A SENSAÇÃO DE SOLIDÃO ESTÁ EM ALTA?
Não há como negar, o estilo de vida e o fluxo dos acontecimentos está cada vez mais acelerado, complicado conseguir tempo para diversificar os focos do viver, portanto, é natural que a sensação de isolamento e de estar só, se torne cada vez mais forte e sofrida.
Estudos comprovam que as pessoas que têm muitos amigos, parentes e laços sociais, podem ter uma vida mais longa e de melhor qualidade se comparadas com os que vivem de forma mais isolada.
Esse tipo de pesquisa é como comprovar o óbvio; pois já é sabido que nosso pensar/sentir/agir é uma onda de energia que interage com as dos outros e que retorna ao emissor, um bumerangue.
Na busca do sucesso como meta sobra pouco tempo para as outras pessoas; muitos até deixaram de ter tempo para atender às suas necessidades de repouso, lazer e prazer; se dedicam a cultuar e a viver para coisas impessoais, como instituições ou empresas. A educação que preconiza competir para sobrepujar o outro a qualquer custo colabora para acelerar a solidão doentia. A cultura das coisas usa e joga fora passa a ser aplicada também entre nós; o que nos torna descartáveis ao deixar de atender os interesses mais imediatos do próximo.
A tristeza de um momento, ou de um dia estar só, é como a maioria das pessoas percebe a solidão.
No entanto, ela assume outros aspectos mais diferenciados; pois, também pode ser voluntária e controlada como a opção de estar só para encontrar o caminho existencial a seguir e, as melhores razões para viver: desde que não consuma a existência inteira ficar só, por alguns momentos, também é uma das necessidades da nossa alma.
Qual a diferença entre a solidão saudável e a doentia?
Será que a tristeza da solidão pode ter uma cura fácil?
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