sexta-feira, 18 de setembro de 2026

 

A ARTE DA BOA MORTE

Post 1

Qual a importância de se perder o medo da morte para morrer direito?

Não saber morrer é uma encrenca coletiva da humanidade em razão da contaminação da realidade pelas crenças – Bem morrer, defuntar no capricho; não se trata apenas de um problema pessoal de continuar a vida na banda de lá numa boa; trata-se de não ficar perturbando os que ainda estão do lado de cá seja por dependência, pirraça ou principalmente por ignorância quase voluntária sob a ação do MEDO.

Mas:

Como perder o medo da morte?

Para quem já morreu tantas vezes neste planeta devíamos pensar mais com a alma do que com os interesses do momento. Além do mais, fazemos um treininho para morrer todo dia; nas saídas do corpo físico durante o sono, ou de forma consciente – apenas não desligamos o feixe de energia chamado “cordão de prata” (exatamente pelo seu aspecto) que liga o corpo físico ao etéreo. Nessas andanças pelo lado de lá, as vezes, andamos por mocós barra pesada das periferias do Umbral; então, voltamos muito depressa para o corpo físico; e naquele dia parece que algo ficou mal encaixado, e levamos a rotina com o frei de mão puxado e nos sentimos esquisitos.

Levamos vida dupla com experiências nesta dimensão e na do lado de lá simultaneamente – por que não nos lembramos? – Apenas por precaução e proteção; pois a maioria de nós não dá conta nem da automática rotina.

Parar para pensar; desenvolver um raciocínio crítico básico a respeito de quem somos nós, o que fazemos aqui e qual a finalidade do existir, é condição primária para desenvolver um novo plano de consciência e percepção do que seja a vida na real; como nos disse o Mestre Jesus na passagem de um enterro: “Deixem os mortos enterrarem seus mortos” – Lembram também do “penso logo existo” – Essa atitude é básica na hora de mudar de CEP cósmico; e mesmo aqui muitas pessoas que conhecemos ainda não são mas já estão defuntas; estão; só falta enterrar. Se nos descuidarmos no cultivo das ideias fixas caímos em forte letargia mental e psicológica como num processo de hibernação espiritual por ausência de substância mental consciente; tal qual ocorre para a maioria na crise da morte que só é complicada para quem pisou na bola das escolhas. Gente que fica quase que o período todo de permanência do lado de lá até voltar para cá de novo, parecendo um cachorro que caiu do caminhão de mudança: perdidaço.

Como se preparar para chegar de boa do lado de lá?

Não é complicado. Faça uma analogia com a vida aqui: vai viajar para um País diferente meio fora de hora como imigrante ilegal sem emprego, sem lenço e sem documento e não sabe nada a respeito de como é a vida lá; se for inteligente e sensato vai procurar saber o máximo de detalhes de várias fontes para se preparar, legalizado, ao invés chegar lá morrendo de medo...

Na alfândega não vão se interessar por quem você foi e o que deixou, mas sim com o que leva na bagagem da alma... Quem você é...

 Continuamos?



Preparo para a morte.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

 COMER OU SE NUTRIR?

QUAL A DIFERENÇA?

Quando o alimento está disponível: Geração após geração nós usamos o alimento para deteriorar a saúde e até acelerar a chegada da morte.
Parece estranho esse paradoxo chamado morte:
Temos tanto medo dela e, no entanto, vivemos correndo feito doidos em sua direção.
Antes, esse tipo de atitude até poderia ser justificado pela nossa pequena capacidade de discernir; no entanto, hoje, não mais. Então, arrumamos outra justificativa: a de que isso se deve ao estilo de vida acelerado (alguns chamam de moderno) que, não nos dá tempo para pensar nessas coisas, e que, não preconiza os cuidados mais adequados com o corpo, senão quanto às aparências.

O problema de usar o alimento de forma descuidada é mais antigo do que podemos imaginar, vem desde a época em que nos encontrávamos numa situação intermediária entre o animal e o humano; na fase em que começamos a pensar para fazer escolhas e, quando descobrimos que, podemos manipular os prazeres e as sensações. Dessa fase em diante, deturpamos alguns instintos conquistados milênio a milênio. Exemplo: o ser humano é o único a comer sem fome; motivado pelo prazer sensitivo ou gula e a ansiedade.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas pequenas modificações em cada Época.
Um exemplo: os “vomitórios” da época do Império Romano; em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e, logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou tanto, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje; a responsabilidade aumentou, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; e na atualidade, nós somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. E, para complicar um pouco mais, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados; tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados.

Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos:
A resolução dos problemas do ser humano sempre envolve aspectos éticos (isso nos caracteriza). No fundo das nossas buscas científicas, o desejo real; não é resolver o problema da nutrição ou da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro.



Mas, o que é o bom e o melhor na minha dieta?
Quem pode me orientar sem interesses?
Continua?

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

 



A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 5

Continuando...

VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda na medida do possível para o momento a conviver com ela para adoecer menos...

Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência.

É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.

Nos noticiários a serviço da instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio e com promessas vazias em época de eleição:

Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia...

O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham noticiários diariamente e adoecem.

As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado.

É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que o esforço depende de todos.

Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir (garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir.

Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou violência; apenas cobrança de compromissos.

Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.

Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.

E quem vai nos ajudar?

Nós mesmos e uns aos outros:

È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis traumas no ego.

Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.

O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser...

Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.

O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. 

 

Solução?

Seja um ativista da Paz.

Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.

 

 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

 SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA



POST 4

Características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva
Continuando...
    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?
Na sequência...
Agressividade pura ou reativa
A falta de valores éticos e a esperança de conseguir um lugar ao sol na sociedade de consumo, deixou a descoberto um tipo de violência inata. Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cachorro, brinquedo e até partes do próprio corpo.
Liberá-la sem freios contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica de ação não importa que idade tenham. O primata moderno representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes por exemplo, xinga, desrespeita os adversários; porém bate recordes, é campeão. Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências são venerados. Heróis da massa exibem tendência à violência e truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores.
Permissivo
O aproveitador aceita que agressividade e violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses; costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva: enfarta, cria um câncer, Avc etc. Costumam se reunir em bandos, congregações, associações ou turmas; pois gosta de ser conduzido para fugir da responsabilidade.

O que tende a desertar da vida
O supremo ato de falta de coragem e passividade não importa a forma nem o gênero. É um agressivo - contido que desistiu de se posicionar perante problemas e desafios que criou para si através das escolhas que fez.

O mentiroso
A mentira é uma forma de violência subliminar que sempre foi muito usada.  Pode ser instintiva para preservar interesses imediatos ou deliberada para atingir objetivos egoístas planejados. Tanto faz que sejam pessoais ou coletivos. Antes era a mentira boca a boca, depois o rumor popular, na atualidade a mídia de ação rápida é um cruel agente da evolução tecnológica, espalha tudo em segundos. No entanto, dia menos dia, a lei de retorno mostra quem é quem. E escancara que a verdade e a mentira não estão a serviço de nenhuma carência ou excesso, apenas reflete quem a cria, quem lhe dá ouvidos e quem a propaga.

O caridoso seletivo...

Não leve para o lado pessoal ou...

Continuamos?

domingo, 13 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 3

Algumas características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva

Continuando...

    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?

Agressividade

    Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, ela se torna cada vez mais subliminar e difícil de ser erradicada. Em alguns meios é quase que considerada uma “virtude para se tornar um vencedor sobre os pacatos e cooperativos”.

Bullying

    A atitude de provocar seja individual ou em bandos é ignorada como um sintoma de agressividade; no entanto é a mais comum em múltiplas situações da vida moderna e uma das mais perigosas para a paz íntima e social (como bem diz o ditado popular: “quem procura acha.”).

O diagnóstico pode ser precoce pois na infância é fácil detectar esse tipo com ímpetos de violência, pois vivem provocando a tudo e a todos, desde crianças até os adultos, quase sempre de forma inconsciente, para expressar seus dotes agressivos. O fato de serem sempre “do contra” já é uma clara manifestação desses cada vez mais perigosos impulsos que antes quando manifestos podiam ser controlados com choro, bater uma porta, esmurrar um travesseiro; mas na velocidade com que as coisas acontecem na atualidade essas características podem gerar desastres pessoais e interativos: bater, apanhar – matar ou morrer...

Passividade

    Omitir-se quando é possível agir é um crime contra a evolução. O passivo é um agressivo interesseiro e sem muita coragem que dá aval para a agressividade e violência implícita ou explicita e costumam fazer parte de quadrilhas de bullyinguentos tanto na infância quanto na vida adulta; nada a ver com obediência ou calma.

As crianças das últimas safras são mais proativas e têm dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.

Postergação

     Quem foge do momento de decidir e agir propicia a continuidade de situações de injustiça, violência, bullying, crueldade, corrupção...



Corrupção

     Um dos tipos mais disseminados e cruéis de violência é a corrupção íntima, familiar e que desemboca na sociedade como um todo e se torna um grave problema para o corrompido e principalmente para o corruptor causando danos em larga escala...

Continua nos posts 4, 5, 6...

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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