domingo, 20 de setembro de 2026

 

A RELATIVA IMPORTÂNCIA DA ÁGUA PARA A SAÚDE E A MANUTENÇÃO DA VIDA

Hoje temos uma avalanche de informações nas mídias tentando nos “vender o óbvio” então alerta: qualquer informação venha de onde vier e seja dita por quem for deve ser checada e referendada de forma simples pela inteligência; por exemplo: O hábito oriental de não beber líquidos frios durante e logo após a refeição é saudável. Explica-se: o líquido frio solidifica as gorduras contidas na refeição, o que traz uma série de problemas a curto, médio e longo prazo.

Algumas dicas simples para serem postas em prática depois de referendadas pelo organismo, pois o corpo fala e é seu mais confiável nutrólogo.

 - Qual o melhor café da manhã para jovens e adultos?

Água, de preferência morna e se possível não deve ser fervida.

Algumas razões simples para justificar essa prática: A necessidade de aumentar a drenagem para depurar as toxinas ingeridas num único dia; através da dieta excessiva e, envenenada por agrotóxicos e substâncias usadas no preparo dos alimentos industrializados, que, já é quase incompatível com a vida. O estímulo ao funcionamento intestinal; pois pessoas cujo intestino não funcione naturalmente, sem a ajuda de drogas vegetais ou não, ao menos uma vez ao dia, o ideal é evacuar após cada refeição como os bebês saudáveis, estão em apuros orgânicos e comportamentais pois o intestino é o segundo cérebro

- Para manter a vida orgânica a água, só perde para a respiração, é muito mais importante do que os alimentos?

 Sim. Justificativas? São muitas, mas para quem gosta de pensar; basta analisar o seguinte: por volts de 70% de nosso organismo é água e 90% do tecido cerebral é água como o espaço é curto:

    Aproveitando o assunto, vale aqui uma dica: Está sofrendo da memória?

    – Beba água que ajuda.

    As dificuldades de concentração são grandes?

    – Beba água que melhora.

    Mas, cuidado: embora a água seja um santo remédio não faz milagres, apenas cumpre seu papel.

    Ah! – O amigo não gosta de água?

    – Que pena! Cobre da cultura do suco para o bebê, mas mude logo de hábitos; aprenda a beber água e a comer frutas.

    Quem falou que água não tem gosto?

    – Já parou para experimentar de forma consciente?

    – Faça o seguinte exercício: compre água de várias nascentes diferentes, e até água da torneira e desses filtros mágicos que estão por aí no mercado – deguste cada uma delas e sinta a diferença – ela é nítida.

Dica da hora: Bebeu todas? Comeu algo que seu corpo detesta? Está com dor de cabeça, boca amarga, indisposto?

    – “Encha a cara de água” que logo está zero bala; pronto para outra. Mas, claro que a paciência da vida e do organismo tem limites, portanto não abuse da água.

“Se comer não beba – se beber não coma” - “Preserve a vida”.

Claro que para toda regra há exceções:

 Sofre de insuficiência renal e de disfunções cardíacas? Está sob regime de restrição hídrica? - Que pena; dentre outras coisas devia ter aprendido a beber mais água, antes; mas, tudo bem; fica para a próxima.

    Para encerrar nosso molhado bate papo:

    Se a vida está difícil pode chorar que as lágrimas lavam a alma...

    Experimente beber água pura – você vai se apaixonar




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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

 



A ARTE DA BOA MORTE

Post 2

A CRISE DA MORTE

Crise é uma mudança brusca ou uma alteração importante no desenvolvimento de um qualquer evento/acontecimento. Essas alterações podem ser físicas ou simbólicas. Crise também é uma situação complicada ou de escassez. Ao longo da existência uma pessoa pode atravessar diversas crises: Saúde, crise de nervos por descontrole das emoções; crises sociais, políticas, ambientais... Em resumo, o conceito de crise depende do contexto.

Resumo da denominada CRISE DA MORTE:

Como em tudo não há uma forma de morrer igual a outra; parecidas até pode ser.

De maneira geral pode levar minutos, dias, meses, anos; o desligamento é feito por especialistas estilo “parteiros do Além”; raras pessoas daqui, já têm competência para executá-lo em si mesmo.

As condições em que nós vivemos, desde a condição psicológica no momento e as causas que levaram à morte, são fatores determinantes na forma como estaremos durante o processo e logo a seguir a pessoa não sabe que morreu, quem era, seu nome etc.

Alguns fatores têm peso importante para boa parte de nós:

O apego ao mundo físico interfere no momento de despolarização, retarda o desfecho, dificulta o processo e gera sofrimento tanto para quem fica quanto para quem vai.

O apego dos familiares ao que está partindo cria e mantém uma corrente energética de interferência, que pode ser chamada de obsessão - perturbando o processo; a equipe de técnicos costuma usar um recurso eficaz: a melhora antes da morte faz com que os apegados relaxem o vínculo e o defunto se despolariza com mais facilidade. Depois o problema pode perdurar devido ao desequilíbrio emocional dos que ficaram; vale a pena lembrar que confundimos desequilíbrio: falta de soberania emocional e de qualidade humana, com sentimento de amor ao que se foi.

Segue...

 

 

A ARTE DA BOA MORTE

Post 1

Qual a importância de se perder o medo da morte para morrer direito?

Não saber morrer é uma encrenca coletiva da humanidade em razão da contaminação da realidade pelas crenças – Bem morrer, defuntar no capricho; não se trata apenas de um problema pessoal de continuar a vida na banda de lá numa boa; trata-se de não ficar perturbando os que ainda estão do lado de cá seja por dependência, pirraça ou principalmente por ignorância quase voluntária sob a ação do MEDO.

Mas:

Como perder o medo da morte?

Para quem já morreu tantas vezes neste planeta devíamos pensar mais com a alma do que com os interesses do momento. Além do mais, fazemos um treininho para morrer todo dia; nas saídas do corpo físico durante o sono, ou de forma consciente – apenas não desligamos o feixe de energia chamado “cordão de prata” (exatamente pelo seu aspecto) que liga o corpo físico ao etéreo. Nessas andanças pelo lado de lá, as vezes, andamos por mocós barra pesada das periferias do Umbral; então, voltamos muito depressa para o corpo físico; e naquele dia parece que algo ficou mal encaixado, e levamos a rotina com o frei de mão puxado e nos sentimos esquisitos.

Levamos vida dupla com experiências nesta dimensão e na do lado de lá simultaneamente – por que não nos lembramos? – Apenas por precaução e proteção; pois a maioria de nós não dá conta nem da automática rotina.

Parar para pensar; desenvolver um raciocínio crítico básico a respeito de quem somos nós, o que fazemos aqui e qual a finalidade do existir, é condição primária para desenvolver um novo plano de consciência e percepção do que seja a vida na real; como nos disse o Mestre Jesus na passagem de um enterro: “Deixem os mortos enterrarem seus mortos” – Lembram também do “penso logo existo” – Essa atitude é básica na hora de mudar de CEP cósmico; e mesmo aqui muitas pessoas que conhecemos ainda não são mas já estão defuntas; estão; só falta enterrar. Se nos descuidarmos no cultivo das ideias fixas caímos em forte letargia mental e psicológica como num processo de hibernação espiritual por ausência de substância mental consciente; tal qual ocorre para a maioria na crise da morte que só é complicada para quem pisou na bola das escolhas. Gente que fica quase que o período todo de permanência do lado de lá até voltar para cá de novo, parecendo um cachorro que caiu do caminhão de mudança: perdidaço.

Como se preparar para chegar de boa do lado de lá?

Não é complicado. Faça uma analogia com a vida aqui: vai viajar para um País diferente meio fora de hora como imigrante ilegal sem emprego, sem lenço e sem documento e não sabe nada a respeito de como é a vida lá; se for inteligente e sensato vai procurar saber o máximo de detalhes de várias fontes para se preparar, legalizado, ao invés chegar lá morrendo de medo...

Na alfândega não vão se interessar por quem você foi e o que deixou, mas sim com o que leva na bagagem da alma... Quem você é...

 Continuamos?



Preparo para a morte.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

 COMER OU SE NUTRIR?

QUAL A DIFERENÇA?

Quando o alimento está disponível: Geração após geração nós usamos o alimento para deteriorar a saúde e até acelerar a chegada da morte.
Parece estranho esse paradoxo chamado morte:
Temos tanto medo dela e, no entanto, vivemos correndo feito doidos em sua direção.
Antes, esse tipo de atitude até poderia ser justificado pela nossa pequena capacidade de discernir; no entanto, hoje, não mais. Então, arrumamos outra justificativa: a de que isso se deve ao estilo de vida acelerado (alguns chamam de moderno) que, não nos dá tempo para pensar nessas coisas, e que, não preconiza os cuidados mais adequados com o corpo, senão quanto às aparências.

O problema de usar o alimento de forma descuidada é mais antigo do que podemos imaginar, vem desde a época em que nos encontrávamos numa situação intermediária entre o animal e o humano; na fase em que começamos a pensar para fazer escolhas e, quando descobrimos que, podemos manipular os prazeres e as sensações. Dessa fase em diante, deturpamos alguns instintos conquistados milênio a milênio. Exemplo: o ser humano é o único a comer sem fome; motivado pelo prazer sensitivo ou gula e a ansiedade.
O vício alimentar e os abusos sempre existiram desde os primeiros homens das cavernas, sofrendo algumas pequenas modificações em cada Época.
Um exemplo: os “vomitórios” da época do Império Romano; em certas ocasiões, as pessoas se empanturravam de comida e de bebida, depois corriam para essa espécie de banheiro para enfiar o dedo na garganta, provocar o vômito e, logo voltar a comer e a beber, e assim sucessivamente, várias vezes. Na verdade, de lá para cá, a coisa não mudou tanto, o escabroso vomitório foi substituído por medicamentos para se tomar depois, e até antecedendo os prazeres da mesa. Antes, esse problema não representava um perigo tão urgente como hoje; a responsabilidade aumentou, pois o fluxo dos acontecimentos em nossas vidas capaz de causar conflitos e desequilíbrios emocionais era mais lento e suportável; e na atualidade, nós somos forçados a lidar com várias situações ao mesmo tempo, e fatalmente uma ou outra pode funcionar como um gatilho a desencadear doenças. E, para complicar um pouco mais, hoje, além dos vícios e dos excessos, temos que neutralizar os venenos usados; tanto na agricultura quanto na produção dos alimentos industrializados.

Para tentar solucionar o problema da fome, alguns pequenos detalhes foram esquecidos:
A resolução dos problemas do ser humano sempre envolve aspectos éticos (isso nos caracteriza). No fundo das nossas buscas científicas, o desejo real; não é resolver o problema da nutrição ou da fome das pessoas; mas sim, arranjar formas cada vez mais rápidas de ganhar muito dinheiro.



Mas, o que é o bom e o melhor na minha dieta?
Quem pode me orientar sem interesses?
Continua?

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

 



A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 5

Continuando...

VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda na medida do possível para o momento a conviver com ela para adoecer menos...

Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência.

É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.

Nos noticiários a serviço da instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio e com promessas vazias em época de eleição:

Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia...

O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham noticiários diariamente e adoecem.

As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado.

É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que o esforço depende de todos.

Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir (garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir.

Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou violência; apenas cobrança de compromissos.

Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.

Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.

E quem vai nos ajudar?

Nós mesmos e uns aos outros:

È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis traumas no ego.

Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.

O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser...

Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.

O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. 

 

Solução?

Seja um ativista da Paz.

Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.

 

 

Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Chegando à casa espírita

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