sexta-feira, 23 de outubro de 2026

 SOU UM SER REAL OU SOBRENATURAL?

SERÁ A IGNORÂNCIA UMA ESCOLHA?

Que tipo de ignorância será tolerada daqui em diante?

Seremos penalizados pela ignorância voluntária?

A ignorância não mais servirá de álibi, desculpa, justificativa para os desatinos que gera?
Material para reflexão que pode virar papo de Hospício íntimo:

O QUE ERA SOBRENATURAL PARA MIM ANTES E HOJE NÃO É MAIS?

SEREI UM IGNORANTE REAL OU APENAS FUNCIONAL?

QUANDO DEIXAREMOS DE ESTAR UMA ENTIDADE DE NÓS MESMOS, apenas um espectro.
E NOS TORNAREMOS UM SER COM IDENTIDADE real?
 
SERÁ QUE EU JÁ FUI (Ainda é sobrenatural para todo mundo)?
EU ESTOU (parece ser natural, real)?
EU SEREI (é sobrenatural para a maioria)?   

VOLTAREI A SER SE EU JÁ FUI?
MEU ONTEM JÁ FOI REAL E SE TORNOU SOBRENATURAL HOJE.
MEU FUTURO AINDA É SOBRENATURAL HOJE MAS AMANHÃ SERÁ NATURAL?

"PENSO LOGO EXISTO" - Disse o sábio.
Mas...


SERÁ QUE EU SÓ EXISTO ENQUANTO PENSO?

 ENCONTROS, DESENCONTROS, REENCONTROS NA TEIA DO DESTINO... (Sigmund Freud, escritor e pai da psicanálise) ...


"Não escolhemos uns aos outros ao acaso; apenas nos deparamos com aqueles que já existem em nosso subconsciente”.

Essa reflexão de Sigmund Freud sobre como os encontros despertam conexões já existentes no subconsciente no emaranhado da teia do destino é reforçada pelo conhecimento das reconexões de experiências passadas tanto as felizes que deixam saudades quanto as infelizes de reparação do tipo: cansei de ouvir “conheci tanta gente legal na vida por que fui me enroscar afetivamente com essa coisa”?

Encontros, desencontros e reencontros retratam o amor e o desamor também pode funcionar como uma jornada de autoconhecimento vital para nossa evolução.

E se alguns encontros despertassem sentimentos que ainda não sabíamos nomear?
E se determinadas pessoas nos fizessem enxergar aspectos de nós mesmos que permaneciam escondidos?
Ao tentar responder a essas questões podemos entender melhor a ideia freudiana de que certas pessoas revelam facetas nossas que antes permaneciam ocultas inseridas nos conceitos de projeção e causa/efeito.

Quem nos ensina mais a nosso respeito as relações ajustadas e prazerosas ou as difíceis e desajustadas?
Qual sua opinião?


domingo, 18 de outubro de 2026

 



AMIGDALITE GERA FALTA DE AMOR?

E ATÉ AGRESSIVIDADE, MALDADE CRIMINOSA?

Se, até pouco tempo, alguém me dissesse que, minha pobreza em amar; e minha carência em comportamento altruísta era causada por amigdalite crônica; confesso que ficaria espantado, intrigado.

Mas, é verdade:

E quem diz é a ciência: Há motivos para acreditar que a base do comportamento altruísta se encontra no Sistema Límbico. O amor, assim como o comportamento altruísta, parecem ser aquisições do Sistema Límbico humano (nada a ver com libido).

E, uma parte importantíssima dessa região límbica é a chamada Amígdala, que tem um papel transcendente na agressividade. Em pesquisas, a destruição experimental das Amígdalas (são duas, uma para cada um dos hemisférios cerebrais) faz com que o animal se torne dócil, sexualmente indistinto, afetivamente descaracterizado e indiferente às situações de risco (lembra algo na atualidade?).

O estímulo elétrico (qual o papel do estresse crônico nesse processo, é algo a se estudar) agindo nas Amígdalas provoca crises de violenta agressividade.

Em humanos, a lesão da Amígdala faz, dentre outras coisas, com que o indivíduo perca o sentido afetivo da percepção de uma informação vinda de fora, como a visão de uma pessoa conhecida ou querida. Ele sabe quem está vendo, mas não sabe se gosta ou desgosta da pessoa que vê. Difícil saber como; mas, ao que parece a maioria das pessoas da atualidade parece ter sido amigdalectomizada – quem sabe pela TV e outros meios de ação cada vez mais rápida de esterilização da criatividade e da amorosidade; em massa.

Em tempo; amígdalas cerebrais têm pouco ou nada a ver com as antigas amígdalas ou tonsilas palatinas, as da dor de garganta que antigamente tendiam a extirpar nas crianças...

Localizada na profundidade de cada lobo temporal anterior, as Amígdalas funcionam de modo íntimo com o Hipotálamo.

É o centro identificador de perigo, gerando medo e ansiedade e colocando o animal em situação de alerta, preparando-o para fugir ou lutar, estariam assim, envolvidas na produção de uma resposta ao medo e outras emoções negativas.

Dá prá entender que o “vírus” do estresse crônico é um dos agentes geradores da amigdalite cerebral crônica; um dos fatores de uma doença evolutiva grave chamada cretinização mental/emocional; que acomete parcela significativa da população; a mente neurótica com a ajuda da Assembleia Neuronal envia uma quantidade excessiva de informações de medo e ansiedade; o que trava o sistema de defesa mental, emocional e orgânico.

As áreas cerebrais mais primitivas relacionadas à agressão, mais precisamente, à agressão depredadora, são estruturas filogenéticas muito antigas, onde se inclui o hipotálamo, o tálamo, o mesencéfalo, o hipocampo e, como já vimos; as Amígdalas e o Hipotálamo trabalham (ou deveriam fazê-lo) em estreita harmonia, de tal forma que um comportamento de ataque pode ser acelerado ou retardado, estimulado ou inibido, dependendo da interação entre estas estruturas.

Porém, a verdadeira agressão humana; aquela planejada pela alma doente; talvez elaborada segundo algum objetivo. Ou talvez seja os subprodutos da agressão, perversidade e destrutividade acumulados ao longo da trajetória evolutiva; e inscrita no DNA à espera de fatores desencadeadores; para isso, precisa de redes neuronais complexas e abrangentes como as Assembleias Neuronais; e envolve principalmente o Sistema Límbico para se manifestar em atitudes.

Não deixe que extirpem suas amígdalas nem as cerebrais nem as palatinas. Elas devem atrofiar-se por si só; talvez fruto da evolução – num mecanismo semelhante à atrofia das amígdalas palatinas após o período de infância, as cerebrais atenuam sua função à medida que a alma amadurece em consciência.

 

Cuidado com a amigdalite caseosa tanto nas palatinas quando nas cerebrais. O cheiro dos maus pensamentos e desejos é nauseabundo; tal e qual o exalado pelas palatinas.

A halitose mental, emocional de quem sofre de amigdalite cerebral crônica é de lascar...

 

Mas;

Cuidado com o bisturi do sistema de entretenimento.

 

Continua... (São?).

 

Vivendo e aprendendo...

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

 

COMO VIVER BOVINAMENTE BEM NOS LIMITES DO REBANHO? 

PARTE 2

A necessidade de ser diferente é um drama e um desafio bovino.

Quem ousar mudar a forma de pensar, de sentir e de ver o mundo e suas ocorrências andará na contramão dos valores da sociedade que tenta negociar as cotas da felicidade através do capim (verdinhas). E, isso não é nada fácil, pois quem ousar estabelecer limites para suas expectativas, desejos e necessidades corre o risco de ser cobrado até pelas pessoas com as quais convive; será rotulado de malsucedido e acomodado no rebanho.

Também somos impedidos de ter valores próprios; vivemos numa cultura em que somos treinados desde cedo a tentar agradar antes os outros do que a nós mesmos. Pode parecer um paradoxo, mas essa atitude é um dos fermentos da egolatria e do orgulho dos grandes chifres.

Nosso assunto vacum é a descoberta dos limites pessoais seguida de aceitação do momento presente.

Vamos eleger como nosso representante um velho touro ou uma vaquinha de presépio?

O passo seguinte é a tentativa de mudar hábitos bovinos, eliminar vícios, reestruturar a personalidade, compreender melhor as leis da vida, bem como aplicá-las no dia a dia; é hora de protestar em frente á cerca; prá ver se o dono do pasto atende nossas preces bem mugidas.

Avisam os deuses mochos: a boiada vai estourar; fique nas beiradas do pasto; ande em sentido contrário - ouse.

CUIDADO COM A DOENÇA DA VACA LOUCA...

Proteja-se; pense bem...

NÃO SE DEIXE ARREBANHAR; sem sair do rebanho?


...

 

COMO VIVER BOVINAMENTE BEM NOS LIMITES DO REBANHO?

PARTE 1

Como eleger nossos limites no rebanho?

Deixar de se arrebanhar?

Na filosofia bovina, a qualidade mais importante é o conformismo – bois foram criados para pastar, ruminar e servir de antepasto para outras espécies; acreditar nos deuses chifrudos que um dia os virão libertar para pastar eternamente em verdes pastagens; protegidos para sempre de seus algozes vaqueiros.

Na sua modorra, o rebanho adora ouvir estórias de influenciadores para boi dormir.

Seus valores estão fundamentados nos desejos da maioria; nos padrões ditados pelos maiorais do pasto; quem ousar contrariar vai para o cercadinho ou para o matadouro; ou se o crime de desobediência for grave; nem esse direito vacum terá: vai morrer lentamente e servir de pasto aos abutres que pululam nos céus da mídia.

A salvação do rebanho apátrida depende da libertação do pensamento mágico; essa ousadia é um fator essencial para que identifiquemos limites em todos os sentidos e aprendamos a nos movimentar dentro deles.

Mas, escapar do pensar mágico: sorte, azar, destino, sobrenatural, tão característico da infância bovina é um verdadeiro trabalho de parto; envolve um que de apreensão; e até um certo tipo de sofrer.

Os momentos de eleição no pasto são cruciais.

Tentamos deixar de ser apenas “vaquinhas de presépio” pressionados pelas circunstâncias que criamos ao longo do tempo, dentro de cada um de nós tenta nascer um novo indivíduo, mais amadurecido, mocho, mais responsável pela própria vida e destino, e que a cada dia mais se interessa pelas dificuldades alheias e pela qualidade do meio ambiente para que o capim continue verdinho e crocante armazenado no cocho.

 Slogans não faltam: Eu tenho a solução para seu problema!

 Bovinos unidos jamais serão vencidos!

 Outra dificuldade a ser superada é o assédio intermitente da mídia de consumo na fazenda divina.

Não temos um segundo de folga sem que alguém tente nos vender a solução para dificuldades que ajudaram a criar e até mesmo para outras que não existem na vida de gado.

Continua...


 

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