quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

 


SE NÃO SEI QUEM SOU:

SOU NADA?

Quem sou eu?

O que vim fazer na vida?

Descobrir isso é muito simples, pois o fluxo dos acontecimentos ou o correr dos dias assopra ao ouvido de cada pessoa quais são as suas tarefas através do que atraímos: circunstâncias, ocorrências, pessoas etc.

Siga o simples roteiro:

    Aprenda a fazer silêncio dentro de si.

    Treine a audição.

     Fale pouco, pois o som da própria voz pode atrapalhar, economize nas palavras para aprender a ouvir.

    Com olhos e ouvidos atentos preste atenção na aula (coisas do dia a dia) para entender quais são as suas lições a serem feitas ou refeitas e para aprender o que ainda desconhece.

    Preste atenção que as tarefas não são difíceis.

    Aprender a viver bem é muito fácil para quem está sempre atento.

     Esqueça as tarefas dos outros elas não são suas; embora algumas lições sejam para todos...

    Dentre elas, uma das mais importantes chama-se AUTOCONHECIMENTO.

SE NÃO DESCOBRI QUEM SOU E O QUE VIM FAZER NESTA VIDA SEREI UM JOGUETE DAS LEIS DA VIDA?

Tem alguma coisa morando dentro de mim?

 

 



A INSANIDADE, A DOENÇA MENTAL É FALTA DE COMUNICAÇÃO?

 

    Quando ouvimos o termo comunicação logo nos vem à mente a imagem de duas pessoas conversando; esquecemos da principal forma de comunicação que é a interna:

 

Nosso corpo mental se comunicando com o emocional, o astral e o organismo físico em harmonia, falando a mesma língua.

 

    Claro que a comunicação externa: também implica em qualidade de vida de forma intensa; pois, somos seres interativos e interdependentes em múltiplos sentidos.

    Na comunicação interna o uso da palavra “não” deve ser bem fiscalizado; pois estamos acostumados a dizer o que queremos evitar; quando devemos dizer o que pretendemos atingir; o termo “NÃO” nesse caso é limitante; diminui perspectivas, fecha portas; atrapalha realizações.

 

    Quando se trata de usarmos a palavra “NÃO” em nossa vida de relações, o maior problema é o sentido de negação que carrega consigo valores afetivos impostos pelo sistema de crenças da educação tradicional:

Se me é permitido; sinto-me amado; mas se; é negado não sou querido.

 

    Este simples bate papo escrito, á nossa disposição quando o desejarmos, é um convite a análise de alguns aspectos da dificuldade no uso da palavra: “NÃO”; tanto em sua forma de comunicação verbal; quanto naquela “não dita” e que se expressa na energia liberada por pensamentos, sentimentos e atitudes.

 

    No caso do “NÃO”:

    Qual a importância de dissecar uma palavra tão pequena constituída de três letras e um til? Muito mais do que podemos imaginar de pronto.

 

Será que o “NÃO” é uma chave e fechadura ao mesmo tempo?

 

    A sua influência na qualidade de vida das pessoas é marcante. Por exemplo: com certeza o amigo já se sentiu injustiçado e até usado; cansado de tanto carregar fardos e desenvolver tarefas que pertencem a outras pessoas; seja na vida em família, na sociedade e no trabalho; apenas porque não aprendeu a dizer a palavra mágica: NÃO! De preferência não acompanhado de desculpas e justificativas...

De certa forma todos nós temos alguma dificuldade em usarmos o “NÃO” dito, em hora certa, com clareza, simplicidade e coragem.

    Quantas vezes ao dia pensamos ou dizemos: Chega! Basta! Não suporto mais! Estou no fim! Ninguém me ama! Ninguém me valoriza! De que adiantou tanto esforço e dedicação! - Mas, logo que nós somos solicitados numa nova situação; dizemos SIM quando o desejo era um: NÃO!

 

    Cansou de tanto NÃO?

Então, vamos brincar de aprender juntos a usarmos de forma: clara, simples e inteligente a palavra mágica “não”!

 

COMO SE SENTE QUANDO LEVA UM NÃO?

 

Topa a brincadeira?

 

 

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

 

“QUEM NÃO SE COMUNICA SE ESTRUMBICA”...

A FORMA COMO NOS COMUNICAMOS É UM DOS ESPELHOS DA NOSSA ALMA.

 

 

Sabe como funciona a arte da comunicação?

 

Primeiro nós pensamos, sentimos; depois os impulsos e as emoções se materializam nas palavras e nas atitudes; embora o silenciar também possa ser seguido de ações.

 


Pensar/sentir/agir: o início de tudo; naturalmente finalizado na palavra ou o verbo realizador.

 

Dica para não se estrumbicar:

 

Aprenda a medir a força das palavras...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

 A FALA É LIVRE;

O ENTENDIMENTO PODE SE TORNAR PRISIONEIRO DELA...

O entendimento de uma pessoa por outra, requer cuidados que a maioria de nós ainda não percebeu.

A nossa mente não está suficientemente educada para comandar nossas palavras apenas na direção reta, honesta, construtiva e no respeito incondicional ao outro. Pois, nem sempre falamos o que pensamos; e muito menos, agimos conforme o discurso.

Dica:

Antes de falar…
Analisa se tu conheces a Lei de causa e efeito, a de sintonia e a de retorno…

Não há como fugir da evolução nem é possível retroagir nas atitudes.

Nem na fala.
Então é melhor observar bem o cardápio das possibilidades, para não ter que engolir em seco, criando distúrbios emocionais e de conduta e gerando distúrbios no corpo físico; tais como: mal-estar, gastrite, enxaqueca e especialmente as doenças da Tireoide etc.

Somos seres interativos; a todo instante; e, a palavra ainda é o principal veículo físico dessa interatividade; daí; ela deve ser cuidadosa; parcimoniosa…

APRENDA E PRATIQUE A ARTE DA COMUNICAÇÃO TEU CORPO AGRADECE E TEU DESTINO TAMBÉM...


domingo, 30 de novembro de 2025

 

ESCOLHA MINHA DIREITO MEU!

DEU RUIM?

PROBLEMA MEU!

ESCOLHA SUA DIREITO SEU!

DEU RUIM?

PROBLEMA SEU!

No progresso humano não há atalhos, nem mágicas – qualquer escolha tem um preço que implica em ganhos ou perdas.

No caso dos efeitos colaterais de prejuízo; alguns não têm volta em tempo hábil (antes desta morte); outros e possível contornar e administrar num tempo a perder de vista.

Na demora em nos humanizarmos um fator que chama a atenção é o uso do tão mal compreendido livre arbítrio.

De forma infantil nós achamos que a vida é nossa e que apenas nós vamos auferir os dividendos ou pagar o preço das escolhas que fizermos – errado - sempre sobra para os em torno e para a sociedade.

Focando no resultado ainda mais comum o PREJU, no caso das doenças e insanidade por exemplo:

Se você fizer um surto psicótico ou somatizar uma doença física como efeito colateral das suas escolhas; por mais “mala” que seja; sempre haverá alguém que se importa ou Co depende de você: família, amigos etc.

Se ficar afastado do trabalho vai sobrar para os outros trabalharem para pagar a conta do seu tratamento e da sua inatividade – Esse exemplo vale para todas as áreas da nossa vida – quando escolhemos mal sempre sobra para os outros.

O ato de viver é troca interminável, mas essa percepção nos escapa nas lides do cotidiano; pois a inteligência e o discernimento são anestesiados pelas crenças alienantes.



VIVEMOS MAIS À SOMBRA DOS EFEITOS DAS ESCOLHAS DOS OUTROS OU DAS NOSSAS?

QUEM VOCÊ ESCOLHEU PARA VIVER OS FRUTOS DAS SUAS ESCOLHAS OU AO CONTRÁRIO?

 

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