sexta-feira, 30 de agosto de 2024

 


ESCOLHAS E DESTINO

 

Será algo que não pode ser mudado no meio do caminho?

 

 

Quem fabrica esse bumerangue que chamamos de

o nosso destino?

 

A força do destino se inicia no ato de pensar.

 

    Então pensou, aconteceu?

 

    Ao emitirmos uma onda de pensamento continuado, sustentado por horas, dias, meses ou anos, criamos uma possibilidade de acontecer, de gerar algo; tão mais forte quanto mais tenha sido exercitado.

    A força do pensamento gera o destino, que é uma rede de possibilidades de ocorrências que podem se concretizar ou não.

    Tá ligado?

    Então segura essa onda:

    Pensamentos caóticos geram forças do destino caóticas e desordenadas...

    Pensamentos ordenados, coerentes e inteligentes geram fatos, ocorrências ordenadas e inteligentes...

 

A força do destino é uma rede interativa.

 

    Meu destino é problema meu!

    Errado.

    Não existe um ser humano isolado, sózinho.

    Estamos numa sala de rede social permanente.

    Somos internautas milenares.

    Nunca estamos sós.

    Mesmo quando imaginamos estar pensando sozinhos, conversando com nossos botões tem alguém participando dessa brincadeira, um ser vísivel ou não.

Quantas crianças brincam com seus amiguinhos invisíveis e, elas não são alienadas nem maluquinhas.

 

    Deu para perceber que nunca estamos só?

    Que vivemos numa grande rede de possibilidades de interferência nas ocorrências de destinos que se cruzam?

Será que as pessoas aparecem na nossa vida por acaso?

Sejam elas tipo malas sem alça ou caras metade. Será que surgem assim, do nada?

    Nada a ver ou tudo a ver?

    Quando criamos uma situação de destino, sempre tem outras pessoas que de um jeito ou de outro estão dentro dela, participando de forma ativa ou, até sem querer.

   

    Também é disso que falamos no livro Anatomia das escolhas Do amor Do perdão – Edt Viseu

 

quinta-feira, 29 de agosto de 2024

 

A FAMÍLIA É UMA ESCOLA DE AMOR?

ESCOLHEMOS A NOSSA FAMÍLIA OU ELA NOS ESCOLHE?

     É na vida em família que damos os primeiros passos no aprendizado da difícil arte de: amar, interagir, e viver.

Nela reforçam-se os laços de afinidade e de afetividade; exercita-se o perdão; aprende-se a respeitar os semelhantes sem esperar consideração, nem retribuição.    

     A família é uma eficaz oficina de aprimoramento das pessoas, onde seres em desajuste e desarmonia aprendem a harmonizar-se. Consertando: mágoa, ressentimento, ódio e desejo de vingança resultante das inter-relações desarmônicas do passado que estão sempre brotando e rebrotando no seio das famílias. É no presente que podemos extirpar de vez estes sentimentos substituindo-os por outros mais adequados: respeito, compreensão, perdão, renúncia, afeto, amor...

COMO SE FORMAM AS FAMÍLIAS?

È disso que também falamos no livro Anatomia das escolhas do amor do perdão ed. Viseu


 

     

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

 

O AMOR É CONTAGIOSO?

Vivemos na Era da desmaterialização do raciocínio para chegar até a Verdade, daí em diante é fácil compreender que:


Cada pensamento amoroso tem sua frequência, comprimento de onda e amplitude particulares.

Potencializado pelo sentimento/emoção que age como um amplificador tem um destino/alvo e retorna ao emissor.

Fortalece o campo da aura que funciona também como um escudo protetor da vida de conexão e de relação.

Adentra nos centros de força correspondentes e, se distribui pelos meridianos de acupuntura; daí integra-se ao corpo físico através do sistema nervoso, depois ao sistema glandular, e por último aos órgãos e células re/programando toda a fisiologia do ser.


Pode-se dizer que nosso corpo funciona em concordância com a forma de pensar/sentir/agir em estado de amor ou harmonia ou em desarmonia, tanto consigo mesmo quanto com os outros.

Dica:
Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos. Nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam através do corpo e das brincadeiras.
Nós devemos ir mais além, detemos reais possibilidades de sermos éticos; e para que nos amemos é preciso que aprendamos a nos respeitar e cuidar.

Estará a começar a Época de festa da CURA no céu íntimo e coletivo?
Tantas serão as oportunidades em todos os aspectos da nossa vida; que daqui em diante as doenças, de todos os tipos, vão desaparecer?

Quer aprender a dança da cura?

Quem ainda se sente incapaz e não pode dizer que se ama; muito menos que ama aos outros deve apenas prestar atenção: é muito fácil aprender a divina dança da sanidade.

Um prá lá dois prá cá - o primeiro passo é que nos aceitemos tal e qual nós somos ou melhor, tal e qual nós nos fizemos; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem e como pensarmos, sentirmos e agirmos, hoje; nós determinaremos como seremos amanhã. Isso implica em maturidade evolutiva.

Se quiser Jesus pode ser o Mestre de cerimônias:
Meia volta no perdão; rodopie na caridade; perdoe de novo...


A dança da vida é livre: então; crie seus próprios passos.

Na virada de cada rodopio: alegre-se e agradeça – está convidado então compartilhe dessa festa; pois nunca se viu neste universo tamanha profusão de oportunidades de sintonizar amor e cura.

Divirta-se junto; ria junto; alegre-se junto; pule e dance junto.

Começou a Era do Junto – a Era de nós somos todos; um; substituindo o eu fui...

Sem cura coletiva a cura pessoal fica meio capenga?

É disso que também falamos no livro a ser lançado dia 06/09/24

NÃO VAI QUERER FICAR APENAS ESPIANDO NÉ NÃO?



terça-feira, 27 de agosto de 2024

 

COMO MINHAS ESCOLHAS AFETA


A VIDA DOS OUTROS?

 

     Já conhecedores desse determinismo:

 

     As nossas escolhas interferem e modificam até profundamente a vida de outras pessoas, é o momento de diagnosticarmos nossa realidade. 

Daí em diante é hora de estudarmos como afetamos a vida do próximo e como as outras pessoas interferem em nossa realidade e, em nossas vidas, de forma contínua.

 

    Antes de prosseguirmos nessa empreitada fica uma pergunta, uma questão para reflexão:

Afetamos a realidade uns dos outros.

Mas, teria a natureza nos deixado à mercê uns dos outros, sem um mecanismo capaz de regular a intensidade e a duração dessa interferência?

 

Documente, escreva a sua resposta e a guarde para posterior comparação.

 


segunda-feira, 26 de agosto de 2024

 

POR QUÊ?

PARA QUE?

 
A INTENÇÃO é determinante na qualidade da interação
 
    Devido à falta de hábito em meditar e analisar antes de agir, na maior parte das vezes, interagimos prejudicando sem querer, a intenção era apenas a de buscar nossos interesses do momento.
No entanto, quando pretendemos afetar a vida de alguém com intenção, será para ajudar ou para prejudicar.

 


    Imaginemos que seja para ajudar:

 

    Um ponto não pode ser esquecido: quem o pretende precisa saber o que está fazendo; pois não basta querer ajudar, é preciso saber, ter conhecimento, senão ao invés de ajudar, atrapalha ou prejudica.

 

Lembra do sábio ditado popular: “De boas intenções o inferno está cheio”?

 

Quantos exemplos de prejudicar imaginando ajudar conhece?

È sobre isso também que falamos no livro a ser lançado em 06/09/24

 

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