quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

 



A PASSAGEM PELO INFERNO E O PEDÁGIO PARA O CÉU...

Céu ou inferno é um estado de consciência; daí que é portátil; não se trata de um local específico; está onde nós nos encontramos em cada momento; em cada lugar em cada dimensão da vida; não tem como entrar num estado de céu sem passar pelo inferno na passagem por dentro de nós mesmos no dar de cara com o despertar da consciência; sem capetas para colocar a culpa nem anjos para nos livrar; pois reza a lenda que na porta do inferno há uma tabuleta que exclui:

É PROIBIDA A ENTRADA DE ANJOS E DEMÔNIOS.

Já escolheu sua fila?

Não sabe o destino? Ainda não escolheu?

Há infernos dos mais variados tipos e escolhas:

Culpa, remorso, arrependimento são as senhas preferenciais. Perdas. Traições. Decepções. Doenças. Competição e outras formas sinalizam o destino...

Faça o trajeto com tranquilidade; pois é um inferno de brincadeirinha afinal somos seres imorríveis.

 

Dica:

A de reclamações e a de sofredores estão esgotadas...

 

Medo de ser barrado de novo?

Então antes de passar pela catraca e tentar entrar na fila de um dos céus da consciência livre-se de tudo que possa excluí-lo:

Crenças. Dogmas. Desculpas. Justificativas. Remorsos. Culpas. Carteirinhas de sócios de crenças sem respaldo da reflexão crítica...

 

E não brinca não; pois: QUEM FOR REPROVADO IRÁ PARA O FIM DE UMA DAS FILAS E COMEÇAR TUDO DE NOVO...

 

 

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

JÁ USOU A DOENÇA COMO FUGA?

No meu trabalho autodidata de educador em saúde sempre vi a doença com um olhar fora da casinha da normalidade...

A maioria dos humanos normais valoriza e usa a doença para aparentes ganhos: Buscar afeto, para desculpas e justificativas, punir os em torno que não nos valorizam, gatunar a energia vital dos outros etc.; a saúde apenas passa a ter valor quando perdida...

Logo na infância cada vez mais cedo nós aprendemos a usar a doença como rota de fuga da responsabilidade; o que representa uma forma de “dar no pé” quando somos compelidos a assumir os efeitos de nossas escolhas ou bate um medaço de optar por algum caminho que nos tire do sossego...

Quem nunca usou a doença dessa forma levanta o mouse?

 

Ao tentarmos escapar de crises existenciais, como: decisões a serem tomadas; dificuldade em resolver situação desconfortável etc. - nós costumamos usar: dermatites, gastrites, refluxo, cefaleia, sono excessivo, apetite compulsivo, anorexia nervosa, frigidez, impotência, libido exacerbada e outras formas mais sutis ou mais escabrosas das nossas tendências de manifestação de sintomas...; como recurso de fuga.

 

Falando das importantes emoções tome juízo; se estude; pois emoções mal resolvidas somatizam como um rio vão desembocar no mar orgânico e comprometem a saúde e a sanidade.

 

Exemplo:

Se há forte envolvimento de ansiedade com temor e insegurança surge sintomas light: diarreia; micção frequente; suor localizado e excessivo; sem falar de coisas mais graves...

          

Mas isso pode custar caro em tempo, trabalho e recursos:

Se nós alimentamos esse tipo de comportamento de fuga; ao longo do tempo podem surgir problemas mais enraizados e graves: doenças degenerativas; nódulos; tumores; câncer etc.

 

Estudar nossas emoções é um ótimo remédio...

           

Esse comportamento é em parte fruto da instrução travestida de educação:

No lento processo de adoecer ensinamos as crianças a ficarem doentes para ganhar mais atenção; carinho; além de justificar algo e até para vampirizar a energia dos outros.

 

Já fizeram isso comigo é agora o que fazer?

 

Sempre é possível ao adulto trilhar o caminho inverso e curar a sua criança interior através da reeducação...

 

O que nos impede de começar certo e não repassar esse mico aos que chegam na experiência da vida?

 

NÃO ENSINE A CRIANÇA A ADOECER.


Ah! E não adianta xilicar nem emburrar com Deus ou o destino pedindo a saúde e a sanidade que desperdiçou...




 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

 

O MEDO É A ANTÍTESE DO AMOR.

É preciso perder o medo de amar.

Parte do estado de estar só deriva do medo.

O medo é uma reação natural do instinto de sobrevivência das espécies.

No ser humano; ele passa a ser interpretado; o que o torna polar: objetivo/subjetivo.

Desse ponto em diante, a coisa se complica para a paz; e o nosso temor de nos relacionarmos com os outros; pode assumir todos os matizes possíveis.

A sensação de medo de não ser aceito, de sofrer, do abandono..., já individualizada pelo raciocínio (quase) contínuo recebe sem cessar a influência dos mais diversos tipos de experiências negativas nos relacionamentos da própria pessoa e das em torno; isso vitamina o temor de uma pessoa pela outra em virtude do receio de que essas experiências negativas se repitam.

Vivemos num universo de energias e vibrações, amor e ódio são polaridades de alta vibração. Quem odeia já amou com intensidade e pode retornar ao estado vibratório de amor. Já o medo transita em baixas vibrações com poder de reduzir a frequência vibracional amorosa e até odienta.

 Então; quem diria que o ódio não é a antítese do amor e sim o medo?

 



O que acha?

 

 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

 


PERDOAR OU SER PERDOADO?

O QUE É MAIS FÁCIL?

Perdoar é uma escolha complicada e sofrida que exige inteligência, coragem e resiliência para nos desapegarmos de energias que levamos muito tempo e esforço cultivando como: melindre, mágoa, revolta, ódio, desejo de vingança; isso deixa uma lacuna, um buraco, um vazio na alma difícil de ser preenchido; daí não é para qualquer um...

Ser perdoado é mais fácil embora seja uma armadilha cósmica ao recebermos uma tornozeleira eletrônica chamada REPARAÇÃO com timer num tempo a ser cumprido para seguir em frente conquistando a paz e a liberdade ou nos aprisionar na necessidade de expiação a escolher.

Perdoar é livramento; ser perdoado é sentença e encrenca relativamente fácil de ser resolvida a escolher...

Quantas formas de perdoar já identificou?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 

CUIDADO COM A SOLIDÃO CRÔNICA

INTERDEPENDÊNCIA É LEI CÓSMICA

  Muitos estudos e a vida prática mostram que a solidão crônica causa doenças comportamentais, físicas e psicológicas e a explicação é simples: somos seres interdependentes...

 Alguns tipos de interdependência nos parecem impostos até a vida em família é um exemplo:

 Para nascer dependemos da ajuda dos pais.

Competimos com os irmãos quanto a receber: atenção, carinho, amor...

Depois, para reforçar essa inter-relação temos a infância mais prolongada e dependente entre todos os animais. E, nem sempre as relações em família nos parecem satisfatórias, plenas e realizadoras.

   As relações no trabalho também costumam gerar a sensação de sermos obrigados a conviver com pessoas que não confiamos e não sentimos afinidade.

   

Vale relembrar que sempre teremos opções de escolher entre uma ou mais possibilidades mesmo que todas nos pareçam desagradáveis e nesse campo das relações humanas ou familiares essa lei também vale.

 

Todo cuidado é pouco na escolha dos relacionamentos, pois podemos estar criando nós cegos que podem ser desatados hoje e reatados séculos mais adiante.

 

Avalie periodicamente suas relações familiares, sociais e de trabalho.

 

Que tipo de afinidades e dificuldades sente?

Dê mais atenção às relações difíceis; lembra da dica de Jesus: “Aproveita e reconcilia-te com teu inimigo enquanto estás a caminho com ele”?

Quem é o inimigo?

Qual a pessoa difícil?

O outro ou eu mesmo?

Como sou visto e sentido?



 

E SE FOR APENAS O EFEITO ESPELHO GERENCIADO PELA LEI DOS AFINS COMPLEMENTARES?

 

Transforme a doença moral dependência em interdependência.

 

Aprender a perdoar é o remédio para transformar a qualidade das relações.

Colocar-se no lugar do outro é o analgésico.

Aceitar o próprio engano é o diagnóstico.

Perdoar ou pedir perdão é a cirurgia moral.

 

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