quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

 


PERDOAR OU SER PERDOADO?

O QUE É MAIS FÁCIL?

Perdoar é uma escolha complicada e sofrida que exige inteligência, coragem e resiliência para nos desapegarmos de energias que levamos muito tempo e esforço cultivando como: melindre, mágoa, revolta, ódio, desejo de vingança; isso deixa uma lacuna, um buraco, um vazio na alma difícil de ser preenchido; daí não é para qualquer um...

Ser perdoado é mais fácil embora seja uma armadilha cósmica ao recebermos uma tornozeleira eletrônica chamada REPARAÇÃO com timer num tempo a ser cumprido para seguir em frente conquistando a paz e a liberdade ou nos aprisionar na necessidade de expiação a escolher.

Perdoar é livramento; ser perdoado é sentença e encrenca relativamente fácil de ser resolvida a escolher...

Quantas formas de perdoar já identificou?

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 

CUIDADO COM A SOLIDÃO CRÔNICA

INTERDEPENDÊNCIA É LEI CÓSMICA

  Muitos estudos e a vida prática mostram que a solidão crônica causa doenças comportamentais, físicas e psicológicas e a explicação é simples: somos seres interdependentes...

 Alguns tipos de interdependência nos parecem impostos até a vida em família é um exemplo:

 Para nascer dependemos da ajuda dos pais.

Competimos com os irmãos quanto a receber: atenção, carinho, amor...

Depois, para reforçar essa inter-relação temos a infância mais prolongada e dependente entre todos os animais. E, nem sempre as relações em família nos parecem satisfatórias, plenas e realizadoras.

   As relações no trabalho também costumam gerar a sensação de sermos obrigados a conviver com pessoas que não confiamos e não sentimos afinidade.

   

Vale relembrar que sempre teremos opções de escolher entre uma ou mais possibilidades mesmo que todas nos pareçam desagradáveis e nesse campo das relações humanas ou familiares essa lei também vale.

 

Todo cuidado é pouco na escolha dos relacionamentos, pois podemos estar criando nós cegos que podem ser desatados hoje e reatados séculos mais adiante.

 

Avalie periodicamente suas relações familiares, sociais e de trabalho.

 

Que tipo de afinidades e dificuldades sente?

Dê mais atenção às relações difíceis; lembra da dica de Jesus: “Aproveita e reconcilia-te com teu inimigo enquanto estás a caminho com ele”?

Quem é o inimigo?

Qual a pessoa difícil?

O outro ou eu mesmo?

Como sou visto e sentido?



 

E SE FOR APENAS O EFEITO ESPELHO GERENCIADO PELA LEI DOS AFINS COMPLEMENTARES?

 

Transforme a doença moral dependência em interdependência.

 

Aprender a perdoar é o remédio para transformar a qualidade das relações.

Colocar-se no lugar do outro é o analgésico.

Aceitar o próprio engano é o diagnóstico.

Perdoar ou pedir perdão é a cirurgia moral.

 

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

 



O ESTRESSE VICIA?

QUANDO A NORMALIDADE PASSA A ENTEDIAR?

    Como uma droga, o estresse vicia...

    Na fase de baixa ou de depressão orgânica do estresse quando a “coisa” começa a pegar todo mundo almeja ir para um lugar e descansar, relaxar. No entanto, logo depois de algumas horas ou de poucos dias o sujeito passa a se entediar e não vê a hora de voltar ao batente. Isso, quando consegue realmente se desligar durante o repouso.

Daí vem a pergunta: Será que estou viciado em situações que levam ao estresse?

    Podemos dizer que sim, pois os hormônios liberados durante a reação de estresse criam uma situação de aumento de criatividade e de resolução de situações fora do antigo comum e a pessoa, sem perceber, passa a buscar mais adrenalina e outros hormônios liberados nessas situações até em momentos de lazer: esportes radicais ou perigosos, entretenimentos com elevado teor de clima de suspense, terror etc.

     Há um risco de se criar dependência química nas fases de depressão energética e física pós estresse. Muitas pessoas passam a se dopar com estimulantes para levar um simples e corriqueiro cotidiano tornando o seu futuro mais perigoso.

    Entrar em qualquer situação desse tipo que vicia é muito fácil; sair, é complicado principalmente devido a dois fatores: falta de vontade e desonestidade de propósitos.

As pessoas mentem para si mesmas e para os outros quando dizem que não são capazes de sair de uma determinada situação viciosa; na verdade, elas desejam continuar nela.

     Eliminar o vício do estresse crônico exige discernimento, boa vontade e capacidade de executar. De fato, não é para qualquer um não...

domingo, 11 de janeiro de 2026

 

DEPRESSÃO E O CICLO DA VIDA: DAR E RECEBER...

VIDA é MOVIMENTO, CRIATIVIDADE, REALIZAÇÃO...

ESTAGNAÇÃO é vício em expectativas ou a MORTE mais próxima da VIDA real...

Quem APENAS ESPERA nunca alcança...

Quem doa CRIA, VIVE e se LIVRA do MICO do VIR a SER espectador viciado em expectativas que nunca satisfazem; quem apenas quer receber fica com ele para passar adiante...  

Quem se apega ao danadinho ficando à espera do insaciável vinde a mim causa desequilíbrios íntimos severos e para se libertar precisa ter cautela com as expectativas emocionais...

Cuidado com o viver de ESPERANÇAS; pois elas sugerem a possibilidade de disputas de poder e imposições entre o fluxo de DAR e o RECEBER. Portanto, será necessário juízo crítico com as atitudes íntimas impulsivas e autoritárias da VÍTIMAÇÃO que travam o ciclo de DAR e RECEBER...

MEU DEUS!

SE O QUE EU PENSO E SINTO MOLDA OS MOMENTOS DO MEU VIVER:

EM MIM MORA UM HOSPÍCIO?

QUAL SUA OPINIÃO E SUGESTÃO?

E aí?

Já tem alguma?


 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 

A DIETA E A DOR

Não há um ser humano igual ao outro; podemos ser parecidos; mas, nunca iguais.

Sendo diferentes; a cada organismo deve ser oferecido o alimento que lhe é adequado.

Se os pais estudassem os filhos a qualidade de vida no mundo seria outra – dentre as tarefas da família; uma importante é a individualização da dieta da criança em concordância com suas tendências orgânicas e personalidade. Trabalho que deve ser feito com bom humor e alegria. Mas, como isso não faz parte do DNA cultural da puericultura; daí que sempre é possível mudar ao longo da existência.

 

Ao adulto sempre é possível individualizar a dieta em qualquer época:

 

De certa forma, quer queiram, quer não, por bem ou por mal, uma ainda pequena parte das pessoas acaba individualizando a dieta ao longo da vida, dia menos dia.

Quase sempre do jeito mais difícil e sofrido, sob pressão da doença ou do sofrer (uma ajuda do tipo: ou muda ou sofre; até morre antes do seu tempo escolhido).

O estímulo mais forte para reciclar hábitos ainda é fugir da revolta das células e órgãos como: enxaqueca, gastrite, úlceras de estômago ou do duodeno, colites, pedras ou inflamações da vesícula, dos problemas de fígado, dos cálculos renais, crises de urticária, rinites, sinusites etc.

Mais adequado e inteligente é mudar por opção, segundo o ritmo e a forma que o indivíduo venha a escolher; sempre as danadas das escolhas; pois, a mudança forçada traz consigo uma carga de revolta e de não aceitação que pode ser evitada, apenas com um pouco mais de observação dos recados que o corpo transmite para a mente estilo: Olha o que está fazendo com a gente seu manezão!

PARA QUEM SE DISPUSER A OUVIR O CORPO FALA...

A expressão corporal se manifesta mediante sensações que são devolvidas à mente como efeitos de escolhas conscientes, ou não.

A teimosia em ignorar o corpo faz com que muitas vezes ele tente gritar, berrar, espernear, através de uma inflamação, uma dor ou febre e recebe um “cala a boca”, “fica quieto”, que pode se chamar de... 

Exemplo: antes que um diabetes se instale o compulsivo por doces recebe milhares de aviso do corpo:

Olha o diabetes! Cuidado! Aí vem ele. Aguarde-me.

Os avisos costumam ser ignorados com grande ajuda da ilusão dos recursos mágicos que podem curar.

Escolhemos não dar ouvidos ao corpo e mantemos escolhas caducas e oportunistas; daí teimosamente até podemos encurtar a experiência de vida.



A QUEM CONSTUMO DAR OUVIDOS?

AO MEU CORPO OU AOS...?

 

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