VIOLÊNCIA URBANA
Embora a OMISSÃO seja um grave crime evolutivo aprenda a conviver com ela fazendo o possível no momento
para adoecer menos...
Vivemos na Era do medo, algo semelhante a uma Era do gelo do
coração e da atrofia da inteligência.
É vero que desde o princípio dos tempos, um ser humano sempre dominou o outro através do medo. Hoje pela velocidade com que as informações e notícias são veiculadas, ele se transforma para alguns em pavor; o que abre as portas para todo tipo de doenças; além disso, é capaz de aprisionar as pessoas nas suas casas; e no próprio medo afetando sua qualidade de vida. A Síndrome do Pânico é o clímax quando a pessoa se torna refém dos próprios medos, apavorando-se, perdendo o controle sobre situações corriqueiras do dia a dia.
Nos noticiários a serviço doa instauração da Era do Pânico,
não falta assunto; seja ele fresquinho ao vivo ou requentado por dias a fio:
Acidentes, assaltos, balas perdidas, sequestro relâmpago,
trotes, pedofilia...
O mundo e o País vivem em permanente estado de alerta devido
à violência; e o medo tem assombrado as pessoas: as alienadas paranoicas; as
mais ou menos suscetíveis e até, as ditas normais que apenas acompanham
noticiários diariamente.
As pessoas expostas a esse tipo de influência passam a
acreditar que o mundo está mais perigoso do que realmente é; claro que a
realidade tão exposta parece mais cruel e violenta do que há alguns anos; mas,
as pessoas não podem se deixar abalar; e devem descruzar os braços lutando por
um mundo mais humanizado.
É preciso deixar de cobrar das autoridades um mundo mais
ameno apenas no falatório; pois a maioria não está capacitada para tal; já que
o esforço depende de todos.
Para lidar com a insegurança, raiva, sensação de impotência,
o medo de sair de casa que nos impede de exercer o direto de ir e vir
(garantido pela Constituição), de andar, de passear, trabalhar; enfim de
existir.
Devemos nos empenhar em recuperar as cidades para as pessoas
de bem; mesmo que seja necessário marcharmos para cima dos mandatários
ameaçando-os com a perda do mandato ou do poder; nada a ver com retaliação ou
violência; apenas cobrança de compromissos.
Claro que enquanto não fizermos algo de concreto para mudar
o panorama da vida nas cidades, algumas pessoas estão mais expostas à violência
e ao medo do que outras; pois tudo depende dos locais onde a marginalidade
domina; e nem sempre podemos mudar de residência, de local de trabalho.
Importante não se deixar aprisionar pelo medo, pois nesse caso, podemos morrer em vida (Depressão – Pânico). Inegável que a situação piora quando somos vítimas de algo ruim, ou alguém muito próximo; as consequências podem ser sequelas emocionais que logo serão somatizadas.
E quem vai nos
ajudar?
Nós mesmos e uns aos outros:
È urgente investir no fortalecimento das amizades, nos
grupos de solidariedade para superar os possíveis e às vezes inevitáveis
traumas no ego.
Para quem sofreu um trauma desses, a ajuda psicológica é vital.
O otimismo e o bem pensar, é importante; pois ajuda a
determinar nosso destino a médio e longo prazo; mas não nos livra do mal de
sermos merecedores de viver determinadas experiências, segundo a lei de causa e
efeito; pois não somos o que imaginamos ser...
Não há pessoa mais desconhecida para nós do que nós mesmos.
O medo patológico mata a esperança (um sentimento essencialmente humano) e tudo passa a nos apavorar.
Solução?
Para começar seja um ativista da
Paz.
Não dê IBOPE para os que propagam o medo – Selecione os
noticiários – Na dúvida se desligue da mídia– Leia um bom livro – Reúna a
família para contar causos pois: A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA.
.jpeg)


.jpeg)
.jpeg)


Ela não é frieza ou desdém; apenas alguns sentem tudo, mas não conseguem demonstrar. Por exemplo: alguém fica quieto depois de uma discussão. Outra muda de assunto para algo prático quando recebe uma declaração de carinho. Uma terceira se afasta de quem ama justamente nos momentos em que mais está sofrendo. Reforça a necessidade de se abrigar no estar só, mesmo sem sofrer de solidão.
Para quem observa, essas atitudes podem parecer frieza ou desinteresse. Nem sempre são; há uma dificuldade específica para reconhecer e organizar a própria experiência emocional.
Como sempre o corpo avisa, mas a mente não traduz e a confusão costuma começar no corpo. Uma conversa tensa pode acelerar o coração, endurecer os ombros, causar náuseas, diarreia, um aperto no estômago.
Para muitas pessoas, essas reações ajudam a entender que há medo, tristeza ou raiva em curso. Para outras, o corpo emite o alerta, mas a leitura não se completa. Fica apenas a impressão de mal-estar, irritação ou cansaço.
Essa capacidade de perceber o organismo por dentro é chamada de interocepção. Ela informa, por exemplo, fome, sede, sono, dor e necessidade de ir ao banheiro, mas também participa da interpretação das mudanças corporais ligadas às emoções e é matéria prima de um sintoma relatado por alguns pacientes: O famoso e vago mal-estar deixado de lado por muitos profissionais e traduzir o que o corpo sente em emoção pode produzir mal-entendidos persistentes de diagnósticos. A pessoa pode amar sem conseguir declarar. Pode perceber que alguém está abalado, mas não saber qual frase usar. Pode precisar de distância para organizar o que viveu e, por não conseguir explicar, ser interpretada como indiferente; pois sentir, reconhecer, expressar e comunicar não são a mesma coisa; é importante separar quatro processos: sentir, reconhecer, expressar e comunicar. Eles não acontecem necessariamente juntos.
Essa dificuldade funciona às vezes como um detonador de relações; pois alguém pode se preocupar profundamente com outra pessoa, mas não conseguir demonstrar isso da maneira esperada. Ou pode entender racionalmente uma situação, enquanto ainda não identifica qual emoção essa situação provocou nele.
No autismo, esse quadro merece atenção, mas exige cuidado para não gerar simplificações. Alexitimia e autismo não são sinônimos. Nem toda pessoa autista apresenta alexitimia; ela também pode ocorrer fora do espectro, associada a ansiedade, depressão, trauma ou outros aspectos do funcionamento emocional.
A dificuldade de reconhecer emoções pode ter origens e consequências diferentes como uma tendência inata ou adquirida nos primeiros anos de vida.
Como interpretar sem julgamento precipitado? Em vez de concluir que alguém "não liga", é possível perguntar: essa pessoa reconhece o que sente? Consegue explicar o que precisa? De que maneira se sente segura para demonstrar afeto? Cabe muito mais coisas aí -
Bora comentar...