sexta-feira, 1 de maio de 2026

 

DISMORFISMO DA ALMA: SER E PARECER...

A REALIDADE FÍSICA PODE SER DISCORDANTE DA VERDADE EXTRAFÍSICA...

Para os seres não dotados de raciocínio contínuo, a realidade física e a extra/física se justapõem, são idênticas; uma pedra, uma bactéria, um vegetal, um inseto, uma ave, um animal tem sua exata correspondência na realidade extra/física, sem distorções. isso pode não ocorrer conosco. Exemplo, uma pessoa de aspecto físico belo aqui nesta dimensão; pode apresentar-se horrenda no astral; ao sair do corpo físico pode assustar.

A energia cósmica universal é modificável por quem já esteja capacitado a alterar a disposição das partículas elétricas; isso, nós já somos capazes de fazer, ao movimentarmos o dínamo do pensar, sentir, agir, e atuar através da alavanca da vontade.  

Deste lado da moita tudo é mais lento.

Nesta dimensão a atração entre as partículas elétricas faz com que a energia crie formas e movimentos que nossos sentidos físicos já deveriam perceber.

Nela a realidade é modificada mais lentamente, daí, ela pode não corresponder à extra/física.

Isso explica o porquê costumamos ser uma coisa e aparentamos ser outra, é como se nossa vida fosse um baile de máscaras.

Alcançar uma transparência cada vez maior entre ser e parecer deve ser uma das nossas metas para viver bem do lado de lá nosso próximo destino. 

Viver se assemelha a um jogo onde um dos objetivos é ser e parecer, de tal forma que, uma realidade se justaponha à outra. Caso nos descuidemos disso; a situação de dupla realidade, pode se tornar um grande problema. Pois a física é temporal ou finita e a extra/física, é atemporal – e - dia menos dia nós teremos que nos defrontar com ela; a verdadeira.

Integrar as realidades dimensionais é possível através da reeducação baseada na ética cósmica; a distorção se originou em grande parte da a educação tradicional que estimula e sedimenta a dupla realidade, que é a capacidade que temos de esconder na vibração mais lenta da materialidade ou dos sentidos, a verdade extra/física; claro que apenas durante um determinado ciclo de tempo.

No progredir sempre nada se perde; tudo se transforma:

Essa dupla realidade, não deixa de ser útil; pois, se de repente, todos pudessem enxergar o que os outros pensam e sentem enquanto falam e agem; não haveria buracos no universo capaz de nos esconder a todos, morreríamos de vergonha uns dos outros.

Os ditados populares têm sempre um fundo intuitivo de verdade: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento” – nesta colocação: por fora seria a realidade aqui e por dentro a realidade no astral.

A primeira imagem não costuma ser a que fica...

Aprenda a enxergar as pessoas como elas realmente são...

SERÁ QUE SOU O QUE IMAGINO OU PAREÇO SER OU SOU O QUE NÃO PAREÇO?

 


quinta-feira, 30 de abril de 2026

 A ANTIGA ESPERANÇA VIROU EXPECTATIVA TRANSFORMADA NUM MONSTREGO EMOCIONAL: A ANSIEDADE MÓRBIDA...

O QUE ISSO TEM A VER COM A ACELERAÇÃO DA PASSAGEM DO TEMPO? O QUE OU QUEM O ACELEROU? Muitas são as causas e dentre elas: OBJETOS DO DESEJO CADA VEZ MAIS VOLÁTEIS O estilo de vida atual é uma máquina infernal de criar expectativas e desejos tão desnecessários quanto inúteis. Da antiga e saudável esperança das pessoas, a cultura retirou a necessidade do planejamento e do trabalho em cima da realidade e das possibilidades de cada um. Criou-se um “monstrengo emocional”: a expectativa recheada de ansiedade e medo dela não se realizar. Isso deu margem a uma alienação e exploração chamada loteria, sorteios, programas de comunicação que iludem as pessoas, aos milhões, com sonhos possíveis apenas para um ou outro. Baseadas em técnicas de venda para explorar essa incapacidade delas de discernir entre a verdade e a mentira, entre a ilusão e a realidade. Para os milhões de indivíduos alienados pelas expectativas inúteis a passagem do tempo se tornar deturpada e doentia.     Quando vivemos uma vida sem esperanças verdadeiras e que não desejamos nem gostaríamos de ter, a insatisfação deturpa a percepção do tempo. O acúmulo de frustrações torna as pessoas irritadiças, amargas, frustradas, cruéis consigo e com as outras. Sentem-se vivendo num inferno onde o tempo não passa. Deprimem-se feito crianças de mal com a vida e com o mundo. Ficam emburradas, como que à espera da morte chegar. Isso cria um clima psicológico devastador, pois têm tanto medo da morte que até anseiam por ela; no entanto fingem, brincam de faz de conta que ela não existe.  AFINAL PARA QUE TANTOS DESEJOS, NECESSIDADES E EXPECTATIVAS? COITADA DA ESPERANÇA...

terça-feira, 28 de abril de 2026

 AUTOCONHECIMENTO OU O DIAGNÓSTICO DE NÓS MESMOS:

O QUE PEDE O MOMENTO ATUAL?

O verdadeiro trabalho de mudança é encarar as próprias sombras.

Intolerância, Inveja, ciúme, raiva, apego, necessidade de controle, ou seja, tudo aquilo que costuma ser evitado ganha espaço para ser mostrado e reconhecido. Não para julgamento, mas para transformação.

Quanto mais você foge dessas partes, mais elas ganham força. Quanto mais você as encara, mais liberdade encontra.

Com a aceleração das experiências e causa e efeito já saindo na mesma foto este é um período potente de autoexame então comece com perguntas simples:

O que te domina?

O que te prende?

Quais padrões se repetem sem que você perceba?

Parece complicado, mas não é...

Basta prestar atenção nas ocorrências do dia a dia; pois pela lei de atração cada uma delas através de pessoas e fatos que chegam aponta e ajuda na correção passiva.

Práticas que favoreçam a consciência são bem-vindas: meditação, escrita reflexiva, terapias energéticas ou qualquer ferramenta que ajude você a se observar com honestidade.

Pare de crer em sortilégios, destino e milagres tenha sempre em mente que tudo que somos é fruto do resultado das escolhas que fizemos ou que deixamos de fazer e cada escolha que fazemos agora nos conduz ao um caminho da teia do destino...

Dica: A reflexão metódica e consciente é o Waze natural que pode ser muito útil embora não seja totalmente confiável - rsss



sábado, 25 de abril de 2026

 


AMOR SAUDÁVEL E AMOR DOENTIO

ALGUNS SINTOMAS DE AMOR DOENTIO

O sentimento do amor é um dos mais incompreendidos e paradoxais da humanidade.

Bora preparar as ferramentas do entendimento pois no terreno do amor e da gratidão nem tudo são flores.

Existe amor saudável e amor doentio? 

             Preocupações: quando nos angustiamos com os fatos da vida de certas pessoas, sinalizamos a nós mesmos a condição de obsessores. Somos capazes de atrapalhar a vida dos que pensamos amar e até colaborar, de forma decisiva, para que adoeçam ou demorem além do necessário para se restabelecer.

             Ódio: a pessoa capaz de odiar detém grande capacidade de amar, desde que se liberte de seu extremo orgulho e egoísmo. A tendência, porém, é ir de um extremo a outro. Pessoas capazes de odiar se apaixonam com facilidade.

             Mágoa: o magoado é um incompetente para amar e receber amor. Espera dos outros o que não tem para oferecer. Adora ser servido, mas é incapaz de servir senão aos próprios interesses. Chantagista emocional, adora representar o papel de vítima.

             Ressentimento: o ressentido é um magoado com tonalidades mais fortes e que ainda tem ímpetos de ódio e de vingança, quase sempre contidos pela sua falta de coragem.

             Ciúmes: o ciumento é um imaturo prepotente, incapaz de cuidar de si mesmo; para compensar, ele deseja exercer controle sobre os outros. Sente-se dono do que não lhe pertence e até do amor que os outros não conseguem sentir por ele. Devido ao fato de se sentir um egoísta, incapaz de amar, tenta de todas as formas, e por todos os meios, reter objeto de seu orgulho e de seu uso. É comum que o ciumento seja um apaixonado obsessivo.

             Controle, possessão: o amor, na sua fase mais instinto do que sentimento, caracteriza bem o amor de posse do tipo: amo meu pai, minha mãe, meu filho etc.

             Carência: as pessoas que se sentem carentes são aquelas que imaginam nada ter para oferecer de amor aos outros, são egoístas que pensam ser o centro do Universo.

             Paixão: estar apaixonado muitas vezes representa perigo para si próprio e para o objeto da paixão. É uma ideia fixa. Uma fixação emotiva, uma obsessão que limita e até sufoca a vida. Outro problema na paixão é que não se consegue ficar apaixonado por nada nem por ninguém para sempre, e isso desemboca fatalmente no ódio, na insatisfação, no se sentir traído, no desejo ou na consumação de vingança.

             Ingratidão: a atitude do ingrato é um atestado com firma reconhecida de atraso evolutivo de egoísmo, orgulho e burrice. O ingrato é um vampiro que suga as energias do outro. E como quem é ingrato não tem nada a receber, senão ingratidão, forma-se um círculo vicioso difícil de ser quebrado, sem a compreensão das leis da vida, o tempo e esforço para mudanças.

             Neurastenia ou cansaço crônico: o amor é a energia que deve fluir sempre e que mantém a vida. O cansado crônico, dentre outras coisas, pode ser um pobre de ideais que não sabe quem é, nem o que quer para si. Não se preparou para receber amor e não permite que a energia do amor seja transmitida aos outros por meio de si mesmo. É um vampiro que rouba energia dos outros, mas que não consegue manter, quanto mais fazer com que ela aumente. 

O QUE SERIA O AMOR SAUDÁVEL?

 

sexta-feira, 24 de abril de 2026

 


CUIDADO COM O MEDO DE SENTIR MEDO...

 

Pessoas tristes, angustiadas, em depressão, sob o domínio de um medo tão intenso que cause pânico sempre houve em todas as épocas; apenas, nunca como atualmente.

Antes, para nos sentirmos assim, quase sempre havia uma explicação lógica, um fato mais ou menos palpável; hoje, boa parte dos que se sentem dessa forma não conseguem arrazoar com clareza os motivos.

 

A sensação de que nós ficamos mais lentos a cada dia; tentando viver num mundo onde a rapidez é a tônica; nos deixa assustados e, a cada dia que passa (tão rápido), sentimos mais dificuldades para cumprir com nossos afazeres, responsabilidades, divertimentos e prazeres. É como um tipo de paralisia que nos dificulta viver, sufoca, trava, cala...

 

Primeiro nossa mente dispara, o cérebro não obedece ao comando de parar e as ideias nos atropelam; daí, começamos tudo e pouco finalizamos; então travamos.

E já estamos travando de muitas formas.

No terreno da afetividade quantas pessoas a chorar sem claros motivos.

No campo psicológico, tristezas, medos e angústias inexplicáveis.

O corpo está cada dia mais pesado, dolorido e doente.

Aumenta a cada dia o número de desadaptados e pouco úteis para si e para o mundo.

 

Por que será que tentamos desistir de continuar a incrível experiência da aventura de viver?

Estaremos doentes, frustrados, desalentados, enfadados, entediados de tentar descobrir o que preferimos?

Será que optamos por aguardar sem decidir esperando no que vai dar?

Temos muitas vontades, mas não sabemos do que.

Desejamos ir, mas não conhecemos o destino.

Quem poderá nos ajudar?

 

Qualquer situação ou experiência que envolva o ser humano pode ser observada segundo múltiplas formas e focos diferentes: sociais, econômicos, médicos, religiosos, psicológicos, eletrônicos etc.

Muito se tem escrito e falado sobre esses problemas, mas sou da opinião que as causas reais que lhes dão origem não são focadas como seria necessário; e a resolução definitiva do problema dá a impressão de estar longe de acontecer, já que está centrada num diagnóstico incompleto do ser.

 

A cada dia fica mais evidente o fim da Era das pílulas mágicas; e que, sem mudar o jeito de viver e a visão de mundo será pouco provável que consigamos resultados eficientes e definitivos.

O estilo de vida atual conduz as pessoas rapidamente do concreto ao abstrato, tirando-lhes o chão, fazendo com que percam a antiga estrutura e mergulhem no caos íntimo e coletivo que tanto tememos.

   

Inevitável que a bagunça mental e afetiva terminasse no organismo físico e o medo gerado pelas palpitações, coração a mil, sensação de desmaio; sufoco; aperto no peito; e de morte eminente - levem as pessoas à quase loucura e a um medo apavorante: o medo de sentir medo e de vivenciar de novo essas sensações e de novo e de novo.

 

Sair dessa armadilha não é simples – entrar é fácil; tal e qual entrar naqueles labirintos de espelho dos parques de diversão – lindos e atrativos por fora; mas depois de estarmos lá dentro, sempre é possível achar a saída – porém, não é fácil.

 

Detectar as prováveis vítimas do pânico é fácil e pode ser feita desde os primeiros meses de vida – durante a existência os avisos são constantes de medo fora do contexto, mas, ninguém liga...

 

 

 

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