Adoramos as velhas verdades quando ditas aos outros:
Há males que vem para bem...
Perde-se os anéis; mas ficam os dedos...
Como rescaldo do moderno e cosmopolita estilo de viver sob estresse constante; um dos problemas mais comuns a gente de todas as idades é a gastrite; tanto que os digestivos e as chamadas drogas protetoras da mucosa gástrica são as mais vendidas no planeta. Muitas pessoas há bastante tempo fazem uso dessas drogas como se fosse um complemento alimentar (aperitivo ou sobremesa).
Muitos são os fatores envolvidos nesse processo de criação da gastrite:
TOC alimentar criado pela cultura do quanto mais se come; mais saúde se tem.
Mastigação deficiente gerada pela preguiça e pressa.
Dieta á base de produtos industrializados.
Venenos usados na agricultura e na indústria de alimentos.
Distúrbios emocionais como, ansiedade, medo, irritabilidade, agressividade.
Medicamentos de uso contínuo.
Uso freqüente de analgésicos, antinflamatórios, antibióticos.
Digestão lenta em virtude do estresse crônico.
Candidíase crônica.
Na visão da atual medicina e das pessoas comuns; as doenças, inclusive a gastrite, é resultante da probabilidade ligada a fatores extrínsecos ao indivíduo. Alguns já aceitam que fatores como o temperamento, por exemplo, possam influenciar; embora não admitam a responsabilidade, pois crêem em heranças ancestrais como fator principal da continuidade do modo de ser.
Tenta-se fugir da responsabilidade que obriga a mudanças, mantendo o estudo da doença no físico, centrado em sofisticados exames de laboratório.
Como há males que vêm para bem...
Segundo outra visão de mundo a respeito; a doença, também é um indutor de reflexão. Uma crise que propicia mudanças, redireciona energias, recicla raciocínios, comportamentos, leva à interpretação de sentimentos e sensações, interioriza.
Além disso; cada tipo e sua respectiva localização é recado claro dos desajustes em andamento, como: sabotagem interna, carência afetiva, preocupação, ansiedade, medos, temores, tristeza, depressão, frustração, culpa, fuga etc. Alguns simbolismos costumam repetir-se em muitos. Porém, por sermos únicos, cada doença é um recado especial e particular, dessa forma cada um de nós tem o dever de observar-se para progredir e curar-se, ativa e definitivamente.
A doença é transformadora.
Ao mesmo tempo que mostra, ajuda a corrigir defeitos de caráter. Determinada doença aponta a intolerância deste; outra o orgulho daquele; outras mais, mostram a impaciência, a irritabilidade, a inveja, a ira, a suscetibilidade e a mágoa de vários outros, etc.
Cuide bem de sua gastrite; não queira mandá-la embora de uma vez; pois ela pode salvar sua vida evitando, excessos, diabetes, hipertensão, enfarte, obesidade mórbida – sua vida pode depender da presença dos sintomas da gastrite. Seja carinhoso com ela; respeite-a.
Seja gastrite, enxaqueca, doença do colón irritável...; nós ainda necessitamos desse tipo de ajuda para nos mantermos vivos, pois a tendência ao suicídio inconsciente é forte, e a moléstia atua como um freio para nos alertar e estimular á reflexão. É como se a Natureza estivesse amorosamente dizendo: não coma desse jeito! Olha a gula! Não beba! Não fume! Cuidado com o estresse, a ganância, a inveja, o medo etc.
Muitas outras são as finalidades:
Recicla objetivos da vida.
Atualiza o cronograma existencial.
Propicia oportunidades de observar a vida pelo ângulo das conquistas internas.
Desenvolve maturidade para que a saúde não seja valorizada somente através da doença. Como o desemprego serve para se dar valor ao emprego. E a solidão à solidariedade, pois o homem solidário jamais se encontra solitário etc.
Cuide bem da sua gastrite: evite remédios.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
CAVE SEU POÇO DA FELICIDADE
Ás vezes, nuvens carregadas servem apenas para realçar a beleza...
Impossível a nós o isolamento.
Somos seres multidimensionais e interdependentes.
Mesmo quando nos imaginamos a sós; estamos compartilhando com outras mentes visíveis ou invisíveis, idéias, sensações, sentimentos.
Estamos ligados mente a mente no oceano das idéias.
De forma consciente ou não; alegria e tristeza também são compartilhadas através da sintonia.
Quando ás vezes bate uma tristeza imotivada e sem sentido, provavelmente nós sintonizamos com alguma mente cronicamente triste.
O contrário é mais raro; mas, ás vezes, até sentimos uma estranha felicidade; vinda meio que do nada. Sintonizamos com alguma mente cronicamente feliz.
Somos meio que bipolares até na sensação de estarmos alegres ou tristes.
É possível reter o estado de felicidade?
Posso me tornar um feliz crônico?
Conquistam um estado mais duradouro de estar alegre e feliz; os que aprendem a dar de beber a quem tem sede de alegria e felicidade, sem cessar.
A tendência cultural de valorizar o mal faz com que muitas pessoas sintam prazer em dividir com os outros muito mais suas tristezas e dores ou seus estados precários estados de euforia.
Há uma tendência de esconder alegrias com medo de que a inveja dos outros faça secar nosso poço de felicidade.
Construa o seu sem economizar nos bons pensamentos e sentimentos. Não é preciso motivos; crie os seus; todos os dias.
Quando o poço da felicidade está pronto a alegria aparece; basta mantê-la para sempre; doando a quem tem sede.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE CÓSMICO RECOMENDA: ALEGRIA FAZ BEM Á SAÚDE – TRISTEZA PODE MATAR.
Cuidado para não sentir felicidade na tristeza dos outros...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
CONFORME O PREVISTO – começou...
Ao que tudo indica a KPC vai substituir a H1N1 na mídia.
As informações são propositalmente(?) desencontradas – a impressão é que ninguém se entende a respeito – ou falta competência.
É preciso cobrar transparência – as pessoas comuns vão começar a morrer de medo e a turma da neura do álcool gel vai passar isso até no corpo todo o dia inteiro.
Saiu no noticiário que a turma da Erenice faturou alto com as propinas que envolveram a compra de material para combater a H1N1. Já temos uma notícia de uma compra em Brasília no valor de 10 milhões de material para higiene a ser usada nos hospitais – isso, já não cheira bem.
A sociedade tem que se mobilizar para tirar a limpo esse problema.
Vejam 2 notícias recentes:
Paraíba e Espírito Santo confirmam casos de contaminação pela superbactéria
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Em Brasília
LEIA MAIS
• Contaminações por superbactéria aumentam quase 70% em menos de duas semanas no DF
• Com superbactéria, DF estabelece abastecimento emergencial para rede de saúde
• Ministro da Saúde relaciona superbactéria a alto consumo de antibióticos
• Superbactéria expõe falta de vigilância, alerta pesquisadora
A Paraíba e o Espírito Santo também confirmaram casos de contaminação pela superbactéria KPC, segundo levantamento da Agência Brasil com as secretarias de saúde de oito estados e do Distrito Federal (DF). Ontem (20), o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou que há casos também no Paraná e em São Paulo. As primeiras contaminações foram confirmadas no Distrito Federal, onde há 183 casos.
A Secretaria de Saúde da Paraíba confirmou 18 casos de contaminação pela superbactéria. No Espírito Santo, foi notificado um caso. No Paraná, foram registrados 21 casos em Londrina e três na capital, Curitiba, sendo que uma morte está sob investigação, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
O Distrito Federal tem o maior número de contaminações e mortes. São 183 casos registrados em 17 hospitais – um aumento de quase 70% em menos de duas semanas – e 18 mortes. Dos pacientes infectados pela bactéria no DF, 46 tiveram quadro de infecção e 61 continuam internados em hospitais públicos e privados.
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo informou ontem que não há surto da KPC. Segundo o órgão, os casos isolados em hospitais não são registrados, porque a notificação não é obrigatória. Mas dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contabilizam 70 casos em São Paulo.
A questão da obrigatoriedade de notificar casos envolvendo bactérias resistentes a antibióticos, como a KPC, será discutida amanhã (22) em reunião entre técnicos da Anvisa e especialistas em infectologia e microbiologia. Segundo a Anvisa, a legislação atual não expressa, de forma clara, a necessidade do registro obrigatório pelos estados para esse tipo de caso, o que permite interpretações diferenciadas da norma.
O aumento de casos relacionados à KPC colocou o governo federal em alerta. A mortalidade nos casos da bactéria é de 30% a 40% maior em comparação à mortalidade provocada por infecção hospitalar, segundo informações do diretor da Anvisa, Dirceu Barbano. O encontro com os especialistas visa a identificar onde estão as falhas que provocaram a contaminação pela superbactéria e à adoção de medidas para conter e prevenir novos casos.
A Agência Brasil procurou também as secretarias de Saúde da Bahia, do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, que não informaram casos da infecção. Em Pernambuco, foi registrado um caso, em 2005, conforme as autoridades locais.
A KPC é um tipo de enzima que tem provocado resistência de algumas bactérias aos antibióticos mais usados. Ela atinge principalmente pessoas hospitalizadas com baixa imunidade, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A bactéria pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de um objeto comum. A lavagem das mãos é uma das formas de impedir a disseminação da bactéria nos hospitais.
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Contra superbactéria, DF compra material hospitalar sem licitação
21 de outubro de 2010 • 19h40 • atualizado às 20h20
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A secretária de Saúde do Distrito Federal (DF), Fabíola Aguiar, disse nesta quinta-feira que o material médico-hospitalar necessário para para conter o avanço da superbactéria KPC, em falta nos hospitais de Brasília, deve estar disponível na sexta-feira. Sem licitação, o governo do DF fez uma compra emergencial de cerca de 100 itens considerados essenciais.
"Dada a necessidade de intensificar as ações de combate ao KPC, fizemos uma lista com o que é mais essencial. Essa é a primeira vez que somos obrigados a fazer uma compra emergencial", disse a secretária. O governo do DF informou que o surto da bactéria fez com que os estoques de materiais descartáveis e de higiene acabassem nos hospitais. Por isso, o Ministério Público autorizou a compra sem licitação, a um custo de R$ 10 milhões.
A secretária estava concedendo uma entrevista coletiva para falar do assunto quando recebeu a decisão judicial que proibiu o Hospital Regional de Santa Maria, cidade-satélite a 25 km de Brasília, de interromper os serviços nas unidades de tratamento intensivo (UTI). O hospital tem uma gestão terceirizada, sob responsabilidade da Real Sociedade Espanhola de Beneficência. Nesta quinta-feira, a entidade passou a não aceitar novos pacientes graves. A UTI do hospital tem 70 leitos e abriga 12 pessoas contaminadas pela a superbactéria KPC.
A Real Sociedade Espanhola acusa o governo do DF de atrasar pagamentos e, com isso, prejudicar o atendimento dos pacientes, além de aumentar o risco de infecções hospitalares. De acordo com a decisão da juíza da 8ª Vara de Fazenda Pública do DF, Gislaine Carneiro Santos Reis, caso o hospital não obedeça a determinação estará sujeito a multa diária de R$ 100 mil. A secretária Fabíola Aguiar garantiu que não há atraso nos pagamentos.
Aumenta o número de mortes pela superbactéria
As autoridades de Brasília confirmaram nesta quinta-feira que subiu para 18 o número de pessoas mortas na capital federal desde o início do ano devido à superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), que tem grande resistência aos antibióticos por adquirir uma enzima. Assim, ela se tornou resistente até mesmo a um grupo de antibióticos contra infecções mais potente e pode se tornar insensível aos três únicos remédios que restaram para o seu tratamento.
SERÁ QUE NOVAMENTE SEREMOS COBAIAS COMO FOI NO CASO DA H1N1?
ESSA SUPERBACTÉRIA É A MESMA FABRICADA PELA MÍDIA AMERICANA E EUROPÉIA COLOCANDO A CULPA DO SEU INÍCIO NAS CIRURURGIAS PLÁSTICAS FEITAS NA ÍNDIA E PAQUISTÃO? OU ELA É MADE BRAZIL?
Já estão prontos os kits de diagnóstico – vacinas?
Tem antibiótico novo na praça?
Quem vai lucrar nessa estória é apenas a indústria de preventivos?
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A FILOSOFIA BOVINA E OS LIMITES
É sabido que a energia contida nos vários tipos de alimentos nos influencia até no comportamento.
Sabe-se desde lá quando, como espécie nós somos consumidores de produtos bovinos – daí, não é de se estranhar que tenhamos comportamentos que se assemelham; coisas simples: viver em rebanhos; repetir condutas; mascar o tempo todo; ruminar idéias; não ousar vontades próprias; sentir-se confortável nas padronizações; lentos nas decisões; gostar de ouvir estórias para boi dormir, etc.
Nossos limites são imponderáveis e tênues como a linha divisória entre sanidade e loucura, saúde e doença. Parte de nossa concepção sobre os individuais e os de relacionamentos pode ser enquadrada como subjetiva entre sentir-se bem ou mal, feliz ou infeliz, etc.
Há uma tentativa de padronizá-los, baseados em conceitos bovinos que envolvem a maioria; um exemplo é medir as capacidades intelectuais que vão da genialidade passando pela normalidade mediana, seguindo pelas consideradas limítrofes chegando até as deficientes.
Quando nos baseamos em padrões de normalidade de limites no rebanho; qualquer coisa pode estar acima, dentro ou abaixo; especialmente no que mais interessa: no peso que possa ter.
O problema torna-se mais complexo quando entram em jogo desejos e expectativas tornando-o mais subjetivo ainda.
Mudando de pasto:
Interessa-nos discutir além dos efeitos da manipulação dos limites para determinados fins, também a responsabilidade. Exemplo, qual a minha cota quando extrapolo os meus e adoeço? E quando contribuo para que o próximo faça isso?
Será que limites existem para serem superados?
Alguns guias, de manada afirmam que não; pode ser perigoso para o equilíbrio do rebanho.
Perigosamente discordamos: Cremos que sim. Pois, barreiras não as há para serem quebradas? – Cercas para serem puladas? - Parece lógico.
Toda a diferença se resume em saber o que se faz; o que se busca e quais as intenções?
Como dizem os sábios do rebanho: “as coisas mudaram muito rápido”, “antigamente tudo era bem diferente” – o capim era mais verdinho; a água mais limpa; o ar mais puro; não era preciso vacinas, antibióticos – hoje com a ração que engorda mais rápido; mas, no deixa molengões e sem defesa; é preciso usar essas novidades; mas, como fazê-lo sem extrapolar os limites?
Mudando de rebanho:
A cada dia ficamos mais espantados, desconcertados mesmo, com os efeitos sofridos de atitudes que sempre adotamos e que não nos traziam problemas. Alimentos que sempre usamos passam a fazer mal. Pequenos excessos habituais começam a produzir grandes estragos. A recuperação de pequenas extravagâncias torna-se a cada dia, mais demorada; o que antes se recuperava com uma boa noite de sono, hoje pode levar dias e, ainda podem restar seqüelas. Pequenas ofensas fazem as pessoas derramarem baldes de lágrimas; ou para os mais violentos, retaliações que as superam em muito; doenças antes banais que teimam em não ceder aos remédios.
Alguns apenas se espantarão, outros ficarão meio que revoltados. A maior parte vai correr para a busca de soluções milagrosas; claro que padronizadas; e muitos vão se decepcionar rapidamente.
Na área da saúde vai ocorrer uma debandada dos medicamentos químicos; devido á exacerbação dos efeitos colaterais, e os que forem em busca de milagres nas terapias alternativas também vão se decepcionar, após algum tempo.
Engraçado, é que o retorno das coisas boas também está muito rápido; no entanto, nossos valores culturais voltam-se mais para o mal, então; o bem que está em alta acaba passando; despercebido. Ás vezes, o retorno das coisas boas que fazemos recebe o nome de sorte ou a mão de Deus; o dono do pasto.
Nosso próximo assunto:
Como viver bovinamente bem no limite?
Postado em http://xepacosmica.com
Sabe-se desde lá quando, como espécie nós somos consumidores de produtos bovinos – daí, não é de se estranhar que tenhamos comportamentos que se assemelham; coisas simples: viver em rebanhos; repetir condutas; mascar o tempo todo; ruminar idéias; não ousar vontades próprias; sentir-se confortável nas padronizações; lentos nas decisões; gostar de ouvir estórias para boi dormir, etc.
Nossos limites são imponderáveis e tênues como a linha divisória entre sanidade e loucura, saúde e doença. Parte de nossa concepção sobre os individuais e os de relacionamentos pode ser enquadrada como subjetiva entre sentir-se bem ou mal, feliz ou infeliz, etc.
Há uma tentativa de padronizá-los, baseados em conceitos bovinos que envolvem a maioria; um exemplo é medir as capacidades intelectuais que vão da genialidade passando pela normalidade mediana, seguindo pelas consideradas limítrofes chegando até as deficientes.
Quando nos baseamos em padrões de normalidade de limites no rebanho; qualquer coisa pode estar acima, dentro ou abaixo; especialmente no que mais interessa: no peso que possa ter.
O problema torna-se mais complexo quando entram em jogo desejos e expectativas tornando-o mais subjetivo ainda.
Mudando de pasto:
Interessa-nos discutir além dos efeitos da manipulação dos limites para determinados fins, também a responsabilidade. Exemplo, qual a minha cota quando extrapolo os meus e adoeço? E quando contribuo para que o próximo faça isso?
Será que limites existem para serem superados?
Alguns guias, de manada afirmam que não; pode ser perigoso para o equilíbrio do rebanho.
Perigosamente discordamos: Cremos que sim. Pois, barreiras não as há para serem quebradas? – Cercas para serem puladas? - Parece lógico.
Toda a diferença se resume em saber o que se faz; o que se busca e quais as intenções?
Como dizem os sábios do rebanho: “as coisas mudaram muito rápido”, “antigamente tudo era bem diferente” – o capim era mais verdinho; a água mais limpa; o ar mais puro; não era preciso vacinas, antibióticos – hoje com a ração que engorda mais rápido; mas, no deixa molengões e sem defesa; é preciso usar essas novidades; mas, como fazê-lo sem extrapolar os limites?
Mudando de rebanho:
A cada dia ficamos mais espantados, desconcertados mesmo, com os efeitos sofridos de atitudes que sempre adotamos e que não nos traziam problemas. Alimentos que sempre usamos passam a fazer mal. Pequenos excessos habituais começam a produzir grandes estragos. A recuperação de pequenas extravagâncias torna-se a cada dia, mais demorada; o que antes se recuperava com uma boa noite de sono, hoje pode levar dias e, ainda podem restar seqüelas. Pequenas ofensas fazem as pessoas derramarem baldes de lágrimas; ou para os mais violentos, retaliações que as superam em muito; doenças antes banais que teimam em não ceder aos remédios.
Alguns apenas se espantarão, outros ficarão meio que revoltados. A maior parte vai correr para a busca de soluções milagrosas; claro que padronizadas; e muitos vão se decepcionar rapidamente.
Na área da saúde vai ocorrer uma debandada dos medicamentos químicos; devido á exacerbação dos efeitos colaterais, e os que forem em busca de milagres nas terapias alternativas também vão se decepcionar, após algum tempo.
Engraçado, é que o retorno das coisas boas também está muito rápido; no entanto, nossos valores culturais voltam-se mais para o mal, então; o bem que está em alta acaba passando; despercebido. Ás vezes, o retorno das coisas boas que fazemos recebe o nome de sorte ou a mão de Deus; o dono do pasto.
Nosso próximo assunto:
Como viver bovinamente bem no limite?
Postado em http://xepacosmica.com
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
FINAL DOS TEMPOS – NÃO LEVE PARA O LADO PESSOAL
Muitas pessoas perguntam a respeito da possibilidade ou não de ocorrências drásticas em 2012 baseadas nas previsões contidas no calendário Maia.
Confesso a elas que estou bem perdido; pois, em cada época “acho” uma coisa a respeito de informações que ora interpreto como confiáveis, ora não; mesmo as originadas das mesmas fontes de 3D, 4D ou 5D. Nestes anos de convivência com informações, vivências, experiências, e até fatos; observei que mesmo os mais avançados gurus, mentores, mestres; também colocam seus achismos de acordo com suas fontes e até com seu estado psicológico do momento.
Eles nem tanto; mas nós, temos o pouco saudável hábito de levar tudo para o pessoal; claro que sempre na tentativa de preservar nossos interesses.
Cá entre nós bem ego; bem pessoal.
Para nossos tutores espirituais a diferença é que eles levam tudo para o lado “pessoal” de cada coletividade cósmica; posso estar enganado; mas muitos, ainda nos usam como cobaias; tal e qual fazemos uns com os outros, aqui.
Não sei explicar muito bem; mas, desde que me conheço por gente, eu sinto que vou presenciar aqui em 3D fatos inusitados – catástrofes para uns; ocorrências naturais para outros; tudo depende do momento pessoal e do grau de consciência que cada um já desenvolveu.
Sinto ou conjecturo?
Às vezes eu acho que sinto; noutras que conjecturo; noutras projeto meu estado de ânimo ou desânimo na possibilidade de ocorrências meio que cinematográficas.
Qual delas é real?
A cada dia nós vivemos um final dos tempos íntimo ou coletivo; na forma de situações, crises, conflitos, rupturas, ganhos e perdas.
Se ganhei na megasena; me apaixonei; arrumei um emprego com um futuro promissor pela frente – não quero que nada seja alterado; sou capaz de interpretar fatos e evidências com desdém; como se possíveis rupturas no atual sistema planetário e no estilo de vida fosse besteira.
Se estou numa pior; me sentindo mal amado; solitário; sem perspectivas para o futuro; interpreto os mesmos fatos e evidências como ocorrências fatais; inevitáveis, reais e necessárias.
A maior parte de nós age perigosamente dessa forma ao interpretar até fatos.
Por que perigosamente?
Nosso estado emocional e afetivo pode nos colocar em saias justas e até encrencas cósmicas; se a inteligência e a intuição não estiverem alinhadas.
Há evidências nada desprezíveis de grandes mudanças à vista; o que fazer a respeito e com elas é um dos desafios desta Era.
Na dúvida, preparar-se não custa nada e pode valer muito.
Mas, o que é preparar-se?
Assunto interessante.
Nosso tema de hoje é: pode interpretar, projetar, conjecturar; mas, não leve para o lado pessoal.
Talvez postura sábia seja: observar o que está em andamento por aqui apenas com um olhar de fora...
Não leve as coisas para o lado pessoal.
Condição essencial para um razoável estado de sanidade pessoal e nos relacionamentos.
Assunto para próximos bate papo.
Mas, só por curiosidade:
Gostaria que tudo continuasse como está?
Mudanças bem lentas?
Transformações radicais?
Confesso a elas que estou bem perdido; pois, em cada época “acho” uma coisa a respeito de informações que ora interpreto como confiáveis, ora não; mesmo as originadas das mesmas fontes de 3D, 4D ou 5D. Nestes anos de convivência com informações, vivências, experiências, e até fatos; observei que mesmo os mais avançados gurus, mentores, mestres; também colocam seus achismos de acordo com suas fontes e até com seu estado psicológico do momento.
Eles nem tanto; mas nós, temos o pouco saudável hábito de levar tudo para o pessoal; claro que sempre na tentativa de preservar nossos interesses.
Cá entre nós bem ego; bem pessoal.
Para nossos tutores espirituais a diferença é que eles levam tudo para o lado “pessoal” de cada coletividade cósmica; posso estar enganado; mas muitos, ainda nos usam como cobaias; tal e qual fazemos uns com os outros, aqui.
Não sei explicar muito bem; mas, desde que me conheço por gente, eu sinto que vou presenciar aqui em 3D fatos inusitados – catástrofes para uns; ocorrências naturais para outros; tudo depende do momento pessoal e do grau de consciência que cada um já desenvolveu.
Sinto ou conjecturo?
Às vezes eu acho que sinto; noutras que conjecturo; noutras projeto meu estado de ânimo ou desânimo na possibilidade de ocorrências meio que cinematográficas.
Qual delas é real?
A cada dia nós vivemos um final dos tempos íntimo ou coletivo; na forma de situações, crises, conflitos, rupturas, ganhos e perdas.
Se ganhei na megasena; me apaixonei; arrumei um emprego com um futuro promissor pela frente – não quero que nada seja alterado; sou capaz de interpretar fatos e evidências com desdém; como se possíveis rupturas no atual sistema planetário e no estilo de vida fosse besteira.
Se estou numa pior; me sentindo mal amado; solitário; sem perspectivas para o futuro; interpreto os mesmos fatos e evidências como ocorrências fatais; inevitáveis, reais e necessárias.
A maior parte de nós age perigosamente dessa forma ao interpretar até fatos.
Por que perigosamente?
Nosso estado emocional e afetivo pode nos colocar em saias justas e até encrencas cósmicas; se a inteligência e a intuição não estiverem alinhadas.
Há evidências nada desprezíveis de grandes mudanças à vista; o que fazer a respeito e com elas é um dos desafios desta Era.
Na dúvida, preparar-se não custa nada e pode valer muito.
Mas, o que é preparar-se?
Assunto interessante.
Nosso tema de hoje é: pode interpretar, projetar, conjecturar; mas, não leve para o lado pessoal.
Talvez postura sábia seja: observar o que está em andamento por aqui apenas com um olhar de fora...
Não leve as coisas para o lado pessoal.
Condição essencial para um razoável estado de sanidade pessoal e nos relacionamentos.
Assunto para próximos bate papo.
Mas, só por curiosidade:
Gostaria que tudo continuasse como está?
Mudanças bem lentas?
Transformações radicais?
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Pequenos descuidos, grandes problemas
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