terça-feira, 15 de setembro de 2026

 SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA



POST 4

Características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva
Continuando...
    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?
Na sequência...
Agressividade pura ou reativa
A falta de valores éticos e a esperança de conseguir um lugar ao sol na sociedade de consumo, deixou a descoberto um tipo de violência inata. Os que manifestam esse comportamento poderiam ser diagnosticados na infância quando batem, mordem e arranham todos os que aparecem na frente de seus desejos: pai, mãe, cachorro, brinquedo e até partes do próprio corpo.
Liberá-la sem freios contra os mais fracos e desvalidos sempre foi a tônica de ação não importa que idade tenham. O primata moderno representado na atualidade pelo jargão “animal”. Fulano é um “animal” nos esportes por exemplo, xinga, desrespeita os adversários; porém bate recordes, é campeão. Em muitas situações do dia a dia os com essas tendências são venerados. Heróis da massa exibem tendência à violência e truculência sem máscaras quando seus interesses são ameaçados. Admirados quando considerados vencedores; logo execrados por seus admiradores.
Permissivo
O aproveitador aceita que agressividade e violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses; costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva: enfarta, cria um câncer, Avc etc. Costumam se reunir em bandos, congregações, associações ou turmas; pois gosta de ser conduzido para fugir da responsabilidade.

O que tende a desertar da vida
O supremo ato de falta de coragem e passividade não importa a forma nem o gênero. É um agressivo - contido que desistiu de se posicionar perante problemas e desafios que criou para si através das escolhas que fez.

O mentiroso
A mentira é uma forma de violência subliminar que sempre foi muito usada.  Pode ser instintiva para preservar interesses imediatos ou deliberada para atingir objetivos egoístas planejados. Tanto faz que sejam pessoais ou coletivos. Antes era a mentira boca a boca, depois o rumor popular, na atualidade a mídia de ação rápida é um cruel agente da evolução tecnológica, espalha tudo em segundos. No entanto, dia menos dia, a lei de retorno mostra quem é quem. E escancara que a verdade e a mentira não estão a serviço de nenhuma carência ou excesso, apenas reflete quem a cria, quem lhe dá ouvidos e quem a propaga.

O caridoso seletivo...

Não leve para o lado pessoal ou...

Continuamos?

domingo, 13 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 3

Algumas características de personalidade que representam perigo à paz íntima e coletiva

Continuando...

    Interessa-nos nesta conversa, a revisão de alguns conceitos relacionados com a paz ou a falta dela segundo a ótica da educação da consciência; em especial o que acontece entre as paredes de um lar. Como nos comportamos na vida em família? Somos da paz ou da guerra? Da concórdia ou da discórdia?

Agressividade

    Tendência a atacar com o único motivo de sobrepujar, provocar uma reação no oponente com objetivo de subjugá-lo ou matá-lo. Na atualidade nem sempre o agressivo ataca de forma explícita, ela se torna cada vez mais subliminar e difícil de ser erradicada. Em alguns meios é quase que considerada uma “virtude para se tornar um vencedor sobre os pacatos e cooperativos”.

Bullying

    A atitude de provocar seja individual ou em bandos é ignorada como um sintoma de agressividade; no entanto é a mais comum em múltiplas situações da vida moderna e uma das mais perigosas para a paz íntima e social (como bem diz o ditado popular: “quem procura acha.”).

O diagnóstico pode ser precoce pois na infância é fácil detectar esse tipo com ímpetos de violência, pois vivem provocando a tudo e a todos, desde crianças até os adultos, quase sempre de forma inconsciente, para expressar seus dotes agressivos. O fato de serem sempre “do contra” já é uma clara manifestação desses cada vez mais perigosos impulsos que antes quando manifestos podiam ser controlados com choro, bater uma porta, esmurrar um travesseiro; mas na velocidade com que as coisas acontecem na atualidade essas características podem gerar desastres pessoais e interativos: bater, apanhar – matar ou morrer...

Passividade

    Omitir-se quando é possível agir é um crime contra a evolução. O passivo é um agressivo interesseiro e sem muita coragem que dá aval para a agressividade e violência implícita ou explicita e costumam fazer parte de quadrilhas de bullyinguentos tanto na infância quanto na vida adulta; nada a ver com obediência ou calma.

As crianças das últimas safras são mais proativas e têm dificuldade em cruzar os braços quando se trata de ajudar, colaborar e até de lutar contra as injustiças; e se, por um motivo qualquer são constrangidas a fazê-lo sofrem muito e podem até adoecer.

Postergação

     Quem foge do momento de decidir e agir propicia a continuidade de situações de injustiça, violência, bullying, crueldade, corrupção...



Corrupção

     Um dos tipos mais disseminados e cruéis de violência é a corrupção íntima, familiar e que desemboca na sociedade como um todo e se torna um grave problema para o corrompido e principalmente para o corruptor causando danos em larga escala...

Continua nos posts 4, 5, 6...

sábado, 12 de setembro de 2026

 

SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 2

Continuando...

Querer não é poder; é preciso saber querer e contar com o concurso do tempo e do trabalho...

Como tudo que envolve o ser humano a paz não se consegue numa canetada de um decreto, com teorias mirabolantes ou num passe de mágica, é conquista de dia a dia, de respeito pela própria vida e pela vida do outro. Alcançaremos um estado de paz relativa, quando nos lares não houver mais:

·       Guerra pelo poder de controlar

·       Competição

·       Mentiras

·       Traições

·       Violência verbal

·       Agressão física

    Desse ponto em diante todas as lutas sociais em prol da paz serão vitoriosas.

    Ainda é do nosso feitio usar palavras e frases sem parar para pensar no seu significado real; uma das muitas que usamos relacionadas ao tema:

 

“Sou uma pessoa muito boa e pacífica, desde que não pisem no meu calo, desde que não mexam comigo!

 

    Ser manso e pacífico é diferente de estar em paz...

Muitas vezes de forma provisória aparentamos qualidades que ainda não conquistamos, pois que, sob a ação anestésica das justificativas.



 

Diferente de apenas estar, ser manso e pacífico é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar.

    Na fase de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada. Nosso processo de humanização é lento e gradual; ao tentar conter impulsos agressivos o ser humano troglodita que ainda habita em nós, dá início ao processo de humanização verdadeira, passo a passo. Outra besteira que tomamos como verdade: afirmar que o homem agressivo e violento é animalizado. É preciso que fique claro que o animal não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma; suas reações são puramente instintivas; exceto nos que convivem há muito tempo com o homem (os chamados animais domésticos) estes possuem uma capacidade de captação subconsciente muito mais poderosa até do que o das crianças pequenas, tanto que adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta de animal está cometendo uma injustiça).

Ao analisarmos com isenção nosso comportamento íntimo no tocante ao pensar, sentir e agir estamos a caminho de nos tornarmos agentes de pacificação...

Do resumo dos poucos itens inicialmente colocados em quais deles ainda me encontro?

 Aguardem a continuação posts 3, 4, 5, 6... 

 



SÉRIE A PAZ COMEÇA DENTRO DE CASA

POST 1

    Sonhamos com um mundo melhor onde paz e harmonia predominem na intimidade de cada um e na vida social.

    A maioria deseja a paz sem nada fazer para que ela se concretize. Exemplo: Volta e meia nos deparamos na rua e nos noticiários com campanhas, caminhadas, e passeatas contra as guerras e em prol da paz.

Slogans não faltam:

-        Diga não à violência!

-        Guerra não!

-        Eu sou da paz!

-        Paz e amor!

    Muitos já a buscam mesmo desconhecendo-a; outros, como algumas crianças já a praticam automaticamente e sem esforço.

    Inúmeras as lutas que se travam a seu favor. Nas ruas, na imprensa escrita e falada. Paz da boca para fora. Tão estéreis quanto inúteis; enquanto não tivermos consciência mais clara do que seja agressividade e violência. Não tem sentido lógico, pessoas ainda agressivas e violentas nas menores ações do dia a dia de forma acintosa ou subliminar empunhando a bandeira da paz. E o que é pior: cobrando dos outros, atitudes mais pacíficas.

    Não desenvolvemos a sensibilidade de distinguir as atitudes pacíficas das agressivas no conjunto das nossas atitudes diárias. Não percebemos realmente o que é violência nem agressividade, exceto aquela que salta aos olhos, escabrosa e truculenta: guerras, assassinatos, agressões, estupros, tiros, facadas. E o que é pior; sentimos apenas a que nos atinge ou nos choca; mas, encaramos como normal e nosso direito de reagir a que, aplicamos aos outros, dos pensamentos às atitudes.

    Somente seremos capazes de combatê-la quando aprendermos a detectá-la em nós mesmos e, quando educarmos as crianças para que sejam mansas e pacíficas, pois a educação é algo compartilhado e não imposto. Palavreado não seguido de atitudes coerentes não serve; apenas atrapalha. Pessoas não se educam com slogans, nem com palavras de ordem, e sim na prática de cada dia.

    Antes de conseguirmos a paz nas ruas ela precisa ser conquistada no íntimo de cada um e no ambiente familiar. A atitude pacífica deve ser aprendida e, exercitada na vida em família.

 

Continua em americocanhoto.blogspot.com

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

 A BELEZA FABRICADA E A SENSUALIDADE EXACERBADA PODEM GERAR PROBLEMAS GRAVES TANTO POR AQUI QUANTO NA VIDA ASTRAL?


É possível e provável.
Como saber?
Basta responder a simples questões:
De que forma uso a sensualidade e a sexualidade?
Com que objetivos?
Como ela interfere na vida das outras pessoas?

Exemplo para efeito de raciocínio:
Uma pessoa vivendo a “prova” da beleza física é seduzida pelo ganho financeiro, vaidade ou sensação de poder e; aceita ser mostrada em posições sensuais e eróticas.
Provavelmente ela ainda não faz ideia de que tudo é energia até a matéria é um dos estados dela e do tipo de vínculos energéticos que assumiu ao ficar exposta à ação de formas/pensamento de milhares de pessoas com problemas psicológicos, e que; durante seus devaneios sexuais ou masturbação submetem-na em pensamento de forma real, não fictícia, pois forma/pensamento é energia real que, cedo ou tarde, um dia, encontra quem lhe deu origem. Com certeza nunca quis parar para pensar que a masturbação pode equivaler a um verdadeiro ESTUPRO ENERGÉTICO onde todos são vítimas e autores dividindo a responsabilidade pelos efeitos - assunto grave e interessantíssimo...

E encontrando falhas em seu caráter e, quem não os têm de alguma forma, influenciam seu psiquismo e saúde; às vezes por um tempo a perder de vista no meio da eternidade.

Nesta Escola Cósmica há matérias obrigatórias a serem cumpridas em cada fase da Evolução da Consciência.

As provas mais complexas e perigosas para um bom resultado do projeto de vida existencial são as mais cobiçadas e invejadas:
Beleza, fama, riqueza, poder... A probabilidade de metermos os pés pelas mãos é enorme; e na escola da evolução: lição não aprendida: lição repetida; mas muitas vezes na outra ponta do material pedagógico – afinal num universo de polaridades teremos que aprender a dominar os dois extremos...
No desenvolver do nosso projeto de vida: todo cuidado é pouco...


Livros Publicados

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Não ensine a criança a adoecer

Pequenos descuidos, grandes problemas

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Quem ama cuida

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Chegando à casa espírita

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Saúde ou doença, a escolha é sua

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A reforma íntima começa no berço

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Educar para um mundo novo

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