento deixa a causa e o efeito cada vez mais próximos: NADA MAIS SERÁ COMO ANTES...
A própria homeopatia, acupuntura e terapia de florais equilibram a personalidade durante certo tempo e até certo ponto; mas; não de forma definitiva.
É grande o número de pessoas que já vivenciaram a ação da homeopatia desejando ficarem alegres, felizes, calmas e motivadas com o uso da medicação – claro que esses tratamentos podem facilitar o trabalho de conquista de transformar a pessoa impaciente mais tolerante; o irado numa pessoa mais equilibrada, o invejoso numa pessoa mais cooperativa – Mas, nada substitui o conhecimento e trabalho sob a supervisão do tempo.
Algumas das recomendações que faço aos meus pacientes:
1 – As recaídas são inevitáveis. Trate-as com bom humor, muita gozação de si mesmo.
2 – Recomece.
3 – Agimos como criança – Trate a vida na brincadeira; mas assumindo suas responsabilidades.
4 – Bom humor e música são excelentes remédios.
5 – Seja simples.
6 – Aprenda a ser honesto consigo mesmo – Deixe de lado as desculpas e as justificativas.
7 – Viva apenas o presente.
8 - Respeite-se - Faça apenas o possível.
9 - Dê um passo de cada vez.
10 – Dê um chega pra lá na preguiça – Invente um método de trabalho para sua reciclagem. Anote tudo. FAÇA A MANUTENÇÃO DAS NOVAS ESCOLHAS.
Exemplo de método simples de trabalho:
Entre os anos de 354 e 430 viveu Aurélio Agostinho da cidade de Hipona – Era um jovem muito problemático na sua forma de viver – tal e qual a maioria de nós; ele era cheio de pequenos e grandes vícios considerados normais ou não na época em que viveu – Nós também estamos cansados de ver esse filme em nós mesmos e á nossa volta – Mas, um belo dia; claro que depois de muitos conflitos íntimos (e sem a ajuda da homeopatia, florais nem terapia) ele resolveu mudar-se intimamente e nas suas posturas.
O que ele fazia? – Sem saber inventou a reengenharia de empresa ou um método de reestruturação simples e fácil; tão simples e fácil que em poucos anos conseguiu aderir ao processo completamente transformando-se de forma significativa.
O que ele fazia?
Simples – Toda noite ele criava pequenas metas de mudança para cumprir no dia seguinte. Na noite próxima revia o que conseguiu e reformulava as metas sempre segundo seus recursos disponíveis – Assim ele seguiu com esse processo durante sua vida.
Hoje nós conhecemos Aurélio Agostinho de Hipona como: Santo Agostinho.
O trabalho do Agostinho está fácil para ser copiado hoje com tantos recursos.
Vale a pena refletir esta referência ao seu trabalho de reciclagem da personalidade ditada por ele mesmo.
“Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar...”.
Santo Agostinho – (O Livro dos Espíritos - Allan Kardec)
Claro que cada caso é único – Mas, para nossos pacientes com insigth de mudanças procuramos sempre definir uma forma de trabalho em conjunto.
Boa reforma.
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