A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NA NOSSA I-LIMITADA VIDA
A relevância do trabalho na vida do candidato a ser humano:
Conquistarás o teu pão com o suor do teu rosto! (Disse alguém – talvez, em nome de Deus ou de alguma organização ou empresa estelar – quem sabe?).
A lei de trabalho é uma das mais importantes leis cósmicas deste universo e talvez de todos os incontáveis outros; nossos ainda desconhecidos.
Mas, cá entre nós; que não somos bolsistas da sobrevivência - nesta cultura da vida contemporânea; desde o nascimento somos criados para a vida profissional; quando ela está disponível no nosso mercado da vida; é claro.
Hoje, o trabalho profissional, não é apenas uma relação de produção ou reprodução, reconhecida, amparada e assistida por meios legais ou não – e até sugada por esses próprios amparadores sociais através de leoninos impostos que não retornam em obras.
Ele é também a base pela qual o indivíduo se sociabiliza; se integra na sociedade e que o protege das incertezas da existência; seja como batalhador de verdade ou como bolsista incluído ou excluído.
Na sociedade contemporânea o labor, parece ser o fundamento principal da coesão social, da paz pessoal e de inter-relações.
Não se pode imaginar nada pior numa sociedade de trabalhadores do que alguém ficar de fora do mercado consumidor sem poder trabalhar para saciar sua fome de consumo.
Mas, o planeta não vai aguentar esse sistema de emprego absolutamente voltado para o consumismo desenfreado.
Devemos nos alarmar e reagir com vigor contra o desemprego, sem dúvida. Mas, o importante não é apenas criar novos empregos e diminuir as diferenças sociais que sempre existiram, e que, ainda hoje, tem sua utilidade nesta dimensão de polaridades – é preciso ir muito além para evitar o caos social.
Há riquezas fluindo pelo mundo, e assim como há pessoas que não tem trabalho; há pessoas que trabalham e querem aproveitar essas riquezas na medida de suas nem sempre bem medidas e estruturadas ambições.
Para que o sistema sobreviva:
Hoje, também são as relações de trabalho e com o trabalho, que estão em jogo.
Na atualidade, não basta mais apenas trabalhar ou fingir que se trabalha, é preciso trabalhar com qualidade; e só quem tem qualidade pessoal deixa sua marca de qualidade no desempenho de suas tarefas de cada dia.
Reflexão diária:
TRABALHO PARA QUE OU PARA QUEM?
.jpeg)
.jpeg)
.jpeg)


.jpeg)
.jpeg)
Ela não é frieza ou desdém; apenas alguns sentem tudo, mas não conseguem demonstrar. Por exemplo: alguém fica quieto depois de uma discussão. Outra muda de assunto para algo prático quando recebe uma declaração de carinho. Uma terceira se afasta de quem ama justamente nos momentos em que mais está sofrendo. Reforça a necessidade de se abrigar no estar só, mesmo sem sofrer de solidão.
Para quem observa, essas atitudes podem parecer frieza ou desinteresse. Nem sempre são; há uma dificuldade específica para reconhecer e organizar a própria experiência emocional.
Como sempre o corpo avisa, mas a mente não traduz e a confusão costuma começar no corpo. Uma conversa tensa pode acelerar o coração, endurecer os ombros, causar náuseas, diarreia, um aperto no estômago.
Para muitas pessoas, essas reações ajudam a entender que há medo, tristeza ou raiva em curso. Para outras, o corpo emite o alerta, mas a leitura não se completa. Fica apenas a impressão de mal-estar, irritação ou cansaço.
Essa capacidade de perceber o organismo por dentro é chamada de interocepção. Ela informa, por exemplo, fome, sede, sono, dor e necessidade de ir ao banheiro, mas também participa da interpretação das mudanças corporais ligadas às emoções e é matéria prima de um sintoma relatado por alguns pacientes: O famoso e vago mal-estar deixado de lado por muitos profissionais e traduzir o que o corpo sente em emoção pode produzir mal-entendidos persistentes de diagnósticos. A pessoa pode amar sem conseguir declarar. Pode perceber que alguém está abalado, mas não saber qual frase usar. Pode precisar de distância para organizar o que viveu e, por não conseguir explicar, ser interpretada como indiferente; pois sentir, reconhecer, expressar e comunicar não são a mesma coisa; é importante separar quatro processos: sentir, reconhecer, expressar e comunicar. Eles não acontecem necessariamente juntos.
Essa dificuldade funciona às vezes como um detonador de relações; pois alguém pode se preocupar profundamente com outra pessoa, mas não conseguir demonstrar isso da maneira esperada. Ou pode entender racionalmente uma situação, enquanto ainda não identifica qual emoção essa situação provocou nele.
No autismo, esse quadro merece atenção, mas exige cuidado para não gerar simplificações. Alexitimia e autismo não são sinônimos. Nem toda pessoa autista apresenta alexitimia; ela também pode ocorrer fora do espectro, associada a ansiedade, depressão, trauma ou outros aspectos do funcionamento emocional.
A dificuldade de reconhecer emoções pode ter origens e consequências diferentes como uma tendência inata ou adquirida nos primeiros anos de vida.
Como interpretar sem julgamento precipitado? Em vez de concluir que alguém "não liga", é possível perguntar: essa pessoa reconhece o que sente? Consegue explicar o que precisa? De que maneira se sente segura para demonstrar afeto? Cabe muito mais coisas aí -
Bora comentar...