Medo de, peripake ao morrer é mixaria:
Coisa de que não teve
o que fazer...
E hoje nós achamos que vivemos crises insuperáveis por não
sermos amados, realizados, vitoriosos, felizes, e os malditos etceteras...
Brincando
de falar sobre CRISES EXISTENCIAIS:
Vida de adulto é moleza:
Algumas situações na infância
são marcantes e profundas, a começar pelo ato nascer.
Imaginemos:
Deixar a segurança do útero na
aventura de começar a viver em 3 D pelo canal de parto – que a maioria hoje tem
negada pela exacerbação da cesariana – logo de cara te capam de uma experiência
fantástica: O desafio de nascer por tu mesmo.
A carga energética de
ansiedade projetada com relação à gestação e ao nascimento; será que vai ser
normal?
O corte do vínculo com a mãe,
ao cortar-se o cordão umbilical.
A influência negativa do nascimento
em ambiente hospitalar; você nasce rotulado de doente e tratado como tal.
A separação da mãe logo ao
nascimento; se é que havia vínculo afetivo.
Muitas vezes, a interação
oral inicial é pelo bico de uma mamadeira ao invés do seio.
Algumas crianças se deparam
ainda com uma mãe amedrontada e sem preparo psicológico para recebê-la.
Às vezes o nascituro sofre o
impacto da decepção que causou à família; pois, não é exatamente o que
esperavam em beleza; perfeição física; ou, pode ter vindo com o sexo trocado
nas aspirações familiares.
Quando persiste a rejeição,
lógico que o impacto é mais profundo.
Ás vezes, você acabou de
nascer e já te condenam a ser torcedor de um determinado clube de futebol.
Mais adiante, a necessidade
da mãe trabalhar; faz com que após dois a três meses de convívio contínuo com
ela, a criança permaneça o dia todo em berçários cuidado nem sempre por pessoas
habilitadas em afeto e inteligência.
QUEM FALOU QUE MORRER É
COMPLICADO?
Nascer é que é o bicho.
Nascer é o direito mais básico, que tem sido negado. Crianças nascidas por cesárea, sem esforço, muitas vezes sem estarem maduras...
ResponderExcluirConcordo plenamente. Pobres crianças, atiradas ao mundo, literalmente.