quarta-feira, 16 de setembro de 2026

 



A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 5

Continuando...

VIOLÊNCIA URBANA

Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda na medida do possível para o momento a conviver com ela para adoecer menos...

Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do coração e da atrofia da inteligência.

É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.

Nos noticiários a serviço da instauração da Era do Pânico, não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio e com promessas vazias em época de eleição:

Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago, trotes, pedofilia...

O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham noticiários diariamente e adoecem.

As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas, as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por um mundo mais humanizado.

É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que o esforço depende de todos.

Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência, o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir (garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de existir.

Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou violência; apenas cobrança de compromissos.

Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.

Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.

E quem vai nos ajudar?

Nós mesmos e uns aos outros:

È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis traumas no ego.

Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.

O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e efeito; pois não somos o que imaginamos ser...

Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.

O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar. 

 

Solução?

Seja um ativista da Paz.

Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.

 

 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

 SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA



POST 4

Características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva
Continuando...
    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?
Na sequência...
Agressividade pura ou reativa
A falta de valores éticos e a esperança de conseguir um lugar ao sol na sociedade de consumo, deixou a descoberto um tipo de violência inata. Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cachorro, brinquedo e até partes do próprio corpo.
Liberá-la sem freios contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica de ação não importa que idade tenham. O primata moderno representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes por exemplo, xinga, desrespeita os adversários; porém bate recordes, é campeão. Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências são venerados. Heróis da massa exibem tendência à violência e truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores.
Permissivo
O aproveitador aceita que agressividade e violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses; costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva: enfarta, cria um câncer, Avc etc. Costumam se reunir em bandos, congregações, associações ou turmas; pois gosta de ser conduzido para fugir da responsabilidade.

O que tende a desertar da vida
O supremo ato de falta de coragem e passividade não importa a forma nem o gênero. É um agressivo - contido que desistiu de se posicionar perante problemas e desafios que criou para si através das escolhas que fez.

O mentiroso
A mentira é uma forma de violência subliminar que sempre foi muito usada.  Pode ser instintiva para preservar interesses imediatos ou deliberada para atingir objetivos egoístas planejados. Tanto faz que sejam pessoais ou coletivos. Antes era a mentira boca a boca, depois o rumor popular, na atualidade a mídia de ação rápida é um cruel agente da evolução tecnológica, espalha tudo em segundos. No entanto, dia menos dia, a lei de retorno mostra quem é quem. E escancara que a verdade e a mentira não estão a serviço de nenhuma carência ou excesso, apenas reflete quem a cria, quem lhe dá ouvidos e quem a propaga.

O caridoso seletivo...

Não leve para o lado pessoal ou...

Continuamos?

domingo, 13 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 3

Algumas características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva

Continuando...

    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?

Agressividade

    Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, ela se torna cada vez mais subliminar e difícil de ser erradicada. Em alguns meios é quase que considerada uma “virtude para se tornar um vencedor sobre os pacatos e cooperativos”.

Bullying

    A atitude de provocar seja individual ou em bandos é ignorada como um sintoma de agressividade; no entanto é a mais comum em múltiplas situações da vida moderna e uma das mais perigosas para a paz íntima e social (como bem diz o ditado popular: “quem procura acha.”).

O diagnóstico pode ser precoce pois na infância é fácil detectar esse tipo com ímpetos de violência, pois vivem provocando a tudo e a todos, desde crianças até os adultos, quase sempre de forma inconsciente, para expressar seus dotes agressivos. O fato de serem sempre “do contra” já é uma clara manifestação desses cada vez mais perigosos impulsos que antes quando manifestos podiam ser controlados com choro, bater uma porta, esmurrar um travesseiro; mas na velocidade com que as coisas acontecem na atualidade essas características podem gerar desastres pessoais e interativos: bater, apanhar – matar ou morrer...

Passividade

    Omitir-se quando é possível agir é um crime contra a evolução. O passivo é um agressivo interesseiro e sem muita coragem que dá aval para a agressividade e violência implícita ou explicita e costumam fazer parte de quadrilhas de bullyinguentos tanto na infância quanto na vida adulta; nada a ver com obediência ou calma.

As crianças das últimas safras são mais proativas e têm dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.

Postergação

     Quem foge do momento de decidir e agir propicia a continuidade de situações de injustiça, violência, bullying, crueldade, corrupção...



Corrupção

     Um dos tipos mais disseminados e cruéis de violência é a corrupção íntima, familiar e que desemboca na sociedade como um todo e se torna um grave problema para o corrompido e principalmente para o corruptor causando danos em larga escala...

Continua nos posts 4, 5, 6...

sábado, 12 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 2

Continuando...

Querer não é poder; é preciso saber querer e contar com o concurso do tempo e do trabalho...

Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto, com teorias mirabolantes ou num passe de mágica, é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:

·       Guerra pelo poder de controlar

·       Competição

·       Mentiras

·       Traições

·       Violência verbal

·       Agressão física

    Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

    Ainda é do nosso feitio usar palavras e frases sem parar para pensar no seu significado real; uma das muitas que usamos relacionadas ao tema:

 

“Sou uma pessoa muito boa e pacífica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!

 

    Ser manso e pacífico é diferente de estar em paz...

Muitas vezes de forma provisória aparentamos qualidades que ainda não conquistamos, pois que, sob a ação anestésica das justificativas.



 

Diferente de apenas estar, ser manso e pacífico é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar.

    Na fase de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada. Nosso processo de humanização é lento e gradual; ao tentar conter impulsos agressivos o ser humano troglodita que ainda habita em nós, dá início ao processo de humanização verdadeira, passo a passo. Outra besteira que tomamos como verdade: afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado. É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma; suas reações são puramente instintivas; exceto nos que convivem há muito tempo com o homem (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça).

Ao analisarmos com isenção nosso comportamento íntimo no tocante ao pensar, sentir e agir estamos a caminho de nos tornarmos agentes de pacificação...

Do resumo dos poucos itens inicialmente colocados em quais deles ainda me encontro?

 Aguardem a continuação posts 3, 4, 5, 6... 

 



SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 1

    Sonhamos com um mundo melhor onde paz e harmonia predominem na intimidade de cada um e na vida social.

    A maioria deseja a paz sem nada fazer para que ela se concretize. Exemplo: Volta e meia nos deparamos na rua e nos noticiários com campanhas, caminhadas, e passeatas contra as guerras e em prol da paz.

Slogans não faltam:

-        Diga não à violência!

-        Guerra não!

-        Eu sou da paz!

-        Paz e amor!

    Muitos já a buscam mesmo desconhecendo-a; outros, como algumas crianças já a praticam automaticamente e sem esforço.

    Inúmeras as lutas que se travam a seu favor. Nas ruas, na imprensa escrita e falada. Paz da boca para fora. Tão estéreis quanto inúteis; enquanto não tivermos consciência mais clara do que seja agressividade e violência. Não tem sentido lógico, pessoas ainda agressivas e violentas nas menores ações do dia a dia de forma acintosa ou subliminar empunhando a bandeira da paz. E o que é pior: cobrando dos outros, atitudes mais pacíficas.

    Não desenvolvemos a sensibilidade de distinguir as atitudes pacíficas das agressivas no conjunto das nossas atitudes diárias. Não percebemos realmente o que é violência nem agressividade, exceto aquela que salta aos olhos, escabrosa e truculenta: guerras, assassinatos, agressões, estupros, tiros, facadas. E o que é pior; sentimos apenas a que nos atinge ou nos choca; mas, encaramos como normal e nosso direito de reagir a que, aplicamos aos outros, dos pensamentos às atitudes.

    Somente seremos capazes de combatê-la quando aprendermos a detectá-la em nós mesmos e, quando educarmos as crianças para que sejam mansas e pacíficas, pois a educação é algo compartilhado e não imposto. Palavreado não seguido de atitudes coerentes não serve; apenas atrapalha. Pessoas não se educam com slogans, nem com palavras de ordem, e sim na prática de cada dia.

    Antes de conseguirmos a paz nas ruas ela precisa ser conquistada no íntimo de cada um e no ambiente familiar. A atitude pacífica deve ser aprendida e, exercitada na vida em família.

 

Continua em americocanhoto.blogspot.com

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Não ensine a criança a adoecer

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