domingo, 19 de julho de 2026

 

GRITARIA E FALTA DE DIÁLOGO INTELIGENTE GERA A SOLIDÃO NA VIDA EM FAMÍLIA E UM HOSPÍCIO SOCIAL?

Esses são mais um dos desastres da pedagogia familiar e escolar: Nunca fomos treinados para a comunicação; através da prática do diálogo e da discussão inteligente. Antigos bordões: Quem berra mais ganha! Quem não chora mais do que o outro não mama! Continuam em vigor – A disciplina e o respeito foram baseados na truculência, suborno, corrupção e não no convencimento inteligente e honesto através da postura e do exemplo.

A confusão entre educação e instrução está piorando; as pessoas gritam mais; muitos lares mais parecem um hospício de surdos – na escola é impossível falar e escutar – tamanha a gritaria.

Estamos à beira do desastre pessoal e coletivo; pois no estilo de viver midiático atual, ninguém tem tempo para ninguém – seja para ouvir, argumentar ou simplesmente falar sem que seja aos berros?

Ao longo do tempo esse distúrbio já se impregnou no DNA e tem gente que desde que nasce quer ganhar tudo no grito; identificar é fácil pois já nos primeiros meses de vida e de convivência dá para identificar essa alma autoritária e apressada até entender



que as coisas andam no tempo de todos e não apenas no seu: deixa chorar até cansar; depois dá comida, troca etc.

Gritaria à parte; a falta de comunicação inteligente está tornando a família e a sociedade num conjunto de pessoas que sofrem de SOLIDÃO.

A vida em família contribuindo para aumentar ou até desencadear a sensação de estar só?

Basta fazer um rápido exame das sensações e sentimentos do nosso dia a dia; para descobrir que a vida em família está cada vez mais solitária, pela dificuldade que temos de verbalizar adequadamente as emoções e as ideias; são comuns os monólogos; quando há discordância.

Pois, nas famílias cada parte responsabiliza a outra pelas suas frustrações.

Observando os motivos de cada um em separado, damos a cada um dos envolvidos toda razão; em qualquer conflito todos tem suas razões e seus justos motivos, pois ninguém detém a verdade e a razão em sua plenitude; o problema é que só damos razão a nós mesmos.

De imediato não há muita luz no fim do túnel; pois a velocidade com que as mudanças acontecem aprisiona as pessoas em si mesmas; com isso a convivência familiar resume-se a algumas horas noturnas, sob vigilância cruel das tecnologias. Em muitas delas não se trocam palavras com conteúdo, quase sempre as mensagens são vazias ou destituídas de um significado mais profundo; é “jogar conversa fora” e ai daquele que ousar aprofundar-se em algo, logo é rotulado de chato ou desmancha prazeres.

Solução?

Treinamento para aprender a ouvir – aprender a esperar sua vez de falar – raciocinar antes de se expressar – e outras coisas mais que...

Em tempo:

Ninguém tem bola de cristal para adivinhar o que estamos pensando, sentindo e com vontade de fazer.

Ouça; pense e fale com honestidade e clareza.

Mais simples que isso; só dois isso; dito bem baixinho.

 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

 

NÃO SOMOS APENAS ALMAS SOMOS EMPREENDEDORES CÓSMICOS...

SE QUISER TER SUCESSO NO SEU EMPREENDIMENTO VOCÊ PRECISA MUDAR!

Ouvimos de um jeito ou de outro isso durante a existência...

Mas o que e para que mudar?

Será que a insatisfação, ou falta dela, é a mola mestra da evolução do ser dotado de raciocínio contínuo e cheio dos quereres?

Provavelmente quem, ou o que, deseja mudar, está e sente-se incompleto, não está pleno.

A insatisfação é um estado de analisar-se e de sentir-se, o que envolve razão e emoção que são polaridades evolutivas. Razão mal desenvolvida, é emoção descontrolada... Questão de polaridades exacerbadas, que significa descontrole, vai logo de um extremo a outro; como diz a sabedoria popular: “quem muito gargalha, sem tanto motivo, logo muito chora...”

A insatisfação também estica e encolhe, pode ser positiva ou negativa? Atrasa ou adianta? Felicita ou infelicita?  Parece que sim pois depende da direção que lhe empresta a energia do pensar-sentir-agir.

Predomina ainda o ser imaturo e deseducado, que não sabe quem é, o que quer para si, e nem, a que veio na vida, daí o sentir-se insatisfeito de forma negativa é dominante.

Por não saber o que quer, e o que deseja realmente para si, não há valorização do já conseguido, que só é valorizado quando da perda. Por exemplo: raros valorizam a saúde sem o auxílio da doença; os pais só têm valor depois de mortos; afetos e amigos são valorizados apenas quando vão embora; obras tem valor após a morte do autor...

O já insatisfeito positivamente, é uma criatura amadurecida que: observa, reflete e analisa, solidamente embasado no que já conquistou. E quando acha que precisa de ajuda até ora, implora e pede, mas, sabedor que terá que devolver ao Banco da Providência Divina através, não do benefício que trouxer a si mesmo; mas, dos benefícios que conseguir gerar aos que cruzarem o caminho da sua evolução...

Só intenta mudar algo, quem já tem propósito?

Não existe Vida sem um propósito. Isso parece lógico, ou não? 

Depende do estágio evolutivo: o momento evolutivo do mineral é diferente do vegetal, do animal e do ser humano; mesmo o momento evolutivo de cada humano, é diferente e único, pois depende da visão de mundo de cada um, em cada momento, em cada ciclo de tempo...



POR QUE DESEJO MUDAR?

PRECISO MUDAR O QUE?

O QUE VOU FAZER COM A MUDANÇA?

QUE LEGAL, ENTÃO EU SOU UM EMPREENDIMENTO?

 

 

quarta-feira, 15 de julho de 2026

 



VIDA PROFISSIONAL X SER HUMANO X BUSCA DA QUALIDADE

Parte 2

Pertencer ao departamento de Recursos Humanos ou RH de uma corporação e na FAMÍLIA que não deixa de ser um empreendimento é tarefa da maior responsabilidade...

Algumas atitudes já fixadas por nós, são particularmente resistentes às mudanças...

A ortodoxia é entrave na realização:

Evite a fixação da ortodoxia, que engessa a realização, pois atitudes mentais enraizadas não se modificam facilmente. Ela costuma localizar-se com mais intensidade em algumas correntes de pensamento ou sistemas de crenças, e, se ainda precisas ser balizado por elas, busca o que cada uma possui de bom, já que a verdade se encontra distribuída em toda a parte.

Evite a fixação dogmática que até, pode alijá-lo do mercado de trabalho, pois muitos departamentos de recursos humanos das empresas já utilizam este simples e rápido critério seletivo para admitir ou designar funções. E esse critério, nada tem de discriminatório ou preconceituoso; pois é lógico que as convicções do indivíduo espelhem sua visão de realidade, suas atitudes perante a vida e sua capacidade interior de criatividade. Quanto mais ortodoxo o sistema de crenças à qual o indivíduo pertence, sem dúvida, menor é sua capacidade criativa, e maior sua relativa facilidade de apenas executar ordens.

Puxem pela memória para verificar a praticidade de tal conceituação. Qual a contribuição de novas descobertas científicas, literárias, artísticas etc., que os povos com sistemas de crenças mais ortodoxos dão ao nosso já globalizado mundo?...

Portanto, precisamos reciclar nossas crenças e arejar as cabeça com ideias renovadoras...

Testem nossa capacidade de mudar...

Continua...

 

 

VIDA PROFISSIONAL X SER HUMANO X BUSCA DA QUALIDADE

Parte 1

No mundo contemporâneo há uma busca desenfreada para o SUCESSO custe o que custar e o mundo se tornou um sistema CORPORATIVO às vezes cruel e antiético; até a Educação para a vida foi engolida pela INSTRUÇÃO e um profissional de sucesso aos olhos do mundo pode se tornar um delinquente de si mesmo e do coletivo. A vida laboral é apenas uma parte de nós mesmos, uma ferramenta. Há sinais no ar que muitas pessoas estão em busca de um melhor padrão de QUALIDADE íntima que reflete na sua vida profissional.

Como fazer de forma simples e compartilhada?

Somos mestres e ao mesmo tempo aprendizes

Para acelerarmos e tornarmos mais eficaz a mudança do padrão de nossas atitudes, devemos observar e aprender com os outros. É de graça, e é menos doloroso aprender com os erros dos outros do que com os nossos. Porém, atingido um certo grau de discernimento, aprender apenas, traz insatisfação e angústia. É preciso aprender e logo repassar o aprendizado a outros, sob pena de criar bloqueios e estagnação. Esse conceito é particularmente útil para indivíduos que se puseram ou foram postos na tarefa de julgar e avaliar quem “hoje merece” continuar ou entrar num grupo de trabalho capaz de suprir objetivos e necessidades, ou seja: numa empresa.

Os que trabalham na área de recursos humanos de uma empresa devem vigiar muito seu pensar-sentir-agir para não se tornarem apenas um instrumento passivo de reparação da justiça natural, já que ninguém é vítima senão de si mesmo. É preciso, mostrar ao novo funcionário desde sua entrada e na continuidade na empresa que ele nunca é demitido: ele é que se demite segundo seu padrão de atitudes inadequadas ao longo de sua permanência na empresa, e se possível, ilustrando com documentação e gráficos as causas mais comuns de demissão de trabalhadores já ocorridos na empresa.

Pertencer ao departamento de Recursos Humanos ou RH de uma corporação e na FAMÍLIA que não deixa de ser um empreendimento é tarefa da maior responsabilidade

Pois, o sentir-se vivo ou morto, feliz ou infeliz de alguém ou de um grupo de pessoas, pode ter a sua contribuição.

Um dos segredos para sair-se bem nessa função:

É tentar manter o equilíbrio entre a razão e a emoção íntimas, para equilibrar as necessidades próprias, às prioridades do grupo e necessidades do empreendimento como um todo. Isso, na busca de ser justo, segundo suas concepções de momento, sem culpas, arrependimentos ou remorsos, para não entrar em sintonia com o *padrão vibratório (*sempre irradiamos o que somos, o que pensamos e o que sentimos) de revolta dos demitidos ou dos não-admitidos ou os que se acham mal-amados ou injustiçados.

A evolução é inevitável mesmo para os teimosos

Pois, a cada dia evoluímos, melhoramos. Verifique na imprensa: por incrível que pareça, hoje, os modernos departamentos de Recursos Humanos das empresas que tentam buscar um padrão de qualidade, preocupam-se em atualizar e reciclar funcionários demitidos, ajudando-os na recolocação em outras empresas.

Inúmeros outros fatores estão envolvidos na filosofia da busca da qualidade, seja de um produto ou de um serviço prestado para alguém, seja do próprio homem...

 

Algumas atitudes já fixadas por nós, são particularmente resistentes às mudanças:

C


ontinua...

terça-feira, 14 de julho de 2026

 

SE JÁ COMEÇOU A SENTIR MEDO DE SENTIR MEDO; VIXEMARIA...

PARTE 2

Veja a parte 1

Por onde a gente começa?

Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.

Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria necessário; e a resolução definitiva do problema dá a impressão de estar longe de acontecer, já que está centrada num diagnóstico incompleto que envolve protocolos, marketing, interesses.

A cada dia fica mais evidente o fim da Era das pílulas mágicas; e que, sem mudar o jeito de viver e a visão de mundo será pouco provável que consigamos resultados eficientes e definitivos.

O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.

Exemplo: nossos medos eram mais concretos, envolviam um perigo real e, hoje são cada vez mais abstratos: o medo de não possuir, não ter, ficar para trás, de não gozar mais do que os outros...

A forma neurótica de viver baseada na competição deixou duas emoções fora de controle: ansiedade e medo. Necessariamente devem ser equilibradas pela inteligência que argumenta e não apenas combatidas.

Como comprova a somatização, inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico numa roda maluca e o receio gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas á quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.

Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora; mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não é fácil; como parece a quem está de fora assistindo á angústia de quem está lá dentro.

Detectar as prováveis vítimas do pânico e sua coleguinha a depressão é fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes; mas, ninguém liga...

Será que a morte cura o Pânico?




Continua?

 

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