IMPRENSA X JUSTIÇA OU JUSTIÇA + IMPRENSA?
O confronto entre a liberdade de informação e os poderosos de plantão é inevitável, e será cada vez mais intenso edestruidor, se nada se fizer ao contrário.
Não é preciso ser vidente (este escrito tem 10 anos) para entender que na velocidade com que as coisas mudam tanto na informação que é, o material com que trabalha a imprensa quanto na diferença dos interesses da sociedade que, é o a base do trabalho da justiça, a trombada é certa; pois com certeza vai aumentar os pontos de atrito entre os interesses de uns e de outros e vai sobrar para os nóias do pensar e de se posicionar.
Para evitar confrontos mais sérios é preciso mudar a postura habitual dos profissionais de ambos os lados e principalmente dos CONSUMIDORES de interesses pessoais e alheios.
Resolver isso é simples; porém, é preciso que tenhamos paciência uns com os outros para que, não apenas a justiça e imprensa se atualizem na ÉTICA, mas, todos os outros tipos de profissionais e de cidadãos.
Imprensa e justiça apenas formarão um time coeso com a ajuda da inteligência emocional de todos os que se interessarem em formar uma nação muito bem estruturada.
Quando a Justiça errar deve ser cobrada pela imprensa sem medo.
Quando a imprensa errar seus interesses devem ser cobrados pela Justiça.
Desse esforço para atingir a paz social, o povo deve ser uma testemunha ativa e participante. Um cidadão ativo deve ser capaz de confrontar tanto a imprensa quanto a justiça mal aplicada, até que elas se tornem aliadas a serviço do interesse coletivo. A justiça deve caminhar ao lado da imprensa.
PRECISAMOS DE TODOS JUNTOS PARA DAR UM FUTURO ÁS NOSSAS CRIANÇAS E A NÓS MESMOS.
É PRECISO PROVAR ÁS CRIANÇAS QUE O CRIME NÃO COMPENSA E QUE HÁ CRIMES AINDA TIDOS COMO NORMA A SERVIÇO DE INTERESSES PESSOAIS E CORPORATIVOS…
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Ela não é frieza ou desdém; apenas alguns sentem tudo, mas não conseguem demonstrar. Por exemplo: alguém fica quieto depois de uma discussão. Outra muda de assunto para algo prático quando recebe uma declaração de carinho. Uma terceira se afasta de quem ama justamente nos momentos em que mais está sofrendo. Reforça a necessidade de se abrigar no estar só, mesmo sem sofrer de solidão.
Para quem observa, essas atitudes podem parecer frieza ou desinteresse. Nem sempre são; há uma dificuldade específica para reconhecer e organizar a própria experiência emocional.
Como sempre o corpo avisa, mas a mente não traduz e a confusão costuma começar no corpo. Uma conversa tensa pode acelerar o coração, endurecer os ombros, causar náuseas, diarreia, um aperto no estômago.
Para muitas pessoas, essas reações ajudam a entender que há medo, tristeza ou raiva em curso. Para outras, o corpo emite o alerta, mas a leitura não se completa. Fica apenas a impressão de mal-estar, irritação ou cansaço.
Essa capacidade de perceber o organismo por dentro é chamada de interocepção. Ela informa, por exemplo, fome, sede, sono, dor e necessidade de ir ao banheiro, mas também participa da interpretação das mudanças corporais ligadas às emoções e é matéria prima de um sintoma relatado por alguns pacientes: O famoso e vago mal-estar deixado de lado por muitos profissionais e traduzir o que o corpo sente em emoção pode produzir mal-entendidos persistentes de diagnósticos. A pessoa pode amar sem conseguir declarar. Pode perceber que alguém está abalado, mas não saber qual frase usar. Pode precisar de distância para organizar o que viveu e, por não conseguir explicar, ser interpretada como indiferente; pois sentir, reconhecer, expressar e comunicar não são a mesma coisa; é importante separar quatro processos: sentir, reconhecer, expressar e comunicar. Eles não acontecem necessariamente juntos.
Essa dificuldade funciona às vezes como um detonador de relações; pois alguém pode se preocupar profundamente com outra pessoa, mas não conseguir demonstrar isso da maneira esperada. Ou pode entender racionalmente uma situação, enquanto ainda não identifica qual emoção essa situação provocou nele.
No autismo, esse quadro merece atenção, mas exige cuidado para não gerar simplificações. Alexitimia e autismo não são sinônimos. Nem toda pessoa autista apresenta alexitimia; ela também pode ocorrer fora do espectro, associada a ansiedade, depressão, trauma ou outros aspectos do funcionamento emocional.
A dificuldade de reconhecer emoções pode ter origens e consequências diferentes como uma tendência inata ou adquirida nos primeiros anos de vida.
Como interpretar sem julgamento precipitado? Em vez de concluir que alguém "não liga", é possível perguntar: essa pessoa reconhece o que sente? Consegue explicar o que precisa? De que maneira se sente segura para demonstrar afeto? Cabe muito mais coisas aí -
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